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	<title>adolescente - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>adolescente - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>As 4 formas mais comuns de violência infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/as-4-formas-mais-comuns-de-violencia-infantil-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora a violência infantil seja um assunto difícil de ser abordado, seu debate é de extrema importância. Em primeiro lugar porque ela está presente no cotidiano de muitas crianças e adolescentes brasileiros, se mostrando como um grande problema de saúde pública, além disso, ela pode afetar profundamente a vida das vítimas. </p>
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<p>Embora a violência infantil seja um assunto difícil de ser abordado, seu debate é de extrema importância. Em primeiro lugar porque ela está presente no cotidiano de muitas crianças e adolescentes brasileiros, se mostrando como um grande problema de saúde pública, além disso, ela pode afetar profundamente a vida das vítimas. </p>



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		<title>Como escolher a profissão certa? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-escolher-a-profissao-certa-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[escolher profissão]]></category>
		<category><![CDATA[orientação vocacional]]></category>
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		<category><![CDATA[vestibular]]></category>
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		<title>Quais os sinais da automutilação? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-os-sinais-da-automutilacao-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<title>Existe parceria entre família e escola? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/existe-parceria-entre-familia-e-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2019 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<item>
		<title>Transtorno do Estresse Pós-traumático (TEPT) em crianças e adolescentes</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-do-estresse-pos-traumatico-tept-em-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 13:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[tept]]></category>
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		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de trauma foi sendo modificado ao longo do tempo e com ele, os critérios diagnósticos do TEPT. Atualmente, segundo o DSM-V (APA, 2014), o TEPT é caracterizado pela presença de cinco grupos de sintomas: exposição a um evento traumático, presença de sintomas intrusivos, evitação de estímulos associados ao trauma, alterações negativas no humor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de trauma foi sendo modificado ao longo do tempo e com ele, os critérios diagnósticos do TEPT. Atualmente, segundo o DSM-V (APA, 2014), o TEPT é caracterizado pela presença de cinco grupos de sintomas: exposição a um evento traumático, presença de sintomas intrusivos, evitação de estímulos associados ao trauma, alterações negativas no humor e nas cognições associadas ao evento e aumento da reatividade fisiológica. Em relação ao primeiro, deve haver exposição a episódio concreto ou ameaça de morte, lesão grave ou violência sexual em uma, ou mais, das seguintes formas:</p>
<ol>
<li>Vivenciar diretamente o evento traumático;</li>
<li>Testemunhar pessoalmente o evento traumático ocorrido com outras pessoas;</li>
<li>Saber que o evento traumático ocorreu com familiar ou amigo próximo. Nos casos de episódio concreto ou ameaça de morte envolvendo um familiar ou amigo, é preciso que o evento tenha sido violento ou acidental;</li>
<li>Ser exposto de forma repetida ou extrema a detalhes aversivos do evento traumático (como socorristas que recolhem restos de corpos humanos; policiais repetidamente expostos a detalhes de abuso infantil).</li>
</ol>
<p>O segundo grupo de sintomas se referem aos seguintes sintomas intrusivos associados ao evento traumático, começando depois de sua ocorrência:</p>
<ol>
<li>Lembranças intrusivas angustiantes, recorrentes e involuntárias do evento traumático. Em crianças acima de seis anos de idade, pode ocorrer brincadeira repetitiva na qual temas ou aspectos do evento traumático são expressos;</li>
<li>Sonhos angustiantes recorrentes nos quais o conteúdo e/ou o sentimento do sonho estão relacionados ao evento traumático. Em crianças, pode haver pesadelos sem conteúdo identificável;</li>
<li>Reações dissociativas nas quais o indivíduo sente ou age como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente. Essas reações podem ocorrer em um <em>continuum</em>, com a expressão mais extrema na forma de uma perda completa de percepção do ambiente ao redor. Em crianças, a reencenação específica do trauma pode ocorrer na brincadeira;</li>
<li>Sofrimento psicológico intenso ou prolongado ante a exposição a sinais internos ou externos que simbolizem ou se assemelhem a algum aspecto do evento traumático;</li>
<li>Reações fisiológicas intensas a sinais internos ou externos relacionados a algum aspecto do trauma;</li>
</ol>
<p>O terceiro grupo de sintomas se relaciona à evitação persistente de estímulos associados ao evento traumático, começando após a ocorrência do evento, conforme evidenciado por um ou ambos dos seguintes aspectos:</p>
<ol>
