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	<title>depressão infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>depressão infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Depressão Infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 22:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) mostrou que a depressão está aumentando em todo o mundo e agora já é a principal causa de incapacidade mental e física global. Esse cenário preocupante também atinge as crianças e os adolescentes, embora as pessoas ainda vejam a infância de forma romântica, como um período apenas de alegria, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) mostrou que a depressão está aumentando em todo o mundo e agora já é a principal causa de incapacidade mental e física global. Esse cenário preocupante também atinge as crianças e os adolescentes, embora as pessoas ainda vejam a infância de forma romântica, como um período apenas de alegria, descobertas e encantamento. No entanto, a realidade tem se mostrado um pouco menos otimista: a prevalência de depressão na população geral de crianças e adolescentes oscila entre 0,3 a 5,9%, um número alarmante.</p>
<h2>Manifestações dos Sintomas</h2>
<p>Segundo a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V), os critérios diagnósticos são essencialmente os mesmos para as crianças, adolescentes e adultos, exceto pela inclusão de dois sintomas: presença de humor irritável e maior tendência para o ganho de peso, ao invés de perda de peso nas crianças e adolescentes. Os sintomas principais costumam variar com a idade, conforme mostra a figura abaixo:</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5758 size-full" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/05/depressão-infantil.png" alt="" width="635" height="534" /></p>
<p>Antes da expressão da linguagem verbal, uma criança deprimida manifesta-se pela expressão facial, postura corporal e mudanças de comportamento. Tais sintomas incluem quando a criança recusa alimentos, não responde aos estímulos do ambiente, apresenta choro frequente, explosões de raiva e inquietação.</p>
<p>Já na fase pré-escolar os sintomas incluem apatia, tristeza, pesadelos, queixas somáticas, enurese, medo de ficar sozinha, perda de interesse por lazer, desânimo, recusa de alimentos, choro fácil, autoagressividade e irritabilidade.</p>
<p>Na fase escolar, a criança expressa mais facilmente o que sente, facilitando a hipótese diagnóstica. Os sintomas mais comuns incluem baixo rendimento escolar, pouca concentração, problemas de relacionamento com os colegas, agressividade, apatia, choro sem motivo aparente, isolamento social, raiva, baixa autoestima, queda do rendimento escolar e presença de pensamentos mórbidos e de morte.</p>
<h2>Comorbidades</h2>
<p>A depressão infantil costuma apresentar altas taxas de comorbidades com os transtornos de ansiedade, de conduta, desafiador opositivo e de déficit de atenção. A presença de tais patologias costuma indicar uma evolução mais grave e um prognóstico pior.</p>
<h2>Etiologia</h2>
<p>A causa da depressão infantil reside na interação de aspectos ambientais, físicos, sociais, pessoais, biológicos e psicológicos. Podem-se destacar alguns fatores de risco associados ao aparecimento da depressão infantil, como o histórico familiar de depressão, ocorrência de um fator traumático (abuso, acidentes), separação dos pais, mudanças na vida da criança (mudança de casa, colégio, cidade), conflitos familiares, morte de uma pessoa querida ou animal de estimação, padrões de interação familiar com forte padrão de cobrança, negligência e desorganização familiar.</p>
<p>Faz-se necessário destacar que embora a genética seja um fator importante, ela não é determinante no aparecimento da patologia.  Já o apoio familiar, sucesso na vida escolar, suporte social, auto-percepção positiva, envolvimento em atividades extracurriculares, estilos parentais e práticas educativas adequadas, ambiente familiar repleto de apoio e amor, e necessidades emocionais satisfeitas pela família são fatores protetivos.</p>
<h2>Como pensam as crianças deprimidas</h2>
<p>Com a depressão, a criança tem uma visão negativa, depreciativa e derrotista de si mesma, das experiências e do futuro.  Tudo parece estar ruim, chato e fazer suas atividades corriqueiras passa a ser muito penoso para ela. Assim, a partir desses pensamentos distorcidos, a criança assume uma postura rígida e passa a ver tudo através dessa “lente” negativa e irrealista.</p>
<p>Os pensamentos distorcidos mantêm e prolongam a depressão, de tal modo que a criança os encara como verdade absoluta. Na terapia cognitivo-comportamental, é ensinado à criança uma forma de identificar, testar e modificar esses pensamentos e crenças.</p>
<p><strong>Exemplos de distorções de pensamentos:</strong></p>
<ul>
<li>“sou a pior filha do mundo”;</li>
<li>“ou fecho a prova ou sou burra”</li>
<li>“estão rindo de mim” quando a criança vê vários coleguinhas cochichando e rindo;</li>
<li>“ninguém gosta de mim”</li>
<li>“meus pais estão se separando por minha causa”</li>
