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		<title>Incapacidade em ficar só</title>
		<link>https://casule.com/blog/incapacidade-em-ficar-so/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 20:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em alguns casos pular de um relacionamento para outro pode ser sinal de ansiedade, talvez dificuldade em aproveitar as experiências nos rompimentos para amadurecer e, quem sabe, conseguir desfrutar melhor o próximo relacionamento. Mas não descarto a possibilidade de, em outros casos, a decisão em não ficar só ser algo que funcione muito bem para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em alguns casos pular de um relacionamento para outro pode ser sinal de ansiedade, talvez dificuldade em aproveitar as experiências nos rompimentos para amadurecer e, quem sabe, conseguir desfrutar melhor o próximo relacionamento. Mas não descarto a possibilidade de, em outros casos, a decisão em não ficar só ser algo que funcione muito bem para alguns.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A mulher tem mais dificuldade em ficar sozinha? É comum a mulher sofrer mais?</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível que nossa cultura cobre mais das mulheres, do que cobram dos homens, que se casem e tenham família. Não sei se este seria o único fator envolvido, mas percebo que as mulheres demonstram tendencia a sofrerem mais quando estão sós, sem um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas também é possível que a mulher expresse mais seu sofrimento em estar sozinha. Talvez o homem também se sinta tão mal quanto a mulher mas possa ter dificuldade em encontrar acolhimento ao expressar que prefere estar em um relacionamento do que sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Podemos considerar problemática a mulher que não sabe ficar só?</h2>
<p style="text-align: justify;">Taxar alguém de problemática devido uma dificuldade pode ser um tanto cruel. Creio que a pessoa, tanto homem como mulher, que sentem dificuldade em ficar só poderiam ter algo a ganhar em identificar quais são as fragilidades envolvidas e tentar superar. Muitas vezes a vida nos oferece muito do que desejamos, mas algumas vezes nosso destino não depende totalmente de nós, principalmente quando falamos de relacionamento, pois nossa vontade deve estar em sintonia com a vontade do outro para haver interação, e  justamente por isso pode ser interessante desenvolver resistência à frustração, neste caso a frustração em não estar em um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia para a mulher que não consegue ficar só?</h2>
<p style="text-align: justify;">É uma opção para a mulher, ou homem, que deseja superar a incapacidade em ficar só. A psicoterapia pode ajudar a identificara origem, a possibilidade de haver algum evento que possa ter fragilizado neste sentido ou de encontrar formas de identificar qualidades nos momentos nos quais está só.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Alguns dizem que &#8220;nada melhor que um novo amor para esquecer do antigo&#8221;. Seria válido?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um novo amor pode ser sempre algo que promove muita motivação, mas penso se a busca de um novo amor para esquecer o antigo não estaria sendo uma forma de usar outra pessoa para cessar o sofrimento. Seria este um motivo valido para inserirmos alguém em nossa vida? Não seria mais honesto iniciar um relacionamento por ser algo bom para as atuais pessoas envolvidas neste relacionamento? Iniciar novo relacionamento para esquecer o antigo não seria uma forma de incluir um terceiro participante deste relacionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/mulheres-que-nao-conseguem-ficar-sozinhas.html</p>
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		<title>Tô em duvida se amo, e agora?</title>
		<link>https://casule.com/blog/to-em-duvida-se-amo-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 20:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2283" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo.jpg" alt="casule-psicologia-duvida-se-amo" width="600" height="600" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo.jpg 260w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo-150x150.jpg 150w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo-100x100.jpg 100w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo-120x120.jpg 120w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo-24x24.jpg 24w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo-48x48.jpg 48w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-duvida-se-amo-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das primeiras coisas que acontece na cabeça de quem pensa estar amando é a duvida sobre si realmente ama. Milhares de pessoas em todo o mundo já passaram ou estão passando pela experiência de ter alguém muito legal do seu lado, mas não saber se o que sentem por aquela pessoa é mesmo amor de verdade. E, baseado neste medo, estas pessoas não se entregam verdadeiramente ao relacionamento, abrindo assim espaço para que tudo dê errado na vida do casal. Mas como você realmente pode saber se ama? Será que esse sentimento dentro de você é realmente verdadeiro ao ponto de ser chamado de “amor”? A resposta provavelmente já está dita na sua frente: NÃO, não é amor. E como eu posso ter tanta certeza ao afirmar isso? Simples, quando se ama, não se há nenhuma sombra de duvidas sobre isso. De modo que se você pensa estar amando, mas não tem certeza, então, acredite, você não está amando, pois você está no máximo apaixonado(a) (Amor Vs Paixão).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não fique triste consigo mesmo(a), pois você não é a primeira pessoa do mundo a sofrer com essa duvida. Amar uma pessoa não é tarefa fácil, pois é preciso aceita-la com todos os seus defeitos e ainda assim ter forças para dizer que aquela pessoa é tudo que você mais quer na sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você está em duvida se ama alguém, então é porque dentro de você há um resquício de vontade de sair deste relacionamento ou deste sentimento, mas você ainda não se deu conta disso. Levando isso em consideração, podemos dizer com toda a certeza que você não ama a pessoa. A duvida é um sentimento destrutivo, pois ninguém toma decisões acertadas quando há duvidas no meio. A duvida traz consigo a batalha diária da razão contra a emoção e, na maioria das vezes, quando você está em duvida, faz o que é errado, pois baseia-se em sentimentos para tomar decisões e não na racionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">As vezes você acha que ama uma pessoa, mas não tem certeza disso porque pensa que precisa dar mais tempo para saber, mas esta não é a verdade. O amor é uma certeza que vem dentro da sua cabeça primeiro, só depois é que desce pro coração. Eu sei que é muito “bonitinho” pensar que o coração é quem comanda os sentimentos, mas não é. O coração só sente o que primeiro foi criado na sua mente, por tanto, o coração foi feito para ser servo da sua cabeça e não o contrário. Ninguém controla os sentimentos, mas todos tem o poder de tomar decisões racionais ignorando os mesmos, se isto for para o bem da própria pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;"> Se você está realmente pensando aí se ama seu parceiro ou parceira, saiba que você não o ama, pois você simplesmente está apaixonado. Amar é algo que vai muito além e não deixa duvidas sobre o que sente. Quando escrevemos a postagem explicando porque você não deve seguir seu coração, falamos todos os motivos porque isso causa sofrimento e dor, então permaneça na racionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso não quer dizer que você se tornará uma pessoa fria e sem sentimentos, mas sim que estará no domínio de você mesmo(a).</p>
