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	<title>adultos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Depressão Major</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-major/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 20:59:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Depressão Major é também conhecida por depressão unipolar, como referência à presença de apenas um pólo, ou humor extremo, neste caso o depressivo, por oposto à depressão bipolar, composta pela alternância entre humor depressivo e mania (euforia, intensa agitação e actividade). As pessoas reagem de formas diferentes na depressão major. Algumas apresentam dificuldades de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Depressão Major é também conhecida por depressão unipolar, como referência à presença de apenas um pólo, ou humor extremo, neste caso o depressivo, por oposto à depressão bipolar, composta pela alternância entre humor depressivo e mania (euforia, intensa agitação e actividade).</p>
<p>As pessoas reagem de formas diferentes na depressão major. Algumas apresentam dificuldades de sono, perdem peso e sentem-se genericamente agitadas e irritáveis. Outras podem dormir e comer em excesso e sentirem-se sem valor e dominadas por sentimentos de culpabilização. Ainda outras podem estar aparentemente bem, funcionarem bem no trabalho e aparentarem bem-estar em situações sociais, enquanto, lá no fundo, se sentem verdadeiramente deprimidas e sem interesse pela vida. Não existe uma forma única de viver a depressão – no entanto, a maior parte das pessoas fica dominada ou por um humor depressivo ou por uma perda generalizada de interesse nas actividades que anteriormente a interessavam, ou por uma conjugação destes dois aspectos. Além disso, apresentam outros sintomas físicos e mentais que podem incluir fadiga, dificuldades de concentração e memória, sentimentos de impotência e desespero, dores de cabeça, dores no corpo e pensamentos suicidas.</p>
<p>Nos adultos, a depressão major afecta duas vezes mais mulheres do que homens. Em ambos, é mais comum na faixa etária dos 25-44 anos, sendo mais provável afectar pessoas na casa dos vinte anos, ainda que a idade dos primeiros sintomas tenha vindo a diminuir ao longo do tempo. Nas crianças, a depressão clínica afecta uma proporção idêntica de rapazes e raparigas. Ao longo de toda a vida, a depressão irá afectar 10 – 25% de mulheres e 5 – 12% de homens. Em qualquer momento que se observe a população, 5 a 9% das mulheres e 2 a 3% dos homens estarão deprimidos. As pessoas com um dos pais ou irmãos que tiverem sofrido de depressão major têm 1,5 a 3 vezes mais probabilidades de vir a sofrer da mesma perturbação.</p>
<p>Para aqueles que têm episódios recorrentes de depressão major, o curso desta perturbação varia. Algumas pessoas têm crises depressivas separadas por vários anos sem qualquer sintomatologia enquanto outras podem ter períodos ao longo do tempo com vários episódios. Ainda outras podem ter crises depressivas progressivamente mais frequentes à medida que envelhecem. Alguns estudos têm vindo a identificar que quanto mais episódios depressivos uma pessoa vai tendo, assim vai diminuindo o intervalo entre eles. Além disso o número de episódios depressivos que uma pessoa teve serve como critério de previsão de próximos: das pessoas que tiveram uma única crise, 50 a 60% podem vir a sofrer um segundo episódio de depressão; dos que tiveram dois, 70% pode vir a sofrer um terceiro e 90% das pessoas que tiveram 3 episódios de depressão poderão vir a sofrer um quarto.</p>
<p>Cerca de dois terços das pessoas que têm um episódio depressivo major recuperam totalmente; o outro terço pode não conseguir ultrapassar a crise ou apenas recuperar parcialmente – neste caso, a probabilidade de vir a sofrer de nova crise depressiva major é mais elevada.</p>
<p>Diagnóstico diferencial</p>
<p>1 A pessoa tem um episódio depressivo único:Para se considerar um episódio depressivo a pessoa tem de ter apresentado, pelo menos, 5 dos 9 sintomas abaixo, durante 2 ou mais semanas consecutivas, a maior parte do tempo quase todos os dias, e estes sintomas deverão ter representado uma mudança face ao seu funcionamento anterior. Um dos sintomas tem de ter sido ou (a) humor depressivo (em crianças e adolescentes, pode corresponder a irritabilidade) ou (b) perda de interesse ou prazer, na maioria ou em todas as actividades. c)Uma perda ou ganho de peso significativos (ex: 5% ou mais de alteração no peso ao longo de 1 mês, sem esforço de regime alimentar); pode ser, igualmente, apenas aumento ou diminuição de apetite; nas crianças, este sintoma pode surgir como não ganharem o peso esperado face ao crescimento. d) Dificuldade em adormecer ou permanecer a dormir (insónia) ou dormir mais do que o habitual (hipersónia). e)Comportamento agitado ou lentificado, de uma forma observável para os outros. f) Fadiga ou decréscimo de energia g) Sentimentos de desvalorização pessoal ou de culpabilização elevada (não referente ao facto de estar doente). h) Dificuldades de raciocínio, concentração ou tomada de decisões. i) Pensamentos frequentes sobre morte ou suicídio (com ou sem um plano específico) ou tentativa de suicídio.<br />
