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	<title>terapia cognitivo comportamental infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapia cognitivo comportamental infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você me ama?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-me-ama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 13:30:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você me ama? Essa é uma pergunta bem frequente nos relacionamentos. E muitas vezes chegamos a uma conclusão precipitada que o outro não nos ama, sendo ele um companheiro, esposa, namorado, amigo ou até mesmo nosso pai ou o filho. Essa certeza provavelmente está fundamentada na nossa forma de sentir-se amado. Você sabia que cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você me ama? Essa é uma pergunta bem frequente nos relacionamentos. E muitas vezes chegamos a uma conclusão precipitada que o outro não nos ama, sendo ele um companheiro, esposa, namorado, amigo ou até mesmo nosso pai ou o filho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa certeza provavelmente está fundamentada na nossa forma de sentir-se amado. Você sabia que cada um de nós somos programados para receber e emitir amor por meio de uma “linguagem do amor”? É isso mesmo! Assim como existem diversos idiomas (inglês, espanhol, português..) existe também o idioma do amor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nem sempre o modo que demonstramos amor, é a forma pela qual o outro se sente amado. Gary Chapman</span> <span style="font-weight: 400;">autor do</span> <span style="font-weight: 400;">livro “As cinco linguagens do amor” nos ensina que existem formas distintas de nos sentirmos amados. É comum ouvir de nossos pacientes: “Ele não me ama mais”, “Ela não me ama igual eu a amo”, “Eu faço tudo por ela”, “ Ele não me elogia”. A divergência entre as formas de emitir e receber amor acaba por gerar conflitos, frustrações, dúvidas e até mesmo separações. </span></p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7246 aligncenter" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule-300x169.png" alt="Expectativa - realidade - você me ama - casule" width="529" height="298" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule-300x169.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule-768x432.png 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule-610x343.png 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule-480x270.png 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule-600x337.png 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/11/Expectativa-realidade-você-me-ama-casule.png 941w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa imagem é muito comum nos nossos relacionamentos, esperamos que o outro nos ame com a “nossa linguagem do amor” e quando isso não acontece, acabamos nos frustrando. A sintonia entre as linguagens do amor tanto de um casal, entre pais e filhos, e entre amigos proporciona uma convivência mais efetiva e harmoniosa. Reduzindo assim, as brigas,  discussões e decepções. “O entendimento da linguagem do amor proporciona tanto o conhecimento profundo de si mesmo bem como o conhecimento do outro.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Gary existem 5 linguagens do amor, o </span><b>tempo de qualidade,</b><span style="font-weight: 400;"> que é o momento que dedicamos ao outro com atenção exclusiva, sem distratores, como celular, televisão, músicas… Difícil hein? Não basta estar ao lado do outro, mas é fornecer a ele (ela) total escuta, atenção é aquele “olho no olho”, sabe?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de amor é através dos </span><b>presentes</b><span style="font-weight: 400;">, algumas pessoas se sentem amadas ou gostam de demonstrar seu amor por um cartão, uma flor, uma cartinha, chocolate, jóia&#8230; Os presentes  são símbolos visuais do amor para as pessoas que possuem essa linguagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira linguagem do amor são as </span><b>palavras de afirmação</b><span style="font-weight: 400;">, essas pessoas se sentem amadas por elogios, feedbacks construtivos, palavras de encorajamento e afirmação do seu potencial. É aquele elogio que as mulheres querem receber quando cortam o cabelo ou estão com uma roupa nova. Ouvir aquele “eu te amo” de forma inesperada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>toque físico </b><span style="font-weight: 400;">é uma linguagem de carinho, abraço, beijos, da relação sexual, do afago, chamego. É típico daquela pessoa que gosta de andar de mãos dadas, de abraçar, receber uma massagem, um cafuné..ou que goste de fazer isso pelos outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E por fim, os </span><b>atos de serviço </b><span style="font-weight: 400;">que</span> <span style="font-weight: 400;">são tarefas que facilitem a vida do outro, como lavar vasilhas, retirar o lixo para a esposa, preparar um jantar ou um lanche. É gastar tempo preparando algo que faça o outro se sentir amado, ou por exemplo acompanhado o pai idoso em uma consulta médica. Para essas pessoas é fundamental essas atitudes de amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa tendência é amar o outro com a nossa “linguagem do amor”, por isso precisamos identificar as nossas principais linguagens do amor e a do outro que convivemos, seja nosso esposo, namorada, amigo ou filho. Entender a linguagem do amor do outro nos permitirá modular a nossa forma de emitir amor. Precisamos nos readequar a cada pessoa que nos relacionamos, para “falar” a linguagem do amor dela. O amor não é apenas um sentimento, mas uma decisão! A decisão de realizar comportamentos às vezes tão simples que façam o outro feliz, é surpreender o outro com gestos de amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando o casal não entende corretamente a linguagem predominante de cada um, a comunicação é afetada, impedindo que se sintam amados, aceitos e valorizados” (Chapman, 2012).</span></p>
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		<title>Procrastinação – o hábito de deixar sempre para depois</title>
		<link>https://casule.com/blog/procrastinacao-o-habito-de-deixar-sempre-para-depois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2017 22:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe aquela “mania” de deixar uma tarefa ou trabalho sempre para amanhã? Quando nos deparamos com nós mesmos adiando atividades alegando falta de tempo, cansaço, ou encontrando uma desculpa muitas vezes sem fundamento? Esses são os momentos em que podemos encaixar o termo na procrastinação. A procrastinação é o atraso comumente irracional ou desnecessário em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela “mania” de deixar uma tarefa ou trabalho sempre para amanhã? Quando nos deparamos com nós mesmos adiando atividades alegando falta de tempo, cansaço, ou encontrando uma desculpa muitas vezes sem fundamento? Esses são os momentos em que podemos encaixar o termo na procrastinação.</p>
<p>A procrastinação é o atraso comumente irracional ou desnecessário em tomadas de decisões ou realização de alguma ação associada a um desconforto psicológico significativo. É um comportamento implexo por envolver questões emocionais, cognitivas e comportamentais que geram um conforto temporário diante de uma ação indesejada. Apesar de frequente para muitas pessoas, é também extremamente prejudicial, pois pode gerar fortes danos na qualidade de vida dos procrastinadores.</p>
<p>Esse processo pode acontecer tanto em contextos de estudos e trabalho como na vida social, tarefas rotineiras e até cuidados com a saúde. A dificuldade em lidar com tarefas complexas, que não trazem retorno prazeroso direto, ou que só o trarão a longo prazo, faz com que a busca por tarefas fáceis e de prazeres imediatos cresçam e, consequentemente, as demais sejam postergadas.</p>
<p>Apesar da busca por atividades mais simples e prazerosas, quem vive a procrastinação costuma ser também acompanhado por muito sofrimento e emoções negativas. Procrastinar a curto prazo pode até gerar alívio e sensação de bem estar, mas a médio prazo aumenta o incômodo por não enfrentar os problemas e saber que estes continuam pendentes. Quando o quadro evolui e se transforma em uma “forma de ser”, transforma-se em um transtorno do comportamento que afeta a qualidade de vida de muitas pessoas.</p>
<p>Emoções como o medo, a angústia, o nervosismo e a culpa, tornam-se frequentes, além da perda de autoestima, o peso na consciência, a sensação de incompetência e possíveis riscos de desenvolvimento de crises de ansiedade ou depressão. O julgamento interno e as cargas emocionais ruins acabam ganhando mais força pelo modo como essas pessoas costumam ser taxadas ou estereotipadas pelos outros como irresponsáveis, desorganizadas, imaturas ou desleixadas.</p>
<p>Além das desagradáveis sensações internas, a procrastinação também acaba levando para o indivíduo outros problemas como possível queda em sue rendimento escolar ou no trabalho e até mesmo financeiro; perca de oportunidades em função da baixa credibilidade com que é visto pelo outro; comprometimento da vida conjugal e da saúde física e emocional; prejuízo no convívio familiar, etc.</p>
<p>É muito importante que os procrastinadores aprendam a entender esse comportamento como um problema, e não um descaso, e a partir daí busquem por ajuda como buscariam para qualquer outra dificuldade. Quando passam a acreditar nos rótulos que lhes foram colocados se acomodam e não percebem que é um problema passível de tratamento.</p>
<p>O comportamento procrastinatório pode estar associado a fatores como perfeccionismo exacerbado em que o indivíduo cobre de si mesmo perfeição em tudo o que faz e com isso aumente a complexidade de suas tarefas; baixa autoeficácia; medo de falhar e reforçar sua crença de incapacidade; vergonha que o outro lhe julgue por uma tarefa má executada; aversão à atividade proposta; intolerância à frustração; ou até mesmo dificuldade de organização ou elevada distraibilidade.</p>
<p>Ainda além, a procrastinação pode ter semelhança com estilos parentais rigorosos uma vez que altas expectativas e fortes críticas dos pais já podem ser associados a uma forma de perfeccionismo que está ligada ao efeito da procrastinação.</p>
