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	<title>sindrome do panico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>sindrome do panico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>O que é o medo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-o-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 19:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Respiração difícil, coração acelerado, mão úmidas, pernas tremendo, peito pulando, rosto vermelho, boca seca, mandíbula dura. Sente-se desligado do que acontece a sua volta, perdido, sem controle. São alguns possíveis sintomas do medo. O que provoca medo? Qualquer situação que seja percebida como ameaçadora. Esta ameaça pode ser física, moral ou de qualquer outra ordem. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Respiração difícil, coração acelerado, mão úmidas, pernas tremendo, peito pulando, rosto vermelho, boca seca, mandíbula dura. Sente-se desligado do que acontece a sua volta, perdido, sem controle. São alguns possíveis sintomas do medo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que provoca medo?</h2>
<p style="text-align: justify;">
Qualquer situação que seja percebida como ameaçadora. Esta ameaça pode ser física, moral ou de qualquer outra ordem. Alguns exemplos: Ansiedade ao participar de entrevistas ou reuniões; Perder o sono pela expectativa dos resultados de exames médicos; pensamentos referentes a possibilidade de rompimento do relacionamento, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes damos nomes diferentes à mesma sensação como: apreensão, preocupação, ansiedade, angustia, mas são termos que podem estar se referindo ao medo .<br />
Às vezes a pessoa pode não estar consciente do medo, não percebe inseguranças,  mas mesmo assim eles podem impedir situações novas como por exemplo um relacionamento satisfatório ou um emprego interessante.<br />
Alguns ficam ansiosos quando tem uma entrevista de emprego, sente medo , e algumas vezes mentem para si mesmos dizendo que não querem este emprego, e podem evitar a entrevista por medo de uma possível  reprovação. O medo pode ser manifestar como uma “voz”  dizendo que as coisa darão erradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o medo pode se parecer com vozes críticas que dizem que você não consegue, que não é tão bom quanto aquela outra pessoa, não é tão bonita como gostaria, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo pode abranger todas as intensidades, desde uma insegurança leve até o terror total.<br />
O medo pode estar presente em: insegurança , preocupação, ansiedade, fobias, ataques de pânico e TSTP, transtorno do estresse pós traumático.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
O que é medo</h2>
<p style="text-align: justify;">
Podemos entender o medo como sentimento de insegurança em relação a uma pessoa, uma situação ou um objeto.<br />
Medo é pessoal, o que assusta um pode ser indiferente do outro. Existem pessoas com medo de espaços abertos e não saem de casa, tem pessoas que sentem muita ansiedade de entrar no metrô, outros tem medo de tarefas como por exemplo, organizar uma festa, outros tem medo de baratas, avião, gatos, etc.<br />
Mas o problema pode não ser o metrô, o gato, a festa a ser organizada.  O problema pode não ser a pessoa, situação ou objeto, mas a maneira como a pessoa percebe esta situação, pessoa ou objeto.<br />
Por exemplo, uma pessoa que precisa apresentar seu trabalho na reunião da empresa. O problema dela seria falar sobre seu trabalho? Ou o que  a faz entrar em pânico é O QUE ELA PENSA QUE PODE ACONTECER, exemplo “E se não gostarem de minha apresentação, e se meu projeto for reprovado , ou se meu chefe me demitir porque descobriu que eu sou um péssimo funcionário que nem sabe apresentar um trabalho. O que vão pensar de mim?”<br />
Um bom passo na compreensão do medo pode ser perceber que todos os medos surgem da preocupação a respeito do que poderá acontecer em conseqüência do evento, e não o evento em si.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
Reações físicas do medo</h2>
<p style="text-align: justify;">
Quando sentimos medo o corpo se prepara para o famoso “lute ou fuja”. Seu corpo se prepara para dois resultados possíveis, enfrentar a situação e lutar com ela, ou sair correndo, fugir. Isso faz seu cérebro trabalhar muito intensamente, o que gera mais adrenalina. A pessoa pode se sentir: tremulo e enjoado,  dores agudas nos braços, pernas e ombros, os sentidos são bombardeados com muito mais informações do que costuma administrar e por isso o cérebro não consegue filtrar tanta informação e se torna super-vigilante, e assim fica muito mais sensível ao que acontece a sua volta .<br />
Quando tudo isso acontece em relação a algo que não seja uma ameaça física (ou seja, você não está sendo atacado de fato) mas acontece em relação à uma ameaça emocional, como por exemplo você está medo de falar com seu chefe, começa uma espiral de terror onde a o coração dispara, e acelera a adrenalina, que pode fazer que sujam dores no corpo.</p>
