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	<title>relacionamento abusivo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>relacionamento abusivo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Sinais de um relacionamento abusivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/sinais-de-um-relacionamento-abusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento abusivo]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento tóxico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando conhecemos alguém no início tudo são flores e amores, porém, com a convivência vem as brigas, os desentendimentos, as discordâncias... Mais até aí tudo bem, afinal, todo relacionamento tem dessas coisas, não é mesmo?</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/sinais-de-um-relacionamento-abusivo/">Sinais de um relacionamento abusivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando conhecemos alguém no início tudo são flores e amores, porém, com a convivência vem as brigas, os desentendimentos, as discordâncias&#8230; Mais até aí tudo bem, afinal, todo relacionamento tem dessas coisas, não é mesmo?</p>



<p>Mais e quando a situação começa a passar da normalidade, quando você começa a perceber que o outro com quem você está se relacionando tem algumas características que não são comuns em um relacionamento saudável.</p>



<p>&nbsp;Você consegue identificar as características de um abusador? Consegue parar agora e analisar se está vivendo um relacionamento abusivo?</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/j5V0ay7UicE" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ele me bateu. Devo perdoar? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/ele-me-bateu-devo-perdoar-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agressão física]]></category>
		<category><![CDATA[apanhei]]></category>
		<category><![CDATA[bateu]]></category>
		<category><![CDATA[perdoar]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento abusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele me bateu. Devo perdoar? Neste vídeo, nossa psicóloga Cristiane Schumann traz uma reflexão sobre os impactos da agressão física sobre uma pessoa e se é possível perdoar e passar por cima do ocorrido. Será que acontecerá novamente? Qual é o prognóstico de um relacionamento em que já houve agressão física? Vale a pena perodar? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Ele me bateu. Devo perdoar?</h2>



<p>Neste vídeo, nossa psicóloga Cristiane Schumann traz uma reflexão sobre os impactos da agressão física sobre uma pessoa e se é possível perdoar e passar por cima do ocorrido. </p>



<p>Será que acontecerá novamente? Qual é o prognóstico de um relacionamento em que já houve agressão física? Vale a pena perodar? o que me garante que não acontecerá novamente?</p>



<p>Essas e muitas outras dúvidas passam pela cabeça de diversas pessoas que passam ou já passaram por isso.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CrhDuVYW7TY" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>Confira com  <a href="https://casule.com/equipe/">Cristiane Schumann</a>, psicóloga da Casule! </p>



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		<title>Como sair de um relacionamento abusivo (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-sair-de-um-relacionamento-abusivo-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 22:03:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[briga de casal]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento abusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Jéssica Tibúrcio, Psicóloga da Casule! &#160; Como sair de um relacionamento abusivo Hoje, a pedido de um dos nosso inscritos no canal do Youtube conversaremos sobre maneiras de sair de uma relação abusiva. &#160; Você também pode nos encontrar ↴ Facebook ☛ http://facebook.com/clinicacasule Instagram ☛ http://instagram.com/clinicacasule Conheça [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yBMvaR3gdMc?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<p>&nbsp;</p>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Como sair de um relacionamento abusivo</h1>
<p>Hoje, a pedido de um dos nosso inscritos no canal do Youtube conversaremos sobre maneiras de sair de uma relação abusiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Relações abusivas (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacoes-abusivas-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 21:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento abusivo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[violência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: As agressões nos relacionamentos são um problema seríssimo, que podem causar até a morte de um dos parceiros. Mas você saberia identificar uma pessoa agressiva ainda no início da relação? Confira com Ana Carolina Brando, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nHwqMl3Ui2Y?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p>As agressões nos relacionamentos são um problema seríssimo, que podem causar até a morte de um dos parceiros. Mas você saberia identificar uma pessoa agressiva ainda no início da relação?</p>
