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	<title>comportamento no relacionamento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>comportamento no relacionamento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Quais são os limites no meu relacionamento amoroso?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-os-limites-no-meu-relacionamento-amoroso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 19:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando falamos de limites em qualquer relacionamento amoroso, estamos nos referindo aos critérios próprios que são invioláveis e inegociáveis. Existem certos limites que normalmente são compartilhados por quase todos, tanto na área de família, como social ou de casal, mas muitos são pessoais e os estabelecemos com as outras pessoas ao nosso redor, de acordo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de limites em qualquer relacionamento amoroso, estamos nos referindo aos critérios próprios que são invioláveis e inegociáveis. Existem certos limites que normalmente são compartilhados por quase todos, tanto na área de família, como social ou de casal, mas muitos são pessoais e os estabelecemos com as outras pessoas ao nosso redor, de acordo com o que estamos dispostos a tolerar.</p>
<p>Na esfera do casal, os limites podem variar muito de uma pessoa para outra. Há pessoas que são capazes de suportar e até mesmo perdoar uma infidelidade, enquanto outras nunca conseguiriam, por mais apaixonadas que estivessem pelo seu parceiro. Neste sentido, a educação que cada um recebeu influencia muito, assim como as experiências pessoais, seus valores e a autoestima.</p>
<p>No entanto, você deve saber que, embora todos possam definir os seus limites pessoais e que entre estes possa haver diversidade de opinião, existem comportamentos que não deveríamos aceitar se quisermos manter a nossa autoestima e dignidade.</p>
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<h2>Os limites e a dependência emocional</h2>
<p>Quase todo mundo sabe exatamente o que não quer no seu relacionamento amoroso. No entanto, muitas vezes esses limites estabelecidos de forma consensual são desrespeitados pelo outro lado, e mesmo assim a pessoa permanece no relacionamento e não se sente capaz de terminá-lo e seguir um outro caminho.</p>
<p>Mesmo sabendo que isto não lhe convém, prefere o sofrimento diário do que a dor da perda para sempre.</p>
<p>Elas sentem o seu parceiro como uma necessidade vital, como a comida ou o descanso e, portanto, o desapego torna-se impossível. O medo de perder o ser “amado” é tão grande que são capazes de suportar comportamentos como as mentiras, os maus-tratos ou a anulação, para manter o relacionamento.</p>
<p>O pensamento do dependente geralmente se expressa como: “Tenho certeza que mudará”, “Não é tão ruim… talvez eu esteja exagerando”, “Ele age assim porque está estressado, isso não vai durar para sempre”, etc. Eles justificam a conduta do parceiro, mesmo que isto os machuque, porque precisam de justificativas para si mesmo. Internamente eles sabem que são falsas, mas ao menos se acalmam momentaneamente, fazem com que perdoem o seu parceiro e continuem com o relacionamento.</p>
<h2>Os limites e a autoestima</h2>
<p>Ter uma autoestima saudável é aceitar-se incondicionalmente. É o apoio da saúde mental e do bem-estar emocional. A baixa autoestima ou a falta de aceitação é, por outro lado, o ponto de partida de muitos problemas psicológicos.</p>
<p>A autoestima tem muito a ver com os limites em todas as áreas da vida e, especialmente, no casal. Se valorizo a outra pessoa mais do que a mim mesmo ou se acredito que não sou capaz de ficar sozinho, se preciso do outro para ser feliz ou é o meu parceiro que dá sentido à minha vida, estou colocando bombas muito poderosas na minha autoestima; bombas que podem explodir a qualquer momento.</p>
<p>Isso é, de certo modo, perigoso, porque chegamos a um ponto onde é difícil sair da relação, ou ficamos muito tristes com este parceiro.</p>
<p>Para ser claro(a) e coerente, nós não podemos subordinar as nossas necessidades às necessidades do outro. Uma atitude que não é nada egoísta, mas muito sensata. Se estamos em paz e vivemos de acordo com as nossas ideias e valores, podemos estar em harmonia com a outra pessoa e, por sua vez, essa pessoa também se sentirá melhor conosco.</p>
<h2>O que não podemos deixar passar?</h2>
<p>Como mencionado no início, o que as pessoas desejam para o seu relacionamento tem aspectos muito pessoais. Se não temos certeza sobre o nosso relacionamento, podemos nos perguntar: É isso o que eu quero para a minha vida? Eu me vejo com esta pessoa daqui a cinco anos? Estou disposto a tolerar esse comportamento?</p>
<p>O mais importante é ser sincero com as respostas. Se as respostas mostrarem que não estamos felizes e não vemos futuro, este é um bom motivo para terminar o relacionamento, sabendo que vamos passar por um processo de luto e sofrimento no qual teremos que nos reconstruir.</p>
<p>E o que é que nunca deveríamos tolerar? Uma das coisas que nenhum ser humano deve tolerar é ser anulado como pessoa, ou seja, que seus gostos, valores e opiniões sejam ignorados.</p>
<p>Obviamente, outro limite que deve ficar claro se refere aos abusos, tanto físicos como emocionais. Não podemos deixar que ninguém nos maltrate, porque ninguém tem o direito de agir dessa forma: encontrar justificativas para o abuso fará com que essa situação piore com o passar do tempo. Termine esse relacionamento na primeira vez que isto acontecer.</p>
