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	<title>agressividade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>agressividade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Formas de Comunicação</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/formas-de-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maneira como você expressa sua opinião e interesses está muito relacionada com a interpretação que o outro vai fazer de você, ou da conversa que vocês estão tendo.</p>
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<p>A maneira como você expressa sua opinião e interesses está muito relacionada com a interpretação que o outro vai fazer de você, ou da conversa que vocês estão tendo.</p>



<p>Nesse vídeo você vai conhecer algumas formas de se comunicar e aprender a fazer um discurso de maneira precisa e coerente, sem ofender, julgar ou tornar a situação ainda mais delicada!</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DfyOO7AVsfk" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<title>Treine sua assertividade</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/treine-sua-assertividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 15:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[treinoassertivo]]></category>
		<category><![CDATA[treinodehabilidadesocial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala sobre os tipos de comportamentos e a importância dos modelos de comunicação, sejam eles passivo, assertivo ou agressivo, mas você já parou para pensar como você costuma se posicionar?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito se fala sobre os tipos de comportamentos e a importância dos modelos de comunicação, sejam eles passivo, assertivo ou agressivo, mas você já parou para pensar como você costuma se posicionar?</p>



<p>Essa demanda é muito frequente na terapia, de pessoas que não sabem ou não estão sabendo lidar e se posicionar com amigos, familiares, com as pessoas no ambiente de trabalho, com o chefe, com o parceiro ou parceira que apresentam um comportamento muitas vezes grosseiro, rígido, inadequado, exacerbado ou agressivo ao se comunicarem e o outro acaba se sentindo culpabilizado, constrangido, inferiorizado, incapaz.</p>



<p>Primeiro, é muito importante entender que a forma como essa pessoa te trata não é culpa sua. As atitudes do outro é de responsabilidade do outro. Essa forma “agressiva” dele se comunicar é um mecanismo, uma forma que o outro tem de reagir no mundo ou em determinadas situações e as pessoas ao seu redor acabam se tornando “alvo” e sendo “atingidas” por ele.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/empatia-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-22480" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/empatia-1-1024x576.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/empatia-1-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/empatia-1-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure></div>



<p>Saber se posicionar e mostrar o seu limite é fundamental e você demonstra e estabelece isso de acordo com as suas atitudes também, precisando ser ASSERTIVO.</p>



<p>Muitas vezes, a dificuldade em ser assertivo está associada a questões de insegurança e baixa autoestima, fazendo com que a pessoa tenha dificuldade em expressar suas vontades. Lembre-se, ser assertivo é uma forma de ser transparente com você, de poder falar não e ser gentil com você, respeitar os seus limites, ter o direito de ser quem você é.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por exemplo&#8230;</h2>



<p>Tente lembrar de alguém que tenha sido grosseiro com você ou pense em alguém que sempre grita ou fala de forma ríspida com você. Existem três possibilidades de como você poderia reagir.</p>



<p>1) se você não fala nada (passivo), você acaba reforçando o comportamento dessa pessoa de que “ela pode agir como quiser”, concorda?</p>



<p>2) se você também grita ou assume uma postura agressiva, você também não estará sendo ouvida de forma clara e terá a mesma atitude daquele que você critica, certo?</p>



<p>3) ou você pode aprender a responder de maneira assertiva, como por exemplo “ olha, eu não gostaria que você falasse comigo dessa forma, sugiro que quando você se acalmar a gente possa e consiga conversar melhor.”</p>



<p>Viu como uma situação possibilita mais de um comportamento? E é sobre o SEU comportamento que VOCÊ tem CONTROLE e RESPONSABILIDADE. O que é seu, é seu. O que é do outro, é do outro e diz muito sobre ele também.</p>



<p>Espero que esse texto tenha dado novas possibilidades de você se posicionar 😉<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p>A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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<p>Curtiu o texto? Fica a vontade para relaxar com a gente, conheça nossos&nbsp;<a href="https://lp2.casule.com/audio-motivador-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">áudios de relaxamento</a>, é GRÁTIS!</p>



