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	<title>transtorno psicológico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno psicológico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Mutismo Seletivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/mutismo-seletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mutismo seletivo é um transtorno psicológico que acomete crianças e é caracterizado pela recusa dessas crianças em falar em determinadas situações. Geralmente conseguem se expressar e se comunicar bem em alguns contextos, como em casa com os pais e irmãos, por exemplo, porém em algumas situações sociais maiores, ou na presença de adultos, ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mutismo seletivo é um transtorno psicológico que acomete crianças e é caracterizado pela recusa dessas crianças em falar em determinadas situações. Geralmente conseguem se expressar e se comunicar bem em alguns contextos, como em casa com os pais e irmãos, por exemplo, porém em algumas situações sociais maiores, ou na presença de adultos, ou desconhecidos se inibem completamente.</p>
<p>Crianças que sofrem de mutismo seletivo possuem total compreensão da linguagem e são plenamente capazes de falar com normalidade em locais onde se sentem seguras e confortáveis. O comportamento é realmente alterado em função da localidade em que estão, e não de dificuldades ou falhas de comunicação, por exemplo. Costumam apresentar dificuldade em olhar nos olhos, de se expressarem em público e muitas vezes não conseguem nem pedir para ir ao banheiro quando estão na escola.</p>
<p>Timidez excessiva, medo de constrangimento, apego, negativismo, isolamento e retraimento sociais, traços compulsivos também são características associadas ao mutismo seletivo.  Apesar de crianças com esse transtorno geralmente possuírem habilidades de linguagem normais, é possível que haja um transtorno da comunicação associado, embora nenhuma associação específica já tenha sido identificada e que isso não descarte, também, a presença da ansiedade.</p>
<p>O mutismo seletivo pode ser influenciado em função de diferentes fatores como genética; traços a própria personalidade da criança como timidez, vergonha ou preocupações excessivas; interações familiares e comportamento dos pais nos relacionamentos com os filhos; experiência negativa ou algum trauma como uma mudança brusca no estilo de vida ou um episódio de violência, por exemplo. Os sintomas costumam aparecer antes dos 5 anos de idade e em casos graves se não tratados podem desenvolver para um quadro de fobia social a partir da adolescência. Em certos casos, o mutismo seletivo pode servir como estratégia compensatória para reduzir o aumento da ansiedade em encontros sociais.</p>
<p>De acordo com o DSM-5, “a perturbação é com frequência marcada por intensa ansiedade social. As crianças com mutismo seletivo comumente se recusam a falar na escola, o que leva a prejuízos acadêmicos ou educacionais, uma vez que os professores têm dificuldade para avaliar habilidades como a leitura. O fracasso na fala pode interferir na comunicação social, embora as crianças com esse transtorno ocasionalmente usem meios não verbais (p. ex., grunhindo, apontando, escrevendo) para se comunicar e podem desejar ou ansiar pela participação em encontros em que a fala não é exigida (p. ex., papéis não verbais em peças teatrais na escola)”.</p>
<p>Os critérios de diagnóstico do mutismo seletivo de acordo com o DSM – 5 são:</p>
<ol>
<li><strong>A</strong>. Fracasso persistente para falar em situações sociais específicas nas quais existe a expectativa para tal (p. ex., na escola), apesar de falar em outras situações;<br />
<strong>B.</strong> perturbação interfere na realização educacional ou profissional ou na comunicação social;<br />
<strong>C.</strong> A duração mínima da perturbação é um mês (não limitada ao primeiro mês de escola);<br />
<strong>D.</strong> O fracasso para falar não se deve a um desconhecimento ou desconforto com o idioma exigido pela situação social;<br />
<strong>E.</strong> A perturbação não é mais bem explicada por um transtorno da comunicação (por exemplo, transtorno da fluência com início na infância) nem ocorre exclusivamente durante o curso de transtorno do espectro autista, esquizofrenia ou outro transtorno psicótico.</li>
</ol>
<p>Para o tratamento, deve ser conciliado o acompanhamento psicológico que auxiliará a criança a manifestar a fala, desenvolver importantes habilidades sociais e gradualmente iniciar o processo de exposição e também a participação dos pais, da família e da escola do paciente.</p>
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		<title>O que é a histeria?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-histeria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 20:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[automatismo]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[dissimulado(a)]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno emocional]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno psicológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A histeria é uma forma de neurose caracterizada por exagero teatral das reações emocionais e pela conversão de conflitos psíquicos em sintomas físicos. Muitas vezes a histeria dá a impressão (sem ser) de simulação. Com relação a ela talvez possamos parodiar o verso que Fernando Pessoa escreveu sobre o poeta, mantendo as mesmas metáforas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A histeria é uma forma de <span class="postTip word_cnt_556090_6">neurose</span> caracterizada por exagero teatral das reações emocionais e pela conversão de conflitos psíquicos em <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> físicos. Muitas vezes a histeria dá a impressão (sem ser) de simulação. Com relação a ela talvez possamos parodiar o verso que Fernando Pessoa escreveu sobre o poeta, mantendo as mesmas metáforas que ele usou:</p>
<p style="text-align: justify;"><i>&#8220;O poeta (o histérico) é um fingidor</i></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Finge tão completamente</i></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Que às vezes finge que é dor</i></p>
