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	<title>bebê - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>bebê - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como facilitar a chegada de um bebê na família</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-facilitar-a-chegada-de-um-bebe-na-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aumentar a família]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[chegada do bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensando na chegada de um bebê na família, quero compartilhar algumas dicas e estratégias para amenizar o ciúmes e o desconforto que o irmão mais velho pode ter com relação a chegada de um irmão mais novo.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/03/Chegada-de-um-bebC3AA_5539685_1617038868.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Pensando na chegada de um bebê na família, quero compartilhar algumas dicas e estratégias para amenizar o ciúmes e o desconforto que o irmão mais velho pode ter com relação a chegada de um irmão mais novo.</p>



<p>A primeira estratégia é que os pais ou pelo menos um deles tenha atividades a sós com o irmão mais velho, especialmente quando o bebê chegar. Como nos primeiros meses a atenção, os cuidados e todo o contexto familiar vai girar em torno do bebê, essa criança mais velha que já tem “autonomia”, “liberdade” e que já consegue “se virar sozinha”, pode ser automaticamente deixada um pouquinho de lado. Então, propiciar momentos de interação da criança com o pai, dela com a mãe e momentos a sós com os pais enquanto o bebê estiver dormindo é muito importante para que ela também se sinta amada, acolhida e recebendo a atenção dos pais.</p>



<p>Outra dica é promover algumas participações do mais velho com relação a vida do mais novo que ainda está no ventre. Por exemplo, o filho(a) mais velho pode ajudar na escolha do nome, ajudar qual o tema do quartinho do irmão mais novo ou qual o tema do quartinho dos dois que agora vai passar a ser compartilhado e deixá-lo(a) escolher a primeira roupinha do bebê. Assim, inicia-se a aproximação entre os dois irmãos.</p>



<p>Uma outra estratégia é mostrar para o irmão mais velho quais os benefícios de ser o mais velho, porque é mais “legal” ser o mais velho ao invés de ser o mais novo. E, algumas justificavas que podem ser usadas são: poder participar de festinhas de aniversário, poder comer coisas “gostosas” que o bebê não pode, ter autonomia para andar, para sair e brincar com o que quiser, coisa que o bebê também não tem. Ou seja, a gente vai munindo esse filho mais velho de empoderamento, no sentido de ser mais “capaz” (não intelectualmente), mas de ter mais possibilidades, mais autonomia do que o irmão mais novo. Então, o fato do irmão mais novo possuir mais atenção é justamente porque ele é mais necessitado disso.</p>



<p>Outra coisa muito interessante é retomar esse mesmo processo de gravidez, de espera, para o irmão mais velho. Mostrar fotos, mostrar bilhetinhos, as consultas médicas, bem como as coisas que estão mudando. Isso é interessante para que a criança mais velha não se sinta defasada com relação a esse irmão mais novo, uma vez que ela não se lembra quando ela estava no ventre ou quando ela era bebê e esse irmãozinho está ganhando presente, recebendo atenção, a mamãe vai ao médico, a mamãe passa a mão na barriga, especialmente porque a gente não pode pegar no colo, não pode pegar peso. Então, ele também sente falta desse contato e, ao mostrarmos para ele que enquanto ele estava no nosso ventre, ele também recebeu todos esses benefícios, isso ameniza o ciúmes e um possível sofrimento com essa chegada do irmão mais novo.&nbsp;</p>



<p>É importante também incentivar o filho a falar dos próprios sentimentos. Por mais difícil que seja ouvir que seu filho está triste, perceber uma manifestação de ciúmes ou raiva de você, do papai, da vovó ou do bebê, é muito importante darmos espaço e liberdade para que o mais velho fale do bebê mais novo, da chegada do bebê mais novo ou das mudanças que esse novo ser está causando na família, porque quanto mais embotado isso ficar, mais prejudicial vai ser e mais graves podem ser as consequências quando o bebê efetivamente chegar. </p>



