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	<title>baixa autoestima - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>baixa autoestima - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>8 Dicas para melhorar a sua autoestima</title>
		<link>https://casule.com/blog/8-dicas-para-melhorar-a-sua-autoestima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 14:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem dias que você acorda e não se sente satisfeito com o que é? Não consegue sentir orgulho do que faz e das suas conquistas? Tem dificuldade de enxergar seus pontos fortes e suas qualidades? Pois é, você pode estar com baixa autoestima e isso é muito comum de acontecer.<br />
Buscar meios para melhorar a autoestima é um grande passo. Seja através da leitura de um livro sobre o assunto, pesquisas, assistindo vídeos ou mesmo através da ajuda profissional. </p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2022/05/16168645_1653394310.mp3"></audio></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Tem dias que você acorda e não se sente satisfeito com o que é? Não consegue sentir orgulho do que faz e das suas conquistas? Tem dificuldade de enxergar seus pontos fortes e suas qualidades? Pois é, você pode estar com baixa autoestima e isso é muito comum de acontecer.&nbsp;<br><br>Buscar meios para melhorar a autoestima é um grande passo. Seja através da leitura de um livro sobre o assunto, pesquisas, assistindo vídeos ou mesmo através da ajuda profissional.&nbsp;<br>Cada pessoa vai encontrar a melhora maneira de lidar com o ‘problema’. O mais importante é tomar o primeiro passo de querer melhorar.<br><br>Hoje, é muito comum as pessoas não se admirarem, principalmente em um mundo cheio de cobranças internas e externas.&nbsp;<br>Nesse texto, vou explicar o que é autoestima e aproveitar para deixar umas dicas de como podemos melhor sempre nossa autoestima.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br><br>Afinal, o que é autoestima?&nbsp;<br>A autoestima é como enxergamos e compreendemos a nós mesmos. Ela é constituída com base em nossas próprias experiências que influenciam em nossas atitudes e nos posicionamentos de hoje e do futuro, seja como os outros nos enxergas e na nossa autoimagem.<br>A baixa autoestima pode interferir em diversos aspectos da nossa vida, inclusive na forma como nos comportamos e em nossas atitudes. Isso pode interferir na saúde mental e física, comprometendo o nosso bem-estar.&nbsp;<br><br>Esse comprometimento pode colaborar no desenvolvimento e na intensificação de alguns transtornos, como ansiedade, depressão e até quadros de transtornos alimentares (anorexia, bulimia e obesidade). <br>Além dessas interferências, ela também pode comprometer o seu trabalho e sua vida pessoal.<br>Os sentimentos derivados da baixa autoestima manifestam-se em diversos momentos e formas.&nbsp;<br><br>Em algum momento do seu trabalho você já se questionou: tenho capacidade/potencial de estar aqui? Será que sou bom o suficiente no que eu faço? Fulano é mais capacitado para lidar com essa situação?<br>Ou mesmo já se comparou, fisicamente, com as pessoas? Normalmente, se colocando em uma posição de inferioridade, com o pensamento de que elas são mais bonitas, interessantes e inteligentes. Por isso, conseguem relacionamentos e amizades melhores.&nbsp;<br><br>Alguns sinais que indicam que você está a autoestima baixa:&nbsp;<br>&#8211; Fazer muitas comparações com outras pessoas;<br>&#8211; Ter uma visão negativa sobre si e sobre situações que vivência;<br>&#8211; Não reconhecer e confiar em seu crescimento pessoal e profissional;<br>&#8211; Não se posicionar ou apresentar ideias por medo de não serem aceitas e validadas;&nbsp;<br>&#8211; Tem dificuldade de reconhecer suas habilidades, aptidões, experiências e valores;<br>&#8211; Acredita não merecer suas conquistas;<br>&#8211; Tem dificuldade de dizer não.&nbsp;<br><br>Agora, vamos para a parte boa?!<br><br>Após descobrir o que é autoestima e alguns sinais que podem indicar a falta dela, veja algumas dicas que vão te ajudar a melhorar:<br><br>&#8211; Autoconhecimento: se conhecer é muito importante para definir seus valores, qualidades, o que tem de melhor para oferecer a si mesmo e aos outros;<br>&#8211; Se cuidar: tirar um momento para fazer algo que gosta, comer sua comida favorita, cuidar da sua pele e do seu cabelo, tirar um momento para relaxar;<br>&#8211; Reconheça e respeite seus limites;<br>-Tente não se cobrar tanto, faça o que você consegue e pode no momento;<br>&#8211; Evite se comparar com outras pessoas, cada pessoa é única;<br>&#8211; Adote bons hábitos;&nbsp;<br>&#8211; Aceite elogios;&nbsp;<br>&#8211; Viva sua vida: foque, preocupe-se e dedique-se a você.