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	<title>terapia de famila - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapia de famila - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Competição entre mães e filhas!</title>
		<link>https://casule.com/blog/competicao-entre-maes-e-filhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 20:23:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso inconsciente dita muitas regras silenciosas, frutos de nossas experiências, que acabam regendo nosso comportamento em diversas áreas da vida. O relacionamento entre mães e filhas pode ser generoso, gentil, dotado de um amor genuíno que pretende ensinar, orientar e acolher, mas pode ser também conflituoso e agressivo, repleto de ciúme ou inveja, sem que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nosso inconsciente dita muitas regras silenciosas, frutos de nossas experiências, que acabam regendo nosso comportamento em diversas áreas da vida. O relacionamento entre mães e filhas pode ser generoso, gentil, dotado de um amor genuíno que pretende ensinar, orientar e acolher, mas pode ser também conflituoso e agressivo, repleto de ciúme ou inveja, sem que nenhuma das partes perceba de imediato que existe ali a marca da competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas mães competem com as filhas. Anseiam, inconscientemente na maior parte das vezes, por sua juventude, por sua beleza, por suas realizações acadêmicas ou profissionais. Essas mães não percebem que invadem o território de suas filhas e por vezes tentam trocar confidências com seus namorados, tentam ser mais amigas dos amigos da filha do que ela própria. Sequer se dão conta de que buscam se vestir e se comportar de forma parecida, talvez na ânsia de resgatar a própria adolescência, aquela que não teve condições de viver como desejava.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras mães podem agir de forma mais agressiva, colocando sua experiência de vida em evidência, mostrando ostensivamente ou subliminarmente à filha o quanto ela é despreparada. Geralmente são mães mais sensualizadas, críticas com relação à aparência das filhas, reclamando que elas poderiam se vestir melhor ou se comportar de outra forma, e caem em comparações com outras meninas, quando não se tornam o exemplo que acreditam que deve ser seguido.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a possibilidade de a mãe ter ciúme da filha com relação ao pai. Os pais normalmente elogiam suas meninas que estão crescendo, muitas vezes as superprotegem e, diante do desconforto experimentado pela filha em função das constantes críticas de sua mãe, essas meninas elegem o pai como confidente, sentem-se mais confortáveis e acolhidas por ele, acirrando ainda mais o incômodo dessa mãe com essa proximidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de mãe e filha que não convivem com o pai, a competitividade pode aparecer quando ambas saem juntas para o mesmo divertimento e isso implica em flertes ou paqueras, como as conhecidas baladas. É claro que essas mães têm todo o direito de ir para onde quiserem e &#8220;ficar&#8221; ou namorar quem bem entenderem, mas pode ser constrangedor para a filha que sua mãe frequente os mesmos lugares nos mesmos dias. Será mesmo necessário?</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">A difícil tarefa de compreender e anular a competição</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências da competitividade para as filhas é o recolhimento. Muitas meninas ficam com uma sensação permanente de inadequação. Algumas passam a sair pouco com os amigos e descuidar cada vez mais da aparência, enquanto outras se afundam silenciosamente nos livros e no trabalho quando já estão em idade de trabalhar. Não querem mais namorar porque ficam com a impressão de que não serão competentes para se fixar numa relação, afinal nunca serão tão interessantes quanto suas mães. Essas moças são assoladas por uma espécie de ansiedade, outras vezes por uma dolorosa apatia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter uma mãe competitiva pode tonar a vida da adolescente ou da jovem adulta um grande problema.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Ter uma mãe competitiva pode tonar a vida da adolescente ou da jovem adulta um grande problema.