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	<title>responsabilidade emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>responsabilidade emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como trabalhar emoções com crianças?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-trabalhar-emocoes-com-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 17:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Aprender]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em textos anteriores vimos a importância de se conhecer as emoções, a importância que elas têm na infância e fase adulta. Neste texto apresentaremos algumas formas de se trabalhar as emoções com crianças!&#160; Em primeiro lugar é importante temos em mente que podemos sempre aprender com nossos filhos, sobrinhos, crianças de um modo geral! Então, [&#8230;]</p>
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<p>Em textos anteriores vimos a importância de se conhecer as emoções, a importância que elas têm na infância e fase adulta. Neste texto apresentaremos algumas formas de se trabalhar as emoções com crianças!&nbsp;</p>



<p>Em primeiro lugar é importante temos em mente que podemos sempre aprender com nossos filhos, sobrinhos, crianças de um modo geral! Então, faça dessas relações sempre uma construção!</p>



<p>Em segundo lugar, essas sugestões não se esgotam: a ideia é apenas apresentar algumas formas de acessar, acolher, aprender as emoções dos pequenos!</p>



<ul class="wp-block-list"><li> Procure sempre saber <strong>como foi o dia do seu filho</strong> e quando ele lhe contar algo dê atenção genuína ou peça que ele aguarde e em momento posterior dê atenção. Lembre-se, é importante que ele se sinta acolhido! Quando ele lhe contar algo, faça o exercício de se colocar na situação para entender o ponto de vista dele. Esse exercício é de <strong>empatia</strong>! Se a situação exigir, investigue como ele se sentiria se estivesse no lugar do outro, se haveria uma melhor solução para todos os envolvidos. Você pode sugerir alternativas, contudo, deixe sempre o pequeno criar, explorar!</li><li><strong>Ensinando sobre emoções e expressões emocionais</strong>: Se não ensinarmos a criança a se conectar com seu mundo emocional, elas nunca entenderão a si mesmas. O primeiro passo é dizer para os pequenos que todas as emoções são necessárias. Em seguida, podemos perguntar a eles se eles sabem quais são as emoções e quais são as expressões dessas emoções. Isso pode ocorrer a partir de bonecos, desenhos ou até mesmo mímicas. Mas atenção: quando uma criança está emocionalmente abalada, não podemos responder com raiva, crítica ou falta de controle. Precisamos ter uma atitude carinhosa e empática para ajudá-la a identificar como se sente, quais são as causas que produziram esses sentimentos e como pode fazer para liberar as suas emoções. Esse é um trabalho de regulação emocional.&nbsp; Devemos esperar a criança se acalmar para que haja diálogo!</li></ul>



<p><strong> Acolhimento: </strong>é importante acolher a emoção. Quanto mais intensa ela tiver sido vivenciada, mais apertado vale o abraço! Ensine-a a respirar fundo, a oxigenação do cérebro faz com que a gente lide melhor com as situações, mas não precisa dizer assim para ela. Diga apenas: respire bem fundo, você vai ver como o ar vai te acalmar ou como o ar vai te fazer entender ou como o ar vai fazer a dor parar!</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Histórias</strong>: Busque ou invente uma historinha possível de ser vivida pelo pequeno! Crie personagens parecidos com os da vida real (amigos, familiares, animais de estimação). Escolha uma emoção para estar presente nesta história. Peça ajuda de seu pequeno (ou pequenos) para a construção do final da história.</li></ul>



<p>Exs.:&nbsp;</p>



<p>Emoção: Raiva;</p>



<p>Enredo: Um personagem não foi convidado para uma festa;</p>



<p>Pergunta: Como você se sentiria se não fosse convidado?</p>



<p>Emoção: Tristeza;</p>



<p>Enredo: Um personagem teve seu brinquedo preferido quebrado por um colega.</p>



<p>Pergunta: Como você se sentiria se alguém quebrasse seu brinquedo?&nbsp;</p>



<p>E continue explorando os questionamentos:</p>



<p>O que você faria no lugar da personagem? Teria outra solução?</p>



<p>Faça uma lista com ele das possibilidades para aplacar a angústia do personagem. Essa brincadeira dará à criança subsídios para que aprenda a lidar melhor com os próprios sentimentos, a falar sobre eles e buscar ajuda.</p>



