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	<title>ciúmes excessivo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>ciúmes excessivo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Ciúme Patológico sob a perspectiva da Terapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/ciume-patologico-sob-perspectiva-da-terapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 22:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme ainda é um termo com vasta abrangência de definições e interpretações de seus significados. Há quem entenda o ciúme como uma emoção natural (ou até benéfica) por assumir um papel de sentimento protetor de relações; porém, há quem defina como insegurança e imaturidade em um relacionamento ou até mesmo como medo que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciúme ainda é um termo com vasta abrangência de definições e interpretações de seus significados. Há quem entenda o ciúme como uma emoção natural (ou até benéfica) por assumir um papel de sentimento protetor de relações; porém, há quem defina como insegurança e imaturidade em um relacionamento ou até mesmo como medo que a pessoa sente em perder a importância que detém na vida do outro.</p>
<p>Ainda que sem demarcações teóricas totalmente unânimes, refere-se que todas as definições de ciúme têm em comum três aspectos: o fato de ser uma reação a uma ameaça percebida; o fato de haver um rival real ou imaginário e a reação de visar a eliminação dos riscos da perda da pessoa amada.</p>
<p>Majoritariamente vivenciamos o ciúme associado a relacionamentos amorosos, mas é importante destacar que esse conceito está presente no dia a dia das pessoas e nos diversos relacionamentos interpessoais estabelecidos, nomeadamente no seio da família, no trabalho, nas relações de amizade, entre outros. Estudos já comprovam também que sua presença independe de idade, cultura ou gênero sexual, o que difere é a maneira como se ele apresenta em cada um dos casos.</p>
<p>Na tentativa de distinguir o ciúme normal do ciúme patológico pode-se entender que o ciúme normal seria aquele baseado em fatos, enquanto o patológico procura fatos e/ou sofre influência de delírios. Enquanto o ciúme natural ocorre em função de uma ameaça real, o ciúme mórbido persiste a despeito da ausência de qualquer ameaça real ou provável.</p>
<p>Assim, o ciúme exagerado é uma reação complexa porque se forma por um conjunto de pensamentos (culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem); emoções (dor, raiva, tristeza, medo); reações físicas (taquicardia, falta de ar, aperto no peito&#8230;) e comportamentos extremos ou intoleráveis (questionamento constante, busca intermitente de confirmações, possíveis ações agressivas ou violentas). Nos casos de predominância do ciúme romântico, ou seja, aquele presente especificamente no contexto amoroso, o tema predominante é a preocupação com a infidelidade do parceiro sexual, sem base de evidências reais.</p>
<p>Na psicopatologia, o ciúme ainda não é visto como um transtorno independente, por isso, é comumente apresentado como uma variação ou sintoma de outros quadros neurológicos como: o transtorno delirante tipo ciumento, o alcoolismo crônico e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC), visto que pensamentos de ciúme podem ser vivenciados como irracionais, excessivos ou intrusivos podendo a levar a comportamentos compulsivos como os de verificação.</p>
<p>A perturbação do ciúme se manifesta através da união de diversos sentimentos como raiva, rejeição, possessividade, ansiedade, culpa, inferioridade, angústia, remorso, humilhação, vergonha, depressão, imagens intrusivas, insegurança, rituais de verificação, desejo de vingança, baixa auto estima, medo de perder o parceiro para um rival e desconfiança excessiva e irracional, gerando significativo prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal do indivíduo. Além disso, o potencial para atitudes violentas nos indivíduos que sofrem de ciúme patológico também é destacado.</p>
<p>É importante que o ciumento saiba se colocar no lugar do outro imaginando o quanto dói ser acusado de algo em que existe a certeza da inocência; confiar mais em si mesmo valorizando suas virtudes e qualidades; recuperar a autoestima (que, possivelmente, já é quase ausente) e iniciar e se manter um tratamento psicoterápico enquanto os sintomas forem presentes.</p>
<p>Assim, a busca de ajuda terapêutica possibilita uma avaliação mais qualificada do contexto do paciente e permite que haja encaminhamento para uma avaliação médica e psiquiatra caso seja necessária intervenção medicamentosa para maior controle da ansiedade e dos pensamentos obsessivos. Muitas vezes, através das razões indicadas pelo paciente acerca de seu ciúme, é possível identificar a lógica do seu raciocínio, evidenciando-se que, no lugar dele, outra pessoa possivelmente também sentiria ciúme.</p>
