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	<title>adolescentes - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>adolescentes - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Quais são os principais sinais de sofrimento de um adolescente?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sa%cc%83o-os-principais-sinais-de-sofrimento-de-um-adolescente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 15:08:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[não é normal]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento suicidas]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A geração dos adolescentes de hoje tem sido alvo de julgamentos diante das questões que os fazem sofrer, e os pais, professores têm dificuldade de se empatizar com os sofrimentos e angústias dessa fase do desenvolvimento. Diversos são os sofrimentos do público adolescente, alguns se sentem sozinhos, não gostam do próprio corpo, sofrem bullying, baixa [&#8230;]</p>
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<p>A geração dos adolescentes de hoje tem sido alvo de julgamentos diante das questões
que os fazem sofrer, e os pais, professores têm dificuldade de se empatizar com os
sofrimentos e angústias dessa fase do desenvolvimento. Diversos são os sofrimentos do
público adolescente, alguns se sentem sozinhos, não gostam do próprio corpo, sofrem
bullying, baixa tolerância à frustrações, dificuldades em fazer amigos, decepções amorosas,
conflitos familiares e dúvidas sexuais. Infelizmente o sofrimento dos adolescentes não é
levado à sério e acreditamos que isso é “coisa da idade” e só percebemos quando algo
extremo acontece.
</p>



<p>Não é Normal ouvir:
</p>



<ul class="wp-block-list"><li> “Sou um peso para os meus pais, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> eu queria sumir para sempre, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> se eu morrer, ninguém sentirá minha falta, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> eu me odeio, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> não faz sentido viver, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> já pensei em me matar.” Essas frases somada à isolamento, tristeza frequente, alterações no apetite, mudanças no sono, desânimo, baixo rendimento escolar podem ser sinais de alerta de que algo de errado está acontecendo. O suicídio é um problema de saúde pública que vem acometendo também os adolescentes e ainda assim, é um “tabu” falar sobre o assunto. Muitos filhos, alunos tentam falar com seus pais, professores sobre seus sofrimentos porém, a desvalorização de suas angústias é frequente. Eles sentem faltam de serem ouvidos sem julgamentos porém nem sempre sabemos como ajudá-los. O que fazer? </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> chame o adolescente para conversar, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> observe os comportamentos deles, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> conheça os interesses deles, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> cuidado com a cobrança em excesso, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> valorize as vitórias do seu filho ou adolescente, </li></ul>



<p></p>



<ul class="wp-block-list"><li> passe tempo de qualidade com o adolescente (jogue vídeo game, assista a um filme com ele) e ofereça suporte. </li></ul>



<p></p>



<p>E se ele ou ela “não conseguir se abrir” busque ajuda de um profissional da saúde (psicólogo, psiquiatra) para orientar seu filho, aluno para lidar com o sofrimento. <strong>Não é normal ficar sofrendo sempre! </strong>Não existe um sofrimento que seja maior que o outro! E você que é  <strong>adolescente </strong> uma outra alternativa é o  <strong>Centro de Valorização à Vida </strong>que realiza apoio emocional gratuito e anônimo pelo chat ( <strong>https://www.cvv.org.br/ ) </strong>ou telefone ( <strong>188</strong> ). </p>



<p> <strong>Fonte: </strong> https://www.cvv.org.br/ http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/suicidio https://www.b9.com.br/96992/mamilos-163-suicidio-na-adolescencia/ </p>
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		<item>
		<title>Automutilação – quando o machucar-se vira um grito de socorro</title>
		<link>https://casule.com/blog/automutilacao-quando-o-machucar-se-vira-um-grito-de-socorro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 14:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[automutilação]]></category>
