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	<title>transtorno explosivo intermitente - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno explosivo intermitente - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Transtorno Explosivo Intermitente</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-explosivo-intermitente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 13:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno explosivo intermitente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frustração é uma emoção universal que todos nós vivenciamos. Algumas pessoas, porém, sentem a frustração de forma desproporcional e exagerada com relação àquilo que a desencadeia e, dessa forma, respondem de forma exagerada à determinadas situações: sofrem do transtorno explosivo intermitente. O transtorno explosivo intermitente (TEI) se caracteriza por uma dificuldade de algumas pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A frustração é uma emoção universal que todos nós vivenciamos. Algumas pessoas, porém, sentem a frustração de forma desproporcional e exagerada com relação àquilo que a desencadeia e, dessa forma, respondem de forma exagerada à determinadas situações: sofrem do transtorno explosivo intermitente.</p>
<p>O transtorno explosivo intermitente (TEI) se caracteriza por uma dificuldade de algumas pessoas em gerenciar seus impulsos agressivos. Tal dificuldade acaba por levar esses indivíduos a terem comportamentos agressivos como ataques de raiva ou de fúria de forma desproporcional com a situação enfrentada. Esses atos ocorrem de forma impulsiva, ou seja, não premeditada, e incongruentes no que diz respeito a qualquer provocação real ou percebida, e possíveis consequências a serem enfrentadas.</p>
<p>Sabe-se os ataques agressivos consequentes do TEI não ocorrem devido ao uso de substâncias (como álcool, drogas ou medicamentos) e nem devido a qualquer outra condição médica ou psicológica. Porém, é importante considerar que existem relatos que afirmam que mudanças afetivas ocorrem antes de uma explosão, como alteração de humor, por exemplo, o que corrobora a dificuldade em caracterização específica desse transtorno que, muitas vezes, exibe comorbidade com demais transtornos do humor.</p>
<p>Os critérios diagnósticos desse transtorno de acordo com o DSM-V são:</p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li>Explosões comportamentais recorrentes representando uma falha em controlar impulsos agressivos, conforme manifestado por um dos seguintes aspectos:</li>
<li>Agressão verbal (p. ex., acessos de raiva, injúrias, discussões ou agressões verbais) ou agressão física dirigida a propriedade, animais ou outros indivíduos, ocorrendo em uma média de duas vezes por semana, durante um período de três meses. A agressão física não resulta em danos ou destruição de propriedade nem em lesões físicas em animais ou em outros indivíduos.</li>
<li>Três explosões comportamentais envolvendo danos ou destruição de propriedade e/ou</li>
</ol>
<p>agressão física envolvendo lesões físicas contra animais ou outros indivíduos ocorrendo</p>
<p>dentro de um período de 12 meses.</p>
<ol>
<li>A magnitude da agressividade expressa durante as explosões recorrentes é grosseiramente desproporcional em relação à provocação ou a quaisquer estressores psicossociais precipitantes.</li>
<li>As explosões de agressividade recorrentes não são premeditadas (i.e., são impulsivas e/ou decorrentes de raiva) e não têm por finalidade atingir algum objetivo tangível (p. ex., dinheiro, poder,intimidação).</li>
<li>As explosões de agressividade recorrentes causam sofrimento acentuado ao indivíduo ou prejuízo no funcionamento profissional ou interpessoal ou estão associadas a consequências financeiras ou legais.</li>
<li>A idade cronológica é de pelo menos 6 anos (ou nível de desenvolvimento equivalente).</li>
<li>As explosões de agressividade recorrentes não são mais bem explicadas por outro transtorno mental (p. ex., transtorno depressivo maior, transtorno bipolar, transtorno disruptivo da desregulação do humor, um transtorno psicótico, transtorno da personalidade antissocial, transtorno da personalidade <em>borderline</em>) e não são atribuíveis a outra condição médica (p. ex., traumatismo craniano, doença de Alzheimer) ou aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento). No caso de crianças com idade entre 6 e 18 anos, o comportamento agressivo que ocorre como parte do transtorno de adaptação não deve ser considerado para esse diagnóstico.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grande parte das pessoas com este transtorno acaba tendo problemas em seus relacionamentos, sejam amorosos, familiares, amizades, e até mesmo profissionais. A instabilidade e imprevisibilidade de explosões e possíveis ataques de raiva geram receio pra quem convive com esses indivíduos em função de nunca saberem quando podem passar por situações desagradáveis de brigas e/ou agressões e quais suas consequências. Assim, muitas pessoas acabam se afastando ou restringindo os laços, o que acaba limitando as relações de quem sofre com o transtorno.</p>
<p>Os ataques podem surgir de situações em que a pessoa é contrariada como em uma discussão com um colega, de quando se sente frustrada por não alcançar algo que desejava, de uma irritação por uma fila que está demorando a andar, ou até mesmo situações imaginárias em que a pessoa se sente injustiçada ou frustrada mesmo sem ter motivos racionais para isso. Os indivíduos diagnosticados com TEI relatam que suas explosões são breves (com duração inferior à uma hora), com uma variedade de sintomas corporais (sudorese, gagueira, aperto no peito, espasmos e palpitações). Os atos agressivos são acompanhados por uma sensação de alívio imediato e, posteriormente, na maioria dos casos, sentimento de arrependimento, culpa, vergonha ou tristeza após a explosão.</p>
