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	<title>transtorno do déficit de atenção e hiperatividade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno do déficit de atenção e hiperatividade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Terapia infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 19:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar com eles é de extrema importância.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é <strong>Terapia Infantil</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Mais comum do que algumas pessoas pensam, a Terapia Infantil é a psicoterapia voltada para o atendimento de crianças. Ela utiliza recursos lúdicos para observar e trabalhar com questões subjetivas, ou seja, questões e angústias que a criança não tem o discernimento de falar espontaneamente durante o atendimento, de modo a encontrar caminhos para aliviar o sofrimento e identificar os conflitos que estão gerando desconforto. A partir deste momento, podem-se desenvolver técnicas que ajudam a criança a criar estratégias de enfrentamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando seus filhos precisam de <strong>Terapia Infantil?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os motivos que levam os pais ou responsáveis a encaminhar as crianças para terapia são diversos, tais como: baixo rendimento escolar, dificuldades de relacionamento com outras crianças ou com a família, reclamações dos professores, agressividade, timidez excessiva, hiperatividade, depressão, dificuldades em manter a atenção, etc. Muitos comportamentos podem estar relacionados com dificuldades em lidar com certas situações, por exemplo: uma mudança de escola, a separação dos pais ou a morte de um ente querido ou mesmo de um animal de estimação. A psicoterapia infantil colabora para que a criança possa lidar com estas situações de forma mais eficiente e menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a terapia infantil, a criança faz uso de jogos, brincadeiras, desenhos e pinturas, que permitem a comunicação de suas preocupações, podendo sentir-se acolhida e expressar suas emoções. As sessões são oportunidades para compreender seus medos, desejos, pensamentos e sentimentos, bem como observar seus comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Envolvimento dos pais e da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">A participação da família e da escola é fundamental nesse processo. Os pais e a escola recebem orientações durante as sessões, a fim de poder ajudar a criança na sua problemática e nas situações que ela vivencia, dando continuidade ao trabalho do terapeuta, fora da sessão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento de um adulto emocionalmente saudável e estável. Desta forma, a psicoterapia infantil colabora para que o problema seja superado, abrindo possibilidades para a criança recuperar o sentimento de segurança e aprender a lidar com o mundo de forma saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://clubedaprosa.com/beneficios-da-terapia-infantil/</p>
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		<title>Irmãos que brigam muito: O que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/irmaos-que-brigam-muito-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 19:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu a expressão: &#8220;Os filhos são o espelho dos pais&#8221;, e é uma sábia expressão. Realmente os filhos são reflexos de seus pais. Como é triste e ruim um lar onde os membros da família não se dão bem, mas pensemos, como essa família começou? Com os pais. Os pais e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2205" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam.jpg" alt="casule-psicologia-irmaos-que-brigam" width="600" height="338" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam.jpg 732w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam-300x169.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam-610x343.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam-480x270.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-irmaos-que-brigam-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<ul class="content">
<li>