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Elas podem se sentir culpadas por serem belas e terem uma vida toda pela frente, ou a culpa pode passar pelo discurso de muitas mães que se queixam constantemente: &#8220;se eu tivesse tido oportunidade de estudar&#8230;&#8221;, &#8220;se eu pudesse voltar no tempo&#8230;&#8221;, &#8220;se meus pais pudessem ter me dado o que você tem hoje&#8230;&#8221; e outros comentários que acionam o sentimento de culpa e impotência, como se a filha tivesse alguma responsabilidade sobre a vida que sua mãe teve e escolheu ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a reação das filhas vítimas de mães competitivas pode ser a de afrontar essa mãe, lutando o tempo todo por seu espaço legítimo de jovem. Então, o comportamento passa a ser agressivo, o uso de palavras rudes e as acusações são frequentes e as atitudes diante de sua feminilidade serão ousadas, como que buscando com certa urgência o momento futuro, antecipando experiências, pulando fases, deixando de saborear o fluxo natural do amadurecimento. O relacionamento, com frequência, vira uma guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura da mãe-amiga, cúmplice, confidente, parceira, não existe para essas filhas ou não é reconhecida por elas, que se sentem constantemente ameaçadas, perdidas, sem saber como agir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Mães podem resgatar relação com filhas</h2>
<p style="text-align: justify;">É certo que mães competitivas têm suas razões perdidas na inconsciência para terem esse tipo de comportamento. Em alguma instância, elas também se sentem ameaçadas pelo viço da juventude num momento em que começam a se dar conta do tempo que passa e que deixa suas marcas no corpo físico, ou quando acreditam que não têm mais tempo para novas conquistas, seja no campo afetivo, acadêmico ou profissional. Elas não gostam de ser quem são e desejam viver a vida de suas filhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A essas mães, que se reconhecem nesse lugar, sugiro uma reflexão a respeito do quanto ainda podem resgatar esse relacionamento, trazendo mais doçura no contato com suas filhas e buscando organizar seus pensamentos e sentimentos com relação à maternidade. Mudanças paulatinas no comportamento, demonstrando confiança, reconhecendo a graça e a beleza desse momento de vida das meninas e se movimentando no sentido de ocupar um espaço que seja verdadeiramente seu, podem dar uma tônica mais salutar e amorosa na relação.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Mudanças paulatinas no comportamento, demonstrando confiança, reconhecendo a graça e a beleza desse momento de vida das meninas e se movimentando no sentido de ocupar um espaço que seja verdadeiramente seu, podem dar uma tônica mais salutar e amorosa na relação.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que devemos relativizar tudo o que foi dito: filhas podem se sentir mais confortáveis em escolher o pai como confidente sem que a mãe seja competitiva, elas podem sair juntas sem que se sintam constrangidas, mães podem fazer comentários sobre sua adolescência sem que isso signifique um lamento e podem se vestir como desejarem sem que isso queira dizer que estão entrando em rota competitiva com a filha. É a tensão que se estabelece na relação em função de certos comportamentos que vai denunciar se existe ali um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">aceitar o amor que existe entre abrem abre espaço para mudanças</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando uma ou ambas se percebem nessa situação de tensão, uma alternativa é buscar o diálogo honesto, abrir o coração denunciando seus temores, seus sentimentos, suas dores, dúvidas, incertezas. O melhor é aceitar o amor que existe entre ambas para tornar possível a mudança. É bom também procurar ajuda profissional quando a insegurança para abordar o assunto for grande. É natural sentir-se confusa e não saber sequer por onde começar a falar, tal o emaranhado de sentimentos nessas circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mães e filhas podem e devem reverter essas relações competitivas. Podem e devem ocupar cada qual seu papel natural na relação, e assim resgatar o amor e o alívio tão benéficos para seguirem em paz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.personare.com.br/competicao-entre-maes-e-filhas-m6189</p>
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		<title>Saiba o que é a Síndrome do Campo de Concentração.</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-o-que-e-a-sindrome-do-campo-de-concentracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 19:13:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quem passa anos sob o jugo de um tirano, como um marido ou pai opressor, poderá sofrer da Síndrome do Campo de Concentração, ou seja, um complexo distúrbio emocional e psicossomático do qual pode levar anos para a pessoa se recuperar. Ela tem o condicionamento mental de um prisioneiro das Grandes Guerras Mundiais. Mesmo depois de livre, não esquece as experiências traumáticas por quais passou, ficando sob uma espécie de escravidão mental: não consegue sair de casa e passa a maior parte do dia em seu quarto, como se este fosse uma cela de uma prisão. Tem medo de tudo e todos.</p>
