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	<title>terapiacognitiva - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapiacognitiva - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como ter mais autocontrole e autodisciplina?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-ter-mais-autocontrole-e-autodisciplina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 13:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">A necessidade de controlar os próprios impulsos surge quando nos deparamos com situações em que temos de escolher entre consequências não tão agradáveis a curto prazo para obter consequências mais satisfatórias a longo prazo. Por exemplo, optar por estudar em uma sexta à noite, na iminência de uma prova de vestibular, significa abrir mão de sair com os amigos, mas pode ser o fator decisivo para quem quer conseguir a aprovação. Sendo assim, para atingir as metas de longo prazo, é essencial que se tenha certa renúncia a prazeres imediatos e capacidade de suportar circunstâncias aversivas.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Nesse sentido, quando falamos em autocontrole, nos referimos à capacidade que uma pessoa tem de controlar a si mesmo e o ambiente à sua volta para alterar a probabilidade de se chegar ao comportamento desejado. Assim, deve-se considerar, na tentativa de controle das variáveis que influem no comportamento individual, fatores antecedentes, como, por exemplo, a motivação para seguir o comportamento, e consequentes, como o grau de incômodo que seria gerado pela escolha do comportamento que privilegia a meta de longo prazo.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Portanto, o autocontrole tem como função diminuir a influência da busca do prazer imediato ou da remoção de uma sensação desconfortável, consideradas no momento presente, em prol de objetivos futuros que sejam mais valiosos para o indivíduo. Ainda pensando no estudante que tenta passar no vestibular, essa situação poderia se traduzir na decisão de desligar o seu celular, para que ele não receba mensagens de amigos chamando-o para sair e consiga se concentrar mais nos estudos, uma vez que, assim, os estímulos externos que o influenciariam a deixar o comportamento desejado são diminuídos. </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Pessoas que tem autocontrole insuficiente geralmente são mais impulsivas, desatentas, desorganizadas, tem dificuldades de persistir em tarefas tediosas e rotineiras, costumam se atrasar em seus compromissos e um hábito comum é a procrastinação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> É importante ressaltar que o autocontrole não é uma característica inata do indivíduo, mas um tipo de comportamento, que pode, portanto, ser aprendido. Tal comportamento é de especial relevância, não só pela sua valorização pela nossa cultura, mas principalmente por se mostrar como um facilitador de tomadas de decisão efetivas para a obtenção de metas, mesmo em condições onde não haja tanto incentivo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> De forma autônoma, o indivíduo pode desenvolver o autocontrole através de mudanças no tempo e no esforço necessário ao cumprimento de metas. Dito de outro modo, a pessoa pode começar com metas mais fáceis de serem cumpridas, que demandem menos tempo, para que, assim, se acostume, gradualmente, a um comportamento de renúncia em prol de objetivos futuros. Por exemplo, quem faz uma dieta pode fixar como meta ficar uma semana sem comer doces, para, posteriormente, vendo o resultado positivo, se propor a ficar mais tempo sustentando a dieta.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Além disso, o autocontrole também pode ser trabalhado em terapia, tanto na abordagem comportamental, cognitivo-comportamental e da terapia do esquema. Diversas técnicas são empregadas, como o registro e avaliação do comportamento e de suas consequências, o fracionamento de objetivos, estabelecidos de forma realista para cumprimento gradual, e o desenvolvimento da capacidade de definir o momento em que pode haver alguma “recompensa” pelo cumprimento de um objetivo. Através de tais intervenções, pode-se ajudar o indivíduo a avaliar de forma mais eficaz as variáveis que são determinantes para que ele se mantenha firme em seu objetivo e a melhor forma de atendê-las, para que a estratégia em prol do cumprimento de suas metas seja aprimorada.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Uma vez aprendido, o comportamento de autocontrole pode dar ao indivíduo a capacidade de autoanálise, resultando em uma melhoria na independência e na sensação de autoeficácia, sendo, por vezes, um fator essencial a ser trabalhado em terapia, em tratamentos em que haja a necessidade de dar ao indivíduo ferramentas eficazes para o cumprimento de seus objetivos de vida.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>Referências consultadas:</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ABREU, C. N; GUILHARDI, H. J. Terapia Comportamental e Cognitivo-comportamental: Práticas Clínicas. São Paulo: Roca, 2004.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">YOUNG, J. E.; KLOSKO; J. S.; WEISHAAR; M. E. Terapia do Esquema: Guia de técnicas</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">cognitivo-comportamentais inovadoras. Porto Alegre: Artmed, 2008</span></p>
