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	<title>sentimento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>sentimento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Culpa (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/culpa-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 19:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<title>Reestruturação Cognitiva</title>
		<link>https://casule.com/blog/reestruturacao-cognitiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 12:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Disfuncional]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[reestruturação cognitiva]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reestruturação Cognitiva é um processo psicoterapêutico da&#160;Terapia Cognitivo Comportamental&#160;(TCC) que tem como objetivo ensinar o paciente a modificar pensamentos disfuncionais,&#160;distorções cognitivas&#160;e crenças limitantes,&#160;por pensamentos e crenças mais adaptativas, realistas e funcionais.&#160; Com base no modelo cognitivo da depressão desenvolvido por Aaron Beck em 1976, a&#160;Reestruturação Cognitiva&#160;sugere que a maneira de interpretar os acontecimentos externos [&#8230;]</p>
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<p>A Reestruturação Cognitiva é um processo psicoterapêutico da&nbsp;Terapia Cognitivo Comportamental&nbsp;(TCC) que tem como objetivo ensinar o paciente a modificar pensamentos disfuncionais,&nbsp;distorções cognitivas&nbsp;e crenças limitantes,&nbsp;por pensamentos e crenças mais adaptativas, realistas e funcionais.&nbsp;</p>



<p></p>



<p> Com base no modelo cognitivo da depressão desenvolvido por Aaron Beck em 1976, a&nbsp;<em>Reestruturação Cognitiva</em>&nbsp;sugere que a maneira de interpretar os acontecimentos externos influencia a nossa reação emocional a eles. Por exemplo, se você tem um amigo que chega 45 minutos atrasado em um compromisso, você pode pensar: “Pode ter acontecido um acidente com ele” OU ” ele acha que é normal chegar 45 minutos atrasado? Poderia ter me avisado!!” OU AINDA “Talvez ele tenha entendido que eu marquei de encontrá-lo em outro restaurante e deve estar me esperando lá. Esta confusão é culpa minha”.</p>



<p></p>



<p>	Se você interpretar o atraso do seu amigo como no primeiro exemplo, você ficará ansioso; o segundo exemplo fará você sentir raiva, e o terceiro, um sentimento de culpa. A situação não muda, é a sua reação emocional que varia de acordo com a sua interpretação.</p>



<p> Para a Terapia Cognitiva a forma como atribuímos significado as situações, influencia a maneira como nos sentimos e lidamos com ela, ou seja, não é o evento em si que gera as emoções e os comportamentos, mas sim o que nós pensamos sobre o evento.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="560" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1.jpg" alt="Pessoa-pensando---Blog-Casule---psicóloga-Suelen" class="wp-image-12788" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1-300x175.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1-768x448.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1-610x356.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1-480x280.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/04/Pessoa-pensando-Blog-Casule-psicóloga-Suelen-1-600x350.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure></div>



<p>O problema ocorre quando nossas interpretações são distorcidas e acabam gerando&nbsp;emoções&nbsp;e comportamentos disfuncionais. &nbsp;Sendo assim pensar, sentir e agir estão estreitamente relacionados entre si.</p>



<p> Na reestruturação Cognitiva, os pensamentos são considerados hipóteses. O terapeuta e o paciente trabalham juntos para reunir dados que determinem se estas hipóteses são corretas ou úteis. Em vez de dizer ao paciente quais são os pensamentos alternativos válidos, o terapeuta formula uma série de perguntas. Depois, ele vai planejar experiências comportamentais para que o paciente avalie e coloque os seus pensamentos negativos à prova.&nbsp;</p>



<p> Finalmente, o paciente vai chegar a uma conclusão sobre a validez e a utilidade destes pensamentos, ou seja, ele vai “ressignificar” o seu pensamento (dar um novo significado a ele, mudar a perspectiva, reformular a forma de interpretar as situações ou suas experiências), e assim mudar&nbsp; seu estado emocional e seus comportamentos.</p>



<p> Vale ressaltar que o psicólogo não impõe nada. É o próprio paciente que vai tirando as suas conclusões a partir das experiências que vai realizando.&nbsp;</p>



<p> Muitas vezes não podemos mudar uma situação, mas podemos escolher como queremos lidar com ela!</p>



<p>A Reestruturação Cognitiva conta com estratégias e técnicas que são praticadas durante e fora da sessão, visando sempre a identificação, contestação e modificação dos pensamentos disfuncionais. Muitos destes pensamentos são conscientes e outros pré-conscientes, mas mesmo assim acessíveis ao paciente. O objetivo do terapeuta é ensinar o paciente a utilizar a Reestruturação Cognitiva para que ele mesmo (sozinho) seja capaz de produzir conclusões mais equilibradas, precisas e &nbsp;úteis do que as formas habituais de pensamento.&nbsp;</p>



