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	<title>mudança - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>mudança - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você conhece a Síndrome de Gabriela? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-conhece-a-sindrome-de-gabriela-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo falarei sobre a distorção cognitiva culpabilização, que é conhecida popularmente pelo nome &#8220;Síndrome de Gabriela, eu nasci assim, vou ser sempre assim&#8221;. Explicarei o impacto de viver com essa distorção e os prejuízos que são causados por ela e o que podemos fazer para evitá-la. Confira com Jéssica Tibúrcio da Casule! Quer tomar [&#8230;]</p>
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<p>Nesse vídeo falarei sobre a distorção cognitiva culpabilização, que é conhecida popularmente pelo nome &#8220;Síndrome de Gabriela, eu nasci assim, vou ser sempre assim&#8221;. Explicarei o impacto de viver com essa distorção e os prejuízos que são causados por ela e o que podemos fazer para evitá-la.</p>



<p>Confira com  Jéssica Tibúrcio da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>Afinal, o que é estresse?</title>
		<link>https://casule.com/blog/afinal-o-que-e-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 11:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que conhecemos hoje como estresse, tem origem em nossos ancestrais, que viviam em constante alerta contra os predadores e quando percebiam alguma ameaça, o organismo reagia automaticamente, levando-os a uma atitude de fuga ou luta.&#160; Atualmente existem várias definições para estresse, a mais utilizada é a incapacidade de lidar com uma mudança, real ou [&#8230;]</p>
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<p>O que conhecemos hoje como estresse, tem origem em nossos ancestrais, que viviam em constante alerta contra os predadores e quando percebiam alguma ameaça, o organismo reagia automaticamente, levando-os a uma atitude de fuga ou luta.&nbsp;</p>



<p>Atualmente existem várias definições para estresse, a mais utilizada é a incapacidade de lidar com uma mudança, real ou imaginada, que ameace o bem-estar mental, físico, emocional ou espiritual, e que resulte em uma série de respostas e adaptações fisiológicas por meio das quais o corpo busca manter sua homeostase.</p>



<p>De acordo com pesquisadores da área, o estresse pode ser dividido em quatro fases e os sintomas variam de acordo com a fase em que a pessoa se encontra, são elas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li> Alerta:&nbsp; considerada a fase positiva do estresse, quando a pessoa se prepara para a ação, deixando-a mais atenta e motivada;</li><li>Resistência: as pessoas utilizam toda energia como forma de se adaptar e buscar o equilíbrio de forma a manter a homeostase interna, nesta fase a produtividade cai e a pessoa se torna mais vulnerável;</li><li>Quase-exaustão: marcada pelo início do processo de adoecimento, órgãos com uma maior predisposição genética começam a dar início de deterioração, e se não há um alívio para o estresse, nem formas de enfrentamento, o estresse atinge sua última fase;</li><li> Exaustão: fase mais negativa, marcada por um desequilíbrio interior muito grande. Nesta fase, as doenças são mais frequentes, tanto na área psicológica, em forma de depressão, ansiedade, como na área física, na forma de hipertensão arterial, úlceras gástricas e problemas dermatológicos.</li></ul>



<p>Quando persistente ou exagerado, o estresse pode causar danos à saúde do indivíduo e inclusive desencadear uma série de reações fisiológicas, o que pode agravar uma doença já existente ou facilitar o aparecimento de uma patologia, desde que o indivíduo apresente predisposições. O excesso de situações provocadoras de estresse pode levar a efeitos prejudiciais ao corpo e a mente, efeitos estes que estão diretamente ligados ao sistema nervoso autônomo e relacionados ao sistema nervoso central.</p>



<p>O estresse necessariamente não leva o organismo a um desgaste, isso depende da intensidade, duração, vulnerabilidade e o modo como o indivíduo administra o evento estressor. Pode-se dizer que há um desgaste quando ocorre uma quebra do equilíbrio interno do organismo, ou seja, quando a soma das reações biológicas a um evento estressor tende a alterar o seu equilíbrio. O grande problema ocorre quando há um estado de alerta em situações em que não haveria necessidade, ou mesmo quando há uma prontidão fisiológica de forma excessiva. &nbsp;</p>



