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	<title>psicologia jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicologia jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Violência emocional também dói!</title>
		<link>https://casule.com/blog/violencia-emocional-tambem-doi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 20:03:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber. Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.</p>
<p style="text-align: justify;"> O agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado &#8211; e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos. “Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.</p>
<div class="clear" style="text-align: justify;"> <img decoding="async" src="https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1491936180968" alt="" /></div>
<p style="text-align: justify;">Se ainda assim não é possível enxergar o agressor &#8211; o amor bandido às vezes transfigura a realidade &#8211; uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a isso, a profissional sugere ajuda psicológica, principalmente para buscar entender porque se permitiu viver isto. “Perguntas sobre como aprender com o erro são imprescindíveis para experiências diferentes, no futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vilamulher.uol.com.br/familia/relacionamento/violencia-emocional-tambem-doi-21182.html</p>
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		<title>Quais são as consequências dos ataques de pânico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-consequencias-dos-ataques-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 20:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Casule Saúde e Bem-estar]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? – O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer! O aperto no peito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – <em>O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? </em>– O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – <em>Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer!</em></p>
<p style="text-align: justify;">O aperto no peito começa a piorar e você sente que o que está acontecendo não é real, mas o medo de morrer está lá. Você acredita que está ficando louco. Parece que você vai desmaiar. Em apenas 10 minutos o seu corpo está totalmente descontrolado. O que aconteceu com você? Você teve um ataque de pânico. Mas quais são as consequências dele?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como e por que se inicia um ataque de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um ataque de pânico é uma crise que começa de forma brusca. A primeira coisa que a pessoa percebe é a aparição de uma série de sensações corporais. Estas costumam ser: palpitações ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou agitação, falta de ar e/ou sensação de asfixia, aperto no peito, náuseas ou desconfortos abdominais, instabilidade ou tontura, sensação de dormência ou formigamento e arrepios.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema aumenta de tamanho graças aos pensamentos que a pessoa reproduz em sua mente e em volta destes sintomas físicos. O ataque de pânico é produzido porque a pessoa associa suas sensações corporais a algum tipo de ameaça. Além disso, geralmente a pessoa percebe que essa ameaça induzida coloca sua vida em perigo. Assim, desenvolve todo um ciclo de pensamentos (neste sentido) que irá tornar as sensações corporais iniciais ainda mais intensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são o medo de morrer, de perder o controle e/ou de ficar louco, além da sensação de irrealidade ou de estar fora de si mesmo. O caso é que as pessoas interpretam estes sintomas físicos de forma catastrófica. Ou seja, acreditam que essas sensações corporais estão ocorrendo porque está acontecendo alguma coisa grave. É fundamental realçar que, na realidade, não há um perigo real de morte, a verdade é que tudo isso está acontecendo porque nós estamos pensando.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Que consequências derivam dos ataques de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico têm consequências negativas para quem sofre deles, mas em nenhum caso levam à morte, pelo menos de maneira direta. Pense nisso: você realmente teve alguma coisa grave a nível físico quando teve uma crise com essas características? Não, certo? Se elas realmente tivessem as consequências que tememos, você não estaria lendo este artigo!</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras de Luis Sepúlveda têm uma dose de humor negro, mas não deixam de nos proporcionar uma descrição exata das sensações das “vítimas do pânico”. Além disso, todos sabemos que estes ataques de pânico provocam um grande mal-estar emocional e psicológico. O medo se apodera do dia a dia dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece o medo de que volte a ter uma crise, já que não é nada agradável. Em muitos casos, os estímulos gerados pela crise são generalizados (por exemplo, se tivemos um ataque em um ponto de ônibus, passamos a ter medo de todos os pontos de ônibus), e em muitos outros casos, a antecipação da própria crise já provoca o ataque (antecipamos que vamos passar por um ponto de ônibus).