<p>Confira com Ana Carolina Brando, psicóloga da Casule!</p>
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		<title>Misógino: uma relação perigosa&#8230;</title>
		<link>https://casule.com/blog/misogino-uma-relacao-perigosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 20:15:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos ou atividades; Abala a sua auto-estima debochando de suas opiniões e se você insiste, ele reage de maneira agressiva, com gritos; Usa frases de chantagens emocionais como “você judia de mim”, “por que me trata assim se te amo?” e até ameaça suicídio quando decide dar um fim ao relacionamento… Cuidado! Você pode estar vivendo com um misógino. O termo não é muito conhecido, mas com certeza você já teve contato com um misógino, extremamente presente na sociedade. Resumindo, é um homem que tem medo e como conseqüência, raiva da espécie feminina. Mas essa raiva é irracional, em 90% dos casos ele não sabe o que é e muito menos entende esse sentimento dentro de si. O medo é tanto da própria mulher quanto também dela o abandonar, pois está dependente desta assim como esteve da sua mãe. Aliás, o misógino transfere para o relacionamento todo o sentimento que possuía pela figura materna. O pavor é tanto, que decide dominar e controlar a todo custo tanto a mulher quanto a relação. Só assim terá tranqüilidade de que não será abandonado. O seu comportamento é dualista, no início do relacionamento se porta como um perfeito sedutor, romântico e com um ar de carente e sofrido. Ele está decidido a conquistar, geralmente atraído pelo que mais odeia: uma mulher independente. Difícil de identificação, pois “eles parecem amar intensamente, com relacionamentos duradouros, com uma necessidade brutal de CONTROLAR mais do que necessitavam ser admirados, como os narcísicos. Eles podem ser responsáveis e competentes em suas relações com a sociedade; seu comportamento destrutivo não é generalizado, como acontece com o sociopata. Esse comportamento destrutivo é dirigido exclusivamente à parceira.” Iniciando o relacionamento, também a outra face aparece que é a de destruir e submeter a mulher, através da tortura psicológica e até de violência física, em casos extremos: “Esse tipo de opressão psicológica é particularmente insidioso, por que muitas vezes está disfarçada de ensinamentos para tornar a mulher uma pessoa melhor. Este tipo de misógino se apresenta como mestre e guru da parceira: Mas não o importa quanto ela se esforce e mude para atender as suas necessidades, sempre estará inevitavelmente errada. Formas que os misóginos têm de OPRIMIR sua parceira: • Através da negativa: ele nega o corrido, levando a parceira a questionar sua acuidade, e a validade de sua memória. Assim não há jeito de se resolver os problemas com alguém que nega sua existência e insiste que nunca ter existido o que a mulher sabe ter ocorrido; • Através da alteração dos fatos, o misógino reformula o fato para se ajustar a sua versão, faz alterações drásticas e amplas nos fatos, a fim de chancelar sua versão da historia; • Alega que está se comportando mal como reação a algum desvio de sua parceira, é como se seu comportamento afrontoso passa a ser uma reação compreensível a alguma terrível deficiência ou provocação da parceira. Transferindo a culpa ele se protege: absolve-se do desconforto de reconhecer sua participação no problema e convence a parceira que suas deficiências de caráter soam o verdadeiro motivo das dificuldades na vida em comum; • A parceira não pode protestar, e se a parceira o faz, ele fica mais furioso. Ele encara a reação como um ataque pessoal e como prova das inadequações da parceira. Ele transforma a parceira em culpada e ele a própria vitima. Isto acontece, pois ele está mais preocupado em desviar a culpa de si mesmo do que em reconhecer a angústia que causa à parceira. • Se o misógino se sente ameaçado de perder alguma coisa que lhe é importante, e sentindo-se humilhado, é bastante provável que a balança se incline para a brutalidade. Para ele através do medo poderá controlar melhor sua parceira; • Se a parceira tiver alguma atividade significativa que o misógino encare como ameaça, ele fará testes de sua devoção, fazendo com que ela reduza drasticamente seu mundo. Esse tipo de ciúmes e possessividade se estendem em todos os aspectos de vida. Qualquer coisa que a parceira faça que esteja fora do controle do misógino, ou seja, encarada como uma ameaça a ele deverá ser abolida; • Entre todas as coisas ineficazes que uma mulher pode fazer, tanto consciente como inconscientemente para tornar o relacionamento menos doloroso, a CONIVÊNCIA é ao mesmo tempo a mais sutil e mais destrutiva para ela. No momento que ela entra em conluio com ele, a mulher perde de vista o que acontece de fato entre os dois. Sua distorção da realidade para se ajustar à visão do parceiro indica que suas percepções estão completamente fora de foco.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://codependentesemocionais.blogspot.com.br/2012/01/misogino-uma-relacao-perigosa.html</p>