<p>Existem duas fontes de estresse: as fontes externas, que requerem uma rápida adaptação, como as mudanças na sociedade e na comunidade, os desastres naturais e as doenças, e as fontes internas, relacionados aos processos cognitivos, como o nível de assertividade, vulnerabilidade, cognições distorcidas e expectativas irrealistas.&nbsp;</p>



<p>Os sintomas de estresse podem ser de ordem física ou psicológica, tais como: sensação de desgaste constante, alteração do sono, formigamento, irritabilidade excessiva, diminuição da libido, angústia, sensação de incompetência nas áreas da vida, entre outros.</p>



<p>Uma das formas de manejo do estresse é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), trata-se de uma abordagem terapêutica que utiliza da psicoeducação além de técnicas como a reestruturação cognitiva, relaxamento muscular progressivo, respiração diafragmática, <em>mindfulness </em>e exposição prolongada.&nbsp;</p>



<p>A TCC busca auxiliar o paciente a reconhecer seus limites; identificar seus estressores; conhecer as fontes internas e externas geradoras de estresse, eliminando as que forem possíveis e aprender estratégias para lidar com as situações não modificáveis; reestruturar a forma de pensar e ver o mundo de modo a eliminar algumas fontes internas relacionadas ao seu modo de ser; ser mais assertivo; reconhecer os seus limites e aprender a aceitá-los e melhorar o seu bem-estar e sua qualidade de vida de forma geral.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <br> <br> <br><br> REFERÊNCIAS: </p><p> <br> CARDOSO, G.S.S. Manejo de estresse de pacientes com HIV/AIDS por meio da TCC. <strong>Revista brasileira de terapias cognitivas</strong>, v.9, p,1, 26-33, 2013.<br> <br><br> LIPP, M.E.N. <strong>Mecanismos Neuropsicofisiológicos do Stress:</strong> teorias e aplicações clínicas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.&nbsp;<br> <br><br> LIPP, M.E.N. <strong>Treino de controle do stress</strong>. Disponível em: http://www.estresse.com.br/tcs-2/treino-de-controle-do-stress/<br> <br><br> ROMANI-SPONCHIADO, A.; SILVA, C.; KRISTENSEN, C. Psicoterapia Cognitivo-comportamental para o Transtorno de Estresse Agudo: uma revisão sistemática.&nbsp;<strong>Revista brasileira de terapia comportamental e cognitiva</strong>,&nbsp;v. 15, n.2, p. 64-74, 2013. </p></blockquote>
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		<title>Zona de conforto, nunca mais! (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/zona-de-conforto-nunca-mais-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2018 20:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Conformismo]]></category>
		<category><![CDATA[enfrentamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inércia]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[zona de conforto]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Fu1XbpaTAVk" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<p>Confira com <a href="https://casule.com/author/felipemendes/">Felipe Mendes, </a><a href="https://casule.com/author/psicologia/">psicólogo da Casule!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Zona de conforto, nunca mais!</h1>
<p>Aposto que você já deixou de fazer alguma coisa pra não correr risco. Evitou ir em algum lugar porque acha &#8220;que não faz o seu estilo&#8221;. Ou prorrogou um compromisso com medo das consequências. Saiba que essa é a sua zona de conforto! E enquanto você se prender a ela, você irá perder oportunidade, deixar de viver novidades e se sentir estagnado e desconfortável de ver as outras pessoas se inovando e alcançando coisas que você deseja. Entenda qual é a sua zona de conforto e como sair dela nesse vídeo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A pessoa por trás do diagnóstico</title>
