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	<title>transtorno opositivo desafiador - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno opositivo desafiador - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>TOD – Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/tod-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 11:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é um dos distúrbios mais comuns na infância. De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-5), o TOD é uma condição que afeta diretamente o aspecto comportamental onde a criança ou o adolescente apresenta um quadro de irritabilidade, padrões persistentes de comportamentos negativistas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é um dos distúrbios mais comuns na infância. De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-5), o TOD é uma condição que afeta diretamente o aspecto comportamental onde a criança ou o adolescente apresenta um quadro de irritabilidade, padrões persistentes de comportamentos negativistas, desobedientes e desafiadores.<br />
O TOD faz parte do grupo de transtornos chamados disruptivos, isso porque as crianças que os apresentam tendem a causar perturbação para aqueles ao seu redor, se colocando em conflito com normas sociais ou figuras de autoridade. Crianças e adolescentes com TOD são rebeldes, teimosos, se opõem a adultos e se recusam a obedecer. Frequentemente tem explosões de raiva e dificuldade para controlar suas emoções.<br />
Obviamente, qualquer criança ou adolescente, por mais comportada que seja, pode, ocasionalmente ser hostil ou se recusar a cooperar, no entanto, naqueles diagnosticados com TOD, esses comportamentos de raiva, oposição e agressão são constantes.<br />
Usualmente, elas tendem a ser ressentidas e facilmente se aborrecem com as outras pessoas, a quem culpam por seus próprios erros e dificuldades. Elas geralmente tem uma baixa tolerância à frustração e rapidamente perdem a paciência. Essas crianças costumam ser discriminadas, perdem oportunidades e desfazem círculos de amizades. Não raro, sofrem bullying e são retiradas de eventos sociais e de programação da escola por causa de seu comportamento difícil. Os pais evitam sair ou passear com elas e muitas vezes as deixam em casa ou com parentes.<br />
Indivíduos com TOD podem resistir a executar tarefas escolares que exijam autodeterminação porque recusam a se conformar às exigências dos outros. Tal comportamento deve ser diferenciado da aversão a escola ou as tarefas de alta exigência mental causadas pela dificuldade em manter um esforço mental prolongado, esquecimento de orientações e impulsividade como acontece com os alunos com dificuldade de aprendizagem.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Desobediência – frequentemente se opõe a regras;<br />
Desafia normas e recomendações de adultos;<br />
Ignora solicitações;<br />
Propositalmente irritam adultos e perturbam os outros;<br />
Culpam os outros pelos seus próprios erros;<br />
Apresentam ressentimento e surtos de raiva frequentes;<br />
Buscam por vingança;<br />
Hostilidade;<br />
Agressão verbal.</p>
<p>Esses comportamentos são considerados como parte do transtorno quando são constantes ao longo do tempo e quando são excessivos, se comparados aos de outras crianças. Pode ser limitado a um único ambiente ou se manifestar em diferentes espaços (casa, escola, casa de parentes e amigos, etc).<br />
Geralmente as primeiras características do transtorno aparecem durante a pré-escola, mas pode também, embora mais raramente, se manifestar durante a adolescência.</p>
<h2>Causas</h2>
<p>Não há uma causa específica para o TOD, porém a maioria dos especialistas considera que o TOD é consequência de uma combinação de predisposição neurobiológica e, principalmente, fatores de risco psicológicos e do ambiente social (relacionamento negativo com os pais, pais negligentes ou ausentes, comportamento agressivo dos pais, vivências de vulnerabilidades sociais, ambiente social desregrado, instabilidade familiar, abuso físico, social ou psicológico, dificuldade em construir relações sociais, vivência em comunidades com altos índices de criminalidade e/ou situações de miséria).<br />
É comum o TOD estar associado a outros transtornos como o TDAH, o que dificulta o manejo do comportamento da criança. Em crianças autistas é comum a ocorrência de comportamentos de oposição, no entanto, esses comportamentos nem sempre são manifestados propositadamente como ocorre nas crianças diagnosticadas com TOD. O mesmo ocorre com crianças com deficiência intelectual, onde comumente não há ação intencional de se vingar, perturbar ou hostilizar o outro. O diagnóstico de comorbidade nesses casos deve ser realizado com maior cautela.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Procurar tratamento para crianças e adolescentes com suspeita de TOD é muito importante. Quando não tratado, o TOD pode se desenvolver para outros transtornos de comportamento mais graves como transtorno de conduta ou de personalidade antissocial. Além disso, adolescentes com TOD têm risco aumentado para transtornos de ansiedade, uso de drogas e delinquência. Evidências sugerem que quanto mais cedo a intervenção, melhores são as chances do tratamento.<br />
O tratamento consiste de uma combinação de estratégias. Considerando que o desenvolvimento do transtorno está relacionado a fatores de risco sociais (sobretudo do ambiente familiar), além da terapia psicológica com a criança ou adolescente, deve-se incluir orientação e treino dos pais e terapia familiar.<br />
Segundo artigos publicados, há características comuns em mães de pacientes acometidos pelo TOD. Entre elas  há relato de sentimento de incompetência como mães e menos assertividade no manejo comportamental dos filhos.<br />
Em geral, estas mães costumam chegar muito fragilizadas ao consultório. Nestes casos, o próprio início do tratamento psicológico poderá ser delicado, pois a criança repetirá com o profissional a mesma conduta opositiva habitual. Uma vez constituído o vínculo terapêutico, a criança será desafiada a pensar sobre suas emoções e sobre como responde sobre elas.<br />