		<category><![CDATA[Causa]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Longe da vista dos outros, no refúgio do quarto ou do banheiro&#8230;auto lesões praticadas repetidamente não têm a intenção de chamar a atenção, representam antes uma expressão de grande mal-estar interno, como forma de aliviar fisicamente a dor que é psicológica e emocional. A automutilação é definida como qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão direta ao próprio corpo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Longe da vista dos outros, no refúgio do quarto ou do banheiro&#8230;auto lesões praticadas repetidamente não têm a intenção de chamar a atenção, representam antes uma expressão de grande mal-estar interno, como forma de aliviar fisicamente a dor que é psicológica e emocional.</p>
<p>A automutilação é definida como qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão direta ao próprio corpo, sem intenção suicida e por razões não socialmente ou culturalmente compreendidas. Esta definição exclui tatuagens, piercings e danos não intencionais ao próprio corpo.</p>
<p>As formas mais frequentes de automutilação são: cortar a própria pele com facas, lâminas e tesouras; bater-se ou chicotear-se; arranhar-se ou queimar-se; furar-se com agulhas, canetas, pregos; apertar ou reabrir feridas; enforcar-se por instantes. Essas lesões, normalmente em áreas mais escondidas do corpo, como braços, pernas, coxas e abdômen, podem variar de superficial a moderada, mas em geral não há intenção de provocar a própria morte ou lesões mais graves.</p>
<p>Geralmente a pessoa que se automutila possui uma autoestima baixa e apresenta problemas ao nível das relações interpessoais, tendendo, por isso, afastar-se da família e dos amigos. O automutilador tende a revelar grandes dificuldades na expressão verbal e não consegue manifestar as suas emoções, pelo qual não fala com os outros sobre as suas angústias e problemas. Muitos deles ferem-se como forma de autopunição, por sentirem-se fracassados e inúteis. É um comportamento que a pessoa não consegue controlar. Logo após a crise, em que o automutilador se fere ou apresenta comportamentos agressivos, permanece o sentimento de culpa, arrependimento e fracasso.</p>
<p>A automutilação é mais comum do que pensamos, especialmente porque as pessoas que se machucam costumam esconder seus ferimentos por vergonha ou medo. Ainda que possa acontecer em qualquer etapa da vida, é mais comum na adolescência, principalmente entre as meninas.</p>
<p>Embora possa parecer estranho, a automutilação entre os jovens pode ocorrer como uma espécie de “moda”, quando alguém no grupo de pares experimenta fazê-lo e acaba por ser seguido pelos outros. Sendo uma experiência dolorosa, a maioria dos adolescentes acaba por interromper o comportamento. No entanto, quando a automutilação persiste, geralmente é porque estamos perante um jovem que vive um grande sofrimento psicológico, que busca na dor do corpo uma “justificativa” para a dor emocional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Causas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Na maioria dos casos, as pessoas se machucam para ajudá-las a lidar com questões emocionais insuportáveis, que podem ser causadas por:</p>
<p><strong>            Problemas sociais</strong> – tais como ser intimidado, ter dificuldades no trabalho ou na escola, ter relacionamentos difíceis com amigos ou familiares, entrar em acordo com a sua sexualidade (homo ou bissexualidade) ou lidar com expectativas culturais, como um casamento arranjado;</p>
<p><strong>            Trauma</strong> – como abuso físico ou sexual, a morte de um familiar ou amigo próximo, ou ter um aborto;</p>
<p><strong>            Causas psicológicas</strong> – repetidos pensamentos negativos e depreciadores, sentimentos difíceis (por exemplo, angústia, ansiedade, stress, tristeza), episódios de dissociação (perder o contato com quem você é ou seu ambiente); depressão, bulimia, anorexia, bullying, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O abuso de substâncias também pode ser considerado uma das causas. Ao usar uma droga a pessoa até pode inibir o contato com as emoções negativas (que diminuiria a necessidade de se flagelar), mas também pode aumentar sua impulsividade e levar a uma maior probabilidade de se ferir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sinais de alerta </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso dos adolescentes, os pais devem ficar atentos a alterações comportamentais que podem lançar suspeitas sobre a automutilação, como a presença de cicatrizes ou uso de roupas compridas em períodos de calor; pequenos arranhões que aumentam de frequência; pedidos constantes de substituição de apontadores e objetos cortantes de uso escolar; isolamento; desinteresse por atividades antes praticadas;  retraimento social e bullying.</p>