<br>&nbsp;<br>Gostou das dicas?&nbsp;<br>Elas são muito importantes para melhorar a autoestima.<br>Comece hoje mesmo a colocá-las em prática.<br>Mas lembre-se, é muito importante o acompanhamento profissional para que o seu quadro de baixa autoestima não se agrave. Com a terapia, esse processo pode se tornar mais simples e fácil.<br><br></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="terapia-casule">Terapia Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<item>
		<title>Por que as pessoas não conseguem sair de relacionamentos abusivos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/saia-de-relacionamentos-abusivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[baixa autoestima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou por que existem relacionamentos abusivos? Neste vídeo, eu vou te dar uma abordagem psicológica deste assunto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Provavelmente você conhece alguém que vive em um relacionamento que lhe faz mal, mas entra ano e sai ano e aquela pessoa permanece naquele relacionamento.</p>



<p>Você já parou para pensar por que isso acontece?</p>



<p>No vídeo de hoje vamos listar alguns motivos que impedem as pessoas de saírem de relacionamentos abusivos.</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/gSG3S-z-tGA" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p id="block-d76711ee-8602-49de-a094-9969abcfdd74">Confira com <a href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Denislaine Honorato</a>, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Qual o problema da baixa autoestima na infância?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/qual-o-problema-da-baixa-autoestima-na-infancia%ef%bf%bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima na infância]]></category>
		<category><![CDATA[baixa autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A autoestima da criança vai sendo estabelecida a partir do contato com o outro e sofre influência de fatores internos e externos.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2022/02/Qual-o-problema-da-baixa-autoestima-na-infancia.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>Play&nbsp;</strong>para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>A autoestima da criança vai sendo estabelecida a partir do contato com o outro e sofre influência de fatores internos e externos. A autoestima é definida como a percepção que a pessoa tem sobre seu próprio valor, portanto está relacionada com questões de autoconfiança e amor-próprio. É formada ainda na infância e, quando baixa, a criança pode apresentar problemas que se prolongam até a vida adulta.&nbsp;</p>



<p>Os cuidadores, que são as principais referências na infância, têm papel fundamental na educação e valorização da autoestima. As primeiras impressões que as crianças têm sobre si mesmas e o mundo são decorrentes do que o adulto expressa através da linguagem verbal e não verbal.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes, os adultos colocam rótulos nas crianças, sem compreender que aquelas palavras podem ajudar a constituir um sentimento de desvalor, alguns exemplos são: “você é chata, bagunceira, desobediente, não consegue fazer nada sozinha, é medrosa”. Como estão em formação, todos esses rótulos são frequentemente absorvidos e trazem consequências para a autoestima e desenvolvimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="como-identificar-a-baixa-autoestima-no-meu-filho">Como identificar a baixa autoestima no meu filho?</h2>



<p>A baixa autoestima atrapalha o funcionamento saudável da criança, pois gera sofrimentos que os tornam mais vulneráveis no convívio social. Podem ser identificados através de:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Demonstrações frequentes de inferioridade</li><li>Insegurança</li><li>Tristeza</li><li>Tendência ao isolamento</li><li>Percepção de incapacidade</li></ul>



<p>É importante que os pais e educadores consigam expressar afeto e comunicação positiva com a criança, dessa forma ela se sentirá valorizada e respeitada, será capaz de olhar para si mesma com carinho e consideração. Isso fará com que ela cresça mais confiante e segura de si, poderá construir laços sociais mais fortalecidos, além de se sentir bem com sua própria imagem.</p>



