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	<title>descontrole - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>descontrole - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>A doença da fúria: entenda o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI)</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-doenca-da-furia-entenda-o-transtorno-explosivo-intermitente-tei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2015 11:12:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A medicina avança no conhecimento e no tratamento de transtorno psiquiátrico caracterizado por ataques inesperados de raiva e de agressividade As crises acontecem por impulso e são desproporcionais às situações que as motivaram. Sem conseguir se controlar, o indivíduo grita, xinga, bate, atira objetos. Às vezes, as agressões podem ser sérias. Por causa disso, muitas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116818671559512.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2728" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116818671559512.jpg" alt="mi_6116818671559512" width="483" height="303" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116818671559512.jpg 483w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116818671559512-300x188.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116818671559512-400x250.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116818671559512-480x301.jpg 480w" sizes="(max-width: 483px) 100vw, 483px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
A medicina avança no conhecimento e no tratamento de transtorno psiquiátrico caracterizado por ataques inesperados de raiva e de agressividade</p>
<p>As crises acontecem por impulso e são desproporcionais às situações que as motivaram. Sem conseguir se controlar, o indivíduo grita, xinga, bate, atira objetos. Às vezes, as agressões podem ser sérias. Por causa disso, muitas vezes a pessoa acaba tendo problemas de relacionamento na família, no trabalho e com desconhecidos na rua, principalmente no trânsito. Fala-se aqui da manifestação de uma doença chamada Transtorno Explosivo Intermitente (TEI). Ela faz parte dos distúrbios do impulso, categoria de enfermidades psiquiátricas da qual consta também o impulso incontrolável de atacar a geladeira à noite. Há estimativas de que nos Estados Unidos cerca de 20 milhões de adultos sejam portadores. No Brasil, levantamento da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo mostra que ele é o distúrbio mais prevalente entre os transtornos caracterizados pela impulsividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Justamente por conta de sua incidência (cerca de 3% dos brasileiros) e dos prejuízos que traz ao paciente e a quem com ele convive, a medicina trabalha para conhecer melhor suas particularidades. Um passo nesse sentido foi dado recentemente: pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, analisaram 200 pacientes e descobriram que eles apresentam concentrações elevadas de duas substâncias (proteína c-reativa e interleucina-6). Os compostos estão associados a processos inflamatórios gerados como resposta a agressões ao organismo. “Esses dois marcadores estão consistentemente vinculados ao transtorno e não aparecem relacionados a outros problemas psiquiátricos”, disse à ISTOÉ Emil Coccaro, professor do Departamento de Psiquiatria e Neurociência Comportamental da instituição americana e coordenador do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador acredita que a descoberta abre algumas possibilidades. “Se a inflamação crônica aumenta a tendência a comportamentos agressivos, então tratá-la pode diminuir o problema”, afirmou. Outra questão levantada é a realização de um teste medindo as taxas das duas substâncias para confirmar o diagnóstico. “Esses exames já existem. Mas é preciso pesquisar mais para saber como aplicá-los e usá-los para complementar a avaliação clínica”, ponderou.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o diagnóstico é feito exclusivamente pelo médico e pelo psicólogo especializado, a partir de análise clínica. Há critérios bem estabelecidos para caracterizar o transtorno, como o registro de ataques de agressividade em média duas vezes por semana por um período de três meses ou a ocorrência de três explosões comportamentais envolvendo dano ou destruição de propriedades e/ou agressão física resultando em lesão corporal contra animais ou pessoas em um período de um ano. “Se as crises são esporádicas, podem ser reflexo de outros distúrbios ou mesmo de um estresse crônico”, explica a psiquiatra Liliana Seger, coordenadora do Grupo de TEI do Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo é o único do País especializado no tratamento da doença. Lá, ele consiste na combinação do trabalho da psiquiatria com a psicologia. Em geral, o paciente toma antidepressivos. E participa de sessões em grupo de um tipo de terapia chamada cognitivo-comportamental (que objetiva identificar e mudar padrões de pensamento associados a comportamentos indesejados). São 15 sessões de terapia e, depois de um mês, mais três sessões quinzenais para a prevenção de recaídas. “Temos um alto índice de sucesso”, afirma Liliana.