<li>Evitação ou esforços para evitar recordações, pensamentos ou sentimentos angustiantes acerca do situação marcante, ou associados de perto a ela;</li>
<li>Evitação ou esforços para evitar lembranças externas (pessoas, lugares, conversas, atividades, objetos, situações) que despertem recordações, pensamentos ou sentimentos angustiantes acerca do ao evento traumático, ou associados de perto a ele.</li>
</ol>
<p>O quarto grupo de sintomas são alterações negativas em cognições e no humor associadas ao evento traumático começando ou piorando depois da ocorrência de tal evento, conforme evidenciado por dois (ou mais) dos seguintes aspectos:</p>
<ol>
<li>Incapacidade de recordar algum aspecto importante do evento traumático, geralmente devido à amnésia dissociativa, e não a outros fatores, como traumatismo craniano, álcool ou drogas;</li>
<li>Crenças ou expectativas negativas persistentes e exageradas a respeito de si mesmo, dos outros e do mundo;</li>
<li>Cognições distorcidas persistentes a respeito da causa ou das consequências do evento traumático que levam o indivíduo a culpar a si mesmo ou os outros;</li>
<li>Estado emocional negativo persistente;</li>
<li>Interesse ou participação bastante diminuída em atividades significativas;</li>
<li>Sentimentos de distanciamento e alienação em relação aos outros;</li>
<li>Incapacidade persistente de sentir emoções positivas.</li>
</ol>
<p>O último grupo de sintomas diz respeito às alterações marcantes na excitação e na reatividade associadas ao evento traumático, começando ou piorando após o evento, conforme evidenciado por dois ou mais dos seguintes aspectos:</p>
<ol>
<li>Comportamento irritadiço e surtos de raiva (com pouca ou nenhuma provocação) geralmente expressos sob a forma de agressão verbal ou física em relação a pessoas e objetos;</li>
<li>Comportamento imprudente ou autodestrutivo;</li>
<li>Hipervigilância;</li>
<li>Resposta de sobressalto exagerada;</li>
<li>Problemas de concentração;</li>
<li>Perturbação do sono.</li>
</ol>
<p>O TEPT é considerado mais um dos transtornos de ansiedade, segundo Stallard (2010), estes transtornos constituem o maior grupo de problemas de saúde mental durante a infância, podendo causar um efeito significativo no funcionamento diário, criar impacto na trajetória do desenvolvimento e interferir na capacidade de aprendizagem, no desenvolvimento de amizades e nas relações familiares. O autor afirma que muitos são persistentes e se não forem tratados aumentam a probabilidade de problemas na idade adulta. O TEPT se diferencia dos demais transtornos de ansiedade por requerer a identificação de um acontecimento desencadeante. Devido às intensidades e naturezas dos estímulos traumáticos, esses produzem medo, terror e desamparo extremos à pessoa (Caballo &amp; Simón, 2011).</p>
<p>A prevalência de TEPT é de 6,5% na população geral (Cunha &amp; Borges, 2014), e seus sintomas podem perdurar por meses, ou por toda a vida. São marcados por persistência de pensamentos, sensações e comportamentos especificamente relacionados ao trauma. Tais pensamentos são indesejáveis e acabam por tomar conta do funcionamento psíquico, dificultando o desempenho do indivíduo em outras atividades (Cunha &amp; Borges, 2014; Friedman, 2009). Devido a isso, eventos traumáticos na infância podem acarretar prejuízos significativos no desenvolvimento global, comprometendo sua vida adulta (Tricolli, 2011).</p>
<p>O TEPT em crianças e adolescentes ganha uma atenção especial, devido ao momento crítico do desenvolvimento e fragilidade. Muitos dos sintomas encontrados entre crianças e adolescentes com TEPT são comuns aos adultos com o mesmo transtorno, porém algumas particularidades vem sendo destacadas nos estudos com crianças: tendências a reexperimentar ou reviver o acontecimento em formas estereotipadas e repetitivas de brincadeiras, pode ocorrer ausência de cenas retrospectivas instantâneas, regressão de etapas de desenvolvimento com comportamentos regressivos evidentes e perdas habilidades já adquiridas. Além disso são comuns sonhos aterrorizantes e outros transtornos cognitivos (Cunha &amp; Borges, 2014; Caballo &amp; Simón, 2011).</p>
<p>A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) procura identificar as principais crenças do paciente e suas relações com os sintomas apresentados, além disso aposta em novos condicionamentos para a melhora do transtorno. Procura ainda desenvolver habilidades de resolução de problemas e fortalece os pontos de amparo do indivíduo (Clarck &amp; Beck, 2012). A TCC infantil tem o mesmo propósito, porém utiliza técnicas lúdicas, brincadeiras, contos, desenhos e jogos para alcançar as mudanças necessárias. (Petersen &amp; Wainer, 2011)</p>
<p>Todos os tratamentos para TEPT com bases na TCC possuem cinco etapas básicas: psicoeducação sobre o transtorno, treinamento de relaxamento para diminuição da ansiedade, reestruturação cognitiva, exposição a objetos e lugares geradores de ansiedade, prevenção de recaídas. Esses pontos também são trabalhados com crianças e adolescentes com TEPT (Tricolli, 2011; Reinecke, Dattilio &amp; Freeman, 2009). A TCC é a base teórica mais apontada na literatura em relação a sua eficácia no tratamento desse transtorno em crianças e adolescentes.</p>
<p>Algumas abordagens buscam complementar as intervenções da TCC, entre elas a Terapia dos esquemas e TCC-Focada no trauma. Ambas propões complementos às TCC tradicional com crianças e adolescentes, alcançando resultados satisfatórios. Pesquisas que busquem testar novos meios de tratamento e novas adaptações da TCC fortalecem os tratamentos clínicos, por isso são tão importante para população como um todo.</p>
