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	<title>transtorno do estresse pós traumático - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno do estresse pós traumático - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Terapia de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 19:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Casule Saúde e Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é? A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os transtornos da infância podem ser preditores de psicopatologias na vida adulta, a terapia infantil é extremamente relevante pela função preventiva de suas intervenções.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos atendimentos da criança, também são realizadas intervenções com a família e reuniões na escola a fim de coletar alguns dados pertinentes à queixa da criança e ao desenvolvimento da mesma. As sessões com os pais são extremamente importantes, pois os pais são colaboradores diretos no fornecimento de dados terapêuticos, fatores que contribuem para a manutenção da demanda apresentada e o mais importante, o terapeuta poderá fazer uma análise das práticas educativas utilizadas pelos pais. Orientações aos pais serão frequentes e acontecerão de acordo com a observação do progresso na criança na terapia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como funciona?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Na Casule Saúde e Bem-estar, a terapia infantil é indicada para crianças a partir de 4 anos, tem frequência semanal e duração de 45 minutos. Conta-se com linguagem adaptada e recursos técnicos lúdicos a fim de abordar o mundo das crianças, considerando as necessidades particulares de cada uma delas, como a forma de expressar seus problemas, trabalhar seus conflitos, comportamentos inadequados e aspectos do desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos lúdicos são empregados na terapia infantil permitindo que as crianças expressem seus sentimentos, angústias e dificuldades. Através da brincadeira, a criança reproduz o que vive através da imaginação, do <em>faz-de-conta</em>, promovendo uma regulação emocional. A partir desses dados, o terapeuta formula o caso e faz intervenções de acordo com a demanda fornecida pelos pais e escola.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>É eficaz para quais transtornos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil atende a diversos transtornos, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtornos de ansiedade, ansiedade de separação, fobias, terror noturno, medos, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático, transtornos do humor, depressão infantil, transtorno bipolar, transtornos alimentares, transtornos de aprendizagem, dislexia, baixo rendimento escolar, transtornos do sono, enurese, encoprese, transtornos de conduta, transtorno opositivo desafiador, bullying, abuso infantil, transtornos invasivos do desenvolvimento, agressividade e indisciplina, orientação de estudos, separação dos pais, timidez, ciúmes, adolescentes com dependência de substâncias psicoativas, impulsividade, luto, entre outras queixas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental tem sido aplicada com êxito a diversos problemas clínicos e cada vez mais, estudos apontam a eficácia da terapia na qualidade de vida, redução dos sintomas e melhora das dificuldades emocionais e comportamentais da criança e/ou adolescente.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Há possibilidade somente dos pais serem atendidos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Além das primeiras sessões com os pais e algumas orientações ao longo da terapia, há possibilidade dos pais serem <u>treinados</u>, ensinados e algumas práticas parentais saudáveis serão desenvolvidas, além de tirarem suas dúvidas quanto à educação e desenvolvimento emocional dos filhos. Essa modalidade se chama “treinamento de pais”, sendo assim, as intervenções serão voltadas para os pais e o objetivo maior é a promoção de uma relação saudável com os filhos. O treinamento conta com o desenvolvimento de práticas educativas mais consistentes, resoluções de problemas, habilidades sociais, reforçamento, treino de comunicação, dentre outras técnicas cognitivas, comportamentais e vivenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nayara Benevenuto Peron</p>
<p style="text-align: justify;">Psicóloga | Terapeuta Cognitivo-Comportamental</p>
<p style="text-align: justify;">Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental com crianças e adolescentes</p>
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		<title>Superando o trauma psicológico.</title>
		<link>https://casule.com/blog/superando-o-trauma-psicologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 20:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiência de dor e sofrimento emocional ou físico. Como experiência dolorosa que é, o trauma acarreta uma exasperação do medo, o que pode levar ao estresse, envolvendo mudanças físicas no cérebro e afetando o comportamento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trauma psicológico é um tipo de dano emocional que ocorre como resultado de um algum acontecimento. Pressupõe uma experiência de dor e sofrimento emocional ou físico. Como experiência dolorosa que é, o trauma acarreta uma exasperação do medo, o que pode levar ao estresse, envolvendo mudanças físicas no cérebro e afetando o comportamento e o pensamento da pessoa, que fará de tudo para evitar reviver o evento que lhe traumatizou. Igualmente, pode acarretar depressão, comportamentos obsessivos compulsivos e outras fobias ou transtornos, como o de pânico. Um evento traumático envolve uma experiência ou série de experiências repetidas que afetam a maneira de o indivíduo lidar com ideias ou emoções envolvidas com aquela experiência, podendo às vezes durar por um tempo indeterminado.</p>