</p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, a pessoa passa a temer que os ataques apareçam em lugares públicos, onde seja difícil escapar, em situações sociais onde seria constrangedor estar assim, ou em momentos em que seria complicado obter ajuda. Então, o que a pessoa geralmente começa a fazer nestes casos? O que ela costuma fazer é evitar essas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa deixa de ir a esses lugares para que, assim, diminua a ansiedade gerada pela possibilidade de ter outro ataque. Então ela vai evitando cada vez mais lugares. Desta forma, as tarefas cotidianas passam a ser um verdadeiro exercício de planejamento e esforço. Fica extremamente difícil para a pessoa ir a lugares que antes frequentava. Assim, a gama de atividades que acaba fazendo é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, chegamos ao ponto em que a pessoa passa a sofrer de agorafobia. Elas já temem ou evitam situações como as seguintes: aglomerações, lugares públicos, viajar sozinho ou se ausentar de casa. Isso é altamente debilitante para a pessoa, que vê reduzida sua qualidade de vida em todos os âmbitos. Visto que isso pode ser limitante tanto a nível pessoal como profissional e social, é importante consultar um psicólogo para aprender a regular a ansiedade e reduzir os ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/consequencias-ataques-de-panico/</p>
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		<title>Controle emocional,como praticar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 20:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência. Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que estamos opinando a respeito de um amigo ou familiar. Depositamos nos outros o que não estamos preparados para assumir que existe em nós mesmos. Isto é, nos projetamos e atribuímos a responsabilidade de como nos sentimos em relação aos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a leitura dos outros pode ser um fiel reflexo do que nos sucede. O exterior nos fala e nos serve de espelho, e ainda reafirma nossa disposição de ver quais assuntos pendentes temos com nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é hora de trabalhar isso?</p>
<h2 style="text-align: justify;">“Você é responsável por eu me sentir assim”</h2>
<p style="text-align: justify;">Estamos acostumados a responsabilizar os outros por nossas emoções, isto é, por como nos sentimos, assim como nos responsabilizamos por como se sentem os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se alguém ao nosso redor não se sente bem, nos sentimos responsáveis e tentamos a todo custo mudar isso, como se tivéssemos todas as ferramentas para solucionar o sofrimento alheio. Por outro lado, quando somos nós que nos sentimos mal, depositamos a responsabilidade desse sentimento em uma situação ou em uma outra pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A quem estamos dando o controle de nós mesmos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Responsabilizar-nos pelas emoções dos demais pode tornar-se um enorme fardo para nosso desenvolvimento individual, da mesma maneira que buscar culpados para como nos sentimos. Pois não se trata de culpados, mas sim de administrar nossos sentimentos e responsabilidade emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes nos expressamos dessa maneira: “Você me cansa” ou “Você me faz sentir mal”? Não se trata de buscar culpados, sim de identificar como você se sente diante de certas circunstâncias e aceitar que é você o responsável pelos seus sentimentos. Alguns sentimentos são inevitáveis em determinadas situações, mas esse sentimento só pode perdurar se tiver o aval da sua mente. Comece a gerir suas raivas, ciúmes, ira ou tristeza, porque as respostas não estão fora, mas dentro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você não assume o controle das suas emoções, quem o fará? Os outros? A situação? Isso traria muita instabilidade, não é?</p>
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<p style="text-align: justify;">Isto não quer dizer que você não tenha que se expressar e manifestar como se sente com respeito aos demais, mas que se responsabilize pela administração dos seus sentimentos. Em vez de outorgar o poder de seu bem-estar ou mal-estar aos outros, assuma as rédeas da sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem tanto direito de se incomodar com algo como qualquer outra pessoa, não há nada de errado nisso. Porém, se você assumir o controle disso, não será refém dos seus sentimentos, tudo será mais satisfatório, um processo de autoconhecimento e crescimento pessoal. Do contrário, sempre estaremos reféns dos demais e das circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também acontece quando falamos dos que estão ao nosso redor. Quando estiver opinando ou criticando alguém, tente ser um pouco mais consciente sobre o que está dizendo. Na maioria das vezes o que você disse também está ou esteve presente em você.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Responsabilidade emocional: “Eu me faço responsável pelo que sinto”</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como fazer isso?