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	<title>tricotilomania - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>tricotilomania - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Tricotilomania (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/tricotilomania-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 20:01:29 +0000</pubDate>
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<h2>Tricotilomania</h2>
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		<title>“Não consigo parar de arrancar os meus cabelos!! E agora?” Conheça a Tricotilomania</title>
		<link>https://casule.com/blog/nao-consigo-parar-de-arrancar-os-meus-cabelos-e-agora-conheca-tricotilomania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2017 14:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tricotilomania é o impulso urgente e irreprimível da pessoa arrancar o próprio cabelo ou pelos, seja do couro cabeludo, cílios, sobrancelhas, barba ou outras partes do corpo. É um tipo de transtorno compulsivo, como o transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e embora a pessoa saiba que o que está fazendo não é certo, ela não consegue [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tricotilomania é o impulso urgente e irreprimível da pessoa arrancar o próprio cabelo ou pelos, seja do couro cabeludo, cílios, sobrancelhas, barba ou outras partes do corpo. É um tipo de transtorno compulsivo, como o transtorno obsessivo compulsivo (<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/Transtorno-Obsessivo-Compulsivo">TOC</a>) e embora a pessoa saiba que o que está fazendo não é certo, ela não consegue se controlar e continua puxando e arrancando fios de cabelo.</p>
<p>O problema é mais comum – e perigoso – do que parece. Acredita-se que <strong>até 4% da população</strong> pode ser afetada, sendo as mulheres quatro vezes mais propensas a desenvolver o quadro do que os homens.</p>
<p>Não se sabe exatamente que fatores interferem no surgimento da tricotilomania. Algumas pessoas manifestam o comportamento desde crianças, outras passam a arrancar os fios após algum acontecimento importante, estressante ou traumático. Acredita-se que fatores genéticos também possam ter alguma influência no surgimento do distúrbio, assim como alterações naturais nas reações químicas do cérebro que envolvem a serotonina e a dopamina.</p>
<p>Apesar das associações frequentes com stress e ansiedade, em grande parte dos casos o comportamento aparece em situações entediantes ou de forma “automática”, como um <strong>hábito</strong>, sem muita atenção dirigida ao que se está fazendo (os fios são puxados distraidamente enquanto a pessoa estuda, assiste televisão, fala ao telefone ou lê um livro, por exemplo).</p>
<p>Em outras situações o tricotilomaníaco procura por fios dentro de um critério específico (numa área definida da cabeça, com uma textura ou comprimento determinados, que pareçam arrepiados ou fora do lugar, que sejam brancos ou mais claros/escuros que os demais). Muitas pessoas dizem sentir <strong>tensão e ansiedade</strong>, seguidos por um grande <strong>alívio</strong> ao arrancar os fios e, mais tarde, <strong>culpa</strong> por tê-lo feito – o que aproxima o quadro dos padrões observados em um <strong>vício</strong>.</p>
<p>Normalmente o comportamento se manifesta quando o indivíduo está sozinho, sendo comum também outros comportamentos compulsivos, como roer unhas, mastigar os lábios ou mesmo machucar a própria pele.</p>
<p>O distúrbio é motivo frequente de <strong>constrangimento social</strong>, seja pelas críticas de familiares e amigos (que muitas vezes não entendem que o comportamento é um distúrbio, e não uma escolha simples e fácil de interromper), seja pelo impacto visual gerado quando as áreas de raleamento ou ausência total de cabelos ficam evidentes. É comum que o tricotilomaníaco tente esconder os sinais usando lenços, chapéus e outros artifícios para cobrir as áreas mais danificadas do couro cabeludo, ou deliberadamente arrancando fios de áreas diferentes da cabeça para distribuir o efeito e torná-lo menos perceptível.</p>
<p>Muitas pessoas “brincam” com os fios arrancados, enrolando-os nas mãos, analisando-os ou levando-os à boca, podendo até mesmo engoli-los. Esse quadro é chamado de <strong>tricofagia</strong> e pode levar a vômitos, dores abdominais, sangramentos internos e obstruções gastrointestinais severas, que às vezes exigem intervenção cirúrgica e podem até ser fatais se não forem devidamente diagnosticadas a tempo.</p>