<p style="text-align: justify;">Você certamente já ouviu a expressão: &#8220;Os filhos são o espelho dos pais&#8221;, e é uma sábia expressão. Realmente os filhos são reflexos de seus pais. Como é triste e ruim um lar onde os membros da família não se dão bem, mas pensemos, como essa família começou? Com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais e o relacionamento que estabelecem entre si será o modelo que os filhos irão seguir mais tarde, e posteriormente reproduzirão isso em suas próprias famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Analise seu lar hoje, como seus filhos se relacionam? Há muitas brigas, há desrespeito, inveja, competição entre eles? Saiba que, nós pais, somos em grande parte responsáveis pela forma como nossos filhos tratam uns aos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A desarmonia do lar vem de um ambiente onde um grita com o outro, um isola o outro e onde há muitas brigas e discussões; não há respeito, tolerância ou paciência e a raiva e ira são predominantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma como o casal se relaciona e a forma como se relacionam com os filhos será o modelo para se relacionarem com o mundo. Por exemplo, há casais que gritam um com o outro, os filhos irão reproduzir isso e certamente irmão gritará com irmão. Há pais que competem entre si e incentivam a competição nos filhos, isso facilita para que a rivalidade entre irmãos se estabeleça.</p>
<p style="text-align: justify;">O que podemos fazer para influenciar os filhos de modo positivo para que haja menos brigas entre irmãos?</p>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Mude a si mesmo</h2>
<p>não há como modificar o outro, somente a pessoa é capaz de mudar a si própria, mas ela só fará isso se encontrar sentido. Então, primeiramente mude a si mesmo tão profundamente para que seus filhos sintam essa mudança, participem dos benefícios dela e vejam sentido em mudar também. Não será uma tarefa a ser cumprida em um dia ou uma semana, será uma tarefa para toda a vida, mantenha em mente essa mudança e cada dia que passar será mais fácil.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Seja justo</h2>
<p>não instigue a rivalidade entre os irmãos. Há uma grande diferença entre competição e rivalidade, embora ambas as palavras remetam à concorrência, a rivalidade traz consigo um elemento bastante venenoso que é o ciúme. A competição é inerente ao ser humano, mas não precisa e não deve se tornar rivalidade. Os pais devem ficar atentos, pois às vezes, sem querer contribuem para que uma simples competição entre irmãos se torne rivalidade. Eles fazem isso quando são injustos em punições, quando elogiam apenas um dos irmãos e quando fazem comparações entre eles. Evitem essas atitudes para que não haja rivalidade entre seus filhos.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Reforce quando os filhos se tratarem de modo adequado</h2>
<p>tome cuidado para não reforçar os comportamentos de brigas entre os irmãos. Os pais fazem isso quando ficam falando sobre o comportamento ruim o tempo todo, quando contam para outras pessoas e quando fazem eles próprios aquilo que não querem que os filhos façam. Atentem para incentivá-los quando se tratarem de forma cordial e respeitosa, você pode fazer isso elogiando, contando para outras pessoas o modo como eles se trataram e reproduzindo aquilo que eles fizeram de bom e adequado.</p>
<p>Gentileza gera gentileza, precisamos deixar que o amor prevaleça ao invés da ira e da raiva. Tolerância e paciência podem ser fortes elementos na busca pela harmonia do lar.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">FONTE:http://familia.com.br/filhos/irmaos-que-brigam-muito-o-que-fazer</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>CRIANÇAS DE ONTEM X CRIANÇAS DE HOJE &#8211; O QUE MUDOU?</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-de-ontem-x-criancas-de-hoje-o-que-mudou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 13:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Acreditamos que até a época dos anos 90, em que vivemos nossa infância, quando a tecnologia começava a despontar, as crianças não eram tão vidradas na televisão, computadores e videogames. Realizávamos atividades sadias como brincar no parque, jogar bola na rua (geralmente em ruas sem saída ou que não tem muito movimento), correr, pular, ir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-crianças-de-ontem-e-de-hoje.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2154" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-crianças-de-ontem-e-de-hoje.jpg" alt="casule-psicologia-crianças-de-ontem-e-de-hoje" width="600" height="450" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos que até a época dos anos 90, em que vivemos nossa infância, quando a tecnologia começava a despontar, as crianças não eram tão vidradas na televisão, computadores e videogames.</p>
<div class="separator"></div>
<div style="text-align: justify;">Realizávamos atividades sadias como brincar no parque, jogar bola na rua (geralmente em ruas sem saída ou que não tem muito movimento), correr, pular, ir à casa dos amigos, brincar de casinha, de carrinho, com bonecos, de inventar, amarelinha, pular corda, enfim as possibilidades eram imensas. As coisas mais simples se transformavam em verdadeiras fontes de diversão.</p>
<p>Mesmo assistindo à televisão, as crianças geralmente viam muitos programas infantis, os quais ganham destaque os da TV Cultura, que mostravam grande qualidade, sendo um entretenimento sadio.</p>