<li>“meu pai prefere meu irmão mais velho porque ele é mais inteligente”</li>
</ul>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O tratamento da depressão infantil está baseado em quatro pilares: psicoterapia cognitivo-comportamental infantil; medicamentos antidepressivos; intervenções na escola e orientação familiar. A terapia tem por objetivo alterar as cognições negativas, melhorar a autoestima, treinar as habilidades de enfrentamento dos problemas e situações difíceis, aumentar o envolvimento da criança em atividades prazerosas e recompensadoras.</p>
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		<title>Terapia infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 19:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[baixo rendimento escolar]]></category>
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		<category><![CDATA[timidez excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar com eles é de extrema importância.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é <strong>Terapia Infantil</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Mais comum do que algumas pessoas pensam, a Terapia Infantil é a psicoterapia voltada para o atendimento de crianças. Ela utiliza recursos lúdicos para observar e trabalhar com questões subjetivas, ou seja, questões e angústias que a criança não tem o discernimento de falar espontaneamente durante o atendimento, de modo a encontrar caminhos para aliviar o sofrimento e identificar os conflitos que estão gerando desconforto. A partir deste momento, podem-se desenvolver técnicas que ajudam a criança a criar estratégias de enfrentamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando seus filhos precisam de <strong>Terapia Infantil?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os motivos que levam os pais ou responsáveis a encaminhar as crianças para terapia são diversos, tais como: baixo rendimento escolar, dificuldades de relacionamento com outras crianças ou com a família, reclamações dos professores, agressividade, timidez excessiva, hiperatividade, depressão, dificuldades em manter a atenção, etc. Muitos comportamentos podem estar relacionados com dificuldades em lidar com certas situações, por exemplo: uma mudança de escola, a separação dos pais ou a morte de um ente querido ou mesmo de um animal de estimação. A psicoterapia infantil colabora para que a criança possa lidar com estas situações de forma mais eficiente e menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a terapia infantil, a criança faz uso de jogos, brincadeiras, desenhos e pinturas, que permitem a comunicação de suas preocupações, podendo sentir-se acolhida e expressar suas emoções. As sessões são oportunidades para compreender seus medos, desejos, pensamentos e sentimentos, bem como observar seus comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Envolvimento dos pais e da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">A participação da família e da escola é fundamental nesse processo. Os pais e a escola recebem orientações durante as sessões, a fim de poder ajudar a criança na sua problemática e nas situações que ela vivencia, dando continuidade ao trabalho do terapeuta, fora da sessão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento de um adulto emocionalmente saudável e estável. Desta forma, a psicoterapia infantil colabora para que o problema seja superado, abrindo possibilidades para a criança recuperar o sentimento de segurança e aprender a lidar com o mundo de forma saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://clubedaprosa.com/beneficios-da-terapia-infantil/</p>
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		<title>Filhos que não se sentem amados</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-que-nao-se-sentem-amados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 20:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando as crianças estão crescendo, sobretudo tornando-se adolescentes, é natural que no decorrer desse processo sintam-se não amadas algumas vezes. Por outro lado, nem sempre os pais conseguem expressar o amor que sentem pelos seus filhos, e há algumas razões para que isso aconteça Os pais possuem uma autoimagem negativa Quando os próprios pais não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando as crianças estão crescendo, sobretudo tornando-se adolescentes, é natural que no decorrer desse processo sintam-se não amadas algumas vezes. Por outro lado, nem sempre os pais conseguem expressar o amor que sentem pelos seus filhos, e há algumas razões para que isso aconteça</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os pais possuem uma autoimagem negativa</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando os próprios pais não se amam, ou desenvolveram uma concepção negativa de si mesmos, quer emocional ou fisicamente, eles tendem a passar esse sentimento para os filhos, sobretudo se são muito parecidos com eles próprios. Geralmente, a pessoa que não gosta de si mesmo tem dificuldade em expressar amor, pois tende a projetar seus sentimentos negativos para os outros, e as crianças são aquelas mais próximas, portanto, mais fáceis de serem influenciadas negativamente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais que são imaturos</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando os pais não estão preparados para assumir a responsabilidade de ter e criar um filho, podem tornar-se ressentidos por ter de cumprir um papel bastante desafiador, e, portanto, tornam-se impacientes e às vezes rudes, não aceitando a situação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais que não receberam amor</h2>