<h2>Como não procrastinar?</h2>
<p>A procrastinação é um padrão de conduta que se repete em algumas situações, e por isso pode ser identificado e modificado com as técnicas e tratamentos apropriados. Na maioria das vezes o procrastinador se baseia em crenças irracionais de perfeição, como: “é melhor não fazer do que tentar e não conseguir”, “é difícil, não sou capaz”,ou “se eu errar as pessoas vão rir de mim”; e acreditam que indivíduos de sucesso são sempre confiantes e não lidam com incertezas ou fracassos.</p>
<p>A terapia é capaz de realizar um trabalho pra entender os motivos que levam a pessoa a ter tal comportamento, identificar quais facilidades e dificuldades existem na realização de tarefas, compreender as emoções presentes no processo e buscar a aquisição de comportamentos mais funcionais. Dentro dessa perspectiva, existem também algumas dicas práticas para facilitar a modificação dos hábitos e comportamentos, como:</p>
<p><strong>&#8211; Reconhecer que está se enrolando e que pode ser mais doloroso procrastinar do que realizar a tarefa;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Diferenciar as tarefas mais importantes das menos importantes;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Listar os afazeres diários e cumpri-los de acordo com a ordem de importância;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Fragmentar as tarefas em pequenas partes e ir concluindo-as parcialmente ao invés de pensar apenas no todo;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Recompensar-se por cada atividade concluída;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Vivenciar a sensação de alívio e o fortalecimento da autoestima após concluir uma tarefa;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Diminuir distrações que podem atrapalhar (celular, barulhos, televisão&#8230;)</strong></p>
<p><strong>&#8211; Perceber seu horário do dia de maior produtividade;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Tentar cogitar e cumprir um tempo para a execução de cada tarefa;</strong></p>
<p><strong>-Avaliar o que vai deixar de ganhar ou o que pode perder caso não realize essa atividade;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Se propor a atuar por apenas alguns minutos no que está tentando evitar;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Reconhecer e desenvolver novas habilidades que facilitem o desenvolvimento das tarefas</strong></p>
<p><strong>&#8211; Não deixar por último o que for mais difícil para evitar que ele se torne mais urgente e traga mais incômodo</strong></p>
<h2><strong>A principal vitória é vencer a procrastinação! É uma conquista para a vida inteira, assim como a daquela criança que um dia perde o medo do bicho papão!</strong></h2>
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		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
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<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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		<title>Como lidar com a timidez do seu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-timidez-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 20:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já foi a uma festa de aniversário e ficou encantada (o) com o filho da sua amiga por ele ser totalmente desinibido? Ou com a filha da sua prima por ela adorar conversar com os adultos? É muito comum vermos as pessoas terem como ideal aquela criança comunicativa e que não tem vergonha de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já foi a uma festa de aniversário e ficou encantada (o) com o filho da sua amiga por ele ser totalmente desinibido? Ou com a filha da sua prima por ela adorar conversar com os adultos? É muito comum vermos as pessoas terem como ideal aquela criança comunicativa e que não tem vergonha de se relacionar com o próximo, mas a timidez em uma criança não é algo que deve ser encarado como um bicho de sete cabeças.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada criança possui uma personalidade e essa personalidade deve ser respeitada. Primeiramente você precisa entender que a timidez é um comportamento totalmente normal e não uma doença, pois é uma característica específica de cada um. No entanto, timidez em excesso pode afetar a criança em diferentes fatores, como no desempenho escolar, no relacionamento com colegas, problemas de autoestima e fobia social (até com pessoas da família). Neste caso, podemos considerá-la um problema.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Quando a timidez pode se manifestar</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma criança tímida é aquela que não consegue manifestar o que pensa e sente ou que faz isso com pouca frequência. Isso acontece, principalmente, porque ela teme não ter aprovação dos outros, ou seja, essa criança se preocupa demais com o que os outros vão pensar e/ou reagir às suas ideias. Normalmente, existe um desconforto e inibição em situações de interação pessoal, até com pessoas mais próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">A timidez começa a se desenvolver em uma criança a partir do momento que ela começa a entender o que é certo e o que é errado – por volta dos 2 anos de idade. Ao se perceber como um ser independente, a criança passa a evitar aquilo que gera críticas, consequentemente surge a timidez, em que a criança prefere não entrar em certas situações para não correr o risco de errar ou ser criticada.