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	<title>idoso - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Fonoaudiologia e envelhecimento (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/fonoaudiologia-e-envelhecimento-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 19:57:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Durante o processo de envelhecimento normal ocorrem diversas alterações fisiológicas, incluindo modificações na comunicação e na deglutição, o que demonstra a importância da atuação fonoaudiológica na saúde do idoso. Presbifonia, Presbiacusia e presbifagia são algumas das alterações fonoaudiólogas encontradas no idoso. Confira com Flávia Henriques, fonoaudióloga da Casule! Quer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/w8C4gBssD7U" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<p>Durante o processo de envelhecimento normal ocorrem diversas alterações fisiológicas, incluindo modificações na comunicação e na deglutição, o que demonstra a importância da atuação fonoaudiológica na saúde do idoso. Presbifonia, Presbiacusia e presbifagia são algumas das alterações fonoaudiólogas encontradas no idoso.</p>
<p>Confira com Flávia Henriques, fonoaudióloga da Casule!</p>
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		<title>Envelhecimento e depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/envelhecimento-e-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O envelhecimento populacional é um fenômeno que vem acontecendo em escala mundial e que hoje também alcança números crescentes em países em desenvolvimento como o Brasil. Algumas mudanças são bem características e marcam a vida da população de faixa etária acima dos 60 anos. O aparecimento de determinadas enfermidades, o declínio da capacidade física e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento populacional é um fenômeno que vem acontecendo em escala mundial e que hoje também alcança números crescentes em países em desenvolvimento como o Brasil. Algumas mudanças são bem características e marcam a vida da população de faixa etária acima dos 60 anos. O aparecimento de determinadas enfermidades, o declínio da capacidade física e motora, a limitação das atividades de vida diária, a saída do mercado de trabalho, bem como a saída dos filhos de casa, a morte do cônjuge, a institucionalização e a solidão podem afetar significativamente o estado emocional da pessoa idosa e são apontados como os principais fatores de risco para a depressão.</p>
<p>Apesar de aparecer em todas as faixas etárias e não ser uma exclusividade desta população, a depressão na terceira idade tem características peculiares e comumente não é precocemente diagnosticada e tratada no idoso, isto porque seus sintomas muitas vezes se confundem com os de outras enfermidades ou até mesmo podem ser causados pelo uso de certas medicações, o que dificulta o seu diagnóstico. Além disso, existe o imaginário de que o isolamento social e a tristeza são características comuns do envelhecimento e, por isso, familiares e pessoas mais próximas não percebem o quadro depressivo, mas tratam estes acontecimentos como um processo natural, sem imaginar que estão diante de um adoecimento psíquico.</p>
<p>A depressão no idoso é mais grave uma vez que potencializa as limitações decorrentes da idade e o agravamento de quadros patológicos já existentes, acentuando o sentimento de desesperança e a ideia de ser um &#8220;peso&#8221; na vida do outro. A recuperação também é mais lenta, muitas vezes o idoso não adere ao tratamento, e o risco de suicídio é ainda maior. Sabendo de tudo isso, é de imprescindível ficar atento às alterações emocionais e comportamentais de um idoso. Esta atenção deve partir dele mesmo, das pessoas de seu círculo de convivência bem como de médicos que porventura possam estar o acompanhando. A depressão é uma enfermidade tão ou mais grave e incapacitante que outras mais características desta faixa etária. O diagnóstico e tratamento precoces através de psicoterapia e também da terapia medicamentosa, entretanto, proporcionam uma qualidade de vida melhor aos que são acometidos pela doença, devolvendo energia e sensação de bem estar, proporcionando um envelhecimento mais saudável.</p>
<p>A melhor maneira de evitar o quadro depressivo na terceira idade é manter uma rede de suporte afetivo e social. Com o apoio que o idoso recebe através de suas relações interpessoais o risco do surgimento da depressão diminui e, quando ela já está instaurada, pode ser minimizada. Relacionamentos afetivos sólidos e uma vida social ativa funcionam como fatores de proteção contra o surgimento dos sintomas depressivos, possibilitando a manutenção da saúde mental na velhice.</p>
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		<title>Você está preparado para envelhecer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-esta-preparado-para-envelhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 15:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aponsentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecer]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A população está envelhecendo e a expectativa de vida aumentando. E isso é ótimo! Mas precisamos nos preparar para as mudanças que chegam juntamente com o aumento da idade, e um grande erro que cometemos é pensar, que esses cuidados só precisam começar aos 60 anos ou quando a aposentadoria chegar. É necessário que criemos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A população está envelhecendo e a expectativa de vida aumentando. E isso é ótimo! Mas precisamos nos preparar para as mudanças que chegam juntamente com o aumento da idade, e um grande erro que cometemos é pensar, que esses cuidados só precisam começar aos 60 anos ou quando a aposentadoria chegar. É necessário que criemos o hábito de cuidar da velhice desde jovens, afinal, o envelhecimento é um processo que se inicia no momento em que nascemos!</p>