<p style="text-align: justify;">Para algumas pessoas, demonstração de carinho é sinônimo de fraqueza. Há pais que foram criados sem receber carinho e, portanto, se incomodam se os filhos tentam ser carinhosos com eles.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais que sofreram traumas</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando os pais passaram por um grande trauma em suas vidas, essas lembranças podem voltar a aparecer, sobretudo quando o filho tiver a idade aproximada que eles tinham ao vivenciar essa situação. O resultado disso é que os pais podem rejeitar o filho, ou, ao contrário, tornarem-se superprotetores. De ambas as formas, essas atitudes refletem diretamente nos filhos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais que estão sentindo-se velhos</h2>
<p style="text-align: justify;">Ter filhos e vê-los crescer nos faz pensar que o tempo está passando e estamos nos tornando mais velhos. Para alguns pais, há uma verdadeira fobia do envelhecimento, o que pode causar tensão e até mesmo ressentimento, que acabam magoando os filhos pois eles representam, quer queiram ou não, o passar dos anos para os pais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais que querem que seus filhos sejam como um reflexo deles</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes os pais querem que os filhos tenham as mesmas atitudes, escolhas e opiniões deles. Quando percebem que os filhos são diferentes ou não querem fazer aquilo que desejam, os pais tendem a revoltar-se, e achar errado que eles tomem atitudes contrárias às suas opiniões, o que começa a gerar conflitos familiares.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pais carentes que sobrecarregam os filhos</h2>
<p style="text-align: justify;">Alguns pais são tão dependentes dos filhos que não os deixam alçar voo, e começam a fazer chantagens emocionais, como “se você me deixar sozinha, posso ter um enfarto”, por exemplo. Essas atitudes prejudicam grandemente seus filhos, pois não permitem que estes evoluam sem que sintam-se culpados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">devido a atitudes errôneas na criação, alguns pais envergonham-se dos filhos</h2>
<p style="text-align: justify;">Filhos rebeldes, que respondem de modo grosseiro ou agem de modo indesejável devido a problemas decorrentes, muitas vezes, da própria criação, podem fazer com que os pais não demonstrem afeto para com eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Como podemos perceber, as atitudes dos pais e as experiências que estes passaram, bem como o modo como enfrentam suas dificuldades, produz grande impacto na vida dos filhos. Com o auxílio de terapia, é possível perceber qual é o problema ou problemas que vem causando a dificuldade de relacionamento entre pais e filhos. Apenas um profissional de psicologia consegue diagnosticar com clareza o impasse e ajudar pais e filhos a compreender e tomar as medidas necessárias para que possam conviver em harmonia, e evitar que tais empecilhos prejudiquem a vida emocional e profissional de ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:/www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/filhos-que-nao-se-sentem-amados/</p>
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		<title>Luto na Infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/luto-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 20:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte de um ente querido é um dos momentos mais impactantes que uma criança pode vivenciar. Nesse momento, ela se depara com profundos sentimentos de desamparo e impotência, sem entender exatamente o que está acontecendo, perdendo o mundo que conhecia e tornando-se difícil conhecer e lidar com sentimentos de perda. O luto infantil, ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A morte de um ente querido é um dos momentos mais impactantes que uma criança pode vivenciar. Nesse momento, ela se depara com profundos sentimentos de desamparo e impotência, sem entender exatamente o que está acontecendo, perdendo o mundo que conhecia e tornando-se difícil conhecer e lidar com sentimentos de perda. O luto infantil, ou luto na infância, é um processo de reconstrução diante da morte, é um desafio emocional com o qual ela tem de lidar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A criança e a perda</h2>