<p style="text-align: justify;">Agora reflita com você: Será que você realmente está amando ou está apenas apaixonada (ou MUITO apaixonada(o)?</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta você já sabe, mas só vai se dar conta quando parar de seguir seu coração e começar a pensar com a cabeça, eliminando tal duvida.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.sobrerelacionamento.com/2013/01/to-em-duvida-se-amo-e-agora.html</p>
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		<title>Terror noturno é distúrbio do sono que afeta crianças!</title>
		<link>https://casule.com/blog/terror-noturno-e-disturbio-do-sono-que-afeta-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 19:25:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesadelos são comuns na infância, principalmente entre os três e cinco anos de idade. Mas podem se tornar um transtorno do sono, chamado de terror noturno, quando são seguidos de gritos, choros e pedidos de ajuda da criança para se livrar das fantasias que a assombram. &#8220;Esporadicamente, não tem problema. Os pais devem acalmar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2236" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono.jpg" alt="casule-psicologia-transtorno-do -sono" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-transtorno-do-sono-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Pesadelos são comuns na infância, principalmente entre os três e cinco anos de idade. Mas podem se tornar um transtorno do sono, chamado de terror noturno, quando são seguidos de gritos, choros e pedidos de ajuda da criança para se livrar das fantasias que a assombram. &#8220;Esporadicamente, não tem problema. Os pais devem acalmar os filhos e colocá-los para dormir novamente. Mas, se acontecer mais de um susto por noite e com frequência, pode ser preocupante&#8221;, explica a médica do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo Márcia Hallinan.</p>
<p>Para resolver o problema, a participação dos pais é o quesito mais importante, diz a psicóloga Maria Cristina Capobianco. Primeiro, é preciso minimizar fatores agravantes, como irregularidades na hora de ir para a cama e de despertar e dieta à base de alimentos condimentados ou gordurosos.</p>
<h2 class="right" style="text-align: justify;">Terror noturno é distúrbio do sono que afeta crianças</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">É aconselhável não gritar com as crianças durante a crise ou acordá-los rapidamente. Caso contrário, o que duraria cerca de 15 segundos pode demorar a passar. &#8220;Se os pais estão dispostos a ouvir os relatos sem apavorar-se ou desvalorizá-los, estarão escutando o inconsciente da criança, que obviamente está trazendo algum apelo&#8221;, afirma a terapeuta.</p>
<p>Outro recurso que os pais podem usar para ajudar a criança a lidar com o problema é a montagem de uma espécie de peça de teatro com a história do pesadelo. &#8220;A criança pode ser o monstro, os pais outra figura. E todos podem inventar um novo desenlace para a trama. Isso devolverá à criança seus poderes mágicos para lutar contra esses bichos assustadores&#8221;, explica Maria Cristina. Com bebês, a orientação é segurá-los nos braços, conversando calmamente ou até cantando até que a sensação de terror diminua.</p>
<div class="widget-video" style="text-align: justify;">
<div class="video">
<div id="player-5572" class="player" data-sambatech-mediahash="2c9f94b62ebbea47012ecfcf8c510b14"></div>
<h2 class="linha-fina-video">Como fazer a criança dormir?</h2>
</div>
</div>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">Nos casos em que as tentativas dos pais não funcionam, a participação de um psicólogo pode ser eficaz para que a criança não se sinta ameaçada e fragilizada diante das dificuldades.</p>
<p>Os pesadelos podem indicar dificuldades na dinâmica familiar. Crianças que presenciaram ou foram vítimas diretas de situações de violência doméstica, tiveram perdas de pessoas significativas ou sofreram abusos sexuais, entre outros traumas, podem apresentar uma intensificação dos sonhos ruins. Esse é um sinal de que a experiência vivida ainda precisa ser trabalhada.</p>
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<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">O terror noturno ainda pode ser desencadeado por situações estressantes, como mudança de escola, separação dos pais, perda de um bicho de estimação, briga com um irmão e dor de crescimento.</p>
<p>As consequências do terror noturno são sofrimento e angústia para a criança, além de possível desenvolvimento de insônia precoce. Medo de ficar no escuro, dormir sozinho e sonhar são outros problemas trazidos pelo distúrbio.</p>
<p>FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12745-terror-noturno-e-disturbio-do-sono-que-afeta-criancas</p>
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		<item>
		<title>3 segredos para a comunicação com amor entre casais</title>
		<link>https://casule.com/blog/3-segredos-para-a-comunicacao-com-amor-entre-casais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 20:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitos sons que penetram em nossa mente, esses sons não são especificamente relacionados à música, mas a qualquer tipo de comunicação que nos oriente a tomar muitas decisões em nossa vida. Todos os dias somos conduzidos a seguir esses sons, em outras palavras, as vozes que nos alertam a respeito de como resolver os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2196" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais.jpg" alt="casule-psicologia-casais" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-768x576.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-610x458.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-980x735.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-480x360.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-casais-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos sons que penetram em nossa mente, esses sons não são especificamente relacionados à música, mas a qualquer tipo de comunicação que nos oriente a tomar muitas decisões em nossa vida. Todos os dias somos conduzidos a seguir esses sons, em outras palavras, as vozes que nos alertam a respeito de como resolver os problemas que podem surgir no trabalho ou até mesmo em pequenas coisas que devemos resolver em nosso lar ou em nossa vida pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Na vida de um casal, para que as atividades corriqueiras não atrapalhem a relação, é importante aprender a se comunicar melhor. É como a música, pois o que compõe uma bela canção é a junção de cada nota bem distribuída em cada compasso, e desta forma eles se entrelaçam e se completam.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">_“Não deixeis palavras dura vossos lábios pronunciar”_</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando estamos em um momento de conflito com o cônjuge, parece impossível estabelecer uma comunicação harmônica, os sons ocasionalmente podem ser de palavras rudes e ásperas com intenções de magoar corações, entretanto, quando construímos uma relação em que o alicerce é baseado no respeito, na admiração, na amizade, na cumplicidade, no carinho e primordialmente no amor, encontramos motivos suficientes para estabelecermos metas com o intuito de sermos melhores maridos e esposas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Afinal quais os segredos da comunicação com amor entre casais?<br />
1. Escolha bem as palavras</h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos desentendimentos acontece porque não sabemos escolher as palavras certas para falar, segue abaixo um exemplo:<br />
Errado:<br />
