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	<title>saúde mental e emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>saúde mental e emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como superar o fim de um relacionamento e dar a volta por cima?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-superar-o-fim-de-um-relacionamento-e-dar-a-volta-por-cima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 17:25:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de término pode ser doloroso, mas a dor é necessária para ajudar você a se reconstruir. Dói, mas passa.</p>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Quando ocorre o fim de um relacionamento é natural que várias emoções venham à tona. Geralmente, as pessoas sentem-se perdidas, angustiadas e com sentimento de vazio, estes sentimentos podem permanecer presentes por muito tempo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O processo de término pode ser doloroso, mas a dor é necessária para ajudar você a se reconstruir. Dói, mas passa.</p>



<p>Quando ocorre o fim de um relacionamento é natural que várias emoções venham à tona. Geralmente, as pessoas sentem-se perdidas, angustiadas e com sentimento de vazio, estes sentimentos podem permanecer presentes por muito tempo.</p>



<p>Após a separação, vem o processo luto, que passa por várias fases: negação, culpa, raiva e elaboração. Podemos passar por todas elas ou apenas por algumas. Vamos ver um pouco de cada uma delas para entendermos melhor e sabermos identificar em qual fase você pode estar.</p>



<p>Existem casos que chega a doer &#8211; ‘síndrome do coração partido’. A dor emocional pode ativar a sensação da dor física.<br>É importante que você pratique a autocompaixão. Entenda o momento que está vivendo e pare de se culpar. Ficar se autoflagelando não vai reverter a situação.</p>



<p>Nós, humanos, temos a estranha mania de valorizar aquilo que não temos mais. Tem uma expressão até muito comum: ‘depois que perde, que dá valor’. Esse não é o tipo de pensamento que você precisa ter nesse momento. Desvie a mente e foque nos reais motivos que levaram a separação.</p>



<p>Outro ponto que precisa ser desmistificado, é pensar que nunca mais dará certo com ninguém. Leve o que foi bom deste relacionamento para o próximo e deixe aquilo que não foi tão bom para trás.</p>



<p>Nem todos os relacionamentos são “felizes para sempre”. Mas isso não quer dizer que não deu certo, só porque não foi eterno.</p>



<p>Uma dica importante para dar a volta por cima é voltar a fazer projetos/planos pessoais e profissionais, muito deles interrompidos por conta do antigo relacionamento, mas que com certeza lhe trarão novamente para mais próximo da sua vida.</p>



<p>Por fim, não deixe de desenvolver a sua resiliência. Ela te ajudará a voltar ao equilíbrio!</p>



<p>Se mesmo assim a dor ainda estiver muito grande e demorando a passar, não hesite em procurar ajuda. O psicólogo irá acolher as suas demandas e te ajudar a elaborar tudo isso para que esse sofrimento passe quanto antes e sua vida volte a ser o mais funcional possível</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/lFVIbCpIyAY" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



<p id="block-d76711ee-8602-49de-a094-9969abcfdd74">Confira com Cristiane Schumann, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>10 dicas de filmes sobre Psicologia</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/10-dicas-de-filmes-sobre-psicologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 19:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>10 sugestões de filmes sobre psicologia para você relaxar no fim de semana e, ainda, aprender uma lição importante sobre saúde mental e a importância da terapia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesse vídeo, eu vou indicar 10 filmes para quem gosta de Psicologia.</p>



<p>Os filmes sobre psicologia podem ajudar as pessoas a entenderem um pouco mais sobre conflitos psicológicos e transtornos mentais, bem como qual é o papel do psicólogo nessas situações.</p>



<p>Embora muitos deles façam retratos exagerados para tornar a história que contam mais interessante, alguns filmes não se distanciam da realidade, proporcionando oportunidades para aprender.</p>



<p>Assistir a filmes é um momento de relaxamento e de diversão tanto individualmente quanto para toda a família. Além disso, certos filmes podem incentivar reflexões a respeito de aspectos de nossas próprias vidas e nos ajudar a perceber que há, de fato, uma solução para os nossos problemas!</p>