<p style="text-align: justify;">O trauma torna a pessoa confusa e insegura, na maioria das vezes com medo de encarar o mundo de frente. Associa-se a abusos sexuais e violências em todos os sentidos, pessoas que passam por esse tipo de situação desenvolvem uma grande dificuldade de relacionamentos e também não conseguem confiar no próximo. A lembrança específica de uma memória traumática pode disparar formação de padrões defensivos de comportamento como medos exagerados em situações que não mais oferecem riscos, que não são mais apropriados ao momento atual, contribuindo com alterações ao equilíbrio psicológico, biológico e social de uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais psicólogos são procurados nos consultório por pacientes que apresentam um relevante grau de traumatização. O tempo de recuperação de um evento traumático é variável, mas num geral ele é eficaz após várias seções. Muitas pessoas vão naturalmente reduzindo as emoções provocadas pelo trauma até que ele se reduza bastante, porem se meses se passaram e os sintomas não estão se ausentando, é altamente recomendada a ajuda de um profissional que seja perito em trauma como os estresse pós psicólogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma investigação mais criteriosa deve iluminar possíveis ocorrências traumáticas anteriores, a emersão dos sintomas e suas respectivas relações etiológicas. Se as causas não forem tratadas nessas pessoas, as queixas em geral se tornam crônicas com rígido prejuízo da qualidade de vida. A psicoterapia de indivíduos traumatizados envolve o trabalho com as crenças e diálogos internos, que por um lado podem exacerbar o sofrimento com a autopiedade, desamparo, autovitimização e autodepreciação, e por outro, podem realçar as capacidades de enfrentamento e superação.</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira como enfrentamos nossos traumas, as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Algumas pessoas conseguem livrar-se de eventos traumáticos melhor do que outros.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.radarturbinado.com/2013/01/trauma-psicologico-o-que-vem-ser-e-sua.html</p>
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		<title>Medos e fobias,como começam e como tratá-los.</title>
		<link>https://casule.com/blog/medos-e-fobiascomo-comecam-e-como-trata-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2016 20:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que caracteriza uma fobia? A fobia é um medo desproporcional ao possível dano que poderia ser causado por uma situação, animal ou elemento. A fobia é um transtorno de ansiedade e normalmente tem o objeto de medo como um depositário emocional deslocado de sua fonte original. Por exemplo, uma pessoa que tenha passado por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O que caracteriza uma fobia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A fobia é um medo desproporcional ao possível dano que poderia ser causado por uma situação, animal ou elemento.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia é um transtorno de ansiedade e normalmente tem o objeto de medo como um depositário emocional deslocado de sua fonte original. Por exemplo, uma pessoa que tenha passado por situações de forte angustia, esta angustia pode ter deixado marcas que de alguma forma não conseguem ser exteriorizadas nem elaboradas por esta pessoa, então a fobia surge como um caminho, desviado, de exteriorização desta angustia. A fobia então permite que esta pessoa tenha contato com sua dor, mas como foi deslocada de seu motivo original, impede que haja elaboração e superação da angustia original, tendo assim a manter-se por longos períodos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de iniciar uma fobia pode ter sido uma informação errônea sobre o objeto causador de da fobia, como por exemplo um erro de interpretação de forma a considerar como muito perigoso algo que na realidade seria inócuo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como uma pessoa com fobia é diagnosticada?</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico é concluído quando o psicólogo observa prejuízos em uma ou mais áreas da vida desta pessoa devido aos comportamentos de fuga e evitação ou sofrimento provocados pela fobia. Ou seja quando esta pessoa, portadora de fobia, estiver com sua vida limitada como por exemplo, deixa de sair de casa, sofre intensamente quando em contato com seu objeto fóbico, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como funciona o tratamento para fobia?</h2>
<p style="text-align: justify;"> A psicoterapia comportamental irá ajudar a pessoa a enfrentar o objeto de medo de forma a perceber que na realidade não há danos causados por ele. Isso normalmente é realizado de forma gradual e pode ser realizado tanto em consultório como em áreas externas. O psicólogo pode iniciar o tratamento em consultório e orientar seu paciente quanto aos procedimentos em áreas externas quando houver possibilidade de contato com o objeto que causa fobia.</p>