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos apontam que três fatores levam uma criança a ser tímida: a genética, passada pelos familiares de forma biológica, a personalidade, característica da própria pessoa (ninguém é igual a ninguém) e o ambiente, que se refere às oportunidades que os pais dão para se expressar. Além disso, broncas em excesso também podem ocasionar a timidez exagerada&nbsp;na criança.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Quais são os sinais da timidez crônica</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de timidez: a situacional e a crônica. A situacional é algo comum, que afeta não só crianças, mas muitos adultos. É aquela que ocorre em situações muito específicas, como dificuldade de&nbsp;falar em público, por exemplo. Já a timidez crônica é constante e envolve quase todas as situações do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A situacional é considerada normal (ninguém é obrigado a ser totalmente sociável em tudo e/ou em qualquer situação), mas a crônica atrapalha a vida da criança em diversas formas. A timidez crônica apresenta alguns sintomas físicos e emocionais que são facilmente percebidos:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Físicos</h2>
<p style="text-align: justify;">– Gaguejar;<br />
– Rubor na face;<br />
– Baixo volume de voz;<br />
– Pouco contato visual;<br />
– Pouca expressão corporal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Emocionais</h2>
<p style="text-align: justify;">– Quando a criança começa a se isolar;<br />
– Quando a criança não gosta de brincar;<br />
– Quando a criança não consegue ficar longe dos pais;<br />
– Não gosta de falar (mesmo que esteja certo ou que seja para alguma necessidade, como pedir para ir ao banheiro na escola, por exemplo).</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">A influência dos pais</h2>
<p style="text-align: justify;">É muito importante que os pais estejam atentos ao comportamento dos filhos. Mesmo que a timidez não seja uma doença, quando ela causa incapacidade de interação com outras pessoas, esse comportamento se torna um problema, podendo afetar no desenvolvimento social da criança e, consequentemente, na sua vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os pais são referências para seus filhos, principalmente quando eles ainda são pequenos, é essencial que o pai e a mãe sejam modelos de comunicação, ou seja, criem situações para que os filhos possam interagir com outras crianças, mas claro, sem forçar. Não adianta querer que seu filho ou filha brinque com outras crianças contra a vontade dele ou pressioná-lo emocionalmente (como chama-lo de bobo por não querer brincar), pois esse tipo de atitude são inúteis e podem agravar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">É indicado que a criança vá ganhando confiança gradativamente. Dessa forma, ela vai querer, por conta própria, participar das atividades com outras crianças. Nesse sentido, os pais podem ajudar aproximando seu filho de outras crianças com características e gostos semelhantes.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Como lidar com a timidez do seu filho&nbsp;no dia a dia</h2>
<p style="text-align: justify;">– Estimule seu filho a ajudar o próximo, vários especialistas afirmam que esta é uma ótima forma de estimular o convívio social e vencer a timidez;</p>
<p style="text-align: justify;">– Evite comparar seu filho com os outros, principalmente com os irmãos;</p>
<p style="text-align: justify;">– Mantenha um diálogo frequente no dia a dia, pois a conversa entre pais e filhos aumenta a segurança da criança nela mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">– Bole brincadeiras para que seu filho se sinta a vontade em convidar os amigos para visitar sua casa. Desta forma, ele também ficará a vontade para visitar a casa dos colegas;</p>
<p style="text-align: justify;">– Incentive seu filho, naturalmente, a cumprimentar as pessoas;</p>
<p>– Deixe que ele faça suas escolhas. No supermercado, por exemplo, deixa que ele conduza as compras. Ou no restaurante, deixe que ele faça o pedido para a família. Em caso de dificuldade, ajude a criança, mas deixe que ela&nbsp;fique no comando;</p>
<p>– Organize encontros com a família;</p>
<p>– Faça com que ele lhe conte histórias ou situações do dia a dia. E demonstre interesse por elas;</p>
<p>– Nunca deboche da criança em uma tentativa malsucedida, pelo contrário, elogie seu esforço em realizar alguma tarefa.</p>
<p>Se você quiser aprender mais sobre comportamento&nbsp;infantil, cadastre seu e-mail para receber materiais exclusivos.&nbsp;Se você tiver alguma dúvida pontual, comente usando o formulário abaixo e&nbsp;eu irei te responder assim que&nbsp;possível.</p>
<p>FONTE:http://eduqueseufilho.com.br/como-lidar-com-timidez-seu-filho/</p>