<p>Pensando nisso, separei 10 sugestões de filmes sobre psicologia para você relaxar no fim de semana e, ainda, aprender uma lição importante sobre saúde mental e a importância da terapia.</p>



<p>Então, se você quer ter um momento de reflexão sobre saúde mental, fica aqui comigo!</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed5u0Z9VK7bJY" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



<p id="block-d76711ee-8602-49de-a094-9969abcfdd74">Confira com Naline Nogueira, psicóloga da Casule!</p>



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		<item>
		<title>Codependência emocional: fazer muito pelos outros pode ser um problema?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/codependencia-emocional-fazer-muito-pelos-outros-pode-ser-um-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 12:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação de codependência emocional é bastante complexa. O indivíduo codependente anula a sua própria vida, deixando-se de lado para prestar auxílio e suporte apenas para o outro. Assim, o seu parceiro, familiar ou mesmo um amigo se torna o centro da sua vida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar em codependência emocional? Conhece pessoas que tem a necessidade de ajudar e tomar frente dos problemas para se sentir necessário em uma relação?</p>



<p>A relação de codependência emocional é bastante complexa. O indivíduo codependente anula a sua própria vida, deixando-se de lado para prestar auxílio e suporte apenas para o outro. Assim, o seu parceiro, familiar ou mesmo um amigo se torna o centro da sua vida.</p>



<p>A partir disso, o codependente simplesmente abre mão de tudo que lhe faz bem, para tentar “suprir as necessidades alheias”.</p>



<p>Ele costuma agir como o salvador, mas também como aquele que faz você se sentir incapaz em determinadas situações. Por isso, é preciso ficar atento quando a relação com o codependente se torna tóxica.</p>



<p>O problema pode ficar ainda mais intenso quando ele quer mandar ou manipular a vida do indivíduo pelo qual ele desenvolveu a dependência.</p>



<p>Os sintomas da codependência podem ser os mais diversos. O problema aparece quando esses sintomas são muito silenciosos ou, muitas vezes, entendidos como “amor e preocupação”. Por isso, fique atento aos sinais abaixo:</p>



<p>Um codependente abre mão de si mesmo para cuidar do outro – sempre.<br>A autoestima do codependente costuma ser baixa.<br>O foco do codependente é o outro – o que ele faz, deixa de fazer, etc.<br>Há a tentativa constante de controlar o que o outro faz, ou seja, o codependente quer ter o controle sobre a vida do outro.<br>O autocuidado do codependente também é deixado de lado, afinal, para ele o que importa é o outro no qual ele está “preso” emocionalmente.</p>



<p>O tratamento mais efetivo para a codependência é a psicoterapia. Isso porque é no processo terapêutico que o sujeito consegue resgatar o seu equilíbrio emocional, além de restabelecer a autoestima e o foco de sua vida. Em outras palavras, retoma o foco para si, tirando a atenção total que estava sendo depositada no outro.</p>



<p>Neste vídeo você poderá entender um pouco mais sobre este conceito e descobrir formas de melhorar a relação com um codependente emocional.</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/8sN1STrvl-w" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



<p id="block-d76711ee-8602-49de-a094-9969abcfdd74">Confira com <a href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Christina Daret</a> psicóloga da Casule!</p>



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<p id="block-013f0e1f-d55d-4f92-b668-d0feea334e9b"><canvas width="122" height="20"><canvas width="122" height="20"><canvas width="180" height="29"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprenda a acalmar a sua mente &#8211; Diminua e vença a ansiedade</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/diminua-e-venca-a-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você com certeza já se sentiu ansioso em algum momento de sua vida. Sabe diferenciar a ansiedade normal da patológica?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você com certeza já se sentiu ansioso em algum momento de sua vida. Sabe diferenciar a ansiedade normal da patológica?</p>