<p>No Brasil, estudos sobre TEPT e TCC são escassos, aqueles que objetivam a testagem de intervenções, como novas técnicas e formas de tratamento são ainda em menor quantidade. Se faz necessário mais produções científicas brasileiras que avaliem os tratamentos para TEPT com crianças e adolescentes, que testem as intervenções oferecidas e possam traçar o perfil daquelas que apresentem resultados positivos, com o propósito de melhorar a qualidade dos tratamentos psicológicos no país.</p>
<p>#trauma #transtornodoestressepostraumatico #tept #crianca #adolescente</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>American Psychiatric Association (2014). <em>Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders </em>– Fifith edition<em>: DSM-V</em>. 5th ed. Washington (DC): American Psychiatric Association.</p>
<p>Caballo, V.E. &amp; Simón, M.A., (2011). <em>Manual de psicologia clínica e infantil e do adolescente. </em>Editora Santos, São Paulo, SP</p>
<p>Clarck, D.A. &amp; Beck, A.T. (2012). <em>Terapia cognitive para os transtornos de ansiedade.</em> Artmed. Porto Alegre, RS</p>
<p>Cunha, M.P &amp; Borges, L. M., 2014. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) na infância e na adolescência e sua relação com a violência familiar. <em>Academia paulista de psicologia</em>. v. 33. n. 2. pp 1-24.</p>
<p>Friedman, M., (2009). <em>Transtorno de estresse agudo e pós-traumático</em>. Artmed, 4 ed. Porto Alegre, RS.</p>
<p>Petersen, C.S &amp; Wainer, R., 2011. <em>Princípios básicos da terapia cognitivo-comportamental de crianças e adolescentes, in Terapias cognitivo-comportamentais para crianças e adolescentes</em>, org. Petersen, C.S.&amp; Wainer, R., 2011. Artmed, Porto Alegre, RS.</p>
<p>Reinecke, M.A, Dattilio, F.M. &amp; Freeman, A., 2009. <em>Terapia cognitiva com crianças e adolescentes: relatos de casos e a prática clínica.</em> LMP, São Paulo, SP.</p>
<p>Stallard, P. (2010). <em>Ansiedade: Terapia Cognitivo-comportamental para crianças e jovens. </em>Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Tricolli, V.A.C., 2011. <em>Terapia cognitivo-comportamental aplicada ao estresse pós-traumático na infância, in Terapias cognitivo-comportamentais para crianças e adolescentes</em>, org. Petersen, C.S.&amp; Wainer, R., 2011. Artmed, Porto Alegre, RS.</p>
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		<title>Como a mídia pode influenciar as crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-midia-pode-influenciar-as-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 19:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os efeitos negativos da mídia estão relacionados ao conteúdo exposto à criança e o tempo gasto naquela atividade – se for excessivo, passa a ser um problema. Algumas consequências uso abusivo são: sedentarismo, hábitos alimentares indesejáveis, diminuição do tempo que poderia ser gasto em outras atividades sociais e escolares, diminuição da interação social, desempenho escolar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os efeitos negativos da mídia estão relacionados ao conteúdo exposto à criança e o tempo gasto naquela atividade – se for excessivo, passa a ser um problema. Algumas consequências uso abusivo são: sedentarismo, hábitos alimentares indesejáveis, diminuição do tempo que poderia ser gasto em outras atividades sociais e escolares, diminuição da interação social, desempenho escolar prejudicado e até problemas de saúde relacionados ao esforço repetitivos (video game, jogos no computador).</p>
<p>O grande problema é o fato da criança/adolescente ser inexperiente para incorporar aquilo que é transmitido, não sabendo avaliar o conteúdo, os benefícios daquele programa para a sua vida, os efeitos das mensagens dos comerciais sob o comportamento dela e a influência direta ao consumo de um produto, que muitas vezes é reforçado pelos colegas.</p>
<p>Os pais deverão mediar essas atividades sempre que possível e poderão conversar com os filhos sobre estes estímulos transmitidos.</p>
<p>Se a criança não estiver inserida em outras atividades além da escola, a probabilidade dela entrar em contato com a mídia e usar as tecnologias excessivamente é maior. A criança precisa ser estimulada e inserida em atividades extraescolares, como um esporte, um curso ou até mesmo um <em>hobby</em>.</p>
<p>Especificamente com a atividade física, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a frustração, compreender e aceitar mais as regras, resolver conflitos, além da consciência corporal, coordenação motora e orientação espacial que é estimulada.</p>
<p>Além disso, a atividade física é essencial para regular o sono, melhorar a atenção e concentração, elevar a autoestima e aliviar a ansiedade e o estresse da criança. Portanto, com o esporte, a criança apresenta melhorias pessoais, escolares e sociais.</p>
<p>A mídia não determina, mas influencia os valores, o modo de agir, de se vestir, define estilos, dita tendências, influencia o consumo e até o padrão de beleza, tendo como base os padrões de imagem cultural preestabelecida pela sociedade.</p>
<h3><strong>Qual o papel dos pais nesse contexto? </strong></h3>
