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	<title>terapia familiar - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapia familiar - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Por que devemos cuidar do cuidador do doente crônico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-devemos-cuidar-do-cuidador-do-doente-cronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 15:00:27 +0000</pubDate>
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<p>Quando a família se depara com um doente em estado crônico, é inegável constatar as diversas mudanças que toda a família sofrerá em vários aspectos. Uma primeira mudança que pode-se destacar é a financeira, na medida em que agora a família irá arcar com as despesas relacionadas ao tratamento, como medicamentos, exames, deslocamento para as unidades de saúde, dentre outros. Isso representa uma alteração no orçamento familiar que se agrava quando a doença se torna crônica, pois isto representa despesas contínuas que podem acarretar cortes de suprimentos e de outras necessidades da família, gerando uma preocupação com as condições financeiras para atender às necessidades financeiras do paciente e da família.&nbsp;</p>



<p>Além disso, pode ocorrer uma desestruturação familiar quando o doente crônico é o provedor da família, acarretando uma mudança da pessoa-foco para o suprimento das carências familiares. Além dos aspectos financeiros, os familiares dos doentes crônicos experimentam alterações emocionais &#8211; sentimentos de aflição, medo, tensão, insegurança, preocupação, impotência e intranquilidade &#8211; desencadeadas pelas internações recorrentes, pelo medo de complicações e pelo medo da morte. Certamente, essa instabilidade emocional repercute no enfrentamento pessoal e familiar dessa situação. Diante disso, observa-se que a doença de um membro da família também é a doença da própria família, pois a saúde de uma família está intimamente ligada com a soma da saúde de todos os indivíduos que a constituem (Silva et al, 2002).</p>



<p>De acordo com Simonetti e Ferreira (2008), as famílias que tem um de seus membros com problemas crônicos de saúde sentem, juntamente com ele, toda a problemática que envolve a questão. Observa-se que uma doença crônica pode trazer transtornos tanto para o portador como para o responsável pelo cuidado desse indivíduo, porque o desempenho deste papel pode gerar mudanças e sobrecarga, bem como estresse, interferindo de maneira significativa na vida do cuidador. Na maioria das vezes, o cuidador familiar desempenha seu papel sozinho, sem ajuda de outros familiares ou de profissionais. Nesse caso, ele se configura como cuidador principal e representa o elo entre o doente, a família e a equipe de saúde.&nbsp;</p>



<p>Indivíduos que convivem com pessoas que necessitam de constantes cuidados de saúde podem demonstrar os mais diversos sentimentos que permeiam este processo. A maioria dos cuidadores relata ter sentimento de impotência e incompetência para desempenhar algumas tarefas específicas que envolvem o cuidado com o doente crônico. As narrativas desses cuidadores revelam as dificuldades da realidade diária, como conviver com o sofrimento e a dor, permeado por sentimentos ambíguos que se originam nos conflitos afetivos (Simonetti e Ferreira, 2008).</p>



<p>O cuidado ao doente crônico traz para o cuidador, na maioria das vezes, sofrimento e privações. Segundo estudo realizado por Simonetti e Ferreira (2008), alguns dos principais estressores enfrentados pelos cuidadores são: cuidados diretos e contínuos e necessidade de constante vigilância; falta de preparo e conhecimento para executar o cuidado; problemas de saúde associados ao excesso de trabalho; conflitos familiares pela falta de divisão do trabalho e de reconhecimento por parte de outros membros da família; dificuldades de adaptação à nova situação, incluindo aspectos financeiros, redução de atividades profissionais, sociais e de lazer.</p>



<p>Portanto, pode-se dizer que a doença crônica afeta todos os aspectos da vida familiar, visto que os padrões, papéis e tarefas da dinâmica familiar são profundamente alterados. E, por esta razão, o familiar irá se beneficiar do tratamento psicológico.</p>



<p>Fontes: </p>



<p>Silva, L. F.; Guedes, M. V. C.; Moreira, R. P.; Souza, A. C. C. (2002). Doença Crônica: o enfrentamento pela família. São Paulo: Acta Paulista de Enfermagem, v. 15, n. 1, p. 40- 47. Disponível em: &lt;http://www.unifesp.br/denf/acta/2002/15_1/pdf/art5.pdf></p>



<p>Simonetti, J.P.; Ferreira, J.C. (2008). Estratégias de coping desenvolvidas por cuidadores de idosos portadores de doença crônica. São Paulo: Revista da Escola de Enfermagem da USP, 42 (1): 19-25. Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v42n1/03.pdf> </p>
