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	<title>psicoterapia infantil jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicoterapia infantil jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como lidar com uma criança que mente,o que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-uma-crianca-que-menteo-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 20:02:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui. No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico é bem tênue, portanto é normal que a criança diga que viu um inseto embaixo da cama, por exemplo, ou uma pessoa olhando para ela. Logo, ela pode ter fantasiado ou imaginado essa situação, assim, não mentiu, apenas imaginou, fantasiou. Mas, se o problema persiste um pouco mais, é preciso tomar algumas atitudes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Antes de tudo, os pais precisam assumir que são responsáveis pelo amadurecimento do filho.  Isso implica em enfrentar esses problemas e fazer a criança entender o que é certo e errado, por meios de palavras e conversas claras e sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Se o seu filho mentir, faça-o perceber que foi errado e mostre o quanto é importante ser sincero. Dê exemplos do seu dia-a-dia, no trabalho, da sua infância, enfim, exemplos que ele possa entender.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A especialista em comportamento infantil Suzy Camacho afirma que a atenção maior dos pais deve estar voltada às mentiras maldosas, que foram premeditadas para prejudicar alguém ou tirar vantagem. No <strong>caso de roubo</strong>, os pais podem fazer com que a criança reconheça o erro diante da pessoa lesada, fazendo a devolver o objeto e pedir desculpas. O constrangimento normalmente faz com que a criança não volte a roubar novamente. Se houver continuidade deste comportamento deve-se procurar o apoio de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais devem dizer?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Sobretudo <strong>não</strong> chame a criança de mentirosa. Isso não vai funcionar, pois só reforça a imagem negativa e vai, provavelmente, provocar a continuidade do comportamento inadequado.</p>
<p style="text-align: justify;">– Por mais que esteja nervoso, respire fundo e explique com calma as consequências negativas de uma mentira (ou roubo) com exemplos práticos e compreensíveis para a idade. Se o ato prejudicou alguém, deixe claro porque é errado fazer isso e faça-a pensar se ela gostaria que alguém agisse assim com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">– Controle-se. Não grite com a criança para obrigá-la a dizer a verdade, pois isso só a intimida ainda mais. E, por medo da bronca, pode desencadear ainda mais mentiras.</p>
<p style="text-align: justify;">– Se suspeitar que a criança está mentindo faça perguntas genéricas. Como foi o passeio? Estava bom na escola? Depois de algum tempo volte a fazer as perguntas e compare as respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Castigá-la duramente não é, por incrível que pareça, a melhor tática. Só fará com que ela minta mais ainda para fugir das punições. Sua reação deve ser firme mas controlada, sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Muitas crianças pensam: “Você está me punindo por que descobriu a verdade”. Para elas, a punição não está associada à mentira, mas ao fato de ter sido desmascarado. Da próxima vez, essa criança vai caprichar mais nas suas artimanhas, dissimulações e disfarces. A punição deve ser o último recurso, não o primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Lembre-se que você é o herói ou heroína de seu filho e ele segue os seus exemplos. Então, nada de mentirinhas úteis: “Diga que a mamãe não está . Fale que estou tomando banho”. Não minta e nem peça para seu filho mentir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://doutissima.com.br/2013/05/27/como-lidar-com-uma-crianca-mentirosa-5571/</p>
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		<title>Filhos imitam atitudes negativas dos pais.</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2016 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar que uma tarefa seja realizada, reagir mal a críticas e não assumir erros&#8211; também podem ser comportamentos assimilados pelas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Braz Werneck Filho, terapeuta cognitivo-comportamental e familiar do Rio de Janeiro, a atitude negativa mostra a manifestação final de um processo de aprendizado. “A criança assimila a situação vivenciada, isso passa por um processo cognitivo e vai gerar um comportamento, que pode ou não ser reforçado pelos adultos”, declara o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o psicólogo, o exemplo dos adultos responsáveis é fundamental, uma vez que eles são as principais referências de conduta para a criança. “Os pais são as figuras mais importantes no processo de aprendizado, mas a escola, os amigos, a babá e os avós também contribuem”, diz</p>