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		<title>Crianças que desafiam: o Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-que-desafiam-o-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2017 15:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”. Manifesta-se na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”.</p>
<p style="text-align: justify;">Manifesta-se na infância antes dos 8 anos de idade, e pode agravar-se na adolescência. Geralmente inicia-se no ambiente doméstico e estende-se para outros ambientes e situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevalência é de 2 a 16% da população em idade escolar, sendo mais comum em meninos do que meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma causa específica para este transtorno, mas acredita-se que fatores genéticos associados a desencadeadores domésticos podem estar associados. O TOD é mais comum em filhos de pais que apresentam transtornos de conduta, humor, personalidade antissocial ou uso abusivo de drogas, e também nos casos de separação dos pais e alienação parental, quando a criança vivencia situações e experiências negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum entre os 2 e 3 anos de idade a criança apresentar um comportamento desafiador e opositor, principalmente quando está com fome, cansada, estressada ou chateada. Estes sintomas tendem a diminuir e desaparecer com o passar do tempo, o que não acontece nas crianças que apresentam o transtorno. Por isso, o diagnóstico de TOD deve ser bastante criterioso, uma vez há um padrão recorrente de comportamento opositor, desafiador, negativista, desobediente e extremamente hostil, que é caracterizado por teimosia exagerada, resistência a cumprir com as regras e combinados, além de incomodar e perturbar as pessoas deliberadamente. Para uma hipótese de TOD, os sintomas citados acima devem persistir por pelo menos 6 meses, e causar prejuízo social e acadêmico significativo, além de destoar do comportamento observado em outras crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o TOD ocorre em comorbidade com outros transtornos, incluindo transtornos de humor, ansiedade, conduta e déficit de atenção/hiperatividade, aumentando a necessidade do diagnóstico precoce e intervenção, para desenvolver ações preventivas junto à criança, família e educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico de TOD somente será possível no caso de deficiência intelectual, quando o comportamento opositor for maior do que o observado em crianças da mesma idade, gênero e grau de deficiência, bem como nas perdas auditivas ou transtorno de linguagem, quando há dificuldade em atender comandos devido a prejuízos causados por estes quadros.</p>
<p style="text-align: justify;">A intervenção e tratamento precoce do TOD são fundamentais para melhorar o comportamento e a qualidade de vida da criança com este transtorno, além de prevenir que evolua para um Transtorno de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diagnóstico de TOD, pelo menos <strong>quatro</strong> das características abaixo deverão estar presentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Frequentemente perde a paciência;<br />
2) Frequentemente discute com adultos;<br />
3) Frequentemente desafia ou se recusa ativamente a obedecer às solicitações ou regras dos adultos;<br />
4) Frequentemente perturba as pessoas de forma deliberada;<br />
5) Frequentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento;<br />
6) Frequentemente se aborrece sem motivos;<br />
7) Frequentemente mostra-se enraivecido e ressentido;<br />
8) Frequentemente é rancoroso ou vingativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento pode incluir a psicoterapia numa <strong>abordagem cognitivo-comportamental</strong>, que busca melhorar as habilidades de resolução de problemas, de comunicação e controle de impulso, e a psicoterapia familiar, que promove mudanças dentro do ambiente doméstico, e visa melhorar também as habilidades de comunicação e as interações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à medicação, embora não seja considerada eficaz para o tratamento do TOD, pode ser usada quando outros transtornos estiverem presentes, caso o especialista considere conveniente. Vale ressaltar que nem todo comportamento opositor e desafiador é um transtorno, e algumas vezes os pais necessitam de ajuda para estabelecer limites. Embora representem uma figura de autoridade para os filhos, não significa que deverá desempenhar somente funções punitivas. Por isso, é importante regras firmes e claras, mas flexíveis para permitir experimentação e escolha, respeito e acolhimento para ouvir as demandas da criança, e liberdade que permita o processo de crescimento e construção de individualidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A importância das regras</h2>