<p>Os idosos precisam se preocupar com a saúde, estar atentos aos exames médicos de rotina, praticar sempre que possível atividade física, manter atividades sociais com os amigos, essas são algumas das maneiras de se manter saudável durante o processo de envelhecimento.</p>
<h3><strong>Mas o que é envelhecer para você?</strong></h3>
<p>Podemos ter diversas respostas para essa pergunta. O mais importante é que você não perca de vista que este é um processo e que nunca é tarde para começar a se preparar para essa fase da vida. Caso as suas respostas sejam muito negativas em relação ao envelhecimento e você tenha dificuldades em perceber bons motivos para chegar a terceira idade, talvez seja hora de procurar a ajuda de um profissional.</p>
<h3><strong>Por que algumas pessoas se incomodam mais do que outras com o envelhecer?</strong></h3>
<p>O processo de envelhecimento é individual, cada um o percebe e vivencia de uma forma. Alguns podem compreendê-lo como o aumento da experiência e outros como a proximidade do fim da vida, outros percebem como a oportunidade para aproveitar tudo o que a vida de trabalho ou os cuidados com os filhos não permitiram enquanto outros podem se sentir frustrados ou não tendo o que fazer diante da aposentadoria.</p>
<p>Esta compreensão em relação ao envelhecimento está ligada a forma como o indivíduo costuma perceber os eventos que ocorrem na sua história e o que significa o envelhecer para ele. Muitas vezes o idoso precisa de acompanhamento psicológico para que possa passar por essa fase aproveitando-a da melhor maneira possível, sem descuidar de sua saúde física e psíquica.</p>
<h3><strong>Quais são os principais motivos que fazem os idosos procurar terapia?</strong></h3>
<p>Podemos listar como sendo alguns dos principais motivos que levam os idosos à terapia:</p>
<ul>
<li>Aposentadoria</li>
<li>Perda do(a) parceiro(a) ou de amigos</li>
<li>Saída dos filhos de casa (para estudar, trabalhar, morar sozinho ou casar)</li>
<li>Algum problema de saúde específico</li>
<li>Inversão de papéis entre pais e filhos</li>
<li>Empobrecimento das relações que podem levar a um isolamento e o surgimento de ansiedade, sentimento de solidão, depressão etc</li>
<li>Dificuldade para planejar o futuro</li>
<li>Ter que assumir o papel de cuidador dos netos e/ou auxiliar financeiramente os filhos</li>
</ul>
<p>Sendo uma fase de muitas mudanças, é comum que o idoso tenha medo, inseguranças ou até mesmo se sinta mal com a superproteção dos filhos que não compreendem que seus pais não se tronaram incapazes porque envelheceram. Se você tem se sentido assim ou passado por alguma das questões listadas acimas, não tenha receio em buscar ajuda. Nós da Casule teremos prazer em poder ajudá-lo!</p>
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		<title>O desafio de enfrentar a Síndrome do Ninho Vazio</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-desafio-de-enfrentar-a-sindrome-do-ninho-vazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 22:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ver um filho sair de casa para estudar, morar sozinho, casar ou trabalhar em outra cidade costuma causar sentimentos distintos nos pais: felicidade, orgulho, sensação de dever cumprido, mas, também, uma estranheza mesclada à dor que os especialistas costumam denominar síndrome do ninho vazio. &#8220;É um processo de adaptação. Cada pessoa sente de forma singular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2233" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1.jpg" alt="Young man in car waving goodbye to parents" width="600" height="424" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1.jpg 493w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1-300x212.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/NinhoVazio1-480x339.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ver um filho sair de casa para estudar, morar sozinho, casar ou trabalhar em outra cidade costuma causar sentimentos distintos nos pais: felicidade, orgulho, sensação de dever cumprido, mas, também, uma estranheza mesclada à dor que os especialistas costumam denominar síndrome do ninho vazio.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um processo de adaptação. Cada pessoa sente de forma singular as transformações que acontecem na rotina&#8221;, afirma a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). &#8220;Não importa que os pais saibam que sua prole está bem. Emocionalmente, há uma forte perda&#8221;, diz a psicóloga Maria Celia de Abreu, também de São Paulo. Alguns especialistas respondem às principais dúvidas em relação a esta fase e orientam os pais sobre o que fazer para enfrentá-la.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Existem pessoas que são mais suscetíveis ao problema?</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A sensação de estranheza e vazio quando um filho sai de casa é natural. Porém, pessoas possessivas, depressivas ou com dificuldade de lidar com mudanças, em geral, sofrem mais nessa fase&#8221;, diz Dorit Wallach Verea, psicóloga da Clínica Prisma, em São Paulo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quanto tempo a síndrome costuma durar?</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Denise Pará Diniz, trata-se de uma crise existencial de curta duração (cerca de um ano, no máximo), cujo tempo é determinado por alguns fatores, como o número de filhos, dinâmica de comportamento, capacidade de enfrentamento, outras atividades que exijam atenção, suporte social e até mesmo apoio do próprio filho. &#8220;Dependendo da intensidade e da presença de sintomas típicos de depressão, é importante que a pessoa seja acompanhada por um profissional&#8221;, diz a especialista.</p>