<p style="text-align: justify;">O enfrentamento pode ser iniciado a nível da imaginação e pensamentos e concluído com o contato real.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda parte do tratamento para fobia é a identificação do processo original de formação desta fobia, assim o psicólogo trabalhará de forma que o evento traumático original, do qual a a dor foi deslocada para o objeto fóbico,  possa ser  elaborado e superado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/fobia.html</p>
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		<item>
		<title>5 feridas emocionais da infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2016 18:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro. Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas a uma parte da nossa personalidade, nos ajudará a observar quais são as nossas próprias feridas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1- O medo do abandono</h2>
<p style="text-align: justify;">A solidão é o pior inimigo para quem foi negligenciado ou abandonado na infância. Quem já sofreu abandono tende a abandonar prematuramente as pessoas com quem mantém um relacionamento ou seus projetos de vida por medo de ser abandonado novamente.<br />
Seria algo como “eu vou antes de você me deixar”, “ninguém me apóia, não estou disposto a suportar isso”, “se você for, não precisa mais voltar…”.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm feridas emocionais de abandono na infância precisam trabalhar o medo da solidão, o medo de ser rejeitado e as barreiras invisíveis ao contato físico.<br />
A ferida causada pelo abandono não é fácil de curar, mas, você consegue perceber uma melhora quando esse medo da solidão começa a desaparecer dando lugar a um diálogo interno positivo e esperançoso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2- O medo da rejeição</h2>
<p style="text-align: justify;">O medo da rejeição é uma das feridas emocionais mais profundas, porque implica na rejeição de nós mesmos, do nosso interior, ou seja, das nossas experiências, dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse medo pode aparecer por vários fatores como, por exemplo, através da rejeição dos pais, da família ou de colegas e gerar pensamentos de auto-rejeição e de auto-desqualificação.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que tem medo de ser rejeitada não se sente digna de receber afeto ou de ser compreendida e por isso se isola em seu vazio interior.</p>
<p style="text-align: justify;">É provável que as pessoas que sofreram rejeição sejam evasivas e por isso é necessário trabalhar os seus temores, os medos internos e as situações que geram pânico.<br />
Se este for o seu caso, ocupe o seu lugar no mundo, arrisque-se, tome suas próprias decisões. Faça isso aos poucos e perceba que você ficará menos incomodado se alguém se afastar ou se esquecer de você em algum momento, você não levará isso para o lado pessoal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3- A Humilhação</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta ferida surge quando, em algum momento, sentimos que outros nos desaprovam ou nos criticam.<br />
Podemos gerar esse tipo de problemas nos nossos filhos se dissermos que são maus, estúpidos ou se os compararmos à outras crianças; isto destrói a autoestima deles.<br />
As feridas emocionais de humilhação geram uma personalidade dependente. Além disso, como mecanismo de defesa, a criança pode aprender a ser “tirana” e egoísta além de repetir as humilhações humilhando outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter sofrido esse tipo de experiência requer que trabalhemos a nossa independência, nossa liberdade, a compreensão das nossas necessidades e medos, assim como as nossas prioridades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4- A traição e o medo de confiar</h2>
<p style="text-align: justify;">Surge quando a criança se sente traída por um de seus pais, principalmente no descumprimento de promessas. Isso cria uma desconfiança que pode ser transformada em inveja e em outros sentimentos negativos por não se sentirem merecedores do que foi prometido ou das coisas que outras pessoas possuem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofrer uma traição na infância constrói uma pessoa controladora. Se sofreu estes problemas na infância, você provavelmente sente a necessidade de exercer algum controle sobre os outros, o que normalmente se justifica como sendo uma personalidade forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas pessoas tendem a confirmar seus erros por meio de suas ações. Para curar as feridas emocionais da traição, é necessário trabalhar a paciência, a tolerância e o saber viver, assim como aprender a estar sozinho e a ter responsabilidades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5- A injustiça</h2>
<p style="text-align: justify;">A injustiça como ferida emocional se origina em um ambiente onde os cuidadores primários são frios e autoritários, isso porque uma exigência exagerada de exercer limites gera sentimentos de impotência e inutilidade, tanto na infância como na idade adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">A conseqüência direta da injustiça na conduta daqueles que a sofreram é a rigidez, pois estas pessoas tendem a querer ser muito importantes e adquirir grande poder. Além disso, é provável que a pessoa desenvolva um fanatismo pela ordem e pelo perfeccionismo, bem como a incapacidade de tomar decisões com confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Requer trabalhar a desconfiança e a rigidez mental, criando o máximo de flexibilidade e permitindo-se confiar em outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que nós já sabemos sobre as cinco feridas emocionais que podem afetar nosso bem-estar, a nossa saúde e a nossa capacidade de nos desenvolver como pessoas, podemos começar a saná-las.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psiconlinews.com/2016/02/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos.html</p>