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		<title>A família também vai à terapia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/familia-tambem-vai-terapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Oct 2017 13:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos de geração]]></category>
		<category><![CDATA[crise familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim! A família também pode se beneficiar de um tratamento psicoterapêutico. Os objetivos da terapia cognitivo-comportamental familiar são: promover a reestruturação cognitiva, viabilizar o respeito ao outro, melhorar a comunicação e as relações entre os membros da família, favorecer mudanças construtivas de forma a harmonizar o contexto familiar. A terapia familiar proporciona a identificação dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! A família também pode se beneficiar de um tratamento psicoterapêutico. Os objetivos da terapia cognitivo-comportamental familiar são: promover a reestruturação cognitiva, viabilizar o respeito ao outro, melhorar a comunicação e as relações entre os membros da família, favorecer mudanças construtivas de forma a harmonizar o contexto familiar. A terapia familiar proporciona a identificação dos pontos fortes e fracos de suporte da família, habilidades parentais encorajando as estratégias de enfrentamento. As relações interpessoais nocivas na família podem constituir-se como fatores de risco à saúde mental, portanto promover relações interpessoais positivas configuram-se como fatores de proteção.</p>
<p>A terapia familiar na maioria das vezes é procurada em momentos de crise porém, esta pode ser indicada para qualquer momento em que os membros da família demandem. É comum indicar essa modalidade de terapia, em situações de relações desadaptativas, adoecimento de um dos membros da família, morte e separação. Além disso, indica-se também a terapia para evitar crises ou para o enfrentamento mais saudável dessa fase. Enfim, a terapia familiar pode ser um recurso para manejar qualquer evento trágico ou cotidiano que cause sofrimento na família.</p>
<p>Para que a terapia ocorra de forma eficaz, os membros da família precisam aceitar trabalhar de forma colaborativa, unidos em prol dos mesmos objetivos. Os atendimentos iniciais tem por objetivo conhecer e avaliar a família, bem como os recursos que esta dispõe e suas necessidades. A avaliação pode ser conduzida por meio de relatos da família sobre situações comuns e o terapeuta também pode observar o comportamento familiar. Além disso, avaliações individuais podem ser realizadas com cada membro da família. Posteriormente o terapeuta propõe um contrato informal da terapia e apresenta um plano terapêutico. Nas sessões de terapia cognitivo-comportamental familiar utiliza-se de técnicas de psicoeducação, manejo de emoções e comportamentos de forma construtiva, treino de comunicação, técnica linha de vida, capacidade de resolução de problemas e formas de gestão de crise.</p>
<p>Os familiares devem estar de acordo com a terapia, contrato terapêutico e dispostos a cumprir as orientações. Assim como em outras modalidades da terapia cognitivo comportamental os pacientes possuem um papel ativo e essencial no tratamento. É esperado que a família trabalhe em conjunto e de forma colaborativa com o terapeuta a fim de atingir as metas esperadas. O atendimento psicológico familiar pretende auxiliar na reorganização das relações entre os membros da família, desenvolvendo habilidades de comunicação, capacitação para o manejo de crises. Ao final do tratamento espera-se que a família seja capaz de resolver de forma autônoma os problemas a que se depara no cotidiano. O psicólogo terapeuta investiga o modelo de funcionamento familiar, propõe um plano terapêutico que contemple os objetivos acordados com os membros, atua na mediação dos conflitos e na eliminação das distorções cognitivas dos membros da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>Dattilio, Frank M. (2011). Manual de terapia cognitivo-comportamental para casais e famílias. [Cognitive Behavioral Therapy With Couples and Families] Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Poletto, M. P.; Kristensen, C. H.; Grassi-Oliveira, R. &amp; Boeckel, M. G. (2015). Uso da técnica da linha de vida em terapia familiar sistêmica cognitivo-comportamental. <em>Rev. Bras. de Ter. Comp. Cogn.</em>,  XVII, 1, 68-80.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
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<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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		<item>