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		<title>Relacionamentos abusivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacionamentos-abusivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2016 02:13:16 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo mundo já ouviu falar de relacionamentos abusivos. O primeiro cenário que vem à mente quando se trata desse assunto é do relacionamento fisicamente agressivo, certo? A palavra “abuso” remete muito ao contexto do abuso sexual ou de agressão, mas, na verdade, existem mais variações de abusividade dentro de um relacionamento e algumas são, talvez, até mais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema dessas variações de abusos nos relacionamentos é que muitas se tornam um pouco complicadas de serem identificadas. A pessoa que é vítima do abuso geralmente não enxerga a situação ou simplesmente se recusa a admitir que sua pessoa amada seja um agressor abusivo. O fator que ajuda a mascarar essas variações é o quão sutis e disfarçadas elas acontecem no dia a dia. Isso é duplamente verdade no caso de relacionamentos entre adolescentes, porque nesses momentos de “primeiro amor” é normal valorizar a intensidade e a paixão acima de tudo; achar que o relacionamento tem que ser épico, dramático, que nem os filmes e livros românticos te fazem acreditar. Além disso, as imagens de relacionamento abusivo mais divulgadas não são de adolescentes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sinais de abusos em relacionamentos</h2>
<p style="text-align: justify;">Nós sabemos que dói chegar à conclusão de que você está sendo vítima de abuso. Dói, mas é um mal necessário. O primeiro passo é identificar o abuso e então se livrar do que te prende a isso. Entretanto, é mais fácil falar do que fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes você não consegue sair desse namoro/casamento/situação e os motivos são os mais diversos: medo da reação da outra pessoa, medo de ficar sozinha, esperança de que a pessoa vai mudar, ou porque você simplesmente ama a outra pessoa e, quando a gente ama, tentamos o máximo para manter a pessoa por perto. O que você precisa entender é que o amor não suporta o sofrimento constante. Não vale a pena se permitir sofrer desse jeito porque você ama a pessoa. Quando ela abusa de você, sua atitude é a maior prova de que o amor não é recíproco. Amor não sufoca, não controla, não humilha, não abandona, não machuca, não faz pressão psicológica, não ameaça, não agride, não mente. Isso é abuso, amor é outra coisa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O abuso pode tomar várias formas:</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência sexual:</strong> a pessoa te força a fazer qualquer tipo de ato sexual (qualquer MESMO; sim, beijo conta, sim, qualquer tipo de toque que não te agrade conta) quando você não quer/não está pronta; faz chantagem emocional para que você pratique qualquer tipo de ato sexual (ex: dizer que fazer um ato x é demonstração de amor, e que se você o ama você não deveria ter problema em fazê-lo); se aproveita de quando você está bêbada/em estado alterado para insistir em atos que você negou; não respeita o teu “não” em situações sexuais; acredita que, em um relacionamento romântico e sexual, você tem a obrigação de praticar qualquer ato sexual sempre que a pessoa deseja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência física:</strong> a pessoa te bate, chuta, ou te ataca fisicamente; te ameaça fisicamente, com ou sem armas; joga objetos na tua direção durante brigas, ou destrói objetos; tende a demonstrar comportamento violento quando com raiva (mesmo que não chegue a te bater); te segura com força, te empurra ou te impede fisicamente de ir a algum lugar, sair de algum lugar, ou fazer algum movimento; se machuca fisicamente de propósito, culpando você pelo sofrimento emocional em que se encontra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência emocional:</strong> a pessoa te xinga; mente, trai, descumpre acordos; reage violentamente se você faz qualquer coisa que a própria pessoa fez sem demonstrar remorso; reage desproporcionalmente a qualquer coisa que a desagrade, mesmo que pareça