<p>Mesmo percebendo que algo não está certo na comunicação, é comum que os pais tenham dificuldade em mudar a forma que se comunicam com seus filhos. Neste caso, indicamos a procura de um profissional especializado para que possam identificar os problemas e que seja realizada uma orientação adequada para cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="terapia-casule">Terapia Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Características das pessoas controladoras</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/caracteristicas-das-pessoas-controladoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 03:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[baixa autoestima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade de controle é um mecanismo de enfrentamento utilizado por muitas pessoas que tem dificuldades em lidar com suas próprias dores e emoções.  Os indivíduos com um perfil controlador, geralmente, fazem uso do controle para sentirem-se seguros e se afastarem de reflexões que os levem a sofrimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A necessidade de controle é um mecanismo de enfrentamento utilizado por muitas pessoas que tem dificuldades em lidar com suas próprias dores e emoções.  Os indivíduos com um perfil controlador, geralmente, fazem uso do controle para sentirem-se seguros e se afastarem de reflexões que os levem a sofrimento.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZEOtoTJulvc" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>Confira com <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leticia Medeiros</a>, psicologia da Casule!</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Tristeza ou depressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/tristeza-ou-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[apatia]]></category>
		<category><![CDATA[baixa autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente, você já passou por alguma situação dolorosa, como a perda de alguém querido, término de relacionamento, uma briga ou outro evento difícil. Diante de momentos como esses o sofrimento realmente pode ser muito intenso, causando choro, sensação de impotência, dor no peito e desmotivação. Quando a pessoa fica assim é comum que digam que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente, você já passou por alguma situação dolorosa, como a perda de alguém querido, término de relacionamento, uma briga ou outro evento difícil. Diante de momentos como esses o sofrimento realmente pode ser muito intenso, causando choro, sensação de impotência, dor no peito e desmotivação.</p>
<p>Quando a pessoa fica assim é comum que digam que ela está com depressão, mas será mesmo? Atualmente, o uso da palavra depressão vem sendo banalizado, o que contribui para que as pessoas a confundam com tristeza. Essa confusão é bastante comum, por isso a importância de esclarecer as diferenças entre as duas.</p>
<p>A tristeza é um sentimento natural do ser humano, normalmente é causada por uma razão específica e quando o sujeito vivencia outras situações no dia a dia, ele consegue se alegrar e até esquecer por um tempo o motivo do sofrimento, isso vai ocorrendo gradativamente até que esse sentimento desagradável desapareça, variando o tempo de duração de uma pessoa para outra. A tristeza é considerada inclusive importante, pois ajuda a elaborar as perdas e outras dores.</p>
<p>Ao contrário da tristeza que é uma condição humana momentânea, a depressão é uma doença que exige tratamento psicológico e/ou médico. Ela pode afetar qualquer pessoa em qualquer fase da vida e quando não recebe o tratamento adequado pode evoluir para quadros cada vez mais graves que podem levar ao suicídio. Para o quadro de depressão existir não é necessário possuir um motivo específico e praticamente nada que a pessoa faça causará algum prazer.</p>
<h3><strong>A tristeza é um dos sintomas da depressão e ocorre na maior parte do tempo, porém não é o único. </strong></h3>
<p>Para ser considerada depressão a pessoa deva apresentar pelo menos cinco dos sintomas a seguir, com duração de no mínimo duas semanas e com mudanças significativas no seu funcionamento:</p>
<ul>
<li><strong>Humor deprimido na maior parte do dia, na maioria dos dias. Em crianças e adolescentes pode aparecer o humor irritável;</strong></li>
<li><strong>Perda de energia ou fadiga quase diariamente;</strong></li>
<li><strong>Perda ou ganho acentuado de peso (não intencional);</strong></li>