Os sintomas não indicam um episódio misto<br />
Os sintomas causam grande perturbação ou dificuldades de funcionamento familiar, ocupacional ou outras áreas importantes<br />
Os sintomas não são causados por abuso de substâncias (ex: álcool, drogas, medicamentos) ou por doença do foro orgânico<br />
Os sintomas não se devem a um processo de luto ou morte de um ente querido, mantêm-se durante mais de 2 meses, ou incluem grande dificuldade no funcionamento quotidiano, pensamentos frequentes de desvalorização pessoal, ideação suicida, sintomas psicóticos ou comportamento lentificado (psicomotricidade retardada).<br />
Não existe outra perturbação que explique melhor a sintomatologia<br />
A pessoa nunca teve um episódio maníaco, misto ou hipomaníaco (a não ser que tenha sido um episódio causado por uma doença médica ou pela utilização de uma substância química)</p>
<p>Distimia</p>
<p>1 A pessoa tem humor depressivo a maior parte do tempo, quase todos os dias, durante pelo menos 2 anos. As crianças e os adolescentes podem apresentar irritabilidade e basta uma duração de um ano.<br />
Quando deprimida, a pessoa exibe pelo menos dois dos seguintes sintomas:<br />
Comer em demasia ou perda de apetite<br />
Dormir demais ou dificuldades em dormir<br />
Fadiga, falta de energia<br />
Baixa auto-estima<br />
Dificuldades de concentração ou tomada de decisão<br />
Sensação de impotência<br />
Durante o período de dois anos (um para crianças e adolescentes) não existiu nenhum período assintomático.<br />
Durante esse período (2 anos adultos, 1 ano crianças/adolescentes) não existiu nenhum episódio de depressão major<br />
Não existiu nenhum episódio maníaco, misto ou hipomaníaco<br />
Os sintomas não ocorrem apenas na presença de outra perturbação crónica<br />
Os sintomas causam forte perturbação ou dificuldades no funcionamento familiar, ocupacional ou outra área importante.</p>
<p>Estima-se que 10 a 25% das pessoas que reúnem critérios clínicos para um diagnóstico de depressão major, sofreram previamente de distimia.</p>
<p>O desenvolvimento da depressão major pode estar relacionada com algumas doenças orgânicas – cerca de 20 a 25% de pessoas afectadas por doenças oncológicas, acidentes cardiovasculares ou diabetes desenvolvem depressão major durante a doença. A intervenção nas doenças resulta mais complicada quando ocorrem em simultâneo com a depressão e o prognóstico do problema médico é menos positivo, o que faz sugerir fortemente um acompanhamento simultâneo psicoterapêutico, para resolução da depressão.</p>
<p>Frequentemente, outras situações do foro psicológico/psiquiátrico co-existem com a depressão major, como, por exemplo; o alcoolismo e toxicodependência, as perturbações de ansiedade, as perturbações de comportamento alimentar e a perturbação borderline da personalidade.</p>
<p>A gravidade da depressão major é indicada por alguns dados apontam que uma taxa de 15% de suicídio.</p>
<p>Distimia<br />
As pessoas com distimia sentem pouca ou nenhuma alegria nas suas vidas – em vez disso, as suas vidas são bastante sombrias a maioria do tempo. Se sofrer de distimia, é provável que tenha dificuldade em recordar-se de momentos em que se sentiu feliz, entusiasmado ou inspirado, parecendo que esteve deprimido toda a sua vida. Provavelmente, é-lhe difícil ter prazer nas suas actividades ou divertir-se; em vez disso, instala-se a falta de vontade de fazer coisas e a tendência para o isolamento, preocupa-se frequentemente e critica-se por se sentir um falhado. Pode, igualmente, culpabilizar-se, sentir-se irritado, sem energia e ter dificuldade em dormir normalmente.</p>
<p>A distimia é uma forma de depressão, mais suave mas de maior duração, que afecta mulheres duas a três vezes mais do que homens. O diagnóstico aplica-se quando uma pessoa demonstra um humor depressivo durante pelo menos 2 anos. Para ser aplicado a crianças, bastará um ano de duração, e, em vez de tristeza ou humor depressivo, a criança poderá demonstrar irritabilidade. As pessoas com distimia podem parecer medianamente deprimidas de uma forma crónica, a um ponto em que parece fazer parte das suas personalidades. Quando finalmente procuram tratamento, é provável que já sofram de distimia há vários anos, em média 10 desde os primeiros sintomas – como surge precocemente na vida, entre a infância e o início da idade adulta, é habitual as pessoas terem-se adaptado de tal forma que consideram a sua forma de sentir e estar como normal. Este carácter crónico e que afecta o funcionamento normal em muito menor grau leva a que a distimia passe despercebida, frequentemente e, logo, não seja tratada. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores as probabilidades de recuperação. No caso das crianças, muito em particular, o diagnóstico e correcto tratamento são fundamentais para prevenir o desenvolvimento posterior de perturbações graves do humor, dificuldades académicas e sociais e, mesmo, o abuso de substâncias mais tarde.</p>
