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	<title>apoio psicológico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>apoio psicológico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como ajudar a criança a lidar com o luto?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-ajudar-crianca-lidar-com-o-luto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 14:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação emocional]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>        É comum algumas pessoas dizerem que crianças pequenas não compreendem a morte, e por isso muitas vezes tem-se a ideia de que tudo que é relacionado a este conceito é prejudicial para a criança, fazendo com que exista um silêncio amedrontador e desconversas sobre esse assunto.         Na maioria das vezes o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">        É comum algumas pessoas dizerem que crianças pequenas não compreendem a morte, e por isso muitas vezes tem-se a ideia de que tudo que é relacionado a este conceito é prejudicial para a criança, fazendo com que exista um silêncio amedrontador e desconversas sobre esse assunto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">         Na maioria das vezes o luto é associado à morte, mas esse processo engloba outras perdas como, por exemplo, perda de um emprego, perda de um animal de estimação, perda de um relacionamento, etc.. Mas vamos falar um pouco sobre a perda de um ente querido durante a fase infantil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">        O luto é o processo de adaptação emocional que acompanha qualquer perda.</span> <span style="font-weight: 400;">E sem dúvida a morte de um ente querido é a situação mais difícil de compreender. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">    </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">         Em qualquer fase da vida, perder uma pessoa querida gera tristeza, mas durante a infância, uma perda pode ser ainda mais significativa, afetando as crianças de forma diferente. </span> <span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">         É importante deixar claro que o não falar sobre morte com crianças pode acarretar alterações em seu desenvolvimento. Com essas dificuldades e a falta de entendimento das crianças, o luto pode conduzir ao isolamento, infantilização, desinteresse, medo, culpa, sintomas psicossomáticos, insônia, pesadelos, perda de apetite, ansiedade de separação, crises de pânico, incapacidade ou recusa de encarar a realidade, depressão, baixa autoestima, baixo rendimento escolar e em alguns casos tentativas de suicídio.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">         Cada criança lida com a perda de sua própria maneira, variando de acordo com a sua idade, a causa da morte e o grau de proximidade. Por isso, é importante acompanhar de perto o comportamento dessas crianças para fornecer o melhor apoio possível a elas durante os momentos mais difíceis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">         Ao contrário de um adulto, a criança vai crescer com a memória da perda e aprender a entendê-la de maneiras diferentes ao longo de cada etapa do seu desenvolvimento. Portanto, é essencial ajudá-las a lidar com o problema de forma saudável durante todo o seu crescimento.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">         Dessa forma, no processo de elaboração do luto infantil o mais importante é que a criança expresse seus sentimentos, inclusive os negativos, como raiva e culpa que são considerados normais nesse processo. E o papel da família é ajudar a criança nos momentos de tristeza, além de incentivar que ela expresse seus sentimentos.</span></p>
<p><b><br />
</b><b>O luto de acordo o desenvolvimento cognitivo: </b></p>
<p><b>Antes dos 3 anos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não há compreensão do significado da morte e a criança raramente se perturba, mas pode ficar ansiosa em função da reação dos familiares.</span></p>
<p><b>A partir dos 3 anos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; A criança entende a morte como um processo reversível, sendo algo temporário e não permanente.</span></p>
<p><b>Aos 5/6 anos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; A criança começa a entender a morte, mas a considera um evento não natural e passa a associar a causa da morte a termos mágicos.</span></p>
<p><b>Após os 7 anos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; Começa a compreender que a morte é irreversível e passa a questionar a respeito. Também passa a fazer menção às causas concretas da morte como algum tipo de doença, veneno ou acidente.</span></p>
<p><b>Aos 10 anos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; Entende a morte como fim da experiência da vida e tem condições de compreender o sentimento de perda.</span></p>
<p><b>Após os 11 anos </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; A criança entende o real sentido da morte e passa a percebê-la como condição natural do ciclo de vida.</span></p>
<p><b>Como ajudar a criança a lidar com o luto:</b></p>
<p><b>Apoio de pessoas importantes na vida da criança </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; Durante um momento difícil como esse, é importante que as pessoas que tenham algum envolvimento na vida da criança tentem ajudá-la a entender o processo pelo qual está passado e a lidar com a perda de uma forma mais positiva. Entender suas necessidades, conversar e observar como a criança lida com a situação são algumas maneiras de ajudar.</span></p>