<p>A terapia cognitivo comportamental pode auxiliar no tratamento desse transtorno. Assim, os pacientes se tornam capaz de identificar os primeiros sinais do aparecimento da raiva e criar alternativas para detê-la. Eistem várias possibilidades para criar, trabalhar e aperfeiçoar essas alternativas, ampliando as chances de sucesso do indivíduo no conrole de suas emoções e comportamentos impulsivos. Técnicas de relaxamento que ajudam a diminuir o estado geral de ansiedade também podem auxiliar, bem como medicamentos que equilibrem a serotonina que sejam prescritos por um psiquiatra que também acompanhe o caso.</p>
<p>O primordial é saber que, com consciência e racionalidade de que há um problema envolvido e com a busca de ajuda, é possível aprender a conduzir os impulsos e trazer melhora na qualidade de vida e bem estar.</p>
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		<title>Saiba quando o ataque de raiva pode ser doença</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-quando-o-ataque-de-raiva-pode-ser-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 19:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
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		<category><![CDATA[descontrole emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno explosivo intermitente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas. Esse transtorno, também conhecido como Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse transtorno, também conhecido como Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente afeta indivíduos com problemas constantes no trabalho ou na vida pessoal, e seu tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos para controlar o humor e com acompanhamento de um psicólogo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como saber se minha raiva é normal</h2>
<p style="text-align: justify;">É comum sentir raiva em situação de estresse como batidas de carro ou birra dos filhos, e esse sentimento é normal desde que se tenha consciência e controle sobre ele, não havendo alterações bruscas para um estado de fúria e comportamento agressivo, no qual pode colocar em risco o próprio bem-estar e a segurança de outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando a agressividade é desproporcional à situação que desencadeou a raiva, pode ser um sinal da síndrome de Hulk, que é caracterizada por:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de controle sobre o impulso agressivo;</li>
<li>Quebrar os próprios pertences ou os dos outros;</li>
<li>Suor, formigamento e tremores musculares;</li>
<li>Aumento dos batimentos cardíacos;</li>
<li>Ameaças verbais ou agressividade física a outra pessoa sem um motivo que justifique essa atitude;</li>
<li>Sentimento de culpa e vergonha após os ataques.</li>
</ul>
<h2 class="article-image" style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="" title="Saiba quando o ataque de raiva pode ser doença" src="https://static.tuasaude.com/img/si/nt/sintomas-da-sindrome-de-hulk-1-1-640-427.jpg" alt="Sintomas da Síndrome de Hulk" width="640" height="427" /><span class="article-image-caption">Sintomas da Síndrome de Hulk</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico dessa síndrome é feito por um médico psiquiatra com base no histórico pessoal e relato de amigos e familiares, pois esse transtorno só é confirmado quando há repetição do comportamento agressivo por vários meses, o que sugere que esta é uma doença crônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é preciso descartar a possibilidade de outras alterações do comportamento, como o Transtorno da Personalidade Antissocial e o Transtorno da Personalidade Borderline.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que pode acontecer se não se controlar</h2>
<p style="text-align: justify;">As consequências da síndrome de Hulk são decorrentes das atitudes impensadas tomadas durante os acessos de fúria, como perda do emprego, suspensão ou expulsão da escola, divórcio, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, acidentes de carro e hospitalizações por ferimentos sofridos durante a agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro agressivo acontece mesmo quando não há uso de álcool, mas normalmente é mais grave quando ocorre consumo de bebidas alcoólicas, mesmo em pouca quantidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como diminuir os acessos de raiva</h2>
<p style="text-align: justify;">Acessos de raiva comuns podem ser controlados com o entendimento da situação e com conversas com parentes e amigos. Normalmente a raiva passa logo e a pessoa procura uma solução racional para o problema. No entanto, quando os acessos de raiva são frequentes e passam a perder o controle, recomenda-se acompanhamento de um psicólogo e ajuda dos familiares próximos para que aprendam a enfrentar e controlar os acessos de raiva e agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, além da psicoterapia, na síndrome de Hulk também pode ser necessário o uso de medicamentos antidepressivos ou estabilizadores do humor, como o lítio e a carbamazepina, que irão ajudar no controle das emoções, diminuindo a agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/como-identificar-a-sindrome-de-hulk/</p>
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		<title>Comportamento agressivo,motivos e consequências!</title>
