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	<title>emoção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>emoção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como identificar que seu filho precisa de psicoterapia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-identificar-que-seu-filho-precisa-de-psicoterapia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é uma fase marcada por transformações e crescimentos, tanto no âmbito físico quanto no emocional. É uma fase do desenvolvimento e maturação neurocognitiva de grande importância.<br />
A família precisa estar atenta as respostas comportamentais e emocionais.<br />
Os motivos para buscar a Psicoterapia na infância são diversos.</p>
<p>A psicoterapia infantil é um caminho para ajudar a criança a lidar com essas questões. Estimular para que aprendam a lidar de forma funcional com o conjunto de emoções, pensamentos e comportamentos desencadeados nas mais diversas situações.</p>
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<p>A infância é uma fase marcada por transformações e crescimentos, tanto no âmbito físico quanto no emocional. É uma fase do desenvolvimento e maturação neurocognitiva de grande importância. A família precisa estar atenta as respostas comportamentais e emocionais.</p>



<p>Os motivos para buscar a Psicoterapia na infância são diversos. A psicoterapia infantil é um caminho para ajudar a criança a lidar com essas questões. Estimular para que aprendam a lidar de forma funcional com o conjunto de emoções, pensamentos e comportamentos desencadeados nas mais diversas situações.</p>



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		<title>Qual a diferença entre fome e saciedade? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/qual-a-diferenca-entre-fome-e-saciedade-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2019 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Dentre os motivos pelos quais nos alimentamos estão a fome, o ambiente em que se vive, a condição emocional do momento, entre outros fatores. Você tem percebido o por quê de comer o que come? Consegue se sentir saciado e parar de comer ou há momentos em que come até [&#8230;]</p>
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<p>Dentre os motivos pelos quais nos alimentamos estão a fome, o ambiente em que se vive, a condição emocional do momento, entre outros fatores. Você tem percebido o por quê de comer o que come? Consegue se sentir saciado e parar de comer ou há momentos em que come até não caber nem mais uma gota de água? Assista ao vídeo e compreenda como ouvir o seu corpo quer dizer sobre fome e saciedade.</p>



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		<title>Ciúme Patológico sob a perspectiva da Terapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/ciume-patologico-sob-perspectiva-da-terapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 22:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme ainda é um termo com vasta abrangência de definições e interpretações de seus significados. Há quem entenda o ciúme como uma emoção natural (ou até benéfica) por assumir um papel de sentimento protetor de relações; porém, há quem defina como insegurança e imaturidade em um relacionamento ou até mesmo como medo que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciúme ainda é um termo com vasta abrangência de definições e interpretações de seus significados. Há quem entenda o ciúme como uma emoção natural (ou até benéfica) por assumir um papel de sentimento protetor de relações; porém, há quem defina como insegurança e imaturidade em um relacionamento ou até mesmo como medo que a pessoa sente em perder a importância que detém na vida do outro.</p>
<p>Ainda que sem demarcações teóricas totalmente unânimes, refere-se que todas as definições de ciúme têm em comum três aspectos: o fato de ser uma reação a uma ameaça percebida; o fato de haver um rival real ou imaginário e a reação de visar a eliminação dos riscos da perda da pessoa amada.</p>
<p>Majoritariamente vivenciamos o ciúme associado a relacionamentos amorosos, mas é importante destacar que esse conceito está presente no dia a dia das pessoas e nos diversos relacionamentos interpessoais estabelecidos, nomeadamente no seio da família, no trabalho, nas relações de amizade, entre outros. Estudos já comprovam também que sua presença independe de idade, cultura ou gênero sexual, o que difere é a maneira como se ele apresenta em cada um dos casos.</p>
<p>Na tentativa de distinguir o ciúme normal do ciúme patológico pode-se entender que o ciúme normal seria aquele baseado em fatos, enquanto o patológico procura fatos e/ou sofre influência de delírios. Enquanto o ciúme natural ocorre em função de uma ameaça real, o ciúme mórbido persiste a despeito da ausência de qualquer ameaça real ou provável.</p>
<p>Assim, o ciúme exagerado é uma reação complexa porque se forma por um conjunto de pensamentos (culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem); emoções (dor, raiva, tristeza, medo); reações físicas (taquicardia, falta de ar, aperto no peito&#8230;) e comportamentos extremos ou intoleráveis (questionamento constante, busca intermitente de confirmações, possíveis ações agressivas ou violentas). Nos casos de predominância do ciúme romântico, ou seja, aquele presente especificamente no contexto amoroso, o tema predominante é a preocupação com a infidelidade do parceiro sexual, sem base de evidências reais.</p>
