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	<title>abuso - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>abuso - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Relações abusivas (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacoes-abusivas-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 21:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: As agressões nos relacionamentos são um problema seríssimo, que podem causar até a morte de um dos parceiros. Mas você saberia identificar uma pessoa agressiva ainda no início da relação? Confira com Ana Carolina Brando, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nHwqMl3Ui2Y?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p>As agressões nos relacionamentos são um problema seríssimo, que podem causar até a morte de um dos parceiros. Mas você saberia identificar uma pessoa agressiva ainda no início da relação?</p>
<p>Confira com Ana Carolina Brando, psicóloga da Casule!</p>
<p>Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta" target="_blank" rel="noopener noreferrer">atendimento online aqui</a> (em qualquer lugar do mundo)</p>
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		<title>EU PRECISO USAR DROGAS (?)</title>
		<link>https://casule.com/blog/eu-preciso-usar-drogas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2017 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terapia cognitiva fundamenta-se na racionalidade teórica de que o AFETO e o COMPORTAMENTO de um indivíduo são, em grande parte, determinados pelo modo como ele ESTRUTURA o mundo. Para a terapia cognitiva, mais importante do que a SITUAÇÃO REAL é a AVALIAÇÃO que o indivíduo faz a respeito dela. Por isso temos diferentes emoções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia cognitiva fundamenta-se na racionalidade teórica de que o <strong>AFETO</strong> e o <strong>COMPORTAMENTO</strong> de um indivíduo são, em grande parte, determinados pelo modo como ele <strong>ESTRUTURA</strong> o mundo. Para a terapia cognitiva, mais importante do que a <strong>SITUAÇÃO REAL</strong> é a <strong>AVALIAÇÃO</strong> que o indivíduo faz a respeito dela. Por isso temos <strong>diferentes emoções e comportamentos</strong> em <strong>diferentes pessoas</strong> quando estas estão diante de uma <strong>mesma situação</strong>.</p>
<p>Damos essa estrutura ao mundo a partir de nossos esquemas (avaliação mental firmemente estabelecidas sobre as situações). Esses esquemas, quando traduzidos em palavras, tornam-se nossas crenças básicas. Segundo Beck e colaboradores (autores referências da Terapia Cognitiva), há um grupo de crenças interagindo e que estão subjacentes ao uso de substâncias:</p>
<ul>
<li>
<h4>Crenças mais genéricas, como: “Eu não sou aceito”; “O mundo é nocivo e perigoso”; “Eu sou/estou desamparado”; “Eu sou/estou triste e solitário”;</h4>
</li>
<li>
<h4>Crenças relacionadas ao uso de substâncias, como: “A única maneira de lidar com esse sentimento é por meio do uso”; “A única maneira de lidar com o mundo nocivo e perigoso é usando drogas”;</h4>
</li>
<li>
<h4>Crenças de que é “necessário” usar substâncias para aliviar os sentimentos ruins ou o desconforto social.</h4>
</li>
</ul>
<p>Essas diversas e outras múltiplas crenças com relação a si, ao mundo e ao outro e aquelas relacionadas ao uso de substâncias interagem entre si e, ao mesmo tempo, formam uma complexa rede de avaliações e sentimentos cuja conclusão final é “eu preciso usar a droga”, de modo que o comportamento de busca se repete.</p>
<p>O problema central de um usuário de substâncias psicoativas é um conjunto de crenças relacionadas ao uso, derivadas e diretamente relacionada com suas <strong>crenças centrais básicas</strong> a respeito de <strong>si mesmo</strong>, do mundo e do outro. De acordo com o modelo Cognitivo, o uso de substâncias é uma <strong>estratégia compensatória</strong> que procura <strong>anular as crenças centrais disfuncionais</strong> e <strong>as emoções ruins</strong> que as acompanham.</p>
<h4>A terapia Cognitiva objetiva modificar e reestruturar cada um desses grupos de crenças disfuncionais, diminuindo a fissura e interrompendo o uso ou prevenindo a recaída.</h4>
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		<item>