<p>Os pais devem manter o diálogo com os filhos, conversar sobre o conteúdo, conversar sobre o tempo gasto nessa atividade e até fazê-los pensar criticamente no caso de adolescentes. É preciso estabelecer limites! A prevenção é a melhor escolha, junto com a escolha de programas saudáveis e adequados à faixa etária e ao nível de desenvolvimento cognitivo da criança. Deverão ser acordados com a criança os horários para utilizar a mídia, o que devem acessar e o tempo que será gasto nessa atividade.</p>
<h3><strong>Como lidar com crianças que ficam com medo após ver um filme?</strong></h3>
<p>O medo é uma emoção primária presente em crianças e adolescentes. Em determinadas fases do desenvolvimento, o medo é considerado normal. No caso dos filmes, por exemplo, os pais podem explicar aos filhos o que é uma ficção, o que seriam os personagens e que se trata de uma história imaginária, ou seja, não real.</p>
<p>Além disso, psicoeducar sobre o medo, que é um sentimento normal, natural, tentando desmitificar que “ficar com medo é ruim, é feio”. Algumas estratégias de enfrentamento podem ser empregadas pelos pais, como dar apoio à criança para que ela se sinta mais segura, substituir esses pensamentos por outros mais funcionais ou ainda, fazer alguma atividade prazerosa.</p>
<p>Caso esse medo seja persistente, intenso e traga prejuízos no sono, na escola ou no humor da criança, os pais deverão procurar ajuda de um psicólogo para auxiliar a criança.</p>
<h3><strong>Qual a melhor forma de se evitar uma influência &#8216;negativa&#8217; da mídia?</strong></h3>
<p>Acredito que a melhor forma é a prevenção através do diálogo com os filhos, fazê-los entender a diferença de ficção e realidade, a realidade transmitida pela mídia e a vida da criança.</p>
<p>Assim, aos poucos, a criança e o adolescente vão percebendo que precisam filtrar as informações que lhe são impostas, que há bons programas na TV e outros não tão benéficos. A escola e a terapia são parceiros dos pais, pois assumem um papel mediador desses conteúdos.</p>
<p>A escola certamente aborda tais questionamentos na medida em que desenvolve a criticidade dos alunos e a terapia ajuda na resolução de problemas, aprimoramento das habilidades sociais e maturidade cognitiva, além de acompanhar a criança semanalmente, o que permite intervenções bem focais.</p>
<p>Os pais e cuidadores devem ficar atentos aos programas que os filhos assistem, se são educativos ou não, se é um entretenimento saudável ou não e como é o padrão comportamental dos filhos depois que eles assistem. É importante impor limites de horário, de duração e devem respeitar a faixa etária permitida para a exibição dos programas.</p>
<h4><strong>Os pais são educadores diários na vida dos filhos e devem assumir esse papel, intervindo se necessário for.</strong></h4>
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		<title>Bullying &#8211; Quando brincadeiras e implicâncias viram agressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/bullying-quando-brincadeiras-e-implicancias-viram-agressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de Maio. Dia Anti-Bullying, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. Dia 7 de abril. Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da Tragédia do Realengo. E apesar de ter uma nomenclatura recente, bullying é um problema antigo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 4 de Maio</strong>. Dia Anti-<em>Bullying</em>, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. <strong>Dia 7 de abril</strong>. Dia Nacional de Combate ao <em>Bullying</em> e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da <em>Tragédia do Realengo</em>. E apesar de ter uma nomenclatura recente, <em>bullying</em> é um problema antigo.</p>
<p>O termo descreve uma extensa variedade de comportamentos que podem ter impactos sobre a propriedade, o corpo, os sentimentos, os relacionamentos, a reputação e o status social de uma pessoa, muitas vezes são agressivos e dolorosos para as vítimas. Destaca-se que a repetição, a persistência do comportamento hostil, repulsivo e intimidador contra uma mesma pessoa ou grupo que denomina ser <em>bullying</em>. As vítimas são hostilizadas, assediadas, socialmente rejeitadas, ameaçadas, caluniadas ou mesmo atacadas (verbal, física e psicologicamente) por um ou mais indivíduos.</p>
<p>Nos dias de hoje o <em>cyberbullying</em> também se enquadra nesse panorama, no qual o assédio virtual com o uso de tecnologias de informação e comunicação apoia comportamentos definidos, repetidos e hostis com a intenção de prejudicar o outro. Perseguições, humilhações, ataques físicos/verbais, insultos e difamações para com aqueles que são vistos como os “diferentes”.</p>
<p><strong>Apesar do fenômeno ser caracterizado como uma agressão, nem toda a agressão é classificada como <em>bullying, </em>mas por quê?</strong></p>
<p>A palavra <em>bullying</em>, derivada do verbo inglês <em>bully</em>, significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também pode ser empregada como adjetivo, no sentido de valentão ou opressor. O que faz com que o termo não seja apenas citado no contexto escolar, mas também como relações violentas, opressoras e intimidadoras no contexto familiar e do trabalho. Há várias formas de se envolver e praticar um ato de <em>bullying.</em> Os <em>bullies, </em>autores, são aqueles que praticam.</p>
