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	<title>personalidade na infância - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>personalidade na infância - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>A importância do “NÃO”</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/importancia-do-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 17:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra “NÃO” muitas vezes pode ser difícil de ser dita, já que, nem os pais e/ou responsável gostam de negar um pedido do filho. Mas, não tenha dúvida: é necessário e importante. Quando dizemos “não” a nós mesmos, compreendemos o significado da palavra disciplina, e aí então começa o desafio dos pais, cuidadores, professores&#8230; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra “NÃO” muitas vezes pode ser difícil de ser dita, já que, nem os pais e/ou responsável gostam de negar um pedido do filho. Mas, não tenha dúvida: é necessário e importante.</p>
<p>Quando dizemos “não” a nós mesmos, compreendemos o significado da palavra disciplina, e aí então começa o desafio dos pais, cuidadores, professores&#8230; Crianças nunca aprendem a disciplina sozinhas, e então entra aí a habilidade dos pais em dar limites e ensinar que para cada ato há uma consequência, seja ela positiva ou negativa.</p>
<p>Ao deixar claro para uma criança quais as expectativas que se tem sobre algo ou os limites e o resultado sobre aquilo que não se cumpriu, tudo fica mais fácil e mais claro, pois, a criança aprende, desde pequena, que se optar por algo errado, receberá sua escolha em troca, experimentando o resultado negativo das escolhas que fez.</p>
<p>Estabelecer limites não é tarefa fácil. Ter de enfrentar o choro, birras e até mesmo o próprio comodismo dos pais e/ou responsáveis é uma tarefa muito difícil. As crianças precisam de regras claras, objetivas e colocadas com segurança e na hora certa.</p>
<p>O “não” enquanto processo de construção do pensamento e de um lugar na relação com o outro, aparece desde quando a criança ainda é um bebê. E no momento que a criança começa a explorar o mundo, os objetos tornam-se um grande desejo. A criança quer tocar, morder, brincar e chutar, por isso impor limites e regras é necessário.</p>
<p>O estabelecimento destas regras é fator importante para as crianças, entretanto sabe-se que o que é permitido e o que não é varia muito de uma família para outra. Enquanto em uma casa é permitido que as crianças espalhem os brinquedos por todos os cômodos, em outra pode ser que seja necessário reservar algum espaço para os adultos, por exemplo. A finalidade das regras é tornar as coisas mais organizadas, justas e confortáveis para todos.</p>
<p>As crianças começam a se interessar pelas regras à medida que vão crescendo e compreendendo o mundo a sua volta, tanto no sentido de saber o que é permitido quanto do que não é, perguntando, por exemplo, “Posso dormir na sua cama?” ou “Posso comer doce antes do almoço?”. No papel de educadores, os pais e/ou responsáveis não podem se ausentar da tarefa de colocar os limites necessários para que as crianças possam se desenvolver e se situar no mundo adequadamente.</p>
<p>Tentar satisfazer as vontades e evitar dizer o “não”, achando que isso causará alegria, não é correto. <a href="http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/06/paciencia-8-maneiras-de-ensinar-seu-filho-esperar.html">Ensinar os filhos a esperar</a> e persistir faz parte do papel de pais e/ou responsáveis. Se os adultos não derem limites e não recusarem alguns desejos das crianças, elas não aprenderão a lidar com as adversidades que surgirem pelo caminho, e isso pode se tornar um problema no futuro.</p>
<p>A criança vai se decepcionar em alguns momentos sim, mas só passando por essas situações e aprendendo a lidar com elas é possível adquirir habilidades importantes para toda a vida, como empatia e flexibilidade.</p>
<p>Dizer “não” é muito mais difícil que dizer “sim”, e os resultados de um “sim” e um “não” no tempo certo fazem toda a diferença para o futuro. Não diga “sim” para acalmar o choro ou a irritação, mas diga “não” sempre que for preciso e “sim” quando houver necessidade.</p>
<p>Com persistência, amor e cuidado, um “sim” e um “não” bem usados farão toda a diferença na construção de adultos saudáveis e persistentes frente às dificuldades da vida. Este é o grande desafio dos pais e/ou responsáveis!</p>
<p>Qual é a medida certa do “NÃO”?<br />
Não existe uma medida certa. O “não” deve ser usado somente quando for preciso, mas é importante que os limites sejam estabelecidos e sejam confortáveis para todos.</p>
<p><strong>O que fazer se surgir o sentimento de culpa ao recusar algo para o filho?    </strong><br />
Os pais e/ou responsáveis podem e devem se tranquilizar quando isso acontecer. O mais importante para a criança é perceber que existe alguém em quem confiar, que cuida dela e que sabe o que é bom ou ruim.</p>
<p><strong>Falar que haverá castigo e voltar atrás na decisão é um problema?    </strong><br />
Voltar atrás eventualmente não é um problema, mas é importante explicar o porquê ao filho da mudança, e que essa decisão final foi fruto de um momento de reflexão.</p>
<p><strong>Como explicar à criança o motivo de um “não”?   </strong><br />