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o diagnóstico é feito exclusivamente pelo médico e pelo psicólogo especializado, a partir de análise clínica. Há critérios bem estabelecidos para caracterizar o transtorno, como o registro de ataques de agressividade em média duas vezes por semana por um período de três meses ou a ocorrência de três explosões comportamentais envolvendo dano ou destruição de propriedades e/ou agressão física resultando em lesão corporal contra animais ou pessoas em um período de um ano. “Se as crises são esporádicas, podem ser reflexo de outros distúrbios ou mesmo de um estresse crônico”, explica a psiquiatra Liliana Seger, coordenadora do Grupo de TEI do Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo é o único do País especializado no tratamento da doença. Lá, ele consiste na combinação do trabalho da psiquiatria com a psicologia. Em geral, o paciente toma antidepressivos. E participa de sessões em grupo de um tipo de terapia chamada cognitivo-comportamental (que objetiva identificar e mudar padrões de pensamento associados a comportamentos indesejados). São 15 sessões de terapia e, depois de um mês, mais três sessões quinzenais para a prevenção de recaídas. “Temos um alto índice de sucesso”, afirma Liliana.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116858432303658.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2727" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116858432303658.jpg" alt="mi_6116858432303658" width="600" height="1528" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116858432303658.jpg 402w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/mi_6116858432303658-118x300.jpg 118w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Em seu consultório em São Paulo, a psicóloga Vânia Calazans também usa a terapia cognitivo-comportamental. “O paciente aprende a identificar a razão de determinados comportamentos, de suas reações explosivas, de sua dificuldade em lidar com as emoções e com o gerenciamento do sentimento de raiva”, explica a psicóloga. Vânia também utiliza a hipnoterapia cognitiva como uma ferramenta da terapia cognitivo-comportamental. “Com o método, a pessoa consegue relaxar profundamente e dar novos significados a pensamentos”, diz.</p>
<p>Não se fala em cura do transtorno. O que se consegue é ajudar o paciente a se controlar. “Ensinamos os portadores a lidar de forma assertiva com a raiva, a expressar seus sentimentos de outra forma”, afirma a psiquiatra Liliana. “Quando eles começam a ter experiências positivas, sentem-se orgulhosos de si mesmos. Isso os leva a ter mais vontade de se comportar de forma adequada”, assegura Vânia.</p>
<p>Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/365941_A+DOENCA+DA+FURIA</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transtorno Compulsivo Alimentar Periódico</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-compulsivo-alimentar-periodico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2015 20:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Transtorno compulsivo alimentar periódico tem como principal característica uma compulsão alimentar, ela que movimenta tudo. A pessoa se alimenta de grande quantidade de alimentos em um período aproximado de duas horas. Alguns estudos mostram que essa compulsão pode até chegar a oito mil calorias em um episodio. Nos outros transtornos a pessoa tem a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1690" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar.jpg" alt="casule-psicologia-juiz -de-fora-alimentar" width="600" height="399" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-300x199.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-610x405.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-480x319.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno compulsivo alimentar periódico tem como principal característica uma compulsão alimentar, ela que movimenta tudo. A pessoa se alimenta de grande quantidade de <em>alimentos</em> em um período aproximado de duas horas. Alguns estudos mostram que essa compulsão pode até chegar a oito mil calorias em um episodio. Nos outros transtornos a pessoa tem a purgação, ela  da um jeito de perder aquelas calorias ingeridas ou manter o peso também ´por meio de vômitos de exercício físico e uso de medicamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse transtorno não tem a purgação, a pessoa tem um sofrimento enorme, ela sabe dessa ingestão, podendo ter um transtorno compulsivo alimentar periódico por um tipo de alimento ou por vários tipos de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade a pessoa que tem o transtorno compulsivo alimentar periódico ela usa a comida como um artifício para trazer um bem estar  pessoal, para se confortar e depois vem a culpa. Uma coisa tem que ficar bem claro, pois muitos pensam que todo obeso tem o transtorno compulsivo alimentar periódico e, não é verdade e cerca de trinta por cento dos obesos tem transtorno compulsivo alimentar, mais nem todos, isso não é critério do obeso. Lembrando que os transtornos compulsivos alimentar são síndromes psiquiátricas.</p>
<p style="text-align: justify;">O acometido pelo transtorno compulsivo alimentar periódico passa a comer tudo que tem em casa, abre a geladeira e vai pegando e, as vezes são alimentos que não tem tanto valor nutritivo, por exemplo, come farinha, arroz cru, leite condensado, neste caso a pessoa fica obesa e desnutrida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtorno Compulsivo Alimentar Causas</h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar1.