<p>Adolescentes que se automutilam desejam relações de proximidade e segurança, mas temem profundamente a rejeição e abandono. Algumas vezes, por não saber o que fazer, a família acaba invalidando as emoções que ele relata.  Por isso, é importante permitir que ele fale sobre o assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Já que a automutilação pode ter muitas causas, uma avaliação consistente é necessária para garantir que a pessoa que se fere encontre tratamento adequado para seu sofrimento.</p>
<p>Como esse comportamento é frequentemente usado como um mecanismo para lidar com pensamentos e sentimentos negativos, <strong>o acompanhamento com um psicólogo é essencial para ajudar essas pessoas a darem nome às suas emoções, a identificarem formas saudáveis e adequadas de lidar com os seus problemas e angústias, a aumentarem a </strong><strong><a href="https://oficinadepsicologia.com/test/a-sua-autoestima/">autoestima</a></strong><strong> e aprenderem a gostar de si mesmas.</strong></p>
<p>A psicoterapia, mais precisamente a Terapia Cognitivo Comportamental, visa ajudar o paciente a procurar outras formas de lidar com as suas frustrações, desenvolvendo estratégias mais adaptadas para reagir ao estresse mental, assim como modificar estilos de pensamentos negativos. Quando necessário, a medicação se mostra eficaz no alívio dos sintomas depressivos e ansiosos e na diminuição da impulsividade. No entanto, o tratamento farmacológico não se mostra eficaz como tratamento isolado para automutilação, devendo estar sempre associado a um tratamento psicológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>www.oficinadepsicologia.com/automutilacao-sofrer-para-viver/</p>
<p>www.gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2017/04/suicidio-de-jovens-casos-de-automutilacao-sao-frequentes-e-acendem-alerta-9775605.html</p>
<p>www.psicoajuda.pt/psicologia-adolescentes/automutilacao-disturbio-do-comportamento/</p>
<p>www.plin.net.br/2016/12/02/automutilacao-em-adolescentes-como-ajudar/</p>
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		<item>
		<title>É mesmo uma fase? Como diferenciar repetições infantis do Transtorno Obsessivo Compulsivo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/e-mesmo-uma-fase-como-diferenciar-repeticoes-infantis-do-transtorno-obsessivo-compulsivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 15:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[repetições]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A repetição de certos padrões de comportamento é uma característica bastante comum na infância. Muitas crianças apresentam determinadas “manias”, como pular as linhas de uma calçada quando estão passeando, prender o cabelo só de um dos lados, usar somente um tipo de roupa, ouvir a história predileta todas as noites antes de dormir, sair na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A repetição de certos padrões de comportamento é uma característica bastante comum na infância. Muitas crianças apresentam determinadas “manias”, como pular as linhas de uma calçada quando estão passeando, prender o cabelo só de um dos lados, usar somente um tipo de roupa, ouvir a história predileta todas as noites antes de dormir, sair na companhia de seu brinquedo favorito, entre outras.</p>
<p>Na infância, estes comportamentos são mais frequentes até os 5 anos de idade e podem se manifestar também em pequenos rituais na hora de dormir, tomar banho, comer ou ir para a escola.</p>
<p>Na maioria das vezes, não causam nenhum problema para a criança ou para a família e costumam desaparecer após um tempo. Neste caso, se traduzem naquela velha frase, proferida por muitos que estão em volta – “isso passa, é apenas uma fase”.</p>
<p>Por outro lado, apesar de fazerem parte da infância, é preciso que os pais estejam atentos às proporções que estes comportamentos podem tomar na vida da criança. Quando se tornam muito repetitivos e começam a interferir na rotina, eles podem ser sintomas do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).</p>