<p>Na psicopatologia, o ciúme ainda não é visto como um transtorno independente, por isso, é comumente apresentado como uma variação ou sintoma de outros quadros neurológicos como: o transtorno delirante tipo ciumento, o alcoolismo crônico e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC), visto que pensamentos de ciúme podem ser vivenciados como irracionais, excessivos ou intrusivos podendo a levar a comportamentos compulsivos como os de verificação.</p>
<p>A perturbação do ciúme se manifesta através da união de diversos sentimentos como raiva, rejeição, possessividade, ansiedade, culpa, inferioridade, angústia, remorso, humilhação, vergonha, depressão, imagens intrusivas, insegurança, rituais de verificação, desejo de vingança, baixa auto estima, medo de perder o parceiro para um rival e desconfiança excessiva e irracional, gerando significativo prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal do indivíduo. Além disso, o potencial para atitudes violentas nos indivíduos que sofrem de ciúme patológico também é destacado.</p>
<p>É importante que o ciumento saiba se colocar no lugar do outro imaginando o quanto dói ser acusado de algo em que existe a certeza da inocência; confiar mais em si mesmo valorizando suas virtudes e qualidades; recuperar a autoestima (que, possivelmente, já é quase ausente) e iniciar e se manter um tratamento psicoterápico enquanto os sintomas forem presentes.</p>
<p>Assim, a busca de ajuda terapêutica possibilita uma avaliação mais qualificada do contexto do paciente e permite que haja encaminhamento para uma avaliação médica e psiquiatra caso seja necessária intervenção medicamentosa para maior controle da ansiedade e dos pensamentos obsessivos. Muitas vezes, através das razões indicadas pelo paciente acerca de seu ciúme, é possível identificar a lógica do seu raciocínio, evidenciando-se que, no lugar dele, outra pessoa possivelmente também sentiria ciúme.</p>
<p>A terapia cognitivo comportamental (TCC) se destaca nesse meio sendo referência em resultados eficazes nesse processo. É a abordagem psicológica atual com mais evidências científicas de efetividade na mudança de atitudes prejudiciais e mantém seu foco voltado para a identificação e reparação de padrões de pensamentos disfuncionais pelo levantamento de hipóteses que serão confirmadas, ou não, no decorrer do processo. Dentro do contexto de quem sofre com o ciúme patológico ou exagerado, que repercute nos padrões de comportamento baseados em pensamentos disfuncionais, a TCC é capaz de atuar modificando crenças e desadaptações desses pensamentos, além de auxiliar na busca por autocontrole, melhoria na autoestima do paciente e consequente construção de relacionamentos interpessoais saudáveis.</p>
<p>Nos casos de ciúme romântico é possível trabalhar através de terapias individuais e ainda em terapias de casal. Nesse momento, a possibilidade da terapia de casal surge a fim de facilitar o processo terapêutico quando o ciúme está focado no parceiro que não aceita a doença e terapia do cônjuge, além de potencializar a relação do casal que pode se tornar amplamente desgastada, interferindo em direitos e deveres de cada um e principalmente no respeito entre os mesmos.</p>
<p>Uma variedade de técnicas dentro da TCC pode ser adaptada e aplicada a casos de ciúme grave. Treino de assertividade e comunicação, inversão de papéis, exploração de domínios de exclusividade, intervenção comportamental nas interações e re-nomeação do ciúme, por exemplo, são estratégias que podem ser exploradas dentro da terapia nesses contextos.</p>
<p>Concluindo, torna-se notável a enorme influência que essa problemática exerce sob os indivíduos que apresentam seus sintomas e o consequente sofrimento deslocado às vítimas, cônjuges e até mesmo família envolvida. É de terminante importância que o sujeito determinado a extinguir os sintomas e possíveis avarias busque por profissionais que o auxiliem no processo garantindo maior eficácia no tratamento e evitando supostos danos futuros, como o rompimento de uma relação ou atitudes de violência contra o parceiro no caso do ciúme romântico, por exemplo.</p>
<p>A terapia propicia o crescimento de estratégias para o controle do ciúme excessivo e potencializa-as, a fim de suprir, mais efetivamente, as necessidades dos ciumentos, aliviando seus sintomas e diluindo seus sofrimentos.</p>
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		<item>
