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	<title>transtorno do humor - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno do humor - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Saiba o que é a Síndrome do Campo de Concentração.</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-o-que-e-a-sindrome-do-campo-de-concentracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 19:13:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quem passa anos sob o jugo de um tirano, como um marido ou pai opressor, poderá sofrer da Síndrome do Campo de Concentração, ou seja, um complexo distúrbio emocional e psicossomático do qual pode levar anos para a pessoa se recuperar. Ela tem o condicionamento mental de um prisioneiro das Grandes Guerras Mundiais. Mesmo depois de livre, não esquece as experiências traumáticas por quais passou, ficando sob uma espécie de escravidão mental: não consegue sair de casa e passa a maior parte do dia em seu quarto, como se este fosse uma cela de uma prisão. Tem medo de tudo e todos.</p>
<p style="text-align: justify;">O opressor exibe uma falsa diplomacia: sopra a discórdia na família da vítima por meio de pérfidas insinuações, para que ela fique sozinha. Ele é impressionável e tenta influenciar as pessoas de bem. A intenção dele é sempre a mesma: destruir a ordem, a beleza, produzir a ruína, a decadência e o caos. Os comentários que faz são picantes e moralistas, ou seja, a personificação falsa de um paladino da justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um desejo insaciável de reconhecimento, pois na verdade, ele é frio, solitário e nele existe uma desconfiança consumidora. Também possui uma falsa ostentação de valores, uma retórica demagógica e um agonizante complexo de inferioridade. Bastante desleal, usa com frequência a força para legitimar seu poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por que alguém permite este abuso? Onde existe um opressor, encontramos um revolucionário. Assim, o tirano o detecta, promove sua autoconfiança, manipula situações, apresenta propostas que expõe forças particularmente poderosas da vítima que sê vê envolvida em uma grande transformação de vida, mas decepcionalmente falsa, pois apenas o opressor será beneficiado.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que passou pela síndrome, mesmo afastada do seu opressor, não consegue manter o controle e está sempre pronta para a briga, desenvolvendo uma espécie de &#8220;guerra&#8221; cada vez que é contestada; o mais indicado é procurar um especialista para sair o mais rápido possível desta prisão mental.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vidaeestilo.terra.com.br/horoscopo/esoterico/saiba-o-que-e-a-sindrome-do-campo-de-concentracao,771863337df6d310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html</p>
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		<title>Transtorno Bipolar: o que é e como tratar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/2792-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2015 17:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é uma desordem cerebral que causa mudanças no humor, oscilando entre a extrema euforia e a apatia e desanimo severo. Os sintomas de transtorno bipolar são graves, e são diferentes dos altos e baixos que normalmente todo mundo passa, e podem resultar em diversos danos nos relacionamentos, na capacidade produtiva e até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O transtorno bipolar é uma desordem cerebral que causa mudanças no humor, oscilando entre a extrema euforia e a apatia e desanimo severo. Os sintomas de transtorno bipolar são graves, e são diferentes dos altos e baixos que normalmente todo mundo passa, e podem resultar em diversos danos nos relacionamentos, na capacidade produtiva e até mesmo o suicídio. O transtorno bipolar pode ser tratado e fazer com que os pacientes que depois de um tratamento adequado, consigam levar uma vida plena e produtiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Sinais e Sintomas</h2>
<p style="text-align: justify;">Pacientes com transtorno bipolar vivenciam experiências intensas de variação de estados emocionais que ocorrem em períodos distintos chamados &#8220;episódios de humor&#8221;. Cada episódio de humor representa uma drástica mudança de humor e comportamento habitual de uma pessoa. Um estado excessivamente alegre ou de extrema excitação, é chamado de um episódio maníaco, e um estado extremamente triste ou desesperado é chamado um episódio depressivo. O transtorno bipolar, também pode estar presente em um estado misto, em que o paciente pode apresentar tanto o episódio maníaco como o depressivo simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, pacientes com graves episódios de mania ou depressão podem apresentar sintomas psicóticos associados, como alucinações ou delírios, estes sintomas tendem a refletir o tipo de crise sofrida. Por exemplo, se durante um episódio maníaco, o paciente pode acreditar que é uma pessoa famosa, que tem muito dinheiro, poderes especiais e outros pensamentos de grandeza. Durante um episódio depressivo, os sintomas psicóticos são de menos valia, o paciente pode acreditar que está em ruínas, sem dinheiro, ou acreditar ser um criminoso. Assim, é muito comum as pessoas com transtorno bipolar com sintomas psicóticos associados, são por muitas vezes confundidas com quadros de esquizofrenia.</p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas de Episódio Maníaco:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Alterações de Humor</strong></span><br />