		<link>https://casule.com/blog/pessoa-por-tras-do-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 20:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[assertividade]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem recebe um diagnóstico ruim sentirá que de uma hora para outra tudo mudou, que o seu ontem não é o mesmo que o seu hoje. Com o simples poder da palavra, alguém colocou um ponto e causou uma reviravolta em sua vida. A partir de agora e por algum tempo, seu nome carregará um sobrenome que na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem recebe um diagnóstico ruim sentirá que de uma hora para outra tudo mudou, que o seu ontem não é o mesmo que o seu hoje. Com o simples poder da palavra, alguém colocou um ponto e causou uma reviravolta em sua vida. A partir de agora e por algum tempo, seu nome carregará um sobrenome que na maioria das vezes vai ser doloroso.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem recebe um diagnóstico geralmente sente como se tivesse colocado uma mochila de pedras sobre suas costas. Não apenas tem que arcar com seus problemas pessoais, mas também tem que se adaptar ao seu novo sobrenome. Esse peso e a readaptação requerem um grande esforço por parte da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes sentem que o diagnóstico vai além deles, que se tornou uma entidade própria e que, como um monstro que a tudo devora, também os devorou. Podem até chegar a sentir estranheza de si mesmo, do seu corpo, da sua personalidade e de todo seu ser.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conviver com o diagnóstico</h2>
<p style="text-align: justify;">Assumir essa nova realidade e todas as mudanças que ela implica não é uma tarefa fácil. No princípio, a palavra se sobrepõe à pessoa criando uma realidade que, ainda que já estivesse ali de uma forma ou de outra antes de ser nomeada, agora se tornou uma entidade própria que entra na vida sem ter sido convidada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você se encontra com o monstro cara a cara, apenas você é capaz de decidir se vai abraçá-lo e aprender a conviver com ele ou se vai viver enfrentando-o numa batalha que deixará feridas permanentes. A responsabilidade final do que fazer diante dessa nova situação é apenas sua.</p>
<p style="text-align: justify;">Conviver com a palavra e estar totalmente consciente do seu significado é difícil e leva tempo. De maneira necessária (ou não), nesse momento o rótulo está ali, acompanha você nesse trecho da sua vida e é preciso aprender a coexistir com ele</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tudo muda e nada muda</h2>
<p style="text-align: justify;">Assim como as estações estão para a vegetação, o diagnóstico está para a pessoa. É como um bosque que experimenta a mudança das estações conforme os meses passam, embora as flores e árvores mudem de cor sempre, elas se assentam na mesma terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes a pessoa pode sentir que a terra e as árvores são a mesma coisa. No entanto, conforme o tempo passa, as folhas das árvores mudam de cor, caem e nascem outras, mesmo que seja a mesma árvore que fique lá ou seja cortada, desaparecendo para sempre. Mas embora todas essas mudanças ocorram na superfície, existe algo que permanece, e é o fato de que sempre é preciso uma superfície onde a vegetação possa se assentar.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo que ocorre com o bosque acontece com uma pessoa. A palavra muda a pessoa e também não muda. Existe uma parte, uma extensão da vida que é diferente do restante, embora nela exista uma camada mais profunda que praticamente não se altera e sempre estará ali.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Um diagnóstico não é um adjetivo</h2>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões o diagnóstico pode lançar uma sombra sobre a pessoa, fazer com que tanto ela mesma quanto o seu entorno sejam definidos exclusivamente por esse rótulo. Por exemplo, é frequente escutar frases como “é bipolar”, “é depressivo” ou  “é esquizofrênico”. Esses tipo de frases não  são apenas utilizadas de forma incorreta, mas também fomentam e perpetuam um dos grandes problemas dadoença mental, o estigma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitas ocasiões os diagnósticos são usados como adjetivos, como se fossem uma característica imutável da pessoa. Um diagnóstico NÃO é um adjetivo, uma pessoa não é bipolar, depressiva ou anoréxica. As pessoas não são apenas diagnósticos, rótulos ou palavras.