<p style="text-align: justify;">A criança, especialmente com menos de seis anos de idade, possui maior dificuldade em compreender e aceitar a irreversibilidade da morte. Enfrentar a morte de quem se ama é um processo difícil em qualquer idade. Quanto mais jovem for uma criança, maiores serão os efeitos desta perda, uma vez que ainda não possuem recursos internos para superar esse momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os aspectos mais observados em crianças diante da perda de um ente querido, está a negação, a agressividade e a culpa. Ela pode tratar seus colegas com hostilidade ou tratar seus brinquedos com violência. A forma pela qual a criança agirá diante da morte é particular de cada uma. A duração e intensidade dependerão da sua personalidade e do vínculo afetivo com a pessoa perdida, e, claro, com o apoio dos demais familiares e responsáveis que a cercam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Apoio Psicológico</h2>
<p style="text-align: justify;">É necessário que as crianças vivenciem o sentimento do luto. Elas devem ser encorajadas a expressarem o que estão sentindo. A criança, por não saber nomear seus sentimentos, se expressa por meio do brincar, utilizando-se da simbolização para expressar suas fantasias, ansiedades e sentimentos – por isso, no processo terapêutico é utilizado o apoio de brinquedos e desenhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Perder alguém significativo implica a necessidade de readaptação, principalmente no ambiente que traz lembranças da outra pessoa, de forma a lidar com questões emocionais e afetivas. A assistência psicológica promove suportes que favorecem recursos internos, possibilitando para a criança a elaboração do luto, bem como sentir-se acolhida, compreendida e segura em um momento de desamparo e incerteza.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/luto-na-infancia/</p>
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		<title>Pais que levam suas crianças para trabalhar em publicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 20:07:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças desde bebê já estão em filas de concorrência, disputando oportunidades em testes, campanhas. Até que ponto o &#8220;crescimento prematuro&#8221; pode prejudicar o desenvolvimento da criança, segundo a psicologia infantil? Tudo depende de como as mães colocam as situações para as crianças. Se a mãe oferecer a atividade como brincadeiras interessantes a criança poderá [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">As crianças desde bebê já estão em filas de concorrência, disputando oportunidades em testes, campanhas. Até que ponto o &#8220;crescimento prematuro&#8221; pode prejudicar o desenvolvimento da criança, segundo a psicologia infantil?</h2>
<p style="text-align: justify;">Tudo depende de como as mães colocam as situações para as crianças. Se a mãe oferecer a atividade como brincadeiras interessantes a criança poderá lidar bem com a atividade sem prejuízos. Mas observe que isto pode ser aparentemente fácil de fazer mas insisto que é algo que exige muito talento por parte da mãe, paciência e habilidade. Pois uma brincadeira não pode ser imposta, ela é oferecida e a criança precisa sentir prazer em realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A não aprovação em um teste pode desencadear um processo de frustração na criança com consequências na vida adulta</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando a criança já entende que aquilo que ela não foi escolhida ou que outras crianças foram  preferidas poderá  gerar frustração. Uma pequena dose de frustração pode preparar para a vida, pois nós a experimentaremos em muitas outros momentos da vida, e talvez os pais possam utilizar esta oportunidade para ensinar a criança a lidar com frustrações. Mas em doses elevadas seja pela repetição da reprovação ou pela forma como foi colocada ela pode gerar sentimentos de desistência, desamparo e até depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando a mãe praticamente obriga a criança aos testes. Quais os prejuízos para a vida adulta, ou até mesmo durante a infância, para uma criança que é submetida ao mercado publicitário, mesmo quando demonstra insatisfação?</h2>
<p style="text-align: justify;">Considero que possa ser muito prejudicial à criança. Não é de minha esfera (o aspecto jurídico) mas creio ser até crime obrigar uma criança trabalhar. Uma criança que é forçada a fazer este tipo de coisa poderá não elaborar  a ideia de que sua mãe quis o melhor para ela. Diferente de uma mãe que obriga o filho a tomar um remédio, usar calçados e outras coisas que a criança não quer fazer mas com o tempo as informações vão se apresentando e ela percebe que aquilo era amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança obrigada a passar por testes poderá crescer com sentimento de que sua mãe  não respeitou sua limitação e vontade de ter uma infância cheia de brincadeiras que desenvolvem os aspectos intelectuais, sociais, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança obrigada a fazer coisas que com o tempo serão percebidas como “inúteis” pois participar de propagandas não é algo fundamental no desenvolvimento, poderá se revoltar contra essa mãe , principalmente se ela mentir (dizer que o papai quer, ou que é isso que toda criança deve fazer, ou que será melhor para ela, etc) para convencer a criança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/conflito-entre-pais-e-filhos.