		<title>Como a Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudar no tratamento da depressão e da ansiedade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-a-terapia-cognitivo-comportamental-pode-ajudar-no-tratamento-da-depressao-e-da-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 22:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça esse modelo de psicoterapia e descubra como ele pode ajudar na melhora da depressão e na redução da ansiedade. O Modelo Cognitivo A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem psicoterápica surgida na década de 60 nos Estados Unidos e que vem aprimorando-se constantemente através de estudos e pesquisas que a impulsionam cada vez mais. É [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2295" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517.jpg" alt="Young female is crying near window with jalousie" width="600" height="402" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517-300x201.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517-768x515.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517-610x409.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517-980x657.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517-480x322.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/Photoxpress_4729517-600x402.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Conheça esse modelo de psicoterapia e descubra como ele pode ajudar na melhora da depressão e na redução da ansiedade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O Modelo Cognitivo</h2>
<p style="text-align: justify;">A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem psicoterápica surgida na década de 60 nos Estados Unidos e que vem aprimorando-se constantemente através de estudos e pesquisas que a impulsionam cada vez mais. É uma das principais abordagens utilizadas na atualidade, em países do mundo todo, para tratamento de depressão, fobias, ansiedade e diversos outros transtornos mentais.</p>
<p style="text-align: justify;">O modelo baseia-se na ideia de que não somente vivenciamos os acontecimentos, mas também os avaliamos o tempo todo. Quando interpretamos, julgamos ou tentamos explicar as situações que acontecem, surgem determinadas emoções, reações ou sensações corporais e tendências para ação condizentes com nosso pensamento inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">E, embora pensar sobre o que acontece facilite nosso direcionamento no mundo, nossos pensamentos nem sempre são realistas e nem sempre correspondem a realidade. Podemos interpretar as situações de forma exagerada ou distorcida e encarar os pensamentos como se fossem a realidade, quando não são.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os pensamentos influenciam as emoções e os comportamentos</h2>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: imagine que uma pessoa cometa um erro no trabalho, tire uma nota baixa em uma prova ou ofenda alguém de quem gosta durante uma discussão e que, em decorrência disso, comece a dizer para si mesmo: &#8220;Eu faço tudo errado mesmo&#8230; eu sou a pior pessoa do mundo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Como você imagina que alguém que interpreta os erros desta forma irá sentir-se? Provavelmente irá sentir-se culpado, triste, desesperançado e começará a ter diversos pensamentos que confirmarão sua interpretação inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses pensamentos e sentimentos são compreensíveis e vivenciados todos os dias por muitas pessoas que passam por situações similares. Mas será que existem outras formas de interpretar as situações?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Reestruturação cognitiva: a base da terapia</h2>
<p style="text-align: justify;">Será que alguém é realmente um fracasso ou a pior pessoa do mundo só porque errou? Será que ninguém erra ou que acertamos sempre? E será que só porque erramos isso significa que temos menos valor? Será que &#8220;tudo&#8221;o que fazemos é sempre errado? Será que nosso erro foi intencional?</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntas como essa são a base da terapia cognitivo comportamental, pois nos levam a novas maneiras de interpretar a realidade, levando a uma reestruturação cognitiva, ou seja, a uma mudança na forma de pensar. E quando modificamos nossa forma de pensar sobre os acontecimentos, consequentemente modificamos a maneira como nos sentimos ou como nos comportamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que ao invés de pensar: &#8220;Eu faço tudo errado mesmo&#8230; eu sou a pior pessoa do mundo.&#8221; você adotasse uma postura mais compreensiva sobre si mesmo, percebendo que errar faz parte da existência humana, que este não foi o primeiro e nem último erro que você cometeu, que os outros também erram e que isso não nos torna pessoas piores, mas simplesmente seres humanos. E se você dissesse para si mesmo que é possível aprender com seus erros ao invés de culpar-se por eles? Como será que esses pensamentos fariam você se sentir e agir?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A Depressão e a Ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o modelo cognitivo-comportamental os transtornos mentais são decorrentes de maneiras equivocadas e recorrentes de interpretar as situações. Geralmente, essas formas de interpretar o mundo foram aprendidas através das experiências que vivenciamos no decorrer de nossas vidas e continuamos a repeti-las na maioria das nossas experiências atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, essas interpretações da realidade podem até ter sido válidas em algum momento de nossas vidas, mas será que são válidas ainda hoje e para todas as nossas experiências?</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: quando adotamos uma crença de que as pessoas não são confiáveis, certamente tivemos experiências que nos levaram a acreditar nisso. Mas será que nenhuma pessoa é confiável? Será que só porque alguém nos enganou, abandonou ou rejeitou algum dia, isso certamente acontecerá de novo?</p>
