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	<title>#anorexia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Qual a diferença entre anorexia e bulimia? (Vídeo Completo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 18:42:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Felipe Mendes,&#160;psicólogo da Casule! Qual a diferença entre anorexia e bulimia? Bulimia e Anorexia, dois distúrbios alimentares difíceis de identificar e muitas das vezes confundidos por suas proximidades. Por isso saber diferencia-los e identifica-los é fundamental para o tratamento! Transtornos alimentares estão diretamente ligados a risco de vida [&#8230;]</p>
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<h1 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre anorexia e bulimia? </h1>



<p>Bulimia e Anorexia, dois distúrbios alimentares difíceis de identificar e muitas das vezes confundidos por suas proximidades. Por isso saber diferencia-los e identifica-los é fundamental para o tratamento! Transtornos alimentares estão diretamente ligados a risco de vida e por isso é importante aprender a entende-los. Assista o vídeo e veja com outros olhos os distúrbios alimentares.</p>



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		<title>Síndrome da distorção da imagem corporal: o que é isso?</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-da-distorcao-da-imagem-corporal-o-que-e-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 22:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o transtorno dismórfico corporal? O transtorno dismórfico corporal (TDC), síndrome da distorção da imagem ou simplesmente dismorfofobia é uma preocupação obsessiva com algum defeito corporal suposto ou de mínima realidade, que afeta a aparência física. O termo dismorfia é uma palavra grega que significa “feiura”, especialmente na face. Com maior frequência esta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2304" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia.jpg" alt="dismorfofobia" width="600" height="927" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia.jpg 259w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/dismorfofobia-194x300.jpg 194w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">O que é o transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno dismórfico corporal (TDC), síndrome da distorção da imagem ou simplesmente dismorfofobia é uma preocupação obsessiva com algum defeito corporal suposto ou de mínima realidade, que afeta a aparência física. O termo dismorfia é uma palavra grega que significa “feiura”, especialmente na face. Com maior frequência esta condição mórbida ocorre nos adolescentes de ambos os sexos, mas pode ocorrer também em adultos, principalmente nas mulheres. O transtorno dismórfico corporal é constituído por pensamentos praticamente delirantes, com características obsessivas, resistentes a todas as demonstrações objetivas em contrário (opinião das demais pessoas, espelhos, balanças, fotos etc.), além de serem intrusivos à consciência e em geral acompanhados por rituais, características que são, também, muito semelhantes a pensamentos obsessivos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as causas do transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">As causas do transtorno dismórfico corporal são bastante discutíveis. Há duas teorias diferentes: uma biológica e outra psicológica. A teoria biológica sugere que haja um aspecto genético e que o distúrbio se acompanha de um desequilíbrio da serotonina ou de outros neurotransmissores no cérebro. Há também relato de casos que tiveram início pós-encefalite ou pós-meningite. A explicação psicológica aponta para uma baixa auto-estima; deficiência de carinho e aprovação na infância, levando a uma autocrítica destrutiva e a sentimentos de abandono. Os adolescentes podem ter medo de ficar sozinhos e isolados por toda sua vida ou acreditar que serão inúteis se não conseguirem corrigir aspectos da sua aparência. Eles desejam uma perfeição ideal em sua aparência, o que é impossível. Uma vez que a doença tenha se desenvolvido, ela é mantida pela excessiva atenção que a pessoa dedica a um comportamento auto-centrado, como verificar o “defeito” percebido e fazer comparações com outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são os principais sinais e sintomas do transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a forma mais frequente de transtorno dismórfico corporal é referente ao peso corporal. As pessoas com peso adequado para sua altura e faixa etária tendem a considerar-se acima do peso e se submetem a regimes inadequados, uso de medicamentos, vômitos forçados e exercícios físicos em excesso, gerando uma espécie de anorexia mental. Muitas vezes a dismorfofobia alegada consiste em emprestar exagerada importância a marcas mínimas e praticamente imperceptíveis, sentidas como deformantes e como observadas e criticadas por todos (o que não é verdadeiro). Tudo isso leva as pessoas que sofrem do mal a evitar lugares públicos e mesmo sair de casa (isolamento social) e a procurar por tratamentos estéticos de maneira doentia (cirurgias plásticas, tratamentos de rejuvenescimento, uso exagerado de cosméticos, cuidados exagerados com os cabelos, uso de roupas às vezes desconfortáveis, mas que escondam o corpo etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das pessoas preocupa-se