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2715" src="https://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar1-150x150.jpg" alt="transtorno compulsivo alimentar" width="150" height="150" /></a>A maioria dos obesos embora eles comam bastante, tem muita desnutrição, tem muitas carências nutricionais, porque não se alimentam de produtos que tenham vitaminas, é sempre o refinado, a gordura, a proteína sempre nas carnes fritas. A pessoa com o transtorno compulsivo alimentar  periódico esta desnutrida, não consegue nem levantar para fazer <em>atividade física</em>, pois precisa ter energia para fazer as atividades físicas, falta ferro, carboidrato de boa qualidade, falta gordura de boa qualidade, falta cálcio e, muitas vezes tudo isso influencia na questão da atividade física. As pessoas tem preferencias, isso vem desde o nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento do paladar vem desde o momento da amamentação, porque o leite passa os sabores para a criança, em função do que a mãe come. As crianças, embora muitas pessoas não percebam elas prestam atenção em tudo que você está fazendo, então uma mãe que já tem o costume de <em>fazer dieta</em>, tem medo da alimentação, tem transtorno alimentar, essa criança tem uma grande chance de  desenvolver o transtorno alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">A mãe restritiva, a mãe que é super adepta a dieta, enfim. Tem uma diferença da pessoa que se cuida da pessoa que tem a preocupação com alimentos, estou aqui falando das pessoas que estão doentes e que desenvolvem uma patologia com os alimentos, um medo mórbido com alimentação e, acaba tendo o transtorno.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Transtorno Compulsivo Alimentar Diagnóstico</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar2.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2716" src="https://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar2-150x150.jpg" alt="transtorno compulsivo alimentar" width="150" height="150" /></a>A caracterização desta doença é ter episódio de compulsão alimentar três vezes na semana, mais com aquela percepção de perda de controle, angustia, é aquela alimentação completamente bagunçada, isso já é um critério para as pessoas se identificarem, perda de controle alimentar, a compulsão num período de duas horas, então já fique de olho. Quando há o diagnóstico, se faz necessário uma <em>equipe multi disciplinar</em> para cuidar dessa situação, sendo necessário passar primeiro com um psicólogo para ver se realmente é um transtorno compulsivo alimentar periódico e, se for diagnosticado ela irá passar por uma equipe multi disciplinar com psicólogo, psiquiatra e o terapeuta nutricional para coordenar o cardápio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terapia nutricional muitos costumam utilizar o diário alimentar, onde a pessoa vai escrever; o que comeu a quantidade que comeu, quanto tempo demorou a refeição e o sentimento que teve, porque ao saber do sentimento se diagnostica se foi uma compulsão ou não, por exemplo, “estava nervosa comi chocolate e o tempo foi de um minuto”, você tem que concordar que foi uma ação compulsiva, porque foi uma quantidade pequena, mais foi compulsiva, pois ela engoliu e o chocolate não foi saboreado, então o diário alimentar é muito importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Este diário pode ajudar as pessoas que tem o transtorno, mais que querem perder peso e, para entender a situação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtorno Compulsivo Alimentar Tem Tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar3.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2717" src="https://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar3-150x150.jpg" alt="transtorno compulsivo alimentar" width="150" height="150" /></a>Muitas vezes as pessoas não tem ideia do quanto ela está comendo e, no final do dia ao fazer o balanço se verifica que não precisava comer tudo aquilo, consequente o aumento de peso. Na verdade o diário entra em todas as situações não só no transtorno compulsivo alimentar periódico, se você for passar no nutricionista faça uma recordação alimentar, quais são os seus hábitos e o que está consumindo. No transtorno compulsivo alimentar periódico não se pode trabalhar com dieta, porque a pessoa já vem de uma dieta, dietas mal sucedidas, então é importante ter o diário alimentar para conhecer a fundo o que acontece no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pense na possibilidade de escrever hoje o que você come sem estar envolvida com um plano alimentar adequado e, depois da metade para frente a nova vida, o equilíbrio. Comece a perceber é uma questão de percepção e vai ajudar a vida de muita gente. O mais importante neste artigo é que se alguém se identificou, tome essa conscientização, pense, vá procurar ajuda, tem como procurar ajuda, tem como mudar esse ciclo, o lance de se cuidar é muito bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Dietas malucas não funciona, ter a compulsão e depois vomitar muito menos, ficar com o sentimento ruim depois, com a culpa de ter comido muito mais do que era para ter comido isso piora ainda mais, isso acaba com uma pessoa, então procure ajuda, porque ajuda funciona e com os médicos multi disciplinar cada um atuando na sua área com certeza o resultado será de vitória.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://aessenciademulher.com.br/transtorno-compulsivo-alimentar-periodico/</p>
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		<item>
		<title>Os benefícios psicológicos da prática da atividade física na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-beneficios-psicologicos-da-pratica-da-atividade-fisica-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 17:38:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1211" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica.jpg" alt="img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica" width="450" height="300" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica.jpg 450w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/img_tornando_as_criancas_interessadas_em_atividade_fisica-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a frustração, compreender e aceitar mais as regras, resolver conflitos, além da consciência corporal, coordenação motora e orientação espacial que é estimulada. Além disso, a atividade física é essencial para regular o sono, melhorar a atenção e concentração, elevar a autoestima e aliviar a ansiedade e o estresse da criança. Portanto, com o esporte, a criança apresenta melhoras pessoais, escolares e sociais.</p>