<p>Por exemplo: Uma pessoa tinha tanto medo de andar de metrô, mas nunca tinha entrado sequer numa estação de metro. Portanto ele tinha fobia daquilo que ele pensava que era o metrô . Toda vez que ele passava perto de uma estação de metrô e, só de pensar em entrar, ele suava frio, seu coração acelerava, seus ombros ficavam curvados e ele achava que ia desmaiar.<br />
Vejam que este medo não está relacionado ao ato de entrar no metrô, mas  a sensação de perda de controle que ele associava a andar de metrô.<br />
Como essa sensação toda era muito forte, ele nunca teve a chance de lidar com o medo de forma racional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/medo.html</p>
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		<title>Agorafobia</title>
		<link>https://casule.com/blog/agorafobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 19:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ágora em grego significa “praça”. A psicologia absorveu esse termo para representar lugares abertos &#8211; situações comuns onde as pessoas que sofrem de agorafobia se sentem desprotegidas,vulneráveis e desamparadas. Agorafobia é um transtorno de ansiedade muito comum nos quadros de se síndrome do pânico e refere-se ao medo de andar nas ruas, dificuldade de sair [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2523" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia.jpg" alt="casule-psicologia-agorafobia" width="600" height="414" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-300x207.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-610x421.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-480x331.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-600x414.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ágora em grego significa “praça”. A psicologia absorveu esse termo para representar lugares abertos &#8211; situações comuns onde as pessoas que sofrem de agorafobia se sentem desprotegidas,vulneráveis e desamparadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Agorafobia é um transtorno de ansiedade muito comum nos quadros de se síndrome do pânico e refere-se ao medo de andar nas ruas, dificuldade de sair sozinho de casa, dificuldade de ir a certos lugares como mercados ou cinema pois sente forte apreensão difícil de compreender e muitas vezes surge a necessidade de ter alguém ao lado para lhe dar segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">O agorafóbico sente ansiedade de estar em locais ou situações em que a saída seja difícil, como por exemplo, multidões,  um supermercado muito grande ou um local onde o auxilio possa não estar disponível &#8211; mesmo que não haja previsão de necessitar este auxilio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Os medos da Agorafobia mais comuns são:</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Estar longe de casa ou de pessoas que dêem segurança</li>
<li>Andar de carro, ônibus, trem, metrô ou avião</li>
<li>Locais fechados e lotados como cinema, supermercados, restaurantes, etc.</li>
<li>Situações nas quais a saída seja difícil como congestionamentos, estádios, ocupar o banco de trás de um carro, etc.</li>
<li>Fila de banco</li>
<li>Túneis, passarelas, pontes</li>
<li>Elevadores</li>
<li>Viajar</li>
<li>Ruas cheias</li>
<li>Feiras.</li>
<li>Etc.</li>
<li></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Medo de ter medo</h2>
<p style="text-align: justify;">Na agorafobia e na síndrome de pânico, a pessoa sente “medo de ter medo”. A ansiedade de sair de casa e ter uma crise a impede de se expor a situações fora de casa, por isso o comportamento mais comum na agorafobia é a evitação, a esquiva, a fuga de situações fora de sua zona de conforto – normalmente sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a crise a pessoa pode chegar a ter a sensação de que está enlouquecendo, o que a faz  evitar certos lugares, por exemplo, não vai mais ao cinema pois tem medo de passar mal, não sai de carro, não entra em supermercado, não entra em banco. Tudo isso devido a agorafobia sofrida em uma situação anterior e associada ao pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada um tem sua lista de lugares que a faz passar mal. Tive um paciente que não entrava em túneis, outro não andava de metrô. O que define qual será o local, ou os locais que serão evitados são as experiências anteriores ou idéias pré-concebidas no que se refere a estes lugares.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Desamparo</h2>