<p>Tratar como “fase” um comportamento que a criança gasta horas para realizá-lo todos os dias, demonstra frustração e irritabilidade excessivas caso seja impedida de fazê-lo ou até mesmo tristeza e ansiedade, pode não ser o melhor a fazer.</p>
<p>Os pais precisam ser capazes de perceber quando não se trata mais de uma fase, mas de atitudes que chegam a interferir na qualidade de vida de seus filhos. Não é uma tarefa fácil e, por isso, quando há dúvida, podem recorrer a um profissional para que seja realizada uma avaliação.</p>
<p>Alguns sinais de que as coisas não vão muito bem podem ser manifestos por atrasos nas atividades diárias, ocasionados pelo tempo excessivo que se gasta realizando uma mesma tarefa, perda de interesse pela escola, deixar de brincar por medo de se sujar, entre outros. Isto não só na infância, mas também na adolescência.</p>
<p>Gostos que são comuns nesta fase, como jogos e internet, também devem ser motivo de atenção se passam a acontecer de maneira exagerada e prejudicam o contato social, familiar, e o rendimento escolar.</p>
<p>Como relatado inicialmente, muitos rituais são comuns e fazem parte do desenvolvimento. O importante é estar atento ao grau de interferência que causam na vida da criança, percebendo se há sofrimento embutido e prejuízos na rotina diária.</p>
<p>Percebidas estas características, quanto mais cedo a busca por um profissional capacitado, mais seguros os pais estarão para lidar com cada situação e, caso se trate realmente de sintomas obsessivos compulsivos quanto mais cedo a criança receber tratamento, melhor será o prognóstico e a possibilidade de retorno a uma rotina saudável.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como não cair no jogo do jogo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-nao-cair-no-jogo-do-jogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 15:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Férias chegando, crianças afoitas por brincar, jogar videogame, sair mais com os pais para passear, acordar sem compromisso com a hora&#8230;  Mas e a volta às aulas? Como reacostumar a criança à rotina escolar que geralmente é bastante diferente da rotina das férias? Os jogos de videogame geralmente são amados pelos pequenos e nem tanto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Férias chegando, crianças afoitas por brincar, jogar videogame, sair mais com os pais para passear, acordar sem compromisso com a hora&#8230;  Mas e a volta às aulas? Como reacostumar a criança à rotina escolar que geralmente é bastante diferente da rotina das férias?</p>
<p>Os jogos de videogame geralmente são amados pelos pequenos e nem tanto pelos pais, mas é importante ressaltar que o videogame pode estimular a criatividade, a imaginação, melhora a coordenação motora, ensina a criança a planejar estratégias para conquistar objetivos e ensina a criança a lidar com a frustração de uma derrota por exemplo.</p>
<p>O problema dos jogos de videogame é quando eles não são adequados para a idade da criança (cada jogo traz a faixa etária adequada na embalagem), quando a criança se irrita muito ao jogar, quando ela só consegue se divertir, se distrair se for com jogos eletrônicos e/ou quando a criança quer jogar vídeo game sem limite de tempo.</p>
<p>Conforme dito anteriormente, nas férias as crianças se sentem livres para brincar e fazer o que quiserem e é importante deixá-las mais livres e sem compromissos para que elas realmente descansem e curtam as férias, mas isso não significa que elas possam fazer o que quiserem, quando quiserem e por quanto tempo quiserem. Na verdade, o ideal seria que as atividades que fogem muito da rotina da criança, como os jogos de videogame, sejam inseridas aos poucos na rotina das férias para que a criança não se sinta “no controle” deste momento.</p>
<p>Para evitar conflitos no pós férias com relação ao tempo de jogar vídeo game por exemplo, é extremamente importante que os pais não percam o controle dessa atividade nas férias, e que hajam combinações entre pais e crianças com relação à tempo para jogar, períodos do dia em que os jogos eletrônicos são permitidos e tipos de jogos que são permitidos à ela jogar; seria interessante ir diminuindo o tempo do vídeo game gradualmente na última semana de férias de forma que a criança não sinta tanta falta dos jogos eletrônicos na rotina pós férias.</p>