<p>Nesse sentido, nós também exercitamos a empatia, pois quando estamos num ambiente seguro, chega uma nova pessoa ou vem alguma mudança significativa, a gente se sente inseguro(a) e enciumado(a), imagina uma criança que é muito mais imatura do que nós, que não tem tanta habilidade para lidar com os sentimentos. Logo, é normal, é comum e é compreensível que esse filho mais velho tenha essa necessidade de demonstrar os seus sentimentos com relação a isso.</p>



<p>Outra estratégia muito comum e que sempre escuto as pessoas falarem, é o filho mais novo “trazer” um presente para o filho mais velho, como por exemplo, um boneco(a) para ser cuidado pelo mais velho ou o carrinho que ele adora, pois assim esse bebê vem acompanhado de uma “promessa” de alguma coisa legal. Certamente, isso vai precipitar algum afeto positivo do mais velho com relação ao mais novo. É importante a gente ter ponderação, consciência e estarmos atentos a esse vínculo que estamos fazendo entre o irmão e um presente. Portanto, não é aconselhável que isso seja de uma forma exagerada ou que esse presente seja grandioso demais, uma coisa em que o irmão espera muito tempo por isso.</p>



<p>Além disso, é fundamental inserir o irmão mais velho nos cuidados do bebê. Por exemplo, pedir a ajuda dele na hora de trocar a roupinha, pedir que ele coloque a meia do bebê, para que ele ajude na escolha do look do bebê. Mas, não é legal colocá-lo(a) para participar de atividades que sejam desagradáveis para qualquer pessoa, como limpar o cocô, porque tem mau cheiro, não é visualmente agradável, causa uma certa ojeriza nos adultos imagina na criança. Então, a inserção do irmão mais velho no cuidado do irmão mais novo deve ser numa atividade lúdica, legal, interessante, onde ele se sinta útil, sinta prazer em estar fazendo aquilo ali.</p>



<p>Por fim, caso identifique alguma reação desproporcional, exagerada ou perigosa não hesite em buscar ajuda de um psicólogo, ou do pediatra. Isso é muito importante para nos ajudar a discernir se aquela reação que o mais velho está tendo é uma reação esperada, natural ou se está além daquilo que a gente pode suportar. Essa ajuda também é importante para nos ajudar a lidar com a reação que o irmão mais velho vai ter porque existem mecanismos e estratégias para ajudá-lo a lidar com esses sentimentos “desagradáveis” com relação à chegada do bebê.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>A chegada de um novo irmão, o que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-chegada-de-um-novo-irmao-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[irmão]]></category>
		<category><![CDATA[nascimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada de um novo irmão- o que fazer para que essa fase não se torne ruim para o outro filho e o que pode ser feito para minimizar os ciúmes? Antes de falarmos sobre um bebê que já está a caminho, o que algumas mães sempre questionam é qual seria o momento ideal para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A chegada de um novo irmão- o que fazer para que essa fase não se torne ruim para o outro filho e o que pode ser feito para minimizar os ciúmes?</h2>
<p class="p1">Antes de falarmos sobre um bebê que já está a caminho, o que algumas mães sempre questionam é qual seria o momento ideal para se ter o segundo filho? É importante termos consciência de que não existe momento perfeito. Se fosse simplesmente uma questão de escolha, o ideal é que o mais velho já tivesse pelos menos 2 anos (idade em que oficialmente termina a fase de “bebê”) mas não tão mais velho a ponto de ele já estar extremamente acostumado a ter suas próprias coisas, a não precisar dividir nada, a ter a atenção plena dos pais e dos avós, etc.</p>