<li><strong>Diminuição de prazer em realizar a maioria das atividades que anteriormente eram realizadas com prazer;</strong></li>
<li><strong>Alteração do apetite e do sono;</strong></li>
<li><strong>Sentimento de culpa ou inutilidade;</strong></li>
<li><strong>Agitação ou retardo psicomotor;</strong></li>
<li><strong>Diminuição da libido;</strong></li>
<li><strong>Dificuldade de pensar e de se concentrar, ou indecisão;</strong></li>
<li><strong>Baixa autoestima;</strong></li>
<li><strong>Padrão de pensamentos negativos sobre si mesmo, o mundo e o futuro;</strong></li>
<li><strong>Pensamentos de morte (não somente medo de morrer), ideação suicida (sem um plano específico), uma tentativa de suicídio ou um plano específico com o intuito de tirar a própria vida.</strong></li>
</ul>
<p>É importante ressaltar que esses sintomas podem variar de acordo com cada pessoa e o correto diagnóstico da depressão só pode ser feito por um profissional capacitado, pois outros fatores também devem ser analisados, como por exemplo, a presença de outras comorbidades.</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os casos de depressão têm crescido no mundo todo, o que gera um alerta, pois se trata de uma doença altamente incapacitante, causa enormes prejuízos na vida de quem enfrenta e também muito sofrimento para os amigos e familiares, que muitas vezes não entendem o que está acontecendo ou não sabem como ajudar.</p>
<p><strong>Diante disso, a informação é sempre um importante caminho para que o tratamento desse transtorno tenha início ainda durante os primeiros sintomas e o preconceito seja combatido.</strong></p>
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		<title>Síndrome de Borderline &#8211; O que é e principais características</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-de-borderline-o-que-e-e-principais-caracteristicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 19:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de personalidade limítrofe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome de Borderline, também conhecido por transtorno de personalidade limítrofe, é uma doença psicológica grave que provoca oscilação de humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro de forma descontrolada ou consumo exagerado de comida, por exemplo. Geralmente, os indivíduos com Síndrome de Borderline têm momentos em que estão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Síndrome de Borderline, também conhecido por transtorno de personalidade limítrofe, é uma doença psicológica grave que provoca oscilação de humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro de forma descontrolada ou consumo exagerado de comida, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, os indivíduos com Síndrome de Borderline têm momentos em que estão estáveis, que alternam com surtos psicóticos, manifestando comportamentos descontrolados. Esses sintomas começam a se manifestar na adolescência e se tornam mais frequentes no início da vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, este síndrome é confundido com doenças como esquizofrenia ou doença bipolar, porém a duração e intensidade das emoções é diferente, sendo fundamental o paciente ser avaliado por um psicólogo para saber o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas mais comuns da Síndrome de Borderline podem ser:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Alterações do humor ao longo do dia, variando entre momentos de euforia e de profunda tristeza;</li>
<li>Sentimentos de raiva, desespero e pânico;</li>
<li>Irritabilidade e ansiedade que pode provocar agressividade;</li>
<li>Medo de ser abandonado por amigos e familiares;</li>
<li>Impulsividade e dependência por jogos, gasto de dinheiro descontrolado, consumo exagerado de comida, uso de substâncias e, em alguns casos, não cumprindo regras ou leis;</li>
<li>Baixa autoestima;</li>