<p style="text-align: justify;">O opressor exibe uma falsa diplomacia: sopra a discórdia na família da vítima por meio de pérfidas insinuações, para que ela fique sozinha. Ele é impressionável e tenta influenciar as pessoas de bem. A intenção dele é sempre a mesma: destruir a ordem, a beleza, produzir a ruína, a decadência e o caos. Os comentários que faz são picantes e moralistas, ou seja, a personificação falsa de um paladino da justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um desejo insaciável de reconhecimento, pois na verdade, ele é frio, solitário e nele existe uma desconfiança consumidora. Também possui uma falsa ostentação de valores, uma retórica demagógica e um agonizante complexo de inferioridade. Bastante desleal, usa com frequência a força para legitimar seu poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por que alguém permite este abuso? Onde existe um opressor, encontramos um revolucionário. Assim, o tirano o detecta, promove sua autoconfiança, manipula situações, apresenta propostas que expõe forças particularmente poderosas da vítima que sê vê envolvida em uma grande transformação de vida, mas decepcionalmente falsa, pois apenas o opressor será beneficiado.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que passou pela síndrome, mesmo afastada do seu opressor, não consegue manter o controle e está sempre pronta para a briga, desenvolvendo uma espécie de &#8220;guerra&#8221; cada vez que é contestada; o mais indicado é procurar um especialista para sair o mais rápido possível desta prisão mental.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vidaeestilo.terra.com.br/horoscopo/esoterico/saiba-o-que-e-a-sindrome-do-campo-de-concentracao,771863337df6d310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html</p>
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		<title>Irmãos que brigam muito: O que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/irmaos-que-brigam-muito-o-que-fazer-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2015 19:08:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Você certamente já ouviu a expressão: &#8220;Os filhos são o espelho dos pais&#8221;, e é uma sábia expressão. Realmente os filhos são reflexos de seus pais. Como é triste e ruim um lar onde os membros da família não se dão bem, mas pensemos, como essa família começou? Com os pais. Os pais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<ul class="content">
<li>
<p style="text-align: justify;">Você certamente já ouviu a expressão: &#8220;Os filhos são o espelho dos pais&#8221;, e é uma sábia expressão. Realmente os filhos são reflexos de seus pais. Como é triste e ruim um lar onde os membros da família não se dão bem, mas pensemos, como essa família começou? Com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais e o relacionamento que estabelecem entre si será o modelo que os filhos irão seguir mais tarde, e posteriormente reproduzirão isso em suas próprias famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Analise seu lar hoje, como seus filhos se relacionam? Há muitas brigas, há desrespeito, inveja, competição entre eles? Saiba que, nós pais, somos em grande parte responsáveis pela forma como nossos filhos tratam uns aos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A desarmonia do lar vem de um ambiente onde um grita com o outro, um isola o outro e onde há muitas brigas e discussões; não há respeito, tolerância ou paciência e a raiva e ira são predominantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma como o casal se relaciona e a forma como se relacionam com os filhos será o modelo para se relacionarem com o mundo. Por exemplo, há casais que gritam um com o outro, os filhos irão reproduzir isso e certamente irmão gritará com irmão. Há pais que competem entre si e incentivam a competição nos filhos, isso facilita para que a rivalidade entre irmãos se estabeleça.</p>
<p style="text-align: justify;">O que podemos fazer para influenciar os filhos de modo positivo para que haja menos brigas entre irmãos?</p>
</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Mude a si mesmo</h2>
<p>não há como modificar o outro, somente a pessoa é capaz de mudar a si própria, mas ela só fará isso se encontrar sentido. Então, primeiramente mude a si mesmo tão profundamente para que seus filhos sintam essa mudança, participem dos benefícios dela e vejam sentido em mudar também. Não será uma tarefa a ser cumprida em um dia ou uma semana, será uma tarefa para toda a vida, mantenha em mente essa mudança e cada dia que passar será mais fácil.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Seja justo</h2>
