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	<title>sexualidade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>sexualidade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>5 elementos que tiram o tesão</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/5-elementos-que-tiram-o-tesao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns fatores que contribuem para o aumento e outros que contribuem para a diminuição da vontade de se relacionar sexualmente. Você consegue identificar que elementos são esses? </p>
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<p>Existem alguns fatores que contribuem para o aumento e outros que contribuem para a diminuição da vontade de se relacionar sexualmente. Você consegue identificar que elementos são esses? </p>



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		<item>
		<title>Terapia sexual</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 19:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Ejaculação Precoce]]></category>
		<category><![CDATA[identidade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terapia do sexo ou psicoterapia para transtornos sexuais, o psicólogo tratará de questões relacionadas à dificuldades ou disfunções sexuais como por exemplo frigidez, disfunção erétil, vaginismo, ejaculação retardada ou retrograda, aversão sexual, inibição de desejo, anorgasmia, etc. Qualquer problema sexual  pode ser atendido pelo psicólogo mesmo que a queixa se refira apenas a insatisfação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na terapia do sexo ou psicoterapia para transtornos sexuais, o psicólogo tratará de questões relacionadas à dificuldades ou disfunções sexuais como por exemplo frigidez, disfunção erétil, vaginismo, ejaculação retardada ou retrograda, aversão sexual, inibição de desejo, anorgasmia, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer problema sexual  pode ser atendido pelo psicólogo mesmo que a queixa se refira apenas a insatisfação no campo sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Psicoterapia da sexualidade deve ser feita sempre em casal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não necessariamente, é possível tratar qualquer questão de ordem sexual mesmo sem parceiro presente no momento da terapia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Porque algumas pessoas sofrem com problemas sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o problema pode ocorrer devido a vivencias traumáticas em algum momento da vida, ou informações erradas que podem ter sido passadas por pessoas da família, que talvez até tenham boas intenções mas não souberam lidar com o tema. Questões sociais também podem ocasionar dificuldades de ordem sexual como por exemplo alguns tabus e falta de orientação sexual. Características de personalidade ou distúrbios emocionais como depressão, pânico, TOC podem influenciar na vida sexual. ETc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia da sexualidade</h2>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Quais são os quadros que a psicoterapia da sexualidade atende?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Para esta resposta segue   DSM-IV &#8211; Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, IV &#8211; Revisão:</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Transtornos Sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta seção contém as Disfunções Sexuais, as Parafilias e os Transtornos da Identidade de Gênero. As Disfunções Sexuais caracterizam-se por uma perturbação no desejo sexual e nas alterações psicofisiológicas que caracterizam o ciclo de resposta sexual, causando sofrimento acentuado e dificuldade interpessoal. As Disfunções Sexuais incluem</p>
<p style="text-align: justify;">Disfunções Sexuais</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno de Aversão Sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno da Excitação Sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno da Excitação Sexual Feminina</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno Erétil Masculino</p>
<p style="text-align: justify;">Transtornos Orgásmicos</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno Orgásmico Feminino</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno Orgásmico Masculino</p>
<p style="text-align: justify;">Ejaculação Precoce</p>
<p style="text-align: justify;">Transtornos de dor Sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Dispareunia</p>
<p style="text-align: justify;">Vaginismo</p>
<p style="text-align: justify;">Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral</p>
<p style="text-align: justify;">Disfunção Sexual Induzida por Substância</p>
<p style="text-align: justify;">Parafilias</p>
<p style="text-align: justify;">Exibicionismo</p>
<p style="text-align: justify;">Fetichismo</p>
<p style="text-align: justify;">Frotteurismo</p>
<p style="text-align: justify;">Pedofilia</p>
<p style="text-align: justify;">Masoquismo</p>
<p style="text-align: justify;">Sadismo</p>
