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	<title>síndrome do ninho vazio - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>síndrome do ninho vazio - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Síndrome do Ninho Vazio (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 20:02:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Síndrome do Ninho Vazio Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio. Confira com Joana Baldi, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ogDBagSBBc0?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<h2>Síndrome do Ninho Vazio</h2>
<p>Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio.</p>
<p>Confira com Joana Baldi, psicóloga da Casule!</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você sabe o que é Síndrome do Ninho Vazio?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-sabe-o-que-e-sindrome-do-ninho-vazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 15:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar a respeito da Síndrome do Ninho Vazio? Essa síndrome refere-se ao surgimento de um quadro de depressão e/ou tristeza enfrentado pelos pais quando os filhos saem de casa, é a “retirada do cordão umbilical”. A mudança e independência faz parte da evolução do ser humano. Normalmente a Síndrome do Ninho Vazio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar a respeito da <strong>Síndrome do Ninho Vazio</strong>? Essa síndrome refere-se ao surgimento de um quadro de depressão e/ou tristeza enfrentado pelos pais quando os filhos saem de casa, é a “retirada do cordão umbilical”. A mudança e independência faz parte da evolução do ser humano.</p>
<p>Normalmente a Síndrome do Ninho Vazio se inicia desde o momento da separação dos filhos até o momento em que é estabelecida uma nova ordem familiar. As mulheres normalmente são as mais afetadas, porém não quer dizer que os homens sejam imunes à essa síndrome. Os sentimentos são vivenciados tanto por homens quanto por mulheres mas as reações podem ser diferentes. A personalidade de cada indivíduo pode influenciar significativamente no modo como essa separação será encarada. Embora todos os pais saibam que tendem a passar por esse momento em suas vidas, ninguém nunca está totalmente preparado e essa separação não precisa ser levada como um sinônimo de crise. Quando os motivos da saída dos filhos são bons, como casamento, faculdade e emprego o processo torna-se menos doloroso. Porém, caso a separação seja por brigas ou falecimentos a mesma tende a ser mais intensa e sofrida. É normal que a ansiedade, stress e tristeza estejam presentes nesse momento.</p>
<p>Caso essa tristeza se estenda, acompanhada de alterações de humor e de comportamento, pode transformar-se em depressão, principalmente se esse fato ocorrer no momento em que a mulher vivencia a menopausa, fator este que pode acabar abalando ainda mais o emocional da mulher, já que esta estará vivendo um período de baixa auto-estima e perda da função reprodutora.</p>
<p>Quando os filhos saem de casa, o papel dos pais mudam. Eles deixam de estar fisicamente presentes e passam a ter uma presença mais distante. Isso não significa que seus papeis como pais desapareceram, eles apenas mudaram. É preciso saber ajustar a nova rotina e os novo fatos.</p>
<p>Para que esse momento se torne menos doloroso é importante que ambos saibam que essa será apenas uma fase de adaptação e que logo melhorará. Os pais precisam ser tolerantes e compreensivos um com o outro e os amigos e familiares podem ser de fundamental importância nesse momento como forma de apoio e de preenchimento dos momentos de solidão.</p>
<p><strong>A saída de um filho de casa marca o inicio de uma nova fase para ele e para os pais. É importante lembrar que ninguém estará sozinho e que em breve, tudo tende a se resolver.</strong></p>
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		<title>Síndrome do ninho vazio: quando chega a hora de se despedir dos filhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-quando-chega-hora-de-se-despedir-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 19:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona. É normal sentir tristeza diante da partida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É normal sentir tristeza diante da partida de nossos filhos. Fomos responsáveis por eles desde pequenos, lhes ensinamos quase tudo que poderíamos sobre a vida e estivemos ali para ajudá-los e apoiá-los quando foi preciso. Mas isto irá mudar. Agora tomarão conta das suas próprias vidas, ficarão independentes.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Existem muitos pais que se negam a assumir esta realidade e isto lhes causa graves conflitos com seus filhos. Embora seja difícil se despedir deles, eles precisam compreender que esta emancipação é importante e faz parte do ciclo da vida. Quando isto não acontece, nos deparamos com a síndrome do ninho vazio.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Síndrome do ninho vazio: quando se despedir dói</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A síndrome do ninho vazio é um sentimento carregado de tristeza e de solidão. Os pais não são capazes de enfrentar a partida dos seus filhos e a ansiedade começa a aparecer nas suas vidas. Por mais que tenham se sentido preparados para este momento, não estavam. Muitos, no seu interior, se negam a aceitar esta realidade.