&#8220;Eu sei o que estou fazendo porque sou eu quem trabalha com isso.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">_Certo: &#8220;Amor, deixa eu te explicar: no caso do meu trabalho funciona de uma forma diferente, mas eu vou pensar no que você me falou e vou avaliar bem como resolver.&#8221;_</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras têm muito poder, saiba escolher com cuidado o que irá dizer, explicar de uma forma menos agressiva pode ajudar seu cônjuge a sempre estabelecer uma relação de diálogo e ele(a) não ficará com medo de falar o que pensa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">2. Muito amor e carinho</h2>
<p style="text-align: justify;">Procurem conversar demonstrando o quanto a opinião do outro é importante, seja carinhoso(a), faça isso com pequenos atos demonstrando interesse sincero no que o outro está falando. Como é bom saber que o sentimento do cônjuge é verdadeiro e que você pode confiar; ao praticar isso, a capacidade de ter uma comunicação cada vez mais agradável em sua relação aumentará, é igual emprego: quanto mais experiência você adquire, mais capacidade de resolver problemas no trabalho você terá. Na relação não é diferente, o tempo traz as experiências necessárias para que a relação seja cada vez mais unida e forte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">3. Paciência</h2>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre combinaremos em todas as coisas, ou seja, vai ter dias que as discordâncias podem acontecer e neste caso é necessário entrar em consenso com o cônjuge, por isso, não deixe que a falta de paciência impere nesses momentos porque depois, para que a relação volte a ser pacífica, alguém terá que pedir desculpas, lembre-se que a paciência é uma virtude.</p>
<p style="text-align: justify;">_“Reservar tempo para conversar é essencial para manter intactas as linhas de comunicação.”_ (Russell M. Nelson)</p>
<p style="text-align: justify;">No dicionário a palavra comunicação significa “a capacidade de trocar e discutir ideias, de dialogar e de conversar, com vista ao bom entendimento entre pessoas”, portanto a comunicação entre um casal não pode ser de qualquer forma, assim como a música precisamos deixar as notas do amor e o compasso do respeito fazerem parte de nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://familia.com.br/3-segredos-para-a-comunicacao-com-amor-entre-casais</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transformando comportamentos: a implicação da Terapia do Esquema</title>
		<link>https://casule.com/blog/transformando-comportamentos-a-implicacao-da-terapia-do-esquema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 16:26:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine um trabalhador competente, dedicado e bem relacionado com seus colegas. Apesar dos bons resultados obtidos na empresa onde atua, ele acredita não estar respondendo as expectativas de seus superiores. E mesmo recebendo mensagens de reconhecimento profissional, vive constantemente inseguro em relação a si mesmo. Situação que pode resultar futuramente em um quadro de estresse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/510.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2150" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/510.jpg" alt="510" width="600" height="356" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Imagine um trabalhador competente, dedicado e bem relacionado com seus colegas. Apesar dos bons resultados obtidos na empresa onde atua, ele acredita não estar respondendo as expectativas de seus superiores. E mesmo recebendo mensagens de reconhecimento profissional, vive constantemente inseguro em relação a si mesmo. Situação que pode resultar futuramente em um quadro de estresse ou depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Este sentimento de desvalorização pessoal é um exemplo negativo do que a Psicologia Cognitiva chama de “esquema mental”, um plano constituído por crenças e regras que usamos para interpretar situações do nosso dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas são desenvolvidos durante a infância e aperfeiçoados ao longo de toda vida, norteando sentimentos importantes sobre o ambiente, nós mesmos e as demais pessoas. Estes esquemas podem gerar funcionalidade ou disfuncionalidade na pessoa, dependendo do contexto de vida que estiver passando.</p>
<p style="text-align: justify;">Repressão familiar, pais super protetores, descaso e abandono são alguns dos fatores que projetam a construção de esquemas disfuncionais, os quais resultam em problemas comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por estarem enraizados no início de nossas vidas,os esquemas resistem a mudanças e se autoperpetuam. Logo, em caso de disfunção desses planos, que podem-se manifestar em 18 formas ou esquemas disfuncionais, se faz necessário o tratamento psicológico com uso dos métodos da Terapia do Esquema. Entre os exemplos de esquemas disfuncionais estão a privação emocional, abandono, instabilidade, fracasso, defectividade, desconfiança ou vergonha, e isolamento social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Terapia do Esquema</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A partir dessa demanda, o psicólogo americano Jeffrey Young desenvolveu na década de 90 a chamada “Terapia do Esquema”, uma técnica bastante eficaz para situações de sofrimento psicológico e de dificuldades de adaptação às situações de vida, muito comuns em transtornos da personalidade. “Trata-se de uma terapia que usa a base da Terapia Coginitiva-Comportamental tradicional, empregando ao mesmo tempo recursos de outros tipos de abordagem, como Gestalt-Terapia, Psicanálise e Psicoterapia Interpessoal. Seu objetivo é enfraquecer ao máximo os esquemas disfuncionais e reforçar o lado sadio da pessoa, combatendo assim suas dificuldades emocionais”, explica a psicóloga Kelly Paim, especialista em Terapia do Esquema pela NYC Institute for Schema Therapy de Nova Iorque, e psicologa na Wainer Psicologia Cognitiva, que também forma profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Kelly, o método atua na reestruturação dos esquemas a partir de uma rigorosa avaliação do paciente. Primeiramente, o terapeuta questiona os motivos de procura pelo atendimento e o histórico de vida, procurando assim os padrões que possam estar relacionados a esquemas. O próximo passo é a definição e aplicação das técnicas dispostas dentro da terapia: Emotivas, Interpessoais, Cognitivas ou Comportamentais, cada uma com sua característica específica. Com isso, trabalha-se para amenizar as disfunções de comportamento, apresentando alternativas de como o paciente pode enfrentar o problema em questão ou mudar padrões de vida muito antigos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Terapia do Esquema é indicada para dificuldades de relacionamento no trabalho, entre amigos, na família ou conjugais. Kelly Paim diz, por exemplo, ser comum a procura por casais que desejam resolver problemas de desconfiança excessiva durante o casamento. Há ainda a aplicação para prevenção de esquemas disfuncionais e doenças mais sérias. “Em casos de crianças, a família realiza a terapia para tratar dificuldades emocionais que podem prejudicar o desenvolvimento pessoal no futuro. Já em relação a adultos que não apresentam problemas emocionais graves em um primeiro momento, a técnica atua para evitar o desencadeamento de esquemas disfuncionais ainda não manifestados”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a psicóloga, quanto mais cedo buscar auxílio, mais fácil será a resolução destes traumas. Quando não tratados, podem resultar em prejuízos significativos à carreira profissional e à vida pessoal, estimulando desse modo problemas ainda maiores, como ansiedade, obesidade, dependência química e a depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://wainerpsicologia.com.br/blog/?tag=terapia-do-esquema</p>
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		<title>Tricotilomania: o que você deveria saber, mas ainda desconhece</title>