<p>Em qualquer momento, cerca de 3% da população pode sofrer de distimia. Quando existedepressão major na família, há uma maior probabilidade de se sofrer de distimia, e a distimia aumenta o risco de se vir a sofrer de depressão major – 10% das pessoas com distimia evoluem para depressão major.</p>
<p>A distimia surge, por vezes, associada com algumas perturbações de personalidade (evitante, dependente, histriónica, borderline, narcísica) e com o abuso de substâncias. A distimia nas crianças está relacionada frequentemente com perturbações da ansiedade, perturbações da aprendizagem, deficits de atenção e hiperactividade, perturbações de comportamento e atraso cognitivo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os benefícios psicológicos da prática da atividade física na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-beneficios-psicologicos-da-pratica-da-atividade-fisica-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 17:38:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1211" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica.jpg" alt="img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica" width="450" height="300" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica.jpg 450w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a frustração, compreender e aceitar mais as regras, resolver conflitos, além da consciência corporal, coordenação motora e orientação espacial que é estimulada. Além disso, a atividade física é essencial para regular o sono, melhorar a atenção e concentração, elevar a autoestima e aliviar a ansiedade e o estresse da criança. Portanto, com o esporte, a criança apresenta melhoras pessoais, escolares e sociais.</p>
<p>Qualquer esporte deve ser prazeroso! A criança deve procurar fazer aquela atividade que ela se sinta bem e que lhe traga benefícios. Nenhum tipo de exigência extrema por resultados é benéfica, nem dos pais, nem da criança e nem do educador físico. Para isso, os pais deverão monitorar as crianças nas atividades físicas e sempre conversar com o professor sobre o assunto. Além disso, não deve haver sobrecarga de atividades extras que a criança faz, senão haverá mais prejuízos do que benefícios. A criança precisa também de descansar, de brincar e estudar, tudo com planejamento e na medida certa. Caso a criança se cobre excessivamente, não apenas em relação ao esporte, mas em outros aspectos da vida, outra opção é procurar ajuda profissional de um psicólogo para que tais aspectos sejam trabalhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Como lidar com os conflitos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lida-com-os-conflitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 17:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com um conflito? Enfrenta-o ou procura evitá-lo sempre que pode? Por mais que tentemos evitar, os conflitos fazem parte da vida. Muitas vezes são os conflitos que nos fazem crescer, que nos empurram para fora da zona de conforto, que nos ajudam a descobrir forças que desconhecíamos ter. Porém, alguns de nós evitam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como lidar com um conflito? Enfrenta-o ou procura evitá-lo sempre que pode? Por mais que tentemos evitar, os conflitos fazem parte da vida. Muitas vezes são os conflitos que nos fazem crescer, que nos empurram para fora da zona de conforto, que nos ajudam a descobrir forças que desconhecíamos ter.</p>
<p>Porém, alguns de nós evitam até aproximar-se da zona de conflitos. Por vezes é falta de autoconfiança, pois faz-nos sentir que não somos capazes de nos defendermos e, por isso, a fuga acaba por ser o caminho mais fácil.</p>
<p>Como podemos então lidar com o conflito da melhor forma?</p>
<p>&#8211; Respeite os seus interesses e os da outra parte. A insegurança pessoal e a vulnerabilidade induzem, normalmente, a uma tendência de “ganhar-perder” que pode refletir-se no evitamento do conflito. É necessário enfrentar o conflito de uma maneira moderada, já que irá proporcionar um confronto construtivo entre as partes envolvidas.</p>
<p>&#8211; Faça a distinção entre “interesses” e “posições”, em que as posições podem ser opostas mas os interesses em questão não.</p>
<p>&#8211; Desvende os seus interesses e os da outra parte de forma a reconhecer os interesses comuns e compatíveis que ambas as partes partilham, o que faz com que haja uma relação empática e que facilita a resolução do conflito.</p>
<p>&#8211; Determine os interesses em conflito entre as partes envolvidas como um problema de ambos, a ser esclarecido de modo cooperativo.</p>
