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	<title>enurese - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>enurese - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>O desafio do xixi na cama</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-desafio-do-xixi-na-cama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[xixi na cama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O contexto atual de pandemia envolvendo o isolamento social, uso excessivo de tecnologia e distanciamento da escola trouxe mudanças profundas na rotina das crianças e adolescentes. A escola sendo um espaço, para além da educação formal, de troca e interações contínuas, favorece o amadurecimento de aspectos muito importantes para o desenvolvimento saudável de uma criança/adolescente. </p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/o-desafio-do-xixi-na-cama/">O desafio do xixi na cama</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/06/Enurese.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Qual família não passa por esse dilema? O xixi na cama é uma queixa frequente e deixa muitos cuidadores de cabelo em pé. Então vamos saber o que é enurese, quando esse “fazer xixi na cama” merece mais atenção e como lidar com essa situação.</p>



<p>É normal no processo de desfralde ocorrer os “vazamentos” noturnos, ou mesmo durante o dia. As crianças ainda estão aprendendo a ter controle sobre o xixi e o cocô (controle esfincteriano). A criança está em fase de desenvolvimento, sua fisiologia está amadurecendo, à medida que tem maturação para determinadas funções, ela vai aprendendo e dominando. Mas lembre-se que é um processo, as crianças não dominam novas aquisições de uma hora para outra.&nbsp;</p>



<p>Nesse artigo, vamos falar especificamente da enurese noturna, ou seja, a falta de controle urinário durante a noite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas então, quando devemos nos preocupar com o xixi na cama?</h2>



<p>Se a partir dos 5 anos de idade ocorre o xixi na cama no mínimo duas vezes por semana e isso ocorre há pelo menos três meses, dizemos que é um caso de enurese. Salientamos que, para crianças atípicas, deve-se avaliar outros fatores e não se prender à idade cronológica.&nbsp;</p>



<p>Chamamos de enurese primária se a criança nunca atingiu o controle do xixi à noite, e enurese secundária caso já tenha tido o controle noturno por um período superior a seis meses e voltou a fazer xixi na cama. Neste último caso, normalmente a enurese está associado à um evento estressor, mas pode também ter causas biológicas quando da perda das funções de controle. Vale salientar que a enurese não é um quadro característico da infância, apesar de ser mais prevalente. Ela pode afetar também adolescentes e pessoas na vida adulta.</p>



<p>Agora que você já sabe o que é enurese, vamos entender como ocorre o controle urinário. Ele envolve três órgãos: o rim, a bexiga e o cérebro. O rim é responsável por “fabricar” o xixi, e funciona sem parar. Porém, durante a noite, sua produção é reduzida, por isso conseguimos ficar mais tempo sem ir ao banheiro. A bexiga armazena o xixi, para que possamos ir ao banheiro somente de “tempos em tempos”. Ela vai guardando até atingir sua capacidade, nesse momento precisamos esvaziá-la. Então sentimos vontade de fazer xixi. Nesse momento, nosso cérebro é “avisado” e nos dá o comando do que fazer. Se estamos acordados, ele nos manda ir ao banheiro, e se estamos dormindo, ele nos desperta e indica que precisamos ir ao banheiro.</p>



<p>No quadro de enurese pode ocorrer falhas nessa orquestra do sistema urinário. Uma hipótese é que os rins não diminuem o ritmo de produção à noite e continua trabalhando a todo vapor. Assim, o corpo continua produzindo muito xixi. Outra hipótese é que a bexiga pede para ser esvaziada antes de estar cheia, então, ao invés de ir ao banheiro uma única vez, você terá vontade de fazer xixi várias vezes, mas eliminará uma quantidade menor de urina. Até aqui vimos como possíveis explicações para o xixi na cama uma “pane” nos rins e uma na bexiga, mas sabemos que o cérebro também faz parte desse sistema. Uma terceira hipótese para o xixi na cama envolve, então, o chefão cérebro. Quando os pequenos têm um sono muito pesado, o cérebro recebe o aviso da bexiga mas tem dificuldade de acordar a criança. Sem conseguir despertar, e a bexiga estando no seu limite, precisando esvaziar, ocorre o xixi na cama, sem que o jovem perceba.</p>



