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	<title>terapiainfantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapiainfantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>É possível ensinar sem broncas e castigos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/e-possivel-ensinar-sem-broncas-e-castigos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 14:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[educacaoinfantil]]></category>
		<category><![CDATA[orientacaodepais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pais se preocupam se de fato estão educando seus filhos da forma apropriada e chegam ao ponto de se sentirem exaustos na tentativa de corrigir os comportamentos inadequados dos filhos. Limites e autocontrole são necessidades emocionais básicas que devem ser satisfeitas na infância, permitindo que a criança cresça de modo mais saudável psicologicamente.&#160; A [&#8230;]</p>
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<p>Muitos pais se preocupam se de fato estão educando seus filhos da forma apropriada e chegam ao ponto de se sentirem exaustos na tentativa de corrigir os comportamentos inadequados dos filhos. Limites e autocontrole são necessidades emocionais básicas que devem ser satisfeitas na infância, permitindo que a criança cresça de modo mais saudável psicologicamente.&nbsp;</p>



<p>A bronca e o castigo são respostas dadas pelos pais diante do comportamento indesejável do filho, mas na prática, estão sendo usados mais como um instrumento punitivo do que educativo propriamente dito, fugindo do propósito dos pais. O ideal seria não utilizar a bronca/castigo, mas caso aconteça, há formas melhores dos pais se expressarem ou alternativas ao castigo.&nbsp;</p>



<p>A primeira coisa é pensar em <em>conversa</em> em vez de <em>confronto</em>. Procure não se exaltar ou gritar e nem ameaçar o seu filho. Não o compare com outras crianças e nem seja agressivo com ele. Lembre-se que você é o exemplo para ele, portanto o modo como você se comporta é o guia.&nbsp;</p>



<p>Outra medida importante seria evitar que a bronca seja na frente de outras pessoas, para que a criança não se sinta humilhada e constrangida. Além disso, a conversa deve ser guiada de modo que os pais possam ensinar o comportamento correto, o “jeito certo”, e não focar onde estava o erro, pois ensinar o erro seria reforçá-lo.&nbsp;</p>



<p>Se a criança estiver descontrolada, fazendo pirraça em um local público, por exemplo, a bronca não vai ser eficaz naquele momento. O ideal seria repreender a criança rapidamente e deixar a conversa para outro momento.</p>



<p>Outra medida seria dizer ou mostrar concretamente as opções para a criança, ajudá-la a identificar as vantagens e desvantagens de cada ação em potencial. Outra forma é deixar a criança filho sofrer as consequências da sua escolha, pois é passando por experiências ruins que as crianças aprendem boas condutas.&nbsp;</p>



<p>Outra dica é encorajar a criança, promovendo o senso de autoeficácia e autoconfiança, dizendo que acredita que ela é capaz. É importante validar conquistas, sem relaciona-las à beleza e nem a seus sentimentos e expectativas. Por exemplo, em vez de falar “arrumou o quarto sozinha? Que linda!” diga “arrumou o quarto sozinha? Que legal, ficou ótimo”; Ao invés de dizer &#8220;eu gostei do que você fez&#8221; você pode dizer &#8220;que legal que você fez, como se sentiu? Gostou de ter conseguido?&#8221;.&nbsp;</p>



<p>São inúmeros os benefícios do encorajamento à criança: aumenta a motivação, a autonomia, autoestima, autoconceito positivo, além de aumentar a probabilidade daquele comportamento benéfico se repetir novamente. É importante lembrar que os elogios são importantes e úteis no dia-a-dia, mas o encorajamento é o que irá promover os melhores resultados em termos de prevenção de problemas de saúde mental.</p>