com algum aspecto do seu rosto. Por ordem decrescente, as queixas mais comuns referem-se ao nariz, cabelo, pele, olhos, queixo e lábios. Em geral, elas alegam falta de simetria entre os lados do corpo ou que algo está muito grande ou muito pequeno, ou que está fora de proporção ao resto do corpo. Algumas pessoas exibem preocupação com o cheiro corporal (mau hálito, odor das axilas ou dos pés) que exalam ou com uma alegada “feiúra” geral. As pessoas com transtorno dismórfico corporal normalmente demoram muito em atividades como verificar sua aparência num espelho, apalpar sua pele com os dedos, pentear e ajeitar os cabelos, cuidar de sua pele, comparar-se com os modelos em revistas etc. Outra forma de transtorno dismórfico corporal é a anorexia nervosa em que a pessoa se vê muito mais gorda do que é de fato e não acredita nas pessoas que dizem-lhe o contrário.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como o médico diagnostica o transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico do transtorno dismórfico corporal torna-se difícil porque ele muitas vezes se confunde com a vaidade excessiva. Algumas características formais do pensamento, no entanto, podem revelar ao psiquiatra ou ao psicólogo a sua anormalidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como o médico trata o transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento mais adequado para o transtorno dismórfico corporal é uma longa psicoterapia, preferencialmente comportamental e cognitiva, embora esse tratamento seja bastante difícil ou mesmo impossível, pois grande parte dos pacientes crê-se apenas &#8220;vaidosos&#8221; e não aceita ser doente. No entanto, o transtorno dismórfico corporal é fonte de grande sofrimento e angústia para os pacientes. Muitas vezes é necessário o uso de medicamentos para tratar a ansiedade e/ou a depressão que acompanham o quadro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as complicações possíveis do transtorno dismórfico corporal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Estes pacientes frequentemente procuram cirurgiões plásticos ou dermatologistas para tratamentos estéticos, às vezes perigosos, mas nunca ficam satisfeitos com os resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/533439/sindrome+da+distorcao+da+imagem+corporal+ou+transtorno+dismorfico+corporal+o+que+e+isso.htm</p>
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		<title>Comida e culpa: uma relação bem delicada</title>
		<link>https://casule.com/blog/comida-e-culpa-uma-relacao-bem-delicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 11:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#anorexia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1992" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS.jpg" alt="Fotolia_69847124_XS" width="600" height="398" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS.jpg 425w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_69847124_XS-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como não poderia deixar de ser, a busca por uma boa alimentação remonta aos primórdios de nossa existência. Quando obter algo que pudesse nos nutrir envolvia a caça ou a coleta em campos e florestas, a cada dia em que nossos ancestrais despertavam, com eles nascia uma nova jornada de busca de provisões – exatamente como ainda ocorre no reino animal.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim, após longos períodos de procura e com o avanço da civilização, que nosso sustento pôde ser obtido de maneira simples e fácil. Dizem os historiadores, inclusive, que a comida, na forma que a conhecemos hoje, em termos de sua disponibilidade e fartura (leia-se: basta andar alguns minutos até achar o que precisamos) aparece há menos de dois séculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o acesso criou uma série de facilidades para nossa vida cotidiana, entretanto, se formos considerar o tempo de nossa vida sobre o planeta (e a escassez pela qual passamos), não seria difícil compreender a razão pela qual temos uma natural atração aos alimentos mais calóricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu explico: nosso organismo ainda não teve tempo de absorver a mudança no ambiente (leia-se: comida facilmente acessível) e, ao prever tempos de possível privação – a exemplo de como sempre ocorreu-, nos faz buscar, de maneira instintiva, mais comida do que efetivamente precisamos. Como consequência, passamos a comer muito mais do que nosso organismo necessita, criando um natural descompasso nutricional.</p>
<p style="text-align: justify;">E o problema não é apenas evolutivo, mas também educacional. Quando éramos jovens, fomos orientados (e elogiados) para comer tudo, pois isso nos ajudaria a ficar “grandes e fortes” (era uma coisa boa, lembra?). Mas, à medida que nos tornamos adolescentes, a mensagem começou a ser alterada: não deveríamos comer muito, caso contrário, “poderíamos engordar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos sido “boas&#8221; crianças, pois sempre terminávamos com a comida no prato, mas depois passaram a nos dizer que não éramos tão bons assim, pois tínhamos comido tudo, sem restrições (e isso era ruim).