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome da Alienação Parental.</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-da-alienacao-parental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 19:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando o filho pega raiva do pai ou mãe distantes. A Síndrome da Alienação Parental (SAP) é quando uma criança começa a rejeitar ou até mesmo odiar um dos pais depois da separação. Isso geralmente ocorre depois que o genitor guardião conta mentiras para afastar a criança do pai ou da mãe que se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2 id="sub-title" style="text-align: justify;">Quando o filho pega raiva do pai ou mãe distantes.</h2>
<p style="text-align: justify;">A Síndrome da Alienação Parental (SAP) é quando uma criança começa a rejeitar ou até mesmo odiar um dos pais depois da separação. Isso geralmente ocorre depois que o genitor guardião conta mentiras para afastar a criança do pai ou da mãe que se afastou.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa prática ocorre principalmente depois da separação conjugal. O genitor que detém a guarda dos filhos (alienador), se sentindo traído, abandonado e rejeitado, tenta desmoralizar e denegrir a imagem do outro genitor (alienado), a fim de afastá-lo dos filhos e assim se vingar. Nessa tentativa, os filhos são usados como instrumentos para atingir o ex-companheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A SAP, como é conhecido esse transtorno, é comum: estima-se que cerca de 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa disputa, a criança fica confusa. Sente amor pelo pai ou mãe ausente e muitas vezes não pode demonstrar esse sentimento, pois não quer magoar a parte que está perto, podendo destruir o vínculo que há entre o genitor ausente. Muitas vezes, a criança acredita na mentira que o guardião conta para afastá-lo do outro por longos anos e isso traz prejuízos emocionais na sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que aparecem nas crianças que estão numa situação de alienação parental são rejeição, raiva e ódio contra o genitor alienado depois da separação, mesmo que antes a relação entre os dois tenha sido de afeto, carinho e amor. A criança passa a não querer visitá-lo, dar atenção ou até mesmo se comunicar. E ainda apresenta sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são exageradas ou simplesmente não condizentes com a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros prejuízos podem acometer a criança que apresenta a SAP: depressão, pânico ou ansiedade. A criança tem rebaixada sua auto-estima, propensão ao uso de álcool e drogas. Quando adultos podem não conseguir manter um relacionamento estável ou gerar um sentimento de culpa ao descobrir que foi cúmplice de uma grande injustiça. Em casos extremos, pode haver suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos pais (pai, mãe ou responsável) por se sentirem frágeis ou com medo de levar o conflito adiante acabam desistindo da guarda ou das visitas, abrindo mão do convívio com seus filhos. Para evitar isso, é preciso procurar a justiça. Se ficar comprovada a alienação, o alienador poderá ser condenado pela justiça a pagamento de multa e ser obrigado a frequentar seções de terapia ou até mesmo ter decretada sua prisão, além de perder os seus direitos em relação a visitas e a guarda do(s) filho(s). Não é uma coisa fácil, por  isso deve-se procurar um advogado especializado.</p>
<p style="text-align: justify;">Casos de separação conjugal são difíceis, mas os pais devem procurar ajuda especializada se não conseguirem de modo respeitoso tratar da convivência de cada um com os filhos. As crianças precisam e devem ter a presença e atenção tanto da mamãe como do papai.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://guiadobebe.uol.com.br/sindrome-da-alienacao-parental/</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Depressão infantil: causas e sintomas</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-infantil-causas-e-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 18:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[casule]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infância]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pequenos aceitam a depressão como um fato natural, acham que é normal sentir medo e angustia<strong>,</strong> pois não sabem que seu sofrimento é resultante de uma doença que pode ser curada. Separação dos pais, perdas, dificuldades de adaptação na escola ou na casa nova podem gerar um alto nível de estresse que conduz ao quadro depressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na infância, o problema geralmente é revertido com psicoterapia, mas como a depressão um tem fator genético muito forte, a necessidade de medicação é inevitável em algumas situações. A boa notícia é que a criança responde muito mais depressa ao tratamento do que o adulto.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo excessivo e permanente e falta de apetite são alguns dos sinais que criança dá para avisar que não está bem. Confira os outros abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sintomas da depressão infantil </b></h2>