</h2>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, aceitar que existe a possibilidade de nos projetarmos nos outros. Não é uma tarefa fácil, se levarmos em conta que se o fazemos, é porque no momento não somos capazes de assumir. Por isso, tendemos a resistir em assumir a responsabilidade de nossas reações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Você não me enraivece, eu me enraiveço diante do que você fez ou diante do que aconteceu”, “Eu sou quem sente ira, tristeza ou raiva, diante das distintas circunstâncias que se apresentam em minha vida, e não as evito, aceitando-as para trabalhá-las. Porém, diante de tudo, eu sou responsável por mim mesmo”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Adquirindo consciência e observando a si mesmo, descubra todas as coisas que tem pendente, trabalhe em cima delas para seguir evoluindo e crescendo. Esse caminho não é fácil, frequentemente caímos em contradições e armadilhas do nosso próprio eu, mas tudo valerá a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de autodescobrimento e de assumir a responsabilidade emocional é cheio de reviravoltas, mas se tivermos perseverança, ao final encontraremos um porto seguro dentro de nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/responsabilidade-emocional/</p>
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		<title>O poder do diálogo</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-poder-dialogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 20:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações humanas são mediadas pela comunicação como ferramenta de interação e linguagem na aproximação das pessoas. Neste sentido, o diálogo franco e honesto encontra-se como importante instrumento de cooperação, conciliação e mediação para a construção de pontes e vínculos mais duradouros no arenoso terreno da instabilidade emocional moderna em que nos encontramos. Dialogar significa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As relações humanas são mediadas pela comunicação como ferramenta de interação e linguagem na aproximação das pessoas. Neste sentido, o diálogo franco e honesto encontra-se como importante instrumento de cooperação, conciliação e mediação para a construção de pontes e vínculos mais duradouros no arenoso terreno da instabilidade emocional moderna em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dialogar significa não apenas falar sobre sentimentos tão preciosamente essenciais no amadurecimento psíquico dos seres humanos, mas também escutar além do simples ouvir com todos os sentidos como um ato de amor ao outro. Para tanto, precisamos sair da individualidade natural de cada um para o desenvolvimento assertivo da empatia ao colocarmo-nos no lugar do outro, sem julgamentos imprecisos à luz das imperfeições da interpretação, desprovida de cautela e bom senso. Mais do que isso, dialogar permite o estreitamento dos laços afetivos, cujo impacto é enorme na construção do sentido de vida de cada pessoa, já que sem o afeto nada somos como humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o diálogo é mal interpretado como verborragia excessiva sem objetivo nem resultado aparente, simplesmente pela falta de boa vontade em usar palavras de uma forma harmoniosa, bem como pela dificuldade em se manter uma postura de receptividade para com o outro, sem a condição defensiva que restringe a naturalidade da linguagem e da afetividade. Cada pessoa é responsável pela qualidade de sua comunicação e das relações que daí advém, construindo ou não inter-relações positivas que contribuam efetivamente para a colaboração no bem comum. A palavra, já se sabe, é mantra e ecoa no universo, impregnando-o de uma energia que pode tanto construir, quanto desorganizar mentes, comportamentos e afetos, culminando no progresso ou no atraso de uma sociedade. Por tal aspecto, falar é uma responsabilidade muito grande, porque pode ferir ou elevar a vida de outras pessoas numa fração de segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, o silêncio, tão precioso na escuta sincera e despretensiosa de preconceitos, ainda é pouco familiar no campo da vida humana, já que, pela imposição de uma vida agitada e repleta de estímulos tecnológicos, acabamos por ser reféns da pouca intimidade com o eco interior que possuímos, sem condições de realmente termos paciência com o som do outro, suas colocações, em virtude do turbilhão de pensamentos que atribulam a mente. Nesse interim, nos afastamos do equilíbrio pessoal que consiste no primeiro requisito para o respeito a si, ao outro e ao que ele tem a dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando tivermos a consciência do poder do diálogo que possuímos, seremos porta vozes de paz e amor uns para com os outros. Uma questão de vontade. Uma questão de humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/o-poder-do-dialogo/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento de ansiedade com psicoterapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/tratamento-de-ansiedade-com-psicoterapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 20:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, arrepios de frio, dificuldade em se concentrar, fadiga, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Apesar de aparecer em diferentes contextos e às vezes de modo bastante específico, como nos transtornos ansiosos, ela pode estar ali, conosco, quando encaramos a falta de controle e a possibilidade de não aceitação pelo outro. As pressões cotidianas tendem a aumentar nossa ansiedade, as preocupações com o trabalho, a família, o relacionamento com as outras pessoas, preocupações financeiras e tantas outras acabam somando-se. O estresse, muitas vezes, é expresso através da ansiedade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia é uma das ferramentas que temos para tratar da ansiedade quando ela começa a nos prejudicar, seja pela sua intensidade, seja pelo tempo delegado à ela, seja pelo sofrimento gerado.