<p>A ansiedade normal é quando tem uma causa aparente, dura pouco tempo e não exige um esforço intenso para ser controlada e superada.</p>



<p>Enquanto a patológica se apresenta de forma desproporcional, causando sofrimento significativo ou mesmo prejuízos ao exercer suas atividades normais. Ela pode estar relacionada a um quadro em que a pessoa tenha sintomas ansiosos exacerbados e/ou descontextualizados da situação em que se encontra.</p>



<p>Alguns sintomas físicos como fadiga, tensão muscular, palpitações, suor excessivo e dor de cabeça são muito comuns.</p>



<p>Nesse vídeo, vou falar sobre os tipos de ansiedade mais recorrentes e passar 5 dica para você conseguir amenizar a ansiedade.</p>



<p>Segundo o DSM 5, existem alguns tipos de ansiedade, entre eles estão:<br></p>



<p>*Transtorno de Ansiedade Generalizado</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Transtorno Obsessivo Compulsivo</li><li>Transtorno de Estresse Pós- Traumático</li><li>Síndrome do Pânico</li><li>Fobia Social</li><li>Fobias Simples</li></ul>



<p>Contudo, a ansiedade pode ser ameniza com algumas dicas simples como:</p>



<p><br>1- Organização de rotinas &#8211; procure colocar as coisas no papel ou cronograma e coloque em local visível.</p>



<p><br>2- Identifique o gatilho &#8211; sabendo o que causa a ansiedade fica mais fácil de mudar a forma que você enxerga o problema.</p>



<p><br>3- Hábitos saudáveis &#8211; praticar exercícios, além de controlar a respiração, libera hormônios do bem-estar, como serotonina e endorfina. E não se esqueça de ter uma boa alimentação rica em frutas, legumes e verduras.</p>



<p><br>4- Controle respiração &#8211; o controle da respiração consegue induzir ou acabar com uma crise de ansiedade, de tão poderoso que é. Portanto, ao sentir que está em um ritmo respiratório muito acelerado, procure reduzir a intensidade da respiração.</p>



<p><br>5- Questione seus pensamentos negativos &#8211; geralmente, a ansiedade traz consigo uma série de pensamentos negativos, de que as coisas vão dar errado. Reconheça que esses pensamentos não são a realidade. Eles vêm e vão. Deixe-os vir e ir.</p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/W_OddJt-dq0" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



<p id="block-d76711ee-8602-49de-a094-9969abcfdd74">Confira com <a href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roselene Oliveira</a> psicóloga da Casule!</p>



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<p id="block-013f0e1f-d55d-4f92-b668-d0feea334e9b"><canvas width="122" height="20"><canvas width="122" height="20"><canvas width="180" height="29"></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/diminua-e-venca-a-ansiedade/">Aprenda a acalmar a sua mente &#8211; Diminua e vença a ansiedade</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perfeccionismo</title>
		<link>https://casule.com/blog/perfeccionismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 15:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[perfeccionismo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental e emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Querer atingir nossos objetivos, aprimorar nosso desempenho, estabelecer metas, revisar e se preparar para as tarefas pelas quais somos responsáveis são boas características, não? Contudo, quando a busca pelo alcance dos padrões estabelecidos por nós mesmos e a dedicação para realizar as nossas tarefas são acompanhadas de autocrítica, preocupação e frustração excessivas a busca pelo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/perfeccionismo/">Perfeccionismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Querer atingir nossos objetivos, aprimorar nosso desempenho, estabelecer metas, revisar e se preparar para as tarefas pelas quais somos responsáveis são boas características, não?</p>



<p>Contudo, quando a busca pelo alcance dos padrões estabelecidos por nós mesmos e a dedicação para realizar as nossas tarefas são acompanhadas de autocrítica, preocupação e frustração excessivas a busca pelo alcance dos padrões estabelecidos pode não estar sendo tão eficaz e nos levar a grande carga de estresse e sofrimento.</p>