<p style="text-align: justify;">Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar ás crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afeto. Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem devem posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais não devem fazer</h2>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens á distância &#8211; Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens vagas &#8211; Pedir á criança que se comporte &#8220;como um bom menino&#8221; não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens complexas &#8211; Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as actividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens com antecedência &#8211; Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações &#8211; Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança náo consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens sob a forma de pergunta &#8211; Perguntar &#8220;podes ir agora fazer os trabalhos de casa ?&#8221; deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens em tom ameaçador &#8211; É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança tende a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.guiameubebe.com.br/artigos/157-tod-transtorno-desafiador-opositivo</p>
<p>http://umdiacomtdah.blogspot.com.br/2012/07/transtorno-de-oposicao-e-desafio-tod.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[mentira na infância]]></category>
		<category><![CDATA[mentira social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
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		<title>O que há por trás das crianças indisciplinadas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina infantil]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;">Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como resolver esses problemas? Ou, mais ainda, o que provoca esses comportamentos nas crianças? Vamos ver a seguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por trás da indisciplina</h2>
<p style="text-align: justify;">Os educadores e profissionais em matéria educativa nos advertem: por trás de uma criança indisciplinada há, efetivamente, um modelo educativo incorreto. Temos que ter isso claro à medida que as crianças crescem e vão buscando nossos limites, e querem dispor da sua própria autonomia, sem compreender ainda as regras da sociedade. Podem ser tornar exigentes e autoritárias, incapazes de lidar com a frustração, demandantes contínuos de atenção, objetos, e direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">São crianças que não foram controladas e que não tiveram limites estabelecidos. A indisciplina é, em essência, uma falta de controle e de orientação por parte dos que têm a responsabilidade de educar. É verdade que cada criança é única, que dispõe de uma personalidade própria e de um caráter que, com certeza, não é igual ao caráter do irmão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é tarefa de nós todos, como pais, mães, avós, professores ou psicólogos, enquadrar cada comportamento a tais limites, onde temos que aprender a viver em sociedade, respeitando uns aos outros em harmonia. Se uma criança não vê os limites, não deixará de encontrar mais e mais frustração, porque jamais verá suas necessidades e desejos cumpridos. Não saberá respeitar os demais, nem mesmo a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões, podemos ver muitos pais e muitas mães ligeiramente despreocupados com aquilo que é importante para a criança. São modelos educativos muito permissivos; às vezes, inclusive, pouco afetivos, nervosos, incoerentes nas suas normas… dimensões que, aos poucos, vão modelando essas crianças indisciplinadas que todos nós conhecemos e vimos alguma vez.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação consciente e disciplinada</h2>
<p style="text-align: justify;">Para educar crianças, é necessário assumirmos uma série de ideias básicas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Temos que assumir a nossa autoridade. Cuidado: autoridade não tem nada a ver com levantar a voz, gritar, aplicar normas inflexíveis ou castigos severos. Dispor de autoridade significa que, como pais, temos a responsabilidade – e a obrigação – de educar pessoas que viverão em sociedade. Pessoas que compreendem as normas, que aprendem a ser independentes, a assumir responsabilidades e a respeitar os demais. Nossas ordens deverão ser coerentes e lógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprender a colocar limites. Eles são essenciais na hora de educar. As crianças devem saber o que está bom e o que não está, o que se espera dela em cada situação e o que podem fazer e o que não podem. Se esses limites forem coerentes e se mantiverem, as crianças serão capazes de assumi-los ao longo da vida e crescerão entendendo as normas. Se não sabem onde estão os limites, educaremos jovens com pouca resistência à frustração, pessoas essencialmente infelizes e insatisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Educação democrática. É básica. Toda regra deverá ser negociada, explicando também qual é a finalidade. Você precisa mostrar proximidade e compreensão com as crianças, para que saibam que serão sempre escutados, que as suas palavras têm importância e que as nossas regras tem como finalidade dar instruções para ensinar-lhes que a sociedade em que vivem também é formada por regras. É preciso dar exemplos, estabelecer uma comunicação aberta, onde não haja chantagens nem duplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ir com cuidado. As crianças indisciplinadas são, às vezes, o reflexo de uma educação errônea, permissiva e pouco interessada. Como pais, como educadores, entendemos que ter filhos é uma grande responsabilidade. Devemos nos esforçar e servir de modelo, como orientadores em uma sociedade na qual devemos aprender a ser feliz. E, para ser feliz, devemos respeitar, valorizar, escutar, ceder, assumir, empreender… tudo isso nos é ensinado pela disciplina.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ha-tras-das-criancas-indisciplinadas/</p>