<p>	A reestruturação dos nossos pensamentos e atitudes é um processo lento e contínuo, por isso não desista!!! Seja paciente e persistente para conseguir estabelecer um relacionamento saudável com a sua mente.</p>
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		<title>O que é responsabilidade emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-responsabilidade-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 11:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terminar um relacionamento geralmente não é fácil, envolve reconhecimento dos próprios erros, responsabilidade pelas falhas cometidas, processo de perdão, inteligência e regulação emocional, maturidade, capacidade de enfrentamento das consequências geradas com o término, manejo das emoções, como raiva, medo, culpa e tristeza. &#160; Devido à complexidade do término, muitas pessoas cometem o erro da irresponsabilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Terminar um relacionamento geralmente não é fácil, envolve reconhecimento dos próprios erros, responsabilidade pelas falhas cometidas, processo de perdão, inteligência e regulação emocional, maturidade, capacidade de enfrentamento das consequências geradas com o término, manejo das emoções, como raiva, medo, culpa e tristeza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">Devido à complexidade do término, muitas pessoas cometem o erro da irresponsabilidade emocional, ou seja, não demonstram respeito, empatia e compaixão com o outro. Não dizem o motivo pelo qual está colocando fim ao relacionamento, ou não são claros, ou ainda pior, simplesmente “somem”, mentem em vez de serem honestos com o parceiro, não levando em consideração que o outro ainda está envolvido no relacionamento e, agindo dessa forma, o término pode ser ainda mais doloroso ou pode marcar por muito tempo a vida da pessoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11785" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/processo-emocional-e-racional-Casule.jpg" alt="processo emocional e racional - Casule" width="960" height="560" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/processo-emocional-e-racional-Casule.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/processo-emocional-e-racional-Casule-480x280.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 960px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">É importante lembrar que ninguém é obrigado a ficar na vida de ninguém, decidir ir embora quando não está feliz ou o outro não está feliz é saudável e um sinal de afeto, além de ser um ato com responsabilidade emocional. Ter responsabilidade emocional é saber lidar com seus próprios sentimentos ao perceber que o relacionamento não se desenvolveu da forma como você gostaria. Você é responsável por controlar os sentimentos e reações porque suas emoções são só suas, não há como controlar o sentimento do outro, mas sim a sua reação quando esse sentimento surge.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">No entanto, não é porque não temos controle sobre a reação do outro que não teremos cuidado e empatia. Procure ser honesto, verdadeiro, sensível com o outro. Encare o problema de frente, com maturidade, sabedoria, sabendo dialogar, expressando o que sente da forma mais clara possível. Tente ouvir o outro, perguntar como ele se sente, seja respeitoso com a história que vocês viveram.</p>
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		<title>Bullying &#8211; Quando brincadeiras e implicâncias viram agressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/bullying-quando-brincadeiras-e-implicancias-viram-agressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de Maio. Dia Anti-Bullying, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. Dia 7 de abril. Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da Tragédia do Realengo. E apesar de ter uma nomenclatura recente, bullying é um problema antigo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 4 de Maio</strong>. Dia Anti-<em>Bullying</em>, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. <strong>Dia 7 de abril</strong>. Dia Nacional de Combate ao <em>Bullying</em> e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da <em>Tragédia do Realengo</em>. E apesar de ter uma nomenclatura recente, <em>bullying</em> é um problema antigo.</p>
<p>O termo descreve uma extensa variedade de comportamentos que podem ter impactos sobre a propriedade, o corpo, os sentimentos, os relacionamentos, a reputação e o status social de uma pessoa, muitas vezes são agressivos e dolorosos para as vítimas. Destaca-se que a repetição, a persistência do comportamento hostil, repulsivo e intimidador contra uma mesma pessoa ou grupo que denomina ser <em>bullying</em>. As vítimas são hostilizadas, assediadas, socialmente rejeitadas, ameaçadas, caluniadas ou mesmo atacadas (verbal, física e psicologicamente) por um ou mais indivíduos.</p>
<p>Nos dias de hoje o <em>cyberbullying</em> também se enquadra nesse panorama, no qual o assédio virtual com o uso de tecnologias de informação e comunicação apoia comportamentos definidos, repetidos e hostis com a intenção de prejudicar o outro. Perseguições, humilhações, ataques físicos/verbais, insultos e difamações para com aqueles que são vistos como os “diferentes”.</p>