<p>As <em>vítimas, </em>alvos, são os que sofrem. E com participação direta e apresentando, ou não, apoio a tais atos, a maior parte é composta do grupo das <em>testemunhas, </em>expectadores. Sendo que a pratica pode ser dividida em <em>bullying físico (</em>empurrado, beliscado, chutado, alvejado, etc.)<em>; bullying</em> <em>verbal (</em>destruição do psicológico e bem-estar)<em> e bullying social/relacional (</em>diretamente ligado à exclusão, manipulação e a destruição de reputação).</p>
<p><strong>Pare por um momento e reflita: você já presenciou alguém sendo humilhado, ovacionado ou agredido e não fez nada? Você já difamou ou criticou alguém para outra pessoa? Ou você já se sentiu menosprezado e rejeitado?</strong></p>
<p>Por ocorrer mais comumente em segredo, longe dos olhos dos responsáveis, pais, amigos, professores, etc, que poderiam interromper, tais atos podem ocorrer praticamente em qualquer ambiente (lares, bairros, escolas, empresas, etc.). O ambiente fica cada vez mais contaminado de medo e ansiedade.</p>
<p>Na grande maioria das vezes, a <em>testemunha</em> convive com a violência e se silencia por temer a se tornar a próxima vítima. E diante desse panorama, situações de conflitos, a ausência de tolerância e de diálogo, ganham cada vez mais força, justificando e potencializando situações violentas, banalizando essa experiência tão prejudicial.</p>
<p>Esses indivíduos que sofreram já na infância e vem sofrendo constantemente, acompanhados das consequências destas experiências, acabam sendo mais propensos ao abandono de responsabilidades e compromissos quando jovens adultos; podem ter dificuldades nas atividades rotineiras por medo de se expressar e participar; alegam enfermidades com mais frequência ou indisposição e acabam tendo problemas de sono e de socialização.</p>
<p>A longo prazo, quando adultos, são mais propensos a sofrer de bloqueios e perturbações mentais; tendem a ter maior dificuldade de se socializar com os outros, manter relações e uma autoestima rebaixada. A mais preocupante de todas as consequências do <em>bullying</em> é a propensão a cometer suicídio, assunto recentemente debatido na mídia (a partir da série <em>13 Reasons Why</em> e o “jogo” Baleia Azul).</p>
<p><strong>A autoestima é talvez a mais afetada e prejudicada pelo <em>bullying</em>. As vítimas desenvolvem mecanismos que distorcem os pensamentos e sentimentos e dificultam a interação.</strong></p>
<p>Por mais que as pessoas em volta, as <em>testemunhas</em>, percebam a presença do <em>bullying,</em> as percepções das <em>vítimas</em> são superficiais. É preciso entender as causas, além dos reflexos que sociedade tem no comportamento das pessoas, com seus preconceitos; críticas e pressupostos sociais, exercendo influência direta no modo como as pessoas se relacionam umas com as outras.</p>
<p><strong>A naturalização e ignorância sobre o <em>bullying </em>reforçam a camuflagem da realidade violenta na qual vivemos, visto que a omissão predomina munida do medo das consequências.</strong></p>
<p>Muitas crianças e adolescentes criam a sensação de que não há nada que se possa fazer frente às ocorrências frequentes que sofrem. Fazendo com que atuação do psicólogo seja em capacitar pais, educadores, responsáveis e todos aqueles envolvidos com a vítima. Para analisar e entender as múltiplas relações do individuo, além de identificar as necessidades e possibilidades de aperfeiçoamento dessas relações.</p>
<p>Logo, o profissional de psicologia deve enfrentar o desafio de tomar como alvo de sua atuação a complexidade dos processos interativos que ocorrem no ambiente, baseadas em ações multidisciplinares, se necessários, que envolvem, sobretudo, os vários níveis de prevenção. Atuando na escola, na empresa ou no âmbito familiar para que seja crível envolver e conscientizar o máximo de pessoas possíveis.</p>
<p>O conhecimento sobre as características comportamentais dos indivíduos que são alvos das agressões e intimidações pode auxiliar nas ações voltadas à proteção de vítimas de <em>bullying</em>.</p>
<p><strong>Quando não entendemos adequadamente o problema, o <em>bullying</em>, lidamos apenas com seus sintomas, não com as causas. Compreender é o primeiro passo para começar a combatê-lo.</strong></p>
<p>Se você conhece alguém que sofre constantemente assédios; agressões ou maus-tratos; <strong>DENUNCIE</strong>. <strong>BUSQUE AJUDA</strong> de um responsável ou autoridade. <strong>IMPEÇA</strong> essa prática de se espalhar. E caso você perceba que alguém próximo a você já vive os efeitos dessa hostilidade, entre em contato conosco. <strong>NÃO SEJA </strong>um expectador.</p>
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		<title>8 temas que você deve conversar com seus filhos o quanto antes!</title>
		<link>https://casule.com/blog/8-temas-que-voce-deve-conversar-com-seus-filhos-o-quanto-antes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2015 18:42:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1. A importância do estudo para o futuro De acordo com Karin Kenzler, psicóloga do Colégio Humboldt, ao dialogar com os filhos pré-adolescentes, os pais precisam tomar alguns cuidados para não intimidar ou sufocá-los. &#8220;Em primeiro lugar é importante lembrar que o foco da conversa sempre deve ser o de criar intimidade, e não o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2671" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg" alt="BNWWKT Mother and daughter having an argument. Image shot 2010. Exact date unknown." width="600" height="251" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg 570w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos-300x125.