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	<title>trauma - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>trauma - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>O que é considerado um trauma?  (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-que-e-considerado-um-trauma-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 19:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Você sabe o que é um evento traumático? Antigamente, os eventos traumáticos eram considerados momentos ou situações grandiosas que causavam grande impacto na vida das pessoas, como guerras, catástrofes naturais, entre outros. Hoje em dia, o conceito de trauma está mais ligado à maneira como as pessoas lidam com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mRM3LhrQ8ew" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<p>Você sabe o que é um evento traumático? Antigamente, os eventos traumáticos eram considerados momentos ou situações grandiosas que causavam grande impacto na vida das pessoas, como guerras, catástrofes naturais, entre outros. Hoje em dia, o conceito de trauma está mais ligado à maneira como as pessoas lidam com acontecimentos marcantes. Para saber mais, assista ao vídeo.</p>
<p>Confira com Mariana Fonseca, psicóloga da Casule!</p>
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		<item>
		<title>O Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-tept/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 15:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[fatalidades]]></category>
		<category><![CDATA[incapacidade]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtorno de estresse pós-traumático é um transtorno de ansiedade extrema que pode surgir após a pessoa ser exposta por um evento traumático que ameaçou a sua segurança, fez sentir-se impotente, gerando stresse e sentimento de incapacidade. O TEPT desenvolve-se de forma diferente de pessoa para pessoa. Os sintomas de TEPT pode durar semanas, meses, ou mesmo anos até que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Transtorno de estresse pós-traumático é um <a id="LPlnk60439" class="OWAAutoLink" title="Ansiedade – Tratamento, tipos e sintomas" href="http://www.clinicamaxwell.com.br/tipos-tratamento/ansiedade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transtorno de ansiedade</a> extrema que pode surgir após a pessoa ser exposta por um evento traumático que ameaçou a sua segurança, fez sentir-se impotente, gerando stresse e sentimento de incapacidade. O TEPT desenvolve-se de forma diferente de pessoa para pessoa. Os sintomas de TEPT pode durar semanas, meses, ou mesmo anos até que desapareçam.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Os sintomas incluem isolamento, pesadelos,irritabilidade, cansaço emocional, etc. Pode afetar as pessoas que possuem uma experiência pessoal com fatalidades, ou aquelas que testemunham alguma situação desse tipo.  Isto pode ocorrer até mesmo com pessoas próximas de quem passou realmente pelo trauma .</div>
<div>Embora pareça que jamais vai superar o que aconteceu, procurar tratamento, buscar apoio e desenvolver novas habilidades poderá ajudar a pessoa a superar o transtorno de estresse pós-traumático e seguir em frente com a sua vida.</div>
<div></div>
<div>Os eventos traumáticos que podem levar o trasntorno de estresse pós-traumático TEPT incluem: acidentes, morte de ente querido, sequestro, assalto, abuso sexual ou físico, descaso na infância, ou qualquer outro evento que gere um sofrimento ou desespero grande.</div>
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		<item>
		<title>Transtorno do Estresse Pós-traumático (TEPT) em crianças e adolescentes</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-do-estresse-pos-traumatico-tept-em-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 13:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[tept]]></category>
		<category><![CDATA[transtornodoestressepostraumatico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de trauma foi sendo modificado ao longo do tempo e com ele, os critérios diagnósticos do TEPT. Atualmente, segundo o DSM-V (APA, 2014), o TEPT é caracterizado pela presença de cinco grupos de sintomas: exposição a um evento traumático, presença de sintomas intrusivos, evitação de estímulos associados ao trauma, alterações negativas no humor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de trauma foi sendo modificado ao longo do tempo e com ele, os critérios diagnósticos do TEPT. Atualmente, segundo o DSM-V (APA, 2014), o TEPT é caracterizado pela presença de cinco grupos de sintomas: exposição a um evento traumático, presença de sintomas intrusivos, evitação de estímulos associados ao trauma, alterações negativas no humor e nas cognições associadas ao evento e aumento da reatividade fisiológica. Em relação ao primeiro, deve haver exposição a episódio concreto ou ameaça de morte, lesão grave ou violência sexual em uma, ou mais, das seguintes formas:</p>
<ol>
<li>Vivenciar diretamente o evento traumático;</li>