<p>A terapia cognitivo comportamental (TCC) se destaca nesse meio sendo referência em resultados eficazes nesse processo. É a abordagem psicológica atual com mais evidências científicas de efetividade na mudança de atitudes prejudiciais e mantém seu foco voltado para a identificação e reparação de padrões de pensamentos disfuncionais pelo levantamento de hipóteses que serão confirmadas, ou não, no decorrer do processo. Dentro do contexto de quem sofre com o ciúme patológico ou exagerado, que repercute nos padrões de comportamento baseados em pensamentos disfuncionais, a TCC é capaz de atuar modificando crenças e desadaptações desses pensamentos, além de auxiliar na busca por autocontrole, melhoria na autoestima do paciente e consequente construção de relacionamentos interpessoais saudáveis.</p>
<p>Nos casos de ciúme romântico é possível trabalhar através de terapias individuais e ainda em terapias de casal. Nesse momento, a possibilidade da terapia de casal surge a fim de facilitar o processo terapêutico quando o ciúme está focado no parceiro que não aceita a doença e terapia do cônjuge, além de potencializar a relação do casal que pode se tornar amplamente desgastada, interferindo em direitos e deveres de cada um e principalmente no respeito entre os mesmos.</p>
<p>Uma variedade de técnicas dentro da TCC pode ser adaptada e aplicada a casos de ciúme grave. Treino de assertividade e comunicação, inversão de papéis, exploração de domínios de exclusividade, intervenção comportamental nas interações e re-nomeação do ciúme, por exemplo, são estratégias que podem ser exploradas dentro da terapia nesses contextos.</p>
<p>Concluindo, torna-se notável a enorme influência que essa problemática exerce sob os indivíduos que apresentam seus sintomas e o consequente sofrimento deslocado às vítimas, cônjuges e até mesmo família envolvida. É de terminante importância que o sujeito determinado a extinguir os sintomas e possíveis avarias busque por profissionais que o auxiliem no processo garantindo maior eficácia no tratamento e evitando supostos danos futuros, como o rompimento de uma relação ou atitudes de violência contra o parceiro no caso do ciúme romântico, por exemplo.</p>
<p>A terapia propicia o crescimento de estratégias para o controle do ciúme excessivo e potencializa-as, a fim de suprir, mais efetivamente, as necessidades dos ciumentos, aliviando seus sintomas e diluindo seus sofrimentos.</p>
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		<item>
		<title>Agressão no relacionamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/agressao-no-relacionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2016 20:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento agressivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinais de que uma relação deixou de ser saudável e está começando a ser doentia? Os primeiros sinais podem ser sutis, talvez possam ser percebidos quando começa a faltar respeito e consideração pela outra pessoa. Talvez esta falta de respeito pode ser notada  nas situações mais simples do dia a dia como, por exemplo, não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Sinais de que uma relação deixou de ser saudável e está começando a ser doentia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros sinais podem ser sutis, talvez possam ser percebidos quando começa a faltar respeito e consideração pela outra pessoa. Talvez esta falta de respeito pode ser notada  nas situações mais simples do dia a dia como, por exemplo, não considerar sua escolha no sabor da pizza e encomendar algo que agrade só a um, levantar a voz até mesmo para solicitar um copo, brigar pelo fato de ter olhado pela janela do carro, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns comportamentos agressivos algumas vezes passam despercebidas no inicio, pois muitas vezes podem indicar apenas uma fase de estresse que se normaliza com o tempo, mas também pode indicar que o comportamento e a visão que este parceiro tem do relacionamento está mudando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como diferenciar um ciúme normal de ciúme doentio, agressivo, em uma relação</h2>
<p style="text-align: justify;">A intensidade. O ciúme que não causa prejuízo pode ser brando e acompanhado por gestos de carinho. O ciúme normal pode ser visto como uma tentativa de conquistar e reconquistar a outra pessoa. Pode ser visto como um “medinho” de perder sem chegar ao limite do desejo de controle sobre a outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como identificar se uma pessoa tem um potencial de agressividade antes de se envolver com ela</h2>
<p style="text-align: justify;">Pode ser difícil. Eu considero a previsão de comportamento como uma das coisas mais difíceis, por isso considero útil trabalhar muito no sentido de oferecer flexibilidade as pessoas, ou seja, se cada pessoa tiver condições de repensar seu relacionamento sempre que necessário e capacidade de decidir por romper o relacionamento quando perceber que seria o momento certo,  talvez possamos diminuir o risco de chegar a agressões tão fortes a ponto de ferir física ou emocionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu gostaria de poder dizer que uma pessoa que teve um comportamento X numa determinada situação com certeza terá comportamentos Y num futuro próximo. Mas isso não seria verdade. Qualquer pessoa pode passar por momentos de fragilidade emocional onde seus comportamentos sairão do esperado por um período, mas em outros momentos poderá voltar à normalidade. Nem sempre é possível identificar se estes momentos serão breves e sem maior gravidade ou se estamos diante de um futuro agressor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Algumas mulheres  continuam em relacionamentos mesmo estando infelizes com o comportamento do parceiro? Porque?</h2>