<p>não instigue a rivalidade entre os irmãos. Há uma grande diferença entre competição e rivalidade, embora ambas as palavras remetam à concorrência, a rivalidade traz consigo um elemento bastante venenoso que é o ciúme. A competição é inerente ao ser humano, mas não precisa e não deve se tornar rivalidade. Os pais devem ficar atentos, pois às vezes, sem querer contribuem para que uma simples competição entre irmãos se torne rivalidade. Eles fazem isso quando são injustos em punições, quando elogiam apenas um dos irmãos e quando fazem comparações entre eles. Evitem essas atitudes para que não haja rivalidade entre seus filhos.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Reforce quando os filhos se tratarem de modo adequado</h2>
<p>tome cuidado para não reforçar os comportamentos de brigas entre os irmãos. Os pais fazem isso quando ficam falando sobre o comportamento ruim o tempo todo, quando contam para outras pessoas e quando fazem eles próprios aquilo que não querem que os filhos façam. Atentem para incentivá-los quando se tratarem de forma cordial e respeitosa, você pode fazer isso elogiando, contando para outras pessoas o modo como eles se trataram e reproduzindo aquilo que eles fizeram de bom e adequado.</p>
<p>Gentileza gera gentileza, precisamos deixar que o amor prevaleça ao invés da ira e da raiva. Tolerância e paciência podem ser fortes elementos na busca pela harmonia do lar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://familia.com.br/filhos/irmaos-que-brigam-muito-o-que-fazer</p>
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		<item>
		<title>Como construir um lar positivo para os filhos!</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-construir-um-lar-positivo-para-os-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 19:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a tantas mídias sociais e modelos esteriotipados, não é fácil educar. Esses modelos podem influenciar negativamente no desenvolvimento das crianças, porém, a compaixão, o caráter, a educação e a confiança começam a ser construídos dentro de casa. Como não podemos controlar o que acontece escola, ou o que está escrito em revistas ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2731 aligncenter" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos.jpg" alt="casule-psicologia-lar-para-os-filhos" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos-768x512.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos-610x407.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos-980x654.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos-480x320.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-lar-para-os-filhos-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2>Em meio a tantas mídias sociais e modelos esteriotipados, não é fácil educar. Esses modelos podem influenciar negativamente no desenvolvimento das crianças, porém, a compaixão, o caráter, a educação e a confiança começam a ser construídos dentro de casa.</h2>
<p style="text-align: justify;">Como não podemos controlar o que acontece escola, ou o que está escrito em revistas ou é transmitido pela televisão, é importante saber que temos o controle sobre um aspecto da vida de nossos filhos: o que acontece em nossa casa. Por isso, estabelecer alguns padrões e fazer algumas mudanças pode ajudar a fazer do convívio familiar e do espaço da casa um lugar seguro que fortaleça o autoconhecimento e a autoestima deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudá-las nesta tarefa tão difícil, seguem algumas dicas para construir um lar positivo para as crianças:</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Elogiem na medida certa!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Elogiem, mas não muito! Enquanto a crítica constante faz com que nossos filhos duvidem de suas habilidades, uma abundância de elogios pode inflar seus egos e levá-los a colocar os outros para baixo. Elogie-os sem afetação, e não tenham medo de dar feedbacks construtivos quando eles precisarem.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Demonstrem carinho!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Vocês ficariam surpresas com o que um abraço e um “eu te amo” podem fazer para a confiança das crianças. Não só as fazem lembrar que vocês se importam, mas também as tornam confortáveis para expressar suas emoções, tornando mais fácil para elas lidar com os próprios problemas.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Expulsem a negatividade!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Nós sabemos que é mais fácil dizer do que fazer, e que ficamos às vezes para baixo e com dificuldades de manter pensamentos tranquilos e positivos o tempo todo. Mas mesmo assim, ensinem seus filhos desde pequenos a terem uma postura positiva, proibindo palavras que crianças adoram falar, ainda que sem maldade, como por exemplo: feio, chato etc. Claro que eles escutarão essas palavras na escola ou onde estiverem, mas banindo-as de casa vocês instalam um ambiente que é seguro quando eles se sentem para baixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sejam boas mentoras!