<p style="text-align: justify;">O desamparo é a sensação de que precisará de ajuda mas não conseguirá. A pessoa sente que vai precisar de algum apoio, algum recurso mas esse apoio não vai aparecer. Isso dá pavor. Tem gente que sente que precisa ter alguém por perto, por isso muitas pessoas não saem mais sozinhas, ou até nem saem mais de casa. Outros precisam saber que terão atendimento médico por perto, precisa de se certificar que tem algum hospital por perto. Já atendi um caso onde o rapaz precisava identificar o hospital mais próximo a cada quilometro por onde ele dirigia, sabia até que não iria precisar usar o tal hospital, mas fazia isso, e fazia escondido, pois tinha vergonha de sentir assim pois tinha medo de que os outros pudessem achar que estava ficando louco, então arranja desculpas esfarrapadas para evitar essas situações. Não vai pra praia porque (mente que&#8230;) tem que trabalhar, não vai para o cinema porque não está a fim de ver aquele filme. Tudo mentira. Ele está apavorado. Tem outras pessoas que não procuram hospital, mas a casa de pessoas conhecidas. Só andam em locais onde sabe que podem pedir ajuda para alguém, não saem dessa rota. Tem outros que não se afastam da sua própria casa, andam só no quarteirão, e quanto mais se afastam, mais passam mal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A agorafobia está diretamente relacionada com a Síndrome do pânico, segue algumas informações específicas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pânico – Síndrome do Pânico</h2>
<p style="text-align: justify;">Pânico é o ponto mais forte da ansiedade. É um medo tão intenso que dificulta a capacidade de raciocínio. A pessoa com síndrome do pânico pode sentir vontade de sair correndo, procurar um lugar seguro. Para alguns o pronto socorro é esse local, pois tem a sensação de que está muito doente, que vai ter um ataque do coração, mas quando ela é atendida, o médico nunca identifica um problema físico, pressão boa, respiração normal, enfim, corpo saudável. “Mas doutor? E esse taquicardia que eu senti? E essa falta de ar que parece que estou sufocando?” São essas as perguntas que os médicos que atendem as pessoas com crises de pânico ouvem e nem sempre sabem responder.</p>
<p style="text-align: justify;">A síndrome do pânico é um mal estar repentino sem ter nada aparente provocando, com sintomas físicos intenso, em geral falta de ar, tontura, mal estar, dor de barriga e suor frio.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico correto só pode ser feito por um psicólogo experiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas geralmente começam de forma branda, chegam a um pico mais forte em alguns minutos e depois de um tempo a coisa toda passa do mesmo jeito que chegou, sem explicação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Despersonalização</h2>
<p style="text-align: justify;">Outro sintoma comum é a despersonalização, e se refere à sensação  de você não ser você, de saber que está ali mas ainda assim se sente distante.</p>
<p style="text-align: justify;">A característica principal da síndrome do pânico é o medo de ter medo. Por medo de passar mal em certas situações, a pessoa passa a evitar as tais situações. O que ela não sabe é que evitar só faz o medo aumentar ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando procurar terapia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando sua vida começa a ter prejuízos, quando há sofrimento psíquico ou quando você deixa de praticar sua rotina do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Pânico e ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade. As pessoas costumam identificar a depressão e a ansiedade, mas tanto a depressão está dividida em vários tipos, você pode ler na página sobre depressão, que são o bipolar, distimia, etc, como a ansiedade também não é única. Existem vários quadros ansiosos, vários tipos de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade é necessária para a preservação do individuo. Medo é um instinto de preservação. Se você tiver não tiver medo nenhum de nada, você vai acabar se colocando em situações de risco exagerado, vai atravessar a Avenida 23 de Maio sem olhar para os lados, mas com medo exagerado você não vai atravessar rua nenhuma, fica paralisado. E aí é que entra o transtorno, é quando o medo pára de te proteger e começa a te prejudicar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/agorafobia.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Angústia – entenda o que é e como tratar!</title>
		<link>https://casule.com/blog/angustia-entenda-o-que-e-e-como-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 19:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como superar a Angústia Para os ataques de angústia, uma doença muito comum na sociedade de hoje, é importante saber como superar os sintomas, além da ansiedade, a depressão, a tristeza e o medo, que geralmente a acompanham. Caso contrário, o transtorno da angústia pode causar fortes danos para a saúde física e emocional. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-2407 aligncenter" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia.jpg" alt="casule-psicologia-angustia" width="600" height="420" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia.jpg 786w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia-300x210.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia-768x537.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia-610x427.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia-480x336.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-angustia-600x420.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h1 style="text-align: justify;">Como superar a Angústia</h1>