<p>Qualquer esporte deve ser prazeroso! A criança deve procurar fazer aquela atividade que ela se sinta bem e que lhe traga benefícios. Nenhum tipo de exigência extrema por resultados é benéfica, nem dos pais, nem da criança e nem do educador físico. Para isso, os pais deverão monitorar as crianças nas atividades físicas e sempre conversar com o professor sobre o assunto. Além disso, não deve haver sobrecarga de atividades extras que a criança faz, senão haverá mais prejuízos do que benefícios. A criança precisa também de descansar, de brincar e estudar, tudo com planejamento e na medida certa. Caso a criança se cobre excessivamente, não apenas em relação ao esporte, mas em outros aspectos da vida, outra opção é procurar ajuda profissional de um psicólogo para que tais aspectos sejam trabalhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perturbação de personalidade narcísica</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-narcisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perturbação de personalidade narcísica O termo narcisismo tem as suas origens no clássico mito grego de Narciso, um jovem belo, confinado pelos deuses a nunca se conhecer a si mesmo e condenado a um amor impossível de consumar. Despertava o amor das jovens gregas e das ninfas, mas era arrogante e desprezava-as, tratando-as com indiferença. [&#8230;]</p>
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<h1>Perturbação de personalidade narcísica</h1>
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<p>O termo narcisismo tem as suas origens no clássico mito grego de Narciso, um jovem belo, confinado pelos deuses a nunca se conhecer a si mesmo e condenado a um amor impossível de consumar. Despertava o amor das jovens gregas e das ninfas, mas era arrogante e desprezava-as, tratando-as com indiferença. Um dia, Narciso aproximou-se de um lago e apaixonou-se pela sua própria imagem ao vê-la reflectida na água, lançando-se ao lago para se unir aquele por quem se apaixonara – ele próprio.</p>
<p>Daqui surge o termo de “personalidade narcísica”, a qual tentaremos explicar de acordo com o ponto de vista de um leitor com esta personalidade.</p>
<p>Provavelmente sente, muitas vezes, que as pessoas que o(a) rodeiam têm vários defeitos. Parece que na maioria das vezes, essas não estão comparativamente à sua altura. Como se não compreendessem as suas qualidades, fossem incapazes de as reconhecer e validar de acordo com aquele que acredita ser o seu verdadeiro valor. Tendencialmente sente que só as pessoas de elevado estatuto, valor e importância é que conseguem estar ao seu nível, sendo naturalmente a essas que procura recorrer.</p>
<p>Sentir que não é suficientemente reconhecido pela maioria das pessoas é realmente intolerável. Por isso, tenta ainda mais explicitamente demonstrar ou tornar claro aos outros aquele que acredita ser o seu real valor. Procura sistematicamente que as pessoas o reconheçam, apreciem e valorizem. Ao mesmo tempo, é como se a sua auto-estima fosse muito frágil, o que faz com que tenha medo que os outros o(a) avaliem de forma negativa. E por vezes este medo é tão grande, que mesmo antes que eles o(a) possam rejeitar, torna-se imperativo desvalorizá-los.</p>
<p>Parece surgir um padrão de relações instável, uma vez que torna-se impossível manter relações estáveis e seguras com as pessoas que o(a) rodeiam já que estas parecem nunca o(a) compreender ou valorizar como desejaria. Há um desejo de ser o centro das atenções, mas as pessoas com quem interage acusam-no constantemente de se gabar e de ser pretensioso(a). Ao ouvir isto pode sentir o despertar de uma grande fúria.</p>
<p>Ao mesmo tempo, há alguma dificuldade em identificar os sentimentos dos outros, em colocar-se no seu lugar e em validar as suas experiências. É que ainda por cima, quando eles parecem ser melhor sucedidos, surge uma ponta de inveja. Por vezes, os outros podem acusá-lo de ter um comportamento altivo, arrogante e de ser incapaz de amparar as suas vulnerabilidades sem os criticar.</p>
<p>As suas relações amorosas também parecem falhar sucessivamente e provavelmente sente que a maior parte das pessoas acabou por se afastar de si. Se por um lado não compreende o porquê disso acontecer, por outro lado não atribui muita importância a esses afastamentos. Como se existisse um lado de si com medo de continuar a ser desvalorizado pelas pessoas que o rodeiam e por isso também não precisasse delas por perto.<br />
Uma vez que existe a expectativa de que os outros não irão gostar de si, então exige muito desses ao mesmo tempo que dá-lhes pouco de si, não os deixando aproximar-se em demasia. É como se existisse um lado seu que procurasse intimidade nas relações com os outros, e outro lado que se sentisse extremamente inconfortável quando esta intimidade se gera. Afinal, acredita que se a outra pessoa descobrisse uma falha sua, poderia rejeitá-lo(a) e humilhá-lo(a). Porém, se isto eventualmente acontecesse, rapidamente encontraria uma forma de evitar isso, demonstrando a forma como acredita ser superior a essa pessoa.</p>
<p>Os traços de personalidade narcísica surgem, normalmente, no início da idade adulta e manifestam-se nos mais diversos contextos da vida da pessoa. A prevalência na população geral é de menos de 1%, sendo que na população psiquiátrica varia entre 2% a 16%. De salientar que é mais frequente nos homens (50% a 75%).</p>