<p style="text-align: justify;">Fetichismo Transvéstico</p>
<p style="text-align: justify;">Voyeurismo</p>
<p style="text-align: justify;">Parafilia Sem Outra Especificação:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;.escatologia telefônica, necrofilia, parcialismo,</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;.zoofilia, coprofilia, clismafilia e urofilia</p>
<p style="text-align: justify;">As Parafilias são caracterizadas por anseios, fantasias ou comportamentos sexuais recorrentes e intensos que envolvem objetos, atividades ou situações incomuns e causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtornos da Identidade de Gênero</h2>
<p style="text-align: justify;">Os Transtornos da Identidade de Gênero caracterizam-se por uma forte identificação sexual com o gênero oposto, acompanhada por desconforto persistente com o próprio sexo atribuído. O Transtorno Sexual Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos do funcionamento sexual não classificáveis em qualquer das categorias específicas. Cabe notar que as noções de desvio, padrões de desempenho sexual e conceitos de papel apropriado para o gênero podem variar entre as culturas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia para disfunção sexual</h2>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Disfunções Sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido nas seguintes fases:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente. Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. As palavras &#8220;persistente ou recorrente&#8221; nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/terapia-sexual.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Riscos da gravidez de uma adolescente</title>
		<link>https://casule.com/blog/riscos-da-gravidez-de-uma-adolescente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo especialistas, a idade mais apropriada para ser mãe é entre os 20 e 35 anos, já que o risco para a saúde da mãe e da criança é muito menor. A gravidez na adolescência é considerada de alto risco e implica em mais complicações. A adolescente não está preparada nem física nem mentalmente para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo especialistas, a idade mais apropriada para ser mãe é entre os 20 e 35 anos, já que o risco para a saúde da mãe e da criança é muito menor. A gravidez na adolescência é considerada de alto risco e implica em mais complicações. A adolescente não está preparada nem física nem mentalmente para ter um bebê e assumir a responsabilidade da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A gravidez na adolescência apresenta em muitos casos:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; quadros de má nutrição, com carência de nutrientes essenciais para o bom desenvolvimento do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; um maior número de abortos espontâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; partos prematuros. Muitos bebês de adolescentes nascem antes da 37ª semana de gestação.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; seus bebês têm um peso baixo, já que a imaturidade do seu corpo faz com que o seu útero não tenha se desenvolvido completamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8211; as mamães adolescentes têm filhos com mais problemas de saúde e transtornos de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; nos casos de gravidez de meninas com menos de 15 anos, o bebê têm mais possibilidades de nascer com más formações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Complicações psicológicas para a adolescente grávida.</h2>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os estudos revelam uma série de circunstâncias pelas quais as mamães adolescentes passam:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Medo de serem rejeitadas socialmente: uma das consequências da adolescência e a gravidez, é que a jovem se sente criticada pelas pessoas do seu meio e tende a se isolar do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Rejeição ao bebê: são crianças e não desejam assumir a responsabilidade, o tempo e as obrigações que significa ser mãe. No entanto, isso também faz com que elas se sintam culpadas, tristes e diminui sua autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Problemas com a família: comunicar a gravidez na família, muitas vezes é motivo de conflito e inclusive rejeição dentro da própria família.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Os filhos de mães e pais adolescentes podem sofrer maior taxa de fracasso escolar, problemas de aprendizagem ou inclusão social.