Período de grande excitação, sensação de capacidade plena, felicidade exacerbada, baixa tolerância a frustração e irritabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Alterações Comportamentais</strong></span><br />
Aceleração da fala, euforia, trocas constantes de uma ideia para outra, pensamentos rápidos e intempestivos, facilmente distraídos, inquietação, falta de sono, extrema disposição, crença irreal nas próprias capacidades, impulsividade e comportamento de alto risco.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico</h2>
<p style="text-align: justify;">Em muitos casos o paciente não percebe que tem o transtorno bipolar, é necessário que um familiar ou amigo atento às oscilações de humor e orientado por um profissional especializado, busque tratamento adequado. O diagnóstico é feito de acordo com o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), observando as alterações de humor a partir de seu estado de humor normal. Há quatro tipos básicos de transtorno bipolar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bipolar I</strong><br />
definido por episódios de mania (euforia) que duram no mínimo 07 dias, e episódios depressivos que podem durar de 02 semanas a vários meses, ambos com sintomas intensos, provocando profundas mudanças de comportamento e conduta;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Transtorno Bipolar II</strong><br />
definido por um padrão de episódios depressivos e episódios hipomaníacos (sintomas de mania menos intensos), sem grandes prejuízos comportamentais;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Transtorno Bipolar III (não especificado ou misto)</strong><br />
diagnosticada quando existem sintomas da doença, mas não satisfazem os critérios de diagnóstico nem para o tipo I ou II, no entanto os sintomas são fora do considerado normal;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Transtorno Bipolar IV (Ciclotímico)</strong><br />
uma forma leve de transtorno bipolar. As pessoas com ciclotimia têm episódios de mania ou depressivo leve, em muitos casos no mesmo dia, muito comumente confundida com traços próprios de personalidade do paciente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Riscos</h2>
<p style="text-align: justify;">Os profissionais orientam e alertam para o fato de que se não tratado de forma adequada o quanto antes, podem tornar os episódios mais frequentes e o agravamento ao longo do tempo. Além disso, os atrasos na obtenção do diagnóstico e tratamento correto pode contribuir para problemas pessoais, sociais e laborais sérios. Na maioria dos casos, o tratamento pode ajudar a reduzir a frequência e a gravidade dos episódios.</p>
<p style="text-align: justify;">É bastante comum pacientes com transtorno bipolar, na tentativa de diminuir o sofrimento causado pelos sintomas, desenvolverem uma dependência química com medicamentos, álcool e outras substância psicoativas, mas as razões para esta ligação não são claras. No entanto, o abuso de substâncias psicoativas pode provocar ou prolongar sintomas bipolares, e os problemas de controlo de comportamento associados com mania pode resultar em um consumo compulsivo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Convivendo com o Transtorno Bipolar</h2>
<p style="text-align: justify;">Se você conhece alguém que tem transtorno bipolar e isso também tem afetado você, a primeira e mais importante atitude que você pode tomar é ajudá-la a obter o diagnóstico e tratamento adequado. Talvez seja necessário que você o incentive e apoie o início e a continuidade do tratamento. Para ajudar um amigo ou parente, você pode:<br />
&#8211; Ofereça apoio emocional, compreensão, paciência e encorajamento;<br />
Informe-se, saiba mais sobre o transtorno bipolar e entenda melhor o que seu amigo ou parente está sofrendo;<br />
&#8211; Encoraje-o (a) ao tratamento e a continuidade deste, quando necessário acompanhe-o (a) durante o tratamento;<br />
&#8211; Ouça as expressões de sentimentos de seu parente ou amigo (a), elas podem te ajudar na compreensão de situações que podem desencadear um episódio;<br />
&#8211; Proponha atividades de distração positiva ao ar livre, como caminhadas, passeios e outras atividades;<br />
