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	<title>impactos psicológicos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>impactos psicológicos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você se acha tímido ou introvertido? Você sabe a diferença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jan 2018 13:30:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É fácil confundir os conceitos de tímido e introvertido, pôs existem várias semelhanças que o senso comum foi aglutinando até que parecesse a mesma coisa. A timidez, embaraço e reclusão são sinais de pessoas que se sentem inibidas e com grande desconforto em situações específicas de interação social, aquele que podemos chamar de tímido. Esse tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É fácil confundir os conceitos de tímido e introvertido, pôs existem várias semelhanças que o senso comum foi aglutinando até que parecesse a mesma coisa.</p>
<p>A timidez, embaraço e reclusão são sinais de pessoas que se sentem inibidas e com grande desconforto em situações específicas de interação social, aquele que podemos chamar de <strong>tímido</strong>. Esse tipo de anseio pode prejudicar no contato e nas relações pessoais como um todo, principalmente no <u>trabalho</u>. O que torna complicado a realização de objetivos individuais e profissionais que necessitam de aprovação externa ou relações interpessoais para se concretizarem.</p>
<p>Normalmente, o tímido é aquele que tem apreensão exagerada com o outro, pela sua cabeça passa <u>pensamentos</u> do tipo:</p>
<ul>
<li><em>&#8220;O que será o que o outro está pensando sobre mim?&#8221;</em></li>
<li><em>&#8220;Será que eu estou agradando?&#8221;</em></li>
<li><em>&#8220;O que será que significa isso que a pessoa fez?&#8221;</em></li>
<li><em>&#8220;O que ela quis dizer com isso?&#8221;</em></li>
<li><em>“Isso é um sinal para eu fazer alguma coisa?”</em></li>
<li><em>&#8220;O que será que ele está pensando de mim?&#8221;</em></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O foco é o próximo, colocando-se em segundo plano já que o importante torna-se a aprovação externa. Quem é tímido costuma sentir-se pior ao interagir com quem não tem intimidade, justamente porque o desconhecido é mais difícil de controlar, entender e saber lidar; está fora do controle. Por isso tantos questionamentos e dúvidas sobre as falas e comportamentos das outras pessoas, pois a cada momento a incerteza toma conta e opaca os pensamentos do tímido. Mas nada impede da timidez acontecer dentro de casa, no próprio núcleo familiar, pois a incerteza é tanta que se afastam até mesmo das pessoas mais próximas.</p>
<p>O <strong>tímido</strong> não consegue expressar os <u>sentimentos</u> e <u>pensamentos</u> de forma adequada: <strong>costuma não falar metade do que pensa e a pensar o dobro do que fala</strong>. São pessoas reservadas, pois ficam fechadas e até mesmo isoladas. Guardam para si muito dos problemas que vivenciam e tem uma tremenda dificuldade em resolução de problemas, pois não conseguem expressar o que realmente sentem ou pensam sobre uma determinada situação ou problema. Esse tipo de dificuldade faz com que a pessoa não interaja efetivamente com os outros. O contato acaba sendo superficial.</p>
<p>É válido lembrar também que: <strong>quem é tímido não é <u>sempre</u> retraído</strong>. Por isso, muitos tímidos são considerados extrovertidos em diversos momentos. Existem pessoas que se sentem fechadas em qualquer contato social, mas muitas conseguem separar as situações, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Não gostam de festas, mas não têm problemas em apresentar trabalho em grupo;</li>
<li>Não conseguem interagir confortavelmente com pessoas do sexo oposto, mas fluem tranquilamente em uma entrevista de emprego com uma pessoa do mesmo sexo;</li>
<li>Não falam em público, mas se dão bem em ambientes sócias e consegue se expressar tranquilamente para várias pessoas conhecidas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo havendo certo prejuízo no contato social, a timidez em si não é considerada uma doença psicológica nem um transtorno mental. Obviamente, se o comprometimento desse contato causa transtornos maiores, pode-se pensar em outros distúrbios presentes.</p>
<p>Já o <strong>introvertido</strong> é uma característica psicológica, um traço da personalidade. Introvertidos percebem o mundo a partir de si mesmo e passam as informações pelo filtro pessoal de experiências deles. Embora os introvertidos, assim como os tímidos, muitas vezes evitem o contato social, seus motivos são <u>diferentes</u>. Eles simplesmente “não acham graça” na interação social. Situações com muitas pessoas e barulho constante, como festas, não interessam aos introvertidos, sendo considerado um excesso de estímulos. Preferem ficar num lugar silencioso, com poucos amigos próximos ou até mesmo sozinhos. Por contraste à timidez, eles não sentem desconforto em situações sociais, mas também não conseguem se divertir tanto quanto os outros.</p>
<p>Introvertidos <strong>preferem certos ambientes, aqueles mais calmos e menos estimulantes. </strong>Quando algo os estimula demais, o que acontece frequentemente, eles passam a se sentir exaustos e sobrecarregados, assim como se distraem facilmente pelo excesso de estimulo, por isso essa preferência. Assim como, os mesmos se aborrecem com facilidade quando estão em uma conversa e não se sentem estimulados o suficiente, logo, a dificuldade em se relacionar. Outra característica comum é a dedicação extrema a pensar antes de falar, pois se preocupam muito com os impactos que trará tais comentários. Suas falas são fruto de muita análise, não de impulsos.</p>