<p style="text-align: justify;">A Depressão surge quando começamos a ter uma visão negativa e constante sobre nós mesmos, sobre os outros ou sobre o futuro. São comuns em pessoas que sofrem com a depressão pensamentos como: &#8220;Sou um fracasso. Sou chato e desinteressante. Nunca conseguirei um emprego. Nunca alguém irá me amar. Todos me me rejeitam. Ninguém gosta de mim. Meu destino é ficar completamente sozinho.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, pessoas que sofrem com Ansiedade costumam fazer previsões sobre o futuro e estar extremamente atentas a qualquer sinal de ameça ou perigo. São comuns pensamentos como: &#8220;Não devia ter aceitado dar essa palestra. E se eu disser alguma coisa errada? E se alguém me perguntar algo e eu não souber responder? E se me der um branco e eu esquecer o que tenho que falar? As pessoas vão rir de mim. Ficarei envergonhado na frente de todos. Será terrível. Vou perder meu emprego por causa disso. Ficarei desempregado. Não posso dar essa palestra! Vou inventar uma desculpa e recusar o convite&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Agora imagine como todos esses pensamentos levam as pessoas a se sentirem e a se comportarem. E pense em quais seriam os efeitos, nos sentimentos e no comportamento, se modificassem essa forma de pensar? Ou se trabalhassem para resolver seus temores e dificuldades, ao invés de sofrer tanto com eles?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Terapia Cognitivo Comportamental no tratamento da depressão e ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) proporciona alivio e controle dos sintomas da depressão e da ansiedade porque, juntamente com outras técnicas comportamentais, favorece a mudança de pensamentos irracionais ou disfuncionais, levando a uma mudança nas emoções e atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta trabalha em conjunto com o paciente para que descubram a origem dos sintomas e do sofrimento atual. Caso os pensamentos distorcidos estejam contribuindo para os sintomas trabalha-se para modificá-los, através da identificação desses pensamentos e utilização de estratégias de reestruturação cognitiva para modificá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Também podem ser usadas técnicas comportamentais, como exposição a situações que geram ansiedade, programação de atividades que melhoram o humor, práticas que promovem o relaxamento, dentre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso se constate que os pensamentos são verdadeiros, trabalha-se para solucionar o problema ou dificuldade em questão, através de técnicas de resolução de problemas, estratégias para tomada de decisão ou resolução de conflitos, desenvolvimento de habilidades sociais ou de comunicação, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer dos casos, é ofertado ao paciente a psicoeducação, que informa e orienta sobre as características e possíveis causas ou fatores que contribuem para manter o transtorno ou dificuldade, além das estrategias que serão utilizadas para aliviá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://psicologia-feminina.blogspot.com.br/2015/08/como-terapia-cognitivo-comportamental.html</p>
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		<title>Culpa: o que fazer com ela?</title>
		<link>https://casule.com/blog/culpa-o-que-fazer-com-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 22:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que o ser humano pensa e, diga-se de passagem, pensa muito. Ao fazer isso, inevitavelmente se autoavalia. Agimos assim desde que somos pequenos e tal hábito se mantém inalterado por praticamente toda uma vida. Creio, inclusive, que até se acentue um pouco em idades mais avançadas. Pensamos, de maneira ininterrupta, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/culpa-casule-psicologia.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2202" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/culpa-casule-psicologia.jpg" alt="culpa-casule-psicologia" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/culpa-casule-psicologia.jpg 424w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/07/culpa-casule-psicologia-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não é de hoje que o ser humano pensa e, diga-se de passagem, pensa muito. Ao fazer isso, inevitavelmente se autoavalia. Agimos assim desde que somos pequenos e tal hábito se mantém inalterado por praticamente toda uma vida. Creio, inclusive, que até se acentue um pouco em idades mais avançadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensamos, de maneira ininterrupta, a respeito de nosso presente, passado e futuro. Arriscaria dizer que, dentre os três, nosso passado exerce certa predominância atencional.