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	<title>vitimização - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>vitimização - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você conhece a Síndrome de Gabriela? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-conhece-a-sindrome-de-gabriela-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo falarei sobre a distorção cognitiva culpabilização, que é conhecida popularmente pelo nome &#8220;Síndrome de Gabriela, eu nasci assim, vou ser sempre assim&#8221;. Explicarei o impacto de viver com essa distorção e os prejuízos que são causados por ela e o que podemos fazer para evitá-la. Confira com Jéssica Tibúrcio da Casule! Quer tomar [&#8230;]</p>
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<p>Nesse vídeo falarei sobre a distorção cognitiva culpabilização, que é conhecida popularmente pelo nome &#8220;Síndrome de Gabriela, eu nasci assim, vou ser sempre assim&#8221;. Explicarei o impacto de viver com essa distorção e os prejuízos que são causados por ela e o que podemos fazer para evitá-la.</p>



<p>Confira com  Jéssica Tibúrcio da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>Superando o trauma psicológico.</title>
		<link>https://casule.com/blog/superando-o-trauma-psicologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 20:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiência de dor e sofrimento emocional ou físico. Como experiência dolorosa que é, o trauma acarreta uma exasperação do medo, o que pode levar ao estresse, envolvendo mudanças físicas no cérebro e afetando o comportamento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiência de dor e sofrimento emocional ou físico. Como experiência dolorosa que é, o trauma acarreta uma exasperação do medo, o que pode levar ao estresse, envolvendo mudanças físicas no cérebro e afetando o comportamento e o pensamento da pessoa, que fará de tudo para evitar reviver o evento que lhe traumatizou. Igualmente, pode acarretar depressão, comportamentos obsessivos compulsivos e outras fobias ou transtornos, como o de pânico. Um evento traumático envolve uma experiência ou série de experiências repetidas que afetam a maneira de o indivíduo lidar com ideias ou emoções envolvidas com aquela experiência, podendo às vezes durar por um tempo indeterminado.</p>
<p style="text-align: justify;">O trauma torna a pessoa confusa e insegura, na maioria das vezes com medo de encarar o mundo de frente. Associa-se a abusos sexuais e violências em todos os sentidos, pessoas que passam por esse tipo de situação desenvolvem uma grande dificuldade de relacionamentos e também não conseguem confiar no próximo. A lembrança específica de uma memória traumática pode disparar formação de padrões defensivos de comportamento como medos exagerados em situações que não mais oferecem riscos, que não são mais apropriados ao momento atual, contribuindo com alterações ao equilíbrio psicológico, biológico e social de uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais psicólogos são procurados nos consultório por pacientes que apresentam um relevante grau de traumatização. O tempo de recuperação de um evento traumático é variável, mas num geral ele é eficaz após várias seções. Muitas pessoas vão naturalmente reduzindo as emoções provocadas pelo trauma até que ele se reduza bastante, porem se meses se passaram e os sintomas não estão se ausentando, é altamente recomendada a ajuda de um profissional que seja perito em trauma como os estresse pós psicólogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma investigação mais criteriosa deve iluminar possíveis ocorrências traumáticas anteriores, a emersão dos sintomas e suas respectivas relações etiológicas. Se as causas não forem tratadas nessas pessoas, as queixas em geral se tornam crônicas com rígido prejuízo da qualidade de vida. A psicoterapia de indivíduos traumatizados envolve o trabalho com as crenças e diálogos internos, que por um lado podem exacerbar o sofrimento com a autopiedade, desamparo, autovitimização e autodepreciação, e por outro, podem realçar as capacidades de enfrentamento e superação.</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira como enfrentamos nossos traumas, as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Algumas pessoas conseguem livrar-se de eventos traumáticos melhor do que outros.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.radarturbinado.com/2013/01/trauma-psicologico-o-que-vem-ser-e-sua.html</p>
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		<title>Como parar de se fazer de vítima!</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-parar-de-se-fazer-de-vitima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 19:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Colocar-se no papel de vítima é sempre muito destrutivo, representando uma mentalidade distorcida formada por pensamentos sombrios e negativos. Quem se sente vítima acredita que a vida é injusta, que não tem sorte e nunca é bem sucedido por circunstâncias externas que não consegue definir bem e, pior, está sempre responsabilizando os outros e até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-se-faz-de-coitado.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2718" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-se-faz-de-coitado.jpg" alt="casule-psicologia-se-faz-de-coitado" width="600" height="399" /></a></p>