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Hoje em dia esta situação vem aumentando. Os jovens demoram mais em deixar o ninho, alguns inclusive nunca chegam a fazê-lo. A situação econômica ou o conforto de continuar morando com os pais faz com que estes não tenham a necessidade de se preparar para uma futura partida, acham que seus filhos estarão sempre com eles.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É verdade que se você tem mais de um filho isto pode ser um pouco mais fácil. Partirá um, mas talvez o outro fique. No entanto, se você teve apenas um descendente, a sua partida será mais dolorosa. É seu único filho e você não deseja perdê-lo. O fato mesmo dele sair de férias longe de você durante uma longa temporada já lhe provoca um certo temor.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Também influencia o fato de que os laços podem ser mais ou menos fortes no relacionamento com os pais. Por exemplo, se nos deparamos com uma mãe solteira que teve que criar seu filho sozinha, provavelmente esse laço será muito mais dependente que se a situação tivesse sido diferente. Neste caso, a mão se apoiou muito no filho e não aceita levar sua vida separada dele.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Esta despedida não é uma perda</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É difícil superar esta situação quando os pais a veem de uma forma tão dramática. Para eles, o fato dos filhos quererem deixar o ninho significa que irão perdê-los, e não poderiam estar mais enganados. Simplesmente farão suas vidas, assim como eles fizeram as suas. Construirão suas próprias famílias, mas continuarão estando ali.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Está claro que não é a mesma coisa ir morar em outro país do que ficar em uma casa próxima à dos pais. Apesar disso, muitos são os pais que, se não têm seus filhos dentro do lar, sentem que os perderam para sempre. Por isso, é importante mudar a visão que se tem sobre a ação de se despedir e não tratá-la como um sinônimo de perda.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está em um relacionamento amoroso, será muito mais fácil superar esta situação. Vocês poderão aproveitar esta oportunidade para viajar, focar novamente no seu relacionamento como casal e viver experiências que até então não se puderam permitir. Muitos são os pais que se esquecem de cuidar do casal porque focam exageradamente nos filhos. Agora isto pode mudar.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está sozinho e se apoiou demais no seu filho, não corte as suas asas nem o faça se sentir culpado por ir embora de casa. Saia com seus amigos, fale com os outros, aproveite a vida, viaje, conheça gente nova, mas deixe que o seu filho faça a sua vida. Lembre-se de que você fez o mesmo, e não é justo que agora coloque barreiras às pessoas que você mais ama.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">As circunstâncias são muito diferentes, mas nunca devemos segurar nossos próprios filhos em casa. Se o jovem quer ir embora, não tente colocar pedras no seu caminho ou fazê-lo se sentir mal. Não é justo nem para você, nem para ele, e a sua relação pode se deteriorar por causa disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Despedir-se é difícil, mas é uma lei da vida. Cedo ou tarde todos iremos alçar voo para viver novas experiências, crescer e, em alguns casos, formar nossas próprias famílias. Despedir-se não é sinônimo de perder nem de abandonar, nem sequer implica solidão. Despedir-se é avançar, mudar, se transformar e amadurecer.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/</p>
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		<title>Como superar a síndrome do ninho vazio?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-superar-a-sindrome-do-ninho-vazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 22:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um determinado momento das nossas vidas, nos damos conta de que os nossos filhos cresceram, e tomaram a decisão de começar um novo caminho de independência. No entanto, isto faz parte da vida, muitas vezes os pais se sentem abandonados e tristes. A síndrome do ninho vazio faz referência a esta situação, trata-se de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2423" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html.jpg" alt="mae-eu-tenho-que-ir.html" width="600" height="399" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html-768x511.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html-610x406.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html-980x652.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html-480x319.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/mae-eu-tenho-que-ir.html-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Em um determinado momento das nossas vidas, nos damos conta de que os nossos filhos cresceram, e tomaram a decisão de começar um novo caminho de independência. No entanto, isto faz parte da vida, muitas vezes os pais se sentem abandonados e tristes. A síndrome do ninho vazio faz referência a esta situação, trata-se de um sentimento de solidão gerado pela ida de um ou vários filhos de casa. Esta situação faz com que os pais deixem de se sentir importantes para os seus filhos e se sintam irritados e agoniados. A seguir mostraremos, como superar a síndrome do ninho vazio.</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;"><strong>Nova perspectiva da situação.