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	<title>bulimia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>bulimia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Bulimia: será que eu tenho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/bulimia-sera-que-eu-tenho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 21:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[anorexia]]></category>
		<category><![CDATA[bulimia]]></category>
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		<category><![CDATA[vômito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sofre de bulimia nervosa, tende a ter uma alternância entre uma compulsão alimentar e estratégias de compensação.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/bulimia-sera-que-eu-tenho/">Bulimia: será que eu tenho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste vídeo a Dra. Cristiane Schumann fala sobre as principais características do transtorno alimentar chamado bulimia nervosa, onde há uma alternância entre uma compulsão alimentar e estratégias de compensação (como vômitos provocados, uso de laxantes, diuréticos, atividade física excessiva, dietas restritivas). </p>



<p>Entenda melhor e envie para quem pode ser útil.</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/_t2xAiyQ4_4" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



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			</item>
		<item>
		<title>Será que eu tenho um transtorno alimentar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/sera-que-eu-tenho-um-transtorno-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta]]></category>
		<category><![CDATA[gorda]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como e a sua relação com o seu corpo? Quando você olha no espelho, você gosta do que vê?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como e a sua relação com o seu corpo? Quando você olha no espelho, você gosta do que vê?</p>



<p>Está sempre fazendo dietas ou restrições alimentares? Tem episódios de comer mais do que gostaria ou deveria?<br>Será que seus sintomas refletem um transtorno alimentar? Quais são eles? </p>



<p>A Dra. Cris Schumann te explica tudo neste vídeo que inaugura uma série sobre os transtornos relacionados à alimentação.</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/evh9TY1QtuE" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



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		<item>
		<title>Compulsão Alimentar (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/compulsao-alimentar-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 15:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[bulimia]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Suelen Tebaldi, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Você come exageradamente em um curto espaço de tempo e não consegue controlar esse comportamento? Sente vergonha e arrependimento por se comportar assim? Você precisa conhecer o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica. Assista o vídeo completo sobre esse assunto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p> Confira com Suelen Tebaldi, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



<p>Você come exageradamente em um curto espaço de tempo e não consegue controlar esse comportamento? Sente vergonha e arrependimento por se comportar assim? 
Você precisa conhecer o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica. Assista o vídeo completo sobre esse assunto no nosso canal do YouTube.
</p>



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		<item>
		<title>Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-da-compulsao-alimentar-periodica-tcap/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 11:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bulimia]]></category>
		<category><![CDATA[Causa]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é? É umtranstorno alimentarcaracterizado por episódios recorrentes decompulsão alimentar, sem qualquer comportamento de compensação para evitar um possívelganho de peso. Como saber se eu sofro de compulsão alimentar? Um episódio de&#160;compulsão alimentar&#160;é caracterizado por ambos os seguintes: &#8211; Ingestão em um período limitado de tempo (p.ex., dentro de 2 horas), de quantidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O que é?</strong></p>



<p>É umtranstorno alimentarcaracterizado por episódios recorrentes decompulsão alimentar, sem qualquer comportamento de compensação para evitar um possívelganho de peso<strong>.</strong></p>



<p><strong>Como saber se eu sofro de compulsão alimentar?</strong></p>



<p>Um episódio de&nbsp;compulsão alimentar&nbsp;é caracterizado por ambos os seguintes:</p>



<p>&#8211; Ingestão em um período limitado de tempo (p.ex., dentro de 2 horas), de quantidade de alimentos&nbsp;definitivamente maior&nbsp;que a maioria das pessoas consumiria em circunstâncias similares;</p>



<p>-Sensação de&nbsp;falta de controle&nbsp;sobre o comportamento alimentar durante o episódio (p.ex. sensação de incapacidade de parar de comer ou de controlar o que ou o quanto está comendo).</p>