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		<item>
		<title>Terapia infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 19:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agitação]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[baixo rendimento escolar]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[timidez excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar com eles é de extrema importância.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é <strong>Terapia Infantil</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Mais comum do que algumas pessoas pensam, a Terapia Infantil é a psicoterapia voltada para o atendimento de crianças. Ela utiliza recursos lúdicos para observar e trabalhar com questões subjetivas, ou seja, questões e angústias que a criança não tem o discernimento de falar espontaneamente durante o atendimento, de modo a encontrar caminhos para aliviar o sofrimento e identificar os conflitos que estão gerando desconforto. A partir deste momento, podem-se desenvolver técnicas que ajudam a criança a criar estratégias de enfrentamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando seus filhos precisam de <strong>Terapia Infantil?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os motivos que levam os pais ou responsáveis a encaminhar as crianças para terapia são diversos, tais como: baixo rendimento escolar, dificuldades de relacionamento com outras crianças ou com a família, reclamações dos professores, agressividade, timidez excessiva, hiperatividade, depressão, dificuldades em manter a atenção, etc. Muitos comportamentos podem estar relacionados com dificuldades em lidar com certas situações, por exemplo: uma mudança de escola, a separação dos pais ou a morte de um ente querido ou mesmo de um animal de estimação. A psicoterapia infantil colabora para que a criança possa lidar com estas situações de forma mais eficiente e menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a terapia infantil, a criança faz uso de jogos, brincadeiras, desenhos e pinturas, que permitem a comunicação de suas preocupações, podendo sentir-se acolhida e expressar suas emoções. As sessões são oportunidades para compreender seus medos, desejos, pensamentos e sentimentos, bem como observar seus comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Envolvimento dos pais e da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">A participação da família e da escola é fundamental nesse processo. Os pais e a escola recebem orientações durante as sessões, a fim de poder ajudar a criança na sua problemática e nas situações que ela vivencia, dando continuidade ao trabalho do terapeuta, fora da sessão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento de um adulto emocionalmente saudável e estável. Desta forma, a psicoterapia infantil colabora para que o problema seja superado, abrindo possibilidades para a criança recuperar o sentimento de segurança e aprender a lidar com o mundo de forma saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://clubedaprosa.com/beneficios-da-terapia-infantil/</p>
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		<title>O que é resiliência?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-resiliencia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 19:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas duas últimas décadas, a Psicologia Positiva, um ramo da ciência psicológica, vem enfatizando o estudo das virtudes humanas. As investigações realizadas pela Psicologia Positiva têm demonstrado que uma vida mais saudável e feliz depende de sistemas de adaptação que nos permitam vivenciar plenamente as experiências. Tais sistemas se processam ao longo do desenvolvimento humano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nas duas últimas décadas, a Psicologia Positiva, um ramo da ciência psicológica, vem enfatizando o estudo das virtudes humanas. As investigações realizadas pela Psicologia Positiva têm demonstrado que uma vida mais saudável e feliz depende de sistemas de adaptação que nos permitam vivenciar plenamente as experiências. Tais sistemas se processam ao longo do desenvolvimento humano e, dentre eles, um é essencial, a Resiliência.</p>
<p style="text-align: justify;">Resiliência significa a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental. Pessoas altamente resilientes, tornam-se mais fortes após situações difíceis. Porquê isso acontece?  Porque elas desenvolvem confiança em si mesmas aprendendo novas formas de lidar com os eventos.</p>