<p class="p2">Cris, e quando já há um novo bebê a caminho (ou muito em breve haverá) o que posso fazer para preparar meu filho mais velho? Costumo responder a esta pergunta, questionando se foram as aulas do “curso de gestante” ou a leitura de livros de desenvolvimento infantil que a prepararam para ser mãe&#8230; logicamente, a resposta é não! Assim como as leituras e palestras não são exclusivamente o que nos preparam para ter um filho, não há uma “fórmula” para preparar o irmão mais velho para a chegada de mais um membro da família, porém, a leitura de textos técnicos, a experiência de outros pais e o conhecimento dos comportamentos e reações do próprio filho, podem ajudar bastante a ensiná-lo a lidar melhor com a chegada do irmão.</p>
<h2 class="p1">O que pode ser feito antes do bebê nascer?</h2>
<ul>
<li class="p1">Inicie os processos de transições (tirar chupeta ou fralda, mudar berço por cama, entrada na escola) antes do irmão chegar para diminuir o impacto de cada mudança;</li>
<li class="p1">conte sobre a chegada do irmão de uma forma bem lúdica e divertida;</li>
<li class="p1">Peça auxílio para ajudar os pais a definirem o nome do bebê que está a caminho</li>
<li class="p1">Deixe-o escolher uma peça de roupa para presentear o irmãozinho;</li>
<li class="p1">Explique ao filho sobre as mudanças que estão por vir, mas não só nas ruins (como divisões e possível ausência dos pais), nas boas também (companheiro, casa “mais alegre”, família maior, novos programas juntos, o fato dele ser o irmão mais velho, etc.;</li>
<li class="p1">Incentive-o a falar dos seus medos e tirar as possíveis dúvidas com relação a chegada do bebê;</li>
<li class="p1">Providencie um presente como se fosse o mais novo trazendo para o mais velho;</li>
<li class="p1">É bom momento para modificar o quarto do mais velho, de repente redecorando o quarto usando um personagem que ele adora;</li>
<li class="p1">Incentive o “senso de reponsabilidade” do mais velho&#8230; no caso de pais que pretendem batizar o bebê, pode-se por exemplo, convidar o irmão mais velho para ser um padrinho (mesmo que seja “padrinho de toalha”) do bebê;</li>
</ul>
<h2 class="p1">O que pode ser feito após o nascimento do bebê:</h2>
<ul>
<li class="p1">Deixe o mais velho se expressar, especialmente se for se uma forma funcional e assertiva (através da fala por exemplo);</li>
<li class="p1">Insira o filho mais velho no cuidado com o pequeno (pegar toalha na hora do banho, ajudar a calçar o sapatinho, escolher a roupinha que ele vestirá, etc.);</li>
<li class="p1">Mostre a ele fotos de quando ele era pequeno, demonstrando o cuidado que recebia e/ou as artes que ele fazia enquanto era bebê;</li>
<li class="p1">Ressalte o quanto você é feliz por ter um “mocinho” como ele, diga o que você mais gosta nele, do que gosta que façam juntos, etc.;</li>
<li class="p1">Em caso de ciúmes estabelecido, use de empatia e compreensão&#8230; todos nós temos uma certa dificuldade em lidar com mudanças (por melhor que ela sejam) e é quase instintivo sentirmos ciúmes quando precisamos dividir a atenção e o espaço com outra pessoa;</li>
<li class="p1">Explique que por anos, toda a atenção e carinho foi exclusivo para ele e que o irmão não terá esse “privilégio”;</li>
<li class="p1">Ressalte os benefícios de ser irmão mais velho (já teve x festas de aniversário a mais que o irmão, ele tem autonomia para brincar, pode comer mais coisas “gostosas”, pode ir virado para frente na cadeirinha do carro;</li>
<li class="p1">Incentive o carinho entre irmãos;</li>
<li class="p1">Cuidado com a intensidade, frequência e rigor nas punições&#8230; o bebê, por mais que chore ou faça sujeiras, nunca é punido&#8230; isso pode causar um sentimento de injustiça;</li>
<li class="p1">Prepare momentos a sós com o mais velho (é importante que esta não seja incumbência só do pais, pois pode reforçar a ideia de que ele perdeu a mãe para o caçula);</li>
<li class="p1">Reforce o quanto você é grata por possíveis ajudas com o bebê “você é meu melhor ajudante”</li>
<li class="p1">Busque orientação profissional (pediatra, psicólogo) caso identifique alguma reação extrema e/ou excessiva.</li>
</ul>