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia cognitiva comportamental vem mostrando resultados positivos no tratamento da ansiedade. Nela há atividades que são realizadas dentro ou entre as sessões e o aprendizado de certas habilidades e comportamentos, específicos para cada caso. Durante a psicoterapia a pessoa vai entender melhor como a ansiedade funciona e aprender modos de administrá-la. A psicoterapia vai enfocar tanto as causas como os sintomas da ansiedade, agindo sobre ambos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Com a ajuda atenta do psicólogo, a pessoa vai aprendendo a diminuir sua ansiedade, descobrindo novos modos de enfrentar as dificuldades e modificando as crenças que estão por trás dela. O psicólogo vai procurar junto com a pessoa quais os pensamentos negativos que a levam a sentir ansiedade e buscar mudar esses pensamentos e os comportamentos que estão ligados a eles.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Muitas situações podem causar ansiedade e serem trabalhadas na psicoterapia, principalmente aquelas que põe em cheque nosso senso de segurança, confiança e previsibilidade, como por exemplo:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em se fazer uma escolha;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em solucionar problemas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; preocupação sobre como comportar-se em determinadas situações ou frente às outras pessoas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de definição de objetivos profissionais ou pessoais;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; receio do que pode acontecer em uma situação desconhecida ou inesperada;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de habilidade para administrar melhor seu tempo;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; medo de perder pessoas queridas ou coisas importantes para si;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; perda real ou danos no relacionamento amoroso ou outros tipos de relacionamento;</span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Os transtornos ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do estresse pós traumático, transtorno do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, fobia social, fobias específicas) também giram em torno do mote segurança &#8211; medo de causar danos a si ou aos outros ou de que algo de ruim aconteça a si mesmo ou aos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Geralmente, a ansiedade no trabalho costuma girar em torno do relacionamento com superiores, subordinados ou colegas, da pressão para obtenção de resultados, da competição, da falta de delimitação nas tarefas ou falta de especificação, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">Independente dos temas abordados, a psicoterapia cognitiva comportamental visa o controle da ansiedade e a melhora na qualidade de vida da pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">FONTE:http://www.psicoterapiacognitiva.com.br/tratamento.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/tratamento-de-ansiedade-com-psicoterapia-cognitivo-comportamental/">Tratamento de ansiedade com psicoterapia Cognitivo Comportamental</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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		<title>A importância do convívio social para o bem-estar desde a infância até a velhice</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-convivio-social-para-o-bem-estar-desde-infancia-ate-velhice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 20:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sociabilidade constitui o ser humano do início ao fim de sua vida. Relacionar-se com outras pessoas é uma necessidade constante para o bem-estar psíquico e também físico. A solidão adoece. O encontro enriquece. A vida em grupo possibilita crescimento, aponta oportunidades, consola nos momentos difíceis. Mas nem sempre a convivência é simples. Conviver é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A sociabilidade constitui o ser humano do início ao fim de sua vida. Relacionar-se com outras pessoas é uma necessidade constante para o bem-estar psíquico e também físico. A <a href="https://casule.com/solidao-que-sentimento-e-esse-video-completo/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">solidão</a> adoece. O encontro enriquece. A vida em grupo possibilita crescimento, aponta oportunidades, consola nos <a href="https://casule.com/como-manter-o-equilibrio-nos-momentos-dificeis-2/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">momentos difíceis</a>. Mas nem sempre a convivência é simples.</p>