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa é o que é, com suas características próprias e únicas. É possível que em um determinado momento ela possa apresentar um transtorno, mas isso não significa que a pessoa se transformará no transtorno ou que deixará de ser ela mesma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Existe um único rosto por trás da palavra</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico sempre estará associado a um rosto. Não se pode esquecer que um diagnóstico é apenas um conjunto de sintomas que remetem a uma doença e não a uma pessoa. Ele nos fornece uma informação geral sobre o que pode estar ocorrendo a quem padece dele, mas não nos diz mais nada sobre a pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora parecidos, cada ser é único. Todas as pessoas têm nome, personalidade, família, gostos, manias e características especiais que nos distinguem do resto. Um diagnóstico nunca nos dará uma informação sobre essas peculiaridades que devemos ir descobrindo pouco a pouco.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico bem aplicado é importante, diz algo sobre quem o apresenta e transmite uma informação muito útil a nível profissional, mas não nos fornece toda a informação necessária. Jamais devemos esquecer que por trás de um rótulo existe um rosto único e não repetitivo, uma pessoa que sente e que é mais do que apenas uma palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/pessoa-por-tras-diagnostico/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estressada desde que o bebê chegou?</title>
		<link>https://casule.com/blog/estressada-desde-que-o-bebe-chegou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 22:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[gestante]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2333" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec.jpg" alt="Newborn Baby Crying In Parents Bedroom" width="600" height="900" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec.jpg 683w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-200x300.jpg 200w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-610x915.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-480x720.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/2287699-9366-rec-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É impossível saber com antecedência o que é cuidar de um recém-nascido. Você pode até achar que já sabe o que esperar, de tanto ouvir as pessoas contarem sobre o chororô do bebê, a falta de sono, as incontáveis trocas de fralda. Mas, enquanto não acontece com você, não dá para entender exatamente o que é isso. Até as mulheres mais sacudidas podem virar farrapos humanos, incapazes de tirar o pijama ou de dar um pulinho na padaria para comprar pão, de tão cansadas e inseguras. É inevitável que a mulher se pergunte, nessa hora, se ela é a única a ficar tão desorientada com a nova vida. A resposta é não. Acontece com quase todo mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A recuperação do parto</h2>
<p style="text-align: justify;">Pensando bem, não é de surpreender que a chegada de um filho não seja o mar de rosas com que você sempre sonhou. Para começar, você acabou de passar por uma experiência exaustiva, em termos físicos e emocionais, que foi dar à luz. A circulação dos hormônios no seu corpo mudou drasticamente. Você pode estar se recuperando de uma cirurgia, com pontos por cicatrizar e com cólicas. Ao mesmo tempo, está tentando aprender a amamentar, muito provavelmente com os seios doloridos. Seu parceiro também sofre com a falta de sono e com a sensação de não poder ajudar muito &#8212; além de ter de equilibrar trabalho e família.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O cotidiano com um bebê</h2>
<p style="text-align: justify;">A vida cotidiana com um recém-nascido pode virar um caos num piscar de olhos. Você está tão cansada que mal consegue abrir os olhos; não consegue se trocar porque, toda vez que abre o armário para decidir que roupa cabe no seu corpo ainda meio grávido, o bebê chora ou precisa de alguma coisa. Banho, então, nem pensar &#8212; só quando tiver alguém para olhar o bebê. Você fica tão preocupada com os horários das mamadas que se esquece de tomar o café da manhã. Praticamente não sabe nem mais como se chama.</p>
<p style="text-align: justify;">E, no meio disso tudo, você se dá conta de que, apesar de quase não ter experiência nenhuma no assunto, é responsável pelo bem-estar, pelos cuidados, pela alimentação e pela proteção daquele bebezinho tão frágil, 24 horas por dia, sete dias por semana. E tem de levá-lo ao pediatra para pesar e dar vacina, cuidar da roupa, pensar no jantar e ainda proporcionar os melhores estímulos para seu desenvolvimento. Dá para entender por que tanto estresse.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com o estresse</h2>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros dias do bebê são difíceis, mesmo que envoltos numa atmosfera de amor e alegria pela chegada. Há dias em que o peso da responsabilidade, as tarefas domésticas e os cuidados práticos com o bebê não deixam você curtir o seu filho como gostaria. Com o tempo, você vai criar uma nova rotina e vai ficar mais calma, mas, enquanto isso não acontece, veja algumas dicas para sobreviver:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Saia para uma caminhada</h2>
