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	<title>submissão - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Síndrome da Boazinha: Você já ouviu falar sobre ela?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/sindrome-da-boazinha-voce-ja-ouviu-falar-sobre-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 14:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece alguém que sempre precisa da aprovação do outro, que se colocam em segundo plano, necessitam agradar todos ao redor e sentem dificuldade em dizer não, mesmo que não tenha tempo ou não tenha interesse para atender tais solicitações? Se sim, talvez você sofra com a “Síndrome da Boazinha”</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/03/Sindrome-de-boazinha.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Você conhece alguém que sempre precisa da aprovação do outro, que se colocam em segundo plano, necessitam agradar todos ao redor e sentem dificuldade em dizer não, mesmo que não tenha tempo ou não tenha interesse para atender tais solicitações? Se sim, talvez você sofra com a “Síndrome da Boazinha”.</p>



<p>Na verdade, apesar de não ser uma doença reconhecida em manuais de psiquiatria, a “Síndrome da Boazinha” é um padrão de comportamento proposto pela psicóloga Harriet B. Braiker em seu Best Seller. Ela utiliza essa metáfora para ilustrar as pessoas que criam a regra de agradar todo mundo a todo momento como forma de evitar conflitos ou por medo de serem rejeitadas, abandonadas ou não amadas, pois se eu desagrado alguém eu automaticamente perco o meu valor. Ou seja, para elas seu valor está nas coisas que fazem pelos outros e não em quem são.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, de onde surge esse comportamento?</strong></h2>



<p>Vale destacar que apesar desse comportamento atingir mais as mulheres, uma vez que nossa sociedade ainda carrega a ideia de que as mulheres devem atender os desejos e necessidades do outro, os homens também podem sofrer com essa condição.&nbsp;</p>



<p>Esse padrão de comportamento geralmente surge na infância devido a necessidades básicas que não foram atendidas, crenças limitantes ou educação extremamente rígida e agressiva. Nesse sentido, a criança cresce com a convicção de que se não atender os desejos dos pais não serão amados, pois para eles o amor está associado à obediência às regras, caso contrário serão punidos. Com isso, tornam-se adultos inseguros, com autoestima baixa, com dificuldade de expressar suas necessidades e sentimentos e sentem medo de serem mal vistos, de ficarem sozinhos ou de não atender as demandas alheias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Quais prejuízos eu tenho com esse comportamento?</em></strong></h2>



<p>A princípio, não há nada de errado em querer agradar quem amamos. O problema é quando essa atitude começa a gerar na pessoa uma preocupação excessiva em sempre corresponder às expectativas alheias, estresse, sensação de esgotamento, sente-se sobrecarregada de atividades. Ela também negligencia as próprias necessidades e interesses, isto é, ela deixa de se ouvir, esquece seus objetivos, sente-se insatisfeita, angustiada e frustrada por não atingi-los. Tudo isso causa efeitos desastrosos sobre a sua saúde mental e física como, por exemplo, dores crônicas, doenças, transtornos psiquiátricos como ansiedade, depressão e até algumas compulsões como a alimentar e por compras.</p>



<p>Além disso, as pessoas que sofrem com a “Síndrome da Boazinha” também têm dificuldades nos relacionamentos familiares, profissionais e, principalmente, nas relações amorosas. Justamente por não se expressarem, não impor limites, frequentemente são enganadas, usadas e ainda correm o risco de sofrerem em relacionamentos tóxicos, abusivos ou de realmente serem abandonadas, pois nem todo mundo consegue tolerar esse comportamento por muito tempo.</p>



<p>Vale lembrar também que quando você tem vontade de dizer não pro outro, mas ainda assim você diz sim, na verdade, você está dizendo não para si mesmo(a). Dessa forma, nem você amadurece porque fica o tempo todo fazendo o que o outro espera de você,&nbsp; nem o outro amadurece, pois lidar com não, lidar com a frustração faz parte do processo de amadurecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Me identifiquei com esse comportamento, e agora?</em></strong></h2>



<p>Mudar esse padrão de comportamento nem sempre é um processo fácil, mas é possível. Contudo, algumas dicas paliativas também podem te ajudar a lidar melhor com essa situação:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Seja assertivo(a)</em></h3>



<p>A primeira dica para começar a romper com esse padrão de comportamento é falar sobre você e não do outro, pois dessa forma a sua opinião não será interpretada como uma crítica, mas como mais uma possibilidade de interpretar a situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pense antes de falar</h3>



<p>Evite dar respostas imediatas e ensaie frases ou estratégias que possam te ajudar a ganhar tempo, por exemplo “Maria, no momento estou ocupada, te ligo em breve para te dar uma resposta.”. Assim, você evita responder no calor das emoções e ganha tempo para considerar todas as opções.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Identifique os prós e os contras de cada opção</h3>



<p>Essa também é uma dica importante, portanto escreva num papel todos os benefícios e prejuízos de cada uma das suas opções. Dessa forma, você ficará muito mais seguro(a) para dar a sua resposta seja ela um “sim”, um “não” ou fazer uma nova sugestão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Compreenda que o seu valor não está no que você faz</h3>