<li>Sensação de solidão e de vazio interior.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os portadores deste transtorno têm medo que as as emoções fujam do seu controle, demonstrando tendência para se tornarem irracionais em situações de maior estresse e criando uma grande dependência dos outros para conseguirem estar estáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos mais graves, pode ocorrer automutilação e até suicídio, devido à enorme sensação de mal-estar interior. Conheça mais detalhes sobre os sintomas em: Saiba se é síndrome de borderline.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico deste transtorno é feito através da descrição do comportamento relato pelo paciente e observadas por um psicólogo ou psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é importante fazer exames fisiológicos, como hemograma e sorologia, para a exclusão de outras doenças, pois as suas características são semelhantes a outras doenças, como depressão ou esquizofrenia, por exemplo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade limítrofe​ pode ocorrer devido a predisposição genética, no entanto, experiencias emocionais fortes enquanto criança, como enfrentar uma doença ou morte e situações de abuso sexual ou de negligência podem levar ao desenvolvimento desta síndrome.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamento da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">Além do tratamento com remédios, é necessário manter acompanhamento psicológico para realizar psicoterapia e ajudar o individuo a controlar suas emoções negativas, como saber enfrentar momentos de maior estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/sindrome-de-borderline/</p>
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		<title>Bipolaridade ou oscilação de humor?</title>
		<link>https://casule.com/blog/bipolaridade-ou-oscilacao-de-humor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 20:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Bipolaridade é uma doença grave e vem sendo detectada com mais frequência nos últimos anos. Porém, nem toda troca de humor repentina leva a um quadro de bipolaridade, em alguns casos o que se pode notar é uma oscilação de humor. Esses transtornos podem se iniciar em qualquer faixa etária, e por isso é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Bipolaridade é uma doença grave e vem sendo detectada com mais frequência nos últimos anos. Porém, nem toda troca de humor repentina leva a um quadro de bipolaridade, em alguns casos o que se pode notar é uma oscilação de humor. Esses transtornos podem se iniciar em qualquer faixa etária, e por isso é importante prestar atenção para os sintomas e procurar ajuda de um psicólogo caso eles apareçam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Oscilações de humor e como tratá-las</h2>
<p style="text-align: justify;">Oscilações de humor podem ocorrer devido a várias causas, e nas mulheres os hormônios apontam como um dos grandes responsáveis. Essa oscilação se diferencia da bipolaridade por aparecer sempre no mesmo período do ciclo. Falta se sono, má alimentação e trocas de temperatura também podem ser motivos para as pessoas sofrerem pequenas oscilações de humor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tratar as oscilações é preciso conhecer quais são os gatilhos que levam a quadros de tristeza ou agitação extremas. Psicólogos são profissionais treinados para auxiliar no autoconhecimento, e o auxilio deles pode ser indispensável para encentrar as causas da agitação ou da depressão.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Bipolaridade, sintomas e tratamento</h2>
<p style="text-align: justify;">A bipolaridade ocorre nos casos mais graves e mais específicos de oscilações de humor. Nesses casos, há crises frequentes de depressão e mania, e é possível que uma tenha mais frequência que a outra. Além disso, na bipolaridade é difícil determinar em que momento uma troca brusca de humor pode surgir, e os sintomas variam dependendo da forma que a doença se manifesta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mania</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Irritabilidade – nessa caso, a pessoa torna muito exigente e dá respostas muito agressivas quando os outros não aceitam suas opiniões.</li>
<li>Desequilíbrio emocional – sem motivos aparentes a pessoa fica triste, fala muito rápido e troca de assuntos.</li>
<li>Interpretação errada de acontecimentos – as pessoas tendem a se aborrecer por qualquer coisa.</li>
<li>Grandiosidade: excesso de amor próprio, a pessoa se acha o centro do universo.</li>
<li>Hiperatividade: energia suficiente para fazer várias atividades sem parar.</li>
<li>Diminuição do sono e da vontade de dormir.</li>
<li>Ideias estranhas, sem foco na realidade.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Depressão:</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Baixa autoestima: nesses casos há desconfiança da própria capacidade de executar tarefas antes consideradas simples.</li>
<li>Negatividade: pacientes que apresentam o quadro de depressão podem ficar cultivando pensamentos negativos.</li>