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda para evitar a gravidez na adolescência:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; limitar o casamento antes dos 18 anos</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; aumentar o uso de contraceptivos para os adolescentes</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; gerar compreensão e apoio para reduzir a gravidez antes dos 20 anos</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; reduzir o sexo forçado entre adolescentes</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; apoiar projetos de prevenção da gravidez na adolescência</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer modo, a melhor prevenção é que as jovens tenham uma boa educação sexual dentro do seio familiar. É importante informar sobre os riscos e complicações da gravidez na adolescência e todas as mudanças que acontecem a partir do momento que uma adolescente engravida.</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo em família é essencial e deve haver uma conversa aberta e transparente para que as jovens tenham toda a informação ao seu alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://br.guiainfantil.com/materias/gravidezgravidez-na-adolescencia-riscos-e-consequencias/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a puberdade dos filhos!</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-a-puberdade-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 19:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os brinquedos já não interessam mais, o corpo começa a se transformar… Agora, o diálogo muda um pouco: adolescentes querem ter opinião própria e eles precisam ser ouvidos para que os limites possam ser impostos pelos adultos sem grandes conflitos. Mas como orientar os filhos nessa época de descobertas? Crescimento dos pelos pubianos: há aulas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2596" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos.jpg" alt="casule-psicologia-puberdade-dos-filhos" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os brinquedos já não interessam mais, o corpo começa a se transformar… Agora, o diálogo muda um pouco: adolescentes querem ter opinião própria e eles precisam ser ouvidos para que os limites possam ser impostos pelos adultos sem grandes conflitos. Mas como orientar os filhos nessa época de descobertas?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Crescimento dos pelos pubianos</strong>: há aulas na escola sobre este assunto. E, desde criança, os filhos já observam a diferença entre os corpos deles e dos adultos. Eles podem se irritar, mas sabem que isso vai acontecer, pois estão crescendo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O menino muda a voz</strong>: os pais costumam ter mais problemas em lidar com isso que os filhos, que dão risada de si e dos outros. Os adolescentes aprendem sobre o assunto na escola e convivem com outros colegas na mesma situação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Vergonha das mudanças no corpo</strong>: é mais comum quando o adolescente se destoa muito dos demais. Muitas vezes, uma simples conversa não basta: é preciso buscar ajuda profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A primeira menstruação</strong>: é interessante preparar a filha para esse momento inevitável. Mas não fique ansiosa, nem esperando que venha logo, pois isso causar um certo desconforto. Importante: leve a menina ao ginecologista.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Masturbação</strong>: essa é uma das situações que entra na questão da intimidade. Em geral, os adolescentes aprendem sozinhos, pois é uma relação com o próprio corpo. Caso você surpreenda uma masturbação, pode explicar o que é, falar da privacidade…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeiro beijo:</strong> em geral, os filhos dividem esse momento com os colegas da mesma idade – os pais não precisam dar conta de tudo. Se sentir necessidade de dar algum conselho, fale do respeito a si mesmo, mas como forma de dica, não de bronca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Surgimento de espinhas</strong>:  se os pais tiveram acne na fase da adolescência, podem levar o filho a um dermatologista antes que o problema apareça. Mas existem as espinhas que aparecem no dia “daquela festa”. Para essas situações, é preciso calma e um corretivo facial, pois os choros serão inevitáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Acentuação da libido</strong>:  o prazer começa a se apresentar de forma mais sexualizada. Mas esse não é um assunto para ser conversado formalmente. Se os pais ensinaram os filhos a controlarem suas vontades em outras áreas, não terão problemas agora.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A primeira vez e a prevenção de DST’s e  gravidez:</strong> como as informações estão em toda parte, muitos adolescentes sabem mais que os adultos, mas não significa que saberão agir com maturidade. Então, converse sobre isso com naturalidade, não como um tabu.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Comportamento homossexual</strong>:  é preciso saber diferenciar a escolha, a personalidade ou a curiosidade. Os pais podem procurar ajuda profissional para entender melhor como lidar com essa situação, aceitando a orientação sexual do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>FONTE:http://papofeminino.uol.com.br/mulher/filhos/como-lidar-com-a-puberdade-dos-filhos/</p>