<p style="text-align: justify;">Observo que algumas crenças do tipo “não devemos desistir nunca” podem atrapalhar. As pessoas podem confundir que não devem desistir de sua felicidade com não poder desistir de seu parceiro mesmo que este seja agressivo. Para outras mulheres o que atrapalha talvez seja a crença de que não conseguirão seguir adiante em suas próprias vidas sem estarem ligada a um homem.Para outras talvez a eterna fé de que este homem melhorará, pois muitos prometem esta melhora diariamente mas mesmo assim não cumprem. Cada caso tem sua dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">É possível trabalhar em relacionamentos agressivos para que melhorem?</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível que alguns casos tenham solução. É possível que esta pessoa sofra apena de alguns danos emocionais que o levam ao comportamento agressivo, mas também é possível que  tenha algum quadro clinico mais grave como por exemplo a sociopatia, onde dificilmente haverá mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Se não tiver como melhorar, como fazer para se livrar dessa relação?</h2>
<p style="text-align: justify;">Recomendo cuidado para não se ferir ainda mais. Procure ajuda onde puder, nos amigos, na família e até com um psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como  driblar o medo de ser agredida novamente?</h2>
<p style="text-align: justify;">Caso o relacionamento tenha deixado marcas a psicoterapia poderá ajudar. O psicologo pode ajudar trabalhando tanto para entender o porque desta mulher ter entrado neste relacionamento como fortalece-la para que os novos relacionamentos possam ser mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Há um “limite” do que é aceitável</h2>
<p style="text-align: justify;">O limite do aceitável tem tanto um componente cultural como pessoal. Algumas mulheres convivem bem com um homem que levanta a voz todos os dias, mas nunca passa disso, outras não admitem nem essa “levantada de voz”. Alguns levantam a voz hoje e caso não sejam alertados de que este comportamento não será aceito podem ir aumentando a agressão até o limite do insustentável. Mas outros podem não ter a necessidade de serem mais agressivos e não abusam nem se não forem alertados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Orientação à mulher agredida</h2>
<p style="text-align: justify;">Caso a agressão tenha sido forte o suficiente para ela perceber risco a sua integridade física ou mental ela deve recorrer a policia e pedir ajuda e orientação a quem ela perceber que tenha estrutura para ajuda-la, ou seja :família, amigos ou  ajuda profissional como o psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/agressao-no-relacionamento.html</p>
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		<item>
		<title>O que é psicoterapia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-psicoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 21:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre psicoterapia Psicoterapia É o atendimento realizado por um psicólogo  com a finalidade de tratar questões pessoais tais como dificuldades emocionais, comportamentais, cognitivas, etc Exemplos de dificuldades emocionais: Crise no casamento, dificuldades em tomar decisões, traumas emocionais, dificuldades em lidar com pessoas, choro fácil, sensibilidades e irritabilidades, dificuldade em namorar, dificuldade em decidir qual carreira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Sobre psicoterapia</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Psicoterapia</h2>
<p style="text-align: justify;">É o atendimento realizado por um psicólogo  com a finalidade de tratar questões pessoais tais como dificuldades emocionais, comportamentais, cognitivas, etc</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos de dificuldades emocionais: Crise no casamento, dificuldades em tomar decisões, traumas emocionais, dificuldades em lidar com pessoas, choro fácil, sensibilidades e irritabilidades, dificuldade em namorar, dificuldade em decidir qual carreira seguir, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos de dificuldades comportamentais: Medo de falar em publico, explosões de raiva, timidez, fobias, compulsão por comida, bebida ou drogas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos de dificuldades cognitivas: Pensamentos depressivos ou de morte, sensação de estar sendo perseguido, ansiedade, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Qual a diferença entre psicólogo e psicoterapeuta</h2>