<li>Culpa e sentimento de impotência.</li>
<li>Dificuldade de pensamento, pensamento lento ou medo de tomar decisões.</li>
<li>Perda de interesse no trabalho ou em atividades que antes eram prazerosas.</li>
<li>Perda de energia e cansaço excessivo.</li>
<li>Ingestão excessiva de bebidas alcoólicas ou outras substâncias com esse efeito</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em ambos os casos, tanto quando ocorrem oscilações de humor como em casos de bipolaridade, é essencial o acompanhamento profissional. O acompanhamento pode ser realizado por um psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/depressao/bipolaridade-ou-oscilacao-de-humor/</p>
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		<title>3 sinais de que uma pessoa está insegura</title>
		<link>https://casule.com/blog/3-sinais-de-que-uma-pessoa-esta-insegura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 16:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[baixa autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obviamente que é quase impossível para qualquer um descobrir o estado emocional que é vivido por alguém em um determinado momento, apenas colhendo pistas instantâneas que são observadas em rápidas conversas, entretanto, para uma pessoa mais atenta, alguns sinais sempre fogem ao controle, deixando evidente o rastro de insegurança e vulnerabilidade psicológica que é sentido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Obviamente que é quase impossível para qualquer um descobrir o estado emocional que é vivido por alguém em um determinado momento, apenas colhendo pistas instantâneas que são observadas em rápidas conversas, entretanto, para uma pessoa mais atenta, alguns sinais sempre fogem ao controle, deixando evidente o rastro de insegurança e vulnerabilidade psicológica que é sentido por alguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a seguir, descrevo alguns dos indícios mais comuns presentes nas interações e que podem ser indicativos de um sentimento transitório de inferioridade:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1) Autovalorização excessiva</h2>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3302" src="https://www.casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2016/02/Fotolia_71328713_XS.jpg" alt="Fotolia_71328713_XS" width="600" height="420" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2016/02/Fotolia_71328713_XS.jpg 414w, https://casule.com/wp-content/uploads/2016/02/Fotolia_71328713_XS-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Esse, talvez, um dos mais clássicos, é frequentemente encontrado nas pessoas que estão se sentindo desprestigiadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o cérebro humano em nossa evolução antepassada foi preparado para obter o destaque perante o bando, pois dessa forma se teria mais chance de liderar o grupo, prioridade na alimentação ou ainda na escolha do(a) parceiro(a), tornar-se um líder era de fundamental importância – ou também conhecido como “macho” ou “fêmea” alfa -, assim sendo, “ser bom” passou a ser  uma necessidade vital para a sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, ainda que o tempo tenha passado e não precisemos mais brigar por um pedaço de comida, muitas pessoas, quando estão se sentindo diminuídas, têm o seu cérebro inconscientemente acionado para, de alguma forma, fazer-nos voltar ao destaque e, assim, da maneira mais simples possível, um velho mecanismo entra em ação: imediatamente damos um jeito de encaixar nas conversas assuntos como: o destino da última viagem, a comida “maravilhosa” de um determinando restaurante, o objeto “exclusivo” comprado em uma das melhores lojas de grife ou, ainda, o importante cargo, ressaltando sua “importância”.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, ficar em evidência, compensa a sensação de inferioridade, resolvendo momentaneamente o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">O que essas pessoas, na verdade, não percebem é que ativar esse senso de grandiosidade de forma desproporcional e excessiva, apenas reforça um sentimento de esquiva e de rejeição pelos demais, uma vez que a soberba pessoal não é usualmente muito bem digerida pelo grupo, fazendo então com que esse indivíduo passe a ser, efetivamente, desconsiderado.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, fique atento para não criar um estigma sobre sua pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2) Incapacidade de dizer “não”</h2>