		<title>A importância da educação emocional infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-educacao-emocional-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 20:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo. É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso vai dar a ela um maior bem-estar, mais felicidade e uma melhor autonomia e responsabilidade</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como conseguimos desenvolver nossos filhos de forma emocionalmente inteligente? Para isso, vamos conhecer algumas dicas oferecidas pela professora Esther García, docente do Mestrado em Inteligência Emocional da Universidade de Barcelona.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A educação emocional e seus segredos</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a professora Esther García, as relações interpessoais são fatores básicos no bem-estar emocional dos seres humanos. A felicidade de um adulto ou de uma criança depende da sua capacidade de desenvolver competências que o torne emocionalmente inteligente em suas relações.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Identificando emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa sugerida pela professora García para criar filhos emocionalmente inteligentes é a tomada de consciência. Ou seja, tanto como educadores quanto como “alunos” devemos conhecer nossas próprias emoções, suas consequências e como lidar com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar este passo, precisamos fazer perguntas sobre nossos sentimentos: por que eles acontecem, como chegamos a eles e o que podemos fazer para corrigi-los ou potencializá-los. Só assim podemos verbalizá-los e defini-los, e as crianças devem realizar seus próprios processos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Lidando com as emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A segunda coisa importante está relacionada com a forma como lidamos com as emoções. Uma vez identificadas e compreendidas, precisamos saber lidar com elas. Sejam elas positivas ou negativas, é preciso rotular e dar nome a elas, para que possamos ser capazes de sempre localizá-las e verbalizá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegado este instante, aparece o momento de aceitar as emoções, pois elas são legítimas e pessoais. É a parte na qual é preciso trabalhar o comportamento derivado delas. Assim, ajudaremos as crianças a não agir de forma impulsiva ou com pressa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uso da empatia</h2>
<p style="text-align: justify;">Para ensinar as crianças a reconhecer suas emoções, lidar com elas e adquirir inteligência, temos que manter nossa empatia ativa. É preciso saber como a criança se sente e que mecanismos ela tem, segundo sua idade, para canalizar esta enorme tempestade de emoções e sentimentos, que costumam ser muito volúveis e pouco controlados.</p>
<div class="centered">
<p style="text-align: justify;">É necessário se conectar com a criança, saber como agir, tentar se colocar em seu lugar e sempre usar a empatia, a paciência e a compreensão. Lembre-se de que, o que para você pode ser pequeno, talvez seja um problema enorme para a criança. Respeite sempre a criança e crie um clima adequado para estabelecer a comunicação correta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como praticar a educação emocional infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as atividades que a professora Esther García recomenda para alcançar uma correta educação emocional infantil, podemos destacar:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Fazer desenhos expressivos emocionalmente;</li>
<li style="text-align: justify;">Escrever diários emocionais;</li>
<li style="text-align: justify;">Imitação de emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Identificação de emoções e localização de motivos de forma conjunta;</li>
<li style="text-align: justify;">Leitura de textos e contos que permitam identificar emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Escutar ou tocar algum instrumento musical ou cantar;</li>
<li style="text-align: justify;">Participar de jogos que ajudem a melhorar a comunicação e a forma de lidar com as frustrações;</li>
<li style="text-align: justify;">Potencializar o contato físico entre as crianças e seus pais.</li>
<li style="text-align: justify;">A felicidade e o bem-estar dos nossos filhos dependem de uma educação emocional infantil adequada. Se eles aprenderem a viver com suas emoções e sentimentos mais do que com suas posses, estaremos formando pessoas mais plenas, autônomas, responsáveis e alegres, o que retorna em seu benefício e, por extensão, em benefício de todos</li>
</ul>