<p></p>
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		<title>Transtorno Obsessivo-Compulsivo na infância e na adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-obsessivo-compulsivo-na-infancia-e-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2018 13:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapiainfantil]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é um transtorno mental grave, muito comum na infância e na adolescência, já que em muitos casos, ele é iniciado nessa faixa etária. O TOC gera um grande sofrimento aos pacientes, ainda mais quando trata-se de crianças, pois estão em pleno desenvolvimento, reduzindo o rendimento escolar, as relações sociais e familiares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é um transtorno mental grave, muito comum na infância e na adolescência, já que em muitos casos, ele é iniciado nessa faixa etária. O TOC gera um grande sofrimento aos pacientes, ainda mais quando trata-se de crianças, pois estão em pleno desenvolvimento, reduzindo o rendimento escolar, as relações sociais e familiares ficam comprometidas, além de gerar medo, ansiedade, preocupação e muitas vezes, sentimento de tristeza e vergonha.</p>
<p>É importante destacar a importância do diagnóstico e tratamento precoce para impedir o agravamento dos sintomas. No TOC, a mente é invadida por pensamentos obsessivos e intrusivos de conteúdo catastrófico e o paciente responde com a realização de compulsões na tentativa de afastar ou neutralizar o medo de possíveis consequências desastrosas relacionadas a tais obsessões, diminuindo a ansiedade e causando alívio. Porém, pouco tempo depois, esse ciclo se torna vicioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-7535" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/12/Captura-de-Tela-2017-12-14-às-10.56.55-300x140.png" alt="Transtorno Obsessivo-Compulsivo na infância e na adolescência - casule" width="405" height="189" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/12/Captura-de-Tela-2017-12-14-às-10.56.55-300x140.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/12/Captura-de-Tela-2017-12-14-às-10.56.55-610x284.png 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/12/Captura-de-Tela-2017-12-14-às-10.56.55-480x224.png 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/12/Captura-de-Tela-2017-12-14-às-10.56.55-600x279.png 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/12/Captura-de-Tela-2017-12-14-às-10.56.55.png 655w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo o TOC sendo um transtorno muito comum na infância, muitas vezes ele não é detectado logo no início do aparecimento dos sintomas, apenas é percebido pelos familiares quando a criança apresenta alguma mudança no comportamento ou na rotina. Uma dificuldade muito comum é diferenciar o que seria um comportamento normal e um comportamento excessivo (exemplo: criança demora muito tempo no banho ou repete a mesma pergunta várias vezes). De modo geral, alguns comportamentos repetitivos e rituais são normais e fazem parte do desenvolvimento da criança. Crianças pré-escolares apresentam comportamentos repetitivos, por exemplo, a mesma forma de dar “boa noite”, de comer, a demora no banho. Já na fase escolar é comum a criança colecionar objetos e ficar mais tempo fazendo uma única atividade, como brincar com o mesmo jogo. Na adolescência, é comum aumentar o interesse por celebridades, pela música, colecionar objetos, mas nada que interfira negativamente na vida do adolescente.</p>
<p>As manifestações do TOC são semelhantes às dos adultos, sendo comuns pensamentos obsessivos seguidos de rituais compulsivos ou comportamentos evitativos. Os sintomas mais comuns são:</p>
<ul>
<li>medos de contaminação seguidos de compulsão por limpeza. Exemplo: não dividir o lanche, evitar usar o banheiro da escola por considerar que está contaminado/sujo, lavar as mãos excessivamente, tomar banho demorado e de modo ritualizado.</li>
<li>dúvidas seguidas de verificações ou de perguntas repetidas, ou ainda, da necessidade de confirmação. Exemplo: verificar os materiais da mochila, ver se fechou a janela e a porta.</li>
<li>preocupações com simetria, alinhamento ou exatidão, necessidade de refazer várias vezes uma atividade para que fiquem perfeitas ou completas. Exemplo: alinhar os brinquedos no armário, passar as anotações da aula a limpo várias vezes.</li>
<li>pensamentos de conteúdo indesejado e repugnante. Exemplo: medo de ser responsável por algum desastre, medo de dizer algo obsceno.</li>
<li>acumulação compulsiva. Exemplo: guardar objetos sem valor ou quebrados.</li>
<li>comportamentos repetitivos. Esses comportamentos são semelhantes a tiques, são compulsões não precedidas de pensamentos obsessivos, e sim por um sentimento de urgência e de tensão. Exemplo: olhar fixamente, tocar as mãos.</li>
<li>compulsões mentais. São “atos” mentais como contar, repetir palavras, anular um pensamento ruim, tendo um pensamento ou formando uma frase que lhe causa mais conforto, reduzindo a ansiedade.</li>
</ul>
<p>O tratamento do TOC abrange intervenções psicológicas voltadas ao atendimento infantil e orientação aos pais. Além disso, é recomendado procurar um psiquiatra infantil para uma avaliação e acompanhamento, uma vez que o uso de psicofármacos são efetivos em reduzir os sintomas da doença. A terapia cognitivo-comportamental é um tratamento que propõe avaliar, corrigir e modificar pensamentos e crenças distorcidas, através do emprego de técnicas específicas desta abordagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p>Cordioli, A. V. (2008). Vencendo o Transtorno Obsessivo-Compulsivo: <em>Manual de Terapia cognitivo-comportamental para pacientes e terapeutas</em>. 2. Ed. Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Cordioli, A. V. (2014). <em>Manual de </em><em>Terapia cognitivo-comportamental para o </em><em>transtorno obsessivo-compulsivo. </em>2. Ed. Porto Alegre: Artmed.</p>
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