<li>Testemunhar pessoalmente o evento traumático ocorrido com outras pessoas;</li>
<li>Saber que o evento traumático ocorreu com familiar ou amigo próximo. Nos casos de episódio concreto ou ameaça de morte envolvendo um familiar ou amigo, é preciso que o evento tenha sido violento ou acidental;</li>
<li>Ser exposto de forma repetida ou extrema a detalhes aversivos do evento traumático (como socorristas que recolhem restos de corpos humanos; policiais repetidamente expostos a detalhes de abuso infantil).</li>
</ol>
<p>O segundo grupo de sintomas se referem aos seguintes sintomas intrusivos associados ao evento traumático, começando depois de sua ocorrência:</p>
<ol>
<li>Lembranças intrusivas angustiantes, recorrentes e involuntárias do evento traumático. Em crianças acima de seis anos de idade, pode ocorrer brincadeira repetitiva na qual temas ou aspectos do evento traumático são expressos;</li>
<li>Sonhos angustiantes recorrentes nos quais o conteúdo e/ou o sentimento do sonho estão relacionados ao evento traumático. Em crianças, pode haver pesadelos sem conteúdo identificável;</li>
<li>Reações dissociativas nas quais o indivíduo sente ou age como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente. Essas reações podem ocorrer em um <em>continuum</em>, com a expressão mais extrema na forma de uma perda completa de percepção do ambiente ao redor. Em crianças, a reencenação específica do trauma pode ocorrer na brincadeira;</li>
<li>Sofrimento psicológico intenso ou prolongado ante a exposição a sinais internos ou externos que simbolizem ou se assemelhem a algum aspecto do evento traumático;</li>
<li>Reações fisiológicas intensas a sinais internos ou externos relacionados a algum aspecto do trauma;</li>
</ol>
<p>O terceiro grupo de sintomas se relaciona à evitação persistente de estímulos associados ao evento traumático, começando após a ocorrência do evento, conforme evidenciado por um ou ambos dos seguintes aspectos:</p>
<ol>
<li>Evitação ou esforços para evitar recordações, pensamentos ou sentimentos angustiantes acerca do situação marcante, ou associados de perto a ela;</li>
<li>Evitação ou esforços para evitar lembranças externas (pessoas, lugares, conversas, atividades, objetos, situações) que despertem recordações, pensamentos ou sentimentos angustiantes acerca do ao evento traumático, ou associados de perto a ele.</li>
</ol>
<p>O quarto grupo de sintomas são alterações negativas em cognições e no humor associadas ao evento traumático começando ou piorando depois da ocorrência de tal evento, conforme evidenciado por dois (ou mais) dos seguintes aspectos:</p>
<ol>
<li>Incapacidade de recordar algum aspecto importante do evento traumático, geralmente devido à amnésia dissociativa, e não a outros fatores, como traumatismo craniano, álcool ou drogas;</li>
<li>Crenças ou expectativas negativas persistentes e exageradas a respeito de si mesmo, dos outros e do mundo;</li>
<li>Cognições distorcidas persistentes a respeito da causa ou das consequências do evento traumático que levam o indivíduo a culpar a si mesmo ou os outros;</li>
<li>Estado emocional negativo persistente;</li>
<li>Interesse ou participação bastante diminuída em atividades significativas;</li>
<li>Sentimentos de distanciamento e alienação em relação aos outros;</li>
<li>Incapacidade persistente de sentir emoções positivas.</li>
</ol>
<p>O último grupo de sintomas diz respeito às alterações marcantes na excitação e na reatividade associadas ao evento traumático, começando ou piorando após o evento, conforme evidenciado por dois ou mais dos seguintes aspectos:</p>
<ol>
<li>Comportamento irritadiço e surtos de raiva (com pouca ou nenhuma provocação) geralmente expressos sob a forma de agressão verbal ou física em relação a pessoas e objetos;</li>
<li>Comportamento imprudente ou autodestrutivo;</li>
<li>Hipervigilância;</li>
<li>Resposta de sobressalto exagerada;</li>
<li>Problemas de concentração;</li>
<li>Perturbação do sono.</li>
</ol>
<p>O TEPT é considerado mais um dos transtornos de ansiedade, segundo Stallard (2010), estes transtornos constituem o maior grupo de problemas de saúde mental durante a infância, podendo causar um efeito significativo no funcionamento diário, criar impacto na trajetória do desenvolvimento e interferir na capacidade de aprendizagem, no desenvolvimento de amizades e nas relações familiares. O autor afirma que muitos são persistentes e se não forem tratados aumentam a probabilidade de problemas na idade adulta. O TEPT se diferencia dos demais transtornos de ansiedade por requerer a identificação de um acontecimento desencadeante. Devido às intensidades e naturezas dos estímulos traumáticos, esses produzem medo, terror e desamparo extremos à pessoa (Caballo &amp; Simón, 2011).</p>
<p>A prevalência de TEPT é de 6,5% na população geral (Cunha &amp; Borges, 2014), e seus sintomas podem perdurar por meses, ou por toda a vida. São marcados por persistência de pensamentos, sensações e comportamentos especificamente relacionados ao trauma. Tais pensamentos são indesejáveis e acabam por tomar conta do funcionamento psíquico, dificultando o desempenho do indivíduo em outras atividades (Cunha &amp; Borges, 2014; Friedman, 2009). Devido a isso, eventos traumáticos na infância podem acarretar prejuízos significativos no desenvolvimento global, comprometendo sua vida adulta (Tricolli, 2011).</p>