<p>FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/educacao-emocional-infantil/</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas da adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/etapas-da-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 19:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade emocional]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[puberdade]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia familiar]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura. A adolescência é uma época de imaturidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma época de imaturidade em busca de maturidade. Mas… como é difícil para os pais este novo período na educação dos filhos! No adolescente, nada é estável nem definitivo, porque se encontra numa época de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos, pois, em que consiste a adolescência e o que é a maturidade; quais são as mudanças que os adolescentes costumam sofrer, bem como as fases pelas quais vão passando, para podermos ter atitudes positivas que favoreçam a superação dessa crise.</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho básico que os pais devem seguir é o da compreensão, com o devido respeito e carinho que merece cada um dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é este período no qual uma criança se transforma em adulto. Não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Alterações que sucedem nas diferentes etapas da adolescência</h2>
<p style="text-align: justify;">a) A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Nasce a intimidade (o despertar do próprio “eu”).</p>
<p style="text-align: justify;"> Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não há ainda consciência daquilo que se está a passar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Desequilíbrio nas emoções, que se reflete na sensibilidade exagerada e na irritabilidade de carácter.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Não sintoniza” com o mundo dos adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Refugia-se no isolamento ou no grupo de companheiros de estudo, ou integra-se num grupo de amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhecer bem cada adolescente, os seus pontos fortes, as suas fraquezas, amizades, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"> Revelar-lhe como é, o que lhe está a suceder e que sentido têm as mudanças que está a sofrer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que conheça as suas limitações e as suas possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudá-lo a esclarecer o que é a autêntica liberdade, distinguindo-a da libertinagem.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que desenvolva a virtude da fortaleza, para que possa fazer por si mesmo esforços pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fomentar a flexibilidade nas relações sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Sugerir atividades que lhe permitam estar ocupado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que reflita nas influências negativas do ambiente, especialmente nas que derivam da manipulação publicitária e nas que motivam condutas sexuais desordenadas.</p>
<p style="text-align: justify;">B) A adolescência média (13 a 17 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Do despertar do “eu” passa-se à descoberta consciente do “eu”, ou da própria intimidade. A introversão tem agora lugar, pois o adolescente médio precisa de viver dentro de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece a necessidade de amar. Costumam ter imensas amizades. Surge o “primeiro amor”.</p>
<p style="text-align: justify;"> A timidez é característica desta fase. Medo da opinião alheia, motivado pela desconfiança em si mesmo e nos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conflito interior ou da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Comportamentos negativos, de inconformismo e agressividade para com os outros. Causados pela frustração de não poderem valer-se por si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Guiá-los para que adaptem as suas condutas às aspirações mais nobres e íntimas que descubram dentro de si.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam desmascarar as manipulações publicitárias e as do meio ambiente, especialmente as do consumismo e tudo aquilo que não lhes permita meterem-se dentro de si mesmos e refletir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que aprendam a procurar o silêncio, para que, sem medo, possam conhecer-se a si mesmos – a pensar e a refletir – e descobrir as suas mais profundas aspirações e fazer propósitos com decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Colaborar com eles para que descubram o valor e o respeito pela intimidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que se esforcem por pensar e refletir com rigor, evitando a superficialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A paciência e o amor, unidos a uma suave firmeza, são os recursos para libertar o jovem da esfera das suas impertinências.</p>