<h2>Resiliência</h2>
<p style="text-align: justify;">Em geral, a resiliência depende de algumas condições psicológicas internas e externas. No nível interno, são favorecidas as pessoas otimistas, que assumem a responsabilidade pelas próprias escolhas, que prezam a autonomia, que estabelecem vínculos sociais e familiares positivos e que são flexíveis no que diz respeito à mudança de posicionamentos, sentimentos e pensamentos. Ao nível das condições externas estão as relações positivas, àquelas que promovem suporte afetivo/material, acolhimento e cumplicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro aspecto externo fundamental para o desenvolvimento da resiliência é a existência de pessoas que acreditem na nossa capacidade de superação das adversidades e, por isso mesmo, nos incentivem. Da mesma forma, oportunidades para nos envolvermos em atividades significativas – que nos permitam desenvolver a auto-estima e nos sentirmos produtivos e relevantes – contribuem para a resiliência, ou seja, para a superação das adversidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender, adaptar-se…isso é ser resiliente. Em última instância, é dispor-se para a mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: https://angelitascardua.wordpress.com/2010/02/04/o-que-e-resiliencia/</p>
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		<title>Deixe de lado o medo de amar.</title>
		<link>https://casule.com/blog/deixe-de-lado-o-medo-de-amar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 19:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[indecisão]]></category>
		<category><![CDATA[medo de amar]]></category>
		<category><![CDATA[panico]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece pessoas com medo de amar? Depois de passar por relacionamentos dolorosos, que tiveram finais ruins, algumas pessoas se fecham para um novo amor e tentam fazer um grande isolamento dentro de si mesmas. Outras acham que entrar numa relação dá muito trabalho, traz mais aborrecimentos do que momentos bons. Nesses dois exemplos, repare [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você conhece pessoas com medo de amar? Depois de passar por relacionamentos dolorosos, que tiveram finais ruins, algumas pessoas se fecham para um novo amor e tentam fazer um grande isolamento dentro de si mesmas. Outras acham que entrar numa relação dá muito trabalho, traz mais aborrecimentos do que momentos bons. Nesses dois exemplos, repare que tais pessoas nutrem pensamentos contrários à atração de novos amores. O medo as afasta da possibilidade de serem bem-sucedidas na vida afetiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Para viver novos relacionamentos, precisamos em primeiro lugar entender o processo do relacionamento anterior não como algo que deu errado, mas sim que deu certo no período que funcionou, em que havia um bom entrosamento. Criamos medos de amar quando o que realmente temos é medo de fracassar novamente. Por isso o que precisamos é mudar nossas atitudes com relação aos relacionamentos e dizer sim a uma nova possibilidade de amar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Se você se considera uma pessoa com medo de amar, reflita:</h2>
<div style="text-align: justify;"></div>
<ul class="regular" style="text-align: justify;">
<li>Será que você diz não ao amor como uma maneira de se castigar? Você fica se escondendo do mundo atrás de rotinas que não lhe deixam entrar em contato com pessoas novas e interessantes?</li>
<li>Quanto tempo já passou entre sua relação anterior e seu momento atual? Veja dentro de você se já não é hora de mudar de atitude e ir em busca de uma pessoa interessante e que lhe queira bem.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Reveja os seus conceitos de amor, paixão e curtição. Talvez o que você precisa neste momento seja um relacionamento bem diferente do que já viveu anteriormente. Se você sentir isso, não reprima essas vontades, viva o que lhe faz feliz com intensidade. Sinta-se no direito de escolher o que quer para si mesmo!</p>
<h2 style="text-align: justify;">Caso você sinta que é o momento de você abrir as portas da sua vida para outra pessoa entrar, aqui vão algumas dicas:</h2>
<div style="text-align: justify;"></div>
<ul class="regular">
<li style="text-align: justify;">Primeiro, descubra o motivo que levou você a se fechar. Tente libertar-se desses pensamentos e atitudes que fecharam a sua vida por algum tempo para uma nova pessoa.</li>
<li style="text-align: justify;">Tente mudar um pouco a sua rotina indo a lugares diferentes ou fazendo algum tipo de atividade física.</li>
<li style="text-align: justify;">Dê a si mesmo chances de amar pessoas que fogem um pouco do perfil pelo qual sempre se sentiu atraído.</li>
<li style="text-align: justify;">Relaxe sua mente com relação a esse assunto. Deixe a energia fluir e acredite que por estar com pensamentos e atitudes positivas a respeito de seu objetivo, você está automaticamente atraindo o que deseja para perto de si.</li>
</ul>
<p>FONTE:http://www.personare.com.br/deixe-de-lado-o-medo-de-amar-m144</p>
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