<p style="text-align: justify;">Você pode estar se sentindo enclausurada dentro de casa. Sair um pouco, nem que só por meia hora, ajuda a tornar o dia mais agradável e mudar a rotina. Se o dia estiver bonito, ponha o bebê no carrinho e dê uma volta, ou faça uma visita rápida a uma amiga. Tente &#8220;pôr o pé na rua&#8221; pelo menos uma vez por dia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Não exagere</h2>
<p style="text-align: justify;">A casa não precisa ficar impecável nesses primeiros dias. O cardápio do jantar não precisa ser superespecial. Não se exija tanto nas tarefas domésticas (ou profissionais, para quem trabalha por conta própria e não pode se afastar totalmente na licença-maternidade). O bebê é o que mais importa agora.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Procure ter companhia</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes as pessoas se afastam nas primeiras semanas porque não querem atrapalhar. Se você acha que vai se sentir melhor com companhia, telefone para amigas ou familiares. Não precisa ser uma visita formal, cheia de cerimônia. É só por companhia mesmo. Mães que já passaram por essa fase vão entendê-la melhor. Se conhecer alguém com um bebê tão pequenininho quanto o seu, melhor ainda. Aí você vai ver que não é a única a andar por aí como um zumbi, com olheiras e manchas de leite na roupa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Aceite ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos casos, os familiares gostam de ajudar. Se sua mãe ou sua sogra ofereceram para dar uma arrumada na casa ou trazer o jantar, aceite. Aproveite que elas vão estar loucas para ficar com o bebê e tome um bom banho, com calma. Quem não aceita ajuda pode acabar se arrependendo depois.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dedique um tempinho para si</h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos conselhos mais comuns para mães que acabaram de ter um bebê é &#8220;aproveite para dormir sempre que ele estiver dormindo&#8221;. Nunca se sabe como vai ser a noite, portanto, se você conseguir tirar um cochilo, ótimo. Só que nem todo mundo consegue dormir no meio do dia. Mesmo que você não consiga, aproveite esse tempinho para descansar. Leia um livro, telefone para uma amiga, visite seus blogs favoritos, faça o que gosta. Dedicar um tempo para si mesma é um bom jeito de recarregar as energias.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Crie uma nova rotina</h2>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que as coisas vão ficando mais fáceis à medida que você conhece melhor o bebê e sabe o que ele gosta e não gosta, e fica mais confiante como mãe. É verdade que a vida muda totalmente a partir do momento que o bebê nasce, mas o caos e o estresse das primeiras semanas não duram para sempre. Logo você vai ver que cuidar do bebê será uma coisa natural, que fará sem tanto esforço.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1500318/estressada-desde-que-o-beb%C3%AA-chegou</p>
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		<title>10 dicas para a mudança de hábitos</title>
		<link>https://casule.com/blog/10-dicas-para-a-mudanca-de-habitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2015 16:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[hábito]]></category>
		<category><![CDATA[jf]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudar alguns hábitos está ao alcance de todos. Para isso, são necessários dois ingredientes importantes: escolher uma mudança que seja coerente com sua escala de valores e treinar até que se torne um hábito. Pouco além disso. Nada é “obrigatoriamente” para sempre, sequer o que se escolheu como hobby, profissão ou local de residência. A ideia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/1435765575_333302_1435765727_noticia_normal.