<p>&#8211; Na interação comunicacional com a outra parte, ouça de forma atenta e fale de modo compreensível, para facilitar uma comunicação deveras essencial para uma resolução eficaz do conflito.</p>
<p>&#8211; Considere os enviesamentos, distorções percetivas, juízos erróneos e pensamento estereotipado que normalmente se fornecem a ambas as partes no decorrer do conflito.</p>
<p>&#8211; Aumente competências para lidar com os conflitos difíceis de maneira a não se sentir desconfortável ou desesperado quando o conflito é com pessoas mais poderosas.</p>
<p>&#8211; Explique detalhadamente ao oponente quais das suas ações o estão a incomodar e mostre-lhe os efeitos que as mesmas produzem.</p>
<p>&#8211; Será cauteloso não corresponder ao comportamento prejudicial do oponente, evitando ataques pessoais, ou seja, criticar o comportamento e não a pessoa.</p>
<p>&#8211; Conheça-se e saiba como tipicamente responde em diferentes tipos de situações de conflito.</p>
<p>E lembre-se de que a forte adesão dos litigantes aos seus valores morais fundamentais pode ser um inibidor da espiral do conflito e das consequentes destruição e violência.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/como-lida-com-os-conflitos</p>
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		<item>
		<title>O que é a personalidade paranóide?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-personalidade-paranoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 19:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A existência de traços paranóides na sua personalidade indica que provavelmente a desconfiança e suspeição face aos outros são características centrais que interferem no seu modo de pensar, sentir, e naturalmente de agir. Por conseguinte, de forma persistente tende a interpretar as intenções e ações dos outros como ameaçadoras, sendo difícil adoptar outras explicações alternativas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A existência de traços paranóides na sua personalidade indica que provavelmente a desconfiança e suspeição face aos outros são características centrais que interferem no seu modo de pensar, sentir, e naturalmente de agir. Por conseguinte, de forma persistente tende a interpretar as intenções e ações dos outros como ameaçadoras, sendo difícil adoptar outras explicações alternativas para os seus comportamentos.</p>
<p>Convidamo-lo(a), por isso, a ver por si mesmo se parte dos sinais descritos se assemelham à experiência subjetiva vivenciada por si.</p>
<p>Suspeição e desconfiança generalizada em relação aos outros, cujos motivos são interpretados como malevolentes, revelada por 4 ou mais dos seguintes:</p>
<p>1.    Suspeitas infundadas de que outros o exploram, prejudicam ou enganam;<br />
2.    Atormenta-se com dúvidas injustificadas sobre a lealdade ou confiança de amigos ou sócios;<br />
3.    É relutante em confidenciar por medo injustificado de que as informações possam ser usadas contra ele;<br />
4.    Vê atitudes dissimuladas ou significados ameaçadores em comentários ou acontecimentos inofensivos;<br />
5.    5. Mantém uma má vontade persistente (não perdoa insultos, injúrias ou desfeitas);<br />
6.    Percebe ataques ao seu carácter ou reputação que não são aparentes aos outros, sendo rápido a reagir com ira ou a contra-atacar;<br />
7.    Desconfianças injustificadas e recorrentes sobre fidelidade do conjugue ou companheiro.</p>
<p>Sintomas</p>
<p>Sente-se constantemente vigilante. Confiar nos outros é uma tarefa muito difícil. Há que questionar acerca dos motivos que levam os outros a aproximarem-se de si. Afinal, pode acreditar que as pessoas sendo maldosas e enganadoras, atacarão se tiverem oportunidade, e nesse sentido, há que estar sempre “de guarda”. Ao suspeitar com frequência que os outros o(a) exploram, prejudicam e enganam, esquecer ou aceitar de ânimo leve uma traição é particularmente raro.</p>
<p>Curiosamente, fica tão espantado com demonstrações de lealdade por parte dos familiares, amigos e conhecidos que não consegue confiar e acreditar nesses. Tenderá assim a preocupar-se com dúvidas injustificadas quanto à lealdade e confiança nas outras pessoas, cujas ações são cuidadosamente averiguadas para desvendar intenções de hostilidade. Isto porque confiar nos outros é tão difícil… mesmo até naquelas pessoas mais chegadas.</p>
<p>À primeira vista esta desconfiança sentida pode confundir-se com a tendência ao isolamento. Ao sentir-se desconfortável com a proximidade, por recear que o envolvimento e abertura emocional das relações íntimas aumentem a sua vulnerabilidade, geralmente será reservado(a) e defensivo(a) ao interagir com as outras pessoas. Tenderá a estar constantemente disposto(a) de forma defensiva ao contra-ataque, sendo dificilmente capaz de reconhecer alguma hostilidade ou agressividade no seu comportamento. Talvez nem acredite que é suficientemente capaz para lidar eficazmente com os problemas ou perceber os esquemas alheios. Assim, face a pequenos deslizes, provavelmente reage muito intensamente ao sentir-se maltratado(a), atacado(a) ou enganado(a). Uma vez que acredita que foi maltratado(a) e o será igualmente no futuro, provavelmente agirá no mesmo modo – hostil, enganador e maldoso – que espera que as outras pessoas atuem.</p>