<p>O TEPT em crianças e adolescentes ganha uma atenção especial, devido ao momento crítico do desenvolvimento e fragilidade. Muitos dos sintomas encontrados entre crianças e adolescentes com TEPT são comuns aos adultos com o mesmo transtorno, porém algumas particularidades vem sendo destacadas nos estudos com crianças: tendências a reexperimentar ou reviver o acontecimento em formas estereotipadas e repetitivas de brincadeiras, pode ocorrer ausência de cenas retrospectivas instantâneas, regressão de etapas de desenvolvimento com comportamentos regressivos evidentes e perdas habilidades já adquiridas. Além disso são comuns sonhos aterrorizantes e outros transtornos cognitivos (Cunha &amp; Borges, 2014; Caballo &amp; Simón, 2011).</p>
<p>A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) procura identificar as principais crenças do paciente e suas relações com os sintomas apresentados, além disso aposta em novos condicionamentos para a melhora do transtorno. Procura ainda desenvolver habilidades de resolução de problemas e fortalece os pontos de amparo do indivíduo (Clarck &amp; Beck, 2012). A TCC infantil tem o mesmo propósito, porém utiliza técnicas lúdicas, brincadeiras, contos, desenhos e jogos para alcançar as mudanças necessárias. (Petersen &amp; Wainer, 2011)</p>
<p>Todos os tratamentos para TEPT com bases na TCC possuem cinco etapas básicas: psicoeducação sobre o transtorno, treinamento de relaxamento para diminuição da ansiedade, reestruturação cognitiva, exposição a objetos e lugares geradores de ansiedade, prevenção de recaídas. Esses pontos também são trabalhados com crianças e adolescentes com TEPT (Tricolli, 2011; Reinecke, Dattilio &amp; Freeman, 2009). A TCC é a base teórica mais apontada na literatura em relação a sua eficácia no tratamento desse transtorno em crianças e adolescentes.</p>
<p>Algumas abordagens buscam complementar as intervenções da TCC, entre elas a Terapia dos esquemas e TCC-Focada no trauma. Ambas propões complementos às TCC tradicional com crianças e adolescentes, alcançando resultados satisfatórios. Pesquisas que busquem testar novos meios de tratamento e novas adaptações da TCC fortalecem os tratamentos clínicos, por isso são tão importante para população como um todo.</p>
<p>No Brasil, estudos sobre TEPT e TCC são escassos, aqueles que objetivam a testagem de intervenções, como novas técnicas e formas de tratamento são ainda em menor quantidade. Se faz necessário mais produções científicas brasileiras que avaliem os tratamentos para TEPT com crianças e adolescentes, que testem as intervenções oferecidas e possam traçar o perfil daquelas que apresentem resultados positivos, com o propósito de melhorar a qualidade dos tratamentos psicológicos no país.</p>
<p>#trauma #transtornodoestressepostraumatico #tept #crianca #adolescente</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>American Psychiatric Association (2014). <em>Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders </em>– Fifith edition<em>: DSM-V</em>. 5th ed. Washington (DC): American Psychiatric Association.</p>
<p>Caballo, V.E. &amp; Simón, M.A., (2011). <em>Manual de psicologia clínica e infantil e do adolescente. </em>Editora Santos, São Paulo, SP</p>
<p>Clarck, D.A. &amp; Beck, A.T. (2012). <em>Terapia cognitive para os transtornos de ansiedade.</em> Artmed. Porto Alegre, RS</p>
<p>Cunha, M.P &amp; Borges, L. M., 2014. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) na infância e na adolescência e sua relação com a violência familiar. <em>Academia paulista de psicologia</em>. v. 33. n. 2. pp 1-24.</p>
<p>Friedman, M., (2009). <em>Transtorno de estresse agudo e pós-traumático</em>. Artmed, 4 ed. Porto Alegre, RS.</p>
<p>Petersen, C.S &amp; Wainer, R., 2011. <em>Princípios básicos da terapia cognitivo-comportamental de crianças e adolescentes, in Terapias cognitivo-comportamentais para crianças e adolescentes</em>, org. Petersen, C.S.&amp; Wainer, R., 2011. Artmed, Porto Alegre, RS.</p>
<p>Reinecke, M.A, Dattilio, F.M. &amp; Freeman, A., 2009. <em>Terapia cognitiva com crianças e adolescentes: relatos de casos e a prática clínica.</em> LMP, São Paulo, SP.</p>
<p>Stallard, P. (2010). <em>Ansiedade: Terapia Cognitivo-comportamental para crianças e jovens. </em>Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Tricolli, V.A.C., 2011. <em>Terapia cognitivo-comportamental aplicada ao estresse pós-traumático na infância, in Terapias cognitivo-comportamentais para crianças e adolescentes</em>, org. Petersen, C.S.&amp; Wainer, R., 2011. Artmed, Porto Alegre, RS.</p>
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		<item>
		<title>Violência emocional também dói!</title>