<p>Claro que essas não são as únicas explicações, essa dificuldade no controle fisiológico também pode se dar por fatores genéticos ou outras condições, como distúrbios comportamentais ou psicológicos, problemas emocionais, manejo inadequado por parte dos pais ou responsáveis, etc. Há também condições clínicas que podem causar incontinência urinária, como uso de diuréticos, diabete, transtorno convulsivo, entre outros. Por isso, é aconselhável que, primeiro, procure-se um médico especialista para investigação e realização de exames.</p>



<p>A enurese é mais comum em meninos. Observa-se uma prevalência de duas a três vezes maior do que no sexo feminino, porém não se sabe a causa para essa incidência. Sabe-se também que se um dos pais teve enurese, 44% dos filhos poderão apresentar, e se ambos os pais passaram por isso, a ocorrência passa a ser de 77% dos filhos. Já para casos em que os pais não foram enuréticos, a incidência nos filhos é de apenas 15%. Há estudos que indicam que a enurese está presente em cerca de 6 a 10% das crianças com 7 anos de idade, e em 3% dos adolescentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevalência de enurese noturna em crianças de acordo com a idade</strong></h2>



<figure class="wp-block-table aligncenter"><table><tbody><tr><td><strong>Idade</strong></td><td><strong>% de enuréticos</strong></td></tr><tr><td>5 anos</td><td>16%</td></tr><tr><td>6 anos</td><td>13%</td></tr><tr><td>7 anos</td><td>10%</td></tr><tr><td>8 anos</td><td>7%</td></tr><tr><td>10 anos</td><td>5%</td></tr><tr><td>12 a 14 anos</td><td>2 a 3%</td></tr><tr><td>= 15 anos</td><td>1 a 2%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Além do acompanhamento profissional, há algumas atitudes que ajudam a lidar com a questão da enurese.</p>



<p>Primeiro é importante entender que ninguém tem culpa nessa questão do xixi na cama, nem a criança nem os adultos. E que o tratamento pode demorar, ou seja, esse problema não irá se resolver tão rápido quanto você gostaria, então tenha paciência, principalmente para administrar as frustrações, decepções e demais sentimentos desagradáveis que esse processo pode causar. Atente-se para o fato de que, mesmo não demonstrando, as crianças também ficam chateadas, tristes, e, muitas vezes, se culpam, precisando, assim, de apoio e atenção. O diálogo é sempre a melhor escolha. Ela também precisa entender que não tem culpa, precisa ser esclarecida, entender o que está acontecendo e também assumir sua parcela de responsabilidade no tratamento.</p>



<p>A enurese pode gerar uma série de “problemas” para as crianças e jovens. Além dos sentimentos desencadeados quando ocorrem os episódios de molhar a cama, essa situação pode afetar sua rotina e lazer, a criança ou adolescente pode, por exemplo, recusar dormir na casa de amigos ou convidar amigos para dormir na sua casa, ter um ritual ao acordar (como tomar banho e trocar a roupa de cama, ao invés de ir logo tomar café ou fazer alguma outra atividade), ter o sono interrompido uma ou várias vezes durante a noite com certa demora para voltar a dormir pois muitas vezes precisa tomar banho, trocar lençóis e pijama, e essa diminuição na qualidade do sono pode afetar seu humor, atenção, concentração, memória, aprendizagem, etc. Mesmo em viagens ou passeios em que precise passar a noite fora de casa, tem preocupações diferentes das outras pessoas, como levar mais roupas de dormir, verificar a estrutura do local. Normalmente há o medo do constrangimento. Muitas crianças escondem até dos irmãos para evitar zoações. E todo esse impacto social pode ocasionar culpa, prejuízo na autonomia, na autoestima, nas habilidades sociais, problemas de comportamento e de confiança.&nbsp; Elas podem se sentir mal com sua situação, e até se acharem piores que os outros ou algo degradante. Podem se sentir culpadas ao verem os pais chateados por causa delas. Por isso é muito importante dialogar, acolher, ser empático com a criança.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes os adultos ficam esgotados e acabam se expressando de forma inadequada, descontando na criança, mesmo sabendo que a culpa não é dela. Outras vezes os adultos não têm essa consciência, não são instruídos sobre a enurese, e culpam sim as crianças, como se elas fizessem xixi na cama apenas para irritar, ou por preguiça, ou acusam de não estarem se esforçando o suficiente. Isso, por sua vez, pode agravar ainda mais o quadro.</p>