<p><b>A despedida </b><span style="font-weight: 400;">&#8211;</span> <span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas acreditam que ao evitar que a criança vá ao velório ou enterro, estará poupando-a de mais sofrimento. No entanto, este é um momento essencial para iniciar o processo de superação do luto, já que permite que a criança se despeça e comece a tomar consciência do que está acontecendo. No entanto, também é preciso prepará-la para tudo que vai acontecer. É extremamente importante que alguém de confiança sente com ela, explique como tudo acontece. Assim, a própria criança poderá decidir se quer presenciar ou não. Caso opte por ir, é interessante que ela vá acompanhada por alguém de sua confiança, caso opte por não comparecer, uma ideia é criar um ritual próprio para que se despeça, como uma pequena cerimônia íntima em casa.</span></p>
<p><b>Ajuda profissional</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; As marcas de uma perda podem permanecer com a criança de forma negativa durante seu crescimento se não forem bem resolvidas. Se após a perda de um ente querido a criança não demonstrar sinais de recuperação ou estiver ainda muito afetada com o acontecido, pode ser interessante procurar a ajuda de um psicólogo que a ajude a lidar com o problema. O apoio dos familiares também é muito importante. Lidar com o luto em família, compartilhando a dor, é uma forma eficiente de fortalecer os laços e de acelerar o processo de recuperação.</span></p>
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		<title>Entendendo os processos cognitivos no abuso de substâncias</title>
		<link>https://casule.com/blog/entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substancias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2018 13:27:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[abuso de substâncias]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso problemático e a adição ao álcool e outras substâncias são resultados de processos biopsicossociais complexos e interdependentes que envolvem vulnerabilidades genéticas, fatores vivenciais e contextuais e condicionamento de circuitos neurais que mediam os comportamentos relacionados ao desejo e ao prazer. O que normalmente começa como uma série de atos puramente voluntários ou volitivos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso problemático e a adição ao álcool e outras substâncias são resultados de processos biopsicossociais complexos e interdependentes que envolvem vulnerabilidades genéticas, fatores vivenciais e contextuais e condicionamento de circuitos neurais que mediam os comportamentos relacionados ao desejo e ao prazer.</p>
<p>O que normalmente começa como uma série de atos puramente voluntários ou volitivos pode, lenta (no caso de álcool ou maconha) ou rapidamente (como crack) entrar em um processo cíclico autoperpetuador no qual os estímulos condicionados (ou seja, pessoas, lugares, coisas ou pensamentos e sentimentos) desencadeiam premência (pressa, precisão, urgência) e fissuras que, por sua vez, motivam os comportamentos instrumentais que resultam em uso de álcool ou drogas.</p>
<p>Premência: inclinação comportamental ou predisposição ao uso de drogas ou álcool em certos contextos;</p>
<p>Fissura: estado caracterizado por uma mistura de cognições disfóricas, afetos e ativação fisiológica provocados por gatilhos condicionados;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7635 aligncenter" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-1-300x237.png" alt="" width="397" height="314" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-1-300x237.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-1.png 451w" sizes="(max-width: 397px) 100vw, 397px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prontidão para a mudança: promovendo a motivação</strong></p>
<p>Toda mudança de comportamento envolve um processo (estágios). Não basta apenas decidir, há que se envolver e buscar em cada estágio, cada parte do processo, a motivação para dar seguimento.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-7636 aligncenter" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-2-300x225.png" alt="" width="399" height="299" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-2-300x225.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-2-480x361.png 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Entendendo-os-processos-cognitivos-no-abuso-de-substâncias-2.png 503w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas perguntas são interessantes de se fazer, para nos auxiliar a encontrar a motivação em cada etapa:</p>
<p><strong><u>Pré-contemplação:</u></strong></p>
<ul>
<li>O que você acha que poderá acontecer se você continuar com o seu problema?</li>
<li>O que mais teme que possa acontecer, se não fizer a mudança?</li>
<li>Você já tentou mudar alguma vez? O que aconteceu?</li>
</ul>
<p><strong><u>Contemplação:</u></strong></p>
<ul>
<li>Por que você deseja mudar agora?</li>
<li>Quais as razões para a mudança?</li>
<li>Quais os melhores resultados que você pode imaginar se fizesse uma mudança?</li>
<li>Quais as barreiras para você realizar a mudança?</li>
<li>Se você decidir fazer uma mudança, quais são suas expectativas para o futuro?</li>
<li>Quem poderia lhe ajudar?</li>
<li>Quais as coisas que funcionaram para você em outras ocasiões?</li>