<p>Finalmente, não permita que ninguém iniba a sua liberdade individual; é a coisa mais valiosa que temos. Você precisa ser livre para ir e vir, para decidir o estilo de vida que pretende levar, para ter seus amigos, etc. Portanto, você deve sempre colocar a sua liberdade acima de tudo.</p>
<p>E lembre-se… o amor não pode tudo. Às vezes o amor deve ser pensado, e não apenas sentido.</p>
<p>FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/limites-relacionamento-amoroso/</p>
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		<title>Reciprocidade, um dos alicerces dos nossos relacionamentos</title>
		<link>https://casule.com/blog/reciprocidade-um-dos-alicerces-dos-nossos-relacionamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 19:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos em uma sociedade onde medimos tudo o que damos e o que recebemos em troca. Passamos muito tempo avaliando o que o outro nos devolve em troca da nossa dedicação: transformamos a reciprocidade em uma moeda de troca. Provavelmente isso vai nos fazer sofrer, pois muitas vezes recebemos muito menos do que damos. Nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vivemos em uma sociedade onde medimos tudo o que damos e o que recebemos em troca. Passamos muito tempo avaliando o que o outro nos devolve em troca da nossa dedicação: transformamos a reciprocidade em uma moeda de troca.</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente isso vai nos fazer sofrer, pois muitas vezes recebemos muito menos do que damos. Nos sentimos injustiçados e insatisfeitos com as relações interpessoais. A reciprocidade não é um sofrimento se você perceber que pode desfrutar os relacionamentos, assim como a nossa dedicação aos outros.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esperar dos outros</h2>
<p style="text-align: justify;">Temos uma tendência e esperar demais dos outros, no mínimo a mesma dedicação que nós oferecemos a eles. No entanto, nem sempre é assim. Isto gera sofrimento, frustração e nos sentimos usados, porque poucas vezes somos correspondidos como gostaríamos.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de esperarmos algo dos outros, muitas vezes de uma determinada forma e maneira, pode ser uma dolorosa decepção; nos faz repensar nossa atitude de continuarmos nos doando sem receber nada em troca.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Agradar aos outros</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o que nos motiva a dar algo aos outros é a preocupação com o seu bem-estar. Queremos que esteja bem, que não lhe falte nada, etc. Em princípio, podemos dizer que não queremos nada em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando nos sentimos sozinhos e precisamos de apoio, nos sentimos ainda mais tristes ao perceber a falta de uma resposta. Quando precisamos de “uma mão” e ninguém está disposto a estendê-la, começamos a pensar que o que temos não depende do que damos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Necessidade de valorização</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, mesmo sem percebermos, muitos dos nossos comportamentos que visam agradar o outro são gerados pela necessidade de receber. Damos desesperadamente porque precisamos de algo em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma subconsciente, acreditamos que “se cuidarmos do outro, ele cuidará de nós”. Essa é uma crença equivocada que nos leva ao sofrimento e a conflitos nas relações interpessoais. Já comprovamos mil vezes que isto não é assim, mas estamos convencidos de que “deveria ser assim” e acabamos sofrendo por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito mais saudável cuidar de si mesmo sem esperar nada dos outros. Isto não quer dizer que não vamos ajudar ninguém, mas o faremos por vontade própria, sem querer agradar e sem a condição de receber algo em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, a satisfação de ajudar os outros é a única motivação que nos move. A reciprocidade pode até acontecer, mas deixará de ser uma tortura para nós quando acontecer, ou não, de uma forma diferente daquela que esperamos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Eu tenho direito a reciprocidade</h2>
<p style="text-align: justify;">“Eu tenho direito a reciprocidade” significa receber com alegria o que os outros queiram nos dar. Se não esperamos nada de ninguém, a gratidão e a satisfação farão parte da nossa vida.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, entenderemos que a reciprocidade é um ato de liberdade e cada pessoa decide o que quer dar, quando e como. Respeitando a decisão dos outros podemos desfrutar plenamente os benefícios da reciprocidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cada um decide como agir</h2>
<p style="text-align: justify;">Cada pessoa decide se quer fazer ou dar algo para os outros. Ninguém deve nada a ninguém, somos livres e não temos obrigação de retribuir.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vamos parar de medir o que os outros nos dão; isso é uma decisão deles. Não existe essa obrigatoriedade de dar e receber. Ninguém é obrigado a devolver o que já recebeu.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O equilíbrio nas relações interpessoais</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando respeitamos as decisões dos outros, descobrimos outra forma de entender os relacionamentos. No entanto, muitas vezes recebemos muito de pessoas que não esperávamos e provavelmente essas pessoas não são as mesmas que receberam muito de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o equilíbrio das relações interpessoais; ele existe de forma natural e nos surpreende a cada momento: muitas vezes recebemos muito e não damos nada ou nos doamos demais e não recebemos nada em troca. A reciprocidade é um instrumento de troca espontânea, de satisfação e de gratidão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/reciprocidade-alicerce-relacionamentos/</p>