<p>Como vimos, a enurese não impacta somente a criança ou adolescente, mas todos do seu núcleo familiar. E afeta suas vidas de várias formas, a nível emocional, financeiro, tempo demandado&#8230;</p>



<p>Para acompanhar o quadro de enurese é interessante que se faça um registro, tanto pelos pais quanto pelas crianças, afinal elas precisam participar efetivamente de todas as etapas desse processo. Através desse registro será possível conhecer melhor o problema, verificar de fato a frequência do xixi na cama, a intensidade, observar fatores que podem influenciar e acompanhar a evolução, os resultados dos esforços.</p>



<p>Para a criança, faça um calendário onde ela terá que marcar todos os dias como foi sua noite, se fez xixi na cama ou não. Para ficar mais atrativo, faça um calendário usando um tema que a criança goste, e para marcar use carimbo, adesivo, desenho&#8230; basta definir o que representará “não fazer xixi na cama “ e “fazer xixi na cama”, pode ser algo associado a seco e molhado, como sol e chuva, por exemplo.</p>



<p>O adulto deverá fazer um registro mais detalhado, que conste horário aproximado do xixi (usar referências, prestar atenção, quando fizer as checagens, aos horários que conferiu, anotar esses horários para ter uma referência), quantidade de xixi (se molhou apenas o pijama, o tamanho da mancha no lençol, se vazou no colchão, etc.), se a criança acordou sozinha (pedir à criança para avisar, pela manhã, caso tenha ido ao banheiro durante a noite), o local (em casa, na casa dos avós &#8211; se pais separados, cada um deverá fazer os registros durante os dias em que estiver com a criança). Faça também observações como quantidade de líquido ingerido durante o dia e idas ao banheiro, alterações no comportamento, se no dia aconteceu algo diferente, se mudou algo na rotina, pessoas de fora passando a noite &#8211; mesmo que familiares próximos mas que residem em outra casa -, se a criança mudou de cama (local de dormir) durante a noite, após molhar onde estava, etc.</p>



<p>Outras coisas que devem ser feitas para ajudar com a enurese são: verificar as condições do banheiro e fazer adaptações, se for o caso, definir a hora de dormir e cumprir esse horário todos os dias, conversar sempre, prestar atenção ao funcionamento do intestino, elogiar sempre que a criança acordar seca e, claro, não chamar atenção ou esboçar descontentamento quando ela fizer xixi na cama, não usar fraldas, após o fim da tarde não ingerir refrigerante, chá, suco de laranja, limonada e leite achocolatado, ir ao banheiro antes de dormir, não trocar de cama durante a noite.&nbsp;</p>



<p>A criança deve ter responsabilidade para seguir essas orientações, e o adulto deve orientá-la para que ela entenda tudo que está acontecendo. A responsabilidade faz parte da aquisição de autonomia, habilidade importante no controle da urina.</p>



<p>Essas dicas podem ajudar no manejo da enurese, mas não substituem o acompanhamento profissional. Alguns casos são preciso uma intervenção medicamentosa. Mas chegar até aqui já é um grande passo!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-5772e0d8-0798-4073-b8a0-adc90bef39f4">Terapia Casule</h2>



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<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>