<li>Quais as suas necessidades para a mudança?</li>
</ul>
<p><strong><u>Ação:</u></strong></p>
<ul>
<li>Quais as metas/estratégias?</li>
</ul>
<p><strong>Adquirindo controle dos estímulos: identificando pessoas, lugares e coisas</strong></p>
<p>Reconhecer que as premências e as fissuras para usar álcool ou outras drogas são, em parte, condicionados a ocorrer em certos ambientes ou na companhia de determinadas pessoas é um passo importante em direção à abstinência.</p>
<p>Começar a fazer mudanças de estilo de vida para minimizar o contato com as pessoas, os lugares e as coisas associados a beber ou ao uso de drogas é uma vantagem importante na manutenção da sobriedade, especialmente nas primeiras semanas ou meses de abstinência.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do Ninho Vazio (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 20:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Síndrome do Ninho Vazio Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio. Confira com Joana Baldi, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ogDBagSBBc0?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<h2>Síndrome do Ninho Vazio</h2>
<p>Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio.</p>
<p>Confira com Joana Baldi, psicóloga da Casule!</p>
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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vícios e Prazer: Reações cerebrais (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/vicios-e-prazer-reacoes-cerebrais-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 21:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[casulepsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[sensação de prazer]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Vícios e Prazer: Reações cerebrais. Confira com Pedrita Reis, psicóloga da Casule! &#160; Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui (em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp: https://goo.gl/yWewR2 Acompanhe nossos bastidores no Stories do  Instagram: https://goo.gl/M5ZpjM [&#8230;]</p>
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<h2>Vícios e Prazer: Reações cerebrais.</h2>
<p>Confira com Pedrita Reis, psicóloga da Casule!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Luto na Infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/luto-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 20:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infantil]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte de um ente querido é um dos momentos mais impactantes que uma criança pode vivenciar. Nesse momento, ela se depara com profundos sentimentos de desamparo e impotência, sem entender exatamente o que está acontecendo, perdendo o mundo que conhecia e tornando-se difícil conhecer e lidar com sentimentos de perda. O luto infantil, ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A morte de um ente querido é um dos momentos mais impactantes que uma criança pode vivenciar. Nesse momento, ela se depara com profundos sentimentos de desamparo e impotência, sem entender exatamente o que está acontecendo, perdendo o mundo que conhecia e tornando-se difícil conhecer e lidar com sentimentos de perda. O luto infantil, ou luto na infância, é um processo de reconstrução diante da morte, é um desafio emocional com o qual ela tem de lidar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A criança e a perda</h2>
<p style="text-align: justify;">A criança, especialmente com menos de seis anos de idade, possui maior dificuldade em compreender e aceitar a irreversibilidade da morte. Enfrentar a morte de quem se ama é um processo difícil em qualquer idade. Quanto mais jovem for uma criança, maiores serão os efeitos desta perda, uma vez que ainda não possuem recursos internos para superar esse momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os aspectos mais observados em crianças diante da perda de um ente querido, está a negação, a agressividade e a culpa. Ela pode tratar seus colegas com hostilidade ou tratar seus brinquedos com violência. A forma pela qual a criança agirá diante da morte é particular de cada uma. A duração e intensidade dependerão da sua personalidade e do vínculo afetivo com a pessoa perdida, e, claro, com o apoio dos demais familiares e responsáveis que a cercam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Apoio Psicológico</h2>
<p style="text-align: justify;">É necessário que as crianças vivenciem o sentimento do luto. Elas devem ser encorajadas a expressarem o que estão sentindo. A criança, por não saber nomear seus sentimentos, se expressa por meio do brincar, utilizando-se da simbolização para expressar suas fantasias, ansiedades e sentimentos – por isso, no processo terapêutico é utilizado o apoio de brinquedos e desenhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Perder alguém significativo implica a necessidade de readaptação, principalmente no ambiente que traz lembranças da outra pessoa, de forma a lidar com questões emocionais e afetivas. A assistência psicológica promove suportes que favorecem recursos internos, possibilitando para a criança a elaboração do luto, bem como sentir-se acolhida, compreendida e segura em um momento de desamparo e incerteza.</p>
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<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/luto-na-infancia/</p>
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