<div class="article-sub" style="text-align: justify;">
<div class="article-sub" style="text-align: justify;">
<p>Para os ataques de angústia, uma doença muito comum na sociedade de hoje, é importante saber como superar os sintomas, além da ansiedade, a depressão, a tristeza e o medo, que geralmente a acompanham. Caso contrário, o transtorno da angústia pode causar fortes danos para a saúde física e emocional.</p>
</div>
<div class="img-caption"></div>
<p class="article" style="text-align: justify;">A angústia é um sintoma da era atual, caracterizada pela incerteza e a instabilidade nos diferentes níveis da existência do homem. Os problemas em todas as áreas da vida, seja econômicos ou problemas que possam surgir em relação aos outros, podem levar a um transtorno de angústia que, se não tratada, leva a conseqüências físicas e emocionais. Além disso, muitas vezes angústia é acompanhada por sensações de ansiedade, depressão, tristeza emedo.</p>
<p>Todos em algum momento de nossas vidas, temos sofrido ataques de angústia por causas diferentes da vida. A força para superar um ataque de angústia é a chave para evitar a doença afetar o desenvolvimento normal da nossa existência. Os sintomas de angústia são caracterizados por distúrbios físicos e emocionais, entre os quais são:</p>
<ul>
<li>Transtorno do sono com insônia, pesadelos, acordar no meio da noite com dificuldade para voltar a dormir.</li>
<li>Transtorno de conduta com irritabilidade, tremores, nervosismo,incapacidade de lidar com as dificuldades.</li>
<li>Transtorno físico com problemas digestivos, diarréia, problemas urinários, espasmos, dores de cabeça, diminuição do desejo sexual.</li>
<li><strong>Existem algumas dicas básicas que você pode levar em conta para evitar ataques de angústia no futuro:</strong></li>
</ul>
<p class="article" style="text-align: justify;">
<ul>
<li>Primeiro, aumentar a sua atividade física com o esporte que você gosta ou simplesmente fazer um passeio ou exercício. Às vezes, uma caminhada é o melhor remédio para acalmar a angústia e ver mais claras as dificuldades e como resolvê-las.</li>
<li>Evite sobrecarregar as tensões de todos os tipos, aprender a valorizar as coisas em perspectiva e estabelecer uma ordem de prioridades, delegar ou adiar o que não está ao seu alcance. Não tente se esforçar além do possível.</li>
<li>Aprenda a desfrutar dos bons momentos e reservar um espaço em sua vida para acomodá-los. Vai voltar com mais força para enfrentar as dificuldades e não cair de novo em ataques de angústia.</li>
<li></li>
</ul>
<p>FONTE:http://br.innatia.com/c-doencas-psicologicas-pt/a-como-superar-a-angustia-8188.html</p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>É impossível  ser feliz sozinho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/e-impossivel-ser-feliz-sozinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 20:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[medo da solidão]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome do panico]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem só consiga ser feliz quando tem alguém para fazer planos de juntar as escovas de dente. Há quem sinta um desconforto inexplicável em fazer uma caminhada, ir ao teatro ou até mesmo frequentar a academia desacompanhada. Há quem sinta uma dor descomunal &#8211; beirando à enfermidade &#8211; ao se pegar sozinha no fim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2291" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho.jpg" alt="casule-psicologia-ser-feliz-sozinho" width="600" height="379" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho.jpg 640w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho-300x189.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho-610x385.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho-480x303.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-ser-feliz-sozinho-600x379.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há quem só consiga ser feliz quando tem alguém para fazer planos de juntar as escovas de dente. Há quem sinta um desconforto inexplicável em fazer uma caminhada, ir ao teatro ou até mesmo frequentar a academia desacompanhada. Há quem sinta uma dor descomunal &#8211; beirando à enfermidade &#8211; ao se pegar sozinha no fim de semana à noite, de pijamas e sem planos de bebedeiras épicas. Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite, menos dormir antes das dez. Há quem não suporte a ideia de fazer uma viagem sozinha, porque para a maioria dessas pessoas, felicidade é um combo que inclui muitos amigos e companhias inseparáveis &#8211; muitos dirão que um álbum de viagem com várias selfies de um rosto só é de muito mau gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem sinta muito medo de envelhecer; não pelo aparecimento das inevitáveis rugas ou pela possível perda gradativa de memória, mas pela solidão que, muitas vezes, bate à porta de mãos dadas com todos os sinais que evidenciam que estamos mais perto do fim. Há quem não consiga decidir que calça comprar se não tiver a opinião da mãe, do amigo ou de quem quer que seja. Há quem não veja motivos para abrir uma garrafa de cerveja e celebrar a vida se não estiver na presença da torcida do Flamengo inteira &#8211; com muita risada e música estourando os tímpanos, de preferência.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1967 o mestre Tom Jobim compunha a música &#8220;Wave&#8221; ou &#8220;Vou te contar&#8221;. O sucesso foi interpretado por diversos artistas de renome, entre eles Elis Regina e Frank Sinatra. A música é linda, de uma leveza e poesia inenarráveis (como todas as composições do Tom) e chama atenção para um trecho, em especial: &#8220;Fundamental é mesmo o amor/ é impossível ser feliz sozinho&#8221;. Concordo que o amor seja fundamental e acredito que esse sentimento é o combustível essencial das nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais essencial que o amor em sua forma genérica, é o nosso amor-próprio, que está intimamente ligado ao prazer em estarmos na nossa própria companhia, e ponto. A dependência irrefreável de estar rodeado de pessoas o tempo todo pode ser tão perigoso quanto qualquer droga psicotrópica: a abstinência de gente pode levar à tristeza profunda e à banalização do viver. Contudo, o tratamento é simples e não tem contra-indicações: aceitar os pequenos momentos em que estamos completamente solitários e desfrutá-los com o mesmo prazer que desfrutaríamos de um almoço de domingo com a casa cheia. Importante lembrar que a palavra solidão tem interpretações ambíguas, podendo significar estar só dentro de um espaço físico ou sentindo-se com a alma solitária em meio a uma multidão. Solidão nada tem a ver com a falta de pessoas ao nosso redor, e sim com um estado de espírito. Portanto, reveja seus conceitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há nada de errado em gostar da muvuca, da algazarra, dos oito primos correndo pela casa em meio à repreensão da mãe, das quatrocentas pessoas se espremendo numa casa noturna onde cabe menos da metade ou da companhia de todos os seus amigos do facebook, juntos. É importante e saudável conviver com outras pessoas, se relacionar, sentir o calor humano; entretanto, não podemos fazer disso uma regra, pois só temos a perder, afinal, não sentir prazer na nossa própria companhia é uma afronta contra nossas próprias qualidades e virtudes.</p>
<p>FONTE:ounge.obviousmag.org/inquietacao_cronica/2015/02/e-impossivel-ser-feliz-sozinho.html</p>
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		<title>Terror noturno é distúrbio do sono que afeta crianças!</title>
		<link>https://casule.com/blog/terror-noturno-e-disturbio-do-sono-que-afeta-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 19:25:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesadelos são comuns na infância, principalmente entre os três e cinco anos de idade. Mas podem se tornar um transtorno do sono, chamado de terror noturno, quando são seguidos de gritos, choros e pedidos de ajuda da criança para se livrar das fantasias que a assombram. &#8220;Esporadicamente, não tem problema. Os pais devem acalmar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2236" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono.jpg" alt="casule-psicologia-transtorno-do -sono" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Pesadelos são comuns na infância, principalmente entre os três e cinco anos de idade. Mas podem se tornar um transtorno do sono, chamado de terror noturno, quando são seguidos de gritos, choros e pedidos de ajuda da criança para se livrar das fantasias que a assombram. &#8220;Esporadicamente, não tem problema. Os pais devem acalmar os filhos e colocá-los para dormir novamente. Mas, se acontecer mais de um susto por noite e com frequência, pode ser preocupante&#8221;, explica a médica do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo Márcia Hallinan.</p>
<p>Para resolver o problema, a participação dos pais é o quesito mais importante, diz a psicóloga Maria Cristina Capobianco. Primeiro, é preciso minimizar fatores agravantes, como irregularidades na hora de ir para a cama e de despertar e dieta à base de alimentos condimentados ou gordurosos.</p>
<h2 class="right" style="text-align: justify;">Terror noturno é distúrbio do sono que afeta crianças</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">É aconselhável não gritar com as crianças durante a crise ou acordá-los rapidamente. Caso contrário, o que duraria cerca de 15 segundos pode demorar a passar. &#8220;Se os pais estão dispostos a ouvir os relatos sem apavorar-se ou desvalorizá-los, estarão escutando o inconsciente da criança, que obviamente está trazendo algum apelo&#8221;, afirma a terapeuta.</p>