&#8211; Informe, e quando necessário relembre ao seu parente ou amigo que com o tratamento, ele ou ela podem voltar a ter uma vida normal e produtiva.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como posso ajudar a mim mesmo se eu tenho transtorno bipolar?</h3>
<p style="text-align: justify;"> &#8211; Converse com seu médico e psicólogos, sobre as opções de tratamento, prognostico e siga as orientações destes profissionais.<br />
&#8211; Mantenha uma rotina, procure dormir, fazer refeições e outras atividades em horários fixos;<br />
&#8211; Procure ter uma boa noite se sono;<br />
&#8211; Não mude sua prescrição sem antes consultar seu médico;<br />
&#8211; Procure identificar sinais que indicam um episódio de transtorno bipolar.</p>
<p>Fonte: http://estanciaresiliencia.com.br/Transtorno-bipolar.html</p>
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		<title>Porque o medo da solidão nos coloca em terríveis relacionamentos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/porque-o-medo-da-solidao-nos-coloca-em-terriveis-relacionamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 19:18:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia do medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes não terminamos um relacionamento destruído, conturbado e problemático, pelo simples fato de ter medo da solidão? Algumas pessoas demoram muito para conseguir alguém ou lutam muito pra finalmente ter um lar e uma pessoa ao seu lado. A insegurança, pode muitas vezes ser uma espécie de cola, que vai nos colocar junto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-medo-da-solidao.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2017" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-medo-da-solidao.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-medo-da-solidao" width="600" height="393" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Quantas vezes não terminamos um relacionamento destruído, conturbado e problemático, pelo simples fato de ter medo da solidão?</h2>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas demoram muito para conseguir alguém ou lutam muito pra finalmente ter um lar e uma pessoa ao seu lado. A insegurança, pode muitas vezes ser uma espécie de cola, que vai nos colocar junto de alguém e dizer sim na hora do casamento, quando até mesmo você no fundo sabe que por exemplo, &#8220;ele não é o cara ideal.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span">Medo</span></h2>
<p style="text-align: justify;">É notado principalmente nas mulheres, que elas possuem uma carência maior e o medo de ficar sozinha.<br />
Com o passar do tempo, muitas delas acabam se agarrando no primeiro homem que oferece algo mais parecido possível com &#8220;segurança&#8221;, mas esta união está longe de ser a ideal.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas mulheres reclamam o tempo todo de que sua relação está ruim: seja com brigas, desinteresse, falta de respeito, indiferença e traições, mas não tem coragem de terminar.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas relações começaram nem mesmo a pessoa sabe como, porque estava claro pra todo mundo que os dois não combinavam de forma alguma e que não ia durar muito.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto homens como mulheres às vezes, acabam aturando humilhações, brigas e confusões, permanecendo juntos e quando notam que não tem mais jeito a relação, eles simplesmente traem, alegando que &#8220;seu casamento ou namoro não estava bem&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span"><span class="Apple-style-span">Comodidade e solidão</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;">Alguns casamentos são &#8220;ótimos negócios&#8221;. Um apartamento ou casa montado, tudo aquilo que vocês trabalharam juntos por anos até conseguir fazer, ambos noivos trabalhando para um dia poder casar.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que vocês só vão se conhecer depois de viverem juntos, então percebem que não ia dar certo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele namorado super legal que sempre te faz companhia em viagens, mas você já não se sente mais aquela coisa por ele&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Um casamento de vários anos já com filhos, mas a vida de casal já não existe ou se tornou insuportável.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A grande pergunta é:<br />
Por que ainda não se separaram?</h2>
<p style="text-align: justify;">A comodidade de estar vivendo no conforto que o casamento proporciona: duas pessoas trabalhando de alguma forma juntas, acaba se tornando viável. Você fica com &#8220;preguiça&#8221; de separar, porque tem toda aquela papelada ou quem sabe apenas namorados, onde um tem medo de não &#8220;arranjar ninguém&#8221; e não quer ficar sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Você está com esse alguém por comodidade e o pior, por medo da solidão. Você prefere se expor todos os dias a situações desagradáveis, agressões de vários tipos, desgastes por brigas constantes<strong>,</strong> porque não<b> </b>sabe quando vai &#8220;encontrar outra pessoa&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A pergunta a ser feita a você diante do texto é:</h2>