		<link>https://casule.com/blog/comportamento-agressivomotivos-e-consequencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 20:12:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[transtorno explosivo intermitente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas vezes o que faz uma pessoa pensar em consultar um psicólogo é seu comportamento agressivo. Acredito que seria um passo interessante perceber, por si mesmo, que seu comportamento está causando prejuízos e que precisa de ajuda, pois muitas vezes pode demorar, talvez até perder algo importante como um relacionamento, emprego ou objeto de valor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o que faz uma pessoa pensar em consultar um psicólogo é seu comportamento agressivo. Acredito que seria um passo interessante perceber, por si mesmo, que seu comportamento está causando prejuízos e que precisa de ajuda, pois muitas vezes pode demorar, talvez até perder algo importante como um relacionamento, emprego ou objeto de valor para identificar que suas explosões precisam ser tratadas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que a pessoa que sabe ter tendência a comportamento explosivo tente frear seus impulsos mas, a explosão de raiva costuma vir sem aviso, ou seja, o tempo entre enfurece-se e explodir pode ser muito curto a ponto de não ser possível avaliar as consequências antes de agir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Sentimentos envolvidos no comportamento agressivo</h2>
<p style="text-align: justify;">Normalmente a pessoa sente uma certa tensão inicial, e após a explosão pode sentir até um certo alivio. A impossibilidade de impedir um impulso agressivo pode trazer frustração e arrependimento piorando o quadro emocional desta pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível que este alivio momentâneo percebido logo após o ato seja o fator de manutenção do comportamento agressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Trata-se de um transtorno mental?</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma possibilidade diagnóstica para este comportamento poderia ser o Transtorno Explosivo Intermitente, mas para chegar a esta conclusão o profissional deverá descartar outras possibilidades como por exemplo transtorno de personalidade antissocial, transtorno da conduta, uso de substâncias químicas, etc. O diagnóstico de transtorno mental será dado quando o comportamento agressivo não for proposital, não tiver motivação e vantagens, caso contrário poderá ser identificado como um padrão de comportamento disfuncional onde o tratamento deverá ser aplicado de acordo com o que for identificado pelo profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Comportamento agressivo devido uso de substâncias</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando a pessoa se mostra agressiva comprovadamente devido ao uso, ou abstinência, de substâncias químicas, como drogas ou álcool, o tratamento deve focar principalmente a dependência química destas substâncias pois neste caso o comportamento agressivo seria uma consequência do uso destas substancias e não o problema em si.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando os episódios de comportamentos agressivos ocorrem?</h2>
<p style="text-align: justify;">O comportamento agressivo pode ser iniciado quando esta pessoa sentir injustiça ou desmerecimento, não perceber outras formas de administrar o descontentamento</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o comportamento agressivo ocorre em retaliação a atos que possam prejudicar tanto a si mesmo, outras pessoas, animais ou objetos que possa ser considerado de valor maior como por exemplo um bem público sendo depredado, pode instigar comportamento violento por quem assiste tal ato. e não conseguir controlar o impulso de agredir o outro, a si mesmo ou a objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Consequências do comportamento agressivo</h2>
<p style="text-align: justify;">As consequências podem variar desde dificuldades no relacionamento com a família ou outras pessoas próximas, dificuldades profissionais podendo chegar até a perda do emprego, problemas escolares como suspensão das aulas ou outras penalidades, e até necessidade de cuidados médicos caso desfira golpes em outras pessoas ou objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Há vantagens em manter um comportamento agressivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Creio que algumas pessoas agressivas podem considerar que obtém vantagens como por exemplo o pronto atendimento de suas requisições, mas seria vantajoso levar uma vida onde imagina-se possível resolver suas necessidades apenas através da imposição de medo à outras pessoas?</p>
<p style="text-align: justify;">Em psicologia o termo agressividade muitas vezes é visto como pro atividade que pode chegar à violência em casos mais extremos. Considero que se torna útil observar o momento de ultrapassagem do limite entre pro atividade sadia e violência gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">E quando o comportamento agressivo foi desferido com justiça?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma questão muito delicada, é possível que a pessoa que se comporta agressivamente considere justo por talvez também ter sido lesado, mas será que devemos fazer justiça com as próprias mãos? Será que continuando o círculo de violência chegaremos a algum lugar satisfatório? Muitas vezes a vingança pode ser confundida com justiça e quando estamos envolvidos emocionalmente pode ser mais difícil identificar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/comportamento-agressivo.html</p>
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