<p>Outro recurso que os pais podem usar para ajudar a criança a lidar com o problema é a montagem de uma espécie de peça de teatro com a história do pesadelo. &#8220;A criança pode ser o monstro, os pais outra figura. E todos podem inventar um novo desenlace para a trama. Isso devolverá à criança seus poderes mágicos para lutar contra esses bichos assustadores&#8221;, explica Maria Cristina. Com bebês, a orientação é segurá-los nos braços, conversando calmamente ou até cantando até que a sensação de terror diminua.</p>
<div class="widget-video" style="text-align: justify;">
<div class="video">
<div id="player-5572" class="player" data-sambatech-mediahash="2c9f94b62ebbea47012ecfcf8c510b14"></div>
<h2 class="linha-fina-video">Como fazer a criança dormir?</h2>
</div>
</div>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">Nos casos em que as tentativas dos pais não funcionam, a participação de um psicólogo pode ser eficaz para que a criança não se sinta ameaçada e fragilizada diante das dificuldades.</p>
<p>Os pesadelos podem indicar dificuldades na dinâmica familiar. Crianças que presenciaram ou foram vítimas diretas de situações de violência doméstica, tiveram perdas de pessoas significativas ou sofreram abusos sexuais, entre outros traumas, podem apresentar uma intensificação dos sonhos ruins. Esse é um sinal de que a experiência vivida ainda precisa ser trabalhada.</p>
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<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">O terror noturno ainda pode ser desencadeado por situações estressantes, como mudança de escola, separação dos pais, perda de um bicho de estimação, briga com um irmão e dor de crescimento.</p>
<p>As consequências do terror noturno são sofrimento e angústia para a criança, além de possível desenvolvimento de insônia precoce. Medo de ficar no escuro, dormir sozinho e sonhar são outros problemas trazidos pelo distúrbio.</p>
<p>FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12745-terror-noturno-e-disturbio-do-sono-que-afeta-criancas</p>
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		<title>Técnica mindfulness é usada para tratar emoções</title>
		<link>https://casule.com/blog/tecnica-mindfulness-e-usada-para-tratar-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2015 13:56:58 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/man_meditation.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1922" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/man_meditation.jpg" alt="man_meditation" width="600" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com diagnóstico de ansiedade, depressão, dor crônica, câncer, síndrome do pânico, transtorno de humor bipolar, esquizofrenia ou com sofrimentos relacionados ao estresse do dia a dia podem ser tratadas usando o poder da mente. Técnicas que aliam meditação e foco em pensamentos positivos têm sido indicadas para prevenir e curar traumas psiquiátricos. Evitam também situações de angústia ou completo desgaste. Ainda recentes, as intervenções baseadas em mindfulness têm conquistado espaço no campo da ciência, com aplicações práticas em ambulatórios e já integradas à rede do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é?</h2>
<p style="text-align: justify;">O que se busca nesse conjunto de exercícios mentais, que tem como base a meditação e técnicas respiratórias, é o aumento da capacidade cerebral e o melhor funcionamento da atividade celular, resultados já comprovados em estudos norte-americanos e em pesquisas brasileiras em andamento no estado de São Paulo. O conceito de mindfulness ou “atenção plena” consiste em direcionar o pensamento para produzir, no cérebro, atividade capaz de equilibrar níveis hormonais na corrente sanguínea, como os de cortisol, o que ajuda o organismo a controlar o estresse, reduzir inflamações, contribuir para o funcionamento do sistema imune, entre outros benefícios. A técnica – oriunda do Budismo, trazida para o Brasil no início dos anos 2000, mas ainda pouco difundida – ajuda ainda a produzir serotonina, o que cria sensação de bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, alcançar aumento de qualidade de vida, redução da dor ou cura para transtornos psiquiátricos com intervenções do mindfulness exige empenho. Psiquiatra e professor do Departamento de Pós-graduação de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Paulo Knapp explica que estar em estado mental de mindfulness, alcançado por meio da meditação, não significa ficar sem pensamento, sem pensar em nada. “É estar atento ao que sente e pensa, sem brigar com a angústia, a dor física ou a ansiedade. Mas é preciso ter um distanciamento para perceber que toda situação negativa é passageira”, afirma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Resiliência</h2>