<p style="text-align: justify;">Será mesmo que você está sendo mais feliz &#8220;junto&#8221; do que se estivesse sozinho? Já diz o grande ditado: antes só do que mal acompanhado.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.umombroamigo.com/2010/08/porque-o-medo-da-solidao-nos-coloca-em.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>O que é a depressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-a-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 15:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas. Porém, mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas. Porém, mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como se desenvolve a depressão?</h2>
<p style="text-align: justify;">Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reações depressivas normais e das reações de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.</p>
<p style="text-align: justify;">As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como: Estresse, Estilo de vida, Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como se diagnostica a depressão?</h2>
<p style="text-align: justify;">Na depressão a intensidade do sofrimento é intensa, durando a maior parte do dia por pelo menos duas semanas, nem sempre sendo possível saber porque a pessoa está assim. O mais importante é saber como a pessoa sente-se, como ela continua organizando a sua vida (trabalho, cuidados domésticos, cuidados pessoais com higiene, alimentação, vestuário) e como ela está se relacionando com outras pessoas, a fim de se diagnosticar a doença e se iniciar um tratamento médico eficaz.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que sente a pessoa deprimida?</h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente o indivíduo deprimido sente-se triste e desesperançado, desanimado, abatido ou &#8221; na fossa &#8220;, com &#8221; baixo-astral &#8220;. Muitas pessoas com depressão, contudo, negam a existência de tais sentimentos, que podem aparecer de outras maneiras, como por um sentimento de raiva persistente, ataques de ira ou tentativas constantes de culpar os outros, ou mesmo ainda com inúmeras dores pelo corpo, sem outras causas médicas que as justifiquem. Pode ocorrer também uma perda de interesse por atividades que antes eram capazes de dar prazer à pessoa, como atividades recreativas, passatempos, encontros sociais e prática de esportes. Tais eventos deixam de ser agradáveis. Geralmente o sono e a alimentação estão também alterados, podendo haver diminuição do apetite, ou mesmo o oposto, seu aumento, havendo perda ou ganho de peso. Em relação ao sono pode ocorrer insônia, com a pessoa tendo dificuldade para começar a dormir, ou acordando no meio da noite ou mesmo mais cedo que o seu habitual, não conseguindo voltar a dormir. São comuns ainda a sensação de diminuição de energia, cansaço e fadiga, injustificáveis por algum outro problema físico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como é o pensamento da pessoa deprimida?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pensamentos que freqüentemente ocorrem com as pessoas deprimidas são os de se sentirem sem valor, culpando-se em demasia, sentindo-se fracassadas até por acontecimentos do passado. Muitas vezes questões comuns do dia-a-dia deixam os indivíduos com tais pensamentos. Muitas pessoas podem ter ainda dificuldade em pensar, sentindo-se com falhas para concentrar-se ou para tomar decisões antes corriqueiras, sentindo-se incapazes de tomá-las ou exagerando os efeitos &#8220;catastróficos&#8221; de suas possíveis decisões erradas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Pensamentos de morte ou tentativas de suicídio</h3>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente a pessoa pode pensar muito em morte, em outras pessoas que já morreram, ou na sua própria morte. Muitas vezes há um desejo suicida, às vezes com tentativas de se matar, achando ser esta a &#8221; única saída &#8221; ou para &#8221; se livrar &#8221; do sofrimento, sentimentos estes provocados pela própria depressão, que fazem a pessoa culpar-se, sentir-se inútil ou um peso para os outros. Esse aspecto faz com que a depressão seja uma das principais causas de suicídio, principalmente em pessoas deprimidas que vivem solitariamente. É bom lembrar que a própria tendência a isolar-se é uma conseqüência da depressão, a qual gera um ciclo vicioso depressivo que resulta na perda da esperança em melhorar naquelas pessoas que não iniciam um tratamento médico adequado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sentimentos que afetam a vida diária e os relacionamentos pessoais</h3>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente a depressão pode afetar o dia-a-dia da pessoa. Muitas vezes é difícil iniciar o dia, pelo desânimo e pela tristeza ao acordar. Assim, cuidar das tarefas habituais pode tornar-se um peso: trabalhar, dedicar-se a uma outra pessoa, cuidar de filhos, entre outros afazeres podem tornar-se apenas obrigações penosas, ou mesmo impraticáveis, dependendo da gravidade dos sintomas. Dessa forma, o relacionamento com outras pessoas pode tornar-se prejudicado: dificuldades conjugais podem acentuar-se, inclusive com a diminuição do desejo sexual; desinteresse por amizades e por convívio social podem fazer o indivíduo tender a se isolar, até mesmo dificultando a busca de ajuda médica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como se trata a depressão?