<p>Se está constantemente vigilante para potenciais sinais de perigo, nomeadamente aqueles que se relacionam com as outras pessoas, age cautelosa e intencionalmente, evitando descuidos e riscos desnecessários. Mostrar qualquer fraqueza, é como pedir para ser atacado. Sente a necessidade de esconder cuidadosamente as suas inseguranças, dificuldades e problemas por meio de enganos, negação, desculpas ou responsabilizando os outros. Por isso, tem tanta dificuldade em falar da sua vida, raramente revelando os seus problemas e nunca exprimindo os seus desejos mais íntimos. Privilegia o mundo cognitivo e intelectual em prejuízo do mundo das emoções. É um verdadeiro desafio reconhecer a presença de emoções e permitir a exploração dessas. Por outras palavras, manifesta uma certa resistência em confidenciar ou se aproximar dos outros, porque teme que a informação partilhada possa ser usada para o(a) prejudicar. Deste modo, o estabelecimento de relações próximas ou de maior intimidade é algo especialmente difícil.</p>
<p>Particularmente atento(a), terá a sensação de que a observação do exterior e a experiência subjetiva com as outras pessoas confirma solidamente as ideias em que acredita. Parece que mesmo quando as interações sociais são boas e acessíveis, quando as pessoas agem de forma bondosa e gentil, isso não é mais do que uma tentativa para o(a) levar a confiar nelas, para depois ser atacado(a) e explorado(a). Rejeitará as interpretações das ações dos outros que habitualmente seriam “óbvias” à maioria, ao mesmo tempo que procurará o que é para si o “verdadeiro” significado subjacente a essas. Para si a verdade tem de ser reposta e a justiça tem de ser feita.</p>
<p>Por um lado, é possível que se confunda as manifestações de traços evitantes e traços paranóides na personalidade. Certamente, em qualquer um dos casos, a pessoa tem medo de ser magoado(a) e é desconfiado(a) como consequência disso. Ainda assim, o medo é uma emoção reconhecida e consciente no primeiro, e inconsciente no segundo. Face a uma ameaça, alguém tendencialmente mais evitante foge, enquanto alguém mais próximo de um quadro paranóide defende-se atacando.</p>
<p>Em última análise, a pessoa com traços paranóides tendencialmente desconfia, suspeita, é sensível à crítica, argumenta e pode ser teimosa. Necessita de ser auto -suficiente e independente, assim como exercer controlo sobre o ambiente. Retrata-se como alguém sensível, ciumento, que se ofende e se irrita com facilidade. Talvez se sinta ainda como “vítima da injustiça”, crente de que a sua percepção pessoal tem significado especial, levando sempre a sério tudo o que acontece e que é dito ou feito.</p>
<p>A personalidade com traços paranóides encontra-se em cerca de 0,5 a 2,5 % da população em geral, sendo mais frequente nos homens do que nas mulheres. Há alguma evidência para um aumento da sua prevalência em familiares de pessoas com esquizofrenia crónica ou perturbação delirante.</p>
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		<title>Xixis</title>
		<link>https://casule.com/blog/xixis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 17:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Xixis Deixar as fraldas nem sempre é fácil para as crianças e consequentemente, para os pais. É a preocupação: Será que é normal não deixar as fraldas já? Passa-se algo de errado? E depois as tentativas e os lençóis que ficam molhados e a roupa para lavar porque mais uma vez não foi possível. Depois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Xixis<br />
Deixar as fraldas nem sempre é fácil para as crianças e consequentemente, para os pais. É a preocupação: Será que é normal não deixar as fraldas já? Passa-se algo de errado? E depois as tentativas e os lençóis que ficam molhados e a roupa para lavar porque mais uma vez não foi possível.<br />
Depois há os casos em que deixa de dia e nunca mais consegue deixar de noite e as crianças que já deixaram e voltam a fazer xixi novamente, aparentemente sem razão. É importante avaliar e perceber o que pode estar a acontecer.</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Se ainda frequentar o Jardim-de-Infância, converse com a educadora e alinhem estratégias;<br />
Encontre situações em que possa promover o crescimento e autonomia do seu filho, valorizando-o por estar crescido;<br />
Faça uma consulta com o pediatra e exponha o problema.<br />
Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Nascimento de um irmão;<br />
Instabilidade familiar;<br />
Dificuldades de adaptação à escolar;<br />
Mudanças significativas na vida da criança.</p>