<p><strong>Apesar do fenômeno ser caracterizado como uma agressão, nem toda a agressão é classificada como <em>bullying, </em>mas por quê?</strong></p>
<p>A palavra <em>bullying</em>, derivada do verbo inglês <em>bully</em>, significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também pode ser empregada como adjetivo, no sentido de valentão ou opressor. O que faz com que o termo não seja apenas citado no contexto escolar, mas também como relações violentas, opressoras e intimidadoras no contexto familiar e do trabalho. Há várias formas de se envolver e praticar um ato de <em>bullying.</em> Os <em>bullies, </em>autores, são aqueles que praticam.</p>
<p>As <em>vítimas, </em>alvos, são os que sofrem. E com participação direta e apresentando, ou não, apoio a tais atos, a maior parte é composta do grupo das <em>testemunhas, </em>expectadores. Sendo que a pratica pode ser dividida em <em>bullying físico (</em>empurrado, beliscado, chutado, alvejado, etc.)<em>; bullying</em> <em>verbal (</em>destruição do psicológico e bem-estar)<em> e bullying social/relacional (</em>diretamente ligado à exclusão, manipulação e a destruição de reputação).</p>
<p><strong>Pare por um momento e reflita: você já presenciou alguém sendo humilhado, ovacionado ou agredido e não fez nada? Você já difamou ou criticou alguém para outra pessoa? Ou você já se sentiu menosprezado e rejeitado?</strong></p>
<p>Por ocorrer mais comumente em segredo, longe dos olhos dos responsáveis, pais, amigos, professores, etc, que poderiam interromper, tais atos podem ocorrer praticamente em qualquer ambiente (lares, bairros, escolas, empresas, etc.). O ambiente fica cada vez mais contaminado de medo e ansiedade.</p>
<p>Na grande maioria das vezes, a <em>testemunha</em> convive com a violência e se silencia por temer a se tornar a próxima vítima. E diante desse panorama, situações de conflitos, a ausência de tolerância e de diálogo, ganham cada vez mais força, justificando e potencializando situações violentas, banalizando essa experiência tão prejudicial.</p>
<p>Esses indivíduos que sofreram já na infância e vem sofrendo constantemente, acompanhados das consequências destas experiências, acabam sendo mais propensos ao abandono de responsabilidades e compromissos quando jovens adultos; podem ter dificuldades nas atividades rotineiras por medo de se expressar e participar; alegam enfermidades com mais frequência ou indisposição e acabam tendo problemas de sono e de socialização.</p>
<p>A longo prazo, quando adultos, são mais propensos a sofrer de bloqueios e perturbações mentais; tendem a ter maior dificuldade de se socializar com os outros, manter relações e uma autoestima rebaixada. A mais preocupante de todas as consequências do <em>bullying</em> é a propensão a cometer suicídio, assunto recentemente debatido na mídia (a partir da série <em>13 Reasons Why</em> e o “jogo” Baleia Azul).</p>
<p><strong>A autoestima é talvez a mais afetada e prejudicada pelo <em>bullying</em>. As vítimas desenvolvem mecanismos que distorcem os pensamentos e sentimentos e dificultam a interação.</strong></p>
<p>Por mais que as pessoas em volta, as <em>testemunhas</em>, percebam a presença do <em>bullying,</em> as percepções das <em>vítimas</em> são superficiais. É preciso entender as causas, além dos reflexos que sociedade tem no comportamento das pessoas, com seus preconceitos; críticas e pressupostos sociais, exercendo influência direta no modo como as pessoas se relacionam umas com as outras.</p>
<p><strong>A naturalização e ignorância sobre o <em>bullying </em>reforçam a camuflagem da realidade violenta na qual vivemos, visto que a omissão predomina munida do medo das consequências.</strong></p>
<p>Muitas crianças e adolescentes criam a sensação de que não há nada que se possa fazer frente às ocorrências frequentes que sofrem. Fazendo com que atuação do psicólogo seja em capacitar pais, educadores, responsáveis e todos aqueles envolvidos com a vítima. Para analisar e entender as múltiplas relações do individuo, além de identificar as necessidades e possibilidades de aperfeiçoamento dessas relações.</p>
<p>Logo, o profissional de psicologia deve enfrentar o desafio de tomar como alvo de sua atuação a complexidade dos processos interativos que ocorrem no ambiente, baseadas em ações multidisciplinares, se necessários, que envolvem, sobretudo, os vários níveis de prevenção. Atuando na escola, na empresa ou no âmbito familiar para que seja crível envolver e conscientizar o máximo de pessoas possíveis.</p>
<p>O conhecimento sobre as características comportamentais dos indivíduos que são alvos das agressões e intimidações pode auxiliar nas ações voltadas à proteção de vítimas de <em>bullying</em>.</p>
<p><strong>Quando não entendemos adequadamente o problema, o <em>bullying</em>, lidamos apenas com seus sintomas, não com as causas. Compreender é o primeiro passo para começar a combatê-lo.</strong></p>
<p>Se você conhece alguém que sofre constantemente assédios; agressões ou maus-tratos; <strong>DENUNCIE</strong>. <strong>BUSQUE AJUDA</strong> de um responsável ou autoridade. <strong>IMPEÇA</strong> essa prática de se espalhar. E caso você perceba que alguém próximo a você já vive os efeitos dessa hostilidade, entre em contato conosco. <strong>NÃO SEJA </strong>um expectador.</p>
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