<p style="text-align: justify;">A influência paterna e materna no comportamento do filho pode se dar de diversas maneiras, como quando respondem às necessidades emocionais da criança valorizando, desvalorizando ou supervalorizando suas emoções e sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma como interagem com a criança também importa. “Se o padrão de cuidado parental é abertamente ansioso, hostil, agressivo, inconstante, imprevisível ou inseguro poderá gerar dificuldades no desenvolvimento infantil”</p>
<p style="text-align: justify;">Por padrão de cuidado entende-se um tipo de comportamento persistente. “Quando, no entanto, essas atitudes são abruptas e inesperadas, há a possibilidade de surgirem traumas, igualmente nocivos para o desenvolvimento da criança, especialmente se ocorrem de modo repetitivo</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, ao perceberem que os filhos estão agindo de maneira estranha, seja em casa ou na escola, é importante que os pais avaliem como anda sua relação com eles. “Muitas vezes, os adultos não conseguem perceber a influência que têm sobre os filhos. A mudança de comportamento infantil também pode ser uma tentativa de chamar atenção</p>
<h2 style="text-align: justify;">Faça o que eu digo, mas&#8230;</h2>
<p style="text-align: justify;">Olhar para si mesmo e para as próprias atitudes pode ser uma maneira saudável de compreender o comportamento do filho. “Uma postura reflexiva é sempre desejável. No processo terapêutico, perguntamos ao paciente qual é sua contribuição para o problema que está vivenciando, mas nem todos têm o hábito do autoquestionamento”, diz o psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta, portanto, a velha ladainha do “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”. Entre três e oito anos, a criança não tem condições de compreender as nuances da vida adulta. Por isso, precisa de regras claras e de exemplos condizentes. “Ela não tem essa flexibilidade, que nos permite, por exemplo, burlar certas regras. Certamente, irá questionar a razão de você poder fazer algo e ela não</p>
<p style="text-align: justify;">Assumir o papel de pai implica, muitas vezes, a necessidade de rever valores e dificuldades pessoais. “Muitas pessoas têm filhos sem estarem emocionalmente maduras, o que, devido às demandas da paternidade e da maternidade, agrava a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">é comum que a origem de questões comportamentais remonte à criação que os pais receberam de seus próprios pais. “Os avós apresentaram-se como modelos, que foram aprendidos e incorporados à personalidade dos pais. Esses, por sua vez, tornam-se modelos para os filhos.”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Marcas para a vida</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas até que ponto esses comportamentos copiados dos pais na infância podem ser incorporados à personalidade do filho na vida adulta? O terapeuta Braz Werneck Filho explica que a personalidade (termo que se aplica somente após a maioridade) é a junção do temperamento (característica inata) com o caráter (formado pelas influências do ambiente).</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, vemos pessoas que passaram pela mesma criação sendo tão diferentes. “Tudo vai depender da forma como cada um reage e lida com as situações da vida. Os pais têm o papel de contribuir com valores, exemplos e corrigir eventuais transtornos de conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/04/10/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais-como-raiva-e-impaciencia.htm</p>
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		<title>Jantares em família sem televisão ligada tornam adolescentes mais saudáveis</title>
		<link>https://casule.com/blog/jantares-em-familia-sem-televisao-ligada-tornam-adolecescentes-mais-saudaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 20:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jantarem juntos enquanto família oferece a oportunidade para uma conversa. Isso permite que os pais promovam a comunicação saudável, sem distrações de telefones, televisão, computadores e dispositivos móveis. Ao envolver os seus filhos na partilha de conversas, você está a ensiná-los a ouvir e proporcionar-lhes a oportunidade de expressar suas próprias opiniões. Isso permite que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Jantarem juntos enquanto família oferece a oportunidade para uma conversa. Isso permite que os pais promovam a comunicação saudável, sem distrações de telefones, televisão, computadores e dispositivos móveis.</p>
<p>Ao envolver os seus filhos na partilha de conversas, você está a ensiná-los a ouvir e proporcionar-lhes a oportunidade de expressar suas próprias opiniões. Isso permite que os seus filhos aprendam a ter uma voz ativa dentro da família. E não só.</p>
<p><span class="texto-de-destaque-amarelo">Vários estudos referem que quando a televisão está desligada durante as refeições da família, os adolescentes comem mais vegetais verdes escuros/amarelos e alimentos ricos em cálcio, e menos bebidas adocicadas do que quando a televisão está ligada.</span><br />