		<title>Por que algumas pessoas não conseguem demonstrar carinho e afeto?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-algumas-pessoas-nao-conseguem-demonstrar-carinho-e-afeto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 21:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas pessoas já se questionaram que não conseguem demonstrar os sentimentos? Seja qual for a relação social, algumas pessoas sentem vergonha de demonstrar esses sentimentos, ou talvez por rejeição. Mas na verdade todos nós sabemos que precisamos desses sentimentos para nos sentirmos bem, seja qual for, um abraço ou um apoio moral sempre foi uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2618" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg" alt="casule-psicologia-sem-afeto" width="600" height="479" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg 626w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-300x240.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-610x487.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-480x383.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-600x479.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Quantas pessoas já se questionaram que não conseguem demonstrar os sentimentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for a relação social, algumas pessoas sentem vergonha de demonstrar esses sentimentos, ou talvez por rejeição. Mas na verdade todos nós sabemos que precisamos desses sentimentos para nos sentirmos bem, seja qual for, um abraço ou um apoio moral sempre foi uma ótima terapia para nós, mas quando se fala de demonstrar isso pra alguém, aí que a coisa complica…</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 3 fatores que determinam a maneira como agimos: <em>a genética, o contexto e a maneira como reagimos à esses influxos inatos e sociais.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;"><em>Por exemplo:</em></h2>
<p style="text-align: justify;">Quando somos mais novos fica muito mais fácil de expressarmos algum sentimento, pois ainda estamos sem cicatrizes. Com o tempo a vida vai nos impondo certas amarras, ficamos desacreditados e assim achamos que <em>“ninguém”</em> realmente mereça o nosso verdadeiro afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes a falta de carinho e afeto, vem da consequência da relação familiar, a frieza dos pais, a falta de diálogo, são fontes para que o filho ache isso <em>“normal”, </em>e dê continuidade a esse modo de agir, e depois venha a sofrer dificuldades em relacionamentos lá na frente. Os pais são apenas crianças crescidas que deram origem a seus filhos. Logo, são passíveis de todos os bloqueios e ressentimentos, tanto quanto você.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de não ter recebido afeto não leva à conclusão de que não tenha méritos ou não seja digno de amor. Como adulto você mesmo pode buscar o amor que necessita, ainda que não tenha recebido o que considera suficiente.  É importante que essa pessoa saiba, que existem recursos para esse tipo de problema e procurar uma psicóloga não significará o fim, ela irá te orientar o que você pode fazer diante a isso, separamos aqui algumas dicas que você pode treinar em casa mesmo, podem parecer bobos, mas são bem úteis</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dicas</h2>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Comece se aproximando fisicamente das pessoas;</li>
<li style="text-align: justify;">Desenvolva o hábito de olhar nos olhos;</li>
<li style="text-align: justify;">Avance para pequenos toques, nas mãos e nos braços;</li>
<li style="text-align: justify;">Arrisque abraços mais demorados e depois cumprimente com beijos no rosto;</li>
<li style="text-align: justify;">Faça testes em animais de estimação e acaricie o quanto quiser, depois vá gradualmente tentando com pessoas de confiança;</li>
<li style="text-align: justify;">Levante pontos positivos das pessoas para terceiros, depois para a própria pessoa e depois faça elogios completos;</li>
<li style="text-align: justify;">Se exercitar com as pessoas de modo geral, as garotas serão consequências naturais desse processo, afinal, elas tem os mesmos desejos e receios humanos que você.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
</ul>
<p>FONTE:http://doutissima.com.br/2013/12/11/por-que-algumas-pessoas-nao-conseguem-demonstrar-carinho-e-afeto-33805/</p>
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		<item>