<p>Pessoas que dizem não de forma assertiva sabem seu valor, sabem seus limites, é uma pessoa segura. Aprenda a dizer sim a você mesmo e não para aquilo que não é importante ou não faz sentido para você.</p>



<p>Por fim, ao perceber que essa situação está te causando algum sofrimento, procure imediatamente um profissional, psicólogo ou psicoterapeuta para te ajudar com essa dificuldade e realizar alguns ajustes para que as coisas voltem ao equilíbrio.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Misógino: uma relação perigosa&#8230;</title>
		<link>https://casule.com/blog/misogino-uma-relacao-perigosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 20:15:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos ou atividades; Abala a sua auto-estima debochando de suas opiniões e se você insiste, ele reage de maneira agressiva, com gritos; Usa frases de chantagens emocionais como “você judia de mim”, “por que me trata assim se te amo?” e até ameaça suicídio quando decide dar um fim ao relacionamento… Cuidado! Você pode estar vivendo com um misógino. O termo não é muito conhecido, mas com certeza você já teve contato com um misógino, extremamente presente na sociedade. Resumindo, é um homem que tem medo e como conseqüência, raiva da espécie feminina. Mas essa raiva é irracional, em 90% dos casos ele não sabe o que é e muito menos entende esse sentimento dentro de si. O medo é tanto da própria mulher quanto também dela o abandonar, pois está dependente desta assim como esteve da sua mãe. Aliás, o misógino transfere para o relacionamento todo o sentimento que possuía pela figura materna. O pavor é tanto, que decide dominar e controlar a todo custo tanto a mulher quanto a relação. Só assim terá tranqüilidade de que não será abandonado. O seu comportamento é dualista, no início do relacionamento se porta como um perfeito sedutor, romântico e com um ar de carente e sofrido. Ele está decidido a conquistar, geralmente atraído pelo que mais odeia: uma mulher independente. Difícil de identificação, pois “eles parecem amar intensamente, com relacionamentos duradouros, com uma necessidade brutal de CONTROLAR mais do que necessitavam ser admirados, como os narcísicos. Eles podem ser responsáveis e competentes em suas relações com a sociedade; seu comportamento destrutivo não é generalizado, como acontece com o sociopata. Esse comportamento destrutivo é dirigido exclusivamente à parceira.” Iniciando o relacionamento, também a outra face aparece que é a de destruir e submeter a mulher, através da tortura psicológica e até de violência física, em casos extremos: “Esse tipo de opressão psicológica é particularmente insidioso, por que muitas vezes está disfarçada de ensinamentos para tornar a mulher uma pessoa melhor. Este tipo de misógino se apresenta como mestre e guru da parceira: Mas não o importa quanto ela se esforce e mude para atender as suas necessidades, sempre estará inevitavelmente errada. Formas que os misóginos têm de OPRIMIR sua parceira: • Através da negativa: ele nega o corrido, levando a parceira a questionar sua acuidade, e a validade de sua memória. Assim não há jeito de se resolver os problemas com alguém que nega sua existência e insiste que nunca ter existido o que a mulher sabe ter ocorrido; • Através da alteração dos fatos, o misógino reformula o fato para se ajustar a sua versão, faz alterações drásticas e amplas nos fatos, a fim de chancelar sua versão da historia; • Alega que está se comportando mal como reação a algum desvio de sua parceira, é como se seu comportamento afrontoso passa a ser uma reação compreensível a alguma terrível deficiência ou provocação da parceira. Transferindo a culpa ele se protege: absolve-se do desconforto de reconhecer sua participação no problema e convence a parceira que suas deficiências de caráter soam o verdadeiro motivo das dificuldades na vida em comum; • A parceira não pode protestar, e se a parceira o faz, ele fica mais furioso. Ele encara a reação como um ataque pessoal e como prova das inadequações da parceira. Ele transforma a parceira em culpada e ele a própria vitima. Isto acontece, pois ele está mais preocupado em desviar a culpa de si mesmo do que em reconhecer a angústia que causa à parceira. • Se o misógino se sente ameaçado de perder alguma coisa que lhe é importante, e sentindo-se humilhado, é bastante provável que a balança se incline para a brutalidade. Para ele através do medo poderá controlar melhor sua parceira; • Se a parceira tiver alguma atividade significativa que o misógino encare como ameaça, ele fará testes de sua devoção, fazendo com que ela reduza drasticamente seu mundo. Esse tipo de ciúmes e possessividade se estendem em todos os aspectos de vida. Qualquer coisa que a parceira faça que esteja fora do controle do misógino, ou seja, encarada como uma ameaça a ele deverá ser abolida; • Entre todas as coisas ineficazes que uma mulher pode fazer, tanto consciente como inconscientemente para tornar o relacionamento menos doloroso, a CONIVÊNCIA é ao mesmo tempo a mais sutil e mais destrutiva para ela. No momento que ela entra em conluio com ele, a mulher perde de vista o que acontece de fato entre os dois. Sua distorção da realidade para se ajustar à visão do parceiro indica que suas percepções estão completamente fora de foco.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://codependentesemocionais.blogspot.com.br/2012/01/misogino-uma-relacao-perigosa.html</p>
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