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		<title>Entendendo o transtorno bipolar</title>
		<link>https://casule.com/blog/entendendo-o-transtorno-bipolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2018 14:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é considerado um dos transtornos psiquiátricos mais graves devido à sua complexidade clínica, por envolver aspectos cognitivos, psicológicos, sociais, funcionais, até mesmo, neuroquímicos (Suppes &#38; Dennehy, 2009). Além disso, é uma doença crônica e com elevados índices de comorbidade, prejudicando sensivelmente a qualidade de vida. Segundo o Manual diagnóstico e estatístico de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é considerado um dos transtornos psiquiátricos mais graves devido à sua complexidade clínica, por envolver aspectos cognitivos, psicológicos, sociais, funcionais, até mesmo, neuroquímicos (Suppes &amp; Dennehy, 2009). Além disso, é uma doença crônica e com elevados índices de comorbidade, prejudicando sensivelmente a qualidade de vida.</p>
<p>Segundo o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, DSM -5, o transtorno bipolar é caracterizado por uma desregulação do estado de humor, que oscila entre o extremamente baixo – depressão – ao extremamente alto – mania e/ou hipomania. Um paciente que se encontra em episódio depressivo maior pode apresentar perda de interesse/prazer por quase todas as atividades durante pelo menos duas semanas; alterações no apetite ou peso, no padrão de sono e atividade psicomotora; diminuição da energia; sentimento de culpa e/ou desvalia; dificuldade para pensar ou concentrar-se ou tomar decisões; pensamentos recorrentes sobre a morte, ideação, planos ou mesmo tentativas suicidas (APA, 2014).</p>
<p>No polo oposto, o paciente em estado maníaco pode apresentar humor elevado, eufórico e irritável. O comportamento é marcado por ser excessivo, ele passa a fazer diversas atividades de alto risco; reduz drasticamente a necessidade de sono; tem delírios por grandiosidade ou autoestima inflada; apresenta fuga de ideias ou pensamentos acelerados; sua atenção é desviada muito mais facilmente por estímulos externos insignificantes e, também, há um aumento da loquacidade (pressão por falar). Ressalte-se que, para diagnosticar um episódio maníaco, deve haver graves prejuízos no funcionamento psicossocial do paciente, por exemplo, presença de sintomas psicóticos ou até mesmo internação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-8949 size-full aligncenter" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1.png" alt="entendendo transtorno bipolar nayara casule 1" width="1020" height="452" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1.png 1020w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1-980x434.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1-480x213.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1020px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O DSM-5 faz distinção entre o transtorno bipolar de tipos I e II, sendo o tipo I caracterizado pela presença de episódios maníacos ou mistos sindrômicos completos e, no tipo II, haver pelo menos um episódio depressivo maior e um episódio hipomaníaco. O transtorno bipolar é comórbido com outras condições, algumas que fazem com que haja piora no prognóstico. Entre as principais comorbidades, destacam-se os transtornos de ansiedade, transtornos do déficit de atenção e hiperatividade, transtorno de oposição desafiante e transtornos relacionados ao uso de substâncias (Barlow, 2016).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento envolve farmacoterapia, psicoterapia e intervenções familiares. Atualmente, há estabilizadores de humor, anticonvulsivantes e antipsicóticos atípicos que aliviam os sintomas, controlam os episódios agudos e ainda ajudam a prevenir episódios futuros com duração ou gravidade maiores.</p>