		<link>https://casule.com/blog/violencia-emocional-tambem-doi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 20:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber. Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.</p>
<p style="text-align: justify;"> O agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado &#8211; e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos. “Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.</p>
<div class="clear" style="text-align: justify;"> <img decoding="async" src="https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1491936180968" alt="" /></div>
<p style="text-align: justify;">Se ainda assim não é possível enxergar o agressor &#8211; o amor bandido às vezes transfigura a realidade &#8211; uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a isso, a profissional sugere ajuda psicológica, principalmente para buscar entender porque se permitiu viver isto. “Perguntas sobre como aprender com o erro são imprescindíveis para experiências diferentes, no futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vilamulher.uol.com.br/familia/relacionamento/violencia-emocional-tambem-doi-21182.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda o que é vaginismo</title>
		<link>https://casule.com/blog/entenda-o-que-e-vaginismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 20:34:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As causas do vaginismo e a dificuldade em manter relações sexuais não estão na vagina, mas no emocional da mulher Vaginismo é definido como um espasmo involuntário dos músculos que cercam a entrada da vagina. Ou seja, uma contração involuntária da musculatura externa da vagina que geralmente ocorre na tentativa da penetração do pênis, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>As causas do vaginismo e a dificuldade em manter relações sexuais não estão na vagina, mas no emocional da mulher</h2>
<p style="text-align: justify;">Vaginismo é definido como um espasmo involuntário dos músculos que cercam a entrada da vagina. Ou seja, uma contração involuntária da musculatura externa da vagina que geralmente ocorre na tentativa da penetração do pênis, mas também pode acontecer na tentativa de introdução de objetos eróticos, absorventes internos ou até mesmo durante um exame ginecológico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vaginismo é doença?</h2>
<p style="text-align: justify;">É preciso deixar claro que o vaginismo não é doença e também não tem nada a ver com frigidez. Trata-se de uma condição psicológica que se manifesta através de uma reação física. Também não deve ser confundido com dispareunia, que causa dor na entrada da vagina ou no fundo dela quando o pênis é introduzido no canal mas, no entanto, não impede a penetração.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como surge?</h2>
<p style="text-align: justify;">As causas do vaginismo não estão na vagina e sim no emocional da mulher. O medo da relação sexual, da intimidade, baixa autoestima, e a falta de confiança são fatores que levam a mulher vagínica a contrair não só a vagina, mas o períneo, as nádegas, os músculos da coxa e do abdome.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa dificuldade pode se manifestar desde a primeira tentativa, (vaginismo primário), como pode aparecer em mulheres que já tiveram relações sexuais normalmente e devido a algum trauma, passaram a não conseguir mais (vaginismo secundário).</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, o problema está ligado a algumas fantasias da mulher, como o medo de que a vagina não tenha espaço suficiente para receber o pênis durante o sexo, de sentir dor ou ser machucada.</p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres que têm vaginismo são normais e sentem excitação, têm lubrificação vaginal e conseguem até mesmo atingir o orgasmo como qualquer outra mulher quando são estimuladas pelo parceiro, desde que não haja a tentativa de penetração. O corpo deseja o sexo, mas a mente faz um “bloqueio”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vaginismo tem solução?</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas mulheres acabam deixando sua vida sexual de lado por vergonha de procurar ajuda. O vaginismo é uma disfunção relativamente fácil de ser solucionada. O primeiro passo para tratar o vaginismo é procurar o ginecologista e relatar o problema. Dessa forma, ele poderá encaminhar a paciente para um especialista em sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existem medicamentos solucionar este problema. O tratamento do vaginismo geralmente é feito com psicoterapia. As sessões com o psicólogo vão ajudar a paciente a compreender a ligação de seus problemas emocionais e o vaginismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da terapia, também são recomendados exercícios específicos de contração e relaxamento da vagina para que a penetração ocorra aos poucos. Através dos exercícios, a mulher vai conhecendo melhor seu corpo, penetrando primeiro os dedos, depois objetos eróticos, até conseguir ter relações normalmente com o seu parceiro. O mais importante é que ela procure a ajuda adequada que a possibilite ter uma vida sexual tranquila e saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.dicasdemulher.com.br/entenda-o-que-e-vaginismo/</p>