Refeições em família oferecem também oportunidades para conversar com as crianças e construir laços familiares.</p>
<p>Jantares de família têm sido associados a um risco menor de obesidade, abuso de substâncias, distúrbios alimentares, contribuem para o desenvolvimento da comunicação e do próprio cérebro.</p>
<p><span class="texto-de-destaque-verde">A sensação de segurança e união fornecida por refeições em família ajuda anutrir as crianças em adultos saudáveis. Jantares de família frequentes têm um impacto positivo sobre os valores das crianças, motivação, identidade pessoal e auto-estima.</p>
<p>Estas são mais propensas a compreender, reconhecer e seguir os limites eexpectativas estabelecidas por seus pais. A diminuição de comportamentos de alto risco está relacionado com a quantidade de tempo gasto com a família, especialmente durante jantares de família.</span><br />
Com estilo de vida agitado de hoje, pode ser difícil encontrar tempo para comer juntos. Os pais devem planear, pelo menos, uma refeição juntos como uma família a cada semana, e tentar não deixar que outras coisas interfiram.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.esmeraldazul.com/pt/blog/jantares-em-familia-sem-televisao-ligada-tornam-adolecescentes-mais-saudaveis/</p>
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		<item>
		<title>Pais devem observar de perto as crianças com comportamento problemático e consistentemente agressivo.</title>
		<link>https://casule.com/blog/pais-devem-observar-de-perto-as-criancas-com-comportamento-problematico-e-consistentemente-agressivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 20:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[perversidade]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso, no entanto, distinguir uma maldade infantil natural, típica da idade, de um sério distúrbio que pode resultar em um comportamento psicopata. Mas detectar esse distúrbio é delicado e os pais devem levar em consideração diversos fatores. “Se juntarmos repetição de um comportamento agressivo ou maldoso sem motivo aparente; generalizado, ou seja, a criança [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É preciso, no entanto, distinguir uma maldade infantil natural, típica da idade, de um sério distúrbio que pode resultar em um comportamento psicopata. Mas detectar esse distúrbio é delicado e os pais devem levar em consideração diversos fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se juntarmos repetição de um comportamento agressivo ou maldoso sem motivo aparente; generalizado, ou seja, a criança não é agressiva apenas na escola ou em casa; ausência de arrependimento e culpa; falta de afetividade; dificuldade de lidar com frustrações e total falta de empatia com o sofrimento alheio, temos fortes indicativos de que tem algo errado com a criança”.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Afeto</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A falta de afetividade na infância é um dos indicativos mais preocupantes. As crianças tendem a ser naturalmente encantadas com seus pais. Já para quem tem transtorno de conduta isso não vem de forma tão natural. Na verdade, o afeto gratuito – ou seja, sem que a criança ganhe algo em troca, como um brinquedo ou um doce – é praticamente inexistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro sinal é o gosto pelo sofrimento, seja de outra pessoa ou de um animal. “Se você tem um filho com 10 anos que continua fazendo xixi na cama – a enurese noturna tardia é apontada por muitos especialistas como um dos sinais da presença de transtorno de conduta – e mata filhotes de animais significa que ele vai se tornar um psicopata quando for adulto? Não, mas significa que ele não está bem”.</p>
<p style="text-align: justify;">A idade também é fator importante na equação. “O comportamento agressivo apresentado por uma criança de três anos não tem o mesmo significado do apresentado aos nove ou 10 anos. A etapa de desenvolvimento das faixas etárias é diferente”</p>
<p style="text-align: justify;">uma criança não pode ser diagnosticada como psicopata. O termo correto para os menores de 18 anos é transtorno de conduta ou de personalidade. Isso porque as crianças não têm a personalidade totalmente formada e a condição ainda pode ser minimizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com tantos sinais, não é fácil reconhecer em seu filho uma criança com distúrbios que podem levar a uma psicopatia na vida adulta. A dificuldade, que segundo especialistas é mais latente nas mães do que nos pais, pode tirar da criança a possibilidade de uma vida em sociedade mais harmoniosa.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Consequências</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Essa vida mais próxima do que muitos consideram normal pode ser possível através de um trabalho de contenção de impulsos. A criança precisa aprender desde cedo que suas atitudes podem trazer sérias consequências. Para acostumá-la com essa noção do que pode e o que não pode é preciso que os pais sejam rígidos e não amoleçam durante o processo. “Tirar coisas de que a criança gosta é o caminho mais indicado na infância. Mas não pode deixar brincar com o videogame só um pouquinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando esse esforço é feito precocemente, a criança vai aprender que não pode quebrar algumas regras porque dessa forma vai se prejudicar. O sentimento do outro continua não sendo importante, mas pelo menos ela não sofrerá perdas. “Essas crianças não têm alteração intelectual ou cognitiva. O que falta mesmo é a empatia pelo outro. O problema da perversidade não é a inteligência, e sim a falta de afetividade”</p>