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		<title>O que é o medo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-o-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 19:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade social]]></category>
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		<category><![CDATA[sindrome do panico]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Respiração difícil, coração acelerado, mão úmidas, pernas tremendo, peito pulando, rosto vermelho, boca seca, mandíbula dura. Sente-se desligado do que acontece a sua volta, perdido, sem controle. São alguns possíveis sintomas do medo. O que provoca medo? Qualquer situação que seja percebida como ameaçadora. Esta ameaça pode ser física, moral ou de qualquer outra ordem. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Respiração difícil, coração acelerado, mão úmidas, pernas tremendo, peito pulando, rosto vermelho, boca seca, mandíbula dura. Sente-se desligado do que acontece a sua volta, perdido, sem controle. São alguns possíveis sintomas do medo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que provoca medo?</h2>
<p style="text-align: justify;">
Qualquer situação que seja percebida como ameaçadora. Esta ameaça pode ser física, moral ou de qualquer outra ordem. Alguns exemplos: Ansiedade ao participar de entrevistas ou reuniões; Perder o sono pela expectativa dos resultados de exames médicos; pensamentos referentes a possibilidade de rompimento do relacionamento, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes damos nomes diferentes à mesma sensação como: apreensão, preocupação, ansiedade, angustia, mas são termos que podem estar se referindo ao medo .<br />
Às vezes a pessoa pode não estar consciente do medo, não percebe inseguranças,  mas mesmo assim eles podem impedir situações novas como por exemplo um relacionamento satisfatório ou um emprego interessante.<br />
Alguns ficam ansiosos quando tem uma entrevista de emprego, sente medo , e algumas vezes mentem para si mesmos dizendo que não querem este emprego, e podem evitar a entrevista por medo de uma possível  reprovação. O medo pode ser manifestar como uma “voz”  dizendo que as coisa darão erradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o medo pode se parecer com vozes críticas que dizem que você não consegue, que não é tão bom quanto aquela outra pessoa, não é tão bonita como gostaria, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo pode abranger todas as intensidades, desde uma insegurança leve até o terror total.<br />
O medo pode estar presente em: insegurança , preocupação, ansiedade, fobias, ataques de pânico e TSTP, transtorno do estresse pós traumático.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
O que é medo</h2>
<p style="text-align: justify;">
Podemos entender o medo como sentimento de insegurança em relação a uma pessoa, uma situação ou um objeto.<br />
Medo é pessoal, o que assusta um pode ser indiferente do outro. Existem pessoas com medo de espaços abertos e não saem de casa, tem pessoas que sentem muita ansiedade de entrar no metrô, outros tem medo de tarefas como por exemplo, organizar uma festa, outros tem medo de baratas, avião, gatos, etc.<br />
Mas o problema pode não ser o metrô, o gato, a festa a ser organizada.  O problema pode não ser a pessoa, situação ou objeto, mas a maneira como a pessoa percebe esta situação, pessoa ou objeto.<br />
Por exemplo, uma pessoa que precisa apresentar seu trabalho na reunião da empresa. O problema dela seria falar sobre seu trabalho? Ou o que  a faz entrar em pânico é O QUE ELA PENSA QUE PODE ACONTECER, exemplo “E se não gostarem de minha apresentação, e se meu projeto for reprovado , ou se meu chefe me demitir porque descobriu que eu sou um péssimo funcionário que nem sabe apresentar um trabalho. O que vão pensar de mim?”<br />
Um bom passo na compreensão do medo pode ser perceber que todos os medos surgem da preocupação a respeito do que poderá acontecer em conseqüência do evento, e não o evento em si.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
Reações físicas do medo</h2>
<p style="text-align: justify;">
Quando sentimos medo o corpo se prepara para o famoso “lute ou fuja”. Seu corpo se prepara para dois resultados possíveis, enfrentar a situação e lutar com ela, ou sair correndo, fugir. Isso faz seu cérebro trabalhar muito intensamente, o que gera mais adrenalina. A pessoa pode se sentir: tremulo e enjoado,  dores agudas nos braços, pernas e ombros, os sentidos são bombardeados com muito mais informações do que costuma administrar e por isso o cérebro não consegue filtrar tanta informação e se torna super-vigilante, e assim fica muito mais sensível ao que acontece a sua volta .<br />
Quando tudo isso acontece em relação a algo que não seja uma ameaça física (ou seja, você não está sendo atacado de fato) mas acontece em relação à uma ameaça emocional, como por exemplo você está medo de falar com seu chefe, começa uma espiral de terror onde a o coração dispara, e acelera a adrenalina, que pode fazer que sujam dores no corpo.</p>
<p>Por exemplo: Uma pessoa tinha tanto medo de andar de metrô, mas nunca tinha entrado sequer numa estação de metro. Portanto ele tinha fobia daquilo que ele pensava que era o metrô . Toda vez que ele passava perto de uma estação de metrô e, só de pensar em entrar, ele suava frio, seu coração acelerava, seus ombros ficavam curvados e ele achava que ia desmaiar.<br />