<p>Outra atitude fundamental é que durante as férias, os pais proponham outras atividades, como leitura de livros, atividades ao ar livre, culinária infantil, brincadeiras “antigas” como soltar pipa ou pular amarelinha, atividades de jardinagem, artesanato, etc., mostrando à criança que outras brincadeiras produzem tanto ou mais diversão que os jogos de videogame.</p>
<p>Imediatamente antes da volta às aulas, é importante conversar com a criança, preparando-a para retomar a rotina dos estudos, explicando que a partir do dia “tal” as aulas retornam, os deveres escolares e o estudo também, e que tanto as brincadeiras quanto o uso do videogame voltará a ser como era antes das férias.</p>
<p>As férias são uma excelente oportunidade para haver uma interação entre a família! Prepare “surpresas”, proponha atividades ao ar livre e participe das brincadeiras propostas pelas crianças, divirta-se! Divirta-os!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quando o resultado do vestibular não sai como esperado</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/quando-o-resultado-do-vestibular-nao-sai-como-esperado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2017 22:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[frustação]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como em vários momentos na nossa vida, o resultado do vestibular também pode não sair como esperado. E o que fazer nesse momento? Desistir ou tentar de novo? A grande maioria das pessoas que conseguiram chegar onde queria teve que enfrentar muitos obstáculos e muitas vezes pensaram em desistir. Como grande exemplo disso pode-se citar Albert [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como em vários momentos na nossa vida, o resultado do vestibular também pode não sair como esperado. E o que fazer nesse momento? Desistir ou tentar de novo?</p>
<p>A grande maioria das pessoas que conseguiram chegar onde queria teve que enfrentar muitos obstáculos e muitas vezes pensaram em desistir. Como grande exemplo disso pode-se citar Albert Einstein, que na infância foi categorizado como &#8220;mentalmente lento&#8221;. Só conseguiu falar aos 4 aos e ler aos 7. Foi reprovado na Escola Politécnica de Zurique e antes da comprovação de sua teoria foi alvo de chacotas. Porém, mesmo com todos os desafios e inseguranças, conseguiu atingir o sucesso em seu objetivo.</p>
<p>O momento do vestibular é de muita ansiedade, stress, tensão (como falado no meu texto anterior) mas aguardar o resultado também não é nada fácil. O &#8220;frio na barriga&#8221; pela espera é enorme. É preciso saber que as vezes o objetivo será atingido rápido mas em outras não.</p>
<p>Isso quer dizer que o &#8220;problema&#8221; está em você?</p>
<p><strong>Claro que não.</strong></p>
<p>Veja o caso de Einstein que acabamos de citar.</p>
<p>O primeiro passo para que da próxima vez o objetivo seja alcançado é realizar uma auto avaliação de seu ano de estudo. Pode ser que você tenha dado seu máximo (de verdade), mas no dia da prova não se sentiu bem, ou pode ser que tenha acontecido algum imprevisto. É um risco, infelizmente.</p>
<p>Pode ser também que você reconheça que poderia ter feito algumas coisas diferentes, como por exemplo, ter dormido menos a tarde e estudado mais. Por isso a importância da auto avaliação, para que você possa saber o que deve ser feito diferente. Mas independente da conclusão da avaliação, você precisa entender que nem sempre as coisas saem como planejadas.</p>
<p>Pode ser que o resultado dependa apenas de você, ou não. Digo que três fatores influenciam no vestibular: estudo, estado mental e estado físico. Esses fatores estão interligados, como peças de dominó, se um deles falham a chance dos outros falharem é grande.</p>
<p>O estudo é muito importante?</p>
<p><strong>Sem dúvidas.</strong></p>
<p>Mas o emocional também é importantíssimo. Então cuide de sua saúde mental e física também, cuide de você. Aprenda que recomeçar é preciso e use o último resultado como um estímulo para a obtenção do sucesso. Não desista e entenda que o resultado de tudo que está sendo plantado será colhido, na hora certa, quando você menos esperar.</p>
<p><strong>Faça sua parte, dê o melhor de si.</strong></p>