		<link>https://casule.com/blog/tricotilomania-o-que-voce-deveria-saber-mas-ainda-desconhece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 16:38:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A característica essencial da tricotilomania pode ser entendida como o comportamento recorrente de arrancar os cabelos, o que resulta, na maioria dos casos, em uma perda capilar expressiva. “A anorexia nervosa, por exemplo, é encontrada entre 1 e 3 por cento da população, e a tricotilomania, entre 2 e 5 por cento&#8221;, relata Jillian Corsie, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/tricho_thumb.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2133" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/tricho_thumb.jpg" alt="tricho_thumb" width="600" height="395" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A característica essencial da tricotilomania pode ser entendida como o comportamento recorrente de arrancar os cabelos, o que resulta, na maioria dos casos, em uma perda capilar expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">“A anorexia nervosa, por exemplo, é encontrada entre 1 e 3 por cento da população, e a tricotilomania, entre 2 e 5 por cento&#8221;, relata Jillian Corsie, diretor de um documentário importante a respeito do tema (“Trichster”) e que foi publicado no Jornal The Huffington Post. “Se você pensar sobre esses números, há quase o dobro das pessoas que têm esse transtorno que ninguém conhece.&#8221; (1)</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você ainda não saiba, a característica essencial da tricotilomania é que certas pessoas sentem uma tensão crescente antes do ato de arrancar cabelos e, quando finalmente o conseguem, descrevem uma enorme sensação de alívio, prazer ou até mesmo satisfação, criando assim um círculo vicioso incontrolável (tensão-prazer-alívio). (2)</p>
<p style="text-align: justify;">Dados no Brasil ainda são escassos, entretanto, levantamentos apontam que apenas nos EUA, cerca de 15 milhões de pessoas sofrem com o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora os cabelos sejam o alvo preferido, há muitos relatos de pessoas que arrancam, além do cabelo (80,6%), cílios (47%), sobrancelhas (43,5%), entre outras regiões do corpo (região púbica, axilas e, finalmente, o abdômen). (2)</p>
<p style="text-align: justify;">Esse ritual de arrancar os cabelos pode levar alguns minutos ou vir a consumir muitas horas. E a “preferência” recai sobre fios que tenham uma textura ou qualidade diferente, o que confere ao ato uma qualidade quase que ritualística.</p>
<p style="text-align: justify;">Curioso destacar que esse comportamento é descrito, muitas vezes, quase que “inconsciente”, automatizado e, em alguns casos, ocorrendo, inclusive, durante o sono.</p>
<h2 style="text-align: justify;">E a consequência?…</h2>
<p style="text-align: justify;">Vergonha, embaraço e isolamento social, pois as marcas ficam tão evidentes que muitos tentam disfarçá-las através do uso de perucas, maquiagem excessiva, bonés, lenços ou até mesmo chapéus, o que obviamente pode resolver temporariamente o problema, entretanto, atividades como nadar, dançar, praticar esportes ou ainda aquelas que envolvem mais proximidade física ou até mesmo a intimidade, passam a ser totalmente evitadas (pois as falhas ficariam expostas), causando enorme constrangimento. (2)</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte das pessoas que buscam tratamento são mulheres (90%), e o início ocorre usualmente na idade média de 13 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento envolve psicoterapia e, em alguns casos, combinam-se técnicas comportamentais (como o condicionamento clássico e o operante) e medicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Relatos de pacientes (1), incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu estive sofrendo com tricotilomania desde que tinha 10 anos. Agora tenho 19 e se pudesse dar conselhos a outras pessoas que sofrem com isso, eu diria: você não está sozinha (…).”- Facebook da usuária Madison Nelson;</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu não estou doente, louca e também não me odeio. Também não preciso dos sentimentos de pena das outras pessoas. Eu sei que ainda sou bonita, apesar da tricotilomania.” – Facebook da usuária Caitlin Webster;</p>
<p style="text-align: justify;">“Às vezes eu nem percebo que estou fazendo isso … &#8221; – Facebook da usuária Judy Adams;</p>
<p style="text-align: justify;">“Sempre pensei que era só eu. Eu amo meu cabelo. Apenas não posso parar.&#8221; – Facebook da usuária Yazmin LoGiudice;</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu sempre deixo as luzes apagadas quando vou ao banheiro em casa. Não posso puxar aquilo que eu não posso ver.&#8221; – Facebook da usuária Jennifer DiSabatino;</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu gostaria que as pessoas parassem de me dizer &#8216;para de fazer isso’, como se fosse tão simples assim… “- Facebook da usuária Laura Hanson;</p>
<p style="text-align: justify;">“Realmente eu não quero fazer isso. Acredite em mim. Tenho muito medo que um dia eu possa ficar totalmente careca” – Facebook da usuária Lauren Vaught;</p>
<p style="text-align: justify;">“Sim, eu espero muito que meus cílios cresçam de volta” – Facebook da usuária Rachel Devonne;</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, o documentário intitulado “Trichster”, no qual Rebecca Brown, diagnosticada com tricotilomania quando tinha 11 anos, tirou uma foto de si mesma, a cada dia, durante 6,5 anos para a montagem deste vídeo e para sensibilizar a sociedade da doença silenciosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nele se percebe claramente a evolução do problema ao longo dos anos.</p>
<p><iframe width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/eRvk5UQY1Js?start=84&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para algumas pessoas, certos problemas podem ser devastadores. Assim sendo, não espere para buscar ajuda.</p>
<p>Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2015/07/15/tricotilomania-o-que-voce-deveria-saber-mas-ainda-desconhece/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os benefícios psicológicos da prática da atividade física na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-beneficios-psicologicos-da-pratica-da-atividade-fisica-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 17:38:32 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1211" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica.jpg" alt="img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica" width="450" height="300" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica.jpg 450w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a frustração, compreender e aceitar mais as regras, resolver conflitos, além da consciência corporal, coordenação motora e orientação espacial que é estimulada. Além disso, a atividade física é essencial para regular o sono, melhorar a atenção e concentração, elevar a autoestima e aliviar a ansiedade e o estresse da criança. Portanto, com o esporte, a criança apresenta melhoras pessoais, escolares e sociais.</p>
<p>Qualquer esporte deve ser prazeroso! A criança deve procurar fazer aquela atividade que ela se sinta bem e que lhe traga benefícios. Nenhum tipo de exigência extrema por resultados é benéfica, nem dos pais, nem da criança e nem do educador físico. Para isso, os pais deverão monitorar as crianças nas atividades físicas e sempre conversar com o professor sobre o assunto. Além disso, não deve haver sobrecarga de atividades extras que a criança faz, senão haverá mais prejuízos do que benefícios. A criança precisa também de descansar, de brincar e estudar, tudo com planejamento e na medida certa. Caso a criança se cobre excessivamente, não apenas em relação ao esporte, mas em outros aspectos da vida, outra opção é procurar ajuda profissional de um psicólogo para que tais aspectos sejam trabalhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>9 Hábitos tóxicos que fazem diminuir a sua motivação</title>