<p style="text-align: justify;">Evitar os enfrentamentos violentos. Permitir-lhe que se acalme perante as suas reações violentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter a serenidade a todo o custo, para poder dialogar com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">C) A adolescência superior (16 a 22 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a compreender-se e a encontrar-se a si mesmo e sente melhor a integração no mundo onde vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresenta um significativo progresso na superação da timidez.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem maior autodomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">É a época de tomar decisões: futuro, estudos…</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a projetar a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece relações mais pessoais e profundas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</h2>
<p style="text-align: justify;">Que aprendam a escutar e a compreender os que pensam de forma diferente da deles ou do seu pequeno grupo, mas que não abdiquem das suas ideias ou princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Que reflitam constantemente sobre os pontos de vista que são contrários aos seus, sabendo interpretá-los adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam suportar as contrariedades que qualquer responsabilidade implica, seja própria ou perante os outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Querer é poder”. Que se convençam de que não é possível conseguir mais se não nos propomos seriamente a isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Tópicos para lidar com um adolescente:</p>
<p style="text-align: justify;"> Mostra-lhe sincera amizade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Estabelece uma comunicação baseada no respeito, na confiança e na oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem sempre muita compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprende a escutá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Não te canses de os animar.</p>
<p style="text-align: justify;">Exige suavemente, mas com firmeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilha dos seus projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mede bem aquilo que lhe vais exigir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Mantém-te firme nas decisões que se tiverem tomado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Cede nas coisas de pouca importância</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educacao.aaldeia.net/etapas-adolescencia/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/etapas-da-adolescencia/">Etapas da adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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		<title>Pais devem aprender a não expor as crianças às brigas de casal</title>
		<link>https://casule.com/blog/pais-devem-aprender-a-nao-expor-as-criancas-as-brigas-de-casal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2015 18:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brigar, discutir, se desentender&#8230; Tudo isso faz parte da rotina de um casal, especialmente daqueles que estão juntos há algum tempo. Contudo, quando se tem filhos, essas situações podem ter consequências que vão além das duas pessoas diretamente envolvidas. Por isso, “os pais devem aprender a não expor as crianças às brigas”, alerta a psicóloga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2631" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg" alt="divorcio_briga" width="600" height="484" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-300x242.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-610x492.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-480x387.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-600x484.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Brigar, discutir, se desentender&#8230; Tudo isso faz parte da rotina de um casal, especialmente daqueles que estão juntos há algum tempo. Contudo, quando se tem filhos, essas situações podem ter consequências que vão além das duas pessoas diretamente envolvidas. Por isso, “os pais devem aprender a não expor as crianças às brigas”, alerta a psicóloga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rita Calegari.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Rita, geralmente, depois das brigas, o casal faz as pazes e fica “cheio de amor entre si”. Já a criança fica fragilizada e assustada por dias. Além disso, se as discussões ocorrerem com frequência, os pequenos podem desenvolver distúrbios de comportamento e doenças. “Sem a base que deveria sustentá-las, ajudando-as a formar sua personalidade e protegendo-as, a lista de problemas de comportamento e doenças que podem aparecer é enorme: insegurança, ansiedade, terror noturno, bruxismo, alergias de pele, problemas de concentração na escola, irritabilidade, agressividade, tristeza, depressão, obesidade, anorexia, dificuldades de socialização, insônia, enurese [quando a criança faz xixi involuntariamente] e encoprese [quando a criança faz cocô involuntariamente], são apenas algumas”, explica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nem toda “briga” é ruim</h2>