<p style="text-align: justify;">O especialista destaca ainda a importância do pensamento positivo e da resiliência na reversão do pessimismo característico de quadros de depressão, ansiedade, entre outros transtornos. “A resiliência, termo que vem da física, é a capacidade de se adaptar à realidade e reagir a um determinado evento. Ela ajuda a pessoa a ter propósitos, vencer desafios e se movimentar”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de pacientes com síndrome do pânico, por exemplo, as técnicas de meditação podem ser usadas para bloquear reações de risco criadas na mente. A médica psiquiatra e sócia fundadora da Sociedade Brasileira de Terapias Cognitvas (SBTC), Melaine Ogliari Pereira, afirma que as terapias cognitivas do mindfulness ativam mecanismos para diminuir a sensação de medo típico da doença. “No pânico, o risco é sempre maximizado. A pessoa pensa sempre que vai ter uma parada cardíaca, vai morrer, que não pode ficar sozinho. Ao aprender a focar o pensamento, em ser otimista, e controlar a respiração diafragmática, ele produz menos adrenalina e diminui os sintomas”, explica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Química</h2>
<p style="text-align: justify;">A especialista lembra ainda que, como cada pensamento libera substâncias químicas no organismo, se a pessoa estiver focada nesses pensamentos tóxicos, efetivamente irá criar caminhos neurológicos desfavoráveis. “Isso desacelera o raciocínio e diminui as habilidades, o que eventualmente conduz a quadros de medo, depressão ou a outros transtornos psicológicos”, explica Melaine.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de mindfulness é um dos assuntos tratados no Congresso Mundial do Cérebro, Comportamento e Emoções, que teve início ontem e vai até sábado, em Porto Alegre. O evento, que reúne especialistas internacionais, trata das questões do cérebro e da mente, criando uma interface entre as especialidades de neurologia, psiquiatria, geriatria, neurocirurgia, neuropsicologia e sono.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Desafio na rede pública</h2>
<p style="text-align: justify;">Disseminar as técnicas do mindfulness, inclusive com atendimento na rede pública de saúde, é o maior desafio de pesquisadores dedicados ao tema. Experiências estão adiantadas na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde, desde 2011, atendimentos vêm sendo feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com grupos de pessoas de várias faixas etárias para busca do autocontrole emocional e prevenção a novos episódios de depressão, ansiedade e outros transtornos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estudos norte-americanos mostram que chegamos a passar 50% do nosso tempo fora das nossas cabeças. As pessoas agem quase sempre ligadas a questões negativas que as aprisionam ao passado ou distrações futuras. O desafio do mindfulness é focar o pensamento no agora, entender as emoções, as angústias, sem julgamento, e não fugir delas”, afirma a psicóloga Daniela Sopezki, doutoranda em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.</p>
<p style="text-align: justify;">No Sul do país, há aplicações também avançadas. Presidente da Associação de Terapias Cognitivas do Estado do Paraná, a psicóloga clínica Vânia Bazan explica que já desenvolve técnicas de meditação com pacientes. “Entre os transtornos que prevalecem entre os jovens estão os de ansiedade, depressão, déficit de atenção/hiperatividade, entre outros. A meditação ajuda a tratar esses distúrbios”, diz. Ela lembra ainda que, em tempos de internet e redes sociais, há inclusive aplicativos que orientam na prática de mindfulness.</p>
<h2 style="text-align: justify;">EFEITOS CEREBRAIS</h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/20150430093854611278u.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1921" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/20150430093854611278u.jpg" alt="20150430093854611278u" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Neurocientistas descobriram que pessoas mais alegres e mais propensas ao otimismo geralmente têm maior atividade na parte esquerda do córtex pré-frontal.Pensamentos positivos dão suporte ao desenvolvimento do cérebro, criando e reforçando novas sinapses, especialmente no córtex pré-frontal, que serve como o centro de integração de todas as funções do cérebro/mente. Há importantes diferenças entre otimistas e pessimistas. O otimismo envolve elevados componentes cognitivos, emocionais e motivacionais desejáveis. O córtex pré-frontal é a única parte do cérebro que pode controlar as emoções e comportamentos e ajudar a focar nos objetivos que se pretende atingir e perseguir. Por outro lado, o foco em pensamentos negativos têm menor atividade no córtex pré-frontal, o que se concentra no lobo temporal. O pensamento negativo resulta em mau desempenho na escola e trabalho e em relações interpessoais conturbadas. Pessoas pessimistas também têm maior chance de ter depressão e mais probabilidade de morrer mais cedo que os otimistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2015/04/30/noticia_saudeplena,153215/tecnica-mindfulness-e-usada-para-tratar-emocoes.shtml</p>