<p>Já ouviu falar de perfeccionismo? Ele pode ser definido como uma tendência em manter padrões elevados, associado a sofrimento subjetivo e prejuízos significativos. Ter padrão pode ser importante, mas precisamos analisar nossos padrões de maneira realista.</p>



<p>Há três dimensões no perfeccionismo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Perfeccionismo auto-orientado: ampla motivação interna em ser perfeito, com estabelecimento de padrões irrealistas para si próprio, associados a autocrítica severa, além da inabilidade em aceitar os próprios erros e falhas;</li><li>Perfeccionismo orientado para os outros: tendência em estabelecer para os outros, padrões exigentes, julgando rigorosamente e criticando o comportamento das outras pessoas;</li><li>Perfeccionismo socialmente prescrito: acreditam que as outras pessoas possuem grandes expectativas sobre eles, sendo que estas são praticamente impossíveis de serem atingidas na maioria das vezes; os perfeccionistas deste grupo acreditam que os elevados padrões de exigência são impostos pelos outros;</li></ul>



<p>A origem e desenvolvimento do perfeccionismo são temas de diversas pesquisas: há influência dos fatores genéticos, cognitivos, inter-relacionais, culturais, etc.&nbsp;</p>



<p>Uma das primeiras coisas que aprendemos com a terapia Cognitivo-Comportamental é que não são as situações que vivenciamos que possuem tanta influência no nosso estado de humor mas sim a interpretação que fazemos delas. Essas avaliações por vezes podem ser chamadas de pensamentos distorcidos. Os mais comuns na vida de uma pessoa perfeccionista são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Atenção seletiva: quando um aspecto da situação vira o foco da atenção, enquanto outros são desconsiderados. P. ex.: “Apesar de ter sido aprovado no vestibular, não fiquei entre os melhores”;</li><li>Tirania dos “deveria”: relacionado a regras e padrões que o individuo estipula para si ou para os outros. P. ex.: “Eu devo sempre ser o melhor”;</li><li>Catastrofização: está relacionado em imaginar o pior cenário possível frente a uma situação futura. P. ex.: “Se meu relatório não estiver perfeito, poderei perder o meu emprego”;</li><li>Pensamento “tudo ou nada”: diz respeito a apenas duas formas de interpretação de um evento, geralmente extremas. P. ex.: “Se eu não tirar a nota máxima na prova significa que sou um fracasso”;</li><li>Rotulação: está ligado à tendência em rotular a si e/ou os outros frente a determinadas situações. P. ex.: “Sou um fracasso”;</li><li>Personalização: relacionado ao fator autocrítica severa, atribui toda a responsabilidade por resultados negativos a si mesmo, desconsiderando todos os outros fatores que também podem ter contribuído para tal situação. P. ex.: “Se esse projeto não for fechado a culpa é inteiramente minha”;</li></ul>



<p>A terapia Cognitivo-Comportamental auxiliará o paciente na aprendizagem de estratégias que o ajudarão no manejo do perfeccionismo. Algumas delas são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O autoconhecimento e a psicoeducação;</li><li>Identificação e questionamento dos pensamentos distorcidos;</li><li>Vivências de novas experiências e comportamentos;</li><li>Aceitação e autocompaixão.</li></ul>



<p>Sabemos que não é tão simples modificar uma característica que nos acompanha a anos contudo, existem profissionais que podem lhe ajudar a encontrar soluções e novas formas de pensamento e comportamento. Não deixe de procurar por ajuda!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Referências:</h4>



<p>Mender, M.A., Talask, G. <em>Perfeccionismo.</em> In: Carvalho, M.R, Malagris, L.E.N., Rangé, B.P. Psicoeducação em Terapia Cognitivo-Comportamental. (2019).</p>
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		<title>O peso do passado (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-peso-do-passado-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2019 15:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental e emocional]]></category>
		<category><![CDATA[situações passadas]]></category>
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