<p>Os videogames não eram tão violentos como os de hoje, além dos gráficos serem mais simples e não mostrarem tanto sangue e cenas impróprias.</p>
<p>As crianças dessas gerações eram mais ativas e ingênuas, se preocupavam apenas em brincar e estudar e na maioria das vezes ficavam alheias aos problemas dos adultos.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div><a href="https://2.bp.blogspot.com/-b8XGvQqDgIo/UlmwEneb0XI/AAAAAAAAFKc/lE4D5o2iWMk/s1600/seu_filho__viciado_em_jogos_on_line_e_videogame.jpg"><img decoding="async" class=" alignright" src="https://2.bp.blogspot.com/-b8XGvQqDgIo/UlmwEneb0XI/AAAAAAAAFKc/lE4D5o2iWMk/s320/seu_filho__viciado_em_jogos_on_line_e_videogame.jpg" alt="" width="320" height="224" border="0" /></a>Hoje vemos o completo oposto, é comum vermos crianças navegando na internet, na mais tenra idade, mexendo em seus tablets, celulares, jogando incessantemente videogames e o pior adentrando o mundo adulto precocemente.</p>
<p>As crianças se tornaram mais sedentárias e obesas, pois passam mais tempo na frente de um computador, videogame ou televisãodo que brincando.</p>
<p>Isso reflete em crianças que acabam descobrindo na internet o mundo, que elas não devem conhecer sem a orientação de um adulto.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">Além disso, vemos crianças caírem na rede de pedófilos e pessoas mal intencionadas ao usarem redes sociais, sem a supervisão de um adulto, crianças se tornando violentas devido aos jogos violentos totalmente impróprios para sua idade, crianças se tornando viciadas em jogos e internet, esquecendo-se de fazer a lição de casa, brincar e mesmo ignorando seus pais e desrespeitando professores.</div>
<div class="separator" style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator"></div>
<p>Antigamente havia muitos grupos musicais infantis como Balão Mágico, Trem da Alegria, Sandy e Junior, entre tantos outros que encantavam as crianças com músicas inocentes e alegres, totalmente sadias para sua idade.</p>
<p>Hoje vemos crianças cantando músicas estilo Funk, com letras sensuais, palavrões e danças totalmente indecentes, levando as crianças a conhecerem mais cedo o mundo do sexo e das drogas.</p>
<p>Com isso vemos crianças mais espertas para a vida, mas ao mesmo tempo com valores depredados, crianças que ontem se preocupavam com os estudos, hoje pouco dão valor a isso e crescem adultos analfabetos, podendo até se envolver no mundo da criminalidade, crianças que ontem mal sabiam de onde vinham os bebês, mas que hoje podemos encontrar jovens de 12 anos que são mães, sem nem ao mesmo estarem preparadas para isso.</p>
<p>Realmente o mundo mudou, apesar de termos crescido tecnologicamente, decrescemos em questão de valores humanos.</p>
<p>Claro que há muitas pessoas boas e conscientes neste mundo, e ainda existem crianças puras e ingênuas, mas este número tende a diminuir cada vez mais.</p>
<p>Temos que abrir nossos olhos para o que o mundo está se tornando cada vez pior, nem tudo que é moda ou novidade é bom para nós, devemos ter consciência e seguirmos os bons ensinamentos de nossos pais ou pessoas que desejam realmente o nosso bem.</p>
<p>Pois hoje muitas crianças nem com os pais podem contar, pois crescem em lares desregrados, com pais relapsos que se tornaram responsáveis por outra vida quando eram muito jovens, e por isso não tiveram tempo para amadurecer.</p></div>
<div>
<div class="separator" style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Procure fazer o bem, e instruir seus filhos a fazer o mesmo, ensinar sobre a vida e os perigos deste mundo, mas de modo que eles possam entender e que não destrua a pureza de sua infância.</div>
<div style="text-align: justify;">Mostre a eles somente programas indicados a sua idade, jogos sadios e os incentive a brincar, mesmo que hoje as ruas não sejam mais seguras, os acompanhe quando puder a parques, leve-os a casa de amigos e brinque com eles, seja através de um jogo de tabuleiro, correndo, empinando pipa, contando histórias, enfim faça o que você puder.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div class="separator" style="text-align: justify;"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class=" alignright" src="https://1.bp.blogspot.com/-qcGLO8Wturg/UlmwD_OKH2I/AAAAAAAAFKg/5-j-46wvMso/s320/img_09.jpg" alt="" width="320" height="224" border="0" /></div>
<div class="separator" style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Ensine-os sobre a importância do estudo e os ajudem nas tarefas de casa, sejam pais, tios e avós presentes, ensine-os a serem responsáveis e a respeitar os mais velhos, professores, uns aos outros e aos animais.</p>
<p>Façam de tudo para que se tornem pessoas valorosas e de bons sentimentos, dessa forma eles poderão não só enfrentar o mundo como torná-lo melhor através de suas ações.</p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.jualfiquepordentrodetudo.com/2013/10/criancas-de-ontem-x-criancas-de-hoje-o.html</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agressividade na infância: até que ponto é normal?</title>