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2113" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/1435765575_333302_1435765727_noticia_normal.jpg" alt="1435765575_333302_1435765727_noticia_normal" width="600" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mudar alguns hábitos está ao alcance de todos. Para isso, são necessários dois ingredientes importantes: escolher uma mudança que seja coerente com sua escala de valores e treinar até que se torne um hábito. Pouco além disso. Nada é “obrigatoriamente” para sempre, sequer o que se escolheu como hobby, profissão ou local de residência. A ideia de que podemos ser quem desejamos, praticar novos esportes, aprender outras culturas, experimentar todas as gastronomias, ter outros círculos de amigos&#8230; transforma uma vida parada em outra, rica em oportunidades e variedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O cérebro é plástico. As pessoas evoluem, desejamos mudar, crescer interiormente, e estamos capacitados para isso. Ficaram para trás as teorias sobre a morte dos neurônios e os processos cognitivos degenerativos. Hoje sabemos que os neurônios geram novas conexões que permitem aprender até o dia em que morremos. A plasticidade cerebral demonstrou que o cérebro é uma esponja, moldável, e que continuamente vamos reconfigurando nosso mapa cerebral. Foi o que disse William James, um dos pais da psicologia, em 1890, e todos os neuropsicólogos hoje em dia confirmam as mesmas teorias.</p>
<p style="text-align: justify;">O próprio interesse por querer mudar de hábitos, a atitude e a motivação, assim como sair da zona de conforto, convidam o cérebro a uma reorganização constante. Esse processo está presente nas pessoas desde o nascimento até a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta sociedade impaciente, baseada na cultura do “quero tudo já e sem esforço”, mudar de hábitos se tornou um suplício. Não porque seja difícil, mas porque não abrimos espaço suficiente para que se torne um hábito. Não lhe passou pela cabeça alguma vez que, ao começar uma dieta, as primeiras semanas são mais difíceis de do que quando já está praticando há algum tempo? É resultado desse processo. No início seu cérebro lembra o que já está automatizado, o hábito de beliscar, comer doce ou não praticar exercício, até que se “educa” e acaba adquirindo as novas regras e formas de se comportar em relação à comida.</p>
<p style="text-align: justify;">A neurogênese é o processo pelo qual novos neurônios são gerados. Uma das atividades que retardam o envelhecimento do cérebro é a atividade física. Sim, não só se deve praticar exercícios pelos benefícios emocionais, como o bem-estar e a redução da ansiedade, ou para ficar mais atraente e forte, mas porque seu cérebro se manterá jovem por mais tempo. Um estudo do doutor Kwok Fai-so, da Universidade de Hong Kong, correlacionou a corrida com a neurogênese. O exercício ajuda a divisão das células-tronco, que são as que permitem o surgimento de novas células nervosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outras práticas, como a meditação, o tipo de alimentação e a atividade sexual que também favorecem a criação de novas células nervosas. Uma vez que a reorganização cerebral é estimulada ao longo de toda a vida, não há uma única etapa em que não possamos aprender algo novo. A idade de aposentadoria não determina uma queda, nem completar 40 ou 50 anos deveria ser deprimente. Todos que tiverem interesse e atitude em relação a algo estão em boa hora, poderão aprender, treinar e tornar-se especialistas independentemente da idade. Se você é dessas pessoas que se dedicaram durante a vida a uma profissão com a qual viveram relativamente bem, mas ficaram com o desejo de estudar Antropologia, História, Exatas, Artes Plásticas ou o que for, pode começar agora. Não há limite de idade nem de tempo para o saber.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe que sua idade o limite quando seu cérebro está preparado para tudo. A mente se renova constantemente graças à plasticidade neuronal. Até há pouco tempo pensava-se que modificar e automatizar um hábito exigia 21 dias. Otimismo demais! Um estudo recente de Jane Wardle, do University College de Londres, publicado no European Journal of Social Psychology, afirma que para transformar um novo objetivo ou atividade em algo automático, de tal forma que não tenhamos de ter força de vontade, precisamos de 66 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que somos capazes de aprender, treinar e modificar o que desejarmos. O número de dias é relativo. Depende de fatores como insistência, perseverança, habilidades, das variáveis psicológicas da personalidade e do interesse. A mudança está em torno de dois meses e pouco. O que são dois meses no ciclo de nossa vida? Nada. Esse tempo é necessário para sermos capazes de fazer a mudança que desejamos. E isso nos torna livres e poderosos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“É preciso sacudir energicamente o bosque dos neurônios cerebrais adormecidos; é fundamental fazê-los vibrar com a emoção do novo e infundir-lhes nobres e elevadas inquietudes”. Ramón y Cajal</p>