		<link>https://casule.com/blog/9-habitos-toxicos-que-fazem-diminuir-sua-motivacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 21:53:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A motivação gera-nos grande impulso para a ação face aos objetivos que pretendemos alcançar ou sonhos que queremos realizar. Quando nos sentimos motivados emerge uma força de vontade enorme que facilita a obtenção do que desejamos. Indubitavelmente a motivação é uma força em ação que promove a realização daquilo que nos é significativos. Mas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A motivação gera-nos grande impulso para a ação face aos objetivos que pretendemos alcançar ou sonhos que queremos realizar. Quando nos sentimos motivados emerge uma força de vontade enorme que facilita a obtenção do que desejamos. Indubitavelmente a motivação é uma força em ação que promove a realização daquilo que nos é significativos. Mas por vezes, no percurso para sermos bem sucedido deparamo-nos com alguns obstáculos que podem promover alguns maus hábitos que aniquilam a motivação. São hábitos que nos colocam num estado emocional desfavorável, retiram-nos foco, objetividade e promovem o desenvolvimento de crenças disfuncionais. Para nos sentirmos realizados é muito importante termos um enorme impulso face a algo que nos é significativo, mas importa igualmente certificarmo-nos que alguns dos nossos comportamentos não se viram contra nós mesmos.</p>
<p>Apresento 9 hábitos tóxicos que fazem diminuir a sua motivação:<br />
1. VOCÊ DESEJA SER PERFEITO<br />
Perseguir a perfeição é a maneira mais rápida de aniquilar a sua motivação. Se você evita começar algo ou não se propõe a algum desafio ou projeto porque julga não conseguir realizar a tarefa na perfeição, certamente gerou a crença disfuncional de que tem de ser perfeito em tudo o que faz. O seu perfeccionismo transformou-se num obstáculo à sua motivação. Você desenvolveu um pensamento de tudo ou nada. Ou faz na perfeição ou não vale a pena fazer. O que pode prejudicá-lo sempre que você não se perceciona vir a ser totalmente eficaz ou a realizar algo na perfeição. Da próxima vez que você estiver trabalhando num projeto, diga a si mesmo que está no processo de melhoramento. Que o que está a realizar não é algo acabado, e que pode ser melhorado à medida que vai avançando. Isto permite que se proponha a iniciar aquilo no qual poderá ter ficado paralisado. Ter algo feito é melhor do que nunca iniciar nada.</p>
<p>2. VOCÊ COMPARA-SE AOS OUTROS<br />
Estar constantemente a comparar-se aos outros pode ser uma das maneiras mais fáceis de perder a motivação. Quando nos comparamos aos outros (aqueles que têm mais ou obtém melhores resulsados que nós) e isso faz disparar autoavaliações negativas, conduzindo-nos a um diálogo autocrítico negativo, tendemos a diminuir os nossos níveis de energia e a aumentar a descrença nas nossas capacidades, habilidades ou esforços. Quando nos comparamos por defeito, por estarmos “abaixo” dos outros, no retorno, podemos ter a perceção de uma grande discrepância entre o que os outros estão a alcançar e aquilo que nós não estamos a conseguir, levando-nos a desistir. Foque-se naquilo que julga conseguir realizar, e se percecionar que não está a obter o que deseja, oriente a sua atenção para estratégias que possam aumentar a probabilidade de ser bem sucedido.</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1091" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/10/desmotivação2.jpg" alt="desmotivação2" width="639" height="349" /></p>
<p>3. VOCÊ NÃO ACREDITA EM VOCÊ MESMO<br />
Se você não acreditar em você mesmo, quem o fará? Pare de perder tempo e energia botando-se para baixo. Da próxima vez que você se estiver sentindo para baixo, force-se a pensar em alguma coisa que você faz bem. Foque a sua atenção nas suas forças, naquilo que são as suas habilidades. Se tiver dúvidas, pergunte a um amigo chegado. Não faças avaliações do seu valor baseando-se apenas em filtros negativos. Ou seja, não olhe apenas para aquilo que não conseguiu realizar ou atingir. Recorde dos seus feitos, mesmo que sejam coisas insignificantes. Foque a sua atenção naquilo que é positivo, e se mesmo assim não for suficientemente positivo, trabalhe naquilo que pode melhorar. Deixe de se vitimizar. Faça o que pode fazer.</p>
<p>4. VOCÊ ESPERA DEMASIADO NAS SUAS AÇÕES<br />
A melhor maneira de promover o sucesso nas suas ações e comportamentos é executando passo a passo, pouco a pouco. Concentre-se nas tarefas que você deseja concluir. Você pode olhar para o grande objetivo, mas deve focar as suas energias nas pequenas coisas, para que as pequenas coisas se transforme em grande coisas.</p>
<p>5. VOCÊ NÃO ESTABELECE OBJETIVOS CLAROS<br />
Se você não tem metas, você não irá promover a sua motivação porque não sabe para onde está indo. Você precisa descobrir onde você quer ir e , em seguida, empenhar todos os seus esforços, energia e dedicação nos seus objetivos. Se você não sabe por onde caminhar, pode ir ter a um lugar que não deseja. Não ter metas é como tentar encontrar um novo restaurante sem um endereço. Você pode ter sorte de vez em quando, mas certamente vai ficar deambulando a maior parte do tempo.</p>
<p>6. VOCÊ NÃO ENCORAJA A SI MESMO<br />
Se você não se incentiva a si mesmo, está a dar um tiro nos seus próprios pés. Construa o seu alfabeto motivacional. Formule um conjunto de palavras, imagens mentais, gestos, músicas, ou qualquer coisa que possa funcionar como um gatilho que faça disparar em você mesmo uma vontade enorme para a realização dos seus objetivos. Ao encontrar uma maneira de encorajar a si mesmo você vai sentir-se mais recompensado e motivado. Lembre-se, trate-se da mesma maneira que você espera que os outros o tratem.</p>
<p>7. VOCÊ NÃO CUIDA DE SI MESMO<br />
Uma das formas primárias mas primordiais é o descanso. Se você não descansa devidamente, se não recupera do seu esforço do dia a dia, certamente irá ver a sua motivação afetada. A motivação faz uso da nossa energia disponível, e é negativamente afetada quando andamos exaustos. Certifique-se que agenda devidamente e intencionalmente a sua recuperação e energização. Dedique algum do seu tempo ao lazer e a atividades relaxantes que você gosta de realizar.</p>
<p>8. VOCÊ DEIXOU DE SER CRIATIVO<br />
Você precisa alimentar a sua motivação com novas ideias. Se você entra num estado rotineiro de pensar e fazer sempre as mesmas coisas, o ânimo, curiosidade e criatividade tendem a cristalizar-se. Mantenha a sua mente ativa. Mantenha-se informado dos assuntos que gosta, desenvolva-os, leia, troque opiniões, fale com outras pessoas. O poder criativo que todo nós comportamos é a porta de entrada para novas ideias. Se você desenvolver uma mentalidade de melhoria e de desenvolvimento pessoal, a sua mente manter-se-á ativa, aumentando a probabilidade de surgirem novas ideias e você sentir-se mais motivado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>9. VOCÊ PERDE O FOCO DAS SUAS PRIORIDADES<br />
Se você persegue um determinado objetivo e existem distrações, vícios ou comportamentos parasitas que interferem com o seu foco prioritário, é importante trabalhar na sua autodisciplina. Esforce-se para realizar uma lista das principais distrações que você tem que o impedem de realizar o que mais importa. Ganhe consciência daquilo que o afasta dos seus objetivos. Depois devolva o poder a você mesmo. Organize o seu tempo. Não tem de deixar de fazer algumas das coisas que servem de escape da sua vida. O que tem de fazer é organizar-se e decidir os momentos que pretende dispensar a cada uma dessas atividades</p>