		<link>https://casule.com/blog/agressividade-na-infancia-ate-que-ponto-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 18:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fragilidade e insegurança. Esses são os dois principais motivos que ocasionam comportamentos agressivos por parte das crianças, podendo resultar em ferimentos nela própria e em outras pessoas. Situações como o nascimento de um novo bebê na família, separação dos pais ou então a perda de algum parente próximo contribuem para a mudança repentina na maneira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-crianças-agressivas.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2119" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-crianças-agressivas.jpg" alt="casule-psicologia-crianças-agressivas" width="600" height="349" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fragilidade e insegurança. Esses são os dois principais motivos que ocasionam comportamentos agressivos por parte das crianças, podendo resultar em ferimentos nela própria e em outras pessoas. Situações como o nascimento de um novo bebê na família, separação dos pais ou então a perda de algum parente próximo contribuem para a mudança repentina na maneira de agir do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As crianças são totalmente emocionais e pouco racionais. Por não saberem lidar com alguns sentimentos, podem expressá-las por meio de atos agressivos&#8221;, explica a especialista em psicologia clínica para crianças e adolescentes, Keila Gonçalves.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se, no entanto, que a agressividade não é um traço de personalidade. Se seu filho está agressivo, certamente ele está sendo influenciado pelo cotidiano familiar e, em menor escala, por fatores externos, como a televisão, amizades, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Keila Gonçalves, os pais devem ficar preocupados quando as atitudes perturbadoras se tornam prolongadas. &#8220;Algumas vezes, as crianças apresentam uma agressividade não apenas transitória, mas permanente, ou seja, parecem estar sempre provocando situações de briga. Este é o momento de entrar em ação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Observar muito bem cada atitude e manter o diálogo são os primeiros passos para descobrir a causa o problema. Muitas vezes, o pequeno da família pode estar vivendo situações de conflito, seja em casa ou na escola, que o faça desempenhar algum tipo de papel, agredindo e deixando-se agredir, como conseqüência desta dinâmica em que pode estar inserido.</p>
<p style="text-align: justify;">O comportamento hostil geralmente se origina por inúmeras razões: dificuldade de relacionamento com outras crianças; algum tipo de abuso ou humilhação por parte dos adultos; pais que evitam dizer “não” quando necessário (podendo transformar em uma criança possessiva) ou excesso de cobrança.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses casos, a criança precisa de ajuda, mais do que de punição. Torna-se urgente assisti-la, por meio de muita observação e diálogo, para que se possa interromper esse ciclo de violência. É recomendada a ajuda de um especialista, que orientará os pais sobre a maneira correta de proceder.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra medida importante é a relação de cumplicidade entre a família e a escola. Saber sobre o comportamento do seu filho fora de casa e informar a educadora sobre os problemas percebidos podem ser fundamentais. &#8220;Muitas vezes, há uma melhora sensível quando a criança percebe que seus pais enxergaram o problema&#8221;, revela a psicóloga. Como se percebe, o afeto é o caminho mais tranqüilo e menos doloroso para arrancar a tensão de dentro do seu querido. Basta saber usá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://guiadobebe.uol.com.br/agressividade-na-infancia-ate-que-ponto-e-normal/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a dislexia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-a-dislexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2015 19:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedae]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dislexia é uma dificuldade na leitura, escrita e soletração de palavras, frases e textos que pode comprometer seriamente a evolução escolar de crianças acometidas pelo distúrbio. Normalmente, o disléxico tem atraso na aquisição da linguagem, é propenso a trocar letras na hora de falar, apresenta dificuldades em assimilar as cores, números em sequência e [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: justify;">A dislexia é uma dificuldade na leitura, escrita e soletração de palavras, frases e textos que pode comprometer seriamente a evolução escolar de crianças acometidas pelo distúrbio. Normalmente, o disléxico tem atraso na aquisição da linguagem, é propenso a trocar letras na hora de falar, apresenta dificuldades em assimilar as cores, números em sequência e memorização de músicas. A aversão a livros e a tudo relacionado à escrita é inevitável, pois, para os disléxicos, essa representação da linguagem nada mais é do que uma grande sopa de letrinhas. É uma dificuldade duradoura que manifesta-se já na primeira infância em crianças inteligentes e sem quaisquer perturbações sensoriais ou psíquicas. Contudo, o diagnóstico só pode ser conclusivo quando a criança inicia a alfabetização.</p>