<p style="text-align: justify;">Aos pais que tentam conter uma perversidade excessiva de seus filhos resta lembrar que ninguém vai conseguir ensiná-los a amar. O que se pode fazer é moldá-los de tal forma que tenham medo de desrespeitar as regras da convivência em sociedade. Ana Beatriz esclarece que a perversidade não é apenas matar, e sim não ter empatia. “Estima-se que 4% da população mundial sofra com esse transtorno, sendo 3% leves e moderados que não matam ninguém. Inclusive eles podem ser até bem sucedidos em diversas áreas de sua vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://delas.ig.com.br/filhos/o-limite-da-maldade-infantil/n1597599696753.html</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pais que levam suas crianças para trabalhar em publicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 20:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade infatil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais opressores]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças desde bebê já estão em filas de concorrência, disputando oportunidades em testes, campanhas. Até que ponto o &#8220;crescimento prematuro&#8221; pode prejudicar o desenvolvimento da criança, segundo a psicologia infantil? Tudo depende de como as mães colocam as situações para as crianças. Se a mãe oferecer a atividade como brincadeiras interessantes a criança poderá [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">As crianças desde bebê já estão em filas de concorrência, disputando oportunidades em testes, campanhas. Até que ponto o &#8220;crescimento prematuro&#8221; pode prejudicar o desenvolvimento da criança, segundo a psicologia infantil?</h2>
<p style="text-align: justify;">Tudo depende de como as mães colocam as situações para as crianças. Se a mãe oferecer a atividade como brincadeiras interessantes a criança poderá lidar bem com a atividade sem prejuízos. Mas observe que isto pode ser aparentemente fácil de fazer mas insisto que é algo que exige muito talento por parte da mãe, paciência e habilidade. Pois uma brincadeira não pode ser imposta, ela é oferecida e a criança precisa sentir prazer em realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A não aprovação em um teste pode desencadear um processo de frustração na criança com consequências na vida adulta</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando a criança já entende que aquilo que ela não foi escolhida ou que outras crianças foram  preferidas poderá  gerar frustração. Uma pequena dose de frustração pode preparar para a vida, pois nós a experimentaremos em muitas outros momentos da vida, e talvez os pais possam utilizar esta oportunidade para ensinar a criança a lidar com frustrações. Mas em doses elevadas seja pela repetição da reprovação ou pela forma como foi colocada ela pode gerar sentimentos de desistência, desamparo e até depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando a mãe praticamente obriga a criança aos testes. Quais os prejuízos para a vida adulta, ou até mesmo durante a infância, para uma criança que é submetida ao mercado publicitário, mesmo quando demonstra insatisfação?</h2>
<p style="text-align: justify;">Considero que possa ser muito prejudicial à criança. Não é de minha esfera (o aspecto jurídico) mas creio ser até crime obrigar uma criança trabalhar. Uma criança que é forçada a fazer este tipo de coisa poderá não elaborar  a ideia de que sua mãe quis o melhor para ela. Diferente de uma mãe que obriga o filho a tomar um remédio, usar calçados e outras coisas que a criança não quer fazer mas com o tempo as informações vão se apresentando e ela percebe que aquilo era amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança obrigada a passar por testes poderá crescer com sentimento de que sua mãe  não respeitou sua limitação e vontade de ter uma infância cheia de brincadeiras que desenvolvem os aspectos intelectuais, sociais, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança obrigada a fazer coisas que com o tempo serão percebidas como “inúteis” pois participar de propagandas não é algo fundamental no desenvolvimento, poderá se revoltar contra essa mãe , principalmente se ela mentir (dizer que o papai quer, ou que é isso que toda criança deve fazer, ou que será melhor para ela, etc) para convencer a criança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/conflito-entre-pais-e-filhos.html</p>