<h2 style="text-align: justify;">Algumas dicas:</h2>
<p style="text-align: justify;">1. Eleja seu propósito e o transforme em seu projeto. É certo que, se fizer uma lista, se dará conta de que tem muitas inquietações. Mas não podemos mudar ou tentar fazer tudo de uma vez. Esqueça seu cérebro multitarefa e não queira modificar tudo em um instante. Quando conseguir automatizar o primeiro, passe ao segundo.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Reflita sobre sua meta. Se responder às seguintes perguntas em relação a seu objetivo, seu compromisso com ele aumentará: O que quero? Por quê? Para quê? Com quê? O “com que” refere-se aos seus pontos fortes, valores e atitudes para consegui-lo. Quando enfrentar algo novo, e tendo em vista que isso implica em sair da zona de conforto, é recomendável ter a segurança e a confiança de que está preparado, que tem capacidade e que irá conseguir. Mesmo que seja difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Faça com que ele caiba no seu dia-a-dia. Não importa o que deseja iniciar, é preciso tempo. Se não abrir um espaço em sua agenda e o transformar em rotina, o normal é que termine postergando o que agora não faz parte de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Ressalte seu objetivo. Tudo aquilo que não faz parte de nossa ordem habitual é fácil de ser esquecido. Se tem uma agenda, marque com caneta marca-texto. Se utiliza o alerta do celular, crie um diário com o novo objetivo. Não abuse de sua memória e do “deveria ter me lembrado”.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Cerque-se de todo o necessário, assim não terá desculpas para não começar. Por exemplo, se está de dieta, compre os alimentos do regime; se começou a praticar esportes, busque a roupa que irá usar, ou se começou a tirar fotos, prepare o material.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Comece hoje. Não existe nenhum estudo com rigor científico que relacione a segunda-feira ou o primeiro dia de janeiro exclusivamente com o começo de um novo hábito. A terça-feira e a quinta são dias tão bons como qualquer outro. Deixar tudo para a segunda é outra maneira de postergar e deixar que a preguiça vença sua força de vontade. O melhor dia para começar algo é hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">7. Emocione-se. As emoções avivam a lembrança, produzem bem-estar, e estar apaixonado pelo que se faz fideliza o hábito. Busque como se sente, o que irá conseguir, como irá melhorar sua vida pessoal e profissional. Aproveite e esteja presente.</p>
<p style="text-align: justify;">8. Não escute a voz interior que lhe diz que está cansado, qual o sentido disso e que a vida é muito curta para não ser aproveitada. Nosso cérebro está muito treinado para criar desculpas e continuar na zona de conforto. Essa voz interior é muito forte e pode ser muito convincente.</p>
<p style="text-align: justify;">9. Seja disciplinado. Leve seu hábito a sério. E levá-lo a sério não significa se tornar sério, mas que seja uma prioridade, algo para dedicar seu valioso tempo. E que tenha um lugar especial em sua agenda.</p>
<p style="text-align: justify;">10. Transforme seu novo hábito em sua filosofia de vida. Isso lhe dará outra dimensão e calma. Não se trata de aprender algo agora, mas aproveitar e saber que tem toda a vida para praticá-lo. Se, por exemplo, decidiu começar com a atividade física, não se sinta mal se pular um dia. Tem amanhã, o dia depois dele e toda a vida para fazê-lo. Não se trata de sentir-se culpado. Essa emoção não agrega nada. Só é preciso ser disciplinado e ter seriedade. Se for realmente algo importante, amanhã voltará a fazê-lo. Não é tudo ou nada. É incorporar algo bom para cada um e encaixá-lo na vida para aproveitar, não para que seja mais um sofrimento no caso de não poder realizá-lo um dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/01/eps/1435765575_333302.html</p>
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