<p>Nesse momento é preciso elevar sua auto estima, ela é de fundamental importância e é exatamente nesse momento que a Psicologia pode te ajudar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O perigo de dizer a um adolescente que pode conseguir qualquer coisa</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-perigo-de-dizer-um-adolescente-que-pode-conseguir-qualquer-coisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 19:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pais falam para o seu filho adolescente: “Você pode ser capaz de conseguir qualquer coisa”. Todos os pais deveríamos encorajar os filhos a seguir seus interesses e a não se sentirem limitados pela visão que a sociedade tenha das suas capacidades. Contudo, este tipo de atitude tão positiva e aparentemente motivadora pode ter inconvenientes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Muitos pais falam para o seu filho adolescente: “Você pode ser capaz de conseguir qualquer coisa”. Todos os pais deveríamos encorajar os filhos a seguir seus interesses e a não se sentirem limitados pela visão que a sociedade tenha das suas capacidades. Contudo, este tipo de atitude tão positiva e aparentemente motivadora pode ter inconvenientes inesperados.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Para começar, não é verdade que qualquer pessoa pode chegar a ser o que quiser, ou talvez sim, mas o caminho de sacrifícios é tão grande que o adolescente deveria conhecer também o que o espera ao longo dele. Talvez queira ser um atleta de elite, porque adora o dinheiro que ganham ou a fama que têm, mas nem gosta do esporte na verdade, nem sente nenhum tipo de atração pela vida que esta profissão exige.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Na hora da verdade, questões como a bagagem genética ou a própria capacidade de sofrimento deixam a pessoa de fora. Também é preciso considerar que a sorte e o azar jogam um papel muito importante: o corpo é relativamente frágil e não é difícil que, se for muito exigido, comecem a aparecer lesões. Quando escolhe um caminho, o adolescente precisa ser consciente disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Além disso, estudos mostram que quando criamos metas altamente ambiciosas, esses objetivos podem chegar a ser prejudiciais. Isto é o que, por exemplo, leva a um comportamento pouco ético, como a dopagem, com o fim de cumprir com estes ambiciosos objetivos ou o que nos leva a sentir-nos fracassados quando não os alcançamos.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Criar uma visão sem diretrizes é prejudicial para o adolescente</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Dizer aos adolescentes que eles podem fazer qualquer coisa sem ajudá-los a criar um planejamento tem implicações muito negativas. Encorajá-los a estabelecer uma meta elevada sem lhes dar nenhuma informação ou ajuda sobre a forma de alcançá-la pode dar lugar a grandes frustrações, com as quais talvez não estejam preparados para conviver.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Por outro lado, é muito difícil um adolescente analisar por si só se está se esforçando o suficiente. Não só isso: podem até chegar a pensar que desejar alguma coisa já é o suficiente ou a pensar que a facilidade que têm para alguma coisa de fato irá acompanhá-los sempre de forma natural.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É melhor reconhecer que as conquistas significativas serão difíceis de alcançar, e inclusive ajudá-los a aceitar que a sorte tem um papel chave na vida (para o bem ou para o mal), e logo dar aos adolescentes orientações para que possam avançar nos seus objetivos.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Os três Ps</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li class="western">Prática: O esforço junto com retroalimentação é fundamental para o desenvolvimento da maestria e a conquista da excelência.</li>
<li class="western">Paciência: O domínio e a conquista significativa acontecem depois de um período de tempo longo.</li>
<li class="western">Perseverança: Os obstáculos são prováveis e os contratempo são comuns em qualquer empresa.</li>