<p>Fonte:  http://www.escolapsicologia.com/9-habitos-toxicos-que-aniquilam-a-sua-motivacao/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>14 Formas de pensar que destroem a sua felicidade</title>
		<link>https://casule.com/blog/14-formas-de-pensar-que-destroem-sua-felicidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 20:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=1083</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todos nós estamos geneticamente preparados para a felicidade, mais especificamente para a felicidade hedónica. A palavra grega hedonê significa “prazer” e dela provém o termo hedonismo. O precursor do hedonismo foi o filósofo grego Aristuppus (435-366 BCE) que defendia a boa vida pela experiência de maximização do prazer e minimização da dor, e que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nós estamos geneticamente preparados para a felicidade, mais especificamente para a felicidade hedónica. A palavra grega hedonê significa “prazer” e dela provém o termo hedonismo. O precursor do hedonismo foi o filósofo grego Aristuppus (435-366 BCE) que defendia a boa vida pela experiência de maximização do prazer e minimização da dor, e que a felicidade surgiria como a totalidade dos momentos hedónicos experienciados pela pessoa. Basicamente a felicidade hedónica está relacionada com os momentos prazerosos associados aos nossos cinco sentidos, e com as experiências positivas que estes nos proporcionam, como por exemplo, o calor do sol, ou o sabor doce e a sensação refrescante de um gelado, ou o êxtase de ver a nossa equipa de eleição vencer. Deste ponto de vista podemos considerar que felicidade é a soma dos vários momentos prazerosos experienciados. Numa perspectiva diferente temos a felicidade heudaimónica. Aristóteles, filósofo grego propulsor do eudaimonismo, postula que toda atividade humana tem um fim. Eudaimonia, enquanto estado subjetivo, envolve os sentimentos que ocorrem quando a pessoa se move em direção à autorrealização para que possa desenvolver os seus potenciais e conferir propósito à sua vida (Waterman, Schwartz &amp; Conti, 2006).</p>
<p>Acredito que ambas as perspectivas anteriores acerca da felicidade estão presentes na vida de cada um de nós. Por vezes, afastamo-nos das boas sensações que o nosso corpo nos pode proporcionar, assim como dos nossos objetivos e propósitos de vida, emergindo o sofrimento, angustia e infelicidade. Se você percepciona que tem um conjunto de comportamentos que vão destruindo a sua felicidade, proponho que reflita sobre as possíveis formas de agir e pensar que podem estar contribuindo para o seu mal-estar, e assim, mudar a vida para melhor.</p>
<p>1. VOCÊ FICA ANGUSTIADO ACERCA DO SEU FUTURO E ESQUECE O CAMINHO JÁ PERCORRIDO<br />
Antecipar o futuro de forma angustiante é a receita para se sentir desanimado. Este mau hábito aumenta drasticamente as chances de desistir dos seus sonhos, fazendo-o sofrer por antecipação. Em vez de concentrar-se na sua perspectiva de futuro catastrófica, olhe para aquilo que já conseguiu e aprendeu para que possa organizar-se face aquilo que pretende melhorar ou atingir.<br />
2. VOCÊ TEM MEDO DE CAMINHAR PELO SEU PÉ, SUPORTANDO-SE EM DEMASIA NOS OUTROS<br />
Esta é uma grande armadilha da qual você necessita ficar atento. Ainda que possa necessitar de algum tipo de suporte para algumas coisas ou em alguma fase da sua vida, não confunda isso com negação das suas capacidades para atingir o que pretende. É assim que as pessoas podem enraizar uma mentalidade de vítima, ou ficarem dependentes de terceiros, tendo de aceitar situações que não lhes servem, como por exemplo, permanecer num relacionamento abusivo.  A verdade é que a grande maioria das pessoas tem o poder para se propor às coisas que pretende alcançar na vida. Mas para que se comprometa com essa ideia e passe a agir com essa crença, primeiro precisa perceber que pode estar privando-se da oportunidade de fazer isso acontecer. Sim, isso é exatamente o que muitas pessoas fazem. Simplesmente não dão a elas mesmas a oportunidade de tentar pelos seus próprios meios, levando-as a desenvolver medo de caminhar pelo seu próprio pé.</p>
<p>3. VOCÊ ACHA QUE SÓ IRÁ SER FELIZ QUANDO ATINGIR UM DETERMINADO OBJETIVO<br />
Quando focamos a nossa felicidade no futuro, em algo que queremos alcançar para sermos verdadeiramente felizes, podemos entrar num caminho tortuoso e miserável. “Só vou ser feliz quando tiver o corpo perfeito.” Neste exemplo, a pessoa está a fazer uma afirmação absolutista ancorada a um objetivo específico, remetendo todas as outras áreas da sua vida para segundo plano. Coloca um filtro extremamente redutor, quer em termos temporais, quer em termos de outros objetivos alcançados ou prazeres experienciados. Nesse meio tempo, é usual a pessoa sentir-se miserável porque o seu corpo não cumpre os padrões pretendidos. Se este tipo de pensamento for sendo aplicado ao longo do tempo e generalizado a outros objetivos que a pessoa se proponha, a obsessão instala-se e a felicidade é afetada negativamente. Cuidado com este ciclo de pensamento a que podemos chamar de armadilha da felicidade. Mesmo que a pessoa atinja os seus objetivos, por exemplo, fique com o corpo em forma, ganhe mais dinheiro, rapidamente se propõe a outros objetivos e encontrará novos motivos para continuar infeliz e a sentir-se miserável.</p>
<p>Ainda que seja saudável e benéfico traçar objetivos e propor-nos a novos desafios que possam gerar bem-estar e contribuir para a nossa felicidade, é contraproducente colocar a totalidade da nossa satisfação de vida na obtenção de um determinado resultado.</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1084" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/10/lembrete_pensamento-e1412887404727.jpg" alt="Businesswoman with sticky note on forehead" width="600" height="398" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/lembrete_pensamento-e1412887404727.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/lembrete_pensamento-e1412887404727-300x199.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/10/lembrete_pensamento-e1412887404727-480x318.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>4. VOCÊ VÊ A FELICIDADE COMO ALGO EXTERIOR AO INVÉS DE ALGO INTERIOR<br />
Provavelmente, em comparação com os outros, você ache que ser feliz é ter melhor currículo, ganhar mais dinheiro, ou ter a esposa mais linda. No entanto, muitas das pessoas que não possuem isso também são felizes. Obviamente que as nossas conquistas, conforto e bens materiais podem contribuir para o nosso bem-estar e promover o nosso sentimento de felicidade, mas resumi-la a isso é destruí-la. Talvez o hábito tenha sido enraizado devido a uma sociedade extremamente competitiva, e o sentimento miserabilista imperar para aqueles que julgam não ter o que supostamente acham que deveriam ter. A felicidade é algo interno, na relação que estabelecemos conosco mesmos, com os outros, com o mundo em geral e no equilíbrio entre o que desejamos e aquilo que obtemos. É um sentimento, e você pode senti-lo a qualquer momento. Da próxima vez que você diga a si mesmo que primeiro precisa de algo para ser feliz: pense novamente. A afirmação que está fazendo é racional, razoável e saudável?<br />
5. VOCÊ NÃO CUIDA DE SI MESMO<br />
Certamente você tem consciência de um conjunto de atividades que deveria realizar para promover e manter a sua saúde. Sabe que deve exercitar-se mais, comer alimentos baixos em gordura, descansar, mas pode ter vindo a descuidar-se. Você sabe que deveria ser mais autodisciplinado. Como resultado, pode sentir-se culpado. Um bom estado de saúde é sem dúvida um enorme suporte para a felicidade. Sabemos disso principalmente quando sentimos um abalo na nossa saúde. Faça o que tiver ao seu alcance para não destruir a sua felicidade, cuidando de você mesmo. Livre-se da culpa que pode sentir por não ter vindo a ter alguns cuidados consigo e passe à ação.</p>