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		<title>O sorriso é mesmo o melhor remédio</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-sorriso-e-mesmo-o-melhor-remedio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 17:12:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“ O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores” Mário Quintana O sorriso é uma expressão facial e possui uma função essencialmente social. O sorriso é também um dos sinais de comunicação com sentido universal. Expressa alegria, felicidade, afeição. Trata-se de um automatismo dos músculos da face que ocorre em resposta a determinados estados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>“ O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores”</strong></p>
<p style="text-align: center">Mário Quintana</p>
<p>O sorriso é uma expressão facial e possui uma função essencialmente social. O sorriso é também um dos sinais de comunicação com sentido universal. Expressa alegria, felicidade, afeição. Trata-se de um automatismo dos músculos da face que ocorre em resposta a determinados estados mentais, sendo também usado como transmissor de informação.</p>
<p>Hoje em dia, sorrir nem sempre é uma tarefa fácil. A conjuntura socioeconómica que vivemos tem sem dúvida grande responsabilidade na ausência acentuada de sorrisos e no enfraquecimento da vontade de o fazer. Acresce a esta situação a correria do dia-a-dia, o tão recentemente famoso stress, o cansaço, as constantes preocupações, com o trabalho, os exames, a família… No entanto, saiba que o sorriso pode, entre outras coisas, devolver o bem-estar? Sorrir liberta endorfina, uma hormona que quando é libertada no organismo causa uma sensação de bem-estar, conforto, bom humor e felicidade.</p>
<p>E existem muitas razões para sorrir, vale a pena procurá-las ou simplesmente sorrir, já que ao sorrir, são trabalhados, em simultâneo, 17 músculos, que permitem relaxar o corpo de tensões. Sorrir é também benéfico para o sistema cardiovascular, aumentando o fluxo sanguíneo, imunológico e ajudando na produção dos glóbulos brancos. O sorriso também aumenta a auto-estima e valoriza o emissor e o receptor, expressando emoção e criando elos entre as pessoas. O sorriso é o grande aliado dos grandes momentos: sorrimos quando estamos bem, sorrimos quando partilhamos bons momentos, sejam eles presentes, passados ou como antecipação de futuros felizes.</p>
<p>Assim, é altura de aprendermos a sorrir e insistir de modo a que este se instale na nossa rotina como parte integrante de nós próprios. Aprendermos a sorrir sem motivo mas com a grande motivação de contribuirmos para uma vida mais colorida e feliz.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/o-sorriso-e-mesmo-o-melhor-remedio</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que fazer quando estiver aborrecido?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer? Tome consciência dessa reacção interna. Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer?</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1181" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg" alt="saude3" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Tome consciência dessa reacção interna.</p>
<p>Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último dia. Mas experimente pensar no que pode fazer a curto prazo. Faça uma ou outra coisa que sempre teve intenção de fazer e não conseguiu. O foco intencional é fundamental.</p>
<p>Pode sempre agradecer ao colega que foi sempre tão agradável. Pode rasgar papéis que não servem para nada ou deixar post-its para alguém que viesse tomar o seu lugar. Qualquer coisa que lhe venha à cabeça é válido. Tome consciência desses pensamentos, pare ao dar-lhes atenção. Isso é uma atitude Mindful.</p>
<p>Sendo que isto é apenas uma brincadeira… NÃO diga ao seu patrão tudo o que sempre lhe quis dizer. Afinal de contas, amanhã é outro dia. Aí. Nessa mesma cadeira! Divirta-se.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido</p>
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		<title>Exercício físico como forma de combater a depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/exercicio-fisico-como-forma-de-combater-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 16:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo. A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo.</p>
<p>A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes – uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens podem vir a ter crises depressivas durante a vida, desde a juventude até à terceira idade.</p>
<p>A depressão caracteriza-se por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar e percecionar a realidade e a vida. Na pessoa deprimida há uma falta de vitalidade que poderá estar acompanhada de sentimentos de tristeza, falta de confiança em si própria, sentimentos de culpa generalizados, pessimismo e descrença.</p>