<p>Emerich, D.R., Braga-Porto, P.F. &amp; Silvares, E.F.M. <em>Enfrentando o xixi na cama. </em>(2014). São Paulo: Memnon.</p>
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		<title>Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama (Enurese)</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-ate-quando-e-normal-crianca-fazer-xixi-na-cama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 20:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças com mais de 3 anos de idade, geralmente, já não fazem xixi na cama, mas é normal que a criança ainda faça xixi na cama em algumas noites até por volta dos 5 anos. A partir daí a criança deve ser capaz de identificar a vontade de ir no banheiro de dia e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As crianças com mais de 3 anos de idade, geralmente, já não fazem xixi na cama, mas é normal que a criança ainda faça xixi na cama em algumas noites até por volta dos 5 anos. A partir daí a criança deve ser capaz de identificar a vontade de ir no banheiro de dia e de noite e não molhar mais a cama.</p>



<p>A partir dos 3 anos de idade, os pais devem ficar atentos se a criança é capaz de segurar o xixi durante o dia e também durante a noite, se certificando que ela não fez xixi na cama sempre que ela acordar de manhã.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando se preocupar</h2>



<p>Pode ser motivo de preocupação se a criança já tem mais de 3 anos e segura bem o xixi durante o dia, mas ainda faz xixi na cama todas as noites ou mais de 2 vezes por semana. Nesse caso, o pediatra deve ser avisado porque estes diversas causas para isto acontecer.</p>



<p>Uma causa comum é a criança tomar muitos líquidos a partir das 18 horas e não fazer xixi antes de ir para cama, uma outra causa comum é a criança estar ansiosa, com medo e não querer sair da cama para ir ao banheiro, mas por vezes, o xixi na cama pode ser causado por uma situação chamada enurese noturna, um tipo de incontinência urinária infantil.</p>



<p>A criança não deve ser culpada por fazer xixi na cama, porém a enurese necessita de tratamento específico, que pode incluir treino da urina, uso de pijama especial ou até mesmo, uso de medicamentos indicados pelo pediatra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da enurese</h2>



<p>Qualquer criança até aos 8 anos pode fazer xixi na cama durante a noite se beber muita água depois do jantar ou não ir no banheiro antes de dormir, porém esta situação deve ser rara e tem que estar associada a estes fatores.</p>



<p>Se a criança fizer xixi na cama frequentemente, as causas podem estar relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Atraso no crescimento</strong> &#8211; crianças que começam a andar depois dos 18 meses, que não controlam as fezes ou têm dificuldade para falar, têm maior chance de não controlar a urina antes dos 5 anos;</li><li><strong>Problemas mentais </strong>&#8211; crianças com doenças psiquiátricas como esquizofrenia ou problemas como hiperatividade ou défice de atenção, tem menos capacidade de controlar a urina a noite;</li><li><strong>Estresse</strong> &#8211; situações como separação dos pais, brigas, nascimento de irmão podem dificultar o controlo da urina durante a noite;</li><li><strong>Diabetes</strong> &#8211; a dificuldade de controlar a urina pode estar associada a muita sede e fome, perda de peso e alteração da visão, que são alguns dos sintomas da diabetes.</li></ul>



<p>Existem 2 tipos diferentes da doença: a enurese primária ocorre quando a criança sempre precisou de fraldas para não fazer xixi na cama, e a enurese secundária ocorre quando por algum motivo, depois da criança ser capaz de controlar bem o xixi durante a noite, volta a fazer xixi na cama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como identificar a enurese</h2>



<p>Os pais podem desconfiar quando a criança já completou 5 anos e ainda faz xixi na cama ou quando ele volta a fazer xixi na cama, após passar mais de 6 meses de controle da urina. Mas para o diagnostico de enurese é preciso ir no médico para fazer alguns exames, como exame de urina, ultra-sonografia na bexiga e, em alguns casos, realizar um exame urodinâmico para estudar o armazenamento, transporte e esvaziamento da urina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6 passos para ajudar a criança a não fazer xixi na cama</h2>



<p>O tratamento da enurese noturna é muito importante e deve ser iniciado assim que possível, principalmente entre os 6 e 8 anos de idade, para evitar problemas como isolamento social, conflitos com os pais, situações de bullying e diminuição da autoestima, por exemplo. Assim, algumas técnicas que podem ajudar a curar a enurese incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Manter o reforço positivo</h3>