<p style="text-align: justify;">Qualquer briga ou discussão em que os adultos fiquem exaltados, agressivos, nervosos ou chorosos pode ser nociva para a criança, em razão do descontrole emocional dos pais, presenciado por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, segundo a professora titular do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, nem toda briga ou discussão é ruim. Os adultos devem ficar atentos quando há violência física ou psicológica. “Apenas discordar, sem o uso de violência, faz parte da vida. A criança pode ficar preocupada, mas os pais devem explicar que se respeitam e estão apenas chateados. O que não pode é ter conflito violento, físico ou psicológico na frente dos filhos”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita acrescenta ainda que deve se ter cuidado redobrado com “as brigas em silêncio”, aquelas em que quase não se fala nada, mas há afastamento e hostilidade entre os pais. “Não se enganem: a criança sente esse clima e essa situação prolongada ou mal resolvida”. afirma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cada idade, uma percepção</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós nascemos com a capacidade de atentar para o que nos faz mal. No entanto, as reações mudam conforme a idade e a maturidade. Crianças pequenas, de até seis anos, costumam se sentir inseguras e com medo diante de conflitos violentos. Porém, nesta fase elas estão menos atentas aos pais e mais ligadas em si. Logo, em uma situação mais branda, se os pais disfarçarem e atenderem suas necessidades, ela levará um tempo para sentir que há algo errado. A percepção vai aumentando com o tempo. Uma criança de 5 anos captará melhor a situação, em comparação a uma de 2, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, ela perceberá olhos inchados de choro, expressões de tristeza ou raiva e poderá achar que são para ela, o que fará com que ela se sinta culpada, visto que é comum nesta idade, os filhos acharem que o humor dos pais é consequência do comportamento deles. “A criança é especialmente egocêntrica até uns sete anos e acredita que o humor dos pais é uma reação aos seus comportamentos bons ou ruins”, relata a psicóloga do Hospital São Camilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por volta dos sete anos, mais amadurecida, a criança poderá entender melhor que os problemas dos pais não têm ligação direta com ela, mas ainda sentirá muito medo, pois o rompimento da família a atinge diretamente. É a fase na qual os pequenos passam de egocêntricos para egoístas. “A criança dessa idade é muito competitiva, não gosta de perder e não quer ver os pais brigando, pois podem se separar e quem perderá é ela. Já sabe que precisa ser cuidada por alguém, por sua estrutura familiar e egoisticamente buscará se preservar. Se os pais não estão felizes entre si, tudo bem. Mas, ela não poderá ficar infeliz”, afirma Rita.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, explica a psicóloga, as crianças mais velhas, acima dos sete anos, já têm a empatia mais desenvolvida. Assim, elas sofrem ao presenciar brigas severas, pois tentarão &#8220;ajudar&#8221; os pais a resolverem seus conflitos. “Ao ficar do lado de um dos pais, a criança pode se sentir traindo o outro e, para piorar, alguns pais fazem os filhos passar por essa escolha. Quem ela  apoiará: o pai ou a mãe?”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Rolou uma briga. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ainda que se tome todo cuidado, conflitos mais duros na frente dos filhos podem acontecer. Nestes casos, dizem as especialistas, os pais devem conversar com a criança e explicar que ela não tem culpa do que ocorreu e, em uma linguagem simplificada, dizer o que houve e como ficarão as coisas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, por ventura, o relacionamento chegar ao fim, é essencial respeitar o ex-parceiro (a) e procurar não falar mal dele para os filhos. Os adultos também não podem nunca envolver a criança nos conflitos após a separação. &#8220;Isto é uma violência emocional”, finaliza Lúcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2015/07/pais-devem-aprender-nao-expor-criancas-brigas-de-casal-alerta-psicologa.html</p>
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		<title>Terapia de casal e família: quando buscar ajuda?</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-casal-e-familia-quando-buscar-ajuda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 22:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[processo terapêutico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Terapia de Casal e Família? Os objetivos de uma terapia individual já são amplamente conhecidos. Nela o cliente é uma pessoa que busca ajuda, e seus problemas, suas questões, seus desejos e anseios são o foco do processo terapêutico. Na terapia de casal ou de família o foco do processo terapêutico é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">O que é Terapia de Casal e Família?