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		<title>Atelofobia: você sabe o que é isso?</title>
		<link>https://casule.com/blog/atelofobia-voce-sabe-o-que-e-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 21:12:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Atelofobia é um tipo de fobia caracterizada pelo medo de não ser bom o bastante ou não se sentir suficiente. Essa fobia desenvolve nos pacientes uma angústia constante pelo medo da imperfeição e do julgamento alheio. A palavra atelofobia vem do grego Ateles, que significa imperfeita ou incompleta, e phobos, que significa medo. Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Atelofobia é um tipo de fobia caracterizada pelo medo de não ser bom o bastante ou não se sentir suficiente. Essa fobia desenvolve nos pacientes uma angústia constante pelo medo da imperfeição e do julgamento alheio.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra atelofobia vem do grego Ateles, que significa imperfeita ou incompleta, e phobos, que significa medo. Esse tipo de fobia quase sempre evolui para uma depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que sofrem desse problema têm medo de errar e não se sentem capazes de completar uma atividade com perfeição. Eles sempre acham que vão cometer algum erro em suas rotinas.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo de falhar ou de ser imperfeito é classificado como uma ansiedade ou distúrbio. O problema deve ser tratado com o apoio de um profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia pode estar relacionada a algum tipo de trauma ou estresse. O paciente atelofobico pode apresentar sintomas mentais, emocionais ou físicos. O problema pode gerar palpitação, sudorese, crise de pânico e até doenças mentais mais graves.</p>
<div><strong>Fonte</strong>: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/o-que-e-atelofobia.html</div>
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		<title>Transtornos mentais: um tema mais abordado em cinema do que se imagina</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 15:22:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As artes sempre foram um campo frutífero para a representação da loucura. Desde a bela e suicida Ofélia, de Shakespeare, passando pelo universo sinuoso de Van Gogh, até o desespero do isolamento traduzido pelo grito surdo de Edvard Munch. No século 20, o cinema tornou-se o suporte perfeito para dar forma aos transtornos psiquiátricos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As artes sempre foram um campo frutífero para a representação da loucura. Desde a bela e suicida Ofélia, de Shakespeare, passando pelo universo sinuoso de Van Gogh, até o desespero do isolamento traduzido pelo grito surdo de Edvard Munch. No século 20, o cinema tornou-se o suporte perfeito para dar forma aos transtornos psiquiátricos que afligem a sociedade. Se, em 1920, &#8216;O gabinete do Dr. Caligari&#8217; usava um expressionismo sombrio para retratar o universo distorcido do protagonista, em &#8216;Birdman&#8217; — grande vencedor do Oscar 2015 —, Alejandro González Iñárritu pinta com efeitos especiais e uma câmera inquieta, a confusão mental de Riggan (Michael Keaton), atormentado pela persona que o tornou famoso no cinema.</p>



<p>Filmes como &#8216;Sniper americano&#8217; (Clint Eastwood, 2014), &#8216;Melancolia&#8217; (2011) — ao lado de &#8216;Ninfomaníaca&#8217; e &#8216;Anticristo&#8217;, compõe a trilogia da depressão de Lars von Trier — e &#8216;O lado bom da vida&#8217; (David O. Russell, 2012) trazem para as telas a forma patológica dos males da vida moderna. O cinema de terror também busca inspiração na psicopatia, tendo produzido clássicos como &#8216;Psicose&#8217; (Alfred Hitchcock, 1960) e &#8216;O iluminado&#8217; (Stanley Kubrick, 1980).</p>



<p>Além da representação estética, o cinema usa a narrativa para contextualizar os transtornos mentais, tornando o tema mais acessível ao espectador. “Esses distúrbios são vividos por seus portadores, suas famílias e por quem os cercam também como um drama”, analisa o psicólogo Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura. “O valor de um filme que tem como tema a saúde mental não precisa ser medido necessariamente por sua fidedignidade em retratar sinais e sintomas de determinado transtorno psiquiátrico”, completa.</p>



<p>Segundo Alexandre, nosso cotidiano está permeado por esses personagens. “A sociedade tende a ser hipócrita ao tratar a loucura como algo alheio a ela”, pondera. As patologias estão em todos os lugares, tanto dentro das família, como na cadeira do diretor — é o caso do polêmico Lars von Trier, que já afirmou sofrer de depressão. “Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”, afirma Alexandre, ou seja, também na vida real.</p>