É importante falar olhando nos olhos, com firmeza e sem gritar. Vale ressaltar que antes de punir a criança, o adulto deve refletir se a consequência imposta é possível de se cumprir.</p>
<p><strong>Elogios funcionam?</strong><br />
Elogiar um bom comportamento é muito importante! Ressalte aquilo que a criança fez e que condiz com o que se espera dela. É uma forma de valorizá-la!</p>
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		<title>Filhos imitam atitudes negativas dos pais.</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2016 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
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		<category><![CDATA[formação de caráter na infância]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar que uma tarefa seja realizada, reagir mal a críticas e não assumir erros&#8211; também podem ser comportamentos assimilados pelas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Braz Werneck Filho, terapeuta cognitivo-comportamental e familiar do Rio de Janeiro, a atitude negativa mostra a manifestação final de um processo de aprendizado. “A criança assimila a situação vivenciada, isso passa por um processo cognitivo e vai gerar um comportamento, que pode ou não ser reforçado pelos adultos”, declara o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o psicólogo, o exemplo dos adultos responsáveis é fundamental, uma vez que eles são as principais referências de conduta para a criança. “Os pais são as figuras mais importantes no processo de aprendizado, mas a escola, os amigos, a babá e os avós também contribuem”, diz</p>
<p style="text-align: justify;">A influência paterna e materna no comportamento do filho pode se dar de diversas maneiras, como quando respondem às necessidades emocionais da criança valorizando, desvalorizando ou supervalorizando suas emoções e sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma como interagem com a criança também importa. “Se o padrão de cuidado parental é abertamente ansioso, hostil, agressivo, inconstante, imprevisível ou inseguro poderá gerar dificuldades no desenvolvimento infantil”</p>
<p style="text-align: justify;">Por padrão de cuidado entende-se um tipo de comportamento persistente. “Quando, no entanto, essas atitudes são abruptas e inesperadas, há a possibilidade de surgirem traumas, igualmente nocivos para o desenvolvimento da criança, especialmente se ocorrem de modo repetitivo</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, ao perceberem que os filhos estão agindo de maneira estranha, seja em casa ou na escola, é importante que os pais avaliem como anda sua relação com eles. “Muitas vezes, os adultos não conseguem perceber a influência que têm sobre os filhos. A mudança de comportamento infantil também pode ser uma tentativa de chamar atenção</p>
<h2 style="text-align: justify;">Faça o que eu digo, mas&#8230;</h2>
<p style="text-align: justify;">Olhar para si mesmo e para as próprias atitudes pode ser uma maneira saudável de compreender o comportamento do filho. “Uma postura reflexiva é sempre desejável. No processo terapêutico, perguntamos ao paciente qual é sua contribuição para o problema que está vivenciando, mas nem todos têm o hábito do autoquestionamento”, diz o psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta, portanto, a velha ladainha do “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”. Entre três e oito anos, a criança não tem condições de compreender as nuances da vida adulta. Por isso, precisa de regras claras e de exemplos condizentes. “Ela não tem essa flexibilidade, que nos permite, por exemplo, burlar certas regras. Certamente, irá questionar a razão de você poder fazer algo e ela não</p>
<p style="text-align: justify;">Assumir o papel de pai implica, muitas vezes, a necessidade de rever valores e dificuldades pessoais. “Muitas pessoas têm filhos sem estarem emocionalmente maduras, o que, devido às demandas da paternidade e da maternidade, agrava a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">é comum que a origem de questões comportamentais remonte à criação que os pais receberam de seus próprios pais. “Os avós apresentaram-se como modelos, que foram aprendidos e incorporados à personalidade dos pais. Esses, por sua vez, tornam-se modelos para os filhos.”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Marcas para a vida</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas até que ponto esses comportamentos copiados dos pais na infância podem ser incorporados à personalidade do filho na vida adulta? O terapeuta Braz Werneck Filho explica que a personalidade (termo que se aplica somente após a maioridade) é a junção do temperamento (característica inata) com o caráter (formado pelas influências do ambiente).</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, vemos pessoas que passaram pela mesma criação sendo tão diferentes. “Tudo vai depender da forma como cada um reage e lida com as situações da vida. Os pais têm o papel de contribuir com valores, exemplos e corrigir eventuais transtornos de conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/04/10/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais-como-raiva-e-impaciencia.htm</p>
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