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	<title>APA - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Cleptomania: Sintomas e implicações clínicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/cleptomania-sintomas-e-implicacoes-clinicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2017 13:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[APA]]></category>
		<category><![CDATA[Cleptomania]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[objetos de valor]]></category>
		<category><![CDATA[roubar]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cleptomania, também denominada furto compulsivo, está classificada nos Transtornos Disruptivos, do Controle de Impulsos e da Conduta, de acordo com a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM 5) da American Psychiatric Association (APA, 2014). Sua característica fundamental é a falha recorrente em resistir aos impulsos de furtar itens, ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cleptomania, também denominada furto compulsivo, está classificada nos Transtornos Disruptivos, do Controle de Impulsos e da Conduta, de acordo com a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM 5) da <em>American Psychiatric Association</em> (APA, 2014).</p>
<p>Sua característica fundamental é a falha recorrente em resistir aos impulsos de furtar itens, ainda que eles não sejam necessários para uso pessoal. O sujeito sente uma necessidade incontrolável e patológica de subtrair o objeto de terceiros, mesmo que possua condições financeiras para obtê-lo licitamente, tanto que suas práticas bastante comuns são a devolução do que foi roubado ou a coleção desses objetos, demonstrando que a finalidade do furto não é necessariamente o lucro financeiro ou a utilização das peças.</p>
<p><strong>O ato de roubar não é cometido para expressar raiva ou vingança, não é realizado em resposta a um delírio ou a uma alucinação e é executado sem colaboração de terceiros.</strong></p>
<p>O cleptomaníaco experimenta uma sensação crescente de tensão antes do furto e sente prazer, gratificação ou alívio quando toma posse do objeto, junto a isso leva a um intenso sentimento de culpa, vergonha, ansiedade e remorso. Os indivíduos com cleptomania sofrem prejuízo significativo em ambientes sociais e ocupacionais.</p>
<p>É comum que os pacientes relatem pensamentos intrusivos e impulsos relacionados ao ato de furtar que interferem em sua capacidade de concentração em casa e no trabalho, podendo elevar os níveis de absenteísmo daqueles que possuem o transtorno, tanto pelo medo de ir ao trabalho e cometer o furto, tanto por faltar ao trabalho para praticar o ato.</p>
<p>Dessa forma, não é surpreendente que eles também relatem uma qualidade de vida ruim, por passarem a evitar ambientes sociais, acadêmicos e profissionais que possam dar margem ao ato e a possíveis hostilizações. É comum que essas pessoas apresentem outros distúrbios mentais, como Depressão, Transtorno Bipolar, Transtornos de Ansiedade e etc.</p>
<p>A grande questão é que o indivíduo executa atos que sua própria consciência desaprova no intuito de obter conforto emocional. Ainda que seja um transtorno raro, poucos procuram tratamento ou só o fazem quando são pegos roubando. Os tratamentos combinados utilizando a Terapia Cognitivo Comportamental e o uso de medicação tem sido os mais indicados para amenizar os sintomas da Cleptomania e fazer com o que o sujeito passe a ter uma vida mais saudável e funcional.</p>
<p>Embora as pessoas com esse transtorno geralmente não pratiquem o ato de roubar quando existe a probabilidade de flagrante, não costumam planejar com antecedência os furtos ou levar totalmente em conta as chances de serem pegas, o que resulta em consequências legais significativas pelo seu comportamento.</p>
<p>Estudos têm relatado que 64% a 87% dos pacientes de cleptomania têm um histórico de serem pegos furtando. Ainda que a maioria das apreensões não resulte em condenações com privação de liberdade, evidências iniciais sugerem que 15% a 23% dos pacientes de cleptomania sofreram este tipo de condenação por furtarem (McElroy et al., 1991; Grant &amp; Kim, 2002).</p>
<p><strong>É importante ressaltar que o roubo de dinheiro ou de outros objetos de valor que tenham uma intenção de ganho financeiro não é um sintoma da Cleptomania.</strong></p>
<p>A família não deve acobertar a pessoa; caso o furto aconteça em uma loja, deve-se pagar pelo objeto, ou em casos em que o item é subtraído da casa de alguém ou do trabalho, ele deve ser devolvido.</p>
<p><strong>O ideal é que a família não julgue em um primeiro momento, mas ofereça ajuda.</strong></p>
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		<title>Transtorno de Tourette</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-tourette/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2017 22:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[APA]]></category>
		<category><![CDATA[farmacológico]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[tiques]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de Tourette]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno de Tourette é um distúrbio neuropsiquiátrico genético que se manifesta cerca de três a quatro vezes mais no sexo masculino do que no feminino. É considerada uma doença grave, que causa grande comprometimento psicossocial, causando sofrimento aos portadores e seus familiares. Segundo o DSM-V (APA, 2014) o Transtorno de Tourette é considerado um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno de Tourette é um distúrbio neuropsiquiátrico genético que se manifesta cerca de três a quatro vezes mais no sexo masculino do que no feminino. É considerada uma doença grave, que causa grande comprometimento psicossocial, causando sofrimento aos portadores e seus familiares.</p>
<h4>Segundo o DSM-V (APA, 2014) o Transtorno de Tourette é considerado um Transtorno de Tique e o seu diagnóstico é formado a partir da presença de quatro critérios:</h4>
<ul>
<li>
<h4>múltiplos tiques motores e um ou mais tiques vocais no mesmo quadro, mas não necessariamente ao mesmo tempo;</h4>