<p>6. VOCÊ DESEMPENHA O PAPEL DE VÍTIMA<br />
Você não precisa de queixar-se taxativamente para desempenhar o papel de vítima na sua vida. Digamos que você “não pode” fazer isto ou aquilo, ou acha que não consegue sem se propor a isso? Provavelmente está jogando o papel de vítima. Pode não ter plena consciência disso, ou ter benefícios subjacentes ao desempenhar esse papel. Por exemplo, se você está acima do peso e sente-se vítima devido a isso, pode secretamente sentir-se orgulhoso por ir contra as revistas que constantemente dispararam a ideia de que você deveria emagrecer. Ou, se você está sobrecarregado, pode começar a gabar-se para os outros acerca da quantidade de coisas que faz e tem à sua responsabilidade. Agora que ficou mais alerta para a possibilidade de poder estar a desempenhar o papel de vítima, pergunte a si mesmo: “Quais as vantagens que recebo de estar na minha situação atual?” Seja honesto, e liste pelo menos sete. Você pode ficar surpreendido. Essas supostas vantagens podem estar a prendê-lo na sua vitimização.</p>
<p>7. VOCÊ FOCALIZA EM DEMASIA A SUA ATENÇÃO NOS ERROS E NO QUE É MAU<br />
Aquilo em que focamos a nossa atenção expande-se. Se você desenvolveu um filtro demasiado estreito para tudo o que possa estar mal, para os erros e fracassos, para os seus e os dos outros, certamente está a ser alvo de estímulos negativos. Não quero passar a mensagem que não devemos prestar atenção para aquilo que não está bem na nossa vida, ou que não devemos analisar os erros que cometemos. Ter consciência do que acontece de negativo na nossa vida pode ser vantajoso. No entanto, não deveremos ficar presos apenas nos cenários negativos. O que importa fazer é analisar o que precisa de ser melhorado, reparado ou aprendido e depois orientar a atenção e recursos para a construção de uma solução. Ficar a ruminar nos erros ou nas coisas ruins, alimentar tudo isso e desenvolver uma crítica negativa destruidora, nada de bom trás à pessoa que desenvolve essa forma perniciosa de olhar a vida.</p>
<p>8. VOCÊ ACHA QUE AS OUTRAS PESSOAS NÃO GOSTAM DE SI<br />
Acredito que algumas pessoas possam não gostar. Não podemos agradar a Gregos e Troianos. Mas acredito também que existem pessoas que gostam de você. Se a ideia de que os outros não gostam de você paira na sua mente, faça o exercício saudável de contestação. Faça uma lista das dez pessoas que tem a certeza que gostam de você. Se conseguiu completar a lista, não pode continuar a ter essa crença irrealista. Se eventualmente a ideia permanece, perceba o que pode ter vindo a fazer para que isso aconteça. Ainda assim, as pessoas que não o conhecem não podem ter razões para não gostar de você. Principalmente para as pessoas que conhece pela primeira vez, você tem a oportunidade de estabelecer uma relação sustentável e apreciativa. Se for o seu caso, esforce-se por isso.</p>
<p>9. VOCÊ RACIONALIZA O SEU MAU COMPORTAMENTO<br />
Todos nós sem exceção temos momentos na nossa vida que se encaixam no que podemos chamar de mau comportamento. Podemos ser agressivos nas nossas palavras, ou recorrentemente sermos injustos com determinada pessoa, ou não prestar atenção com quem necessita da nossa ajuda. Mas se de forma crónica nos comportamos indevidamente e racionalizamos esse comportamento desajustado numa tentativa de proteção do ego, tornamo-nos cegos à melhoria comportamental. Ter maus comportamentos não faz necessariamente de nós más pessoas. Faz de nós uma pessoa que se comporta de forma desadequada, podendo prejudicar a si mesmo e aos outros. Nesta linha comportamental não existe espaço para o florescimento pessoal, e com isso a felicidade é destruída.  Se você percebe que tem vindo a expressar alguns comportamentos menos bons, pondere ler o meu artigo: Não mude a si mesmo, mude os seus comportamentos.</p>
<p>10. VOCÊ COLOCA A CULPA DE TUDO EM SI MESMO<br />
Esta estratégia de colocarmo-nos no epicentro da culpa de tudo o que acontece de menos bom na nossa vida, apelido-a de uma fuga para o lado. A pessoa assume que tem pouco valor, pouca habilidade ou poucos recursos e por isso é normal que seja a culpada das coisas menos boas que lhe acontecem ou que estão relacionadas com ela. Se é o seu caso, não se culpe a si mesmo por tudo e por nada, só para fugir à realidade e assim ficar no seu lado confortável. A culpa pode já ter-se tornado em algo confortável e que tem à mão para lidar com as situações incómodas. Tente separar-se da situação e, em seguida, analise melhor o que pode estar a acontecer e perceba se realmente é adequado culpabilizar-se ou se é mais benéfico perceber o que pode mudar nas suas ações ou na situação, para que numa próxima oportunidade possa fazer melhor.</p>
<p>Para aprofundar o assunto, leia: Dê um rumo à sua vida, deixe de fazer as mesmas asneiras.<br />
11. VOCÊ É UM REALISTA FOCADO NO PASSADO<br />
Você acha que ser realista irá torná-lo mais objetivo, mas será realmente um “realista” ou  é um “realista focado no passado”? Pondere sobre o seguinte: Tudo o que experimentamos hoje é o resultado do que aconteceu ontem, na semana passada, no mês passado, etc. No entanto, podemos igualmente considerar que o futuro é o resultado do que fazemos hoje, mais os acontecimentos do passado. Se você se focar naquilo que pretende vir a realizar ou a melhorar, isso passa a orientar as suas ações no presente. Ou seja, caso o seu passado não tenha sido aquilo que mais desejava, ao invés de se condicionar apenas por aquilo que já aconteceu, pode optar por orientar a sua vida por aquilo que pretende que lhe aconteça. Pondere passar a orientar-se muito mais focado no futuro. O futuro que quer ver materializado. Acredito que a sua motivação irá alavancar e com isso caminhar mais esperançado no presente.</p>
<p>12. VOCÊ QUER MELHORIAS RÁPIDAS<br />
Se você se encontra numa situação em que pretende aprender algo que é necessário para a sua vida, ou precisa mudar algum hábito, ou instituir uma nova rotina ou estilo de vida, e quer ver resultados imediatos das suas ações, certamente vai deparar-se com o fracasso. Se isto tem vindo a ser recorrente na sua vida, você está agindo com base no desespero e ansiedade. Na verdade, é como se necessitasse muito de algo, mas não está disposto a “pagar” a fatura com esforço da sua parte.</p>
<p>13. VOCÊ NÃO PRATICA A GRATIDÃO<br />
Pense  em algo na sua vida em que você se sente feliz por ter. Faça isso. Reconheça isso. Sinta-se afortunado e grato por ter isso na sua vida. Por vezes simplesmente ignoramos as coisas boas que temos na vida, damos isso como garantido. Acredito que praticar a gratidão e transformá-la num hábito é promotor de felicidade e equilíbrio emocional.</p>
<p>14. VOCÊ ESPERA QUE OS OUTROS SEJAM A SUA SALVAÇÃO<br />
Você acha que não sabe o suficiente sobre X e precisa de alguém para ajudá-lo. Isso pode ser verdade, mas às vezes é apenas uma desculpa para não colocar as suas mãos na massa. Você, pouco a pouco vai deixando de responsabilizar-se pela sua melhoria de vida. Raramente é devido às pessoas serem preguiçosas que isto acontece. É principalmente porque se acham incompetentes, ou incapazes, ou eventualmente não querem sair da sua zona de conforto e propor-se a novas experiências.</p>
<h3><strong>Então, o que você vai fazer hoje ou esta semana para deixar de destruir a sua felicidade e aproveitar mais a sua vida?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://www.escolapsicologia.com/14-formas-de-pensar-que-destroem-a-sua-felicidade/</p>
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		<title>Alextimia</title>