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		<title>Dicas para lidar com a impulsividade</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/dicas-para-lidar-com-a-impulsividade-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A impulsividade é um&#160; comportamento realizado diante de um desequilíbrio entre o pensar e agir. Pessoas com essas características agem no imediatismo, sem considerar as consequências de suas ações e, com isso, causam prejuízos em vários setores de sua vida, além levar ao sofrimento as pessoas que possui laços afetivos. Confira com Letícia Medeiros, psicóloga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A impulsividade é um&nbsp; comportamento realizado diante de um desequilíbrio entre o pensar e agir. Pessoas com essas características agem no imediatismo, sem considerar as consequências de suas ações e, com isso, causam prejuízos em vários setores de sua vida, além levar ao sofrimento as pessoas que possui laços afetivos.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yF70bZPTtXE" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<title>10 dicas para lidar com a birra infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/10-dicas-para-lidar-com-a-birra-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 19:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[birra]]></category>
		<category><![CDATA[descontrole emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: A birra é um comportamento infantil que traz muito esgotamento emocional, desconforto e cansaço para o responsáveis. O que causa, como lidar e o que fazer, são informações fornecidas ao longo desse vídeo. Confira! Confira com Letícia Medeiros, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou [&#8230;]</p>
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<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QDpyABq0RYs" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>A birra é um comportamento infantil que traz muito esgotamento emocional, desconforto e cansaço para o responsáveis. O que causa, como lidar e o que fazer,  são  informações fornecidas ao longo desse vídeo. </p>