<p>A prática de exercício físico é uma boa forma de prevenir e combater a depressão. O exercício físico constante e moderado tem efeitos benéficos na saúde em geral e, ao nível psicológico, pode reduzir a ansiedade, melhorar a autoestima e autoconfiança, melhorar a cognição e diminuir o stress.</p>
<p>O exercício físico liberta no cérebro substâncias, as endorfinas, que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade; são neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfinas, o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente, e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer. O exercício físico é altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade, e quando é moderado e regular, descontrai o corpo e ativa o sistema imunitário.</p>
<p>O desporto pode ajudar a tratar depressões e esgotamentos nervosos quando praticado regularmente e com alguns cuidados especiais. A libertação de endorfinas, somada à melhoria na autoestima proveniente da sensação de estar a fazer algo em benefício da própria saúde e bem-estar, provoca um estado de plenitude ao praticante regular de atividade física, e traz benefícios a todos os níveis. O exercício é muito eficaz para combater o stress por ter um efeito relaxante, por favorecer uma descontração mental e ajudar a pessoa a afastar-se temporariamente dos problemas e da tensão.</p>
<p>As atividades podem reduzir a ansiedade e a tensão. Uma caminhada rápida durante 20 a 30 minutos, três a cinco vezes por semana, pode ser uma grande ajuda para gerir melhor o stress. Contudo, é necessário que o ritmo de exercício seja adequado, pois um programa de exercício muito rígido e exigente pode deixar a pessoa ainda mais stressada.</p>
<p>O exercício físico moderado produz um efeito benéfico geral sobre o organismo. A prática regular traz resultados positivos aos distúrbios de sono, aos aspetos psicológicos e aos transtornos de humor, de ansiedade, depressão, além de que melhora os aspetos cognitivos, como a memória e a aprendizagem.</p>
<p>O exercício físico sistematizado tem benefícios tanto na esfera física como mental do ser humano, ao proporcionar uma melhor qualidade de vida. O segredo está numa atividade que seja agradável para quem a pratica, optando por uma modalidade na qual a pessoa se sinta bem e que realmente goste, para evitar a frustração. É essencial transformar o treino diário num ato de prazer e aproveitar ao máximo o bem-estar que a prática do desporto proporciona, tentando conciliar o lado físico (melhoria da performance), ao estético (ter um corpo modelado…), sem esquecer que o emocional precisa de estar bem e sentir que está a praticar uma atividade adequada.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/perturbacoes-de-personalidade/histrionico-2</p>
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		<title>Porque é tão difícil parar de fumar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/porque-e-tao-dificil-parar-de-fumar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2014 17:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tabagismo é a maior causa de morte evitável no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. A entidade estima que um terço da população mundial adulta (1,2 mil milhões de pessoas) seja fumadora. Muitos fumadores reconhecem que o cigarro após as refeições, depois de acordar ou após o pequeno-almoço é um dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tabagismo é a maior causa de morte evitável no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. A entidade estima que um terço da população mundial adulta (1,2 mil milhões de pessoas) seja fumadora.</p>
<p>Muitos fumadores reconhecem que o cigarro após as refeições, depois de acordar ou após o pequeno-almoço é um dos prazeres simples da vida.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1146" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/10/Tabagismo-redução-redes-sociais-smkbd-fumo-e1414777227448.jpg" alt="Tabagismo-redução-redes-sociais-smkbd-fumo" width="600" height="337" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/Tabagismo-redução-redes-sociais-smkbd-fumo-e1414777227448.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/Tabagismo-redução-redes-sociais-smkbd-fumo-e1414777227448-300x169.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/Tabagismo-redução-redes-sociais-smkbd-fumo-e1414777227448-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Existem diversos motivos para as pessoas fumarem, entre eles o psicossocial, principalmente nos adolescentes, em que o acto de fumar é introduzido em situações sociais; o sensório-motor, em que as pessoas referem motivos não farmacológicos como o gosto, o cheiro e a manipulação manual do cigarro no prazer que este lhes traz; a estimulação, em que os fumadores referem as propriedades estimulantes da nicotina no aumento da sua atenção, concentração e capacidade de resolução de problemas, ou para reduzir o cansaço e manter o desempenho quando expostos a tarefas aborrecidas, ou ainda para lidarem com situações que exijam esforço.</p>