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		<title>Como salvar um casamento ameaçado</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-salvar-um-casamento-ameacado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 20:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manutenção diária do seu casamento é o ponto fundamental para que não chegue a hora em que você percebe que a sua relação está caindo no poço e tem poucas chances de resgatá-la. Por isso, a melhor forma de como salvar um casamento ameaçado é não deixar que ele chegue a esse momento. No [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A manutenção diária do seu casamento é o ponto fundamental para que não chegue a hora em que você percebe que a sua relação está caindo no poço e tem poucas chances de resgatá-la. Por isso, a melhor forma de como salvar um casamento ameaçado é não deixar que ele chegue a esse momento. No entanto, isso não reflete a realidade de muitos casais, que esperam os problemas aparecerem para tomar uma iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo quando o casamento já está por um fio, ainda assim, para sorte de homens e mulheres, existem maneiras de salvá-lo. Porém, antes de começar a agir para saber como salvar um casamento ameaçado, é importante que você avalie qual é exatamente o fruto desse problema. Ao identificar o que está ameaçando a vida a dois é mais fácil tomar a atitude certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Um casamento pode ser ameaçado por uma série de situações, entre elas, as mais comuns é uma traição, o desleixo do marido em relação à mulher, problemas financeiros, questões envolvendo os filhos, etc. Mesmo quando a ameaça não está diretamente ligada ao casal, pode interferir no bem estar da relação, como os problemas financeiros que podem desgastar a convivência, bem como as situações que se forem causadas por um dos dois têm o poder de abalar os sentimentos do outro, o qual pode se sentir enganado, esquecido.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Compartilhando responsabilidades</h2>
<p style="text-align: justify;">Problemas com os filhos também podem ameaçar um casamento, ainda mais se você ou a sua esposa colocarem a culpa no outro pelo que está acontecendo com o filho. As responsabilidades em um casamento devem ser compartilhadas e quando isso não acontece, é provável que você ou a sua esposa se sintam esgotados ao levarem os problemas sozinhos nas costas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as ameaças diretas ao casamento podem ser irreversíveis, pois não dizem respeito a terceiros apenas a você e a sua esposa.Quando ocorre uma traição, por exemplo, a sua mulher pode nunca mais perdoá-lo e vice-versa, ou quando um dos dois está se esquecendo de dar a atenção que o outro merece. Essas situações, além de abalarem as estruturas do casamento fazem parecer que o amor entre ambos está acabando e que o fim do casamento pode ser uma alternativa para não se magoem mais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como enfrentar as ameaças ao casamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Depois de identificar o que está ameaçando com o casamento, você deve tomar uma iniciativa, se o seu desejo é realmente o de continuar com a sua esposa. Mesmo que você perceba que é a mulher quem está dificultando as coisas, ou seja, que foi uma ação dela a responsável pelo casamento está por um fio, você mesmo pode tomar uma atitude e não esperar que ela faça isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, uma relação não prospera porque um fica esperando que o outro seja o primeiro a se manifestar, mas como isso implica, geralmente, em “dar o braço a torcer” são grandes as chances de nenhum dar o primeiro passo. O importante, nesse momento, é você não ser orgulhoso, no caso de estar disposto a tirar o casamento do fundo do poço. Se o caso é de traição, embora complicado, é algo mais específico, o problema mesmo é quando não se sabe qual é o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente de quem cometeu a traição, os dois possuem culpa na história, não que a pessoa que traiu precisasse ter feito isso para mostrar a sua insatisfação pelo casamento, mas o traído também possui o seu grau de responsabilidade. Quando se toma consciência acerca disso, você e a sua esposa podem ter uma conversa mais madura e expor os seus sentimentos, colocando as cartas na mesa. Dessa forma, a sua atitude deve ser a de sentar com a sua gata para uma conversa franca, avaliem em que ponto a ameaça ao casamento começou, é bem provável que tenha sido antes da traição.