<p>Um padrão invasivo de grandiosidade (em fantasia ou comportamento), necessidade de admiração e falta de empatia, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos, indicado por pelo menos cinco dos seguintes critérios:<br />
(1) sentimento grandioso da própria importância (por ex., exagera realizações e talentos, espera ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis);<br />
(2) preocupação com fantasias de ilimitado sucesso, poder, inteligência, beleza ou amor ideal;<br />
(3) crença de ser “especial” e único e de que somente pode ser compreendido ou deve associar-se a outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada;<br />
(4) exigência de admiração excessiva;<br />
(5) sentimento de intitulação, ou seja, possui expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas;<br />
(6) é explorador em relacionamentos interpessoais, isto é, tira vantagem de outros para atingir seus próprios objetivos;<br />
(7) ausência de empatia: relutante em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias;<br />
(8) frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita ser alvo da inveja alheia;<br />
(9) comportamentos e atitudes arrogantes e insolentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como intervir?</h2>
<p>O acompanhamento individual é a melhor forma de criarmos um espaço em que se possa sentir seguro, compreendido e ajudado. Neste espaço, pretende-se:<br />
•    Criar um clima de segurança em que se sinta compreendido e cuidado;<br />
•    Aumentar a tendência para agir com sucesso, estabelecendo objectivos alcançáveis;<br />
•    Compreender a ligação entre forma como age e a forma como isso o torna mais vulnerável à crítica dos outros;<br />
•    Diminuir as interacções potencialmente arrogantes para com os outros;<br />
•    Ajudá-lo a lidar com imperfeições e as suas vulnerabilidades;<br />
•    Aumentar a consciência das suas emoções e auto-controlo;<br />
•    Diminuir possíveis explosões de fúria;<br />
•    Melhorar as relações com os outros.</p>
<p>Este é um trabalho prático e os objectivos enunciados são apenas orientadores, dado que todo o processo de ajuda é centrado em si, nas suas características e na sua forma de ver o mundo e pretende-se que tenha impacto não só no seu presente, como também no seu futuro.</p>
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		<title>Xixis</title>
		<link>https://casule.com/blog/xixis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 17:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Xixis Deixar as fraldas nem sempre é fácil para as crianças e consequentemente, para os pais. É a preocupação: Será que é normal não deixar as fraldas já? Passa-se algo de errado? E depois as tentativas e os lençóis que ficam molhados e a roupa para lavar porque mais uma vez não foi possível. Depois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Xixis<br />
Deixar as fraldas nem sempre é fácil para as crianças e consequentemente, para os pais. É a preocupação: Será que é normal não deixar as fraldas já? Passa-se algo de errado? E depois as tentativas e os lençóis que ficam molhados e a roupa para lavar porque mais uma vez não foi possível.<br />
Depois há os casos em que deixa de dia e nunca mais consegue deixar de noite e as crianças que já deixaram e voltam a fazer xixi novamente, aparentemente sem razão. É importante avaliar e perceber o que pode estar a acontecer.</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Se ainda frequentar o Jardim-de-Infância, converse com a educadora e alinhem estratégias;<br />
Encontre situações em que possa promover o crescimento e autonomia do seu filho, valorizando-o por estar crescido;<br />
Faça uma consulta com o pediatra e exponha o problema.<br />
Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Nascimento de um irmão;<br />
Instabilidade familiar;<br />
Dificuldades de adaptação à escolar;<br />
Mudanças significativas na vida da criança.</p>
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		<title>O sorriso é mesmo o melhor remédio</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-sorriso-e-mesmo-o-melhor-remedio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 17:12:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“ O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores” Mário Quintana O sorriso é uma expressão facial e possui uma função essencialmente social. O sorriso é também um dos sinais de comunicação com sentido universal. Expressa alegria, felicidade, afeição. Trata-se de um automatismo dos músculos da face que ocorre em resposta a determinados estados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong>“ O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores”</strong></p>
<p style="text-align: center">Mário Quintana</p>
<p>O sorriso é uma expressão facial e possui uma função essencialmente social. O sorriso é também um dos sinais de comunicação com sentido universal. Expressa alegria, felicidade, afeição. Trata-se de um automatismo dos músculos da face que ocorre em resposta a determinados estados mentais, sendo também usado como transmissor de informação.</p>
<p>Hoje em dia, sorrir nem sempre é uma tarefa fácil. A conjuntura socioeconómica que vivemos tem sem dúvida grande responsabilidade na ausência acentuada de sorrisos e no enfraquecimento da vontade de o fazer. Acresce a esta situação a correria do dia-a-dia, o tão recentemente famoso stress, o cansaço, as constantes preocupações, com o trabalho, os exames, a família… No entanto, saiba que o sorriso pode, entre outras coisas, devolver o bem-estar? Sorrir liberta endorfina, uma hormona que quando é libertada no organismo causa uma sensação de bem-estar, conforto, bom humor e felicidade.</p>