não fazer sentido; age de forma punitiva quando você faz qualquer coisa que a desagrade (ex: exigindo que você peça desculpas exageradamente, que você “pague” ou “se redima” pelo que fez, pedindo supostas provas de amor e sacrifícios em troca de perdão); controla com quem você anda, o que faz, o que veste (este controle pode ir desde demonstrar desaprovação, reclamando dos teus amigos, das tuas roupas, das tuas escolhas, a impedir fisicamente/com ameaças que você veja certas pessoas/vista certas roupas/faça certas coisas); controla o teu uso de dinheiro (ex: exigir que você pague por tudo, criticar excessivamente os teus gastos pessoais, pedir dinheiro e bens materiais como provas de amor); viola tua privacidade, lendo tuas mensagens e e-mails, mexendo nas tuas coisas, frequentemente aparecendo sem avisar no teu local de estudo, trabalho ou residência; faz questão de saber onde você está, e com quem, a cada momento, pedindo detalhes; te critica, humilha, age como se tuas opiniões e conquistas não fossem importantes; tenta te virar contra tua família e amigos, especialmente se estes já repararam no abuso e portanto não aprovam o relacionamento; ameaça se machucar/se matar.</p>
<p style="text-align: justify;">E estes são só alguns exemplos! O relacionamento pode ser abusivo de inúmeras formas, e o que mais importa é o sentimento da vítima: se você tem medo da pessoa com quem se relaciona, se você evita dizer ou fazer certas coisas com medo da repercussão, ou sente que está presa numa situação sem saída, o relacionamento é abusivo, e o melhor a fazer é sair. Infelizmente, sair de um relacionamento abusivo não é fácil.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que as mulheres sentem tanta dificuldade em sair de um relacionamento abusivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo o livro de John Shore, Seven Reasons Women Stay in Abusive Relationships (and how to defeat each one of them)1, as razões mais comuns pelas quais as mulheres mantém um relacionamento abusivo são:</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 1: o medo de recriar sua identidade. As mulheres que estão em um relacionamento abusivo, geralmente são muito dependentes, seja qual for o sentido, da pessoa que está em sua vida.2 Ela volta seu eu em torno do outro. A partir do momento que esse outro não existir mais, ela terá de se voltar a si mesma e, por mais que quem vê de fora acredite ser a melhor coisa, para a vítima não é. John diz que quando uma vítima desse tipo de situação decide dar um basta, é uma espécie de cura não somente pra si mesma, mas também para todos aqueles que estão ao seu redor. Eis os motivos: a) serve de encorajamento ao próximo; b) é uma forma de refutar a imagem da mulher como um modelo padrão de vitimização; c) mostra à pessoa agressora que seu comportamento não é aceitável; d) tira a vítima da eterna esperança de que ela pode mudar a pessoa agressora pois é algo que dificilmente vá acontecer; e) você só tem uma vida, não a desperdice com quem te faz mal, reaja; f) você está no controle da sua vida, a escolha é sua, percorrer o caminho doloroso de salvar a si mesma ou sofrer até morrer ao lado de uma pessoa que te abusa.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 2: medo do desconhecido. Algumas mulheres não querem trocar o certo pelo duvidoso, ainda que o  “certo” seja errado. Há quatro motivos principais para esse medo acontecer: a) poderia ser pior; b) não estar habituada a ficar sozinha; c) medo de nunca mais achar outra pessoa; d) medo de não se manter financeiramente. Poderia ser pior ficar sozinha? Absolutamente não. Sabe o ditado “antes só do que mal acompanhada”? Maior verdade. Não fique tentando pesar prós e contras, pois se você teve de chegar a esse ponto, provavelmente é porque não vale a pena. Se valesse, você já saberia de cara, sem precisar pensar se aquele sábado que a pessoa te tratou tão bem e te comprou flores não compensa a humilhação que te faz passar no domingo quando você deu um abraço em um amigo de longa data na rua. Se o medo for de nunca mais arrumar outra pessoa, saiba que você não precisa de ninguém. Simples assim. A sua felicidade tem que vir de você mesma. E jamais se mantenha em uma situação de abuso por medo de não ter dinheiro suficiente. Recorra aos familiares, amigos, procure um emprego melhor, faça qualquer coisa, porque qualquer coisa é melhor do que ser maltratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 3: vergonha dos outros. O que é esse medo? É aquele pavor básico que algumas mulheres sofrem de admitir para a família e amigos que seu relacionamento não foi bem sucedido. Ninguém vai estar lá para tomar seu lugar quando seu parceiro começar a te humilhar, bater ou pegar seu dinheiro. Portanto, você não deve nada a ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 