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagino que esse fascínio ancestral seja decorrente do péssimo hábito que desenvolvemos a respeito de raciocinar sobre certos acontecimentos. Dos bons aos maus, esses últimos, diga-se de passagem, ocupam um espaço importante em nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso, você deve saber muito bem, ocorre em relação aos mais variados segmentos: finanças não bem administradas, oportunidades profissionais desperdiçadas, viagens não concretizadas, relacionamentos familiares mal conduzidos, afetos românticos não vividos (ou vividos de maneira incompleta) e, finalmente, para dar o contorno a uma centena de memórias inconvenientes, emolduramos nossas reflexões com um verniz de fracasso e imperfeição pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse processo nostálgico, um elemento se torna verdadeiramente preponderante: “a culpa” por termos feito algo de maneira imprópria. Culpabilizamo-nos por não termos falado, por não termos agido, por não termos sentido e, finalmente, por não termos nos posicionado de alguma maneira específica. Tais lembranças, obviamente, nos conferem uma reminiscência de malogro e de incapacitação que se perpetua em nossa mente de maneira indelével.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse péssimo hábito acaba nos pregando uma boa peça, pois quanto mais vivemos, mais frustrados ficamos, uma vez que, quanto mais maduros e experientes nos tornamos, mais inadvertidas se tornam as ações analisadas à luz de nossa maturidade atual.</p>
<p style="text-align: justify;">E, como um jogo de xadrez, no tabuleiro de nossa existência, examinamos, a partir da vida adulta, erros cometidos na condução de uma centena de peças e de decisões passadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, nossa mente fica povoada de arrependimentos e de remorsos que se tornam quase que perpétuos em nossa realidade psicológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo isso diariamente em meu consultório, entretanto, cabe aqui uma questão: <strong>O que fazer? </strong>Essa é, definitivamente, uma boa pergunta.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto que deveria ser considerado e ativamente praticado por nós em nossos pensamentos seria a possibilidade de procurar “relativizar” nossas imprudências passadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu explico. Não é difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Decorrente não sei de quais princípios, mas o fato é que nos tornamos exímios julgadores. Tudo que fizemos de errado salta aos nossos olhos. Fico pensando se decorrente de uma moral cristã provida dos pecados da conduta ou ainda se influenciados pelos conceitos de ética ou de filosofia, criticamos severamente tudo e todos. Sabemos de cabeça o que é certo, errado, bom e mal e essas classificações, muitas vezes apontadas para nossa infância e adolescência, tornam-se tóxicas do ponto de vista retrospectivo, pois ficamos sempre no foco do deslize.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobreviver nessa trilha de autoacusações que nos leva a um início não muito claro, não se mostra das tarefas mais simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, se conseguíssemos olhar para nossa história sob uma ótica mais compreensiva, as circunstâncias ganhariam um novo ponto de vista. Embora colecionemos recordações negativas, lembremos que sempre agimos a partir do que efetivamente tínhamos em cada ocasião, compreende?…</p>
<p style="text-align: justify;">Veja só: eu costumo pensar que meus erros se deram única e exclusivamente por minha falta de discernimento e sensatez, típicas da pouca idade e experiência de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É dessa forma que coloco meus equívocos em perspectiva. Obviamente que não devemos nunca perder de vista nossa integridade e o bom-senso. Entretanto, seria interessante que nossa mente crítica pudesse sim nos alertar a respeito do que deve ser corrigido a partir do passado, mas que também – como mente adulta que é – entendesse que somos pessoas em experiência plena, ou seja, sujeita a contínuos erros de percurso que são corrigidos a partir das experiências de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, culpabilizar-se menos pelos equívocos é um ótimo começo. Lembre-se que toda análise posterior sempre será potencialmente tendenciosa ao julgamento negativo. Assim, tente desfazer essa tendência. Posso lhe assegurar que sua autoestima irá agradecer-lhe bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você ainda se arrependa muito de algo, felizmente você ainda tem a oportunidade de corrigir o que, de fato, precisa ser alterado.</p>
<p style="text-align: justify;">O que eu quero dizer com tudo isso? Simples: tente ser o seu melhor amigo e não um juiz impiedoso e implacável.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao agirmos assim, olhamos a vida com mais leveza, ao mesmo tempo que também alteramos, sem perceber, a maneira pela qual também acreditamos ser vistos pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Experimente pensar assim, vez ou outra. Acredito que isso irá ajudar-lhe bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos sentimentos de culpa são frutos de nossa própria imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/</p>