<p>A criança deve ser premiada nas noites secas, que são aquelas em que é capaz de não fazer xixi na cama, recebendo abraços, beijos ou estrelinhas, por exemplo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/pr/em/premiacao-por-nao-fazer-xixi-na-cama-3-3-640-427.jpg" alt=""/><figcaption>Premiação por não fazer xixi na cama</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">2. Treinar o controle da urina</h3>



<p>Esse treino deve ser feito 1 vez por semana, para treinar a capacidade de identificar a sensação de bexiga cheia. Para isso a criança deve tomar, pelo menos, 3 copos de água e controlar a vontade de urinar durante pelo menos 3 minutos. Se ela aguentar, na próxima semana deve aguentar 6 minutos e na semana seguinte, 9 minutos. O objetivo é que ela seja capaz de ficar sem fazer xixi durante 45 minutos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/tr/ei/treino-de-controle-da-urina-2-2-640-427.jpg" alt=""/><figcaption>Treino de controle da urina</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Acordar a noite para fazer xixi</h3>



<p>Acordar a criança pelo menos 2 vezes por noite para fazer xixi é uma boa estratégia para que ela aprenda a segurar bem o xixi. Pode ser útil fazer xixi antes de ir para cama e colocar um alarme para despertar 3 horas depois de deitar. Ao acordar, deve-se ir imediatamente fazer xixi. Se a criança dormir mais de 6 horas, programe o despertador para cada 3 horas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/ac/or/acordar-a-noite-para-fazer-xixi-1-1-640-427.jpg" alt="Acordar a noite para fazer xixi" title="Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama"/><figcaption>Acordar a noite para fazer xixi</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tomar remédios indicados pelo pediatra</h3>



<p>O pediatra pode recomendar o uso de medicamentos, como Desmopressina, para reduzir a produção de urina durante a noite ou a toma de antidepressivos como Imipramina, principalmente em caso de hiperatividade ou défice de atenção ou anticolinérgicos, como Oxibutinina, se houver necessidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Usar sensor no pijama</h3>



<p>Pode-se aplicar alarme no pijama, que emite um som quando a criança faz xixi no pijama, o que faz a criança acordar porque o sensor detecta a presença de xixi no pijama.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/us/ar/usar-um-sensor-de-urina-4-4-640-427.jpg" alt="Usar um sensor de urina" title="Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama"/><figcaption>Usar um sensor de urina</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">6. Realizar terapia motivacional</h3>



<p>A terapia motivacional deve ser indicada pelo psicólogo e uma das técnicas é pedir à criança para trocar e lavar o pijama e roupas de cama sempre que fizer xixi na cama, para aumentar sua responsabilidade.</p>



<p>Normalmente, o tratamento dura entre 1 a 3 meses e exige o uso de várias técnicas ao mesmo tempo, sendo muito importante a colaboração dos pais para que a criança aprender a não fazer xixi na cama.</p>