<p style="text-align: justify;">O psicoterapeuta é um psicólogo clinico, ou seja, alguém que além de ter feito a faculdade de psicologia trabalha no atendimento individual, ou em grupo, em consultório. Sendo assim um psicólogo que trabalha em RH não  seria considerado um psicoterapeuta. Mas devemos observar que é possível que haja psicoterapeutas que não possuam a faculdade de psicologia mas um curso de formação de psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A psicoterapia é um momento de acolhimento e desabafo de meus problemas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pode haver momentos onde você estará à vontade para desabafar, mas a psicoterapia não se limita a isso. A grande importância da psicoterapia é a intervenção do psicólogo com o intuito de trabalhar as questões trazidas ao processo. Sendo assim poderá haver dias nos quais o paciente sairá da terapia com a sensação de leveza, mas poder haver dias nos quais poderá ter a sensação de ter trabalhado muito conteúdo interno e reformulado muitos conceitos a seu próprio respeito ou a respeito do mundo. Nem sempre a psicoterapia oferecerá a sensação de conforto mas pode ser possível que estes momentos estejam recheados de material importante ao qual, mesmo não sendo confortável o contato com tal material, não significa que o trabalho da psicoterapia não tenha sido importante.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Qual o momento certo para procurar um psicólogo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Aquele no qual percebe-se que pode haver prejuízos em alguma área de sua vida devido á questões internas, emocionais, psicológicas ou comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A terapia só funciona para quem quer fazer a psicoterapia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Assim como não é possível fazer com que uma pessoa que está doente tome um remédio quando se recusa a isso também pode não ser possível que ela se abra e aproveite as intervenções de um psicoterapeuta quando não estiver pronta para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Qual a diferença entre Psicoterapeuta e Psiquiatra?</h2>
<p style="text-align: justify;">O psiquiatra é um médico e costuma ter o foco no tratamento medicamentoso.</p>
<p style="text-align: justify;">O Psicoterapeuta tem técnicas de tratamento que envolvem as questões emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Em quais casos a psicoterapia pode ajudar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Além dos casos clínicos clássicos como ansiedade, depressão, síndrome do pânico, etc. Pode-se contar com atendimentos psicológicos quando:</p>
<p style="text-align: justify;">Sentir-se deprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Quiser desenvolver habilidades sociais como falar em publico, iniciar amizades.</p>
<p style="text-align: justify;">Alterações bruscas de humor – um dia muito bem, mas no outro se sente péssimo</p>
<p style="text-align: justify;">Depressão pós parto.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldades em lidar com separação e/ou relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade em tomar decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Necessidade em repetir atos sem sentido, como verificar portas muitas e muitas vezes, lavar as mãos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Medos (de animais, avião, pessoas, situações diversas).</p>
<p style="text-align: justify;">Passar mal sem causa orgânica, ou seja foi ao médico e ele não encontrou nada que justifique.</p>
<p style="text-align: justify;">Superar a timidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Ciúmes excessivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade em lidar com pessoas difíceis como chefes, pais, irmãos, colegas de trabalho ou escola, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensamentos repetitivos e angustiantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Distração excessiva a ponto de perder aulas, não encontrar seus objetos, perder compromissos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">O psicólogo pode contar para alguém o que foi dito em consulta?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não, há um código de ética a ser respeitado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Ouço falar em psicoterapia Freudiana e comportamental, qual é a melhor?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma melhor e outra pior, são técnicas que visam o bem estar. As abordagens podem ser escolhidas pela própria pessoa que busca seu atendimento, pode receber a indicação do profissional que a atende para que busque uma ou outra abordagem, mas também a pessoa pode se beneficiar do tratamento sem necessariamente identificar a abordagem teórica escolhida pelo profissional que o atende.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Será que meu caso é para ser tratado em psicoterapia ou posso resolver sozinho?</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas questões podem sim ser resolvidas sozinho, ou até passar pela vida toda sem resolver. Por exemplo, uma pessoa com timidez, nada a impede de passar pela vida com esta característica, mas pode recorrer à psicoterapia caso  prefira de tratar desta questão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/o-que-e-psicoterapia.html</p>
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