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos-480x200.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1. A importância do estudo para o futuro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Karin Kenzler, psicóloga do Colégio Humboldt, ao dialogar com os filhos pré-adolescentes, os pais precisam tomar alguns cuidados para não intimidar ou sufocá-los. &#8220;Em primeiro lugar é importante lembrar que o foco da conversa sempre deve ser o de criar intimidade, e não o volume de informações ou instruções que se pretende passar. Criar laços afetivos e manter o canal de comunicação aberto é a melhor maneira de ter acesso à vida de seu filho, para poder orientá-lo e desfrutar de sua companhia&#8221;, ela afirma. Desta forma, é importante ressaltar a importância dos estudos no futuro do jovem, mas não através de palavras e sermões e, sim, através de seu comportamento. Fiscalizar, cobrar, brigar, para que seu filho estude pode até funcionar, mas não vai motivá-lo. &#8220;Crie um ambiente familiar em que assuntos de conteúdo escolar são valorizados. O diálogo em casa, nas refeições, no carro, deve valorizar a cultura geral e motivar a busca de conhecimento. Não pergunte ao seu filho se fez a lição, mas o que esta estudando&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>2. O perigo de se expor na internet</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Fotos e mais fotos fazendo caretas, de biquíni ou com vestido curtinho. Cliques de festas regadas a cerveja e postagens cheias piadinhas sem graça. Os adolescentes nem se dão conta, mas podem estar se expondo demais &#8211; e de forma negativa &#8211; na internet. O dever do pai é explicar que esse tipo de atitude pode prejudicá-los quando forem procurar um emprego ou até mesmo colocá-los em situações perigosas, como acontece quando as fotos vão parar em sites de prostituição ou, ainda, nas mãos de pedófilos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>3. A escolha da religião</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os pais primeiramente devem ser amigos de seus filhos, pois a confiança entre eles é fundamental para que os adolescentes possam conversar sobre todos os assuntos e com isso não esconder nada que possam os surpreender mais tarde&#8221;, afirma Cesar Marconi, diretor pedagógico do Colégio Mary Ward. Sempre que possível converse abertamente com seu filho sobre a religião que sua família segue e mostre o que você acredita. Se, em algum momento, ele achar que não concorda mais com esses princípios, ou se não encontrar o que busca nela, ele irá se decidir por outro caminho e precisará se sentir à vontade para conversar abertamente sobre isso com você. Neste caso, o papel dos pais é dar a oportunidade para o filho se conhecer melhor. Se você confia nos valores que passou a seu filho, acredite no caminho pelo qual ele optar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>4. Cuidado com as amizades</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Tente conhecer os amigos do seu filho. Se ele se relaciona com pessoas agressivas, chame-o para conversar e mostre o risco e as consequências dessa escolha. &#8220;Ao aconselhar seu filho a respeito de uma amizade, procure não ser radical ou autoritário, pois você corre o risco dele continuar se relacionando com a pessoa sem o seu conhecimento, e pior, mentindo para você. Procure conversar expondo suas preocupações, fazendo com que tome conhecimento dos riscos e aprenda a fazer suas escolhas. E se ele confiar em você vai continuar lhe contando com quem anda e por onde&#8221;, aconselha a psicóloga Karin Kenzler.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>5. Os perigos do álcool</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é mesmo a fase em que os jovens experimentam bebida. Isto é fato! Antes de seu filho começar a sair de casa, converse com ele sobre todos os perigos do consumo excessivo de álcool. Esclareça a diferença entre beber um cálice de vinho num almoço familiar, em casa, e ficar embriagado para se divertir numa festa com os amigos. Explique a preocupação com sua saúde e sua segurança e deixe claro que não há acordo possível quanto ao abuso da bebida, dentro ou fora de casa. Fale abertamente sobre os perigos que ele corre, como o de sofrer um acidente de carro ou se meter em brigas feias. &#8220;Este tipo de diálogo deve ocorrer em casa, na medida do possível, diariamente. Não espere que um algo de ruim aconteça para depois conversar&#8221;, afirma Cesar Marconi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>6. A importância de ficar longe das drogas</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Nas conversas sobre o perigo das drogas, abra espaço para seu filho tirar todas as dúvidas. Deixe claro que as pessoas podem perder o controle do uso dessas substâncias &#8211; cujo fornecimento, aliás, é proibido. Procure pesquisar e converse sobre os efeitos específicos de cada uma delas. Segundo Karin Kenzler, muitos pais não sabem como abordar estes temas por temerem a reação dos filhos, delegando a tarefa unicamente à escola. &#8220;Os programas de prevenção e orientação na escola devem ser complementados com diálogos em casa, onde os valores de cada família e cultura podem ser passados.