<p>Conviver é o desafio de encontrar harmonia nas relações, equilibrando planos compartilhados com visões de mundo diferenciadas. Nesse aprendizado diário, momentos de alegria se alternam com pequenas discussões, que às vezes abalam o relacionamento com a família, com os amigos, com o companheiro ou companheira. Apesar dos altos e baixos nas relações interpessoais, o ser humano precisa do contato com o outro para <a href="https://casule.com/o-que-e-o-bem-estar-mental-e-por-que-ele-e-importante-para-voce/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">viver bem</a>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia.png" alt="convivencia-social-infancia" class="wp-image-21431" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia.png 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia-980x552.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1000px, 100vw" /></figure></div>



<p>— O indivíduo isolado não existe, mesmo quando estamos sós os outros nos acompanham internamente — diz a psicóloga Nelma Aragon, diretora do Instituto de Psicologia Social Pichon-Rivière.</p>



<p>A construção desses laços sociais começa desde o nascimento, quando mãe e bebê estabelecem os primeiros vínculos. Depois, cada etapa vai constituindo novas redes de relações: o ambiente escolar, as tribos da adolescência, os colegas da faculdade, o casal, os grupos de terceira idade.</p>



<p>— A sociabilidade nos constitui por toda a vida, é assim que se aprende a confiar em si mesmo e não temer o mundo — ensina Nelma.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1000" height="563" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade.png" alt="convivencia-social-terceira-idade" class="wp-image-21432" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade.png 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade-980x552.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1000px, 100vw" /></figure></div>



<p>Convívio social é uma das dimensões avaliadas pela pesquisa Índice de Bem-estar (IBE), realizada pela Unimed Porto Alegre. A satisfação com as relações interpessoais é determinante para o bem-estar, pois permeia a vida humana em todas as suas fases.</p>



<p>É sobre isso que este especial pretende falar. Ao longo desta semana, você conhecerá histórias de convivência saudável na infância, na juventude, na vida adulta, na velhice e na vida conjugal. Vai conhecer também evidências científicas de que dedicar tempo ao encontro com o outro e cultivar afetos é receita para a longevidade.</p>



<p>Fonte: zh.clicrbs.com.br</p>
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		<title>A importância da educação emocional infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-educacao-emocional-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 20:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo. É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso vai dar a ela um maior bem-estar, mais felicidade e uma melhor autonomia e responsabilidade</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como conseguimos desenvolver nossos filhos de forma emocionalmente inteligente? Para isso, vamos conhecer algumas dicas oferecidas pela professora Esther García, docente do Mestrado em Inteligência Emocional da Universidade de Barcelona.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A educação emocional e seus segredos</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a professora Esther García, as relações interpessoais são fatores básicos no bem-estar emocional dos seres humanos. A felicidade de um adulto ou de uma criança depende da sua capacidade de desenvolver competências que o torne emocionalmente inteligente em suas relações.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Identificando emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa sugerida pela professora García para criar filhos emocionalmente inteligentes é a tomada de consciência. Ou seja, tanto como educadores quanto como “alunos” devemos conhecer nossas próprias emoções, suas consequências e como lidar com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar este passo, precisamos fazer perguntas sobre nossos sentimentos: por que eles acontecem, como chegamos a eles e o que podemos fazer para corrigi-los ou potencializá-los. Só assim podemos verbalizá-los e defini-los, e as crianças devem realizar seus próprios processos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Lidando com as emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A segunda coisa importante está relacionada com a forma como lidamos com as emoções. Uma vez identificadas e compreendidas, precisamos saber lidar com elas. Sejam elas positivas ou negativas, é preciso rotular e dar nome a elas, para que possamos ser capazes de sempre localizá-las e verbalizá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegado este instante, aparece o momento de aceitar as emoções, pois elas são legítimas e pessoais. É a parte na qual é preciso trabalhar o comportamento derivado delas. Assim, ajudaremos as crianças a não agir de forma impulsiva ou com pressa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uso da empatia</h2>
<p style="text-align: justify;">Para ensinar as crianças a reconhecer suas emoções, lidar com elas e adquirir inteligência, temos que manter nossa empatia ativa. É preciso saber como a criança se sente e que mecanismos ela tem, segundo sua idade, para canalizar esta enorme tempestade de emoções e sentimentos, que costumam ser muito volúveis e pouco controlados.</p>
<div class="centered">