<p>A professora do Departamento de Audiovisual da Universidade de Brasília (UnB) Tânia Montoro destaca que a estreita relação entre o cinema e o inconsciente humano vem desde sua origem, que coincide com o nascimento da psicanálise, no fim do século 19. “A psicanálise também trabalha com a narração e utiliza os processos cinematográficos de identificação e projeção, intimamente ligados a transtornos psicológicos.”</p>



<p>De acordo com Tânia, que é pesquisadora de narrativas audiovisuais e processos sociais, o cinema abriu um novo caminho para explorar o subconsciente humano. “A entrada pelo universo onírico que o cinema proporcionou deu passagem para a camada de subjetividade da mente humana.”</p>



<p>A pesquisadora destaca que o cinema brasileiro tem contribuído com o tema através do ponto de vista da sexualidade e dos transtornos ligados à sua formação, como é o caso de &#8216;Amarelo manga&#8217; (Cláudio Assis, 2003) e &#8216;A concepção&#8217; (José Eduardo Belmonte, 2005). Entre os longas-metragens nacionais, Tânia cita &#8216;Bicho de sete cabeças&#8217; (Laís Bodanzky, 2001) como referência na representação de ambientes psiquiátricos. “As instituição estruturantes — como manicômios, prisões, igrejas — também fazem desenvolver psicopatias. O filme de Laís chama muita atenção para isso, porque a família e a sociedade são opressoras”, analisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia</h2>



<p>O assunto aparece abordado de maneira mais leve em comédias como &#8216;A mulher invisível&#8217; (2009), de Claudio Torres. No filme, o personagem de Selton Mello entra em depressão após ser abandonado pela mulher. Sua desconexão com o mundo agrava-se na medida em que ele passa a interagir com uma namorada imaginária. Torres, que concebeu o filme após separar-se da sua mulher, acredita que o humor pode funcionar como um tipo de terapia. “A vida é tragicômica, e a melhor maneira de sair da tristeza é rir dela. Ou exorcizá-la fazendo um filme sobre ela. É o que o personagem do Selton faz ao escrever um livro.”</p>



<p>A psicóloga Patrícia Simone de Araújo Santos enxerga os filmes como um quadro extremo das enfermidades. “Claro que uma pessoa não vai ter todos os sintomas de uma doença, mas esse exagero é necessário para que o público se identifique”, explica. “Uma pessoa com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) que assiste ao filme Melhor impossível não só se identifica, mas tende a se sentir aliviada por isso”, avalia.&nbsp;“Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”&nbsp;Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o diagnóstico?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O Iluminado (1980)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg" alt="o-iluminado" class="wp-image-1851" width="561"/></a></figure></div>



<p>Na adaptação da obra de Stephen King, Jack Torrance (Jack Nicholson) e sua família vão passar uma temporada em um hotel isolado, enquanto ele escreve um livro. Durante a estadia, coisas estranhas começam a acontecer. Jack se torna cada vez mais agressivo. Além dele, a esposa e o filho convivem com visões, o que pode caracterizar um transtorno psicótico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Melhor é Impossível (1997)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg" alt="59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768" class="wp-image-1853" width="561"/></a></figure></div>



<p>A comédia mostra a relação entre um escritor renomado cheio de manias, uma garçonete e um artista homossexual que vai à falência . Quando o vizinho pede ajuda para ir visitar os pais, os três embarcam em uma viagem. Melvin, vivido por Jack Nicholson, apresenta alguns sintomas de TOC, como não pisar em linhas ou só usar talheres descartáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Birdman (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg" alt="birdman" class="wp-image-1854" width="561"/></a></figure></div>



<p>Riggan Thomson é um ator famoso por ter interpretado o papel de um super-herói no passado. Para recuperar o prestígio, Riggan resolve se aventurar pela Broadway, mas o conflito entre o personagem que ele interpretou e sua nova ambição o leva a um quadro de esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O lado bom da vida (2012)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg" alt="o lado bom da vida" class="wp-image-1855" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Bradley Cooper é Pat, um homem bipolar que, após flagrar a traição da mulher, agride o amante e é internado em um sanatório. Após o tratamento, Pat está decidido a retomar sua vida e seu casamento, mas tudo muda quando ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence). A personagem desenvolve uma compulsão sexual, após a morte de seu marido. O pai de Pat apresenta sintomas de TOC, além de vício em apostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Estranho no Ninho (1975)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg" alt="um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html" class="wp-image-1856" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson) é