<p>OBS: a compulsão alimentar ocorre, pelo menos, dois dias por semana, durante seis meses. Além disso, é importante o sentimento de perda de controle, em que o indivíduo fica sem liberdade para optar entre comer ou não comer. Por fim, o paciente deve apresentar sofrimento relativo a esse comportamento recorrente e ter sua vida pessoal comprometida em virtude dessa enfermidade.</p>



<p><strong>Quem tem compulsão alimentar, também costuma, durante a compulsão:</strong></p>



<p>Comer muito mais rapidamente que o normal;&nbsp;</p>



<p>Comer até se sentir desconfortavelmente “cheio”;</p>



<p>Comer grandes quantidades de comida mesmo sem fome;</p>



<p>Comer sozinho por se sentir vergonha;</p>



<p>Sentir repulsa por si mesmo, depressão ou muita culpa após ter comido excessivamente.</p>



<p><strong>Quadro clínico do TCAP</strong></p>



<p>No TCAP, a pessoa sofre episódios de compulsão alimentar que não são acompanhados por comportamentos compensatórios. Isto é, embora o paciente se sinta muito incomodado pela ingestão compulsiva, ele não procura compensar com métodos purgativos como vômitos ou uso de laxantes nem com métodos restritivos como longos jejuns, por exemplo.</p>



<p>Como a compulsão alimentar é acompanhada por sentimentos de vergonha, a pessoa tende a comer escondida. Em público, costuma apresentar um comportamento alimentar controlado.</p>



<p>Pessoas com este quadro podem ter peso normal, mas, após algum tempo, costumam evoluir para obesidade, que pode se tornar bastante grave.</p>



<p><strong>Este problema é comum?</strong></p>



<p>O TCAP atinge 2 a 3% da população, mas em alguns grupos, como entre obesos em programa para perda de peso pode chegar a afetar 30% das pessoas . É um pouco mais comum em mulheres, mas acomete cada vez mais homens.</p>



<p><strong>Qual a causa?</strong></p>



<p>Não é possível apontar uma única causa para o TCAP. Estão envolvidos fatores socioculturais, familiares, biológicos e psicológicos.</p>



<p><strong>Toda pessoa obesa tem esse problema?</strong></p>



<p>Não. Obesos sem compulsão alimentar costumam ingerir muitas calorias ao longo do dia inteiro, “beliscando” o dia todo, e não em episódios bem delimitados como no TCAP. Obesos com TCAP consomem quantidades maiores de alimentos, tendem a ser mais obesos e a ter história de flutuações mais acentuadas de do que os obesos sem compulsão alimentar.</p>



<p><strong>Qual a diferença entre o TCAP e a&nbsp; HYPERLINK &#8220;http://psiquiatrarj.com.br/dicionario/bulimia-nervosa/&#8221; \o &#8220;Bulimia Nervosa&#8221; \t &#8220;_blank&#8221; </strong><strong>Bulimia nervosa</strong><strong>?</strong></p>



<p>Pessoas com&nbsp; HYPERLINK &#8220;http://psiquiatrarj.com.br/dicionario/bulimia-nervosa/&#8221; \o &#8220;Bulimia Nervosa&#8221; \t &#8220;_blank&#8221; Bulimia Nervosa&nbsp;(BN) também sofrem episódios de compulsão alimentar, mas depois provocam o vômito, tomam laxantes ou remédios para emagrecer, se exercitam em excesso ou passam longos períodos em jejum tentando “compensar” as calorias a mais. Porém, é importante lembrar que 10% das pessoas com bulimia nervosa acaba parando os comportamentos compensatórios e preenchendo critérios para o diagnóstico de TCAP.</p>