</ul>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Antes de ser adolescente, é criança</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Dizem que uma vez Thomas Edison recebeu a visita de um colega de trabalho quando estava rodeado de milhares de experiências falidas. Diante desta situação, Edison disse a seu amigo: <em>“Tentei de tudo. Mas não falhei. Acabo de descobrir dez mil formas que não funcionam”</em>. Isto é otimismo e capacidade de aprender com os erros.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Quando seu filho se mostrar impotente e pessimista e disser que não é capaz de fazer alguma coisa, em vez de lhe mostrar como se faz para que veja que é possível, conte-lhe esta história. Depois, diga-lhe que qualquer desafio requer tempo e esforço, e que quanto mais tempo e esforço ele dedicar, mais próximo estará de alcançá-lo.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Seu filho poderá chegar muito longe somente se for capaz de enfrentar os desafios que o dia a dia lhe apresenta e se for capaz de sentir que avança. O seu filho não precisa de respostas, mas sim de oportunidades para aprender e para encarar as suas frustrações.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Mas, acima do objetivo final, quando falamos de crianças, o que elas precisam é se divertir fazendo o que fizerem. Podem querer ser jogadores de futebol, mas antes precisam jogar muitas vezes com seus amigos e aproveitar isso. A exigência que faz parte das profissões de alto nível só deve começar na adolescência, e de forma muito paulatina.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Antes de ser adolescente a criança precisa se divertir, e enquanto a exigência e a frustração não aparecerem, a criança pode sonhar com ser o que quiser. Ela pode inclusive mudar todo dia de sonho. Esta é uma etapa de descobertas, e para ela esta é uma forma, como outra qualquer, de explorar o mundo com a sua imaginação e de mãos dadas conosco. Pense que quanto mais o fizer, mais conhecerá, melhor poderá escolher quando chegar a hora.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/perigo-dizer-adolescente-conseguir/</p>
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		<title>Jantares em família sem televisão ligada tornam adolescentes mais saudáveis</title>
		<link>https://casule.com/blog/jantares-em-familia-sem-televisao-ligada-tornam-adolecescentes-mais-saudaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 20:38:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio de alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jantarem juntos enquanto família oferece a oportunidade para uma conversa. Isso permite que os pais promovam a comunicação saudável, sem distrações de telefones, televisão, computadores e dispositivos móveis. Ao envolver os seus filhos na partilha de conversas, você está a ensiná-los a ouvir e proporcionar-lhes a oportunidade de expressar suas próprias opiniões. Isso permite que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Jantarem juntos enquanto família oferece a oportunidade para uma conversa. Isso permite que os pais promovam a comunicação saudável, sem distrações de telefones, televisão, computadores e dispositivos móveis.</p>
<p>Ao envolver os seus filhos na partilha de conversas, você está a ensiná-los a ouvir e proporcionar-lhes a oportunidade de expressar suas próprias opiniões. Isso permite que os seus filhos aprendam a ter uma voz ativa dentro da família. E não só.</p>
<p><span class="texto-de-destaque-amarelo">Vários estudos referem que quando a televisão está desligada durante as refeições da família, os adolescentes comem mais vegetais verdes escuros/amarelos e alimentos ricos em cálcio, e menos bebidas adocicadas do que quando a televisão está ligada.</span><br />
Refeições em família oferecem também oportunidades para conversar com as crianças e construir laços familiares.</p>
<p>Jantares de família têm sido associados a um risco menor de obesidade, abuso de substâncias, distúrbios alimentares, contribuem para o desenvolvimento da comunicação e do próprio cérebro.</p>
<p><span class="texto-de-destaque-verde">A sensação de segurança e união fornecida por refeições em família ajuda anutrir as crianças em adultos saudáveis. Jantares de família frequentes têm um impacto positivo sobre os valores das crianças, motivação, identidade pessoal e auto-estima.</p>
<p>Estas são mais propensas a compreender, reconhecer e seguir os limites eexpectativas estabelecidas por seus pais. A diminuição de comportamentos de alto risco está relacionado com a quantidade de tempo gasto com a família, especialmente durante jantares de família.</span><br />
Com estilo de vida agitado de hoje, pode ser difícil encontrar tempo para comer juntos. Os pais devem planear, pelo menos, uma refeição juntos como uma família a cada semana, e tentar não deixar que outras coisas interfiram.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.esmeraldazul.com/pt/blog/jantares-em-familia-sem-televisao-ligada-tornam-adolecescentes-mais-saudaveis/</p>
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