<p style="text-align: justify;">É necessário se conectar com a criança, saber como agir, tentar se colocar em seu lugar e sempre usar a empatia, a paciência e a compreensão. Lembre-se de que, o que para você pode ser pequeno, talvez seja um problema enorme para a criança. Respeite sempre a criança e crie um clima adequado para estabelecer a comunicação correta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como praticar a educação emocional infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as atividades que a professora Esther García recomenda para alcançar uma correta educação emocional infantil, podemos destacar:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Fazer desenhos expressivos emocionalmente;</li>
<li style="text-align: justify;">Escrever diários emocionais;</li>
<li style="text-align: justify;">Imitação de emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Identificação de emoções e localização de motivos de forma conjunta;</li>
<li style="text-align: justify;">Leitura de textos e contos que permitam identificar emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Escutar ou tocar algum instrumento musical ou cantar;</li>
<li style="text-align: justify;">Participar de jogos que ajudem a melhorar a comunicação e a forma de lidar com as frustrações;</li>
<li style="text-align: justify;">Potencializar o contato físico entre as crianças e seus pais.</li>
<li style="text-align: justify;">A felicidade e o bem-estar dos nossos filhos dependem de uma educação emocional infantil adequada. Se eles aprenderem a viver com suas emoções e sentimentos mais do que com suas posses, estaremos formando pessoas mais plenas, autônomas, responsáveis e alegres, o que retorna em seu benefício e, por extensão, em benefício de todos</li>
</ul>
<p>FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/educacao-emocional-infantil/</p>
</div>
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		<title>Como enfrentar e lidar com a mudança na sua vida</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-enfrentar-e-lidar-com-mudanca-na-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 19:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com momentos de mudança que criam quase sempre insegurança e até, nalguns casos, medo. Contudo, esta atitude pode não ser a mais favorável, pois a mudança pode levar-nos a experienciar novas e interessantes situações, que devemos tentar encarar de forma positiva. Saiba como enfrentar e lidar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com momentos de mudança que criam quase sempre insegurança e até, nalguns casos, medo. Contudo, esta atitude pode não ser a mais favorável, pois a mudança pode levar-nos a experienciar novas e interessantes situações, que devemos tentar encarar de forma positiva. Saiba como enfrentar e lidar com a mudança na vida sem medo, evitando as emoções negativas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Porque mudar é preciso!</h2>
<p style="text-align: justify;">A rapidez que caracteriza a sociedade atual, dominada pela mudança contínua, cria em nós sentimentos de insegurança, uma vez que somos obrigados a adaptarmo-nos continuamente a novas regras, novos hábitos, novos modos de estar e de trabalhar. Todas estas situações são, normalmente, precedidas de sentimentos antagónicos: receio, mas simultaneamente curiosidade; vontade de não mudar mas, ao mesmo tempo, vontade de experimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">É esta atitude de abertura face à mudança que deve caracterizar a nossa vida, pois tudo se torna mais fácil, quer quando se trata da mudança de emprego, quer da necessidade de deixarmos a casa ou a localidade onde sempre vivemos, por exemplo. Mesmo as pessoas que sempre acharam que teriam o mesmo emprego para o resto das suas vidas estão a ser confrontadas, num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, com o desemprego, com a necessidade de mudar de posto de trabalho pelos mais diversos motivos ou até de se lançar na procura de um emprego que realmente o apaixone. Este é apenas um exemplo das grandes mudanças que marcam o nosso atual estilo de vida. Certamente se lembram ou já passaram por outro tipo de grandes mudanças, não é verdade?</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que fazer para encarar de forma positiva todas estas mudanças?</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mantenha-se atualizado sobre o mundo que o rodeia. Não deixe que a mudança o apanhe de surpresa e prepare-se para ela, com pensamentos positivos: mudar é sempre bom! Para além de conhecer novas pessoas, terá a oportunidade de se expandir e crescer em termos pessoais e/ou profissionais.</li>
<li>Assuma que a mudança é necessária, para fazer face a um novo paradigma da sociedade e que todos à sua volta são confrontados com mudanças constantes. A vontade de mudar acaba por caracterizar a nossa sociedade e facilita o processo de adaptação a uma nova realidade. Nós não somos diferentes de todos os outros que já foram confrontados com processos de mudança. Fechar um capítulo na sua vida e abrir outro pode ser exatamente aquilo de que está a precisar.</li>
<li>Reflita sobre os aspectos que tem mais dificuldade em aceitar no processo de mudança e procure encontrar caminhos que o ajudem a encarar todas as alterações de forma positiva. “Esta situação causa-me constrangimento, mas se fizer  tudo correrá bem!”. “Estou assustado, mas sei que esta mudança vai trazer-me muita felicidade e por ela eu sou capaz de ,“Isto não vai ser fácil, mas posso sempre contar com&#8221;Visualizar o futuro é uma excelente dica para afastar os pensamentos negativos.</li>