<ul class="content">
<li>
<p style="text-align: justify;">Colocar-se no papel de vítima é sempre muito destrutivo, representando uma mentalidade distorcida formada por pensamentos sombrios e negativos. Quem se sente vítima acredita que a vida é injusta, que não tem sorte e nunca é bem sucedido por circunstâncias externas que não consegue definir bem e, pior, está sempre responsabilizando os outros e até Deus por seus infortúnios. Alguns ainda atribuem seu fracasso a si mesmo, mas não se dispõem ao acerto por se considerarem incapazes disso.</p>
</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Afirmações negativas</h2>
<p>Pessoas assim costumam afirmar em pensamentos e palavras algo do tipo: “Deus está sempre contra mim” ou &#8220;Pobre de mim&#8221; ou “Tudo dá errado para mim” ou “Só a mim me acontecem estas coisas” ou, ainda, “Ninguém gosta de mim”. Essas afirmações prejudicam a pessoa nas várias áreas da sua vida, assim, caso você identifique essa tendência em você melhor se livrar disso rapidamente.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Acredite em mudanças</h2>
<p>É preciso que você olhe a sua volta com desprendimento e perceba que as mudanças acontecem a cada momento, mas é preciso que você as direcione para a sua vida. Lembrando a frase de Ayrton Senna &#8220;<em>Quando você não está feliz é preciso ser forte para mudar, resistir a tentação do retorno. O fraco não vai a lugar nenhum</em>&#8220;. Invista na sua autoestima, procurando agir de acordo com o que considera admirável; busque desenvolver a autoconfiança e não demore a procurar ajuda profissional caso perceba dificuldades de agir assim sozinho. O importante é que você busque a sua fortaleza interior, que encontre caminhos que o levem a crer em suas potencialidades e em um poder superior que o sustente e auxilie.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Afirmações positivas</h2>
<p>Toda mudança se inicia no pensamento e, portanto, suas afirmações precisam ser a primeira coisa a se transformar. Troque pensamentos negativos por positivos sempre que eles ocorram em sua mente. Suas afirmações devem ser do tipo: &#8220;Eu posso&#8221; ou &#8220;Sou uma pessoa abençoada&#8221; ou &#8220;Deus me ama&#8221; ou &#8220;Sou especial e grata à vida&#8221;. A mente, dessa forma, harmoniza-se e entra em sintonia com vibrações capazes de atrair coisas boas. Quando você se permite perceber isso se sente mais autoconfiante e instigado a assumir o seu papel de gestor da própria vida.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Gratidão</h2>
<p>Pessoas gratas jamais se sentem vítimas, pois reconhecem e valorizam o que é bom em suas vidas, optando pelo otimismo e boa disposição. A gratidão é um passo importante para a superação da mentalidade de vítima, pois, coloca a pessoa em situação ativa na própria vida. Quem é grato sempre atrai bons pensamentos e, consequentemente, boas ações. A gratidão muda as lentes de quem se vê vítima e proporciona um novo olhar para si mesmo e para a própria vida.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Assuma suas responsabilidades</h2>
<p>Todos têm dificuldades e passam por momentos difíceis, você nem é o único e nem o que mais sofre, mas ao atribuir isso à má sorte ou aos outros só consegue piorar tudo. No entanto, assumindo as responsabilidades por dar a sua vida a direção que deseja, tornar-se-á muito mais forte e resoluto. Assim, tome o leme de sua vida e busque o que deseja com dedicação, empenho e fé.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://familia.com.br/superacao/como-parar-de-se-fazer-de-vitima</p>
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		<title>Dependência emocional:o amor que aprisiona.</title>
		<link>https://casule.com/blog/dependencia-emocional-o-amor-que-aprisiona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 22:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ela é bonita, inteligente, mas não consegue ser feliz sozinha. Está em um relacionamento destrutivo, faz de tudo pelo parceiro, se anula, se esgota por ele, mendiga atos de amor por parte dele. Não acredita em suas próprias capacidades, precisa da constante aprovação do companheiro e das outras pessoas, é insegura, sente ciúmes excessivamente, tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2373" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente.jpg" alt="ana-dependiente-emocionalmente" width="600" height="300" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente.jpg 660w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-300x150.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-610x305.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-480x240.