</h2>
<p style="text-align: justify;">A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que não causam “dependência”, são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos).</p>
<p style="text-align: justify;">Veja uma animação que ilustra bem o que é a depressão:</p>
<p><iframe title="DEPRESSÃO" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/T2XLwjy65LA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/psiquiatria/depressao e https://www.youtube.com/watch?v=T2XLwjy65LA</p>
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		<title>Transtorno Compulsivo Alimentar Periódico</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-compulsivo-alimentar-periodico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2015 20:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[descontrole]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do humor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Transtorno compulsivo alimentar periódico tem como principal característica uma compulsão alimentar, ela que movimenta tudo. A pessoa se alimenta de grande quantidade de alimentos em um período aproximado de duas horas. Alguns estudos mostram que essa compulsão pode até chegar a oito mil calorias em um episodio. Nos outros transtornos a pessoa tem a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1690" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar.jpg" alt="casule-psicologia-juiz -de-fora-alimentar" width="600" height="399" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-300x199.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-610x405.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-480x319.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-alimentar-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno compulsivo alimentar periódico tem como principal característica uma compulsão alimentar, ela que movimenta tudo. A pessoa se alimenta de grande quantidade de <em>alimentos</em> em um período aproximado de duas horas. Alguns estudos mostram que essa compulsão pode até chegar a oito mil calorias em um episodio. Nos outros transtornos a pessoa tem a purgação, ela  da um jeito de perder aquelas calorias ingeridas ou manter o peso também ´por meio de vômitos de exercício físico e uso de medicamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse transtorno não tem a purgação, a pessoa tem um sofrimento enorme, ela sabe dessa ingestão, podendo ter um transtorno compulsivo alimentar periódico por um tipo de alimento ou por vários tipos de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade a pessoa que tem o transtorno compulsivo alimentar periódico ela usa a comida como um artifício para trazer um bem estar  pessoal, para se confortar e depois vem a culpa. Uma coisa tem que ficar bem claro, pois muitos pensam que todo obeso tem o transtorno compulsivo alimentar periódico e, não é verdade e cerca de trinta por cento dos obesos tem transtorno compulsivo alimentar, mais nem todos, isso não é critério do obeso. Lembrando que os transtornos compulsivos alimentar são síndromes psiquiátricas.</p>
<p style="text-align: justify;">O acometido pelo transtorno compulsivo alimentar periódico passa a comer tudo que tem em casa, abre a geladeira e vai pegando e, as vezes são alimentos que não tem tanto valor nutritivo, por exemplo, come farinha, arroz cru, leite condensado, neste caso a pessoa fica obesa e desnutrida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtorno Compulsivo Alimentar Causas</h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar1.