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		<title>Controle o ciúme exagerado que seu filho sente por você.</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-o-ciume-exagerado-que-seu-filho-sente-por-voce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 20:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como identificar se o ciúme do seu filho é exagerado e aprenda como controlá-lo sem provocar brigas ou traumas para as duas partes  De acordo com a psicóloga Sylvia Van Enck,o ciúme do filho com a mãe vem do fato de que por nove meses ele foi parte dela. Sai, ela é minha namorada!&#8221;, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Saiba como identificar se o ciúme do seu filho é exagerado e aprenda como controlá-lo sem provocar brigas ou traumas para as duas partes</h2>
<p style="text-align: justify;"> De acordo com a psicóloga Sylvia Van Enck,o ciúme do filho com a mãe vem do fato de que por nove meses ele foi parte dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Sai, ela é minha namorada!&#8221;, diz o garotinho com pose de machão, empurrando o pai para fora do sofá. A &#8220;namorada&#8221; em questão é a mãe! Pode parecer fofo, engraçadinho, ingênuo. Mas o <strong>ciúme</strong> que um filho tem da mãe pode virar coisa séria com o passar dos anos. É o caso das crianças que boicotam os namorados das mães, por exemplo. Ou então daquelas que assumem uma postura tão protetora com as mães que acabam evitando o contato com os próprios pais! E isso pode não ser nada saudável. Saiba como lidar com as cenas de ciúme mais comuns de filhos crianças ou adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Descubra se o ciúme dele é normal</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É normal sentirmos ciúme do que tem significado para nós. Mas ele passa do limite quando não se corre nenhum risco de perder o que se ama e, mesmo assim, fica-se com ciúme. &#8220;O ciúme do filho com a mãe vem do fato de que por nove meses ele foi parte dela&#8221;, diz Miguel Perosa, psicoterapeuta.</p>
<p style="text-align: justify;">O filho fica inseguro ao ver que a atenção da mãe não é exclusiva para ele. Daí, adota um comportamento possessivo que não faz bem para ninguém. O segredo para não ter um filho ciumento é mostrar que gosta dele do jeito que ele é e estimular seu convívio com outras pessoas</p>
<h3 style="text-align: justify;">
Tudo tem limite</h3>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1. A mãe apresenta um namorado novo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O envolvimento dos pais com outros parceiros deve ser comunicado aos poucos para os filhos: &#8220;Primeiro, avise que sairá com amigos, pessoas conhecidas deles, ou traga poucas pessoas para um encontro em casa. Assim, a criança percebe que a mãe mantém relações de amizade. Depois, fale sobre a pessoa com quem você está saindo. Apresente-a a seu filho e permita que eles tenham alguma convivência para começarem a formar um vínculo afetivo e de confiança&#8221;. Não force nada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>2. O Filho disputa com o pai</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o filho disputa o lugar do pai na vida da mãe, ou a filha com a mãe, é preciso impor limites. Esse é um caso comum, mas bastante sério: entenda o sentimento da criança, mas sem achar &#8220;engraçadinho&#8221;. A sua relação com seu companheiro deve estar bem clara para os seus filhos, mostrando que os dois são importantes para você, mas que você os ama de maneiras diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://mdemulher.abril.com.br/familia/m-trends/controle-o-ciume-exagerado-que-seu-filho-sente-por-voce</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
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		<title>Autofobia – medo de ser deixado(a)</title>
		<link>https://casule.com/blog/autofobia-medo-de-ser-deixada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 20:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos indivíduos procuram terapia por causa do medo do abandono (autofobia) e questões relacionadas a ele. O medo do abandono é uma fobia caracterizada por extrema dependência dos outros. Ela é comumente vista em adultos e crianças que também são diagnosticadas com transtornos de personalidade borderline. Essas pessoas vivem no medo constante de que seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitos indivíduos procuram terapia por causa do medo do abandono (<em>autofobia</em>) e questões relacionadas a ele. O medo do abandono é uma fobia caracterizada por extrema dependência dos outros. Ela é comumente vista em adultos e crianças que também são diagnosticadas com <em>transtornos de personalidade borderline</em>. Essas pessoas vivem no medo constante de que seu “mundo entrará em colapso” se seus protetores ou entes queridos abandoná-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo do abandono pode levar a diferentes problemas que podem causar danos tanto para o doente como para seus entes queridos. Muitas vezes, a autofobia tende a ameaçar ou sabotar suas relações com declarações como “Eu vou deixá-lo antes de me deixar” ou “Você ama eles mais do que eu” ou “Você nunca me amou” e assim por diante. Esta fobia também pode levar a violência doméstica: quebrar ou destruir propriedade ou até mesmo a ferir fisicamente outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas da autofobia</h2>