<p>FONTE:http://www.tuasaude.com/enurese-xixi-na-cama/</p>
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		<item>
		<title>Pais devem observar de perto as crianças com comportamento problemático e consistentemente agressivo.</title>
		<link>https://casule.com/blog/pais-devem-observar-de-perto-as-criancas-com-comportamento-problematico-e-consistentemente-agressivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 20:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento agressivo]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio infantil]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[falta de afeto]]></category>
		<category><![CDATA[perversidade]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de conduta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso, no entanto, distinguir uma maldade infantil natural, típica da idade, de um sério distúrbio que pode resultar em um comportamento psicopata. Mas detectar esse distúrbio é delicado e os pais devem levar em consideração diversos fatores. “Se juntarmos repetição de um comportamento agressivo ou maldoso sem motivo aparente; generalizado, ou seja, a criança [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É preciso, no entanto, distinguir uma maldade infantil natural, típica da idade, de um sério distúrbio que pode resultar em um comportamento psicopata. Mas detectar esse distúrbio é delicado e os pais devem levar em consideração diversos fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se juntarmos repetição de um comportamento agressivo ou maldoso sem motivo aparente; generalizado, ou seja, a criança não é agressiva apenas na escola ou em casa; ausência de arrependimento e culpa; falta de afetividade; dificuldade de lidar com frustrações e total falta de empatia com o sofrimento alheio, temos fortes indicativos de que tem algo errado com a criança”.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Afeto</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A falta de afetividade na infância é um dos indicativos mais preocupantes. As crianças tendem a ser naturalmente encantadas com seus pais. Já para quem tem transtorno de conduta isso não vem de forma tão natural. Na verdade, o afeto gratuito – ou seja, sem que a criança ganhe algo em troca, como um brinquedo ou um doce – é praticamente inexistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro sinal é o gosto pelo sofrimento, seja de outra pessoa ou de um animal. “Se você tem um filho com 10 anos que continua fazendo xixi na cama – a enurese noturna tardia é apontada por muitos especialistas como um dos sinais da presença de transtorno de conduta – e mata filhotes de animais significa que ele vai se tornar um psicopata quando for adulto? Não, mas significa que ele não está bem”.</p>
<p style="text-align: justify;">A idade também é fator importante na equação. “O comportamento agressivo apresentado por uma criança de três anos não tem o mesmo significado do apresentado aos nove ou 10 anos. A etapa de desenvolvimento das faixas etárias é diferente”</p>
<p style="text-align: justify;">uma criança não pode ser diagnosticada como psicopata. O termo correto para os menores de 18 anos é transtorno de conduta ou de personalidade. Isso porque as crianças não têm a personalidade totalmente formada e a condição ainda pode ser minimizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com tantos sinais, não é fácil reconhecer em seu filho uma criança com distúrbios que podem levar a uma psicopatia na vida adulta. A dificuldade, que segundo especialistas é mais latente nas mães do que nos pais, pode tirar da criança a possibilidade de uma vida em sociedade mais harmoniosa.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Consequências</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Essa vida mais próxima do que muitos consideram normal pode ser possível através de um trabalho de contenção de impulsos. A criança precisa aprender desde cedo que suas atitudes podem trazer sérias consequências. Para acostumá-la com essa noção do que pode e o que não pode é preciso que os pais sejam rígidos e não amoleçam durante o processo. “Tirar coisas de que a criança gosta é o caminho mais indicado na infância. Mas não pode deixar brincar com o videogame só um pouquinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando esse esforço é feito precocemente, a criança vai aprender que não pode quebrar algumas regras porque dessa forma vai se prejudicar. O sentimento do outro continua não sendo importante, mas pelo menos ela não sofrerá perdas. “Essas crianças não têm alteração intelectual ou cognitiva. O que falta mesmo é a empatia pelo outro. O problema da perversidade não é a inteligência, e sim a falta de afetividade”</p>
<p style="text-align: justify;">Aos pais que tentam conter uma perversidade excessiva de seus filhos resta lembrar que ninguém vai conseguir ensiná-los a amar. O que se pode fazer é moldá-los de tal forma que tenham medo de desrespeitar as regras da convivência em sociedade. Ana Beatriz esclarece que a perversidade não é apenas matar, e sim não ter empatia. “Estima-se que 4% da população mundial sofra com esse transtorno, sendo 3% leves e moderados que não matam ninguém. Inclusive eles podem ser até bem sucedidos em diversas áreas de sua vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://delas.ig.com.br/filhos/o-limite-da-maldade-infantil/n1597599696753.html</p>