<p><strong>Como é o tratamento?</strong></p>



<p>O melhor tratamento parece ser a&nbsp; HYPERLINK &#8220;http://psiquiatrarj.com.br/tema/terapia-cognitivo-comportamental-como-funciona/&#8221; \o &#8220;Terapia Cognitivo-comportamental&#8221; \t &#8220;_blank&#8221; Terapia cognitivo-comportamental&nbsp;associada ou não a medicamentos (antidepressivos). É parte essencial da terapia cognitivo-comportamental a análise de como o quadro surgiu e o que está mantendo-o ativo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>  <br> <strong>Fonte:</strong><br> &nbsp;HYPERLINK &#8220;http://psiquiatrarj.com.br/tema/tcap/#&#8221; http://psiquiatrarj.com.br/tema/tcap/#</p><p><br> &nbsp;HYPERLINK &#8220;http://www2.unifesp.br/dpsiq/polbr/ppm/atu1_07.htm&#8221; http://www2.unifesp.br/dpsiq/polbr/ppm/atu1_07.htm </p></blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual a diferença entre anorexia e bulimia? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/qual-a-diferenca-entre-anorexia-e-bulimia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 18:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#anorexia]]></category>
		<category><![CDATA[bulimia]]></category>
		<category><![CDATA[diferença]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Felipe Mendes,&#160;psicólogo da Casule! Qual a diferença entre anorexia e bulimia? Bulimia e Anorexia, dois distúrbios alimentares difíceis de identificar e muitas das vezes confundidos por suas proximidades. Por isso saber diferencia-los e identifica-los é fundamental para o tratamento! Transtornos alimentares estão diretamente ligados a risco de vida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p>Confira com <a href="https://casule.com/author/felipemendes/">Felipe Mendes,&nbsp;</a><a href="https://casule.com/author/psicologia/">psicólogo da Casule!</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre anorexia e bulimia? </h1>