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2715" src="https://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar1-150x150.jpg" alt="transtorno compulsivo alimentar" width="150" height="150" /></a>A maioria dos obesos embora eles comam bastante, tem muita desnutrição, tem muitas carências nutricionais, porque não se alimentam de produtos que tenham vitaminas, é sempre o refinado, a gordura, a proteína sempre nas carnes fritas. A pessoa com o transtorno compulsivo alimentar  periódico esta desnutrida, não consegue nem levantar para fazer <em>atividade física</em>, pois precisa ter energia para fazer as atividades físicas, falta ferro, carboidrato de boa qualidade, falta gordura de boa qualidade, falta cálcio e, muitas vezes tudo isso influencia na questão da atividade física. As pessoas tem preferencias, isso vem desde o nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento do paladar vem desde o momento da amamentação, porque o leite passa os sabores para a criança, em função do que a mãe come. As crianças, embora muitas pessoas não percebam elas prestam atenção em tudo que você está fazendo, então uma mãe que já tem o costume de <em>fazer dieta</em>, tem medo da alimentação, tem transtorno alimentar, essa criança tem uma grande chance de  desenvolver o transtorno alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">A mãe restritiva, a mãe que é super adepta a dieta, enfim. Tem uma diferença da pessoa que se cuida da pessoa que tem a preocupação com alimentos, estou aqui falando das pessoas que estão doentes e que desenvolvem uma patologia com os alimentos, um medo mórbido com alimentação e, acaba tendo o transtorno.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Transtorno Compulsivo Alimentar Diagnóstico</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar2.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2716" src="https://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar2-150x150.jpg" alt="transtorno compulsivo alimentar" width="150" height="150" /></a>A caracterização desta doença é ter episódio de compulsão alimentar três vezes na semana, mais com aquela percepção de perda de controle, angustia, é aquela alimentação completamente bagunçada, isso já é um critério para as pessoas se identificarem, perda de controle alimentar, a compulsão num período de duas horas, então já fique de olho. Quando há o diagnóstico, se faz necessário uma <em>equipe multi disciplinar</em> para cuidar dessa situação, sendo necessário passar primeiro com um psicólogo para ver se realmente é um transtorno compulsivo alimentar periódico e, se for diagnosticado ela irá passar por uma equipe multi disciplinar com psicólogo, psiquiatra e o terapeuta nutricional para coordenar o cardápio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terapia nutricional muitos costumam utilizar o diário alimentar, onde a pessoa vai escrever; o que comeu a quantidade que comeu, quanto tempo demorou a refeição e o sentimento que teve, porque ao saber do sentimento se diagnostica se foi uma compulsão ou não, por exemplo, “estava nervosa comi chocolate e o tempo foi de um minuto”, você tem que concordar que foi uma ação compulsiva, porque foi uma quantidade pequena, mais foi compulsiva, pois ela engoliu e o chocolate não foi saboreado, então o diário alimentar é muito importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Este diário pode ajudar as pessoas que tem o transtorno, mais que querem perder peso e, para entender a situação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtorno Compulsivo Alimentar Tem Tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar3.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2717" src="https://www.aessenciademulher.com.br/wp-content/uploads/2014/08/transtorno-compulsivo-alimentar3-150x150.jpg" alt="transtorno compulsivo alimentar" width="150" height="150" /></a>Muitas vezes as pessoas não tem ideia do quanto ela está comendo e, no final do dia ao fazer o balanço se verifica que não precisava comer tudo aquilo, consequente o aumento de peso. Na verdade o diário entra em todas as situações não só no transtorno compulsivo alimentar periódico, se você for passar no nutricionista faça uma recordação alimentar, quais são os seus hábitos e o que está consumindo. No transtorno compulsivo alimentar periódico não se pode trabalhar com dieta, porque a pessoa já vem de uma dieta, dietas mal sucedidas, então é importante ter o diário alimentar para conhecer a fundo o que acontece no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pense na possibilidade de escrever hoje o que você come sem estar envolvida com um plano alimentar adequado e, depois da metade para frente a nova vida, o equilíbrio. Comece a perceber é uma questão de percepção e vai ajudar a vida de muita gente. O mais importante neste artigo é que se alguém se identificou, tome essa conscientização, pense, vá procurar ajuda, tem como procurar ajuda, tem como mudar esse ciclo, o lance de se cuidar é muito bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Dietas malucas não funciona, ter a compulsão e depois vomitar muito menos, ficar com o sentimento ruim depois, com a culpa de ter comido muito mais do que era para ter comido isso piora ainda mais, isso acaba com uma pessoa, então procure ajuda, porque ajuda funciona e com os médicos multi disciplinar cada um atuando na sua área com certeza o resultado será de vitória.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://aessenciademulher.com.br/transtorno-compulsivo-alimentar-periodico/</p>
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