<p class="p1">Geralmente os primeiros meses de vida são os mais complicados para o irmão mais velho, que com o tempo, começará a se acostumar com as divisões que terá que fazer, já estará se divertindo com as interações promovidas pelo bebê, já estará mais maduro para lidar com seus sentimentos, já terá passado a fase mais “pesada” de atenção e cuidado com o mais novo, etc.…, portanto, paciência! A fase de adaptação de todos vocês vai passar e no futuro, um irmão, um companheiro, terá sido o melhor presente que você poderia ter dado um ao outro.</p>
<p class="p1">
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			</item>
		<item>
		<title>Estou grávida, e agora?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/estou-gravida-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2017 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de grávida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descobrir uma gravidez é algo complexo e paradoxal, ao mesmo tempo que a mulher fica extremamente feliz, se sente realizada e plena por se tornar mãe, também é o início de diversos medos, inseguranças, pensamentos e preocupações. A alegria e a realização da maternidade, dividem espaço com várias dúvidas, “será que serei uma boa mãe?”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Descobrir uma gravidez é algo complexo e paradoxal, ao mesmo tempo que a mulher fica extremamente feliz, se sente realizada e plena por se tornar mãe, também é o início de diversos medos, inseguranças, pensamentos e preocupações. A alegria e a realização da maternidade, dividem espaço com várias dúvidas, “será que serei uma boa mãe?”, “vou dar conta?”, “será que foi o momento certo?”.</p>
<p>Somado a isso, o corpo sofre modificações, os hormônios ficam alterados podendo afetar o apetite, o sono e o humor. Com o passar dos meses, surge o ganho de peso, as dores nas pernas, os inchaços, a preocupação com a aparência, com o trabalho e com o desenvolvimento do bebê.</p>
<h2>É normal ficar ansiosa?</h2>
<p>Sim, é normal sentir-se ansiosa, é uma nova fase, geralmente as mudanças causam ansiedade. Além do mais, a mulher adquire um novo papel social, o de mãe. Essa função é atrelada de significados, sensações, expectativas, crenças e comparações.</p>
<p>Por outro lado, surge a alegria das outras pessoas, o cuidado, o interesse e também os famosos conselhos e pitacos “cuidado com as saladas dos restaurantes”, “come canjica que ajuda a dar leite”, entre outros. A nova mamãe pode ficar ansiosa com o tipo de alimentação adequada, como ficará sua vida sexual, ter receio de doenças que afetem a criança, entre outras questões.</p>
<p>Com isso tudo na cabeça, a mãe precisa de apoio para que a ansiedade não ultrapasse um padrão de normalidade da fase. A mulher precisa, nesse momento, de suporte, cuidados específicos, relações humanas positivas que proporcionem um equilíbrio emocional.</p>
<p>É fundamental o acompanhamento médico durante o pré-natal, para monitorar a saúde da mãe e da criança. Informar-se sobre o assunto e esclarecer as dúvidas com o médico, resulta em confiança e diminuição da ansiedade.</p>
<h2>E se eu precisar de ajuda?</h2>
<p>Precisar de ajuda durante a gravidez, não é sinônimo de fracasso e sim de zelo consigo mesmo e com a saúde do seu filho. Pode ocorrer que a ansiedade esteja insuportável, excessiva, que você sinta-se cansada, estressada, com medo, com problema de auto-estima, configurando-se em um transtorno de ansiedade.</p>
<p><strong>Os transtornos de ansiedade necessitam de tratamento médico e psicoterapêutico. A psicoterapia proporcionará bem-estar tanto para a paciente como para sua criança.</strong></p>
<p>As técnicas cognitivas comportamentais auxiliarão na capacidade da mãe lidar com a ansiedade no decorrer da gravidez, parto e puerpério. No ambiente terapêutico a paciente se beneficiará de um espaço dela, livre de julgamentos, no qual seus pensamentos e medos serão acolhidos de forma confidencial e segura.</p>