<p>Bulimia e Anorexia, dois distúrbios alimentares difíceis de identificar e muitas das vezes confundidos por suas proximidades. Por isso saber diferencia-los e identifica-los é fundamental para o tratamento! Transtornos alimentares estão diretamente ligados a risco de vida e por isso é importante aprender a entende-los. Assista o vídeo e veja com outros olhos os distúrbios alimentares.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome da distorção da imagem corporal: o que é isso?</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-da-distorcao-da-imagem-corporal-o-que-e-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 22:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#anorexia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bulimia]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno dismórfico corporal]]></category>
		<category><![CDATA[vigorexia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o transtorno dismórfico corporal? O transtorno dismórfico corporal (TDC), síndrome da distorção da imagem ou simplesmente dismorfofobia é uma preocupação obsessiva com algum defeito corporal suposto ou de mínima realidade, que afeta a aparência física. O termo dismorfia é uma palavra grega que significa “feiura”, especialmente na face. Com maior frequência esta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2304" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia.jpg" alt="dismorfofobia" width="600" height="927" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia.jpg 259w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia-194x300.jpg 194w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">O que é o transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno dismórfico corporal (TDC), síndrome da distorção da imagem ou simplesmente dismorfofobia é uma preocupação obsessiva com algum defeito corporal suposto ou de mínima realidade, que afeta a aparência física. O termo dismorfia é uma palavra grega que significa “feiura”, especialmente na face. Com maior frequência esta condição mórbida ocorre nos adolescentes de ambos os sexos, mas pode ocorrer também em adultos, principalmente nas mulheres. O transtorno dismórfico corporal é constituído por pensamentos praticamente delirantes, com características obsessivas, resistentes a todas as demonstrações objetivas em contrário (opinião das demais pessoas, espelhos, balanças, fotos etc.), além de serem intrusivos à consciência e em geral acompanhados por rituais, características que são, também, muito semelhantes a pensamentos obsessivos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as causas do transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">As causas do transtorno dismórfico corporal são bastante discutíveis. Há duas teorias diferentes: uma biológica e outra psicológica. A teoria biológica sugere que haja um aspecto genético e que o distúrbio se acompanha de um desequilíbrio da serotonina ou de outros neurotransmissores no cérebro. Há também relato de casos que tiveram início pós-encefalite ou pós-meningite. A explicação psicológica aponta para uma baixa auto-estima; deficiência de carinho e aprovação na infância, levando a uma autocrítica destrutiva e a sentimentos de abandono. Os adolescentes podem ter medo de ficar sozinhos e isolados por toda sua vida ou acreditar que serão inúteis se não conseguirem corrigir aspectos da sua aparência. Eles desejam uma perfeição ideal em sua aparência, o que é impossível. Uma vez que a doença tenha se desenvolvido, ela é mantida pela excessiva atenção que a pessoa dedica a um comportamento auto-centrado, como verificar o “defeito” percebido e fazer comparações com outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são os principais sinais e sintomas do transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a forma mais frequente de transtorno dismórfico corporal é referente ao peso corporal. As pessoas com peso adequado para sua altura e faixa etária tendem a considerar-se acima do peso e se submetem a regimes inadequados, uso de medicamentos, vômitos forçados e exercícios físicos em excesso, gerando uma espécie de anorexia mental. Muitas vezes a dismorfofobia alegada consiste em emprestar exagerada importância a marcas mínimas e praticamente imperceptíveis, sentidas como deformantes e como observadas e criticadas por todos (o que não é verdadeiro). Tudo isso leva as pessoas que sofrem do mal a evitar lugares públicos e mesmo sair de casa (isolamento social) e a procurar por tratamentos estéticos de maneira doentia (cirurgias plásticas, tratamentos de rejuvenescimento, uso exagerado de cosméticos, cuidados exagerados com os cabelos, uso de roupas às vezes desconfortáveis, mas que escondam o corpo etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das pessoas preocupa-se com algum aspecto do seu rosto. Por ordem decrescente, as queixas mais comuns referem-se ao nariz, cabelo, pele, olhos, queixo e lábios. Em geral, elas alegam falta de simetria entre os lados do corpo ou que algo está muito grande ou muito pequeno, ou que está fora de proporção ao resto do corpo. Algumas pessoas exibem preocupação com o cheiro corporal (mau hálito, odor das axilas ou dos pés) que exalam ou com uma alegada “feiúra” geral. As pessoas com transtorno dismórfico corporal normalmente demoram muito em atividades como verificar sua aparência num espelho, apalpar sua pele com os dedos, pentear e ajeitar os cabelos, cuidar de sua pele, comparar-se com os modelos em revistas etc. Outra forma de transtorno dismórfico corporal é a anorexia nervosa em que a pessoa se vê muito mais gorda do que é de fato e não acredita nas pessoas que dizem-lhe o contrário.