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		<title>Como a psicose se apresenta na infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-a-psicose-se-apresenta-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2016 19:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A psicose adulta e a psicose infantil são diferentes uma da outra. Nos adultos, costuma apresentar-se em diversas forma clínicas, como esquizofrenia, alterações mentais, ou como era chamada no passado: psicose maníaco-depressiva (sem confundir com transtorno bipolar). A psicose infantil costuma apresentar-se como autismo. Há autores que os consideram sinônimos, outros não, porque o autismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A psicose adulta e a psicose infantil são diferentes uma da outra. Nos adultos, costuma apresentar-se em diversas forma clínicas, como esquizofrenia, alterações mentais, ou como era chamada no passado: psicose maníaco-depressiva (sem confundir com transtorno bipolar). A psicose infantil costuma apresentar-se como autismo. Há autores que os consideram sinônimos, outros não, porque o autismo ocorre habitualmente desde o nascimento, e a psicose pode desenvolver-se mais tarde. Além disso, na psicose infantil não ocorrem delírios e alucinações, já que isto exige um nível de desenvolvimento que as crianças não possuem.</p>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Como a psicose se apresenta na infância?</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A psicose que se apresenta na infância de forma precoce (antes dos seis anos), costuma aparecer da seguinte forma: Autismo, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância e transtornos globais do desenvolvimento (TGD).</li>
<li>A psicose que se apresenta na infância mais tardia (dos 6 aos 12 anos), costuma se apresentar como: psicose tardia aos 5 a 6 anos, psicose dos 10 a 11 anos, psicose com transtornos delirantes.</li>
</ul>
<p>Quais os sintomas da psicose na primeira infância?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Durante o primeiro ano de vida, os pais descrevem seus filhos como bebês &#8220;fáceis&#8221;, que não choram, não distorcem, não mostram interesse pela figura adulta e que se mostram felizes quando estão sozinhos. Ausência de sorriso e ausência de ansiedade diante de estranhos (apresentando-se como autismo).</li>
<li>Durante o segundo e o terceiro anos de vida não apresentam contato com o meio, nem mesmo com a mãe, que sente como se seu filho não a reconhecesse. O olhar da criança é &#8220;vazio&#8221;, como se estivesse ausente. O adulto pode sentir-se vigiado, como se seu filho o olhasse de canto de olho. A criança utiliza os objetos com manipulações repetitivas e estereotipadas. As figuras humanas podem desencadear agressividade e ela as rasga. Pode aparecer o sintoma do cubo que queima (toca um objeto e retira a mão rapidamente). Não apresenta relações com outras crianças, bem como com os adultos, apenas os manipula como se fossem objetos. É indiferente ao jogo. Potencializar a relação entre iguais pode ocasionar crises violentas. Não pede colo (característica do autismo).</li>
</ul>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Sintomas durante o desenvolvimento</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Condutas motoras<i>.</i> Gestualidade pouco habitual para a idade, comportamentos motores específicos como as estereotipias (movimentos repetitivos), instabilidade com muita agitação no movimento (subir a mesas ou cadeiras, por exemplo), gestos desajeitados. Não há ajuste postural.</li>
<li>Transtornos intelectuais<i>. </i>Nem sempre precisa estar acompanhado de atraso mental.</li>
<li>Transtornos da linguagem. Pode apresentar total ausência de linguagem ou mesmo atraso da fala, ainda que habitualmente seja pouco compreensível (autismo). Cantoria, distorção da linguagem, estereotipias verbais, quando há uma linguagem satisfatória, podem apresentar regressões na fala. Linguagem atrasada ou particular. Dá a sensação de estar surdo. Em todas as situações, a linguagem não costuma ser com uma função comunicativa, embora algumas vezes a criança psicótica possa obedecer ordens simples.</li>
<li>Afetividade<i>. </i>Variações rápidas do humor, angústia aguda, ansiedade, crise de riso, intolerância à frustração, crises agressivas. Resistência à mudança.</li>
<li>Condutas mentalizadas<i>. </i>Rituais, raramente delírios normalmente associados ao corpo ou temas ambientais.</li>
</ul>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Outros transtornos associados</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Distúrbios do sono</li>
<li>Transtornos alimentares</li>
<li>Transtornos esfincterianos (enurese, por exemplo)</li>
<li>Possíveis epilepsias</li>
</ul>
<p>FONTE:http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-a-psicose-se-apresenta-na-infancia-10980.html</p>
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