<p>Na terapia serão trabalhados os pensamentos, os medos, as preocupações, a auto-estima e o manejo da ansiedade. Proporcionando assim, uma tranquilidade para vivenciar esse momento único e especial que é almejado por diversas mulheres.</p>
<h3>Como me manter tranquila para o bem-estar do bebê?</h3>
<ul>
<li>
<h4>Respirar, realizar atividades que proporcionem relaxamento e prazer.</h4>
</li>
<li>
<h4>Seguir as orientações médicas, cuidar da saúde física e mental, praticar exercícios físicos adequados para a gravidez e alimentar-se de forma saudável.</h4>
</li>
<li>
<h4>Orientar-se por meio de fontes confiáveis, um curso de gestantes pode auxiliar na insegurança.</h4>
</li>
<li>
<h4>Não se cobrar tanto, diminuir as expectativas em relação a gravidez.</h4>
</li>
<li>
<h4>Ouvir experiências positivas de outras mães, filtrar as recomendações alheias e emitir sua opinião de forma assertiva.</h4>
</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Estressada desde que o bebê chegou?</title>
		<link>https://casule.com/blog/estressada-desde-que-o-bebe-chegou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 22:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[gestante]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É impossível saber com antecedência o que é cuidar de um recém-nascido. Você pode até achar que já sabe o que esperar, de tanto ouvir as pessoas contarem sobre o chororô do bebê, a falta de sono, as incontáveis trocas de fralda. Mas, enquanto não acontece com você, não dá para entender exatamente o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2333" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec.jpg" alt="Newborn Baby Crying In Parents Bedroom" width="600" height="900" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec.jpg 683w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-200x300.jpg 200w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-610x915.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-480x720.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É impossível saber com antecedência o que é cuidar de um recém-nascido. Você pode até achar que já sabe o que esperar, de tanto ouvir as pessoas contarem sobre o chororô do bebê, a falta de sono, as incontáveis trocas de fralda. Mas, enquanto não acontece com você, não dá para entender exatamente o que é isso. Até as mulheres mais sacudidas podem virar farrapos humanos, incapazes de tirar o pijama ou de dar um pulinho na padaria para comprar pão, de tão cansadas e inseguras. É inevitável que a mulher se pergunte, nessa hora, se ela é a única a ficar tão desorientada com a nova vida. A resposta é não. Acontece com quase todo mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A recuperação do parto</h2>
<p style="text-align: justify;">Pensando bem, não é de surpreender que a chegada de um filho não seja o mar de rosas com que você sempre sonhou. Para começar, você acabou de passar por uma experiência exaustiva, em termos físicos e emocionais, que foi dar à luz. A circulação dos hormônios no seu corpo mudou drasticamente. Você pode estar se recuperando de uma cirurgia, com pontos por cicatrizar e com cólicas. Ao mesmo tempo, está tentando aprender a amamentar, muito provavelmente com os seios doloridos. Seu parceiro também sofre com a falta de sono e com a sensação de não poder ajudar muito &#8212; além de ter de equilibrar trabalho e família.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O cotidiano com um bebê</h2>
<p style="text-align: justify;">A vida cotidiana com um recém-nascido pode virar um caos num piscar de olhos. Você está tão cansada que mal consegue abrir os olhos; não consegue se trocar porque, toda vez que abre o armário para decidir que roupa cabe no seu corpo ainda meio grávido, o bebê chora ou precisa de alguma coisa. Banho, então, nem pensar &#8212; só quando tiver alguém para olhar o bebê. Você fica tão preocupada com os horários das mamadas que se esquece de tomar o café da manhã. Praticamente não sabe nem mais como se chama.</p>