<p style="text-align: justify;"> É preciso uma investigação criteriosa realizada por uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo. O diagnóstico é fechado depois da exclusão de outros fatores, como deficit intelectual, disfunções ou deficiências auditivas e visuais, lesões cerebrais congênitas ou adquiridas e desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar. Apesar de atingir grande parte da população mundial &#8211; em torno de 15% – a doença ainda é pouco divulgada e grande parte das crianças disléxicas sofrem com o preconceito. Muitas acabam abandonando a escola após serem taxadas de “burras” ou “preguiçosas”. Frases como “ela não aprende porque não quer” “tem preguiça de ler e escrever” “não gosta de estudar” são comuns e representam um grande desestimulo para o aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">“É tudo muito confuso para a vítima desse transtorno. Os disléxicos têm baixa autoestima, julgam que são incapazes e fogem de tudo relacionado à escrita. Ao mesmo tempo, eles desenvolvem outras habilidades muito bem e entram em conflito por conta disso”, explica a psicóloga infantil Vânia Jughartha Bonna</p>
<div style="text-align: justify;"><a href="https://lh4.googleusercontent.com/-aMSRavRG7-U/TXo3y6iGVyI/AAAAAAAAALw/t05A2_rmaxw/s1600/dislexia.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft" src="https://lh4.googleusercontent.com/-aMSRavRG7-U/TXo3y6iGVyI/AAAAAAAAALw/t05A2_rmaxw/s200/dislexia.jpg" alt="" width="127" height="200" border="0" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Não existe um padrão, mas as vítimas desse distúrbio geralmente são excelentes em artes plásticas, música e matemática. O nível de inteligência é, no mínimo, na mesma média apresentada pela população em geral. “Albert Einstein, físico alemão que propôs a teoria da relatividade e conquistou o Prêmio Nobel de Física em 1921, era disléxico. Em anos de experiência, nunca avaliei um disléxico que não tivesse uma inteligência superior”, afirma a fonoaudióloga e psicóloga Alice Sumihara.</p>
<p style="text-align: justify;">A dislexia pode variar de leve à severa. “Em casos raros, a pessoa jamais conseguirá ser alfabetizada. Já nas situações em que ela se apresenta de forma moderada ou leve, desde que acompanhados e tratados, os disléxicos conseguem desenvolver mecanismos para driblar as dificuldades e levar uma vida acadêmica normal. Muitos se formam e são profissionais extremamente bem-sucedidos”, garante Alice. O tratamento depende do grau de intensidade da dislexia.O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento e diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2008 foram realizados, em todo o país, 3.482.600 atendimentos relacionados ao problema, segundo o Ministério da Saúde.ós diagnósticado do problema, é importante deixar claro para a criança que a dislexia<strong> não significa</strong> falta de inteligência, má alfabetização, preguiça ou desatenção. É essencial que os pais e professores acompanhem e motivem a criança dentro das suas limitações.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.acolhida.org.br/dislexia-conheca-os-sintomas-e-evite-preconceitos/</p>
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		<title>O sofrimento de jovens com déficit de atenção</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-sofrimento-de-jovens-com-deficit-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2015 12:48:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma fase de transformação e também um momento onde somos tomados por intensos sentimentos conflitantes, mudanças significativas corporais e de comportamentos. Momento onde é natural voltarmos pra dentro de nós mesmos, nos tornando mais introspectivos. O déficit de atenção/hiperatividade é um transtorno neurobiológico de causas genéticas em até 75% dos casos, muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma fase de transformação e também um momento onde somos tomados por intensos sentimentos conflitantes, mudanças significativas corporais e de comportamentos. Momento onde é natural voltarmos pra dentro de nós mesmos, nos tornando mais introspectivos.</p>