<p>Esse é outro importante indicador de que temos um expressivo receio de magoar ou de decepcionar alguém. Assim sendo, nessa condição sentimo-nos incapazes de colocar de forma  sensata e objetiva nossas percepções e opiniões pessoais, deixando transparecer uma excessiva simpatia pelos demais, ao deixar passar uma impressão de que “faríamos qualquer coisa” pelo outro. O que, diga-se de passagem, nem sempre é verdadeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de comportamento vem, muitas vezes, acompanhado de notada efusividade (simpatia) interpessoal, dando margem a que o outro sinta que você o “compreendeu” ou ainda é uma pessoa “muito legal” e que essa “amizade” mereceria ser cultivada, pois, afinal de contas, aparenta ser alguém demasiadamente receptivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, tudo tem um segundo sentido que é o de aparentar sua capacidade de “conexão”, o que, diga-se de passagem, pode aumentar de maneira irreal as expectativas projetadas sobre nós e dando margens a problemas maiores como as futuras decepções.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre que muitas pessoas, na verdade, nem percebem que estão fazendo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se apenas de uma coisa: ninguém consegue ser “legal” o tempo todo. Assim, tente ser apenas e tão somente você.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3) “Congelamento” ou a incapacidade de interagir</h2>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3303" src="https://www.casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2016/02/Fotolia_80862496_XS.jpg" alt="Fotolia_80862496_XS" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2016/02/Fotolia_80862496_XS.jpg 424w, https://casule.com/wp-content/uploads/2016/02/Fotolia_80862496_XS-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um outro recurso que o cérebro humano lança mão para combater o senso de diminuição pessoal e semelhante a algumas categorias de comportamento animal que, quando estão se sentindo ameaçados, “paralisam” para mostrar ao inimigo ou que são inofensivas ou para serem confundidas com o entorno, diminuindo assim a chance de ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessas situações, essas pessoas se sentem tão vulneráveis frente aos demais que literalmente “travam” e não conseguem sequer participar de uma simples interação, por mais fugaz que ela seja. E, na medida que isso ocorre, o desconforto pessoal é percebido por elas mesmas que tentam desesperadamente “agir” – na tentativa de recuperar seu lugar social.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, o cérebro, percebendo a situação de profundo incômodo, ao tentar reverter a situação, dá comando para que elas “falem”, que se comuniquem de qualquer jeito, qualquer coisa serve, mas obviamente isso apenas aumenta a escalada de ansiedade, fazendo com que elas se sintam ainda mais travadas e congeladas, dando então mais força ao sentimento de exclusão pessoal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p style="text-align: justify;">Veja que nem sempre estamos em dias em que nossas habilidades sociais estão em alta, ou seja, como tudo na vida, sempre há momentos em que estamos mais abertos, enquanto outros, mais reservados e introvertidos.</p>
<p style="text-align: justify;">E, veja, falar demasiadamente de nossas conquistas, ser muito simpático às vezes ou até ficar mais calado em algumas fases da vida, na verdade, é algo absolutamente normal e não deve ser fonte de preocupação. Todavia, a dica vai para quando esses mecanismos tendem a se repetir frequentemente com a passagem do tempo, engessando-nos emocionalmente ao fazer- nos agir sempre da mesma maneira e criando, portanto, problemas maiores de sociabilidade e de relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, portanto, estariam algumas das bases futuras dos quadros de transtorno narcisista, da fobia social, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, fique atento quando esses mecanismos deixam de ser um problema e se tornam um “padrão” constante de interação e que, portanto, deveriam ser objeto de cuidado e de mudança pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia? Está aí a psicoterapia moderna para lhe ajudar a transformar esses padrões. Felizmente, há saída (tratamento) para quase tudo. Só permanece inseguro e mal resolvido quem quer.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/</p>
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