<li>Envolva-se de forma empenhada em todo o processo de mudança, para que possa acompanhar todos os aspectos a si associados. Desta forma, estará a preparar-se para tudo aquilo que uma nova e renovada vida lhe vai trazer, sem surpresas inesperadas (e até desagradáveis). Não há nada como estarmos bem preparados!</li>
<li>Se, mesmo assim, se sentir pouco confiante, experimente falar com um amigo ou familiar em quem confie e discutam todos os aspectos envolvidos nessa mudança: os desafios que vai encontrar, os problemas que receia ter de enfrentar, as soluções que acha mais adequadas. Em conjunto, revejam todas as hipóteses e deixe-se envolver por todas as propostas que forem surgindo. Quando se sentir inseguro, volte a falar com o seu amigo ou reveja num caderno onde possa ter tomado nota de todo o plano que traçaram, procurando encontrar novos caminhos e alternativas, se necessário.</li>
<li>Assuma as suas fraquezas, mas não deixe que elas tomem conta de si e que o medo se sobreponha à vontade de encarar de forma positiva a mudança. Desta forma, ao estar consciente dos seus pontos fracos, poderá controlá-los muito mais facilmente. Não se esqueça: na hora de qualquer mudança, a autoestima quer-se lá em cima!</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Encare de frente a mudança e não se esqueça que o mundo é caracterizado pela evolução constante. Atualmente, essas mudanças estão cada vez mais presentes, daí a importância de se munir com algumas estratégias, como as que foram aqui apresentadas, no sentido de criar a flexibilidade necessária para reagir de forma positiva às novas situações. Boa sorte, boa mudança!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estadozen.com/artigos/como-enfrentar-lidar-com-mudanca-sua-vida</p>
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		<item>
		<title>Como manter o controle emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 19:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4542</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção</h2>
<p style="text-align: justify;">O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.</p>
<p>O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.</p>
<p>A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.</p>
<p>Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.</p>
<p>Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.</p>
<p>Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.</p>
<p>A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.</p>
<p>Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.</p>
<p>É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p><strong>Lidar com frustrações é sofrido e angustiante </strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.</p>
<p>Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.</p>
<p>A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.</p>
<p>O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11972-como-manter-o-controle-emocional</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional-2/">Como manter o controle emocional?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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		<title>Etapas da adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/etapas-da-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 19:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade emocional]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura. A adolescência é uma época de imaturidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma época de imaturidade em busca de maturidade. Mas… como é difícil para os pais este novo período na educação dos filhos! No adolescente, nada é estável nem definitivo, porque se encontra numa época de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos, pois, em que consiste a adolescência e o que é a maturidade; quais são as mudanças que os adolescentes costumam sofrer, bem como as fases pelas quais vão passando, para podermos ter atitudes positivas que favoreçam a superação dessa crise.</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho básico que os pais devem seguir é o da compreensão, com o devido respeito e carinho que merece cada um dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é este período no qual uma criança se transforma em adulto. Não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Alterações que sucedem nas diferentes etapas da adolescência</h2>
<p style="text-align: justify;">a) A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Nasce a intimidade (o despertar do próprio “eu”).</p>