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		<title>Estresse no trabalho tem nome: Síndrome de Burnout</title>
		<link>https://casule.com/blog/estresse-no-trabalho-tem-nome-sindrome-de-burnout/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 18:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o mercado cada vez mais competitivo, as pessoas passam a trabalhar cada vez mais, estando no seu limite durante dias e até meses seguidos – e isso tudo pode custar um preço caro em curto/médio prazo. Não faz bem trabalhar sempre sob pressão e na sua máxima capacidade durante muito tempo, mas do jeito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-bournet.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1808" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-bournet.jpg" alt="casule-psicologia-bournet" width="600" height="408" /></a>Com o mercado cada vez mais competitivo, as pessoas passam a trabalhar cada vez mais, estando no seu limite durante dias e até meses seguidos – e isso tudo pode custar um preço caro em curto/médio prazo. Não faz bem trabalhar sempre sob pressão e na sua máxima capacidade durante muito tempo, mas do jeito que as coisas caminham hoje em dia, quem não faz isso, corre maiores riscos de perder o emprego e ser substituído em menos de uma semana. E é por isso que surge uma nova síndrome que acomete os trabalhadores: a Síndrome de Burnout.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo João Alexandre Borba, psicólogo e coach, a principal característica dessa doença é o estado de tensão emocional e estresse crônicos que é criado por causa das condições de trabalho emocionais, físicas e psicológicas desgastantes. “Todos estão sujeitos a sofrerem com o Burnout, mas percebo que os pacientes que mais sofrem com a presença da Síndrome são aqueles que trabalham em profissões que exigem envolvimento interpessoal intenso e direto, como médicos e demais profissionais da área da saúde, policiais e bombeiros, agentes penitenciários, pessoas que enfrentam dupla jornada, jornalistas, advogados, professores e até mesmo voluntários”, comenta Borba.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais sintomas apresentados pela síndrome são a sensação de esgotamento físico e emocional – e isso se reflete em todas as áreas da vida por meio de agressividade, isolamento, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima, dificuldade de concentração, mudanças de humor, atitudes negativas, ausências no trabalho, lapsos de memória, etc. “A pessoa não precisa ter todos esses sintomas para que esteja com a síndrome, mas esses são os mais fáceis de serem notados. Além disso, questões envolvendo a saúde física também podem estar relacionados com a doença, como dores de cabeça e enxaquecas, pressão alta, insônia, dores musculares, problemas estomacais, sudorese, palpitação, etc.” explica o psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante nesse caso é entender que isso é sim uma doença, e não uma “frescura” do profissional, que, para chegar até esse ponto, com certeza aguentou muitos problemas – e engoliu muitos sapos. “E comparar um profissional a outro é extremamente errado. Se dois profissionais trabalham na mesma área e somente um deles começa a apresentar os sintomas, não significa que ele é fraco ou qualquer coisa do tipo – assim como não significa que o outro é melhor. Cada um tem seu limite, e é preciso respeitá-lo”, exalta o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tratar a síndrome pode ser preciso o apoio profissional, desde psicólogos até psiquiatras, que podem indicar antidepressivos dependendo do grau da doença. “Mas o apoio profissional não é tudo. O paciente precisa entender pelo o que está passando e se dedicar para que os sintomas sejam controlados e ele volte a ter uma vida boa e saudável – algo que, no momento, pode lhe parecer impossível”, explica Borba.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um dos problemas das crises: os pacientes acham que ela nunca vai acabar – e eles estão errados. Tudo passa, mas, para passar de forma mais rápida e eficiente, eles precisam tomar as rédeas das suas vidas e cuidar da sua saúde. “Atividades físicas regulares e exercícios de relaxamento são de grande auxílio para pessoas que sofrem com o Burnout. Além disso, a pessoa não deve usar a desculpa de ‘falta de tempo’ para não praticar exercícios ou não aproveitar momentos de lazer. Para isso, a melhor sugestão é: mude seu estilo de vida, assim você previne/trata a síndrome de forma mais natural e saudável, sem precisar partir para tratamentos mais rígidos”, ressalta o coach que lembra: drogas e álcool apenas afastam as crises de ansiedade, mas não a curam – podendo, em certos casos, até piorar a situação. Portanto, deixe-os de lado e aposte em tratamentos mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://primeiraedicao.com.br/noticia/2014/12/23/estresse-no-trabalho-tem-nome-sindrome-de-burnout</p>
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