<p>Confira! Confira com Letícia Medeiros, psicóloga da Casule!</p>



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		<item>
		<title>Como identificar o transtorno da personalidade anti-social</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-identificar-o-transtorno-da-personalidade-anti-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 19:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno da personalidade anti-social]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno da personalidade anti-social, também conhecido como psicopatia ou sociopatia, caracteriza-se pela manipulação, exploração e violação dos direitos dos demais. Este transtorno começa durante a infância ou no começo da adolescência e continua durante a idade adulta. O transtorno da personalidade anti-social costuma ser mais frequente em homens do que em mulheres, tem caráter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O transtorno da personalidade anti-social, também conhecido como psicopatia ou sociopatia, caracteriza-se pela manipulação, exploração e violação dos direitos dos demais. Este transtorno começa durante a infância ou no começo da adolescência e continua durante a idade adulta. O transtorno da personalidade anti-social costuma ser mais frequente em homens do que em mulheres, tem caráter crônico, ainda que possa ser atenuado com o tempo, à medida que a pessoa vai se aproximando dos 40 anos.</p>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<p>Transtorno dissocial. As pessoas que sofrem de transtorno da personalidade anti-social costumam ter tido transtorno dissociativo durante a infância ou a adolescência. O transtorno dissociativo caracteriza-se por condutas que atentam contra as normas e regras sociais e violam os direitos básicos das demais pessoas. Costumam agredir pessoas e/ou animais e destruir propriedade alheia, realizar furtos ou delitos.</p>
</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Atos delitivos. Costumam ter comportamentos que atentam contra a integridade das pessoas. É por isso que é frequente terem problemas com a lei. É frequente que roubem, destruam propriedades privadas, entre outros. Quem sofre este tipo de transtorno são maiores de 18 anos.</p>
</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Características pessoais. Manipulam para conseguir seus objetivos e tendem a desprezar os sentimentos e direitos das demais pessoas. São mentirosos e impulsivos. Não costumam pensar nas consequências de seus atos. São pessoas agressivas, costumam provocar brigas físicas de forma reiterada e cometer atos de agressão contra pessoas que fazem parte de seu entorno, como por exemplo, maus tratos aos filhos e ao(à) companheiro(a).</p>
</div>
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</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Excessos. São caracterizados pela imprudência, costumam colocar em risco sua própria segurança e a dos demais, como por exemplo dirigir em estado de embriaguez, descuidar ou abandonar o cuidado de uma criança sob sua responsabilidade, etc. Costumam utilizar a ira e a raiva como formas de conseguir o respeito das outras pessoas.</p>
</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Instabilidade. Costumam ter problemas trabalhistas, sociais e familiares. Costumam abandonar frequentemente seus trabalhos, ser despedidos e desperdiçar dinheiro. Têm escassas habilidades interpessoais quando não se trata de manipular os demais. São desconfiados e pensam que os outros são uma ameaça para eles.</p>
</div>
<div class="publibygoogle_3333273514 ad breakpoint_1-5 breakpoint_2 breakpoint_2-5 breakpoint_3 breakpoint_4" style="text-align: justify;"></div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Personalidade. São egoístas, teimosos e arrogantes. Para atingir seu objetivo costumam mostrarem-se joviais, encantadores. São pouco flexíveis, discutem por qualquer coisa e tendem a ser facilmente irritáveis. Consideram-se pessoas inteligentes e audazes. Não apresentam nenhum tipo de sentimento de culpa pelos comportamentos que tiveram.</p>
</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Não têm limites. Cansam-se rapidamente da rotina, deixando de lado todas as responsabilidades para viver, segundo eles, de forma independente e livre. São movidos pelas recompensas imediatas, os projetos de longo prazo para eles não existem. É por isso que este tipo de condutas que os caracterizam, gera neles um prazer imediato.</p>
</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Transtornos associados. Este transtorno pode aparecer acompanhado de outros transtornos, como, por exemplo, transtornos depressivos, transtornos de ansiedade, transtornos relacionados com substâncias, transtornos de controle de impulsos, etc.</p>
</div>
<p>FONTE:https://saude.umcomo.com.br/artigo/como-identificar-o-transtorno-da-personalidade-anti-social-3101.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Terapia infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 19:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar com eles é de extrema importância.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é <strong>Terapia Infantil</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Mais comum do que algumas pessoas pensam, a Terapia Infantil é a psicoterapia voltada para o atendimento de crianças. Ela utiliza recursos lúdicos para observar e trabalhar com questões subjetivas, ou seja, questões e angústias que a criança não tem o discernimento de falar espontaneamente durante o atendimento, de modo a encontrar caminhos para aliviar o sofrimento e identificar os conflitos que estão gerando desconforto. A partir deste momento, podem-se desenvolver técnicas que ajudam a criança a criar estratégias de enfrentamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando seus filhos precisam de <strong>Terapia Infantil?