4: pressão de ser como os seus pais. Seus pais casaram aos 18 anos, tiveram 4 filhos, estão casados há mais de 30 anos e são felizes. Os valores da família, do sagrado casamento, foram ensinados a você desde pequena e você quer segui-los, você quer ser a filha que foi criada para ser. Então você não se divorcia porque precisa ser forte, o padre disse “até que a morte os separe”, certo? Certíssimo… isso só está custando a sua vida. Você não é a cópia dos seus pais, você não tem que repetir padrão algum. Se seus pais estão felizes casados há tanto tempo, faça a si mesma o favor de tomar como inspiração e procurar alguém que te faça feliz. Casamento por si só não significa nada. Mulher completa não precisa de uma aliança no dedo, precisa é ser feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 5: você ama as características amáveis que a pessoa tem. Se amor fosse simples, já teriam esgotado os roteiros de filmes. Amor é coisa complicada mesmo. A pessoa te bate, mas é “só” de vez em quando só e poxa, você ama o jeito que ela fala, você ama os abraços ela, vocês têm uma ótima química no sexo. A pessoa vale a pena. Só tem esse probleminha, mas… né. Por amor, tudo vale a pena. BEEEEEEP. Errado. Por amor só vale o amor. Agredir não é amor, é violência. Humilhar, xingar, ameaçar não é amor. Amor de uma via só não sustenta um relacionamento. Desculpa, eu sei que você ama aquela pessoa, mas lamento informar que não é reciproco. Quem ama cuida, quer ver o bem do outro. Clichê, mas verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 6: não acreditar que a pessoa é assim. Muitas mulheres não enxergam que o comportamento abusivo faz parte da personalidade da pessoa. É quem ela é. Não é um vírus que é acionado quando a pessoa fica muito muito irritada e toma conta dela, como se ficasse inconsciente e o mal a possuísse. A pessoa é responsável pelas agressões e abusos SIM. Aceite, quem está nesse relacionamento com você É uma pessoa abusiva. Essa característica faz parte da pessoa, não vai sumir do nada numa bela manhã de sol em julho.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 7: a pessoa mente; diz que vai mudar, diz que nunca mais vai acontecer, diz que não sabe o que deu nela, pede desculpa, se transforma na pessoa mais amorosa do mundo nos dias seguintes até que age abusivamente mais uma vez. É um loop eterno. A pessoa não vai mudar, justamente pelo exposto na razão nº 6: a pessoa é assim. Quanto mais cedo você aceitar isso, menos lesada sairá desse relacionamento tóxico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estou num relacionamento abusivo, quero sair dele. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma fórmula única, assim como não existe um único tipo de abuso. Alguns relacionamentos são mais fáceis de se livrar do que outros, dependendo do nível de dependência (emocional, econômica, social). O caminho mais indicado é procurar todo o apoio possível (de amigos e familiares confiáveis, que você sabe que estarão sempre do teu lado), e cortar todos os laços com a pessoa que te abusava. Isso não é fácil, e normalmente não se faz da noite para o dia, exatamente por conta da dependência: você pode depender da pessoa para apoio emocional, por razões práticas e financeiras (se, por exemplo, vocês moram juntos), por razões sociais (se vocês estudam juntos, e têm um grande grupo de amigos em comum, por exemplo)… O jeito é tentar encontrar esse apoio em canais diferentes: ligar para a melhor amiga quando pensar em ligar para o ex; ficar na casa de algum amigo ou parente, se possível, caso precise sair de onde mora; ativar todos os canais de segurança possíveis se sentir que está em perigo (se a pessoa ainda tiver acesso a você e for perigosa, insistir em te ver, aparecer onde você está, continuar tentando entrar em contato; tudo isso é comum em casos de abuso).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você conseguir sair de vez, é possível que os problemas não acabem com o fim do relacionamento. A pessoa abusiva é imprevisível, e pode insistir por um tempo; você pode continuar com medo não só de quem te abusou, mas de futuros relacionamentos; você pode ter reações intensas a coisas que te lembrem o trauma (ficar especialmente sensível a possibilidades de violência, por exemplo); você pode pensar em voltar; você pode, de fato, voltar – o que esperamos que não aconteça, mas acontece com frequência, e você não deve se sentir fraca por isso –; você pode sofrer de sintomas de estresse pós-traumático. Mesmo assim, tudo isso será melhor do que continuar sofrendo o abuso, e, se você puder, procure ajuda para superar o trauma e o sofrimento dele decorrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.revistacapitolina.com.br/relacionamentos-abusivos/</p>
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