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">“Ela é bonita, inteligente, mas não consegue ser feliz sozinha. Está em um relacionamento destrutivo, faz de tudo pelo parceiro, se anula, se esgota por ele, mendiga atos de amor por parte dele. Não acredita em suas próprias capacidades, precisa da constante aprovação do companheiro e das outras pessoas, é insegura, sente ciúmes excessivamente, tem medo de ser abandonada e por isso se molda conforme a vontade alheia, se esquecendo completamente daquilo que ela realmente é. Quando seu relacionamento chega ao fim, tudo parece ser uma tempestade horrível! Passa pela fase do sofrimento quase insuportável, decide que “agora tudo será diferente” e por não acreditar em seu próprio valor, logo estará de novo envolvida com promessas de amor vagas, carícias e demonstrações de afeto não muito duradouras. Algo que, agora sim, parece ser a chave de sua felicidade, mas na verdade está em uma nova prisão. ”</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a descrição de um caso real. Nele foi citado o exemplo de uma mulher que vivencia a dependência emocional, mas é preciso deixar claro que isso pode ocorrer também com homens e em outros tipos de relação, como de amizade por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante deixar claro que nem toda crise de ciúmes ou dificuldade de relacionamento é um caso de dependência emocional, às vezes a situação é sinônimo de falta de maturidade na relação – o que poderemos falar em outro momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o fato é que há uma grande diferença entre o amor saudável, aquele nos impulsiona para frente, que nos faz evoluir e respeita as nossas individualidades, daquele “amor” que nos aprisiona, que de forma alguma é considerado saudável (pelo contrário, é tóxico e destrutivo) e que nos torna “dependentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como no caso citado acima, um relacionamento baseado na dependência emocional é aquele que mina nossa autoestima, nos coloca para baixo, nos anula. Aquele onde uma pessoa esquece tanto de si mesma, que não toma mais nenhuma decisão sem que tenha a aprovação do outro, mesmo quando essa decisão está relacionada com seus gostos pessoais, com sua forma de se vestir, de cortar o cabelo. Tudo em busca de agradar ao outro e movido pelo medo de ser abandonado ou trocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, o parceiro ou parceira “admira” essa dependência, pois de certa forma sente-se lisonjeado por ter alguém que faz tudo por ele, que demonstra “tamanho amor”. Mas o curso desta relação é o estágio em que este parceiro não se sente mais capaz de retribuir as necessidades de afeto exacerbadas, sente-se também aprisionado, sufocado pela necessidade de exclusividade do outro, vê sua privacidade invadida e sua liberdade desrespeitada e consequentemente a admiração inicial não existe mais. É uma relação fadada ao fracasso – mesmo que os dois nunca venham a se separar, porque um relacionamento fracassado nem sempre é aquele que chega ao fim, há casais que passam anos ou a vida toda sustentando uma relação pouco ou nada satisfatória.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outros casos, o parceiro até possui a consciência de que não supre as necessidades afetivas do outro, mas não faz questão de supri-las ou sequer se incomoda com isso. Pelo contrário, incentiva a dependência de tal forma que passa a controlar as escolhas do outro, as amizades, as relações familiares, a forma de se comportar. A outra pessoa, em plena dependência emocional então, se vê cada vez menos valorizada, com a autoestima em pedaços, mas acredita que sua vida não faz mais sentido sem o outro, que os (poucos) momentos de afeto que recebe são suficientes, que ela não tem capacidade de ser mais amada ou melhor tratada e que ela deve lutar cada vez mais para preservar a relação, por mais destrutiva que ela possa ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que este relacionamento problemático se encerre pela decisão de um ou de ambos, a pessoa que sofre com a dependência emocional provavelmente logo irá se envolver em outras relações que seguem o mesmo padrão.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível perceber que esta pessoa frequentemente se coloca também na posição de vítima, transferindo a responsabilidade por sua infelicidade ao outro e, apesar de certas vezes demonstrar estar decidida a “ser feliz” independente de tudo e de todos, no fundo, ela mesma não acredita nesta sua capacidade (por isso está sempre em busca de preencher o vazio com outro relacionamento).</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes é difícil se perceber ou admitir estar nesta situação, mas o reconhecimento é o primeiro passo para a mudança. Ainda assim, mesmo com a consciência do que ocorre, pode ser bem difícil lidar com isso sozinho e tomar atitudes efetivas a respeito. Um profissional, como o psicólogo, pode auxiliar muito no autoconhecimento e na identificação de estratégias para que a pessoa possa alterar o seu padrão de relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Este autoconhecimento é essencial para lidar com a dependência emocional, pois quando o indivíduo se conhece, ele entende as origens e causas desta dependência, compreende os motivos que o levam a agir de determinada forma, passa a se valorizar, a aceitar suas limitações e fazer melhor uso de suas capacidades. Aprende também a ter autocontrole, pois aprende a fazer suas próprias escolhas e a lidar com seus próprios sentimentos e emoções. Reconhece quais são as suas reais necessidades e aquilo que realmente o faz bem. Confia em si mesmo e aprende a não depositar a sua felicidade em outra pessoa. Assume a responsabilidade por suas escolhas e deixa de se culpar ou de culpar os outros. Por isso é tão importante (tanto quanto tomar consciência da situação) buscar auxílio psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://psicologiaacessivel.net/2015/08/25/dependencia-emocional-o-amor-que-aprisiona/</p>
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