<p style="text-align: justify;"><span class="goog-text-highlight">Os médicos acreditam que, na maioria dos casos, o medo do abandono (fobia) decorre de traumas de infância quando um pai ou responsável se vai, decorrente de um divórcio (ou morte).</span>Mesmo na idade adulta, o doente continua a acreditar e temer que cada pessoa significativa em sua vida vai abandoná-lo de uma forma similar. Assim, a <em>autofobia</em> decorre de comportamento aprendido com as experiências da infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Abandono na infância pode ser físico, emocional ou financeiro. Tudo isso pode ser traumático para a criança. Morte de um pai ou mãe dá origem a vários sentimentos avassaladores seguidos por dificuldades financeiras, mudança de estilo de vida, mudança de casa etc. Isso aprofunda o trauma ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, o medo do abandono pode surgir subitamente na idade adulta, quando se está financeiramente ou emocionalmente dependente de outro adulto, que morre ou se vai, levando à perda significativa de apoio financeiro e emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos com deficiência adrenal ou aqueles com uma tendência geral no sentido de ser excessivamente ansiosos ou ‘tensos’ também são mais propensos a sofrer de tal fobia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os sintomas do medo do abandono (fobia)</h2>
<p style="text-align: justify;">Autofobia varia em grau e intensidade levando a diferentes níveis de sintomas. Os principais sintomas do medo de ser abandonado são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Raiva</li>
<li>Ciúme</li>
<li>apreensão</li>
<li>Evitar a intimidade ou relacionamentos</li>
<li>Depressão</li>
<li>Ansiedade e ataque de pânico</li>
<li>sintomas como agitação, tremores, náuseas, dores de cabeça, desconforto gastrointestinal, aumento da freqüência cardíaca, respiração rasa ou rápida com a ideia de ser deixado sozinho.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estes efeitos psicológicos são vistos em todos os aspectos da vida do doente a um ponto em que podem impactar suas relações sociais, profissionais e íntimas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Um cônjuge constantemente suspeita que seu / sua parceiro (a) tem um caso.</li>
<li>Um pai autofóbico não permite que seu filho forme relacionamentos íntimos.</li>
<li>Um parceiro constantemente envia mensagens / chamadas ou textos para outro.</li>
<li>Atende ligações no celular de outra pessoa ou outras coisas onde não é convidado.</li>
<li>Persegue ex-cônjuge depois de um divórcio.</li>
<li></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Autofobia – tratamento / Como vencer o medo do abandono</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma grande parte do tratamento para autofobia está em desenvolver amor próprio e confiança nas habilidades individuais. É preciso também discutir de antemão todas as nossas necessidades antes de formar relacionamentos íntimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrar um ‘porto seguro e calmo” é uma técnica recomendada para superar esta fobia. Este é melhor feito através da visualização positiva e afirmações, bem como a meditação e outras técnicas mente-corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Família ou entes queridos de pessoas que sofrem de autofobia também desempenham um papel importante na terapia. Familiares precisam ser firmes e não ceder às exigências dos fóbicos, especialmente aquelas que não são saudáveis ​​para eles. Se a pessoa se sente fisicamente ameaçada pelo indivíduo, é melhor ficar longe e obter ajuda da polícia. Discutir com essa pessoa pode piorar as coisas e não levar a nenhum resultadopositivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A hipnoterapia é uma terapia testada e comprovada para o tratamento da autofobia. Ela busca a raiz do problema e ajuda a reprogramar os pensamentos subconscientes para ajudar a dissipar e curar o medo do abandono.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://psicoativo.com/2015/12/autofobia-medo-do-abandono-sintomas-causas-tratamentos.html</p>
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		<title>5 feridas emocionais da infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2016 18:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infância]]></category>
		<category><![CDATA[desconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
		<category><![CDATA[trauma na infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro. Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas a uma parte da nossa personalidade, nos ajudará a observar quais são as nossas próprias feridas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1- O medo do abandono</h2>