<p><u>É possível que uma pessoa seja introvertida, mas não tímida</u>; ou seja, desfruta perfeitamente a solidão, contudo não tem problemas para interagir com outras pessoas, quando a situação exige. Também <u>é possível ser tímido, sem realmente ser um <strong>introvertido</strong></u>; isto é, desfruta da companhia de outras pessoas mais do que o sua, mas não sabe realmente como fazer para conseguir isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O grande problema de ser tímido ou introvertido é quando não se consegue expressar adequadamente o que <u>sente ou pensa</u></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando os sentimentos de medo e insegurança tomam conta da pessoa e o resultado é ficar em casa retraído e fechado, o contato social fica severamente comprometido. Para esse tipo de situação extrema um tratamento buscando <strong>mudança, é fundamental</strong>. Lembrando que quem sofre com a timidez mesmo em grau menor, pode também buscar ajuda para aperfeiçoar-se. O <strong>acompanhamento psicológico</strong> existe exatamente para ajudar você que se sente como descrito no texto, seja tímido ou introvertido, e se vê prejudicado de alguma forma por essas características, saiba que: é possível amenizar essas <u>distorções do pensamento</u>, os<u> comportamentos evitativos</u> ou mesmo aliviar os <u>sentimentos negativos</u>.</p>
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		<title>Falando sobre a AIDS e seus impactos psicológicos</title>
		<link>https://casule.com/blog/falando-sobre-aids-e-seus-impactos-psicologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 13:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aids]]></category>
		<category><![CDATA[casulepsicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) teve suas primeiras incidências no início da década de 80, nos EUA, chegando ao Brasil logo em seguida, tornando-se uma verdadeira questão de saúde pública. Desde seu surgimento, muitos preconceitos andaram atrelados à doença que, inicialmente, foi caracterizada por atingir a população homossexual do sexo masculino e também a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) teve suas primeiras incidências no início da década de 80, nos EUA, chegando ao Brasil logo em seguida, tornando-se uma verdadeira questão de saúde pública. Desde seu surgimento, muitos preconceitos andaram atrelados à doença que, inicialmente, foi caracterizada por atingir a população homossexual do sexo masculino e também a que fazia uso de drogas injetáveis. Desse modo foram diferenciados os chamados grupos de risco, marcando a população que estaria mais vulnerável à contaminação ou a única que estaria sujeita a contrair o vírus.</p>
<p>Com a diferenciação entre grupos de risco, vieram também mitos e preconceitos que perduram mesmo após a mudança de perfil da doença que, atualmente, já atinge homens e mulheres de diversas camadas da população, sem qualquer distinção.</p>
<p>A falta de conhecimento sobre a doença, sem dúvida, ainda é o principal fator para a perpetuação dos preconceitos nela arraigados. Há um imaginário de que AIDS é sinônimo de morte, de que aqueles que a possuem estão sendo castigados por terem feito “atos condenados” pela sociedade e ainda algumas denominações religiosas que relacionam a doença aos “pecadores”. Além disso, há também aqueles que acreditam que o contágio se dá através de um simples contato físico ou convivência no mesmo ambiente.</p>
<p>Dessa forma perpetua-se o estigma relacionado à AIDS, o que gera consequências graves no próprio prognóstico da doença que sabemos ainda não ter cura, mas contar com tratamentos que possibilitam uma vida praticamente normal. O medo da discriminação muitas vezes faz com que a própria pessoa não saiba como agir diante de seus grupos sociais e vai dando lugar ao isolamento, podendo resultar em quadros graves de depressão e ansiedade, bem como na demora pela busca do tratamento, na dificuldade de aceitação da doença, culpabilização, prejuízos nas esferas profissional, afetiva e social como um todo.</p>
<p>Sentimentos mistos de incerteza, medo e vergonha muitas vezes tomam conta daqueles que descobrem a soropositividade. A tendência a sentir-se responsável pela doença se torna um peso difícil de ser carregado. O medo de ser visto buscando ou tomando as medicações desperta uma série de pensamentos negativos em relação ao que os outros vão pensar. O dilema sobre contar ou não para a família e outras pessoas importantes pelo medo de possíveis reações negativas e também pela vergonha ligada à culpa sentida pela doença. Dúvidas com relação a próximos envolvimentos afetivos e sexuais, medo de gostar de alguém e não saber como lidar com isso ou que o outro se afaste ao saber da doença. Medo da morte, do sofrimento, da finitude.</p>
<p>Diante de todas estas questões fica evidente que, tão importante como o tratamento da doença em si, é também fundamental o suporte psicológico, especialmente na fase de descoberta da doença. O acompanhamento psicoterápico pode possibilitar melhor aceitação e adaptação neste momento e talvez se constitua no único espaço onde é possível falar da dor, do sofrimento psíquico e de todos estes medos e incertezas, possibilitando uma forma menos sofrida de enfrentar a situação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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