<p style="text-align: justify;">Queixa frequente de problemas físicos<b>.</b> Por não saber expressar e significar sua angustia, a criança reclama de dores concretas, que são mais fáceis de compreender. Dores de cabeça e barriga são as mais comuns.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de retração<b>.</b> É normal a criança de sentir inibida perante uma situação nova (escola, casa de um parente), mas logo ela ganha confiança e se solta. Já a criança deprimida permanece calada e insegura todo o tempo e o desejo de exploração do ambiente desaparece.</p>
<p style="text-align: justify;">Ansiedade de separação. A criança fica muito angustiada em ocasiões em que tem que se separar dos pais ou das pessoas que lhe servem de referência. Ela precisa estar sempre na presença do responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração do sono. Reclamações e choros são frequentes na hora de dormir, bem como os pesadelos que passam a interromper o sono. O medo de ficar sozinho é frequente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade de aprendizado. Atenção para não confundir depressão com hiperatividade. A criança com transtorno de déficit de atenção tem dificuldades para se concentrar, mas mostra interesse por outras atividades, enquanto a criança deprimida não se sente motivada por brincadeira alguma, não tem vontade para nada, não encara desafios e se sente permanentemente incapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Agressividade. Ao entrar na adolescência, os meninos depressivos se mostram extremamente irritadiços e agressivos. Para eles, a melhor forma de se defender de seus medos é atacando.</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamento parassuicida<b>.</b> Acidentes acontecem com todas as crianças, mas com a criança deprimida são frequentes, porque ela não se protege.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/bebe/1-a-3-anos/materia/depressao-infantil-causas-e-sintomas</p>
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		<title>Como proceder na educação de crianças difíceis de impor limites!</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-proceder-na-educacao-de-criancas-dificeis-de-impor-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 20:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A formação educacional dos filhos, principalmente no que se refere à questão de seguir regras e limites impostos pelos pais, têm sido alvo de preocupação por grande parte desses, em virtude das crianças de hoje se apresentarem cada vez mais indisciplinadas e difíceis de lidar. Perante as dificuldades apresentadas, os pais estão sempre em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-impor-limites.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2259" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-impor-limites.jpg" alt="casule-psicologia-impor-limites" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-impor-limites.jpg 468w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-impor-limites-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A formação educacional dos filhos, principalmente no que se refere à questão de seguir regras e limites impostos pelos pais, têm sido alvo de preocupação por grande parte desses, em virtude das crianças de hoje se apresentarem cada vez mais indisciplinadas e difíceis de lidar.</p>
<p>Perante as dificuldades apresentadas, os pais estão sempre em busca da melhor forma de educar, porém surgem dúvidas constantes de como proceder.</p>
<p>Na verdade, a necessidade de ser mais rígido na educação dos filhos está se tornando uma conduta normal em conseqüência dos inúmeros malefícios que a sociedade vem apresentando.</p>
<p>É fundamental que os pais ou os responsáveis pela formação educacional de um indivíduo, em especial a criança, comece a discipliná-la em casa, sendo a escola responsável por acrescentar valores.</p>
<p>Essa é uma questão importante a ser refletida, em função de muitos pais estarem confundindo o papel da escola quanto à educação do filho, muitas vezes invertendo os papéis, até mesmo devido a correria do dia-a-dia em busca de oferecer melhores condições para a família e automaticamente tornando-se ausente no ambiente familiar.</p>
<p>Considerando que nenhuma pessoa é educada de uma hora para outra, sendo a formação educacional um processo contínuo, alguns requisitos são fundamentais, sendo esses colocados com cautela de acordo com a necessidade de cada um:</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;"> </span></strong>ter consciência que as atitudes que serão tomadas serão com a intenção de educar a criança e, conseqüentemente, propiciar uma relação harmoniosa no ambiente familiar.</p>
<p>os pais que possuem crianças acima de 2 anos de idade poderão passar por situações nas quais seu filho irá testá-lo e contestá-lo (birra, choro, esperneio, etc.) constantemente, com a intenção de não cumprir o que foi colocado.</p>