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>7. Sexo seguro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Fale de sexo mencionando sempre o amor. Deixe claro para seu filho que a escolha do parceiro &#8211; e o afeto &#8211; é importante e explique os riscos e cuidados que devem ser tomados durante o relacionamento. &#8220;Para facilitar a conversa, a abordagem deve ser informal, inserida em situações cotidianas como no carro, almoço ou passeio. Abordar o tema a partir de uma noticia do jornal, de um acontecimento publico ou conteúdo de novela, diminui a o constrangimento sentido pelo jovem, deixando o mais a vontade para tirar suas dúvidas&#8221;, comenta Kenzler. Não se cobre para ter respostas para tudo sobre este assunto na ponta da língua. Às vezes, só de estar disposta ao dialogar com o filho já ajuda! Seu filho quer encontrar um ambiente em que se sinta acolhido e que possa tirar dúvidas sem sentir vergonha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>8. Por que devemos ser organizados e responsáveis?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A desorganização e falta de responsabilidades dos jovens, que hoje afeta a harmonia familiar, pode se tornar um grande problema no futuro, a ponto de atrapalhar o desempenho na universidade e no mercado de trabalho. Converse com o adolescente sobre a importância de cuidar das suas coisas e ser organizado. &#8220;Se o filho desde pequeno for orientado a guardar seus brinquedos ele criará o hábito de organizar suas coisas e consequentemente seu quarto, suas lições, atividades e etc. É perfil do adolescente ser um pouco relapso, até por questão de formação, a rebeldia. O que não pode ocorrer é o relapso se tornar regra em sua vida&#8221;, explica Cesar Marconi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.brasilpost.com.br/2015/10/30/tema-conversar-filho_n_8433180.html</p>
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		<title>Quando buscar ajuda psicológica para o seu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-buscar-ajuda-psicologica-para-o-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 22:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Normalmente, são os pais os primeiros a reconhecer quando um filho apresenta algum problema emocional ou de comportamento. Mesmo assim, a decisão de buscar uma ajuda profissional pode ser difícil e dolorosa para os pais. O primeiro passo a ser feito é tratar de falar afetivamente com a criança sobre o problema. Uma conversa aberta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2593" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0.jpg" alt="shutterstock_159529073_0" width="600" height="401" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0-610x407.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0-480x321.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/shutterstock_159529073_0-600x401.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, são os pais os primeiros a reconhecer quando um filho apresenta algum problema emocional ou de comportamento. Mesmo assim, a decisão de buscar uma ajuda profissional pode ser difícil e dolorosa para os pais. O primeiro passo a ser feito é tratar de falar afetivamente com a criança sobre o problema. Uma conversa aberta e honesta sobre os sentimentos do filho pode ajudar dependendo da idade dele. Os pais também podem consultar com o médico da criança, professores ou outros adultos que conheçam bem o filho para saber mais sobre as dificuldades da criança. Alguns dos sinais indicativos de que existe a necessidade de uma avaliação de um psiquiatra ou psicólogo infantil são os seguintes:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Em crianças pequenas:</h2>
<p style="text-align: justify;">•Mudanças importantes no rendimento acadêmico;<br />
•Notas baixas na escola, apesar da criança fazer um esforço grande;<br />
•Muita preocupação ou ansiedade excessiva, o que pode resultar em negativa para ir a escola, para deitar ou dormir, ou participar de atividades normais para uma criança da sua idade;<br />
•Hiperatividade, inquietude, movimento constante;<br />
•Pesadelos constantes;<br />
•Desobediência, agressividade constante (mais de 6 meses) e comportamento provocativo com as figuras de autoridade;<br />
•Ataques de birra frequentes e inexplicáveis;<br />
•Alterações do humor (por um largo período) como tristeza, desinteresse por brincadeiras que costumava realizar, desânimo;<br />
•Alterações do apetite.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Em pré-adolescentes ou adolescentes:</h2>
<p style="text-align: justify;">•Mudanças importantes no seu rendimento escolar;<br />
•Dificuldade para enfrentar os problemas, situações ou atividades diárias;<br />
•Mudanças significativas nos hábitos de dormir ou alimentares;<br />
•Muitas queixas físicas;<br />
•Humor depressivo, manifestado por um estado de animo e atitudes negativas;<br />
•Abuso de drogas ou de álcool;<br />
•Medo intenso em se tornar obeso sem ter em consideração o verdadeiro peso, comportamentos de restrição importante da alimentação ou indução ao vomito logo após ingerir alguma comida;<br />
•Pesadelos persistentes;<br />
•Ameaças de machucar-se a si mesmo ou aos outros;<br />
•Crises intensas de irritabilidade ou agressividade;<br />
•Ameaças de que se irá de casa;<br />
•Confronto persistente com os pais, desafio com as figuras de autoridade de forma agressiva ou não, roubos, vandalismo, ausência escolar;<br />