<p>Ademais, a psicoterapia cognitivo-comportamental, como método de tratamento do transtorno em questão, tem por objetivo a psicoeducação, isto é, ensina aos pacientes e seus familiares e amigos sobre o transtorno, seu tratamento e dificuldades associadas à doença; facilita a cooperação e o engajamento no tratamento; atua como suporte no enfrentamento das situações de estresse que podem interferir no tratamento ou precipitar episódios de mania ou depressão; ensina habilidades de solução de problemas; promove o treino de comunicação; realiza intervenções e ensina o paciente a realizar o automonitoramento do humor e reestrutura crenças e esquemas cognitivos (Neto, 2004).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>APA (2014). <em>Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais</em>. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Barlow, D.H. (2016). Manual clínico dos transtornos psicológicos. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Neto, F.L. (2004). Terapia comportamental cognitiva para pessoas com transtorno bipolar. <em>Rev Bras Psiquiatr </em>26 (Supl III): 44-6. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rbp/v26s3/22339.pdf</p>
<p>Suppes, T.; Dennehy, E. B. (2009). <em>Transtorno Bipolar. </em>Tradução Marina Fodra. Porto Alegre: Artmed, 2009.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As novas experiências e a influência dos pais</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-novas-experiencias-e-influencia-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 13:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância não é mera fase do desenvolvimento humano, mas uma das mais importantes, pois é nela que começam a se formar as características de personalidade, as crenças, bem como o reconhecimento e a expressão das emoções. A formação de todas estas características muito se baseia nas diferentes experiências de troca da criança em suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A infância não é mera fase do desenvolvimento humano, mas uma das mais importantes, pois é nela que começam a se formar as características de personalidade, as crenças, bem como o reconhecimento e a expressão das emoções. A formação de todas estas características muito se baseia nas diferentes experiências de troca da criança em suas relações com o meio cultural e com as pessoas à sua volta. É possível dizer que a criança concebe e percebe o mundo com base nas suas relações sociais, que são, nesta fase, sempre mediadas por um terceiro.</p>
<p>Diante de tais considerações, percebe-se que o adulto, mais precisamente os pais e aqueles que pertencem ao cotidiano da criança, possuem papel importantíssimo na formação pessoal e na constituição da personalidade daquele pequeno ser. Muitas das escolhas futuras estarão diretamente relacionadas à aprendizagem de modelos que se teve nesta fase.</p>
<p>Para que seu filho aceite, ainda na infância, mas já numa fase mais avançada desta, experimentar e participar de novas atividades, tudo vai depender da maneira como tais atividades lhe são apresentadas e foram tratadas até então. Não é uma tarefa fácil aprender a lidar com o novo, com o diferente. Isto vai desde situações simples, como a introdução de novos hábitos alimentares, até situações mais complexas, onde estão envolvidos padrões culturais.</p>
<p>Existe em nossa sociedade, por exemplo, uma divisão bastante antiga entre “coisas de meninos” e “coisas de meninas”, que determinam os papéis sociais que deveriam ser desempenhados por cada um. Esta divisão se perpetua nos dias de hoje e continua sendo passada para cada nova geração já através da diferenciação entre “brincadeira de menina” e “brincadeira de menino”. Muitos pais, alguns consciente, outros inconscientemente, acabam embutindo esta diferenciação em seus filhos. O que para estes não faz sentido algum, para os pais, diferenciar as brincadeiras é uma forma de se sentirem seguros e dominarem a relação que os filhos estabelecem com o mundo.</p>
<p>Se um menino cresce ouvindo de suas figuras de referência que a dança é coisa de menina e, lá na frente, se depara com uma atividade que envolva esta modalidade na escola, sua reação será coerente com aquilo que aprendeu ao longo de seus anos e poderá se recusar a participar da atividade, mesmo sem conhecê-la. A reação desta criança diante de um colega que apresenta gostos diferentes do seu também será muito influenciada pela maneira como suas figuras de amparo reagem na mesma situação.</p>
<p>Se eu quero que meu filho experimente diversificadas atividades sem preconceito por parte dele, eu também preciso, entre outras coisas, principalmente despir-me dos meus próprios preconceitos e tomar cuidado com aquilo que lhe passo.</p>
<p>Permitir a inserção nas mais diversas atividades e manifestações culturais, tomando sempre o cuidado para que não sejam atividades impostas, mas deixando que, aos poucos, as próprias crianças percebam seus gostos, identifiquem seus hobbies, criem sua autoconsciência e se decidam por aquelas que apresentam maior interesse.</p>
<p>Lembrem-se, a influência dos pais é fundamental nas escolhas dos filhos. Não deixem que ela se torne prejudicial!</p>
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