<p>Ponto de partida inicial para ter bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter em mente que educar exige sacrifício por parte de todos que estão envolvidos, mas principalmente de quem assume o papel de educador.</p>
<p>é obrigatório que os pais estejam de acordo com as decisões e opiniões colocadas, de forma que jamais um retire a autonomia do outro, tirando a autonomia e mudando as regras. Tal conduta evita que a criança venha a confundir qual a melhor forma de agir, bem como perceber diante da incoerência do que é colocado pelos pais (proibições, explicações, regras, permissões&#8230;).</p>
<p>a partir do momento que impor algo, deve sustentá-lo, criando o hábito de firmeza, construindo a segurança da criança.</p>
<p>adquirida na relação cotidiana é fundamental para que alcancem bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educador.brasilescola.com/comportamento/como-proceder-na-educacao-criancas-dificeis-impor-.htm</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Saiba quais são os sintomas e como tratar a depressão infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-quais-sao-os-sintomas-e-como-tratar-a-depressao-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 22:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinais tendem a ser diferentes em cada idade das crianças A apresentação da depressão infantil varia conforme a fase do desenvolvimento no qual a criança está. Saiba como identificá-la e as formas de tratamento. Sintomas Em qualquer idade — Isolamento, tristeza, choro excessivo, problemas com o sono, dores de cabeça insistentes, obesidade ou falta de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="materia-subtitulo">
<h2 class="materia-subtitulo">Sinais tendem a ser diferentes em cada idade das crianças</h2>
<p>A apresentação da depressão infantil varia conforme a fase do desenvolvimento no qual a criança está. Saiba como identificá-la e as formas de tratamento.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p><strong>Em qualquer idade</strong></p>
<p>— Isolamento, tristeza, choro excessivo, problemas com o sono, dores de cabeça insistentes, obesidade ou falta de apetite podem ocorrer em todas as faixas etárias em casos de depressão.</p>
<p>— Atenção a mudanças bruscas de comportamento.</p>
<p>— Para se caracterizar como deprimida, o paciente tem de apresentar os sintomas por, pelo menos, duas semanas seguidas.</p>
<p><strong>De 0 a 6 anos</strong></p>
<p>— Não há consenso de que a depressão possa atingir também os bebês, mas alguns estudos falam em sintomas como rosto sem expressão, falta de apetite, dificuldade para adquirir peso, insônia, rejeição ao contato humano, choro insistente ou falta de choro, diminuição de movimentos e atraso no desenvolvimento da linguagem.</p>
<p>— Nos maiores, falta de amigos e coordenação motora atrasada.</p>
<p>— Geralmente, essas reações estão associadas ao abandono ou abuso.</p>
<p><strong>De 7 a 13 anos</strong></p>
<p>— Esta é a fase em que já conseguem se expressar. O depressivo perde o interesse por atividades que gostava de desenvolver, como esportes ou brincadeiras, se diz triste e infeliz.</p>
<p>— Pode desenvolver doenças associadas, como úlcera e gastrite, e reclamar de muitas dores (barriga, cabeça e enjoo).</p>
<p>— Choro com facilidade, baixa autoestima, irritabilidade e cansaço.</p>
<p>— Baixo rendimento escolar.</p>
<p><strong>De 14 a 18 anos</strong></p>
<p>— Alteração do humor, ansiedade, agressividade, autoestima baixa, relacionamento social distante.</p>
<p>— Forte sentimento de culpa, falta de apetite e dificuldade de concentração.</p>
<p>— Medo, insegurança, sentimento de fracasso, achar que a vida não tem sentido.</p>
<p>— Uso de drogas ou álcool.</p>
<h2>Como tratar</h2>
<p>— Abordagens lúdicas que se utilizam de brinquedos, desenhos e histórias são muito úteis em crianças pequenas ou naquelas que têm dificuldade em verbalizar seu sofrimento. Já adolescentes podem se beneficiar de terapias verbais, diz o psiquiatra Miguel Boarati do Hospital das Clínicas de São Paulo.</p>
<p>— Os pais devem se envolver com o tratamento proposto, seja psicoterapia, medicação, grupo de orientação para pais e terapia de família, além de tratar o assunto de maneira atenta e direta, evitando o preconceito e a culpa.</p>
<p>— Remédios em crianças são usados por um período entre seis meses e um ano, mas a prioridade é tentar o tratamento com psicoterapia.</p>
<p>— Os pais devem evitar insistir para que a criança fique bem. Se houver uma sobrecarga, a recomendação é aliviar, pois se ela estiver depressiva não conseguirá mudar a postura sob pressão.</p>
<p>— É preciso dosar o excesso de cobranças e o perfeccionismo no processo de ensino. Crianças que crescem em ambientes de muita cobrança e pouca recompensa estão mais sujeitas a deprimir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/08/saiba-quais-sao-os-sintomas-e-como-tratar-a-depressao-infantil-4575991.html</p>
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