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como o médico diagnostica o transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico do transtorno dismórfico corporal torna-se difícil porque ele muitas vezes se confunde com a vaidade excessiva. Algumas características formais do pensamento, no entanto, podem revelar ao psiquiatra ou ao psicólogo a sua anormalidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como o médico trata o transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento mais adequado para o transtorno dismórfico corporal é uma longa psicoterapia, preferencialmente comportamental e cognitiva, embora esse tratamento seja bastante difícil ou mesmo impossível, pois grande parte dos pacientes crê-se apenas &#8220;vaidosos&#8221; e não aceita ser doente. No entanto, o transtorno dismórfico corporal é fonte de grande sofrimento e angústia para os pacientes. Muitas vezes é necessário o uso de medicamentos para tratar a ansiedade e/ou a depressão que acompanham o quadro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as complicações possíveis do transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Estes pacientes frequentemente procuram cirurgiões plásticos ou dermatologistas para tratamentos estéticos, às vezes perigosos, mas nunca ficam satisfeitos com os resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/533439/sindrome+da+distorcao+da+imagem+corporal+ou+transtorno+dismorfico+corporal+o+que+e+isso.htm</p>
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		<title>Comida e culpa: uma relação bem delicada</title>
		<link>https://casule.com/blog/comida-e-culpa-uma-relacao-bem-delicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 11:47:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como não poderia deixar de ser, a busca por uma boa alimentação remonta aos primórdios de nossa existência. Quando obter algo que pudesse nos nutrir envolvia a caça ou a coleta em campos e florestas, a cada dia em que nossos ancestrais despertavam, com eles nascia uma nova jornada de busca de provisões – exatamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1992" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS.jpg" alt="Fotolia_69847124_XS" width="600" height="398" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS.jpg 425w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como não poderia deixar de ser, a busca por uma boa alimentação remonta aos primórdios de nossa existência. Quando obter algo que pudesse nos nutrir envolvia a caça ou a coleta em campos e florestas, a cada dia em que nossos ancestrais despertavam, com eles nascia uma nova jornada de busca de provisões – exatamente como ainda ocorre no reino animal.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim, após longos períodos de procura e com o avanço da civilização, que nosso sustento pôde ser obtido de maneira simples e fácil. Dizem os historiadores, inclusive, que a comida, na forma que a conhecemos hoje, em termos de sua disponibilidade e fartura (leia-se: basta andar alguns minutos até achar o que precisamos) aparece há menos de dois séculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o acesso criou uma série de facilidades para nossa vida cotidiana, entretanto, se formos considerar o tempo de nossa vida sobre o planeta (e a escassez pela qual passamos), não seria difícil compreender a razão pela qual temos uma natural atração aos alimentos mais calóricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu explico: nosso organismo ainda não teve tempo de absorver a mudança no ambiente (leia-se: comida facilmente acessível) e, ao prever tempos de possível privação – a exemplo de como sempre ocorreu-, nos faz buscar, de maneira instintiva, mais comida do que efetivamente precisamos. Como consequência, passamos a comer muito mais do que nosso organismo necessita, criando um natural descompasso nutricional.</p>
<p style="text-align: justify;">E o problema não é apenas evolutivo, mas também educacional. Quando éramos jovens, fomos orientados (e elogiados) para comer tudo, pois isso nos ajudaria a ficar “grandes e fortes” (era uma coisa boa, lembra?). Mas, à medida que nos tornamos adolescentes, a mensagem começou a ser alterada: não deveríamos comer muito, caso contrário, “poderíamos engordar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos sido “boas&#8221; crianças, pois sempre terminávamos com a comida no prato, mas depois passaram a nos dizer que não éramos tão bons assim, pois tínhamos comido tudo, sem restrições (e isso era ruim).</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, essas ordens parentais antagônicas, somadas à nossa biologia em plena transformação, nos ajudaram a desenvolver uma grande confusão na idade adulta acerca da alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, atualmente sabemos muito mais sobre o nosso processo alimentar do que em qualquer outra época de nossa existência (conhecemos a respeito dos efeitos do açúcar ou da gordura, por exemplo), mas, o verdadeiro equilíbrio entre a informação nutricional e a sensatez comportamental se tornou algo definitivamente delicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione a isso, a mudança no padrão de beleza que a mídia e a sociedade preconizam há tempos, em que a beleza mudou progressivamente seu contorno e com ele vieram roupas cada vez menores (tamanho zero, já ouviu falar?) em função de corpos mais delgados – conduzindo-nos exatamente ao sentido oposto de nossa genética e de nossa história evolutiva. Assim, não seria de se espantar então que, com o passar do tempo, a anorexia e a bulimia nervosas tenham se tornado mais delineadas do que nunca em nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos modernos, ao que tudo indica, não conseguimos ainda achar uma equação ideal que possa nos guiar a respeito de como nos posicionar sobre alimentação sem medo.</p>