<p>Os fios arrancados podem levar <strong>de alguns meses até muitos anos</strong> para se recuperarem completamente (dependendo do comprimento do cabelo e da velocidade com que ele cresce). Se o trauma causado ao folículo for muito grande (o que pode acontecer especialmente com o arrancamento repetido dos fios durante muito tempo), pode ser que ele <strong>pare totalmente de produzir cabelo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diagnóstico de Tricotilomania</strong></p>
<p>Não existem exames que determinem se a pessoa tem ou não tricotilomania, no entanto, os critérios diagnósticos presentes no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) são:</p>
<ul>
<li>Puxar fios de cabelo repetidamente, o que resulta em perda de cabelo noticiável;</li>
<li>Tentar repetidamente parar de arrancar fios de cabelo, ou pelo menos querer reduzir o hábito;</li>
<li>Arrancar fios de cabelo em situações estressantes no trabalho, escola ou outros círculos sociais;</li>
<li>Perda de cabelo não relacionada a outros problemas de saúde.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tratamento de Tricotilomania</h2>
<p>O primeiro passo para o tratamento é <strong>reconhecer o que está acontecendo</strong>. O indivíduo precisa aceitar a sua condição e entender que se trata de um comportamento compulsivo, sério e que requer tratamento.</p>
<p>Algumas pessoas tentam controlar o quadro por conta própria, mas é importante dizer que não conseguir parar sozinho não é um fracasso. Controlar um distúrbio apenas com a própria força de vontade pode ser possível, mas muitas vezes é o caminho mais difícil e sofrido. <strong>Pedir e aceitar ajuda</strong> podem ser os passos mais importantes para que alguém consiga finalmente dominar o problema.</p>
<p>O tratamento considerado mais efetivo atualmente é a<strong> </strong><strong>terapia cognitivo-comportamental</strong>, realizada por psicólogos especializados. Existem vários métodos dentro desta categoria, mas de maneira geral identificam-se os fatores que podem desencadear o impulso de arrancar os cabelos (horas do dia, acontecimentos, sensações, estados mentais, locais específicos, etc) e então são adotadas alternativas para abordá-los, substituindo a resposta automática de puxar os fios por comportamentos inofensivos.</p>
<p>Nos casos mais severos e associados a outros distúrbios é possível buscar <strong>tratamento psiquiátrico</strong>, com administração de antidepressivos, ansiolíticos e outros medicamentos relacionados, mas na maioria dos casos o tratamento psicológico já apresenta resultados bastante satisfatórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/tricotilomania" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/tricotilomania</a></p>
<p><a href="http://www.chegadequeda.com.br/tricotilomania/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.chegadequeda.com.br/tricotilomania/</a></p>
<p><a href="http://www.scielo.br/pdf/rpp/v28n1/v28n1a16.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.scielo.br/pdf/rpp/v28n1/v28n1a16.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tricotilomania: o que você deveria saber, mas ainda desconhece</title>
		<link>https://casule.com/blog/tricotilomania-o-que-voce-deveria-saber-mas-ainda-desconhece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 16:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[impulso]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[tricotilomania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A característica essencial da tricotilomania pode ser entendida como o comportamento recorrente de arrancar os cabelos, o que resulta, na maioria dos casos, em uma perda capilar expressiva. “A anorexia nervosa, por exemplo, é encontrada entre 1 e 3 por cento da população, e a tricotilomania, entre 2 e 5 por cento&#8221;, relata Jillian Corsie, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/tricho_thumb.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2133" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/tricho_thumb.jpg" alt="tricho_thumb" width="600" height="395" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A característica essencial da tricotilomania pode ser entendida como o comportamento recorrente de arrancar os cabelos, o que resulta, na maioria dos casos, em uma perda capilar expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">“A anorexia nervosa, por exemplo, é encontrada entre 1 e 3 por cento da população, e a tricotilomania, entre 2 e 5 por cento&#8221;, relata Jillian Corsie, diretor de um documentário importante a respeito do tema (“Trichster”) e que foi publicado no Jornal The Huffington Post. “Se você pensar sobre esses números, há quase o dobro das pessoas que têm esse transtorno que ninguém conhece.&#8221; (1)</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você ainda não saiba, a característica essencial da tricotilomania é que certas pessoas sentem uma tensão crescente antes do ato de arrancar cabelos e, quando finalmente o conseguem, descrevem uma enorme sensação de alívio, prazer ou até mesmo satisfação, criando assim um círculo vicioso incontrolável (tensão-prazer-alívio). (2)</p>