<p style="text-align: justify;">O déficit de atenção/hiperatividade é um transtorno neurobiológico de causas genéticas em até 75% dos casos, muito comum em crianças e adolescentes, ocorrendo em 3 a 5% das crianças de variadas  regiões diferentes do mundo. Caracteriza-se por sintomas persistentes de desatenção, inquietude e impulsividade que  se inicia na infância, geralmente diagnosticado na adolescência e podendo acompanhar o indivíduo por toda a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O TDAH (transtorno do Déficit de atenção e hiperatividade) pode ser basicamente classificado em três tipos:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Com predomínio de sintomas de desatenção;</p>
<p style="text-align: justify;">2) Com predomínio de sintomas de hiperatividade/impulsividade;</p>
<p style="text-align: justify;">3) Com sintomas combinados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Principais sintomas</h2>
<p style="text-align: justify;"> O diagnóstico de TDAH deve ser realizado cuidadosamente por um profissional capacitado e não se dá simplesmente pelo aparecimento de um ou mais sintomas descritos, mas sim pelo todo que deve ser avaliado, inclusive o possível sofrimentos psíquico que este jovem possui em silêncio.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que profissionais da educação consigam identificar mais facilmente alguns casos, pois este transtorno pode provocar importantes prejuízos no funcionamento global de jovens, alastrando-se para a idade adulta, podendo gerar crescente prejuízo acadêmico, emocional e familiar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas de desatenção</strong>: Deixar de prestar atenção a detalhes ou cometer erros por descuido em atividades gerais/escolares; Não ouvir quando alguém lhe dirige a palavra; Não conseguir seguir instruções ou completar deveres de casa; Dificuldade para organizar tarefas que exijam esforço mental prolongado; Facilidade em perder objetos por ser facilmente distraído pelos estímulos externos ou mesmo ser tomado por pensamentos não relacionados às atividades que estão sendo realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da hiperatividade/Impulsividade</strong>: Agitação como se remexer ou batucar mãos e pés; Não conseguir manter-se em situações nas quais se espera determinada permanecia de tempo; Correr ou subir nas coisas, em situações onde isso é inapropriado (crianças); Sensações de inquietude (adultos); Não sentir-se confortável parado por muito tempo; Falar demais;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Riscos do não tratamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Os pacientes de TDAH possuem maiores chances de desenvolver rebaixamento da autoestima e dificuldades de relacionamentos com colegas e familiares (pais), alguns casos apresentam até mesmo envolvimentos em atos de delinquência. Estes pacientes estão associados a um maior risco de desempenho escolar deficiente, repetências, expulsões e suspensões escolares. Assim como possuem alto nível de ansiedade, depressão e até mesmo dificuldades de relacionamentos na vida adulta como casamento e trabalho. Estudos revelaram taxas elevadas da ocorrência de transtornos psiquiátricos como transtornos do humor, ansiosos e de comportamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamento e apoio familiar</h2>
<p style="text-align: justify;">Alguns tratamentos mais graves incluem uso de medicação, porém sempre mediados pelo acompanhamento psicoterápico e reforço escolar, pois é fundamental educar também a família com informações claras e precisas, possibilitando que aprendam compreender e manejar os sintomas dos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervenções no âmbito escolar são importantíssimas, professores orientados, salas com menor quantidade de alunos, rotinas diárias consistentes que auxiliem no controle emocional destes jovens, estratégias de ensino com tarefas mais breves e explicações passo a passo são importantes ao aluno com TDAH, pois os mesmos necessitam de atendimento individualizado, fator pelos quais muitos pais buscam o reforço escolar com profissionais autônomos, considerando que grande parte destes jovens já apresenta lacunas no aprendizado ao serem diagnosticados. O TDAH não é uma dificuldade de aprendizado como a dislexia, mas suas características atrapalham grandemente o rendimento dos estudos.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia individual é também indicada para cuidar das comorbidades deste transtorno, incluindo treinos comportamentais e mediação dos transtornos de humor ou ansiedade, baixa estima, impulsos e capacidades sociais pobres, restabelecendo vínculos familiares enfraquecidos e promovendo maior qualidade de vida e reconhecimento destes jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://jeonline.com.br/coluna/922/o-sofrimento-de-jovens-com-deficit-de-atencao</p>
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