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	<title>transtorno paranóide - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como manter a autoestima?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-a-autoestima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 18:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno paranóide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comemorar as pequenas vitórias, ser você mesma, aceitar os elogios,ter objetivos&#8230; Reconquiste sua autoestima já! 1.  Agradeça pelo que tem Faça uma lista das coisas boas da sua vida — uma casa confortável, filhos saudáveis, um marido companheiro, um emprego bacana. Tudo isso vai ajudar você a refletir sobre o que conquistou e o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-autoestima.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2030" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-autoestima.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-autoestima" width="600" height="603" /></a></p>
<h2 class="post-intro">Comemorar as pequenas vitórias, ser você mesma, aceitar os elogios,ter objetivos&#8230; Reconquiste sua autoestima já!</h2>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">1.  Agradeça pelo que tem</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Faça uma lista das coisas boas da sua vida — uma casa confortável, filhos saudáveis, um marido companheiro, um emprego bacana. Tudo isso vai ajudar você a refletir sobre o que conquistou e o que planeja para o futuro.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">2. Fale com a família e os amigos sobre suas realizações</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Um estudo da Associação Americana de Psicologia concluiu que comentar o próprio sucesso com pessoas queridas ajuda a reforçar a autoconfiança e a elevar o otimismo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">3. Ria de si mesma</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Não leve tudo a ferro e fogo e não se leve tão a sério! Às vezes, dar risada das situações difíceis é a melhor forma de solucioná-las. Lembre-se: bom humor é um sinal claro de auto-estima.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">4. Enxergue a realidade sem exageros</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Não faça drama: encare seus problemas sem aumentá-los. Mas não os diminua, fazendo de conta que não existem. O meio-termo é o melhor caminho. Uma tarefa que não saiu perfeita desta vez pode ser melhorada no futuro.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">5. Valorize seu corpo</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Ame cada centímetro do seu corpo — ainda que haja mais centímetros do que você gostaria. E se você não estiver satisfeita com o espelho? Há muitas soluções possíveis: malhar, fechar a boca, fazer um tratamento&#8230; Só não vale ficar apenas reclamando, sem tomar nenhuma atitude concreta!</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">6. Basta-se</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Aprenda a ser feliz sem depender dos outros. Quem gosta de si não dá muita bola para os momentos de solidão. Escolha um programa que lhe agrade (cinema, praia, caminhada) e vá sozinha.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">7. Conheça seus pontos positivos</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Faça uma lista com suas principais qualidades. Quando alguém criticar você, recorra a essa lista para lembrá-lo de suas virtudes.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">8. Preserve as amizades</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Preserve as boas e antigas amigas — aquelas que lhe puxam a orelha quando necessário mas sem lhe colocar para baixo. Um bom bate-papo pode ser terapêutico.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">9. Invista em relacionamentos produtivos</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Jamais namore um homem pelo qual não é apaixonada por acreditar que você não é capaz de conseguir algo melhor. E não se anule, fazendo apenas as vontades do parceiro e sufocando as suas.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">10. Fuja das fofocas</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Se você tem o péssimo costume de fofocar, vai achar que todas as suas amigas fazem o mesmo, falando mal de você pelas costas. Esse hábito enfraquece sua confiança nas pessoas. Deixe a vida dos outros de lado e valorize mais a sua.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span class="destaque">11. Defenda suas opiniões</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Deixe a timidez de lado. Todos gostam de vermelho, e você do amarelo? Mantenha seu ponto de vista.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.spaurbanosl.com.br/dicas/conteudo/dicas/11-dicas-para-aumentar-sua-auto-estima</p>
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		<title>O que saber sobre esquizofrenia.</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-saber-sobre-esquizofrenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 20:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia específica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno paranóide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a esquizofrenia? A esquizofrenia é um transtorno mental grave que afeta praticamente todos os processos mentais (afetividade, percepção, pensamento, motivação, memória, etc.) e que se caracteriza em geral pela presença de ambivalência emocional, alucinações (de qualquer dos cinco sentidos, mas predominantemente auditivas e visuais), alterações da forma e do conteúdo do pensamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1959" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia.jpg" alt="casule-psicologia-esquizofrenia" width="600" height="305" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia-300x152.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia-480x244.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia-600x305.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é a esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia é um transtorno mental grave que afeta praticamente todos os processos mentais (afetividade, percepção, pensamento, motivação, memória, etc.) e que se caracteriza em geral pela presença de ambivalência emocional, alucinações (de qualquer dos cinco sentidos, mas predominantemente auditivas e visuais), alterações da forma e do conteúdo do pensamento (sobretudo delírios) e alterações do contato com a realidade. Juntamente com a paranoia e a antiga psicose maníaco-depressiva, as esquizofrenias compõem o grupo das enfermidades mentais comumente chamadas psicoses.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual a causa da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A causa da esquizofrenia não é inteiramente conhecida e parece mesmo não haver um fator causal único, mas multifatores levando a esta condição. A doença parece ser devida ao quadro psicológico (consciente e inconsciente); ao ambiente e ao histórico hereditário familiar para a própria doença e para outros transtornos mentais aparentados. Mais recentemente, tem-se postulado que o uso de substâncias psicoativas pode estar envolvido no desencadeamento de surtos esquizofrênicos que sejam latentes. As teorias genéticas postulam uma participação hereditária; as neurobiológicas defendem que a esquizofrenia é causada por alterações estruturais ou químicas do cérebro; a teoria psicanalítica defende a importância de fatores psicológicos precoces e as teorias familiares alegam a importância de estruturas e formas de comunicação anômalas. Mais recentemente a teoria dos neurotransmissores, segundo a qual a doença estaria ligada à alteração de certos neurotransmissores cerebrais, vem ganhando terreno.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como a esquizofrenia começa?</h2>