Vejam que este medo não está relacionado ao ato de entrar no metrô, mas  a sensação de perda de controle que ele associava a andar de metrô.<br />
Como essa sensação toda era muito forte, ele nunca teve a chance de lidar com o medo de forma racional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/medo.html</p>
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		<title>Cinofobia – Como contornar este problema?</title>
		<link>https://casule.com/blog/cinofobia-como-contornar-este-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 18:59:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Você sabe o que significa cinofobia? Com certeza você já ouviu essa palavra antes, mas talvez não saiba o real significado dela. Cinofobia significa um medo irracional de cães, muitas vezes também sendo definida como medo mórbido ou aversão a cães. Algumas pessoas que sofrem com a cinofobia não conseguem nem ver um cachorro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Você sabe o que significa cinofobia? Com certeza você já ouviu essa palavra antes, mas talvez não saiba o real significado dela. Cinofobia significa um medo irracional de cães, muitas vezes também sendo definida como medo mórbido ou aversão a cães.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas que sofrem com a cinofobia não conseguem nem ver um cachorro que já começam a se sentir nervosas, são capazes até de atravessar a rua para não cruzar com um cachorro no seu caminho. Um dos principais motivos da cinofobia é não confiar em cães em geral, fazendo com que a pessoa ache que qualquer cachorro possa atacá-la ou lhe fazer algum mal.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais motivos do medo irracional de cães é saber que eles podem morder ou atacar. Acredita-se que a cinofobia seja desenvolvida a partir do momento em que a pessoa é atacada por um cachorro, essa pessoa pode também ver ou conhecer alguém que sofreu com um ataque de cachorro, isso pode fazer com que ela fique traumatizada por muito tempo, às vezes, pelo resto da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo novas teorias da psicologia, não é necessário nem levar uma mordida de fato para desenvolver a cinofobia. Notícias cada vez mais frequentes de ataques de cães, sempre presentes e alardeadas na mídia, contribuem (e muito) com a cinofobia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Principais sintomas físicos de quem tem cinofobia</strong></h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Boca seca;</li>
<li>Falta de ar;</li>
<li>Coração acelerado;</li>
<li>Choro ou vontade de chorar;</li>
<li>Transpiração excessiva;</li>
<li>Paralização repentina do corpo;</li>
<li>Vontade de sair do lugar, isto é, se o cachorro estiver no mesmo ambiente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É muito importante ressaltar que o medo de cães é uma coisa séria. Muitas pessoas podem achar que é frescura, mas todos temos limitações e devemos respeitar as limitações e medos das outras pessoas, nunca forçando ninguém a fazer alguma coisa que não queira fazer, ou expor alguém a situações constrangedoras.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para a cinofobia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Um psicólogo pode ajudar muito para a superação da cinofobia, essa ajuda profissional poderá ajudar a pessoa a se lembrar de quando esse medo se iniciou, por qual razão, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito comum o psicólogo realizar algumas sessões com cães adestrados, para que a pessoa aprenda que cães são absolutamente confiáveis, e que não há razão para se ter medo deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados para o tratamento da cinofobia podem ser rápidos ou podem demorar mais tempo para surtirem efeito, depende muito de pessoa para pessoa. Depende muito também do empenho do paciente e das pessoas que acompanham o tratamento de perto para que os resultados positivos apareçam de forma rápida e satisfatória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cinofobia/</strong></p>
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		<title>Transtornos mentais: um tema mais abordado em cinema do que se imagina</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 15:22:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As artes sempre foram um campo frutífero para a representação da loucura. Desde a bela e suicida Ofélia, de Shakespeare, passando pelo universo sinuoso de Van Gogh, até o desespero do isolamento traduzido pelo grito surdo de Edvard Munch. No século 20, o cinema tornou-se o suporte perfeito para dar forma aos transtornos psiquiátricos que afligem a sociedade. Se, em 1920, &#8216;O gabinete do Dr. Caligari&#8217; usava um expressionismo sombrio para retratar o universo distorcido do protagonista, em &#8216;Birdman&#8217; — grande vencedor do Oscar 2015 —, Alejandro González Iñárritu pinta com efeitos especiais e uma câmera inquieta, a confusão mental de Riggan (Michael Keaton), atormentado pela persona que o tornou famoso no cinema.</p>



<p>Filmes como &#8216;Sniper americano&#8217; (Clint Eastwood, 2014), &#8216;Melancolia&#8217; (2011) — ao lado de &#8216;Ninfomaníaca&#8217; e &#8216;Anticristo&#8217;, compõe a trilogia da depressão de Lars von Trier — e &#8216;O lado bom da vida&#8217; (David O. Russell, 2012) trazem para as telas a forma patológica dos males da vida moderna. O cinema de terror também busca inspiração na psicopatia, tendo produzido clássicos como &#8216;Psicose&#8217; (Alfred Hitchcock, 1960) e &#8216;O iluminado&#8217; (Stanley Kubrick, 1980).</p>