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os motivos que levam os pais ou responsáveis a encaminhar as crianças para terapia são diversos, tais como: baixo rendimento escolar, dificuldades de relacionamento com outras crianças ou com a família, reclamações dos professores, agressividade, timidez excessiva, hiperatividade, depressão, dificuldades em manter a atenção, etc. Muitos comportamentos podem estar relacionados com dificuldades em lidar com certas situações, por exemplo: uma mudança de escola, a separação dos pais ou a morte de um ente querido ou mesmo de um animal de estimação. A psicoterapia infantil colabora para que a criança possa lidar com estas situações de forma mais eficiente e menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a terapia infantil, a criança faz uso de jogos, brincadeiras, desenhos e pinturas, que permitem a comunicação de suas preocupações, podendo sentir-se acolhida e expressar suas emoções. As sessões são oportunidades para compreender seus medos, desejos, pensamentos e sentimentos, bem como observar seus comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Envolvimento dos pais e da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">A participação da família e da escola é fundamental nesse processo. Os pais e a escola recebem orientações durante as sessões, a fim de poder ajudar a criança na sua problemática e nas situações que ela vivencia, dando continuidade ao trabalho do terapeuta, fora da sessão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento de um adulto emocionalmente saudável e estável. Desta forma, a psicoterapia infantil colabora para que o problema seja superado, abrindo possibilidades para a criança recuperar o sentimento de segurança e aprender a lidar com o mundo de forma saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://clubedaprosa.com/beneficios-da-terapia-infantil/</p>
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		<title>Tratamento para Trauma Psicológico</title>
		<link>https://casule.com/blog/tratamento-para-trauma-psicologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2017 19:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento para um trauma psicológico vai depender da gravidade do impacto causado no indivíduo, mas em geral, é feito com psicoterapia, através de conversas sobre o assunto, a chamada resiliência. Em alguns casos podem ser receitados medicamentos para diminuir a ansiedade, para combater a depressão e para ajudar a dormir melhor. Esse tipo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tratamento para um trauma psicológico vai depender da gravidade do impacto causado no indivíduo, mas em geral, é feito com psicoterapia, através de conversas sobre o assunto, a chamada resiliência.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos podem ser receitados medicamentos para diminuir a ansiedade, para combater a depressão e para ajudar a dormir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de tratamento deve ser feito em todos os indivíduos que sofreram algum tipo de agressão física ou emocional, mesmo que os sintomas sejam muito leves.</p>
<p style="text-align: justify;">Não realizar um tratamento adequado para um trauma psicológico pode fazer com que o indivíduo tenha dificuldades nos relacionamentos interpessoais por toda a vida. Isso pode trazer consequências desagradáveis, como um nível exagerado de desconfiança que pode afetá-lo no âmbito pessoal e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos de situações que podem gerar um trauma psicológico são a separação dos pais, traição, assalto violento, sequestro, agressão física, bullying e graves acidentes de trânsito.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências de um trauma  podem ir desde uma ansiedade leve até a um transtorno psicológico grave chamado de síndrome do pânico. A gravidade da consequência vai depender de como o indivíduo encara a situação, e isso varia de pessoa para pessoa. Outras consequências são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Fobia,</li>
<li>Isolamento,</li>
<li>Desconfiança,</li>
<li>Dificuldades nos relacionamentos interpessoais,</li>
<li>Raiva  e agressividade,</li>
<li>Tristeza,</li>
<li>Depressão.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quando um indivíduo passa por uma experiência traumatizante é normal que ele reaja negativamente quando o assunto é abordado, esse é um mecanismo de defesa inato do ser humano. Mas a partir do momento em que com o passar do tempo, o indivíduo não volta às suas atividades normais parecendo ainda estar muito afetado com a situação, é preciso ter o cuidado de dar uma atenção especial a ele. Verificando se há necessidade de um tratamento psicológico ou mesmo farmacológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre o assunto traumatizante é uma das maneiras de aliviar a tensão e iniciar o processo de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/consequencias-do-trauma/</p>
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		<title>Saiba quando o ataque de raiva pode ser doença</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-quando-o-ataque-de-raiva-pode-ser-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 19:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno explosivo intermitente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas. Esse transtorno, também conhecido como Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse transtorno, também conhecido como Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente afeta indivíduos com problemas constantes no trabalho ou na vida pessoal, e seu tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos para controlar o humor e com acompanhamento de um psicólogo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como saber se minha raiva é normal</h2>
<p style="text-align: justify;">É comum sentir raiva em situação de estresse como batidas de carro ou birra dos filhos, e esse sentimento é normal desde que se tenha consciência e controle sobre ele, não havendo alterações bruscas para um estado de fúria e comportamento agressivo, no qual pode colocar em risco o próprio bem-estar e a segurança de outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando a agressividade é desproporcional à situação que desencadeou a raiva, pode ser um sinal da síndrome de Hulk, que é caracterizada por:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de controle sobre o impulso agressivo;</li>