</li>
<li>
<h4>os tiques podem aumentar ou diminuir de frequência, mas devem persistir por mais de um ano desde o início do tique;</h4>
</li>
<li>
<h4>o início deve ocorrer antes dos 18 anos de idade;</h4>
</li>
<li>
<h4>a perturbação não é atribuída a efeitos fisiológicos de uma substância ou outra condição médica.</h4>
</li>
</ul>
<p>Os <strong>tiques</strong> são movimentos motores ou vocalizações repentinas, rápidos, recorrentes e não ritmados. Os tiques motores geralmente são os primeiros a aparecer, podem ocorrer no corpo todo, enquanto os tiques vocais aparecem, como por exemplo, no comportamento de fungar, tossir repetidamente, rir involuntariamente, pigarro e uma variedade de sons e gritos, havendo presença de ecolalia (repetição mecânica de palavras ou frases que o paciente ouve), palilalia (repetição involuntária de palavras) e coprolalia (tendência incontrolável a usar palavras obscenas).  Um aspecto característico da doença é que os sintomas mudam com o passar dos tempos.</p>
<h2>Comorbidades</h2>
<p>O Transtorno de Tourette apresenta alta comorbidade com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e com o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), levando a um questionamento sobre uma possível base neurobiológica comum (Hounie &amp; Petribú, 1999).</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O tratamento é psicossocial e farmacológico. Até o momento, não há tratamento curativo, mas o alívio dos sintomas e a promoção de maior qualidade de vida ao paciente é eficaz. O tratamento psicológico abrange atendimentos clínicos à criança, orientação de pais e educadores. Uma orientação importante é não estigmatizar o paciente, evitar atitudes superprotetoras que favoreçam a manipulação da doença por parte da criança. Na Casule, oferecemos esse tipo de atendimento com base na terapia cognitivo-comportamental.</p>
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		<title>O que é o Transtorno de Ansiedade Social do tipo Desempenho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-o-transtorno-de-ansiedade-social-tipo-desempenho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2017 22:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[APA]]></category>
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		<category><![CDATA[frustação]]></category>
		<category><![CDATA[resultado]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno de Ansiedade Social, usualmente conhecido como Fobia Social, é caracterizado por um medo acentuado, desproporcional e persistente de uma ou mais situações sociais, nas quais o indivíduo sente que está sendo observado e analisado por pessoas dentro ou fora de seu ambiente familiar, ou é exposto à possibilidade de julgamento pelos outros. Estas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno de Ansiedade Social, usualmente conhecido como Fobia Social, é caracterizado por um medo acentuado, desproporcional e persistente de uma ou mais situações sociais, nas quais o indivíduo sente que está sendo observado e analisado por pessoas dentro ou fora de seu ambiente familiar, ou é exposto à possibilidade de julgamento pelos outros.</p>
<p>Estas situações incluem comer, beber ou escrever diante dos outros, lidar com figuras de autoridade, falar ao telefone, interagir com pessoas estranhas ou do sexo oposto, ser o centro das atenções e falar em público. Neste segmento, encontra-se um subtipo específico da Fobia Social: o Transtorno de Ansiedade Social do tipo Desempenho.</p>
<p>Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da <em>American Psychiatric Association</em> (APA, 2014), os indivíduos com transtorno de ansiedade social do tipo desempenho têm preocupações que são geralmente mais prejudiciais em sua vida profissional (p. ex., músicos, dançarinos, artistas e atletas) ou em papéis que requerem falar em público. O medo do desempenho pode se manifestar em contextos de trabalho, escolar ou acadêmico, nos quais são necessárias apresentações públicas regulares.</p>
<p>A grande diferença é que àqueles indivíduos com transtorno de ansiedade social do tipo desempenho não temem ou evitam situações sociais que não envolvam o desempenho; eles são capazes de interagir com desenvoltura e de forma confortável em ambientes nos quais não tem que performar. Um músico pode ter um grau de relações sociais bastante alto, gostar de interagir com familiares, amigos e desconhecidos; porém, quando precisa se apresentar para uma plateia, exibe grandes dificuldades e pode sentir-se ansioso a ponto de não conseguir cumprir com sua apresentação.</p>
<p>Isto pode gerar sentimentos de frustração, tristeza e perda de oportunidades, limitando o repertório social dos sujeitos. Os portadores deste transtorno podem sentir-se inseguros e temerem a avaliação negativa de terceiros. Geralmente apresentam um grau de auto exigência altíssimo e costumam se cobrar em excesso. Podem ter pensamentos distorcidos como “as pessoas não estão gostando do que fazendo ou falando”, “não sei fazer isto”, “sou inútil”.</p>
<p>A forma mais comum de ansiedade de desempenho é o medo de falar em público, por ser considerado um poderoso estressor psicossocial, despertando grande ansiedade e afetos negativos, além de respostas fisiológicas, como tremores, sudorese, palpitação, dores no peito, garganta seca, respiração cansada e sensação de desmaio.  Este tipo de situação é bastante presente na vida dos indivíduos, uma vez que essa habilidade de muito exigida em ambientes profissionais e acadêmicos.</p>
<p>É importante lembrar que ajuda profissional é essencial para que se tenham resultados satisfatórios e para que o paciente fortalece sua auto estima e sua segurança interna. A psicoterapia auxilia os pacientes na modificação de seus pensamentos e crenças disfuncionais, utiliza técnicas de relaxamento, trabalha com a exposição gradual a situações de desempenho e treina as habilidades sociais para que eles consigam desempenhar suas atividades de maneira eficaz e funcional.</p>
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