</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, essas ordens parentais antagônicas, somadas à nossa biologia em plena transformação, nos ajudaram a desenvolver uma grande confusão na idade adulta acerca da alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, atualmente sabemos muito mais sobre o nosso processo alimentar do que em qualquer outra época de nossa existência (conhecemos a respeito dos efeitos do açúcar ou da gordura, por exemplo), mas, o verdadeiro equilíbrio entre a informação nutricional e a sensatez comportamental se tornou algo definitivamente delicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione a isso, a mudança no padrão de beleza que a mídia e a sociedade preconizam há tempos, em que a beleza mudou progressivamente seu contorno e com ele vieram roupas cada vez menores (tamanho zero, já ouviu falar?) em função de corpos mais delgados – conduzindo-nos exatamente ao sentido oposto de nossa genética e de nossa história evolutiva. Assim, não seria de se espantar então que, com o passar do tempo, a anorexia e a bulimia nervosas tenham se tornado mais delineadas do que nunca em nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos modernos, ao que tudo indica, não conseguimos ainda achar uma equação ideal que possa nos guiar a respeito de como nos posicionar sobre alimentação sem medo.</p>
<p style="text-align: justify;">Passamos então a contar calorias – uma verdadeira tabuada mental -, em que até as crianças já estão adestradas na identificação da “dose” possível de ingestão calórica de cada refeição; sabemos a respeito dos vários tipos de dietas, do sódio em excesso, e por aí vão centenas de recomendações que sabemos tão bem de cabeça, salvaguardando-nos da obesidade (já que ela é, inclusive, uma epidemia mundial).</p>
<p style="text-align: justify;">Decorrente dessa imensa paranoia social, surge um dos maiores efeitos colaterais da modernidade: a culpa. Comer não é mais apenas um ato prazeroso, mas carregado de arrependimento, medo e vergonha.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, raramente vemos alguém se alimentando de maneira livre e leve, ou seja, sem pensamentos intrusivos de pesar ou remorso.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora historicamente tenhamos superado a escassez e possamos finalmente comer, devemos nos controlar o tempo todo – o que seguramente nos rouba o deleite de uma boa estada à mesa, resultado de uma má relação que desenvolvemos com a comida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como agir?</h2>
<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1991" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS.jpg" alt="Fotolia_52314500_XS" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS.jpg 424w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/Fotolia_52314500_XS-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como psicólogo, lhe diria para se afastar da noção de que há “bons&#8221; e “maus&#8221; alimentos. A comida não é nem boa ou má. Creio que, atualmente, há um demasiado julgamento moral quando o assunto trata de alimentação. O ganho de peso vem, na verdade, muito mais de uma alimentação emocional e dos hábitos pobres, do que propriamente aquilo que ingerimos em um determinado momento de nosso dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Colocamos demasiada pressão sobre nós mesmos para ter uma dieta perfeita e equilibrada, ou seja, se comemos de maneira adequada, somos “bons&#8221; e saudavelmente corretos, mas se comemos de uma maneira inadvertida (um pedaço a mais de pizza ou bolo, por exemplo), deixamos a mesa nos sentindo mal, como se toda a refeição não tivesse valido a pena – um verdadeiro suplício mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Acha que isso é tudo? Não…</p>
<p style="text-align: justify;">A tendência “fitness” ajuda a reforçar o sentimento de mal-estar, ao fazer com que as pessoas pensem que, além de comer controladamente (e, em muitos casos, fazer ginástica de maneira compulsiva), agora devem seguir também em direção aos alimentos orgânicos e mais naturais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p style="text-align: justify;">Entendo que a vida seja uma questão de equilíbrio, ou seja, fazer coisas que nos façam bem a maior parte do tempo. A comida não é apenas para alimentar nosso organismo, mas também tem como função alimentar nosso espírito.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio então que precisamos deixar de tropeçar nos momentos que, em teoria, deveriam ser de celebração. No nosso imaginário, alimentar definitivamente precisa se modificar. Reflita a respeito.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Algumas dicas</h2>
<p style="text-align: justify;">– Lembre-se que comer é uma questão de equilíbrio. Se você normalmente cuida de sua saúde e de sua alimentação, uma fatia de bolo com a família ou um amigo realmente não vai lhe prejudicar em nada. Não olhe para cada alimento como se ele fosse uma transgressão. Nem todos os alimentos que você come precisam ser “perfeitos&#8221; ou possuírem um baixo teor de gordura ou calorias o tempo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">– Pare de se julgar com base em suas escolhas alimentares. O que você come não define a pessoa que você é. Se você está acima do peso, por exemplo, vá com calma até atingir aquilo que lhe faria realmente feliz (tudo o que é duradouro leva tempo para ser construído).</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprenda com a experiência. Se você sabe que é uma pessoa muito esfomeada e, às vezes se descontrola, fracione suas refeições. Isso poderá ajudar-lhe a restituir seu equilíbrio. E, acima de tudo, observe seu lado emocional. Esse sim precisa de atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">E, finalmente:</p>