<p style="text-align: justify;">Geralmente a esquizofrenia começa na adolescência ou no adulto jovem, embora possa também começar antes ou depois disso. Tanto pode iniciar-se de forma aguda e exuberante como de maneira insidiosa e larvar. Às vezes a doença se manifesta agudamente, quase que da noite para o dia, por assim dizer; outras vezes as pessoas próximas ao enfermo só se dão plena conta da anormalidade depois de meses de iniciada a doença. Como as mudanças dão-se paulatinamente, é possível que as pessoas que tenham contatos mais esparsos com o paciente as notem mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">De início pode ocorrer uma tensão imotivada, insônia, queda dos rendimentos no estudo ou no trabalho (que às vezes acabam sendo interrompi-dos), prejuízo da atenção e da concentração. Aos poucos o paciente vai perdendo o interesse pelas coisas que antes gostava, torna-se mais ensimesmado, alega estar ouvindo vozes ou tendo visões que não correspondem à realidade e passa a ter pensamentos e vivências estranhos. Começa a mostrar desleixo com a sua aparência e descaso com sua higiene pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">A fase inicial pode passar despercebida pelos familiares ou ser negada e encobertada por falsas explicações. A doença só fica clara quando o paciente começa a ter alucinações ou delírios estranhos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Em quem ocorre a esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia ocorre em cerca de 1% da população, a maioria dos casos se inicia entre os 15 e os 25 anos. A incidência dela é igual nos homens e nas mulheres, bem como nas diversas culturas e classes sociais. Há uma evidente participação genética, mas o fator genético não é a causa única. Em mais de 80% dos pacientes não se conhece um familiar que tenha tido a doença. No caso de um dos pais ser esquizofrênico, a probabilidade do filho vir a ter a doença é de 12% e ela aumenta para 40% no caso de ambos os pais sofrerem desta condição.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são os sintomas da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas da esquizofrenia são extremamente variados, mormente porque existem diferentes formas da doença, como veremos.</p>
<p style="text-align: justify;">Classicamente, Bleuler descreveu três sinais fundamentais: autismo, ambivalência afetiva, desagregação do curso do pensamento. Num sentido clínico mais imediato tem-se indiferença afetiva em relação à realidade (isolamento); falsas percepções (alucinações), principalmente auditivas e visuais, e alterações na forma e conteúdo do pensamento (desagregações e delírios).</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas da esquizofrenia podem ser divididos em positivos e negativos. Os sintomas positivos em geral acontecem na fase aguda da doença e são como que “acrescentados” às funções psíquicas normais e as distorcem, como as alucinações e os delírios, a desorganização do pensamento, a invenção de palavras, a impulsividade, a ansiedade e a agressividade. Os sintomas negativos são de cunho deficitário, no nível das emoções, da motivação, do pensamento e das relações interpessoais, tais como a abulia, a apatia, o isolamento social, a indiferença emocional, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas positivos ou negativos não ocorrem igualmente em todos os esquizofrênicos. Em cada paciente há a predominância de uns ou de outros. Também o tempo de evolução da enfermidade tem importância: os sintomas negativos tendem a predominar na esquizofrenia tardia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as formas da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">As formas da esquizofrenia são estabelecidas clinicamente, com base nos sintomas. Fala-se atualmente em cinco formas de esquizofrenia: paranóide, desorganizada, catatônica, indiferenciada e residual.</p>
<p style="text-align: justify;">Na esquizofrenia paranóide que, em geral, tem forma de início aguda, predominam os sintomas positivos, principalmente o delírio paranóide (de perseguição ou grandeza), relativamente bem estruturado, e as alucinações. Na forma desorganizada há principalmente transtornos afetivos e do curso do pensamento. As idéias delirantes são mal estruturadas ou não têm nenhuma organização. Nas formas catatônicas predominam as alterações da motricidade, da vontade e da atividade. A forma indiferenciada, de início insidioso, é marcada por apatia e indiferença em relação a mundo externo, com diminuição dos rendimentos nos estudos e no trabalho. A forma residual representa a etapa final da evolução da esquizofrenia. Nela há um predomínio de sintomas negativos, um embotamento afetivo e uma pobreza de produção mental.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual o tratamento da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da esquizofrenia é multidisciplinar e envolve, além da medicação, a psicoterapia, a terapia ocupacional, a intervenção familiar, a musicoterapia e a psicoeducação. Embora não visem a cura, esses procedimentos ajudam muito a controlar os sintomas. O tratamento farmacológico merece menção à parte. Os antipsicóticos são efetivos no controle dos sintomas, em cerca de 70% dos casos. Eles agem sobre os neurotransmissores cerebrais como a dopamina, serotonina e adrenalina.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual o prognóstico da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia é uma doença incurável, embora as diversas formas de tratamento proporcionem um controle muito efetivo dos sintomas. A personalidade do paciente fica alterada após cada surto da doença ou se altera gradativamente nos casos de curso insidioso. Depois de alguns anos de doença e com o avançar da idade do paciente, a esquizofrenia se estabiliza, tendendo a não ocorrerem novos surtos ou a não mais evoluir. No entanto, a personalidade do paciente já estará gravemente alterada, no sentido de um significativo alheamento social, uma marcante falta de afetividade e uma grande deficiência de produtividade. Em geral, esses pacientes não têm condições de manter o estudo, uma família ou um emprego. No máximo conseguem desempenhar atividades muito simples e rotineiras que não requeiram criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/224725/esquizofrenia+o+que+saber+sobre+ela.htm</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
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