<p>Quantas pessoas conhece que já pensaram em parar de fumar? Que já tentaram várias vezes, mas acabam por voltar a fumar? Porque é que é tão difícil parar de fumar?</p>
<p>Uma das respostas a esta questão é a nicotina, uma substância proactiva contida no cigarro responsável pela dependência do tabaco. Quando a pessoa tenta deixar de fumar pode ter sintomas como desconforto, irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração, sensação de sonolência e o aumento de peso. Estes sintomas são conhecidos como síndroma de abstinência, que variam de intensidade entre as pessoas, e se iniciam, de forma geral, algumas horas após a interrupção. Para além da nicotina existem outros factores que aumentam a dificuldade em parar de fumar, entre eles a dependência psicológica (por exemplo, sentir que com o tabaco se tem um maior controlo sobre os seus problemas) e o hábito que representa (fumar entre amigos, a conduzir, nos intervalos do trabalho).</p>
<p>Deixar de fumar é sem dúvida uma tarefa muito difícil, mas é possível! Um dos ingredientes fundamentais é a motivação, que pode depois ser acompanhada por diversos métodos. A psicoterapia, por exemplo, pode ter um papel fundamental nesta caminhada, pois durante o processo a pessoa é ajudada a ter consciência do problema, a alterar estilos de vida e a criar estratégias para combater não só a dependência física como a psicológica.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/porque-e-tao-dificil-parar-de-fumar</p>
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		<item>
		<title>Será que preciso de ajuda?</title>
		<link>https://casule.com/blog/sera-que-preciso-de-ajuda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 17:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é uma questão por vezes difícil de colocar – por orgulho, por preconceito, por medo do que os outros possam pensar… Muitas vezes é de outra pessoa que a ideia pode surgir, mas a questão terá de ser sempre colocada pelo próprio. Na maioria das vezes a ajuda só pode ser recebida quando se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1134" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/10/tumblr_lfpdxkHQCu1qck6jmo1_500.jpg" alt="tumblr_lfpdxkHQCu1qck6jmo1_500" width="500" height="334" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/tumblr_lfpdxkHQCu1qck6jmo1_500.jpg 500w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/tumblr_lfpdxkHQCu1qck6jmo1_500-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/tumblr_lfpdxkHQCu1qck6jmo1_500-480x321.jpg 480w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Esta é uma questão por vezes difícil de colocar – por orgulho, por preconceito, por medo do que os outros possam pensar… Muitas vezes é de outra pessoa que a ideia pode surgir, mas a questão terá de ser sempre colocada pelo próprio. Na maioria das vezes a ajuda só pode ser recebida quando se pede. Só que, para muitas pessoas, pensar em pedir ajuda implica novas preocupações. Podem surgir outras questões, como “o que vão ficar a pensar de mim?”, “será que vão pensar que não sou capaz de fazer nada sozinho?”, “será que vão gostar menos de mim?”…</p>
<p>Para muitos, existe a crença de que pedir ajuda é um sinal de fraqueza. Contudo, é exatamente o contrário, pois implica a aceitação de si próprio e coragem para se expor a outra pessoa.</p>
<p>Quando não pede ajuda, a pessoa corre o perigo de viver o seu problema na solidão. O segredo, e a falta da visão do outro, aumentam o problema, podendo torná-lo gigante.</p>
<p>Primeiro, é importante tentar aceitar que “não é perfeito”. Procurar perceber que é um ser humano, e que por isso precisa das outras pessoas. De seguida, pedir ajuda implica, através de um exercício de introspeção, olhar para dentro e perceber o que falta, porque não está satisfeito. Quando já tiver percebido o que precisa, antes de ir ter com a outra pessoa, pense na melhor forma de expressar o que está sentir, pense nas palavras que vai utilizar, pois por vezes pode ser difícil verbalizar algo que é mais íntimo.</p>
<p>Pedir ajuda implica sair de si e ir ao encontro do outro. Escolha a pessoa certa, alguém em quem confie e que o possa ajudar exatamente naquilo que precisa. Pode ser um amigo, um familiar, um psicólogo…</p>
<p>E por fim, basta pedir. Quando se partilha com o outro, é como se o peso se dividisse, fica-se mais leve. Somos seres relacionais, o que significa que, quando trabalhamos juntos para alcançar bem-estar, somos muito mais fortes.</p>
<p>Vença o medo ou a vergonha, e fale com alguém. Não tenha receio de perguntar a si próprio: será que preciso de ajuda?</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/sera-que-preciso-de-ajuda</p>
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