</strong> Você deve pensar naqueles aspectos que contribuem com o seu bem-estar. Muitas vezes o relacionamento com os filhos melhora quando eles já não estão em casa. Outro aspecto é o tempo com o que agora você conta para se dedicar a novos projetos.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Dê força para o seu companheiro</strong>. Quando temos filhos, muitas vezes nosso companheiro fica de lado. Este é o momento de dar força para o seu companheiro e de realizar aquelas atividades que você tinha adiado. Esta é uma nova etapa da vida que você deve desfrutar totalmente</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Fale do assunto</strong>. Pôr para fora os seus sentimentos é o primeiro passo para melhorar. Às vezes, compartilhar este sentimento com nossos entes queridos nos permite perceber que podemos superar esta situação.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Atividades prazerosas</strong>. Ao longo da vida as pessoas sempre sentem o desejo de realizar determinadas atividades que lhes dão prazer, mas as exigências diárias, às vezes, fazem com que estas terminem sendo adiadas. Faça uma lista de todas aquelas atividades que você gosta e se prepare para começar a fazê-las.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Pratique um esporte</strong>. O exercício físico é muito bom para a saúde e ajuda a relaxar. Saia para caminhar todos os dias durante 30 minutos, e você notará como em pouco tempo se sentirá cada vez melhor.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Cuidado pessoal</strong>. Não se abandone, nem se deixe abandonar. Você deve buscar um cuidado pessoal adequado, hoje você tem tempo para isso. É importante que você volte a adotar o papel de mulher, além do de mãe.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Estimule a independência</strong>. É importante que seus filhos saibam que podem contar com o seu apoio nesta nova fase. Evite invadir a sua nova casa ou a sua vida com visitas ou telefonemas contínuos. Você deve deixá-los crescer, acompanhá-los e desfrutar com eles esta nova etapa da vida.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Adote um animal de estimação</strong>. Se você não tem um marido ou namorado com quem compartilhar este momento e sente que a casa está vazia sem seus filhos, pode adotar um animal de estimação. Eles serão uma grande companhia.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Melhore a relação com seu filho</strong>. À medida que passa o tempo, a relação com seu filho mudará positivamente. A maturidade de ambos fomentará outro tipo de comunicação mais frutífera. Você nunca vai deixar o seu papel de mãe, seus filhos estarão ai para você.</li>
</ol>
<p>Fonte: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-superar-a-sindrome-do-ninho-vazio-3209.html</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O desafio de enfrentar a Síndrome do Ninho Vazio</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-desafio-de-enfrentar-a-sindrome-do-ninho-vazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 22:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ver um filho sair de casa para estudar, morar sozinho, casar ou trabalhar em outra cidade costuma causar sentimentos distintos nos pais: felicidade, orgulho, sensação de dever cumprido, mas, também, uma estranheza mesclada à dor que os especialistas costumam denominar síndrome do ninho vazio. &#8220;É um processo de adaptação. Cada pessoa sente de forma singular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2233" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1.jpg" alt="Young man in car waving goodbye to parents" width="600" height="424" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1.jpg 493w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1-300x212.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1-480x339.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ver um filho sair de casa para estudar, morar sozinho, casar ou trabalhar em outra cidade costuma causar sentimentos distintos nos pais: felicidade, orgulho, sensação de dever cumprido, mas, também, uma estranheza mesclada à dor que os especialistas costumam denominar síndrome do ninho vazio.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um processo de adaptação. Cada pessoa sente de forma singular as transformações que acontecem na rotina&#8221;, afirma a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). &#8220;Não importa que os pais saibam que sua prole está bem. Emocionalmente, há uma forte perda&#8221;, diz a psicóloga Maria Celia de Abreu, também de São Paulo. Alguns especialistas respondem às principais dúvidas em relação a esta fase e orientam os pais sobre o que fazer para enfrentá-la.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Existem pessoas que são mais suscetíveis ao problema?</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A sensação de estranheza e vazio quando um filho sai de casa é natural. Porém, pessoas possessivas, depressivas ou com dificuldade de lidar com mudanças, em geral, sofrem mais nessa fase&#8221;, diz Dorit Wallach Verea, psicóloga da Clínica Prisma, em São Paulo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quanto tempo a síndrome costuma durar?</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Denise Pará Diniz, trata-se de uma crise existencial de curta duração (cerca de um ano, no máximo), cujo tempo é determinado por alguns fatores, como o número de filhos, dinâmica de comportamento, capacidade de enfrentamento, outras atividades que exijam atenção, suporte social e até mesmo apoio do próprio filho. &#8220;Dependendo da intensidade e da presença de sintomas típicos de depressão, é importante que a pessoa seja acompanhada por um profissional&#8221;, diz a especialista.</p>
