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	<title>resposta natural - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Raiva: quem nunca?</title>
		<link>https://casule.com/blog/raiva-quem-nunca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 13:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[emoções humanas básicas]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
		<category><![CDATA[resposta natural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que a raiva é uma das emoções humanas básicas, uma resposta física e mental a uma ameaça ou prejuízo (real ou imaginário)? Um episódio de raiva pode se dissipar de forma rápida e inofensiva ou evoluir a ponto de a pessoa emitir comportamentos com sérias consequências. A raiva é causada por uma combinação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Você sabia que a raiva é uma das emoções humanas básicas, uma resposta física e mental a uma ameaça ou prejuízo (real ou imaginário)?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Um episódio de raiva pode se dissipar de forma rápida e inofensiva ou evoluir a ponto de a pessoa emitir comportamentos com sérias consequências.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A raiva é causada por uma combinação de fatores: </span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li2"><span class="s1">Evento desencadeante ou gatilho; </span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Personalidade da pessoa;</span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Avaliação individual da situação (interpretação dada a um evento);</span></li>
</ul>
<p class="p1"><span class="s1">Ela é uma emoção sentida em três níveis:</span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li2"><span class="s1">Nível 1: Pensamento – quando há consciência de uma emoção raivosa, sem palavras e sem expressão comportamental;</span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Nível 2: Palavras – quando há verbalização do que é sentido em um tom agressivo (palavrões, xingamentos, ofensas morais);</span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Nível 3: Atos – quando há agressão física (tapas, socos, pontapés, uso de armas brancas ou de fogo, etc);</span></li>
</ul>
<p class="p1"><span class="s1">A raiva pode ser avaliada segundo quatro dimensões diferentes:</span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li2"><span class="s1">Estado: sentimentos transitórios que variam desde um leve aborrecimento até uma forte ira; há estimulação do sistema nervoso autônomo;</span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Traço: tendência de cada indivíduo em perceber variadas situações como injustas, aborrecedora, frustrantes ou ameaçadoras; quanto mais elevado for o traço de raiva, maior a propensão de aquele indivíduo experienciar um aumento no estado de raiva, seja em frequência ou em intensidade.</span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Expressão: comportamentos agressivos contra si ou contra os outros; há também ocasiões onde ocorrem supressões ou repressões desse sentimento;</span></li>
<li class="li2"><span class="s1">Controle: esforço empregado, quando vivenciado um estado de raiva, para controlar a expressão de tal sentimento;</span></li>
</ul>
<p class="p3"><span class="s1">É importante entender que a raiva surge, em geral, como uma <b>resposta natural</b> quando nossa interpretação do evento nos diz que fomos atacados, enganados, tratados de forma injusta. Quando ela passa a gerar prejuízos para a própria pessoa ou suas relações interpessoais, contudo, torna-se disfuncional ou um problema. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">As atitudes explosivas, independentemente de suas causas, são mais frequentes durante os períodos de estresse. Elas vão eclodir quando nos confrontarmos com situações que nos fizerem lembrar experiências frustrantes ou ameaçadoras vividas anteriormente. A terapia cognitivo-comportamental possui técnicas que podem ajudar na melhora das quatro dimensões apresentadas acima, além de auxiliar nos momentos de estresse.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Referência: Avaliação e intervenção na clínica em terapia cognitivo-comportamental: a prática ilustrada. Araújo, N. G., Rubino, J. P. Oliveira, M. I. S – Novo Hamburgo: Sinopsys, 2018.</span></p>
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