<p>E existem muitas razões para sorrir, vale a pena procurá-las ou simplesmente sorrir, já que ao sorrir, são trabalhados, em simultâneo, 17 músculos, que permitem relaxar o corpo de tensões. Sorrir é também benéfico para o sistema cardiovascular, aumentando o fluxo sanguíneo, imunológico e ajudando na produção dos glóbulos brancos. O sorriso também aumenta a auto-estima e valoriza o emissor e o receptor, expressando emoção e criando elos entre as pessoas. O sorriso é o grande aliado dos grandes momentos: sorrimos quando estamos bem, sorrimos quando partilhamos bons momentos, sejam eles presentes, passados ou como antecipação de futuros felizes.</p>
<p>Assim, é altura de aprendermos a sorrir e insistir de modo a que este se instale na nossa rotina como parte integrante de nós próprios. Aprendermos a sorrir sem motivo mas com a grande motivação de contribuirmos para uma vida mais colorida e feliz.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/o-sorriso-e-mesmo-o-melhor-remedio</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que fazer quando estiver aborrecido?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer? Tome consciência dessa reacção interna. Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer?</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1181" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg" alt="saude3" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Tome consciência dessa reacção interna.</p>
<p>Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último dia. Mas experimente pensar no que pode fazer a curto prazo. Faça uma ou outra coisa que sempre teve intenção de fazer e não conseguiu. O foco intencional é fundamental.</p>
<p>Pode sempre agradecer ao colega que foi sempre tão agradável. Pode rasgar papéis que não servem para nada ou deixar post-its para alguém que viesse tomar o seu lugar. Qualquer coisa que lhe venha à cabeça é válido. Tome consciência desses pensamentos, pare ao dar-lhes atenção. Isso é uma atitude Mindful.</p>
<p>Sendo que isto é apenas uma brincadeira… NÃO diga ao seu patrão tudo o que sempre lhe quis dizer. Afinal de contas, amanhã é outro dia. Aí. Nessa mesma cadeira! Divirta-se.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido</p>
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		<title>Exercício físico como forma de combater a depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/exercicio-fisico-como-forma-de-combater-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 16:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo. A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo.</p>
<p>A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes – uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens podem vir a ter crises depressivas durante a vida, desde a juventude até à terceira idade.</p>
<p>A depressão caracteriza-se por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar e percecionar a realidade e a vida. Na pessoa deprimida há uma falta de vitalidade que poderá estar acompanhada de sentimentos de tristeza, falta de confiança em si própria, sentimentos de culpa generalizados, pessimismo e descrença.</p>
<p>A prática de exercício físico é uma boa forma de prevenir e combater a depressão. O exercício físico constante e moderado tem efeitos benéficos na saúde em geral e, ao nível psicológico, pode reduzir a ansiedade, melhorar a autoestima e autoconfiança, melhorar a cognição e diminuir o stress.</p>
<p>O exercício físico liberta no cérebro substâncias, as endorfinas, que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade; são neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfinas, o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente, e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer. O exercício físico é altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade, e quando é moderado e regular, descontrai o corpo e ativa o sistema imunitário.</p>
<p>O desporto pode ajudar a tratar depressões e esgotamentos nervosos quando praticado regularmente e com alguns cuidados especiais. A libertação de endorfinas, somada à melhoria na autoestima proveniente da sensação de estar a fazer algo em benefício da própria saúde e bem-estar, provoca um estado de plenitude ao praticante regular de atividade física, e traz benefícios a todos os níveis. O exercício é muito eficaz para combater o stress por ter um efeito relaxante, por favorecer uma descontração mental e ajudar a pessoa a afastar-se temporariamente dos problemas e da tensão.</p>
<p>As atividades podem reduzir a ansiedade e a tensão. Uma caminhada rápida durante 20 a 30 minutos, três a cinco vezes por semana, pode ser uma grande ajuda para gerir melhor o stress. Contudo, é necessário que o ritmo de exercício seja adequado, pois um programa de exercício muito rígido e exigente pode deixar a pessoa ainda mais stressada.</p>
<p>O exercício físico moderado produz um efeito benéfico geral sobre o organismo. A prática regular traz resultados positivos aos distúrbios de sono, aos aspetos psicológicos e aos transtornos de humor, de ansiedade, depressão, além de que melhora os aspetos cognitivos, como a memória e a aprendizagem.</p>