<p>Além da representação estética, o cinema usa a narrativa para contextualizar os transtornos mentais, tornando o tema mais acessível ao espectador. “Esses distúrbios são vividos por seus portadores, suas famílias e por quem os cercam também como um drama”, analisa o psicólogo Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura. “O valor de um filme que tem como tema a saúde mental não precisa ser medido necessariamente por sua fidedignidade em retratar sinais e sintomas de determinado transtorno psiquiátrico”, completa.</p>



<p>Segundo Alexandre, nosso cotidiano está permeado por esses personagens. “A sociedade tende a ser hipócrita ao tratar a loucura como algo alheio a ela”, pondera. As patologias estão em todos os lugares, tanto dentro das família, como na cadeira do diretor — é o caso do polêmico Lars von Trier, que já afirmou sofrer de depressão. “Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”, afirma Alexandre, ou seja, também na vida real.</p>



<p>A professora do Departamento de Audiovisual da Universidade de Brasília (UnB) Tânia Montoro destaca que a estreita relação entre o cinema e o inconsciente humano vem desde sua origem, que coincide com o nascimento da psicanálise, no fim do século 19. “A psicanálise também trabalha com a narração e utiliza os processos cinematográficos de identificação e projeção, intimamente ligados a transtornos psicológicos.”</p>



<p>De acordo com Tânia, que é pesquisadora de narrativas audiovisuais e processos sociais, o cinema abriu um novo caminho para explorar o subconsciente humano. “A entrada pelo universo onírico que o cinema proporcionou deu passagem para a camada de subjetividade da mente humana.”</p>



<p>A pesquisadora destaca que o cinema brasileiro tem contribuído com o tema através do ponto de vista da sexualidade e dos transtornos ligados à sua formação, como é o caso de &#8216;Amarelo manga&#8217; (Cláudio Assis, 2003) e &#8216;A concepção&#8217; (José Eduardo Belmonte, 2005). Entre os longas-metragens nacionais, Tânia cita &#8216;Bicho de sete cabeças&#8217; (Laís Bodanzky, 2001) como referência na representação de ambientes psiquiátricos. “As instituição estruturantes — como manicômios, prisões, igrejas — também fazem desenvolver psicopatias. O filme de Laís chama muita atenção para isso, porque a família e a sociedade são opressoras”, analisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia</h2>



<p>O assunto aparece abordado de maneira mais leve em comédias como &#8216;A mulher invisível&#8217; (2009), de Claudio Torres. No filme, o personagem de Selton Mello entra em depressão após ser abandonado pela mulher. Sua desconexão com o mundo agrava-se na medida em que ele passa a interagir com uma namorada imaginária. Torres, que concebeu o filme após separar-se da sua mulher, acredita que o humor pode funcionar como um tipo de terapia. “A vida é tragicômica, e a melhor maneira de sair da tristeza é rir dela. Ou exorcizá-la fazendo um filme sobre ela. É o que o personagem do Selton faz ao escrever um livro.”</p>



<p>A psicóloga Patrícia Simone de Araújo Santos enxerga os filmes como um quadro extremo das enfermidades. “Claro que uma pessoa não vai ter todos os sintomas de uma doença, mas esse exagero é necessário para que o público se identifique”, explica. “Uma pessoa com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) que assiste ao filme Melhor impossível não só se identifica, mas tende a se sentir aliviada por isso”, avalia.&nbsp;“Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”&nbsp;Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o diagnóstico?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O Iluminado (1980)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg" alt="o-iluminado" class="wp-image-1851" width="561"/></a></figure></div>



<p>Na adaptação da obra de Stephen King, Jack Torrance (Jack Nicholson) e sua família vão passar uma temporada em um hotel isolado, enquanto ele escreve um livro. Durante a estadia, coisas estranhas começam a acontecer. Jack se torna cada vez mais agressivo. Além dele, a esposa e o filho convivem com visões, o que pode caracterizar um transtorno psicótico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Melhor é Impossível (1997)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg" alt="59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768" class="wp-image-1853" width="561"/></a></figure></div>



<p>A comédia mostra a relação entre um escritor renomado cheio de manias, uma garçonete e um artista homossexual que vai à falência . Quando o vizinho pede ajuda para ir visitar os pais, os três embarcam em uma viagem. Melvin, vivido por Jack Nicholson, apresenta alguns sintomas de TOC, como não pisar em linhas ou só usar talheres descartáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Birdman (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg" alt="birdman" class="wp-image-1854" width="561"/></a></figure></div>