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os objetivos de uma terapia individual já são amplamente conhecidos. Nela o cliente é uma pessoa que busca ajuda, e seus problemas, suas questões, seus desejos e anseios são o foco do processo terapêutico.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terapia de casal ou de família o foco do processo terapêutico é a relação entre as pessoas envolvidas. O terapeuta contribui na construção de um espaço propício à reflexão sobre o(s) problema(s) que geram o sistema terapêutico e trabalha junto aos participantes para dissolvê-lo(s).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Para Quem Terapia de Casal e de Família?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ela é indicada quando há uma insatisfação na forma como as relações estão se concretizando e a(s) pessoa(s) insatisfeita(s) não consegue(m) sozinha(s) encontrar alternativas diferentes das formas já conhecidas e experimentadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A insatisfação com o relacionamento e a necessidade de produzir uma relação diferente pode ocorrer repentinamente frente a eventos inesperados (desemprego, falecimento de um membro da família, traição, crise financeira, doenças crônicas, etc); em função de mudanças previstas e até desejadas (nascimento de filhos, mudanças de cidade ou na atividade profissional, (não) saída de casa de filhos adultos, recasamentos, etc); ou ainda, pouco a pouco através do desgaste da relação, pelos desentendimentos ou pela insatisfação com as formas habituais de convivência.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Porque Terapia de Casal e de Família?</h2>
<p style="text-align: justify;">Porque o terapeuta trabalha na construção de um modo colaborativo de conversar que propicia às pessoas envolvidas no processo terapêutico a reflexão sobre como elas juntas participam na produção do(s) problema(s) que a relação enfrenta e cria a possibilidade de (re) construírem o relacionamento de modo mais satisfatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser abrangente, o processo terapêutico não está limitado a questões específicas, propiciando que os participantes do processo terapêutico possam refletir sobre: o que estamos produzindo nas nossas relações? estamos gerando o entendimento que nos satisfaz? como participamos do(s) problema(s) que queremos resolver? em que gostaríamos que nossa relação fosse diferente? que aspectos de cada um se sentem contemplados ou insatisfeitos na relação? para que nosso relacionamento mude, o que ofereço de mim? o que espero do outro?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como é a Terapia de Casal e de Família?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos cônjuges ou qualquer um dos membros da família tem a iniciativa de procurar a terapia. Em geral, esta pessoa deseja resolver tensões ou melhorar a qualidade da relação em sua vida familiar. Na terapia de casal é imprescindível a adesão do cônjuge. Na terapia de família, o(s) outro(s) membro(s) que se sente(m) afetado(s) pelo problema são chamados a participar.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de iniciado o processo terapêutico, a presença de cada participante é combinada e pode ser alternada de comum acordo no decorrer das sessões. A forma como cada um participa e contribui também é um acordo que se desenvolve e se estabelece no próprio decorrer das sessões.</p>
<p style="text-align: justify;">A duração do processo terapêutico não é previamente definida e o seu término, em geral, é uma decisão compartilhada entre terapeuta e clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.conversacoes.com.br/terapia-de-famiacutelia.html</p>
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		<item>
		<title>Psicologia infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2015 21:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia familiar]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno comportamental na infancia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando levar seu filho a um psicólogo infantil Muitas vezes não entendemos nossas crianças, mas percebemos claramente que há algo errado com elas. Você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso te apavora, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-infantil.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1842" title="Psicologia Infantil" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/casule-psicologia-juiz-de-fora-infantil.jpg" alt="Psicologia Infantil" width="600" height="400" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando levar seu filho a um psicólogo infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes não entendemos nossas crianças, mas percebemos claramente que há algo errado com elas. Você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso te apavora, você se sente a pior mãe do mundo, pois afinal de contas você deveria conseguir ajudar seu filho. Mas não é bem assim, criança não vem com manual de instruções e sua forma de comunicar que algo não está bem é muito, muito diferente da forma que os adultos entendem – mesmo porque a maioria das vezes a própria criança não sabe que há algo errado, apenas sente um desconforto que não compreende.