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		<title>Os riscos da divulgação de fotos e vídeos com conteúdo erótico por jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 15:20:41 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">A expansão do acesso à internet tem trazido novos caminhos e possibilidades aos jovens, mas nem sempre com resultados positivos. Cada vez mais conectados (e desconhecendo os riscos), eles expõem sua intimidade com facilidade. Segundo pesquisa da ONG Safernet divulgada neste mês, o compartilhamento de fotos íntimas em redes sociais tem se tornado hábito cada vez mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados apontam um aumento de 120% nas denúncias de casos de sexting (divulgação de conteúdo erótico por meio eletrônico entre adolescentes e jovens) em 2014 na comparação com 2013. Segundo a psicóloga infantil Nayara Benevenuto, as pesquisas coincidem com o que ocorre em Juiz de Fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Com grande frequência, pais e filhos têm buscado seu consultório para relatar dúvidas e inseguranças com relação à invasão de privacidade no universo on-line. Entre os casos mais comuns, segundo a psicóloga, estão o de meninas que têm vídeos de relação sexual, gravados sem seu consentimento, divulgados.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vivemos numa época em que há mais facilidade no acesso ao erotismo, o que ocasiona um despreparo inclusive nos profissionais da educação no trato com o tema. Os pais estão sem tempo de acompanhar o crescimento dos filhos, enquanto os jovens não conseguem aproveitar o que as mídias oferecem de uma forma saudável”, explica Nayara.</p>
<p style="text-align: justify;">“Normalmente, o problema é que, ou os pais cobram e repreendem demais, ou eles ficam muito liberais. Em ambos os casos não costuma haver orientação e diálogo. É preciso deixar claro as consequências e acompanhar os filhos de perto, porque nós somos o filtro das crianças”, orienta. Os casos são ainda mais preocupantes, alerta Nayara, devido às consequências emocionais que as vítimas sofrem.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente neste mês, dois casos chamaram a atenção das autoridades. Em um deles, ocorrido em Lagoa Santa, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou que o Facebook retirasse do ar fotos íntimas de uma jovem de 21 anos que mostravam seu rosto e partes íntimas e divulgadas no WhatsApp por um ex-namorado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma semana, várias garotas da cidade de Encantado, no Rio Grande do Sul, procuraram a polícia após verem suas fotos e vídeos íntimos divulgados na mesma rede. Um grupo de mulheres cobrou apuração da justiça e realizou uma marcha pela cidade.</p>
<h2>Mulheres são as maiores vítimas</h2>
<p style="text-align: justify;">Conforme dados da Safernet, apesar de meninos e meninas produzirem e compartilharem imagens íntimas, as mulheres são as que mais sofrem e pedem ajuda, sendo 81% dos casos. “Ainda temos uma cultura que julga moralmente as mulheres que quiserem expor seus corpos e sua sexualidade, reflexo de um padrão de discriminação por gênero”, explica a psicóloga coordenadora do Helpline (serviço de ajuda em tempo real da Safernet – new.safernet.org.br/helpline), Juliana Cunha. Já com relação à idade, mais da metade das vítimas tem até 25 anos (sendo 25% menores de idade e 28% entre 18 e 25 anos). “Muitos daqueles que compartilham as informações também são menores, que não têm consciência de que estão cometendo um crime”, acrescenta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os riscos da divulgação de fotos e vídeos erótico por jovens</h2>
<p style="text-align: justify;">A ONG oferece um canal de denúncia e outro de ajuda às vítimas. “Damos acolhimento e apoio. Muitos têm medo de encarar o olhar do outro e se culpam pelo que aconteceu, mas é necessário orientá-los sobre seus direitos, que foram violados, e mostramos o que pode ser feito.”</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que, se o caso envolver menores de 18 anos, o crime se configura como pornografia infantil, e as autoridades são imediatamente notificadas. “Quem recebe e repassa o conteúdo também pode ser responsabilizado criminalmente”, alerta ela. Os infratores estão sujeitos à Lei Carolina Dieckmann (Lei nº 12.737/2012), que criminaliza uma série de condutas no ambiente digital, principalmente em relação à invasão de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">As denúncias de violações também podem ser feitas pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100) e pelo aplicativo Proteja Brasil (disponível para IOS e Android), que mostra onde encontrar serviços de proteção integral dos direitos das crianças e dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/intimidade-escancarada/</p>
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