um criminoso que se finge de louco para não ir pela sexta vez para a prisão. Ele é encaminhado para uma instituição psiquiátrica, onde tem dificuldades para se adaptar. No filme, o personagem apresenta traços de personalidade antissocial, ou sociopatia, como a ausência de remorso, a incapacidade de aprender com os erros e a manipulação das pessoas do seu convívio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Mente Brilhante (2001)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg" alt="uma_mente_brilhante_virada_cientifica" class="wp-image-1858" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme é uma biografia de John Nash, matemático que ganhou o Nobel de economia. O protagonista formula um complexo teorema aos 21 anos e é convidado a trabalhar em um projeto secreto. Nash ouvia vozes, não tinha respostas afetivas, era introvertido e isolado, quadros que indicam esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Aviador (2004)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg" alt="aviador" class="wp-image-1859" width="561"/></a></figure></div>



<p>A cinebiografia retrata a história de Howard Hughes, um magnata com transtorno obsessivo-compulsivo centrado na busca pelo perfeccionismo a todo custo e na mania de limpeza.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sniper Americano (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg" alt="sniper-americano" class="wp-image-1860" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme de Clint Eastwood conta a história real do atirador de elite Chris Kyle, responsável por pelo menos 160 mortes no Iraque. No longa, o soldado volta da guerra e apresenta dificuldades em se reinserir na sociedade devido a uma crise de choque pós-traumático.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Psicose (1960)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg" alt="Psicose2" class="wp-image-1861" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-980x784.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-480x384.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Em Psicose, Marion Crane (Janet Leigh) se dapara com Norman Bates (Anthony Perkins), o proprietário de um motel na beira da estrada. O jovem, aparentemente tímido e calmo, na verdade, esconde um transtorno de personalidade múltipla, onde é completamente dominado por suas distintas identidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg" alt="17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330" class="wp-image-1862" width="562" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-980x582.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-480x285.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>O longa mostra a vida de um Alvy Singer (Woody Allen), um comediante pessimista que se apaixona pela complicada Annie Hall (Diane Keaton). O protagonista, obcecado pela morte, tem um quadro de distimia, similar a uma depressão suave, mas de longa duração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cisne Negro (2010)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com//wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg" alt="9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443" class="wp-image-1863" width="561"/></a></figure></div>



<p>Nina (Natalie Portman), uma jovem bailarina, é escalada para protagonizar a peça Lago dos Cisnes. Ao encarnar o papel, a dançarina confronta duas personalidades distintas, uma inocente e graciosa e outra maliciosa e sensual. Quem assiste ao filme, vê a sanidade de Nina sucumbir a esse confronto.</p>



<p class="has-text-align-left">Fonte:http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/cinema/2015/03/02/noticia_cinema,165189/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina.shtml</p>
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		<item>
		<title>Transtorno do Estresse pós-traumático: a memória do medo</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-do-estresse-pos-traumatico-a-memoria-do-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 22:34:38 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Há 70 anos, no dia 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas libertaram judeus e outros prisioneiros em Auschwitz – não apenas o mais emblemático campo de concentração capitaneado pelos nazistas, como também uma das mais profundas cicatrizes da história contemporânea. Dentre os sobreviventes, não faltam aqueles que desenvolveram traumas relacionados aos horrores vivenciados. “Ontem mesmo, li declarações de uma senhora de 95 anos que estava entre as prisioneiras; até hoje ela é perturbada por suas memórias”, conta o neurocientista Ivan Izquierdo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos falando de um quadro psiquiátrico bem conhecido: os especialistas o chamam de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Tal condição pode ser desencadeada pelas mais diversas situações – atrocidades vividas ou testemunhadas, pequenos assaltos, acidentes dos mais variados gêneros&#8230; E pode soar trivial, mas, para muita gente, traumas profundos costumam ser um enredo de aflições constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Izquierdo conta que, de cada 100 indivíduos traumatizados, entre 1 e 5 jamais conseguem superar as memórias que os atormentam. “O TEPT é um dos piores transtornos da psiquiatria”, diz ele. “O paciente fica aterrorizado por suas memórias durante boa parte do tempo. Não consegue viver, dormir, fazer sexo e, às vezes, nem mesmo se alimentar. A condição, em alguns casos, leva as pessoas ao suicídio.”