•Pensamentos e/ou sentimentos estranhos, pouco usuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Se os problemas persistirem por um largo período produzindo prejuízos na funcionalidade da criança (problemas que interferem na escola, no convívio social com crianças da mesma idade, na família ou no trabalho em caso de que seu filho seja adolescente) procure ajuda de um psicólogo. Lembre-se que quanto antes se avalie e se trate o problema melhores são as possibilidades de resolver a questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://infanciaepsicologia.blogspot.com.br/2013_08_01_archive.html</p>
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		<title>Os riscos da divulgação de fotos e vídeos com conteúdo erótico por jovens</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-riscos-da-divulgacao-de-fotos-e-videos-com-conteudo-erotico-por-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 15:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A expansão do acesso à internet tem trazido novos caminhos e possibilidades aos jovens, mas nem sempre com resultados positivos. Cada vez mais conectados (e desconhecendo os riscos), eles expõem sua intimidade com facilidade. Segundo pesquisa da ONG Safernet divulgada neste mês, o compartilhamento de fotos íntimas em redes sociais tem se tornado hábito cada vez mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados apontam um aumento de 120% nas denúncias de casos de sexting (divulgação de conteúdo erótico por meio eletrônico entre adolescentes e jovens) em 2014 na comparação com 2013. Segundo a psicóloga infantil Nayara Benevenuto, as pesquisas coincidem com o que ocorre em Juiz de Fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Com grande frequência, pais e filhos têm buscado seu consultório para relatar dúvidas e inseguranças com relação à invasão de privacidade no universo on-line. Entre os casos mais comuns, segundo a psicóloga, estão o de meninas que têm vídeos de relação sexual, gravados sem seu consentimento, divulgados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vivemos numa época em que há mais facilidade no acesso ao erotismo, o que ocasiona um despreparo inclusive nos profissionais da educação no trato com o tema. Os pais estão sem tempo de acompanhar o crescimento dos filhos, enquanto os jovens não conseguem aproveitar o que as mídias oferecem de uma forma saudável”, explica Nayara.</p>
<p style="text-align: justify;">“Normalmente, o problema é que, ou os pais cobram e repreendem demais, ou eles ficam muito liberais. Em ambos os casos não costuma haver orientação e diálogo. É preciso deixar claro as consequências e acompanhar os filhos de perto, porque nós somos o filtro das crianças”, orienta. Os casos são ainda mais preocupantes, alerta Nayara, devido às consequências emocionais que as vítimas sofrem.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente neste mês, dois casos chamaram a atenção das autoridades. Em um deles, ocorrido em Lagoa Santa, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou que o Facebook retirasse do ar fotos íntimas de uma jovem de 21 anos que mostravam seu rosto e partes íntimas e divulgadas no WhatsApp por um ex-namorado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma semana, várias garotas da cidade de Encantado, no Rio Grande do Sul, procuraram a polícia após verem suas fotos e vídeos íntimos divulgados na mesma rede. Um grupo de mulheres cobrou apuração da justiça e realizou uma marcha pela cidade.</p>
<h2>Mulheres são as maiores vítimas</h2>
<p style="text-align: justify;">Conforme dados da Safernet, apesar de meninos e meninas produzirem e compartilharem imagens íntimas, as mulheres são as que mais sofrem e pedem ajuda, sendo 81% dos casos. “Ainda temos uma cultura que julga moralmente as mulheres que quiserem expor seus corpos e sua sexualidade, reflexo de um padrão de discriminação por gênero”, explica a psicóloga coordenadora do Helpline (serviço de ajuda em tempo real da Safernet – new.safernet.org.br/helpline), Juliana Cunha. Já com relação à idade, mais da metade das vítimas tem até 25 anos (sendo 25% menores de idade e 28% entre 18 e 25 anos). “Muitos daqueles que compartilham as informações também são menores, que não têm consciência de que estão cometendo um crime”, acrescenta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os riscos da divulgação de fotos e vídeos erótico por jovens</h2>
<p style="text-align: justify;">A ONG oferece um canal de denúncia e outro de ajuda às vítimas. “Damos acolhimento e apoio. Muitos têm medo de encarar o olhar do outro e se culpam pelo que aconteceu, mas é necessário orientá-los sobre seus direitos, que foram violados, e mostramos o que pode ser feito.”</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que, se o caso envolver menores de 18 anos, o crime se configura como pornografia infantil, e as autoridades são imediatamente notificadas. “Quem recebe e repassa o conteúdo também pode ser responsabilizado criminalmente”, alerta ela. Os infratores estão sujeitos à Lei Carolina Dieckmann (Lei nº 12.737/2012), que criminaliza uma série de condutas no ambiente digital, principalmente em relação à invasão de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">As denúncias de violações também podem ser feitas pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100) e pelo aplicativo Proteja Brasil (disponível para IOS e Android), que mostra onde encontrar serviços de proteção integral dos direitos das crianças e dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/intimidade-escancarada/</p>
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