Além da intervenção em Psicologia, alguns pacientes também podem se beneficiar do uso de medicamentos, principalmente quando o TOD está associado a outros transtornos como ansiedade e depressão.<br />
Com o tratamento, crianças e adolescentes podem melhorar os sintomas do TOD. Com a terapia eles aprendem novas habilidades sociais e técnicas para controlar sua raiva, e desenvolvem recursos para lidar com situações de frustração. A intervenção também ajuda os pais a aprenderem as melhores estratégias para disciplinar os filhos. O tratamento também pode envolver orientações para profissionais da escola, como professores e orientadores educacionais.<br />
Devido a complexidade do plano de tratamento, que envolve mudanças estruturais no ambiente social, o tratamento pode durar alguns anos.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>https://www.psicoedu.com.br/2017/01/transtorno-oposicao-desafiante.html</p>
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		<title>Crianças que desafiam: o Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-que-desafiam-o-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2017 15:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[TDO]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”. Manifesta-se na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”.</p>
<p style="text-align: justify;">Manifesta-se na infância antes dos 8 anos de idade, e pode agravar-se na adolescência. Geralmente inicia-se no ambiente doméstico e estende-se para outros ambientes e situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevalência é de 2 a 16% da população em idade escolar, sendo mais comum em meninos do que meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma causa específica para este transtorno, mas acredita-se que fatores genéticos associados a desencadeadores domésticos podem estar associados. O TOD é mais comum em filhos de pais que apresentam transtornos de conduta, humor, personalidade antissocial ou uso abusivo de drogas, e também nos casos de separação dos pais e alienação parental, quando a criança vivencia situações e experiências negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum entre os 2 e 3 anos de idade a criança apresentar um comportamento desafiador e opositor, principalmente quando está com fome, cansada, estressada ou chateada. Estes sintomas tendem a diminuir e desaparecer com o passar do tempo, o que não acontece nas crianças que apresentam o transtorno. Por isso, o diagnóstico de TOD deve ser bastante criterioso, uma vez há um padrão recorrente de comportamento opositor, desafiador, negativista, desobediente e extremamente hostil, que é caracterizado por teimosia exagerada, resistência a cumprir com as regras e combinados, além de incomodar e perturbar as pessoas deliberadamente. Para uma hipótese de TOD, os sintomas citados acima devem persistir por pelo menos 6 meses, e causar prejuízo social e acadêmico significativo, além de destoar do comportamento observado em outras crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o TOD ocorre em comorbidade com outros transtornos, incluindo transtornos de humor, ansiedade, conduta e déficit de atenção/hiperatividade, aumentando a necessidade do diagnóstico precoce e intervenção, para desenvolver ações preventivas junto à criança, família e educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico de TOD somente será possível no caso de deficiência intelectual, quando o comportamento opositor for maior do que o observado em crianças da mesma idade, gênero e grau de deficiência, bem como nas perdas auditivas ou transtorno de linguagem, quando há dificuldade em atender comandos devido a prejuízos causados por estes quadros.</p>
<p style="text-align: justify;">A intervenção e tratamento precoce do TOD são fundamentais para melhorar o comportamento e a qualidade de vida da criança com este transtorno, além de prevenir que evolua para um Transtorno de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diagnóstico de TOD, pelo menos <strong>quatro</strong> das características abaixo deverão estar presentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Frequentemente perde a paciência;<br />
2) Frequentemente discute com adultos;<br />
3) Frequentemente desafia ou se recusa ativamente a obedecer às solicitações ou regras dos adultos;<br />
4) Frequentemente perturba as pessoas de forma deliberada;<br />
5) Frequentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento;<br />
6) Frequentemente se aborrece sem motivos;<br />
7) Frequentemente mostra-se enraivecido e ressentido;<br />
8) Frequentemente é rancoroso ou vingativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento pode incluir a psicoterapia numa <strong>abordagem cognitivo-comportamental</strong>, que busca melhorar as habilidades de resolução de problemas, de comunicação e controle de impulso, e a psicoterapia familiar, que promove mudanças dentro do ambiente doméstico, e visa melhorar também as habilidades de comunicação e as interações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à medicação, embora não seja considerada eficaz para o tratamento do TOD, pode ser usada quando outros transtornos estiverem presentes, caso o especialista considere conveniente. Vale ressaltar que nem todo comportamento opositor e desafiador é um transtorno, e algumas vezes os pais necessitam de ajuda para estabelecer limites. Embora representem uma figura de autoridade para os filhos, não significa que deverá desempenhar somente funções punitivas. Por isso, é importante regras firmes e claras, mas flexíveis para permitir experimentação e escolha, respeito e acolhimento para ouvir as demandas da criança, e liberdade que permita o processo de crescimento e construção de individualidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A importância das regras</h2>