<p style="text-align: justify;"> Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não há ainda consciência daquilo que se está a passar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Desequilíbrio nas emoções, que se reflete na sensibilidade exagerada e na irritabilidade de carácter.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Não sintoniza” com o mundo dos adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Refugia-se no isolamento ou no grupo de companheiros de estudo, ou integra-se num grupo de amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhecer bem cada adolescente, os seus pontos fortes, as suas fraquezas, amizades, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"> Revelar-lhe como é, o que lhe está a suceder e que sentido têm as mudanças que está a sofrer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que conheça as suas limitações e as suas possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudá-lo a esclarecer o que é a autêntica liberdade, distinguindo-a da libertinagem.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que desenvolva a virtude da fortaleza, para que possa fazer por si mesmo esforços pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fomentar a flexibilidade nas relações sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Sugerir atividades que lhe permitam estar ocupado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que reflita nas influências negativas do ambiente, especialmente nas que derivam da manipulação publicitária e nas que motivam condutas sexuais desordenadas.</p>
<p style="text-align: justify;">B) A adolescência média (13 a 17 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Do despertar do “eu” passa-se à descoberta consciente do “eu”, ou da própria intimidade. A introversão tem agora lugar, pois o adolescente médio precisa de viver dentro de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece a necessidade de amar. Costumam ter imensas amizades. Surge o “primeiro amor”.</p>
<p style="text-align: justify;"> A timidez é característica desta fase. Medo da opinião alheia, motivado pela desconfiança em si mesmo e nos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conflito interior ou da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Comportamentos negativos, de inconformismo e agressividade para com os outros. Causados pela frustração de não poderem valer-se por si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Guiá-los para que adaptem as suas condutas às aspirações mais nobres e íntimas que descubram dentro de si.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam desmascarar as manipulações publicitárias e as do meio ambiente, especialmente as do consumismo e tudo aquilo que não lhes permita meterem-se dentro de si mesmos e refletir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que aprendam a procurar o silêncio, para que, sem medo, possam conhecer-se a si mesmos – a pensar e a refletir – e descobrir as suas mais profundas aspirações e fazer propósitos com decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Colaborar com eles para que descubram o valor e o respeito pela intimidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que se esforcem por pensar e refletir com rigor, evitando a superficialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A paciência e o amor, unidos a uma suave firmeza, são os recursos para libertar o jovem da esfera das suas impertinências.</p>
<p style="text-align: justify;">Evitar os enfrentamentos violentos. Permitir-lhe que se acalme perante as suas reações violentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter a serenidade a todo o custo, para poder dialogar com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">C) A adolescência superior (16 a 22 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a compreender-se e a encontrar-se a si mesmo e sente melhor a integração no mundo onde vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresenta um significativo progresso na superação da timidez.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem maior autodomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">É a época de tomar decisões: futuro, estudos…</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a projetar a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece relações mais pessoais e profundas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</h2>
<p style="text-align: justify;">Que aprendam a escutar e a compreender os que pensam de forma diferente da deles ou do seu pequeno grupo, mas que não abdiquem das suas ideias ou princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Que reflitam constantemente sobre os pontos de vista que são contrários aos seus, sabendo interpretá-los adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam suportar as contrariedades que qualquer responsabilidade implica, seja própria ou perante os outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Querer é poder”. Que se convençam de que não é possível conseguir mais se não nos propomos seriamente a isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Tópicos para lidar com um adolescente:</p>
<p style="text-align: justify;"> Mostra-lhe sincera amizade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Estabelece uma comunicação baseada no respeito, na confiança e na oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem sempre muita compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprende a escutá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Não te canses de os animar.</p>
<p style="text-align: justify;">Exige suavemente, mas com firmeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilha dos seus projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mede bem aquilo que lhe vais exigir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Mantém-te firme nas decisões que se tiverem tomado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Cede nas coisas de pouca importância</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educacao.aaldeia.net/etapas-adolescencia/</p>
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