<h2 style="text-align: justify;">É verdade as mães sofrem mais com o ninho vazio?</h2>
<p style="text-align: justify;">Sim, pois são elas quem mais vivem em função dos filhos, enquanto eles crescem. &#8220;É difícil, também, para algumas mulheres que atravessam o momento da entrada da menopausa e a perda de alguns atributos tão valorizados em nossa cultura, como a juventude e a sensualidade&#8221;, explica a psicoterapeuta Dorli Kamkhagi, coordenadora de Grupos do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). &#8220;Deixar de ocupar o lugar de mulher e mãe como função principal pode ser muito complicado e necessitar ajuda psicológica. É uma travessia muito difícil e importante a ser enfrentada.&#8221;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Somente os pais sentem essa sensação de perda?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não. Ela também acomete quem até então convivia de perto com o jovem. “Crianças e adolescentes assumem um papel e uma função não apenas na vida dos pais, mas também na vida de pessoas queridas, como avós, padrinhos ou babás, que precisarão ter suas rotinas revistas e redimensionadas&#8221;, diz Dorit Verea. É menos frequente, mas os irmãos que continuam na casa dos pais também sentem a mudança da dinâmica familiar e podem desenvolver a síndrome do ninho vazio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Há um período essencial de &#8220;luto&#8221;?</h2>
<p style="text-align: justify;">“Sim, pois a situação é percebida como perda”, diz Maria Celia de Abreu. A duração desse período será mais ou menos estendida conforme algumas características da pessoa e das circunstâncias. O primeiro passo é evitar negar o sentimento e não lotar o cotidiano de atividades para fugir da dor. &#8220;É preciso reconhecê-la, vivenciá-la e aceitá-la, para, então, superá-la&#8221;, explica a psicóloga.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual é o perfil de quem atravessa essa fase com mais serenidade?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pessoas otimistas, que têm mais energia e maior capacidade de se adaptar a situações novas, tendem a ter um tempo de luto menos longo e menos pesado. Consideram logo a possibilidade de criar novos projetos. &#8220;Quem manteve abertas as portas para o mundo, bem como cultivou outras relações de afeto substanciais além da relação com o filho, está mais preparado para superar a dor do vazio e encontrar como preenchê-lo&#8221;, afirma Maria Celia, referindo-se, em especial, aos casais que cultivaram o vínculo amoroso. “Outras pessoas ficam amarguradas e não conseguem estabelecer e se adaptar às novas mudanças, vivem do passado e acabam adoecendo e destruindo todas as possibilidades de construírem pontes saudáveis para o futuro”, diz Dorli Kamkhagi.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns pais costumam sentir culpa nesse momento?</h2>
<p style="text-align: justify;">Com poucas exceções, sentimentos de culpa surgem, junto com a sensação de vazio. Eles podem acometer quem acha que trabalhou demais e deveria ter aproveitado melhor a infância dos filhos, por exemplo. Refletir sobre essa culpa, reconsiderar situações da história de vida e empenhar-se em entendê-las são caminhos para superá-los.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os filhos também costumam ser atingidos pela síndrome?</h2>
<p style="text-align: justify;">Eles podem ter medo de se adaptar ao novo, sentir insegurança, pois o ninho em que viveram não propiciou condições de transformações. “Mas isso nem sempre tem a ver com a relação com os pais. Existem dificuldades e medos característicos da estrutura psicológica e maturacional de cada pessoa, mas todos nós, em algum momento de nossa trajetória, podemos precisar de cuidados dentro e fora do ninho&#8221;, afirma Dorli Kamkhagi.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais jovens também podem desenvolvê-la?</h2>
<p style="text-align: justify;">Todas as pessoas que perdem a convivência com os filhos ou que percebem a autonomia que ele está adquirindo, em vez de considerar a evolução como motivo de alegria &#8211;porque houve crescimento e desenvolvimento&#8211;, apresenta dificuldade, pois há um apego exagerado&#8221;, afirma a psicóloga Denise Diniz. Portanto, esse sentimento não está ligado à idade, mas a forma de se relacionar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com a síndrome da uma forma positiva?</h2>
<p style="text-align: justify;">Denise Diniz aconselha ter flexibilidade e criatividade para estabelecer uma nova organização familiar, mais madura e igual entre pais e filhos. É hora de aceitar cada membro da família como indivíduo independente e com suas necessidades, seus pontos fortes e as suas falhas&#8221;, diz. Individualmente, é necessário encontrar novos interesses e atividades, como trabalho voluntário, cursos, jogos, academia, viagens e alimentar a vida social. &#8220;Já o casal deve buscar atividades de lazer que ambos tenham prazer. Caso encontrem problemas de relacionamento nesse momento, é hora de buscar ajuda&#8221;, diz a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://acritica.uol.com.br/vida/desafio-enfrentar-Sindrome-Ninho-Vazio_0_646735342.html</p>
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