<p style="text-align: justify;">Dados no Brasil ainda são escassos, entretanto, levantamentos apontam que apenas nos EUA, cerca de 15 milhões de pessoas sofrem com o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora os cabelos sejam o alvo preferido, há muitos relatos de pessoas que arrancam, além do cabelo (80,6%), cílios (47%), sobrancelhas (43,5%), entre outras regiões do corpo (região púbica, axilas e, finalmente, o abdômen). (2)</p>
<p style="text-align: justify;">Esse ritual de arrancar os cabelos pode levar alguns minutos ou vir a consumir muitas horas. E a “preferência” recai sobre fios que tenham uma textura ou qualidade diferente, o que confere ao ato uma qualidade quase que ritualística.</p>
<p style="text-align: justify;">Curioso destacar que esse comportamento é descrito, muitas vezes, quase que “inconsciente”, automatizado e, em alguns casos, ocorrendo, inclusive, durante o sono.</p>
<h2 style="text-align: justify;">E a consequência?…</h2>
<p style="text-align: justify;">Vergonha, embaraço e isolamento social, pois as marcas ficam tão evidentes que muitos tentam disfarçá-las através do uso de perucas, maquiagem excessiva, bonés, lenços ou até mesmo chapéus, o que obviamente pode resolver temporariamente o problema, entretanto, atividades como nadar, dançar, praticar esportes ou ainda aquelas que envolvem mais proximidade física ou até mesmo a intimidade, passam a ser totalmente evitadas (pois as falhas ficariam expostas), causando enorme constrangimento. (2)</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte das pessoas que buscam tratamento são mulheres (90%), e o início ocorre usualmente na idade média de 13 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento envolve psicoterapia e, em alguns casos, combinam-se técnicas comportamentais (como o condicionamento clássico e o operante) e medicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Relatos de pacientes (1), incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu estive sofrendo com tricotilomania desde que tinha 10 anos. Agora tenho 19 e se pudesse dar conselhos a outras pessoas que sofrem com isso, eu diria: você não está sozinha (…).”- Facebook da usuária Madison Nelson;</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu não estou doente, louca e também não me odeio. Também não preciso dos sentimentos de pena das outras pessoas. Eu sei que ainda sou bonita, apesar da tricotilomania.” – Facebook da usuária Caitlin Webster;</p>
<p style="text-align: justify;">“Às vezes eu nem percebo que estou fazendo isso … &#8221; – Facebook da usuária Judy Adams;</p>
<p style="text-align: justify;">“Sempre pensei que era só eu. Eu amo meu cabelo. Apenas não posso parar.&#8221; – Facebook da usuária Yazmin LoGiudice;</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu sempre deixo as luzes apagadas quando vou ao banheiro em casa. Não posso puxar aquilo que eu não posso ver.&#8221; – Facebook da usuária Jennifer DiSabatino;</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu gostaria que as pessoas parassem de me dizer &#8216;para de fazer isso’, como se fosse tão simples assim… “- Facebook da usuária Laura Hanson;</p>
<p style="text-align: justify;">“Realmente eu não quero fazer isso. Acredite em mim. Tenho muito medo que um dia eu possa ficar totalmente careca” – Facebook da usuária Lauren Vaught;</p>
<p style="text-align: justify;">“Sim, eu espero muito que meus cílios cresçam de volta” – Facebook da usuária Rachel Devonne;</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, o documentário intitulado “Trichster”, no qual Rebecca Brown, diagnosticada com tricotilomania quando tinha 11 anos, tirou uma foto de si mesma, a cada dia, durante 6,5 anos para a montagem deste vídeo e para sensibilizar a sociedade da doença silenciosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nele se percebe claramente a evolução do problema ao longo dos anos.</p>
<p><iframe width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/eRvk5UQY1Js?start=84&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para algumas pessoas, certos problemas podem ser devastadores. Assim sendo, não espere para buscar ajuda.</p>
<p>Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2015/07/15/tricotilomania-o-que-voce-deveria-saber-mas-ainda-desconhece/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/tricotilomania-o-que-voce-deveria-saber-mas-ainda-desconhece/">Tricotilomania: o que você deveria saber, mas ainda desconhece</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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