<h2 style="text-align: justify;">É verdade as mães sofrem mais com o ninho vazio?</h2>
<p style="text-align: justify;">Sim, pois são elas quem mais vivem em função dos filhos, enquanto eles crescem. &#8220;É difícil, também, para algumas mulheres que atravessam o momento da entrada da menopausa e a perda de alguns atributos tão valorizados em nossa cultura, como a juventude e a sensualidade&#8221;, explica a psicoterapeuta Dorli Kamkhagi, coordenadora de Grupos do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). &#8220;Deixar de ocupar o lugar de mulher e mãe como função principal pode ser muito complicado e necessitar ajuda psicológica. É uma travessia muito difícil e importante a ser enfrentada.&#8221;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Somente os pais sentem essa sensação de perda?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não. Ela também acomete quem até então convivia de perto com o jovem. “Crianças e adolescentes assumem um papel e uma função não apenas na vida dos pais, mas também na vida de pessoas queridas, como avós, padrinhos ou babás, que precisarão ter suas rotinas revistas e redimensionadas&#8221;, diz Dorit Verea. É menos frequente, mas os irmãos que continuam na casa dos pais também sentem a mudança da dinâmica familiar e podem desenvolver a síndrome do ninho vazio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Há um período essencial de &#8220;luto&#8221;?</h2>
<p style="text-align: justify;">“Sim, pois a situação é percebida como perda”, diz Maria Celia de Abreu. A duração desse período será mais ou menos estendida conforme algumas características da pessoa e das circunstâncias. O primeiro passo é evitar negar o sentimento e não lotar o cotidiano de atividades para fugir da dor. &#8220;É preciso reconhecê-la, vivenciá-la e aceitá-la, para, então, superá-la&#8221;, explica a psicóloga.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual é o perfil de quem atravessa essa fase com mais serenidade?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pessoas otimistas, que têm mais energia e maior capacidade de se adaptar a situações novas, tendem a ter um tempo de luto menos longo e menos pesado. Consideram logo a possibilidade de criar novos projetos. &#8220;Quem manteve abertas as portas para o mundo, bem como cultivou outras relações de afeto substanciais além da relação com o filho, está mais preparado para superar a dor do vazio e encontrar como preenchê-lo&#8221;, afirma Maria Celia, referindo-se, em especial, aos casais que cultivaram o vínculo amoroso. “Outras pessoas ficam amarguradas e não conseguem estabelecer e se adaptar às novas mudanças, vivem do passado e acabam adoecendo e destruindo todas as possibilidades de construírem pontes saudáveis para o futuro”, diz Dorli Kamkhagi.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns pais costumam sentir culpa nesse momento?</h2>
<p style="text-align: justify;">Com poucas exceções, sentimentos de culpa surgem, junto com a sensação de vazio. Eles podem acometer quem acha que trabalhou demais e deveria ter aproveitado melhor a infância dos filhos, por exemplo. Refletir sobre essa culpa, reconsiderar situações da história de vida e empenhar-se em entendê-las são caminhos para superá-los.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os filhos também costumam ser atingidos pela síndrome?</h2>
<p style="text-align: justify;">Eles podem ter medo de se adaptar ao novo, sentir insegurança, pois o ninho em que viveram não propiciou condições de transformações. “Mas isso nem sempre tem a ver com a relação com os pais. Existem dificuldades e medos característicos da estrutura psicológica e maturacional de cada pessoa, mas todos nós, em algum momento de nossa trajetória, podemos precisar de cuidados dentro e fora do ninho&#8221;, afirma Dorli Kamkhagi.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais jovens também podem desenvolvê-la?</h2>
<p style="text-align: justify;">Todas as pessoas que perdem a convivência com os filhos ou que percebem a autonomia que ele está adquirindo, em vez de considerar a evolução como motivo de alegria &#8211;porque houve crescimento e desenvolvimento&#8211;, apresenta dificuldade, pois há um apego exagerado&#8221;, afirma a psicóloga Denise Diniz. Portanto, esse sentimento não está ligado à idade, mas a forma de se relacionar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com a síndrome da uma forma positiva?</h2>
<p style="text-align: justify;">Denise Diniz aconselha ter flexibilidade e criatividade para estabelecer uma nova organização familiar, mais madura e igual entre pais e filhos. É hora de aceitar cada membro da família como indivíduo independente e com suas necessidades, seus pontos fortes e as suas falhas&#8221;, diz. Individualmente, é necessário encontrar novos interesses e atividades, como trabalho voluntário, cursos, jogos, academia, viagens e alimentar a vida social. &#8220;Já o casal deve buscar atividades de lazer que ambos tenham prazer. Caso encontrem problemas de relacionamento nesse momento, é hora de buscar ajuda&#8221;, diz a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://acritica.uol.com.br/vida/desafio-enfrentar-Sindrome-Ninho-Vazio_0_646735342.html</p>
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