<li>Quebrar os próprios pertences ou os dos outros;</li>
<li>Suor, formigamento e tremores musculares;</li>
<li>Aumento dos batimentos cardíacos;</li>
<li>Ameaças verbais ou agressividade física a outra pessoa sem um motivo que justifique essa atitude;</li>
<li>Sentimento de culpa e vergonha após os ataques.</li>
</ul>
<h2 class="article-image" style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="" title="Saiba quando o ataque de raiva pode ser doença" src="https://static.tuasaude.com/img/si/nt/sintomas-da-sindrome-de-hulk-1-1-640-427.jpg" alt="Sintomas da Síndrome de Hulk" width="640" height="427" /><span class="article-image-caption">Sintomas da Síndrome de Hulk</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico dessa síndrome é feito por um médico psiquiatra com base no histórico pessoal e relato de amigos e familiares, pois esse transtorno só é confirmado quando há repetição do comportamento agressivo por vários meses, o que sugere que esta é uma doença crônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é preciso descartar a possibilidade de outras alterações do comportamento, como o Transtorno da Personalidade Antissocial e o Transtorno da Personalidade Borderline.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que pode acontecer se não se controlar</h2>
<p style="text-align: justify;">As consequências da síndrome de Hulk são decorrentes das atitudes impensadas tomadas durante os acessos de fúria, como perda do emprego, suspensão ou expulsão da escola, divórcio, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, acidentes de carro e hospitalizações por ferimentos sofridos durante a agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro agressivo acontece mesmo quando não há uso de álcool, mas normalmente é mais grave quando ocorre consumo de bebidas alcoólicas, mesmo em pouca quantidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como diminuir os acessos de raiva</h2>
<p style="text-align: justify;">Acessos de raiva comuns podem ser controlados com o entendimento da situação e com conversas com parentes e amigos. Normalmente a raiva passa logo e a pessoa procura uma solução racional para o problema. No entanto, quando os acessos de raiva são frequentes e passam a perder o controle, recomenda-se acompanhamento de um psicólogo e ajuda dos familiares próximos para que aprendam a enfrentar e controlar os acessos de raiva e agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, além da psicoterapia, na síndrome de Hulk também pode ser necessário o uso de medicamentos antidepressivos ou estabilizadores do humor, como o lítio e a carbamazepina, que irão ajudar no controle das emoções, diminuindo a agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/como-identificar-a-sindrome-de-hulk/</p>
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		<item>
		<title>Misógino: uma relação perigosa&#8230;</title>
		<link>https://casule.com/blog/misogino-uma-relacao-perigosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 20:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos ou atividades; Abala a sua auto-estima debochando de suas opiniões e se você insiste, ele reage de maneira agressiva, com gritos; Usa frases de chantagens emocionais como “você judia de mim”, “por que me trata assim se te amo?” e até ameaça suicídio quando decide dar um fim ao relacionamento… Cuidado! Você pode estar vivendo com um misógino. O termo não é muito conhecido, mas com certeza você já teve contato com um misógino, extremamente presente na sociedade. Resumindo, é um homem que tem medo e como conseqüência, raiva da espécie feminina. Mas essa raiva é irracional, em 90% dos casos ele não sabe o que é e muito menos entende esse sentimento dentro de si. O medo é tanto da própria mulher quanto também dela o abandonar, pois está dependente desta assim como esteve da sua mãe. Aliás, o misógino transfere para o relacionamento todo o sentimento que possuía pela figura materna. O pavor é tanto, que decide dominar e controlar a todo custo tanto a mulher quanto a relação. Só assim terá tranqüilidade de que não será abandonado. O seu comportamento é dualista, no início do relacionamento se porta como um perfeito sedutor, romântico e com um ar de carente e sofrido. Ele está decidido a conquistar, geralmente atraído pelo que mais odeia: uma mulher independente. Difícil de identificação, pois “eles parecem amar intensamente, com relacionamentos duradouros, com uma necessidade brutal de CONTROLAR mais do que necessitavam ser admirados, como os narcísicos. Eles podem ser responsáveis e competentes em suas relações com a sociedade; seu comportamento destrutivo não é generalizado, como acontece com o sociopata. Esse comportamento destrutivo é dirigido exclusivamente à parceira.” Iniciando o relacionamento, também a outra face aparece que é a de destruir e submeter a mulher, através da tortura psicológica e até de violência física, em casos extremos: “Esse tipo de opressão psicológica é particularmente insidioso, por que muitas vezes está disfarçada de ensinamentos para tornar a mulher uma pessoa melhor. Este tipo de misógino se apresenta como mestre e guru da parceira: Mas não o importa quanto ela se esforce e mude para atender as suas necessidades, sempre estará inevitavelmente errada. Formas que os misóginos têm de OPRIMIR sua parceira: • Através da negativa: ele nega o corrido, levando a parceira a questionar sua acuidade, e a validade de sua memória. Assim não há jeito de se resolver os problemas com alguém que nega sua existência e insiste que nunca ter existido o que a mulher sabe ter ocorrido; • Através da alteração dos fatos, o misógino reformula o fato para se ajustar a sua versão, faz alterações drásticas e amplas nos fatos, a fim de chancelar sua versão da historia; • Alega que está se comportando mal como reação a algum desvio de sua parceira, é como se seu comportamento