<p>O exercício físico sistematizado tem benefícios tanto na esfera física como mental do ser humano, ao proporcionar uma melhor qualidade de vida. O segredo está numa atividade que seja agradável para quem a pratica, optando por uma modalidade na qual a pessoa se sinta bem e que realmente goste, para evitar a frustração. É essencial transformar o treino diário num ato de prazer e aproveitar ao máximo o bem-estar que a prática do desporto proporciona, tentando conciliar o lado físico (melhoria da performance), ao estético (ter um corpo modelado…), sem esquecer que o emocional precisa de estar bem e sentir que está a praticar uma atividade adequada.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/perturbacoes-de-personalidade/histrionico-2</p>
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		<title>Série fotográfica retrata os altos e baixos de quem sofre de depressão e outros problemas psicológicos</title>
		<link>https://casule.com/blog/serie-fotografica-retrata-os-altos-e-baixos-de-quem-sofre-de-depressao-e-outros-problemas-psicologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história de Liz Obert começa como muitas outras – todos os dias, ela se levantava, vestia e enfrentava o mundo lá fora. Ela acenava, falava e até podia sorrir, mas o que ia por dentro de sua alma era, sobretudo, dor. A depressão que lhe foi diagnosticada com cerca de 20 anos não melhorava [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/serie-fotografica-retrata-os-altos-e-baixos-de-quem-sofre-de-depressao-e-outros-problemas-psicologicos/">Série fotográfica retrata os altos e baixos de quem sofre de depressão e outros problemas psicológicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história de Liz Obert começa como muitas outras – todos os dias, ela se levantava, vestia e enfrentava o mundo lá fora. Ela acenava, falava e até podia sorrir, mas o que ia por dentro de sua alma era, sobretudo, dor. A depressão que lhe foi diagnosticada com cerca de 20 anos não melhorava com a terapia, muito menos com medicamentos. O problema de Obert era outro:bipolaridade.</p>
<p>Com um transtorno bipolar de nível II, a fotógrafa conhece bem a sensação de mascarar os sentimentos, de encher o peito de ar e encarar a vida lá fora, quando, na volta para casa, o sofá e, principalmente, a apatia perante a vida tomam conta do ser humano. Mesmo sabendo que isso não é um exclusivo de pessoas com distúrbios mentais, Obert decidiu que queria mostrar o lado escondido de quem vive dividido em duas personalidades. De um lado, o “eu” verdadeiro, na privacidade de casa; do outro, o “eu” que queremos que os outros vejam. E começou por ela mesma:</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1167" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1.jpg" alt="MentalIllness1" width="628" height="446" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-610x433.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-480x341.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-600x426.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p>“Meu cão Niko, vinho tinto e pizza; trabalhar no estúdio, ouvir batidas na cassete, cochilar, ficar em casa, amigos chegados, tentar não pensar, dormir muuito” / “Socializar, happy hour, acampar, escalar, otimista, tudo vai ficar bem”</p>
<p>A série, chamada Dualities (“Dualidades”, em português) pretende “oferecer um vislumbre da intimidade pessoas que lutam com desordens que são, muitas vezes, incompreendidas”, afirma Obert.</p>
<p>Para tornar o projeto mais rico e conhecer melhor os personagens, a fotógrafa pede que cada modelo escreva uma frase por baixo das fotos, mostrando os diferentes estados de espírito que as atravessam. O curioso é que Obert chegou à conclusão que as fotos do lado depressivo são mais naturais e fáceis de clicar, enquanto que as outras, aquelas do mesmo jeito em que as pessoas se apresentam ao mundo, chegam a ser constrangedoras.</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1168" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness2.jpg" alt="MentalIllness2" width="628" height="453" /></p>
<p>“Solidão, jogar video game, abraçar gatinhos, rir desesperadamente de comédia sarcástica, satisfação com comida do dia, introspeção, evitar meu trabalho artístico, mais solidão” / “Ver amigos, video games com amigos online, música enquanto preparo boa comida, boa cerveja, fazer trabalho artístico de que me orgulho, aproveitar a companhia de meus desempregados felinos e companheiros de quarto”</p>
<p>Para cada fotografia, Obert marca primeiro um encontro com os modelos, onde eles possam conversar, se sentir confortáveis e mostrar como gostariam de ser retratados. Apesar de já existir 10 retratos, Obert tem visto vários pedidos recusados, por pessoas que consideram que esta é uma forma de exposição muito grande de seus problemas interiores. A fotógrafa acredita que isso tem também a ver com o estigma que existe sobre os problemas psicológicos nos EUA (e um pouco pelo mundo moderno, onde, paradoxalmente, esses problemas não param de aumentar).“Eu acho que o mundo ainda precisa ser educado nesse processo. A morte de Robin Williams trouxe um pouco o tema à mídia e com isso se discutiu um pouco mais, mas a maioria do tempo [esse assunto] é silenciado”.</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1169" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness3.jpg" alt="MentalIllness3" width="628" height="445" /></p>