</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Izquierdo, juntamente com as neurocientistas Jociane Myskiw e Cristiane Furini, acabam de publicar um artigo no qual descrevem, pela primeira vez, um mecanismo capaz de inibir as memórias traumáticas – por enquanto, apenas em ratos. O trabalho está no periódico norte-americano Proceedings of the National Academy of Science.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Superação do trauma</h2>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores da PUCRS fizeram com que um grupo de ratos passasse por uma experiência traumática. Eis como: colocaram os animais em uma gaiola especial que transmitia baixos estímulos elétricos – choques – às patas dos roedores. Em seguida, eles eram devolvidos a suas gaiolas-moradia. No dia seguinte, porém, eram recolocados no chão elétrico, mas sem o estímulo elétrico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento, os bichos se mostravam amedrontados – pois suas memórias haviam de fato registrado que aquele era um território agressivo. Estava consolidado o trauma. Consequência: os ratos traumatizados simplesmente não mais se moviam pela gaiola especial. “Eles ficavam paralisados, duros, com os músculos tensos”, observa Izquierdo. Afinal, estavam com medo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que a um segundo grupo de ratos foi administrada uma droga: o muscimol. É um psicoativo derivado de cogumelos do gênero Amanita, conhecidos pelo famoso ‘barato’ – alucinações. Essa substância foi aplicada diretamente no hipocampo dos animais. E os resultados foram surpreendentes. Os ratos desse grupo, mesmo após terem sofrido o trauma, conseguiram caminhar livremente pela gaiola especial. Ao contrário dos demais, eles não demostraram comportamento de medo; e não pareciam lá tão preocupados com a ideia de que poderiam levar novos choques.</p>
<p style="text-align: justify;">“O que conseguimos foi exatamente inibir a evocação da memória traumática”, analisa Izquierdo. “O animal conviveu com o estímulo que desencadeia o trauma; no entanto, não sofreu o estresse que dele deriva”, diz o neurocientista da PUCRS. “É a primeira vez que se observa isso.”</p>
<p style="text-align: justify;">O muscimol, porém, não é novidade. Essa droga já é conhecida há décadas. Mas a associação entre ela e a inibição de memórias traumáticas é inédita para a ciência. “A substância imita um neurotransmissor do cérebro de mamíferos”, explica Izquierdo. “Mas é impossível administrá-la a humanos”, ressalva o pesquisador. Motivo: ela prejudica – e muito – as sinapses (conexões) cerebrais. Com ela, os neurônios são gravemente prejudicados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não se sabe como ou quando esses conhecimentos poderão resultar em novas tecnologias ou tratamentos para pacientes acometidos por TEPT.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Tratamento atual</h2>
<p style="text-align: justify;">Hoje, o tratamento do TEPT se baseia na repetição dos estímulos vinculados à memória traumática. Explica-se: psiquiatras e psicólogos tentam submeter o paciente a situações semelhantes àquela que lhe perturba – seja por meio de sons, de fotografias, ou mesmo da imaginação de contextos similares àquele no qual ocorreu o trauma. Ao evocar tais estímulos, a pessoa deve tentar se habituar a eles com cada vez mais naturalidade. E, com o tempo, desvinculá-los da situação inicial que provocara a angústia.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo e trauma são conceitos bem diferentes. “Ainda que eficaz, esse é um tratamento bastante difícil”, comenta Izquierdo. “Pois, muitas vezes, a própria terapia acaba sendo também traumática para o paciente.” Isso faz com que muitos, normalmente dominados por um medo espantoso, acabem rejeitando esse método de cura&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Izquierdo esclarece que medo e trauma são conceitos bem diferentes. O trauma é uma reação exaltada a um estímulo sensorial ou psicológico do passado – que tem consequências por vezes prejudiciais ao bem-estar da pessoa. “Esse estresse pode durar toda a vida”, diz o pesquisador. Já o medo pode ser entendido como uma estratégia natural de defesa. “Sem ele, você facilmente se jogaria pela janela de um prédio, ou atravessaria uma rodovia sem nenhum receio de ser atropelado por um caminhão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2015/01/a-memoria-do-medo</p>
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