<p style="text-align: justify;">E, no meio disso tudo, você se dá conta de que, apesar de quase não ter experiência nenhuma no assunto, é responsável pelo bem-estar, pelos cuidados, pela alimentação e pela proteção daquele bebezinho tão frágil, 24 horas por dia, sete dias por semana. E tem de levá-lo ao pediatra para pesar e dar vacina, cuidar da roupa, pensar no jantar e ainda proporcionar os melhores estímulos para seu desenvolvimento. Dá para entender por que tanto estresse.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com o estresse</h2>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros dias do bebê são difíceis, mesmo que envoltos numa atmosfera de amor e alegria pela chegada. Há dias em que o peso da responsabilidade, as tarefas domésticas e os cuidados práticos com o bebê não deixam você curtir o seu filho como gostaria. Com o tempo, você vai criar uma nova rotina e vai ficar mais calma, mas, enquanto isso não acontece, veja algumas dicas para sobreviver:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Saia para uma caminhada</h2>
<p style="text-align: justify;">Você pode estar se sentindo enclausurada dentro de casa. Sair um pouco, nem que só por meia hora, ajuda a tornar o dia mais agradável e mudar a rotina. Se o dia estiver bonito, ponha o bebê no carrinho e dê uma volta, ou faça uma visita rápida a uma amiga. Tente &#8220;pôr o pé na rua&#8221; pelo menos uma vez por dia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Não exagere</h2>
<p style="text-align: justify;">A casa não precisa ficar impecável nesses primeiros dias. O cardápio do jantar não precisa ser superespecial. Não se exija tanto nas tarefas domésticas (ou profissionais, para quem trabalha por conta própria e não pode se afastar totalmente na licença-maternidade). O bebê é o que mais importa agora.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Procure ter companhia</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes as pessoas se afastam nas primeiras semanas porque não querem atrapalhar. Se você acha que vai se sentir melhor com companhia, telefone para amigas ou familiares. Não precisa ser uma visita formal, cheia de cerimônia. É só por companhia mesmo. Mães que já passaram por essa fase vão entendê-la melhor. Se conhecer alguém com um bebê tão pequenininho quanto o seu, melhor ainda. Aí você vai ver que não é a única a andar por aí como um zumbi, com olheiras e manchas de leite na roupa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Aceite ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos casos, os familiares gostam de ajudar. Se sua mãe ou sua sogra ofereceram para dar uma arrumada na casa ou trazer o jantar, aceite. Aproveite que elas vão estar loucas para ficar com o bebê e tome um bom banho, com calma. Quem não aceita ajuda pode acabar se arrependendo depois.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dedique um tempinho para si</h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos conselhos mais comuns para mães que acabaram de ter um bebê é &#8220;aproveite para dormir sempre que ele estiver dormindo&#8221;. Nunca se sabe como vai ser a noite, portanto, se você conseguir tirar um cochilo, ótimo. Só que nem todo mundo consegue dormir no meio do dia. Mesmo que você não consiga, aproveite esse tempinho para descansar. Leia um livro, telefone para uma amiga, visite seus blogs favoritos, faça o que gosta. Dedicar um tempo para si mesma é um bom jeito de recarregar as energias.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Crie uma nova rotina</h2>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que as coisas vão ficando mais fáceis à medida que você conhece melhor o bebê e sabe o que ele gosta e não gosta, e fica mais confiante como mãe. É verdade que a vida muda totalmente a partir do momento que o bebê nasce, mas o caos e o estresse das primeiras semanas não duram para sempre. Logo você vai ver que cuidar do bebê será uma coisa natural, que fará sem tanto esforço.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1500318/estressada-desde-que-o-beb%C3%AA-chegou</p>
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