<ul class="wp-block-list"><li></li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Técnica do semáforo: o objetivo desta técnica é que as crianças associem as cores de um semáforo às suas emoções e comportamentos. Podemos usar desenho, recortes, etc.</li></ul>



<p>Cor vermelha: Esta cor estaria associada a “parar”. Então, quando se sentem muito irritadas, ficam nervosas ou querem gritar e brigar, devem se lembrar de que a luz vermelha do semáforo está acesa e precisam parar. É como se fossem o motorista de um carro que para no farol vermelho. A mensagem que podemos lhes transmitir é: “Pare! Acalme-se e pense”;</p>



<p>Cor laranja: Esta cor marca o momento de parar para pensar, para descobrir qual é o problema e o que estão sentindo. Podemos dizer-lhe que, quando o semáforo está no amarelo, os motoristas param, pensam, procuram soluções e se preparam para sair. Neste caso, lhes diríamos: “Pense nas soluções e suas consequências”;</p>



<p>Cor verde: Esta cor é o indicativo para continuar, ou seja, para escolher a melhor solução e colocá-la em prática. A mensagem que os ajudaria nesses casos seria: “Avance e coloque em prática a melhor solução”;</p>



<p>Existem, claro, outras possibilidades. O mais importante é estar presente e entender o quanto é importante trabalharmos as emoções para nossa saúde mental agora e futura! Poder refletir junto com os pequenos sobre as causas de suas emoções, as formas de sentir e resolver promove sua conscientização, regulação e&nbsp;<strong>responsabilidade emocional</strong>.</p>



<p>Se esse texto te interessou compartilhe com os amigos! E se precisar de ajuda, conte conosco!&nbsp;</p>
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		<title>O que é responsabilidade emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-responsabilidade-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 11:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade emocional]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terminar um relacionamento geralmente não é fácil, envolve reconhecimento dos próprios erros, responsabilidade pelas falhas cometidas, processo de perdão, inteligência e regulação emocional, maturidade, capacidade de enfrentamento das consequências geradas com o término, manejo das emoções, como raiva, medo, culpa e tristeza. &#160; Devido à complexidade do término, muitas pessoas cometem o erro da irresponsabilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Terminar um relacionamento geralmente não é fácil, envolve reconhecimento dos próprios erros, responsabilidade pelas falhas cometidas, processo de perdão, inteligência e regulação emocional, maturidade, capacidade de enfrentamento das consequências geradas com o término, manejo das emoções, como raiva, medo, culpa e tristeza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">Devido à complexidade do término, muitas pessoas cometem o erro da irresponsabilidade emocional, ou seja, não demonstram respeito, empatia e compaixão com o outro. Não dizem o motivo pelo qual está colocando fim ao relacionamento, ou não são claros, ou ainda pior, simplesmente “somem”, mentem em vez de serem honestos com o parceiro, não levando em consideração que o outro ainda está envolvido no relacionamento e, agindo dessa forma, o término pode ser ainda mais doloroso ou pode marcar por muito tempo a vida da pessoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11785" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/processo-emocional-e-racional-Casule.jpg" alt="processo emocional e racional - Casule" width="960" height="560" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/processo-emocional-e-racional-Casule.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/processo-emocional-e-racional-Casule-480x280.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 960px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">É importante lembrar que ninguém é obrigado a ficar na vida de ninguém, decidir ir embora quando não está feliz ou o outro não está feliz é saudável e um sinal de afeto, além de ser um ato com responsabilidade emocional. Ter responsabilidade emocional é saber lidar com seus próprios sentimentos ao perceber que o relacionamento não se desenvolveu da forma como você gostaria. Você é responsável por controlar os sentimentos e reações porque suas emoções são só suas, não há como controlar o sentimento do outro, mas sim a sua reação quando esse sentimento surge.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">No entanto, não é porque não temos controle sobre a reação do outro que não teremos cuidado e empatia. Procure ser honesto, verdadeiro, sensível com o outro. Encare o problema de frente, com maturidade, sabedoria, sabendo dialogar, expressando o que sente da forma mais clara possível. Tente ouvir o outro, perguntar como ele se sente, seja respeitoso com a história que vocês viveram.</p>
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