		<title>Os riscos da divulgação de fotos e vídeos com conteúdo erótico por jovens</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-riscos-da-divulgacao-de-fotos-e-videos-com-conteudo-erotico-por-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 15:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A expansão do acesso à internet tem trazido novos caminhos e possibilidades aos jovens, mas nem sempre com resultados positivos. Cada vez mais conectados (e desconhecendo os riscos), eles expõem sua intimidade com facilidade. Segundo pesquisa da ONG Safernet divulgada neste mês, o compartilhamento de fotos íntimas em redes sociais tem se tornado hábito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A expansão do acesso à internet tem trazido novos caminhos e possibilidades aos jovens, mas nem sempre com resultados positivos. Cada vez mais conectados (e desconhecendo os riscos), eles expõem sua intimidade com facilidade. Segundo pesquisa da ONG Safernet divulgada neste mês, o compartilhamento de fotos íntimas em redes sociais tem se tornado hábito cada vez mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados apontam um aumento de 120% nas denúncias de casos de sexting (divulgação de conteúdo erótico por meio eletrônico entre adolescentes e jovens) em 2014 na comparação com 2013. Segundo a psicóloga infantil Nayara Benevenuto, as pesquisas coincidem com o que ocorre em Juiz de Fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Com grande frequência, pais e filhos têm buscado seu consultório para relatar dúvidas e inseguranças com relação à invasão de privacidade no universo on-line. Entre os casos mais comuns, segundo a psicóloga, estão o de meninas que têm vídeos de relação sexual, gravados sem seu consentimento, divulgados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vivemos numa época em que há mais facilidade no acesso ao erotismo, o que ocasiona um despreparo inclusive nos profissionais da educação no trato com o tema. Os pais estão sem tempo de acompanhar o crescimento dos filhos, enquanto os jovens não conseguem aproveitar o que as mídias oferecem de uma forma saudável”, explica Nayara.</p>
<p style="text-align: justify;">“Normalmente, o problema é que, ou os pais cobram e repreendem demais, ou eles ficam muito liberais. Em ambos os casos não costuma haver orientação e diálogo. É preciso deixar claro as consequências e acompanhar os filhos de perto, porque nós somos o filtro das crianças”, orienta. Os casos são ainda mais preocupantes, alerta Nayara, devido às consequências emocionais que as vítimas sofrem.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente neste mês, dois casos chamaram a atenção das autoridades. Em um deles, ocorrido em Lagoa Santa, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou que o Facebook retirasse do ar fotos íntimas de uma jovem de 21 anos que mostravam seu rosto e partes íntimas e divulgadas no WhatsApp por um ex-namorado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma semana, várias garotas da cidade de Encantado, no Rio Grande do Sul, procuraram a polícia após verem suas fotos e vídeos íntimos divulgados na mesma rede. Um grupo de mulheres cobrou apuração da justiça e realizou uma marcha pela cidade.</p>
<h2>Mulheres são as maiores vítimas</h2>
<p style="text-align: justify;">Conforme dados da Safernet, apesar de meninos e meninas produzirem e compartilharem imagens íntimas, as mulheres são as que mais sofrem e pedem ajuda, sendo 81% dos casos. “Ainda temos uma cultura que julga moralmente as mulheres que quiserem expor seus corpos e sua sexualidade, reflexo de um padrão de discriminação por gênero”, explica a psicóloga coordenadora do Helpline (serviço de ajuda em tempo real da Safernet – new.safernet.org.br/helpline), Juliana Cunha. Já com relação à idade, mais da metade das vítimas tem até 25 anos (sendo 25% menores de idade e 28% entre 18 e 25 anos). “Muitos daqueles que compartilham as informações também são menores, que não têm consciência de que estão cometendo um crime”, acrescenta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os riscos da divulgação de fotos e vídeos erótico por jovens</h2>
<p style="text-align: justify;">A ONG oferece um canal de denúncia e outro de ajuda às vítimas. “Damos acolhimento e apoio. Muitos têm medo de encarar o olhar do outro e se culpam pelo que aconteceu, mas é necessário orientá-los sobre seus direitos, que foram violados, e mostramos o que pode ser feito.”</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que, se o caso envolver menores de 18 anos, o crime se configura como pornografia infantil, e as autoridades são imediatamente notificadas. “Quem recebe e repassa o conteúdo também pode ser responsabilizado criminalmente”, alerta ela. Os infratores estão sujeitos à Lei Carolina Dieckmann (Lei nº 12.737/2012), que criminaliza uma série de condutas no ambiente digital, principalmente em relação à invasão de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">As denúncias de violações também podem ser feitas pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100) e pelo aplicativo Proteja Brasil (disponível para IOS e Android), que mostra onde encontrar serviços de proteção integral dos direitos das crianças e dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/intimidade-escancarada/</p>
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