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		<title>Transformando comportamentos: a implicação da Terapia do Esquema</title>
		<link>https://casule.com/blog/transformando-comportamentos-a-implicacao-da-terapia-do-esquema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 16:26:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/510.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2150" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/510.jpg" alt="510" width="600" height="356" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Imagine um trabalhador competente, dedicado e bem relacionado com seus colegas. Apesar dos bons resultados obtidos na empresa onde atua, ele acredita não estar respondendo as expectativas de seus superiores. E mesmo recebendo mensagens de reconhecimento profissional, vive constantemente inseguro em relação a si mesmo. Situação que pode resultar futuramente em um quadro de estresse ou depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Este sentimento de desvalorização pessoal é um exemplo negativo do que a Psicologia Cognitiva chama de “esquema mental”, um plano constituído por crenças e regras que usamos para interpretar situações do nosso dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas são desenvolvidos durante a infância e aperfeiçoados ao longo de toda vida, norteando sentimentos importantes sobre o ambiente, nós mesmos e as demais pessoas. Estes esquemas podem gerar funcionalidade ou disfuncionalidade na pessoa, dependendo do contexto de vida que estiver passando.</p>
<p style="text-align: justify;">Repressão familiar, pais super protetores, descaso e abandono são alguns dos fatores que projetam a construção de esquemas disfuncionais, os quais resultam em problemas comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por estarem enraizados no início de nossas vidas,os esquemas resistem a mudanças e se autoperpetuam. Logo, em caso de disfunção desses planos, que podem-se manifestar em 18 formas ou esquemas disfuncionais, se faz necessário o tratamento psicológico com uso dos métodos da Terapia do Esquema. Entre os exemplos de esquemas disfuncionais estão a privação emocional, abandono, instabilidade, fracasso, defectividade, desconfiança ou vergonha, e isolamento social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Terapia do Esquema</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A partir dessa demanda, o psicólogo americano Jeffrey Young desenvolveu na década de 90 a chamada “Terapia do Esquema”, uma técnica bastante eficaz para situações de sofrimento psicológico e de dificuldades de adaptação às situações de vida, muito comuns em transtornos da personalidade. “Trata-se de uma terapia que usa a base da Terapia Coginitiva-Comportamental tradicional, empregando ao mesmo tempo recursos de outros tipos de abordagem, como Gestalt-Terapia, Psicanálise e Psicoterapia Interpessoal. Seu objetivo é enfraquecer ao máximo os esquemas disfuncionais e reforçar o lado sadio da pessoa, combatendo assim suas dificuldades emocionais”, explica a psicóloga Kelly Paim, especialista em Terapia do Esquema pela NYC Institute for Schema Therapy de Nova Iorque, e psicologa na Wainer Psicologia Cognitiva, que também forma profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Kelly, o método atua na reestruturação dos esquemas a partir de uma rigorosa avaliação do paciente. Primeiramente, o terapeuta questiona os motivos de procura pelo atendimento e o histórico de vida, procurando assim os padrões que possam estar relacionados a esquemas. O próximo passo é a definição e aplicação das técnicas dispostas dentro da terapia: Emotivas, Interpessoais, Cognitivas ou Comportamentais, cada uma com sua característica específica. Com isso, trabalha-se para amenizar as disfunções de comportamento, apresentando alternativas de como o paciente pode enfrentar o problema em questão ou mudar padrões de vida muito antigos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Terapia do Esquema é indicada para dificuldades de relacionamento no trabalho, entre amigos, na família ou conjugais. Kelly Paim diz, por exemplo, ser comum a procura por casais que desejam resolver problemas de desconfiança excessiva durante o casamento. Há ainda a aplicação para prevenção de esquemas disfuncionais e doenças mais sérias. “Em casos de crianças, a família realiza a terapia para tratar dificuldades emocionais que podem prejudicar o desenvolvimento pessoal no futuro. Já em relação a adultos que não apresentam problemas emocionais graves em um primeiro momento, a técnica atua para evitar o desencadeamento de esquemas disfuncionais ainda não manifestados”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a psicóloga, quanto mais cedo buscar auxílio, mais fácil será a resolução destes traumas. Quando não tratados, podem resultar em prejuízos significativos à carreira profissional e à vida pessoal, estimulando desse modo problemas ainda maiores, como ansiedade, obesidade, dependência química e a depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://wainerpsicologia.com.br/blog/?tag=terapia-do-esquema</p>
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