<p>Riggan Thomson é um ator famoso por ter interpretado o papel de um super-herói no passado. Para recuperar o prestígio, Riggan resolve se aventurar pela Broadway, mas o conflito entre o personagem que ele interpretou e sua nova ambição o leva a um quadro de esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O lado bom da vida (2012)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg" alt="o lado bom da vida" class="wp-image-1855" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Bradley Cooper é Pat, um homem bipolar que, após flagrar a traição da mulher, agride o amante e é internado em um sanatório. Após o tratamento, Pat está decidido a retomar sua vida e seu casamento, mas tudo muda quando ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence). A personagem desenvolve uma compulsão sexual, após a morte de seu marido. O pai de Pat apresenta sintomas de TOC, além de vício em apostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Estranho no Ninho (1975)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg" alt="um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html" class="wp-image-1856" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson) é um criminoso que se finge de louco para não ir pela sexta vez para a prisão. Ele é encaminhado para uma instituição psiquiátrica, onde tem dificuldades para se adaptar. No filme, o personagem apresenta traços de personalidade antissocial, ou sociopatia, como a ausência de remorso, a incapacidade de aprender com os erros e a manipulação das pessoas do seu convívio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Mente Brilhante (2001)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg" alt="uma_mente_brilhante_virada_cientifica" class="wp-image-1858" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme é uma biografia de John Nash, matemático que ganhou o Nobel de economia. O protagonista formula um complexo teorema aos 21 anos e é convidado a trabalhar em um projeto secreto. Nash ouvia vozes, não tinha respostas afetivas, era introvertido e isolado, quadros que indicam esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Aviador (2004)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg" alt="aviador" class="wp-image-1859" width="561"/></a></figure></div>



<p>A cinebiografia retrata a história de Howard Hughes, um magnata com transtorno obsessivo-compulsivo centrado na busca pelo perfeccionismo a todo custo e na mania de limpeza.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sniper Americano (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg" alt="sniper-americano" class="wp-image-1860" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme de Clint Eastwood conta a história real do atirador de elite Chris Kyle, responsável por pelo menos 160 mortes no Iraque. No longa, o soldado volta da guerra e apresenta dificuldades em se reinserir na sociedade devido a uma crise de choque pós-traumático.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Psicose (1960)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg" alt="Psicose2" class="wp-image-1861" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-980x784.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-480x384.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Em Psicose, Marion Crane (Janet Leigh) se dapara com Norman Bates (Anthony Perkins), o proprietário de um motel na beira da estrada. O jovem, aparentemente tímido e calmo, na verdade, esconde um transtorno de personalidade múltipla, onde é completamente dominado por suas distintas identidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg" alt="17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330" class="wp-image-1862" width="562" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-980x582.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-480x285.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>O longa mostra a vida de um Alvy Singer (Woody Allen), um comediante pessimista que se apaixona pela complicada Annie Hall (Diane Keaton). O protagonista, obcecado pela morte, tem um quadro de distimia, similar a uma depressão suave, mas de longa duração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cisne Negro (2010)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com//wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg" alt="9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443" class="wp-image-1863" width="561"/></a></figure></div>



<p>Nina (Natalie Portman), uma jovem bailarina, é escalada para protagonizar a peça Lago dos Cisnes. Ao encarnar o papel, a dançarina confronta duas personalidades distintas, uma inocente e graciosa e outra maliciosa e sensual. Quem assiste ao filme, vê a sanidade de Nina sucumbir a esse confronto.</p>



<p class="has-text-align-left">Fonte:http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/cinema/2015/03/02/noticia_cinema,165189/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina.shtml</p>
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		<title>Transtorno do Estresse pós-traumático: a memória do medo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 22:34:38 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1458" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1.jpg" alt="ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1" width="600" height="362" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1.jpg 630w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1-300x181.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1-610x368.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1-480x290.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/ideias-de-mulher-transtorno-de-estresse-pos-traumatico-1-600x362.