		<link>https://casule.com/blog/alextimia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2014 21:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trata-se da dificuldade para expressar sentimentos. &#160; Alexithymia é uma palavra com raízes gregas: a partícula a tem um sentido de negação, de “falta ou ausência”; lex, significa “palavra”; e thymos é “emoção ou sentimento”. Literalmente, alexitimia pode ser traduzida como sem palavras para sentimento.  Na década de 60, os psiquiatras John Nemiah e Peter Sifneos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="color: #433c3a"></div>
<h2 style="color: #433c3a;text-align: center"><strong><span id="_ctl0_lblDescricaoResumida">Trata-se da dificuldade para expressar sentimentos.</span></strong></h2>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1011" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/09/casule-psicologia-jf3-e1410297203443.jpg" alt="casule-psicologia-jf" width="600" height="397" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/09/casule-psicologia-jf3-e1410297203443.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/09/casule-psicologia-jf3-e1410297203443-300x199.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/09/casule-psicologia-jf3-e1410297203443-480x318.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #433c3a"><i>Alexithymia</i> é uma palavra com raízes gregas: a partícula a tem um sentido de negação, de “falta ou ausência”; lex, significa “palavra”; e thymos é “emoção ou sentimento”. Literalmente, alexitimia pode ser traduzida como sem palavras para sentimento.</div>
<div style="color: #433c3a"> Na década de 60, os psiquiatras John Nemiah e Peter Sifneos perceberam que alguns pacientes psicossomáticos mostravam grande dificuldade para falar sobre suas emoções e sentimentos, dando a impressão de não compreenderem o significado dessas palavras. Sifneos (1972) criou então a palavra alexitimia para explicar esse comportamento</div>
<div style="color: #433c3a">Esta é uma perturbação que afeta o processamento emocional, da qual resulta a incapacidade de exprimir as emoções, sob a forma de sentimentos, por intermédio da linguagem.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Suas características mais salientes são:</div>
<blockquote style="color: #433c3a">
<div><i>(a) dificuldade em identificar e descrever sentimentos; </i></div>
<div><i>(b) dificuldade em distinguir os sentimentos de sensações corporais decorrentes da atividade emocional;</i></div>
<div><i>(c) processos imaginativos limitados e </i></div>
<div><i>(d) estilo cognitivo utilitário, baseado no concreto e orientado para o exterior, também conhecido como pensamento operacional. </i></div>
</blockquote>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Estas duas ultimas características são consideradas elementos básicos que evidenciam a pobreza ou a ausência de fantasias e a preocupação com detalhes pontuais de acontecimentos externos.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Esses comportamentos vêm sendo descritos na literatura especializada já há algum tempo. Em 1948, Jürgen Ruesch citou pacientes sem imaginação, que usavam ações e canais corporais para expressar suas emoções, eram falhos na comunicação afetiva e mostravam excessivo nível de conformidade social. Paul MacLean (1949) escreveu: “deve ser considerado que uma das notáveis observações sobre o paciente psicossomático é sua aparente inabilidade intelectual para verbalizar seus sentimentos”. Os alexitímicos são descritos como “robôs humanos”, portadores de uma espécie de analfabetismo emocional.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Sua incidência é estimada em 10% na população em geral (Aleman, 2005). Contudo, no Brasil a alexitimia ainda é relativamente desconhecida, mas no mundo ocidental ela vem sendo constantemente estudada, existindo diversos instrumentos de medição já traduzidos e adaptados para vários países com o intuito de facilitar seu diagnóstico.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Embora a alexitimia seja um construto clínico já testado, ela não constitui uma doença diagnosticada, mas sim um aspecto clínico associado a algum outro problema médico, tal como Desordem de Stress Pós Traumático, Anorexia Nervosa ou outra desordem psiquiátrico. Estudos realizados com indivíduos portadores de anorexia nervosa têm encontrado uma elevada prevalência de alexitimia nos trabalhos publicados, com resultados superiores a 50% dessa comorbidade. Tais valores são considerados elevados quando consideramos a prevalência da alexitimia na população geral varia de 10 a 20%, ou menos. Alguns estudos atuais mostram evidências que possibilitam considerar a alexitimia como uma condição independente pelo seu caráter de disfunção afetivo-cognitiva, duplamente associada a alguma condição física-patológica e por danos à vida relacional do indivíduo.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Ainda não há consenso sobre a etiologia da alexitimia. Existem teorias que a associam a algum trauma cerebral, a defeitos na formação neurológica, a influências socioculturais e outras que acreditam numa origem psicológica, como por exemplo, traumas na formação infanto-juvenil, ou mesmo mais tarde.</div>
<div style="color: #433c3a">Contudo, as teorias e pesquisas mais atuais sobre alexitimia, lançam uma proposta segundo a qual nos alexítimicos existiria um rompimento na comunicação entre os dois hemisférios cerebrais: ou seja, uma “comissurotomia funcional”, refletindo uma limitada capacidade de coordenar e integrar atividades inter-hemisféricas.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">Mesmo que alguma causa orgânica possa contribuir para a alexitimia, a perspectiva da maioria dos autores dessa área é a de que esse transtorno seja desenvolvido; isto é, ele surge a partir e durante as interações da pessoa com o ambiente, principalmente no seu período de formação. Segundo essa proposta, o alexitímico não tem um problema anatômico ou de arquitetura cerebral, mas sim uma disfunção cerebral aprendida, como acontece, por exemplo, com outras desordens afetivas. Ao nascimento nosso cérebro não está desenvolvido por igual, sendo necessários muitos anos de desenvolvimento pós-natal até que o indivíduo se forme psiquicamente. Esses anos exigem a participação de outras pessoas para a formação do futuro adulto, as quais ajudam a criança a aprender a identificar e regular suas emoções. Isso é primariamente executado pela mãe ou por quem que desempenhe esse papel, sendo necessário estar “sintonizado” com as necessidades da criança. Percebe-se, então, que a maturação cerebral e a formação individual relacionam-se a processos orgânicos e biopsicossociais podendo ser alteradas caso haja desarranjos em algum deles.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a">As emoções necessitam de uma sequência para se tornarem processos de sentimentos e esta sequência não ocorre no alexitímico. Não é possível afirmar que ele não tenha emoções, mas sim que não é viável realizar a passagem emoção – sentimento. Nele, o circuito neural que permite a autoconsciência emocional (percepção consciente das sensações subjetivas que acompanham as emoções) não é completado de forma satisfatória, resultando num circuito que não permite a regulação (experienciação e expressão) emocional adequada. Essa deficiência impede a geração do sentimento consciente e de um processo cognitivo-experiencial. Não havendo geração de sentimento, não há também a possibilidade de seu cultivo. Instala-se então o círculo vicioso que pode trazer prejuízos psíquicos a esses pacientes e levá-los a procurar ajuda.</div>
<div style="color: #433c3a"></div>
<div style="color: #433c3a"><i><b>Juliana P. Meneguette</b></i></div>
<div style="color: #433c3a"><i><b> </b></i></div>
<div style="color: #433c3a">Para referir:</div>
<div style="color: #433c3a"><b>Meneguete J</b> &#8211; <i>Alexitimia</i> in. PsiqWeb, Internet &#8211; disponível em http://www.psiqweb.med.br/, 2012.</div>
<p>Fonte: http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&amp;idNoticia=349</p>
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