<p style="text-align: justify;">Passamos então a contar calorias – uma verdadeira tabuada mental -, em que até as crianças já estão adestradas na identificação da “dose” possível de ingestão calórica de cada refeição; sabemos a respeito dos vários tipos de dietas, do sódio em excesso, e por aí vão centenas de recomendações que sabemos tão bem de cabeça, salvaguardando-nos da obesidade (já que ela é, inclusive, uma epidemia mundial).</p>
<p style="text-align: justify;">Decorrente dessa imensa paranoia social, surge um dos maiores efeitos colaterais da modernidade: a culpa. Comer não é mais apenas um ato prazeroso, mas carregado de arrependimento, medo e vergonha.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, raramente vemos alguém se alimentando de maneira livre e leve, ou seja, sem pensamentos intrusivos de pesar ou remorso.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora historicamente tenhamos superado a escassez e possamos finalmente comer, devemos nos controlar o tempo todo – o que seguramente nos rouba o deleite de uma boa estada à mesa, resultado de uma má relação que desenvolvemos com a comida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como agir?</h2>
<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1991" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS.jpg" alt="Fotolia_52314500_XS" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS.jpg 424w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como psicólogo, lhe diria para se afastar da noção de que há “bons&#8221; e “maus&#8221; alimentos. A comida não é nem boa ou má. Creio que, atualmente, há um demasiado julgamento moral quando o assunto trata de alimentação. O ganho de peso vem, na verdade, muito mais de uma alimentação emocional e dos hábitos pobres, do que propriamente aquilo que ingerimos em um determinado momento de nosso dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Colocamos demasiada pressão sobre nós mesmos para ter uma dieta perfeita e equilibrada, ou seja, se comemos de maneira adequada, somos “bons&#8221; e saudavelmente corretos, mas se comemos de uma maneira inadvertida (um pedaço a mais de pizza ou bolo, por exemplo), deixamos a mesa nos sentindo mal, como se toda a refeição não tivesse valido a pena – um verdadeiro suplício mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Acha que isso é tudo? Não…</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência “fitness” ajuda a reforçar o sentimento de mal-estar, ao fazer com que as pessoas pensem que, além de comer controladamente (e, em muitos casos, fazer ginástica de maneira compulsiva), agora devem seguir também em direção aos alimentos orgânicos e mais naturais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p style="text-align: justify;">Entendo que a vida seja uma questão de equilíbrio, ou seja, fazer coisas que nos façam bem a maior parte do tempo. A comida não é apenas para alimentar nosso organismo, mas também tem como função alimentar nosso espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio então que precisamos deixar de tropeçar nos momentos que, em teoria, deveriam ser de celebração. No nosso imaginário, alimentar definitivamente precisa se modificar. Reflita a respeito.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Algumas dicas</h2>
<p style="text-align: justify;">– Lembre-se que comer é uma questão de equilíbrio. Se você normalmente cuida de sua saúde e de sua alimentação, uma fatia de bolo com a família ou um amigo realmente não vai lhe prejudicar em nada. Não olhe para cada alimento como se ele fosse uma transgressão. Nem todos os alimentos que você come precisam ser “perfeitos&#8221; ou possuírem um baixo teor de gordura ou calorias o tempo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">– Pare de se julgar com base em suas escolhas alimentares. O que você come não define a pessoa que você é. Se você está acima do peso, por exemplo, vá com calma até atingir aquilo que lhe faria realmente feliz (tudo o que é duradouro leva tempo para ser construído).</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprenda com a experiência. Se você sabe que é uma pessoa muito esfomeada e, às vezes se descontrola, fracione suas refeições. Isso poderá ajudar-lhe a restituir seu equilíbrio. E, acima de tudo, observe seu lado emocional. Esse sim precisa de atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">E, finalmente:</p>
<p style="text-align: justify;">– Identifique as coisas que você faz com amor. Lembre-se que a “culpa” nasce exatamente pelo fato de não estarmos verdadeiramente lá, presentes na hora da refeição, mas com a cabeça em outro lugar ou em outra preocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, o que eu quero dizer com tudo isso?…</p>
<p style="text-align: justify;">Simples! Que a saúde e seu corpo (assim como a felicidade), na verdade, são um estilo de vida não definido por aquilo que você come, mas pelo que você, de fato, é, a maior parte do tempo.</p>
<p>Pense nisso!</p>
<p>Fonte: Dr. Cristiano Nabuco &#8211; http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/</p>
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