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há 70 anos, no dia 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas libertaram judeus e outros prisioneiros em Auschwitz – não apenas o mais emblemático campo de concentração capitaneado pelos nazistas, como também uma das mais profundas cicatrizes da história contemporânea. Dentre os sobreviventes, não faltam aqueles que desenvolveram traumas relacionados aos horrores vivenciados. “Ontem mesmo, li declarações de uma senhora de 95 anos que estava entre as prisioneiras; até hoje ela é perturbada por suas memórias”, conta o neurocientista Ivan Izquierdo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos falando de um quadro psiquiátrico bem conhecido: os especialistas o chamam de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Tal condição pode ser desencadeada pelas mais diversas situações – atrocidades vividas ou testemunhadas, pequenos assaltos, acidentes dos mais variados gêneros&#8230; E pode soar trivial, mas, para muita gente, traumas profundos costumam ser um enredo de aflições constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Izquierdo conta que, de cada 100 indivíduos traumatizados, entre 1 e 5 jamais conseguem superar as memórias que os atormentam. “O TEPT é um dos piores transtornos da psiquiatria”, diz ele. “O paciente fica aterrorizado por suas memórias durante boa parte do tempo. Não consegue viver, dormir, fazer sexo e, às vezes, nem mesmo se alimentar. A condição, em alguns casos, leva as pessoas ao suicídio.”</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Izquierdo, juntamente com as neurocientistas Jociane Myskiw e Cristiane Furini, acabam de publicar um artigo no qual descrevem, pela primeira vez, um mecanismo capaz de inibir as memórias traumáticas – por enquanto, apenas em ratos. O trabalho está no periódico norte-americano Proceedings of the National Academy of Science.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Superação do trauma</h2>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores da PUCRS fizeram com que um grupo de ratos passasse por uma experiência traumática. Eis como: colocaram os animais em uma gaiola especial que transmitia baixos estímulos elétricos – choques – às patas dos roedores. Em seguida, eles eram devolvidos a suas gaiolas-moradia. No dia seguinte, porém, eram recolocados no chão elétrico, mas sem o estímulo elétrico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento, os bichos se mostravam amedrontados – pois suas memórias haviam de fato registrado que aquele era um território agressivo. Estava consolidado o trauma. Consequência: os ratos traumatizados simplesmente não mais se moviam pela gaiola especial. “Eles ficavam paralisados, duros, com os músculos tensos”, observa Izquierdo. Afinal, estavam com medo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que a um segundo grupo de ratos foi administrada uma droga: o muscimol. É um psicoativo derivado de cogumelos do gênero Amanita, conhecidos pelo famoso ‘barato’ – alucinações. Essa substância foi aplicada diretamente no hipocampo dos animais. E os resultados foram surpreendentes. Os ratos desse grupo, mesmo após terem sofrido o trauma, conseguiram caminhar livremente pela gaiola especial. Ao contrário dos demais, eles não demostraram comportamento de medo; e não pareciam lá tão preocupados com a ideia de que poderiam levar novos choques.</p>
<p style="text-align: justify;">“O que conseguimos foi exatamente inibir a evocação da memória traumática”, analisa Izquierdo. “O animal conviveu com o estímulo que desencadeia o trauma; no entanto, não sofreu o estresse que dele deriva”, diz o neurocientista da PUCRS. “É a primeira vez que se observa isso.”</p>
<p style="text-align: justify;">O muscimol, porém, não é novidade. Essa droga já é conhecida há décadas. Mas a associação entre ela e a inibição de memórias traumáticas é inédita para a ciência. “A substância imita um neurotransmissor do cérebro de mamíferos”, explica Izquierdo. “Mas é impossível administrá-la a humanos”, ressalva o pesquisador. Motivo: ela prejudica – e muito – as sinapses (conexões) cerebrais. Com ela, os neurônios são gravemente prejudicados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não se sabe como ou quando esses conhecimentos poderão resultar em novas tecnologias ou tratamentos para pacientes acometidos por TEPT.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Tratamento atual</h2>
<p style="text-align: justify;">Hoje, o tratamento do TEPT se baseia na repetição dos estímulos vinculados à memória traumática. Explica-se: psiquiatras e psicólogos tentam submeter o paciente a situações semelhantes àquela que lhe perturba – seja por meio de sons, de fotografias, ou mesmo da imaginação de contextos similares àquele no qual ocorreu o trauma. Ao evocar tais estímulos, a pessoa deve tentar se habituar a eles com cada vez mais naturalidade. E, com o tempo, desvinculá-los da situação inicial que provocara a angústia.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo e trauma são conceitos bem diferentes. “Ainda que eficaz, esse é um tratamento bastante difícil”, comenta Izquierdo. “Pois, muitas vezes, a própria terapia acaba sendo também traumática para o paciente.” Isso faz com que muitos, normalmente dominados por um medo espantoso, acabem rejeitando esse método de cura&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Izquierdo esclarece que medo e trauma são conceitos bem diferentes. O trauma é uma reação exaltada a um estímulo sensorial ou psicológico do passado – que tem consequências por vezes prejudiciais ao bem-estar da pessoa. “Esse estresse pode durar toda a vida”, diz o pesquisador. Já o medo pode ser entendido como uma estratégia natural de defesa. “Sem ele, você facilmente se jogaria pela janela de um prédio, ou atravessaria uma rodovia sem nenhum receio de ser atropelado por um caminhão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2015/01/a-memoria-do-medo</p>
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