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Como diz o ditado: você precisa praticar o que prega. Se vocês se chamam de estúpidas ou fogem de desafios, é provável que seus filhos sigam esses exemplos. Olhem para isso com uma oportunidade não só para construir a autoconfiança deles, mas também para impulsionar a autoconfiança em vocês.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Aproveitem o tempo com eles!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Entendemos que toda mãe precisa de algum tempo sozinha, mas quando tomamos muito tempo para nós mesmas isso pode fazer com que nossos filhos achem que não nos preocupamos com eles. Então, desliguem o telefone e passem algum tempo com eles, um tempo “de verdade”.  Ao se envolverem com eles – sejam em um passeio no parque ou conversando à mesa de jantar, vocês fazem seus filhos se sentirem importantes, o que, por sua vez, fortalece a autoestima deles.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://feiradobebe.com.br/larpositivo/</p>
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		<item>
		<title>8 temas que você deve conversar com seus filhos o quanto antes!</title>
		<link>https://casule.com/blog/8-temas-que-voce-deve-conversar-com-seus-filhos-o-quanto-antes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2015 18:42:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1. A importância do estudo para o futuro De acordo com Karin Kenzler, psicóloga do Colégio Humboldt, ao dialogar com os filhos pré-adolescentes, os pais precisam tomar alguns cuidados para não intimidar ou sufocá-los. &#8220;Em primeiro lugar é importante lembrar que o foco da conversa sempre deve ser o de criar intimidade, e não o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2671" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg" alt="BNWWKT Mother and daughter having an argument. Image shot 2010. Exact date unknown." width="600" height="251" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg 570w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos-300x125.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos-480x200.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1. A importância do estudo para o futuro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Karin Kenzler, psicóloga do Colégio Humboldt, ao dialogar com os filhos pré-adolescentes, os pais precisam tomar alguns cuidados para não intimidar ou sufocá-los. &#8220;Em primeiro lugar é importante lembrar que o foco da conversa sempre deve ser o de criar intimidade, e não o volume de informações ou instruções que se pretende passar. Criar laços afetivos e manter o canal de comunicação aberto é a melhor maneira de ter acesso à vida de seu filho, para poder orientá-lo e desfrutar de sua companhia&#8221;, ela afirma. Desta forma, é importante ressaltar a importância dos estudos no futuro do jovem, mas não através de palavras e sermões e, sim, através de seu comportamento. Fiscalizar, cobrar, brigar, para que seu filho estude pode até funcionar, mas não vai motivá-lo. &#8220;Crie um ambiente familiar em que assuntos de conteúdo escolar são valorizados. O diálogo em casa, nas refeições, no carro, deve valorizar a cultura geral e motivar a busca de conhecimento. Não pergunte ao seu filho se fez a lição, mas o que esta estudando&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>2. O perigo de se expor na internet</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Fotos e mais fotos fazendo caretas, de biquíni ou com vestido curtinho. Cliques de festas regadas a cerveja e postagens cheias piadinhas sem graça. Os adolescentes nem se dão conta, mas podem estar se expondo demais &#8211; e de forma negativa &#8211; na internet. O dever do pai é explicar que esse tipo de atitude pode prejudicá-los quando forem procurar um emprego ou até mesmo colocá-los em situações perigosas, como acontece quando as fotos vão parar em sites de prostituição ou, ainda, nas mãos de pedófilos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>3. A escolha da religião</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os pais primeiramente devem ser amigos de seus filhos, pois a confiança entre eles é fundamental para que os adolescentes possam conversar sobre todos os assuntos e com isso não esconder nada que possam os surpreender mais tarde&#8221;, afirma Cesar Marconi, diretor pedagógico do Colégio Mary Ward. Sempre que possível converse abertamente com seu filho sobre a religião que sua