<p style="text-align: justify;"><i>A dor que deveras sente.&#8221;</i></p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Quais os <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> da histeria?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Os <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> da histeria são polifacéticos e podem imitar praticamente qualquer enfermidade. Eles são de dois tipos: <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> conversivos, constituídos por expressões físicas de conflitos emocionais (paralisias, <span class="postTip word_cnt_556090_3">parestesias</span>, contraturas, anestesias, perda da fala ou da <span class="postTip word_cnt_556090_7">visão</span>, etc.) e <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> dissociativos, em que ocorre uma cisão da consciência, originando bizarrias psicológicas como automatismos, estados crepusculares, <span class="postTip word_cnt_556090_4">amnésias</span>, desmaios, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Quais as características psicológicas das pessoas com <span class="postTip word_cnt_556090_6">neurose</span> histérica?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Os histéricos reagem às pessoas e situações com grandes arroubos emocionais caricatos e procuram chamar a atenção sobre si exibindo o que consideram ser características atraentes (beleza física, superioridade moral, bons modos, vestir-se bem, etc.) ou buscando causar compaixão ou ciúmes. Eles geralmente adornam suas falas com termos superlativos e suas performances logo se mostram pouco autênticas e sem genuinidade. São interiormente anárquicos, não sabem bem o que querem; são impontuais e despreocupados com detalhes. Guiam-se mais por intuições e impressões repentinas que por juízos serenos e bem fundamentados. Sentem-se aborrecidos com as tarefas rotineiras, mas só se envolvem em empreendimentos novos se eles prometem atrair atenção.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Outros traços psicológicos são:</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Emocionalidade:</b> Os histéricos habitualmente reagem aos acontecimentos com uma exuberância emocional inadequada, chegando, por vezes, a serem espalhafatosos. No relacionamento pessoal parecem efusivos e cordiais, e decepcionam-se com o que lhes parece ser a frieza das demais pessoas. A sua linguagem, além de superlativa, é recheada de frases de efeito e eles podem tornar-se pouco fieis à verdade se algum adorno que a falseia parece conferir a ela um aspecto mais bombástico.</li>
<li><b>Dramatização: </b>Ao invés de apenas falar, os histéricos dramatizam sua expressividade e fazem isso principalmente em relação às doenças. Ao invés de apenas falar que a perna lhes dói, os histéricos a arrastam. Quando tristes, irrompem em choros convulsivos e se estão alegres explodem em gargalhadas altissonantes. Suas manifestações e suas vestes, por exemplo, são planejadas para chamar atenção. Nas mulheres há um exagero caricatural da feminilidade e nos homens uma certa afetação.</li>
<li><b>Sedutividade:</b> Os histéricos procuram ter um comportamento sedutor. Muitas vezes a sedutividade dos histéricos é dissimulada sob a forma de galanteios ou elogios, mas às vezes é claramente erotizada. Para tal, as mulheres histéricas podem até tornarem-se sexualmente promíscuas. As pessoas que também se utilizam dessas mesmas táticas são vistas por elas como rivais.</li>
<li><b>Sugestionabilidade: </b>Os histéricos são também muito sugestionáveis e podem ser influenciados tanto por pessoas quanto por situações. Se, por exemplo, acompanhar algum doente, é possível que tempos depois o histérico venha a sentir os mesmos <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> da pessoa a quem assistiu. Quando admiram determinada pessoa, dentro em pouco estão se comportando como ela. Se passarem a conviver num meio social novo, adotam rapidamente os costumes dele.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O que são crises histéricas?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">As crises histéricas são episódios em que os <span class="postTip word_cnt_556090_5">sintomas</span> histéricos sobrevêm de maneira repentina, em geral à raiz de uma situação emocional desagradável. Um caso especial delas é o representado pelos desmaios histéricos, que imitam os desmaios epilépticos. Os fatores desencadeantes dessas crises em geral são ligados à vida amorosa (o namorado que foi flagrado com outra, o amante que partiu, o marido que brigou com a paciente, dentre outros). Esses fatos dificilmente são tomados na sua expressão real e o histérico acrescenta a eles uma boa dose de fantasia, de modo a torná-los ainda mais drásticos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Como diferenciar os desmaios epilépticos dos desmaios histéricos?</b></h2>
<table border="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><b>Epilépticos</b></td>
<td><b>Histéricos</b></td>
</tr>
<tr>
<td>Acontecem em qualquer situação, até mesmo durante o sono.</td>
<td>Só ocorrem em presença de outras pessoas. Necessitam de uma platéia.</td>
</tr>
<tr>
<td>Perdem o <span class="postTip word_cnt_556090_1">tônus muscular</span>repentinamente e, em geral, se ferem.</td>
<td>Não se machucam. Caem vagarosamente e se protegem.</td>
</tr>
<tr>
<td>Quase sempre mordem a<span class="postTip word_cnt_556090_2">língua</span> durante as convulsões.</td>
<td>Com os histéricos isso não acontece.</td>
</tr>
<tr>
<td>Perdem <span class="postTip word_cnt_556090_8">urina</span> durante os desmaios.</td>
<td>Com os histéricos isso não acontece.</td>
</tr>
<tr>
<td>Babam muito durante as crises.</td>
<td>Com os histéricos isso não acontece.</td>
</tr>
<tr>
<td>Recobram a lucidez e a orientação aos poucos.</td>
<td>Os histéricos recobram-nas mais rapidamente.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/224570/o+que+e+a+histeria.htm</p>
<h2></h2>
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