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse desconforto pode vir do fato de estar sendo agredida por outras crianças na escola, ou a professora a está ignorando na sala de aula, pode haver algum adulto molestando-a, ela pode ser mais sensível e insegura que a maioria e sentir muita falta da mãe mesmo se distanciando por períodos curtos, ela pode estar se sentindo negligenciada em casa mesmo e você não percebe pois a considera tão “boazinha”  e fica feliz por ela brincar horas sozinha. Enfim, a lista das possibilidades do que pode estar acontecendo são enormes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais comportamentos são indicadores na necessidade de terapia infantil (psicologia infantil)</h2>
<p style="text-align: justify;">Recusar-se a ir a escola repentinamente</p>
<p style="text-align: justify;">Chorar em demasia</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade em acompanhar o que dado na escola</p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de necessidade de contato com a mãe ou pai</p>
<p style="text-align: justify;">Recusa em estar próximo de uma pessoa específica</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamentos agressivos repentinos</p>
<p style="text-align: justify;">Demora em falar ou andar</p>
<p style="text-align: justify;">Xixi na cama</p>
<p style="text-align: justify;">Pesadelos</p>
<p style="text-align: justify;">Pedidos frequentes para dormir com os pais</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como é feita a psicoterapia infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">Para não ficar matutando meses a fio, deixando o problema piorar é que existe a psicologia infantil onde estudos e técnicas específicas de psicoterapia infantil facilitam que o psicólogo infantil se comunique com a criança e procure entender o que se passa com ela. Inicialmente é feita entrevista com os pais. Depois a criança é convidada participar de “brincadeiras” que na realidade são técnicas próprias para obtenção de informações sobre o estado emocional da criança e intervenção psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os pais precisam aprender a psicologia infantil?</h2>
<p style="text-align: justify;">Só o que se aplica a seu filho. O universo infantil é extenso e complexo, cada caso é um caso totalmente diferente do outro. O que deu certo com o filho do vizinho não significa que dará com o seu. Os sintomas que o coleguinha apresentou pode ter sido originado por problemas muito diferentes do que o seu filho está passando.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como a psicologia infantil ajuda a criança</h2>
<p style="text-align: justify;">O psicólogo infantil, além de sua vocação para lidar com crianças, é treinado para oferecer um ambiente onde ela se sinta segura. A forma de falar, o tom, as palavras que ele usa são todas muito bem elaboradas para criar um ambiente de acolhimento e confiança. O cuidado deve ser extremo pois as crianças tendem a responder afirmativamente a perguntas dirigidas e passam a incorporar a própria resposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, se você perguntar se ele está chorando porque o coleguinha bateu nele será muito provável que ele responda que sim, mesmo que não seja esse o motivo, pois alguma vez algum coleguinha já deu algo parecido com tapinha e, assim que  você fizer esta pergunta, ele lembrará deste episódio e responderá que SIM, mesmo que este tapinha não tenha a nada a ver com o choro atual. E o pior, poderá  acreditar que está chorando devido à isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro motivo é a capacidade de aprendizagem da criança – enorme. E ela pode aprender tudo o que ouve. Se tiver adultos falando muita bobagem (inverdades)  por perto, e falam mesmo, ela absorverá cada uma destas coisas como fatos indiscutíveis. Os adultos podem perceber tons de ironia mas a criança leva tudo ao pé da letra, e uma palavra errada perto de uma criança, mesmo que ela esteja com cara de distraída, será ouvida e absorvida em seu repertório de “verdades”. Se alguém passar a falar mal de sua mãe por alguma questão específica e não envolvendo sua qualidade no trato com a criança, ela pode considerar que a mãe é uma péssima pessoa e passar a rejeitar a mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia infantil poderá  ajudar esta criança a se restabelecer numa realidade mais saudável e também orientará os pais para a continuação do processo de melhora em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://www.marisapsicologa.com.br/psicologia-infantil.html</p>
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