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como eliminar a ameaça a um casamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre a conversa franca entre você e a sua esposa pode ser suficiente para resolver um empasse, porém, é um começo, que pode ser repetido, mas sem que isso se transforme em um martírio para os dois. A conversa de vocês deve ser conciliadora e elucidativa e não causar brigas e discussões que não levem a nada. Quando você perceber que o clima da conversa está ficando fora do previsto, diga que é melhor continuar no dia seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, não fale isso quando a sua gata estiver dizendo coisas que talvez você não queira ouvir, não fuja dessa conversa, encare os fatos de frente e admita os seus erros. As coisas não acontecem de graça e você pode sozinho mesmo pensar no que está acontecendo que ameaça o seu casamento. Quando você falou que amava a sua esposa pela última vez? Você chega do trabalho e se joga no sofá sem nem pedir como foi o dia dela? Você está colocando todas as responsabilidades nas costas dela?</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de verificar sozinho ou com a sua esposa qual é o fruto da ameaça à relação de vocês, não demore a mudar de atitude, o que não é fácil, mas é o necessário para dar um novo impulso ao relacionamento. Você também pode propor uma viagem, um passeio, ou mesmo um jantar em um lugar diferente, para espairecer. Às vezes, o que você e a sua gata estão precisando é apenas relaxar e sair da correria do dia-a-dia. Experimente algo novo e comprove como uma atividade diferente pode dar um novo ânimo ao casamento e deixar as mágoas para trás.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://atitude.com/como-salvar-um-casamento-ameacado/</p>
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		<title>Amor obsessivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-obsessivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2016 20:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com o amor obsessivo Você sabe qual é a diferença entre amor e obsessão? Algumas vezes os sentimentos de posse e de dependência se tornam mais fortes do que os de querer bem e de carinho. Nesses casos, é preciso estar atento e tomar medidas que ajudem a equilibrar o lado emocional. Uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com o <strong>amor obsessivo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Você sabe qual é a diferença entre amor e obsessão? Algumas vezes os sentimentos de posse e de dependência se tornam mais fortes do que os de querer bem e de carinho. Nesses casos, é preciso estar atento e tomar medidas que ajudem a equilibrar o lado emocional. Uma relação obsessiva não faz bem a ninguém! Veja como você pode diferenciar o amor da obsessão:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Meu amor é obsessivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta pode ser uma resposta muito difícil de se obter, principalmente porque quem tem esse sentimento costuma achar que é normal amar demais. Toda a dependência, insegurança e intensidade de emoções são confundidas com um sentimento forte e natural. Então, como saber que deixou de ser amor e se transformou em obsessão? Comece analisando os seguintes pontos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Você tem um sentimento forte de dependência?</li>
<li>Você se sente inseguro o tempo todo?</li>
<li>Você tem ciúmes além do normal?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Se sua resposta foi sim para todas estas perguntas, é hora de avaliar seu sentimento. Para começar, é importante deixar claro que amor não é dependência. Sentir que você só será feliz se tiver a outra pessoa por perto não é saudável. A insegurança constante também é um indicativo de que algo não está bem. Passar a maior parte do tempo preocupado com o que o outro está fazendo só contribui para estragar o relacionamento; a mesma coisa vale para o ciúme exagerado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como isso pode atrapalhar o relacionamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma relação obsessiva faz mal tanto para quem tem este sentimento quanto para a outra pessoa envolvida. O obsessivo sente uma vontade constante de estar com a outra pessoa, tem dificuldade de encontrar prazer em atividades de lazer sozinho e acredita que toda sua felicidade depende da pessoa amada. Já quem tem um relacionamento com alguém que ama demais se sente sufocado e se vê envolvido em um relacionamento que não é saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o amor é obsessivo todas as reações costumam ser exageradas, o que prejudica muito o relacionamento. Como o ciúme costuma ser maior do que o normal, uma simples demora para atender ao telefone pode ser motivo para uma briga entre o casal. É normal que quem sofre de obsessão também queira que a outra pessoa corresponda o sentimento em igual intensidade; quando isso não acontece, a dependência e a insegurança só aumentam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O tratamento do problema</h2>
<p style="text-align: justify;">Se você se identifica com os sintomas apresentados acima, pode ser hora de procurar ajuda especializada. O amor obsessivo não é saudável para o casal, toma conta do cotidiano da pessoa e afeta todas as áreas da vida. Um psicólogo é o profissional ideal para avaliar cada caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de amor pode ser consequência de um transtorno obsessivo-compulsivo ou de personalidade dependente. Ambos os casos podem ser tratados com a psicoterapia, que ajuda a encontrar a origem do problema e a exercitar novos comportamentos que levem a uma vida mais feliz e equilibrada. Amor faz bem! É reciprocidade, troca de experiências e um sentimento de bem-estar quando se está com a pessoa amada.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologosberrini.com.br/terapia-de-casal/amor-obsessivo/</p>
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