<p>“Eu sou pequena e necessitada, como diz a música da Sia, cercada por uma névoa de fracasso, me afogando nas expectativas que não cumpri, uma sombra de mim mesma” / “Minha vitalidade e amor pela vida são inegáveis, sou a personificação da força, beleza em movimento. Eu falo em meu nome e daqueles com uma voz clara e audível”</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1170" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4.jpg" alt="MentalIllness4" width="628" height="447" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-300x214.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-610x434.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-480x342.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-600x427.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /> <img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1171" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5.jpg" alt="MentalIllness5" width="628" height="445" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-610x432.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-480x340.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-600x425.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /> <img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1172" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6.jpg" alt="MentalIllness6" width="628" height="440" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-300x210.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-610x427.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-480x336.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-600x420.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p>“Eu ouço música: Ryan Adams, Neil Young, Wilco, Radiohead, The National, Jeff Buckley, Pavement, Echo and the Bunnymen – coisas desse tipo; eu gosto da absorção que a música produz; envolvido pela ritmo e pela melodia, minha disposição pode ser alterada” / “Eu continuo escutando música, mas a minha playlist muda; estou mais apto a ouvir hip-hop, Al Green, John Legend, Beastie Boys, The Clash, Nirvana, Pixies”</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1173" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7.jpg" alt="MentalIllness7" width="628" height="445" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-610x432.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-480x340.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-600x425.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /> <img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1174" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8.jpg" alt="MentalIllness8" width="628" height="446" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-610x433.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-480x341.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-600x426.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p>Nota do redator: Legendas parcialmente ilegíveis. “Estagnado, sentimento de ódio próprio, sozinho. Eu falhei. A criatividade se foi. O mundo enloqueceu!!!” / “Me sentindo criativo e consistente, uma linha de vida só por estar, no momento, em uma base estável”</p>
<p>Todas as fotos © Liz Obert</p>
<p>Fonte:  http://www.hypeness.com.br/2014/11/serie-fotografica-mostra-a-vida-dupla-de-pessoas-com-problemas-psicologicos/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/serie-fotografica-retrata-os-altos-e-baixos-de-quem-sofre-de-depressao-e-outros-problemas-psicologicos/">Série fotográfica retrata os altos e baixos de quem sofre de depressão e outros problemas psicológicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Isolamento social na infancia</title>
		<link>https://casule.com/blog/isolamento-social-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 11:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Desde pequeno que brinca muito sozinho, no jardim-de-infância a educadora referia que não socializava e assim continuou. Ou, por vezes, era uma criança muito dada, brincava com as crianças e com a idade começou a isolar-se, sem amigos na escola ou muito poucos e em casa quer ficar sempre fechado no quarto. Não lhe apetece ir às festas dos amigos ou na maioria das vezes não é sequer convidado. Quando o telefone toca não quer atender e inventa todas as desculpas para não ter de ir à rua fazer recados. Será da idade ou o isolamento é grave?</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Leve-o ao parque ou a locais onde possa contactar com outras crianças;<br />
Descubram uma actividade onde possa participar e interagir com outras crianças e jovens;<br />
Conversem sobre o porquê de se isolar.<br />
Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Depressão infantil;<br />
Dificuldades de socialização;<br />
Bullying;<br />
Falta de auto-estima;<br />
Ansiedade ou fobia social;<br />
Instabilidade familiar..</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1156" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364.jpg" alt="timi1" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h4>Depressão Infantil</h4>
<p>O seu filho fica irritado sem motivo aparente? Ou, de repente, fica muito triste e em baixo, sem saber explicar porquê? Tende a isolar-se ou ser muito agressivo com os que o rodeiam, serão só emoções próprias do crescimento?<br />
“Pavio curto”… “Ferver em pouca água”… Irritabilidade… Aborrecimento… Desesperança… Podem ser sinais de depressão. Embora, habitualmente se associe a depressão à tristeza, esta pode implicar impaciência, zanga ou desinteresse. Quando estes sinais interferem negativamente na capacidade de gozar o dia a dia ou nas relações com os outros, isso pode significar que não é apenas um estado de espírito…</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Tente perceber com ele através do diálogo aberto e calmo o que sente;</p>
<p>Promova a expressão do que cada elemento da família sente nas diversas situações./list_item]</p>
<p>Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Mudanças significativas e difíceis na vida;<br />
Instabilidade familiar;<br />
Dificuldade de integração social (exclusão, bullying);<br />
Falta de auto-estima;<br />
Insucesso escolar.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/psicologia-infantil/emocoes</p>
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