<p style="text-align: justify;">Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar ás crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afeto. Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem devem posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais não devem fazer</h2>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens á distância &#8211; Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens vagas &#8211; Pedir á criança que se comporte &#8220;como um bom menino&#8221; não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens complexas &#8211; Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as actividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens com antecedência &#8211; Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações &#8211; Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança náo consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens sob a forma de pergunta &#8211; Perguntar &#8220;podes ir agora fazer os trabalhos de casa ?&#8221; deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens em tom ameaçador &#8211; É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança tende a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.guiameubebe.com.br/artigos/157-tod-transtorno-desafiador-opositivo</p>
<p>http://umdiacomtdah.blogspot.com.br/2012/07/transtorno-de-oposicao-e-desafio-tod.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Terapia de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 19:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Casule Saúde e Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Nayara benevenuto]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento psicológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é? A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os transtornos da infância podem ser preditores de psicopatologias na vida adulta, a terapia infantil é extremamente relevante pela função preventiva de suas intervenções.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos atendimentos da criança, também são realizadas intervenções com a família e reuniões na escola a fim de coletar alguns dados pertinentes à queixa da criança e ao desenvolvimento da mesma. As sessões com os pais são extremamente importantes, pois os pais são colaboradores diretos no fornecimento de dados terapêuticos, fatores que contribuem para a manutenção da demanda apresentada e o mais importante, o terapeuta poderá fazer uma análise das práticas educativas utilizadas pelos pais. Orientações aos pais serão frequentes e acontecerão de acordo com a observação do progresso na criança na terapia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como funciona?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Na Casule Saúde e Bem-estar, a terapia infantil é indicada para crianças a partir de 4 anos, tem frequência semanal e duração de 45 minutos. Conta-se com linguagem adaptada e recursos técnicos lúdicos a fim de abordar o mundo das crianças, considerando as necessidades particulares de cada uma delas, como a forma de expressar seus problemas, trabalhar seus conflitos, comportamentos inadequados e aspectos do desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos lúdicos são empregados na terapia infantil permitindo que as crianças expressem seus sentimentos, angústias e dificuldades. Através da brincadeira, a criança reproduz o que vive através da imaginação, do <em>faz-de-conta</em>, promovendo uma regulação emocional. A partir desses dados, o terapeuta formula o caso e faz intervenções de acordo com a demanda fornecida pelos pais e escola.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>É eficaz para quais transtornos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil atende a diversos transtornos, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtornos de ansiedade, ansiedade de separação, fobias, terror noturno, medos, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático, transtornos do humor, depressão infantil, transtorno bipolar, transtornos alimentares, transtornos de aprendizagem, dislexia, baixo rendimento escolar, transtornos do sono, enurese, encoprese, transtornos de conduta, transtorno opositivo desafiador, bullying, abuso infantil, transtornos invasivos do desenvolvimento, agressividade e indisciplina, orientação de estudos, separação dos pais, timidez, ciúmes, adolescentes com dependência de substâncias psicoativas, impulsividade, luto, entre outras queixas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental tem sido aplicada com êxito a diversos problemas clínicos e cada vez mais, estudos apontam a eficácia da terapia na qualidade de vida, redução dos sintomas e melhora das dificuldades emocionais e comportamentais da criança e/ou adolescente.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Há possibilidade somente dos pais serem atendidos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Além das primeiras sessões com os pais e algumas orientações ao longo da terapia, há possibilidade dos pais serem <u>treinados</u>, ensinados e algumas práticas parentais saudáveis serão desenvolvidas, além de tirarem suas dúvidas quanto à educação e desenvolvimento emocional dos filhos. Essa modalidade se chama “treinamento de pais”, sendo assim, as intervenções serão voltadas para os pais e o objetivo maior é a promoção de uma relação saudável com os filhos. O treinamento conta com o desenvolvimento de práticas educativas mais consistentes, resoluções de problemas, habilidades sociais, reforçamento, treino de comunicação, dentre outras técnicas cognitivas, comportamentais e vivenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nayara Benevenuto Peron</p>
<p style="text-align: justify;">Psicóloga | Terapeuta Cognitivo-Comportamental</p>
<p style="text-align: justify;">Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental com crianças e adolescentes</p>
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