<p style="text-align: justify;">A solidão é o pior inimigo para quem foi negligenciado ou abandonado na infância. Quem já sofreu abandono tende a abandonar prematuramente as pessoas com quem mantém um relacionamento ou seus projetos de vida por medo de ser abandonado novamente.<br />
Seria algo como “eu vou antes de você me deixar”, “ninguém me apóia, não estou disposto a suportar isso”, “se você for, não precisa mais voltar…”.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm feridas emocionais de abandono na infância precisam trabalhar o medo da solidão, o medo de ser rejeitado e as barreiras invisíveis ao contato físico.<br />
A ferida causada pelo abandono não é fácil de curar, mas, você consegue perceber uma melhora quando esse medo da solidão começa a desaparecer dando lugar a um diálogo interno positivo e esperançoso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2- O medo da rejeição</h2>
<p style="text-align: justify;">O medo da rejeição é uma das feridas emocionais mais profundas, porque implica na rejeição de nós mesmos, do nosso interior, ou seja, das nossas experiências, dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse medo pode aparecer por vários fatores como, por exemplo, através da rejeição dos pais, da família ou de colegas e gerar pensamentos de auto-rejeição e de auto-desqualificação.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que tem medo de ser rejeitada não se sente digna de receber afeto ou de ser compreendida e por isso se isola em seu vazio interior.</p>
<p style="text-align: justify;">É provável que as pessoas que sofreram rejeição sejam evasivas e por isso é necessário trabalhar os seus temores, os medos internos e as situações que geram pânico.<br />
Se este for o seu caso, ocupe o seu lugar no mundo, arrisque-se, tome suas próprias decisões. Faça isso aos poucos e perceba que você ficará menos incomodado se alguém se afastar ou se esquecer de você em algum momento, você não levará isso para o lado pessoal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3- A Humilhação</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta ferida surge quando, em algum momento, sentimos que outros nos desaprovam ou nos criticam.<br />
Podemos gerar esse tipo de problemas nos nossos filhos se dissermos que são maus, estúpidos ou se os compararmos à outras crianças; isto destrói a autoestima deles.<br />
As feridas emocionais de humilhação geram uma personalidade dependente. Além disso, como mecanismo de defesa, a criança pode aprender a ser “tirana” e egoísta além de repetir as humilhações humilhando outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter sofrido esse tipo de experiência requer que trabalhemos a nossa independência, nossa liberdade, a compreensão das nossas necessidades e medos, assim como as nossas prioridades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4- A traição e o medo de confiar</h2>
<p style="text-align: justify;">Surge quando a criança se sente traída por um de seus pais, principalmente no descumprimento de promessas. Isso cria uma desconfiança que pode ser transformada em inveja e em outros sentimentos negativos por não se sentirem merecedores do que foi prometido ou das coisas que outras pessoas possuem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofrer uma traição na infância constrói uma pessoa controladora. Se sofreu estes problemas na infância, você provavelmente sente a necessidade de exercer algum controle sobre os outros, o que normalmente se justifica como sendo uma personalidade forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas pessoas tendem a confirmar seus erros por meio de suas ações. Para curar as feridas emocionais da traição, é necessário trabalhar a paciência, a tolerância e o saber viver, assim como aprender a estar sozinho e a ter responsabilidades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5- A injustiça</h2>
<p style="text-align: justify;">A injustiça como ferida emocional se origina em um ambiente onde os cuidadores primários são frios e autoritários, isso porque uma exigência exagerada de exercer limites gera sentimentos de impotência e inutilidade, tanto na infância como na idade adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">A conseqüência direta da injustiça na conduta daqueles que a sofreram é a rigidez, pois estas pessoas tendem a querer ser muito importantes e adquirir grande poder. Além disso, é provável que a pessoa desenvolva um fanatismo pela ordem e pelo perfeccionismo, bem como a incapacidade de tomar decisões com confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Requer trabalhar a desconfiança e a rigidez mental, criando o máximo de flexibilidade e permitindo-se confiar em outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que nós já sabemos sobre as cinco feridas emocionais que podem afetar nosso bem-estar, a nossa saúde e a nossa capacidade de nos desenvolver como pessoas, podemos começar a saná-las.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psiconlinews.com/2016/02/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos.html</p>
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