afrontoso passa a ser uma reação compreensível a alguma terrível deficiência ou provocação da parceira. Transferindo a culpa ele se protege: absolve-se do desconforto de reconhecer sua participação no problema e convence a parceira que suas deficiências de caráter soam o verdadeiro motivo das dificuldades na vida em comum; • A parceira não pode protestar, e se a parceira o faz, ele fica mais furioso. Ele encara a reação como um ataque pessoal e como prova das inadequações da parceira. Ele transforma a parceira em culpada e ele a própria vitima. Isto acontece, pois ele está mais preocupado em desviar a culpa de si mesmo do que em reconhecer a angústia que causa à parceira. • Se o misógino se sente ameaçado de perder alguma coisa que lhe é importante, e sentindo-se humilhado, é bastante provável que a balança se incline para a brutalidade. Para ele através do medo poderá controlar melhor sua parceira; • Se a parceira tiver alguma atividade significativa que o misógino encare como ameaça, ele fará testes de sua devoção, fazendo com que ela reduza drasticamente seu mundo. Esse tipo de ciúmes e possessividade se estendem em todos os aspectos de vida. Qualquer coisa que a parceira faça que esteja fora do controle do misógino, ou seja, encarada como uma ameaça a ele deverá ser abolida; • Entre todas as coisas ineficazes que uma mulher pode fazer, tanto consciente como inconscientemente para tornar o relacionamento menos doloroso, a CONIVÊNCIA é ao mesmo tempo a mais sutil e mais destrutiva para ela. No momento que ela entra em conluio com ele, a mulher perde de vista o que acontece de fato entre os dois. Sua distorção da realidade para se ajustar à visão do parceiro indica que suas percepções estão completamente fora de foco.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://codependentesemocionais.blogspot.com.br/2012/01/misogino-uma-relacao-perigosa.html</p>
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		<item>
		<title>Rejeição paterna e suas consequências</title>
		<link>https://casule.com/blog/rejeicao-paterna-e-suas-consequencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 20:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo nos dias atuais, onde muitos casais compartilham entre si a educação dos filhos, é comum acreditarmos que a presença constante da figura materna e toda a responsabilidade da construção da personalidade seja papel exclusivo da mãe. O pai em muitos casos se posiciona apenas como coadjuvante nesta relação. Fica a margem desta relação. Porém, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mesmo nos dias atuais, onde muitos casais compartilham entre si a educação dos filhos, é comum acreditarmos que a presença constante da figura materna e toda a responsabilidade da construção da personalidade seja papel exclusivo da mãe. O pai em muitos casos se posiciona apenas como coadjuvante nesta relação. Fica a margem desta relação. Porém, uma recente pesquisa feita pela Universidade Americana de Connecticut (USA) jogou um feixe de luz surpreendente sobre esta questão. Estudos mostraram o poder da rejeição paterna e como ele deixa marcas profundas na personalidade da criança que iram acompanhá-las para toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo este estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento das crianças até a fase adulta. As crianças rejeitadas sentem esta emo<br />
ção como se tivessem sido socadas no estômago constantemente. Isto de acordo com pesquisas nos campos da psicologia e neurociência, que revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas são as mesmas ativadas quando sentimos dor física.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores afirmam que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, bem como, são mais propensas a desenvolverem comportamentos hostis e agressivos. Em relação a capacidade de desenvolverem vínculos elas sentem mais dificuldades em formar relações seguras e de confiança com outras pessoas, pois têm medo de vivenciar a situação de rejeição novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que mais surpreende e inova neste estudo é que ele sugere que a figura paterna na infância pode ser mais importante para a criança do que a materna! Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai. Para os pesquisadores, uma explicação pertinente é que o papel masculino ainda é supervalorizado socialmente e pode vir acompanhado de mais prestígio e poder. Por causa disso, pode ser que uma rejeição por parte do pai tenha um impacto maior na vida da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos colocam que a relação com o pai nos possibilitará vivenciarmos com ele a construção da consciência e com ela poderemos ingressar no mundo exterior, será ele que nos ajudará a ultrapassar as fronteiras do núcleo familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">A mãe é ternura, aquela que nos deu a vida e assim desenvolveu a nossa vontade de viver.</p>
<p style="text-align: justify;">E quem não se lembra da sensação de segurança que o abraço do PAI nos proporcionou?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, será ele que nos convidará a ingressar no mundo e a vivenciá-lo na sua plenitude. Aprenderemos com ele a caminhar e experimentar o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficará internalizado em nossa estrutura emocional, às vezes de modo consciente ou inconsciente, que a forma como este pai me olhou, me amou, me elogiou e também me rejeitou, será estes mesmos os aspectos a serem reconhecidos, acolhido e buscados por mim no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante neste estudo é a confirmação que um pai ausente, distante, ensimesmado tem grandes chances de criar filhos inseguros e extremamente frágeis para se lançar na grande aventura humana que é caminhar e fluir na vida com segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://perpetuosocorro.org.br/rejeicao-paterna-e-suas-consequencias/</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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