família segue e mostre o que você acredita. Se, em algum momento, ele achar que não concorda mais com esses princípios, ou se não encontrar o que busca nela, ele irá se decidir por outro caminho e precisará se sentir à vontade para conversar abertamente sobre isso com você. Neste caso, o papel dos pais é dar a oportunidade para o filho se conhecer melhor. Se você confia nos valores que passou a seu filho, acredite no caminho pelo qual ele optar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>4. Cuidado com as amizades</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Tente conhecer os amigos do seu filho. Se ele se relaciona com pessoas agressivas, chame-o para conversar e mostre o risco e as consequências dessa escolha. &#8220;Ao aconselhar seu filho a respeito de uma amizade, procure não ser radical ou autoritário, pois você corre o risco dele continuar se relacionando com a pessoa sem o seu conhecimento, e pior, mentindo para você. Procure conversar expondo suas preocupações, fazendo com que tome conhecimento dos riscos e aprenda a fazer suas escolhas. E se ele confiar em você vai continuar lhe contando com quem anda e por onde&#8221;, aconselha a psicóloga Karin Kenzler.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>5. Os perigos do álcool</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é mesmo a fase em que os jovens experimentam bebida. Isto é fato! Antes de seu filho começar a sair de casa, converse com ele sobre todos os perigos do consumo excessivo de álcool. Esclareça a diferença entre beber um cálice de vinho num almoço familiar, em casa, e ficar embriagado para se divertir numa festa com os amigos. Explique a preocupação com sua saúde e sua segurança e deixe claro que não há acordo possível quanto ao abuso da bebida, dentro ou fora de casa. Fale abertamente sobre os perigos que ele corre, como o de sofrer um acidente de carro ou se meter em brigas feias. &#8220;Este tipo de diálogo deve ocorrer em casa, na medida do possível, diariamente. Não espere que um algo de ruim aconteça para depois conversar&#8221;, afirma Cesar Marconi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>6. A importância de ficar longe das drogas</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Nas conversas sobre o perigo das drogas, abra espaço para seu filho tirar todas as dúvidas. Deixe claro que as pessoas podem perder o controle do uso dessas substâncias &#8211; cujo fornecimento, aliás, é proibido. Procure pesquisar e converse sobre os efeitos específicos de cada uma delas. Segundo Karin Kenzler, muitos pais não sabem como abordar estes temas por temerem a reação dos filhos, delegando a tarefa unicamente à escola. &#8220;Os programas de prevenção e orientação na escola devem ser complementados com diálogos em casa, onde os valores de cada família e cultura podem ser passados.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>7. Sexo seguro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Fale de sexo mencionando sempre o amor. Deixe claro para seu filho que a escolha do parceiro &#8211; e o afeto &#8211; é importante e explique os riscos e cuidados que devem ser tomados durante o relacionamento. &#8220;Para facilitar a conversa, a abordagem deve ser informal, inserida em situações cotidianas como no carro, almoço ou passeio. Abordar o tema a partir de uma noticia do jornal, de um acontecimento publico ou conteúdo de novela, diminui a o constrangimento sentido pelo jovem, deixando o mais a vontade para tirar suas dúvidas&#8221;, comenta Kenzler. Não se cobre para ter respostas para tudo sobre este assunto na ponta da língua. Às vezes, só de estar disposta ao dialogar com o filho já ajuda! Seu filho quer encontrar um ambiente em que se sinta acolhido e que possa tirar dúvidas sem sentir vergonha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>8. Por que devemos ser organizados e responsáveis?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A desorganização e falta de responsabilidades dos jovens, que hoje afeta a harmonia familiar, pode se tornar um grande problema no futuro, a ponto de atrapalhar o desempenho na universidade e no mercado de trabalho. Converse com o adolescente sobre a importância de cuidar das suas coisas e ser organizado. &#8220;Se o filho desde pequeno for orientado a guardar seus brinquedos ele criará o hábito de organizar suas coisas e consequentemente seu quarto, suas lições, atividades e etc. É perfil do adolescente ser um pouco relapso, até por questão de formação, a rebeldia. O que não pode ocorrer é o relapso se tornar regra em sua vida&#8221;, explica Cesar Marconi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.brasilpost.com.br/2015/10/30/tema-conversar-filho_n_8433180.html</p>
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