<p style="text-align: justify;">– Identifique as coisas que você faz com amor. Lembre-se que a “culpa” nasce exatamente pelo fato de não estarmos verdadeiramente lá, presentes na hora da refeição, mas com a cabeça em outro lugar ou em outra preocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, o que eu quero dizer com tudo isso?…</p>
<p style="text-align: justify;">Simples! Que a saúde e seu corpo (assim como a felicidade), na verdade, são um estilo de vida não definido por aquilo que você come, mas pelo que você, de fato, é, a maior parte do tempo.</p>
<p>Pense nisso!</p>
<p>Fonte: Dr. Cristiano Nabuco &#8211; http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/</p>
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		<title>Anorexia</title>
		<link>https://casule.com/blog/anorexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 20:01:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A anorexia é um distúrbio alimentar com causas familiares, sociais ou culturais. Acomete mais mulheres jovens, que se veem obesas quando na verdade estão magérrimas. &#160; A anorexia é um transtorno alimentar caracterizado pelo medo que o paciente tem de ganhar peso. Esse medo pode provocar problemas psiquiátricos graves. A pessoa anoréxica se olha no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A anorexia é um distúrbio alimentar com causas familiares, sociais ou culturais. Acomete mais mulheres jovens, que se veem obesas quando na verdade estão magérrimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A anorexia é um transtorno alimentar caracterizado pelo medo que o paciente tem de ganhar peso. Esse medo pode provocar problemas psiquiátricos graves. A pessoa anoréxica se olha no espelho e se vê obesa, embora esteja extremamente magra. A pessoa que apresenta anorexia pode também apresentar bulimia.</p>
<p>Doença que atinge principalmente mulheres adolescentes e adultas jovens, a anorexia é um problema que possui riscos clínicos e que pode levar à morte por inanição, desequilíbrio dos componentes sanguíneos ou suicídio.</p>
<p>A pessoa que possui essa doença limita severamente a quantidade de comida ingerida, comendo tão pouco quanto possível. Assim, o organismo fica carente de nutrientes, o que pode levar a diversos problemas de saúde.</p>
<p>O medo de engordar leva a pessoa a buscar várias estratégias para perder peso, como o uso de laxantes e diuréticos, jejuns, vômitos induzidos, dietas mirabolantes e exercícios físicos intensos.</p>
<p>As pessoas que apresentam a anorexia raramente assumem que estão doentes, ficando a cargo dos familiares e amigos procurarem ajuda profissional. Alguns sinais que indicam anorexia são:</p>
<p>→     Perda de peso em um curto espaço de tempo;<br />
→     Depressão, ansiedade e irritabilidade;<br />
→     Exercícios físicos intensos e em excesso;<br />
→     Isolamento da família e amigos;<br />
→     Comer escondido;<br />
→     Amenorreia (interrupção do ciclo menstrual);<br />
→     Regressão de características femininas;<br />
→     Obsessão pelo peso corporal;<br />
→     Recusa em participar de refeições junto à família;<br />
→     Pele extremamente seca;<br />
→     Saltar refeições;<br />
→     Doenças frequentes;<br />
→     Fadiga;<br />
→     Sono excessivo.</p>
<p>A falta de nutrientes no organismo em virtude da falta da alimentação pode levar a várias complicações médicas, como:</p>
<p>→     Desnutrição;<br />
→     Desidratação;<br />
→     Hipotensão;<br />
→     Anemia;<br />
→     Redução de massa muscular;<br />
→     Intolerância ao frio;<br />
→     Osteoporose;<br />
→     Em alguns casos, infertilidade.</p>
<p>Várias são as causas do aparecimento da anorexia, que pode ocorrer por fatores culturais, familiares, biológicos e psicológicos. Algumas pesquisas mostram que a maioria dos casos de anorexia está ligada ao conceito de moda atual, que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância.</p>
<p>Observados os sintomas da anorexia, a pessoa deverá ser analisada por um profissional competente, geralmente um psiquiatra. Depois de diagnosticada a doença, o tratamento deverá ser iniciado por uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, psiquiatra, clínico e nutricionista, em razão da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos que esse transtorno alimentar envolve. Em alguns casos, é necessária a hospitalização do paciente.</p>
<p>O principal objetivo do tratamento é, com a ajuda da equipe de profissionais, a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar. As terapias individuais, terapia cognitiva comportamental e orientação dos familiares são muito produtivas no tratamento da anorexia. Em alguns casos, é prescrito pelo profissional o uso de medicamentos antidepressivos que ajudam a aliviar os sintomas de depressão, ansiedade e irritação.</p>
<p>O tratamento da anorexia costuma ser demorado e difícil, devendo o paciente permanecer com a equipe multidisciplinar mesmo depois da melhora dos sintomas, para que haja prevenção de possíveis recaídas.<br />
Paula Louredo</p>
<p>Fonte:  http://www.brasilescola.com/psicologia/a-anorexia.htm</p>
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