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	<title>pensamentos disfuncionais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>pensamentos disfuncionais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Sonhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/sonhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 13:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação do sonho]]></category>
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		<category><![CDATA[Registros de sonhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Experiência humana intrigante, que o tempo todo nos encanta e confunde. A sabedoria popular encontra relações causais entre um determinado tipo de sonho e certo acontecimento; ou credita-lhe poderes de revelação sobre o futuro ou sobre enigmas; ou ainda de cura e insights para soluções de problemas do dia-a-dia. Há, portanto, uma série de crenças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Experiência humana intrigante, que o tempo todo nos encanta e confunde. A sabedoria popular encontra relações causais entre um determinado tipo de sonho e certo acontecimento; ou credita-lhe poderes de revelação sobre o futuro ou sobre enigmas; ou ainda de cura e insights para soluções de problemas do dia-a-dia. Há, portanto, uma série de crenças a respeito dos sonhos, seus poderes e significados.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">E na psicologia, qual seu valor?</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">Estas perguntas têm sido respondidas de forma diferente em cada uma das abordagens. Freud (1976), destaca a interpretação do sonho como técnica importante para acesso e entendimento do Inconsciente. Para Jung (1996), os sonhos têm função compensatória, ao apresentar ao ego pontos de vista que são complementares às atitudes dominantes quando acordados, além de revelar o inconsciente coletivo. A Gestalt entende os sonhos como produto pessoal do sonhador, e todos os elementos introduzidos nele como projeções dos aspectos da sua personalidade (Perls, 1977). Para os behavioristas radicais, os sonhos são comportamentos discriminativos que trazem informação relevante sobre a história passada e as contingências de reforçamento atuais (Skinner, 1976). Concorda-se, então, que é uma atividade do ser humano que pode ser valorizada em psicoterapia.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Logo no início da terapia cognitiva, foi observado que os temas dos sonhos de um paciente são pertinentes para entender seus padrões comportamentais observáveis quando acordado. Os temas dos sonhos são análogos aos conteúdos com os quais o paciente sofre quando acordado (Beck, 1967). Os sonhos são típicos da maneira de funcionar de cada um e que seguem os mesmos processos pelos quais pensamentos automáticos e distorções cognitivas são produzidos durante o estado acordado. São compreendidos em termos dos temas e do contexto de vida e não como termos simbólicos. O conteúdo temático dos sonhos deve ser relacionado diretamente às preocupações do cotidiano do paciente. A linguagem específica e as imagens de um sonho são importantes para sua compreensão, como também as respostas emocionais do paciente às mesmas. Felicidade, ansiedade, tristeza têm os mesmos efeitos para o paciente tanto no sonho quanto quando acordado. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A pessoa que sonha não é um observador passivo. Ela participa ativamente na integração da explosão caótica do material visual com informação emocionalmente carregada proveniente dos temas de sua vida. Dessa forma, ela ativamente dramatiza as crenças sobre si mesma, sobre o mundo e sobre o futuro. Por isso, o material do sonho reflete os conteúdos dessa tríade cognitiva, e contém as distorções cognitivas nesses três domínios.</span></p>
<h2><span class="s1">Os sonhos</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">Os sonhos também podem ser utilizados quando o paciente chegou a um bloqueio na terapia, quando ele não consegue mais trazer material para ser analisado e não consegue colaborar mais na análise dos conteúdos das vivências acordadas (Freeman &amp; Bayll, 1992). Um ponto importante é que o próprio paciente deve interpretar seus sonhos. De acordo com o princípio do trabalho colaborativo, que é essencial na terapia cognitiva, o terapeuta tem um papel de guia que acompanha e não de um perito que </span><span class="s1">conhece os sentidos dos sonhos (Freeman &amp; Bayll, 1992). Os sonhos oferecem poderosas metáforas para as crenças que não poderiam ter sido ativadas de maneira tão direta por um outro procedimento que pela análise dos sonhos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Os relatos de sonhos normalmente são tratados somente como uma parte da agenda de uma sessão, porém eles têm várias vantagens na terapia cognitiva. Permite aos pacientes ter um papel criativo durante a exploração dos conteúdos e entender o seu sentido, e a partir daí conhecer e reconhecer certas crenças fundamentais e distorções cognitivas que influenciam seu cotidiano (Beck, 1971). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O paciente pode aprender a identificar uma lição no conteúdo do sonho, que o pode ajudar nos problemas do cotidiano. Alternativamente, ele pode encontrar certos momentos e imagens no sonho que lhe trazem inspiração para descrever possíveis experiências futuras. O terapeuta pode também solicitar que o paciente anote diariamente os sonhos que se lembra, e as imagens que deles provêm podem servir como material durante a sessão (Freeman &amp; Bayll, 1992). </span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">O trabalho terapêutico</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">Muitas vezes, os sonhos são trazidos espontaneamente pelo cliente e podem ser parte da agenda daquela sessão como qualquer outro assunto. A história do sonho é uma oportunidade extra para identificação, questionamento e reformulação de crenças.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Registros de sonhos, fragmentos ou imagens devem ser pedidos de forma análoga aos registros de pensamentos disfuncionais. Quando ocorreu o sonho, qual era a cena, o que pensou, o que sentiu e o que fez. Os personagens envolvidos também serão explorados, pois podem trazer diferentes perspectivas sobre o tema.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Técnicas de reestruturação cognitiva, compreensão e questionamento das crenças, criação de finais alternativos ou solução de problemas, e auto-instruções podem resultar na mudança de humor e no desenvolvimento de habilidades de controlar e interferir em sonhos aflitivos ou repetitivos. O conteúdo e as imagens dos sonhos são sujeitos à mesma reestruturação cognitiva que os pensamentos automáticos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Referências</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Shinohara, Helene. (2006). O trabalho com sonhos na terapia cognitiva. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 2(2), 85-90. Recuperado em 16 de maio de 2018, de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-56872006000200008&amp;lng=pt&amp;tlng=pt">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-56872006000200008&amp;lng=pt&amp;tlng=pt</a>.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Vandenberthe, L. Pitanga, A. V. (2007) A análise de sonhos nas terapias cogntivias e comportamentais. Estudos de Psicoloia, Campinas, 24 (2), 239-246. Recuperado em 16 de maio de 2018, <a href="http://files.metacognitiva.com/200000149-8566886606/A%2520an%25C3%25A1lise%2520de%2520sonhos%2520nas%2520terapias%2520cognitivas%2520e%2520comportamentais.pdf">http://files.metacognitiva.com/200000149-8566886606/A%20an%C3%A1lise%20de%20sonhos%20nas%20terapias%20cognitivas%20e%20comportamentais.pdf</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ciúme Patológico sob a perspectiva da Terapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/ciume-patologico-sob-perspectiva-da-terapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 22:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme ainda é um termo com vasta abrangência de definições e interpretações de seus significados. Há quem entenda o ciúme como uma emoção natural (ou até benéfica) por assumir um papel de sentimento protetor de relações; porém, há quem defina como insegurança e imaturidade em um relacionamento ou até mesmo como medo que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciúme ainda é um termo com vasta abrangência de definições e interpretações de seus significados. Há quem entenda o ciúme como uma emoção natural (ou até benéfica) por assumir um papel de sentimento protetor de relações; porém, há quem defina como insegurança e imaturidade em um relacionamento ou até mesmo como medo que a pessoa sente em perder a importância que detém na vida do outro.</p>
<p>Ainda que sem demarcações teóricas totalmente unânimes, refere-se que todas as definições de ciúme têm em comum três aspectos: o fato de ser uma reação a uma ameaça percebida; o fato de haver um rival real ou imaginário e a reação de visar a eliminação dos riscos da perda da pessoa amada.</p>
<p>Majoritariamente vivenciamos o ciúme associado a relacionamentos amorosos, mas é importante destacar que esse conceito está presente no dia a dia das pessoas e nos diversos relacionamentos interpessoais estabelecidos, nomeadamente no seio da família, no trabalho, nas relações de amizade, entre outros. Estudos já comprovam também que sua presença independe de idade, cultura ou gênero sexual, o que difere é a maneira como se ele apresenta em cada um dos casos.</p>
<p>Na tentativa de distinguir o ciúme normal do ciúme patológico pode-se entender que o ciúme normal seria aquele baseado em fatos, enquanto o patológico procura fatos e/ou sofre influência de delírios. Enquanto o ciúme natural ocorre em função de uma ameaça real, o ciúme mórbido persiste a despeito da ausência de qualquer ameaça real ou provável.</p>
<p>Assim, o ciúme exagerado é uma reação complexa porque se forma por um conjunto de pensamentos (culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem); emoções (dor, raiva, tristeza, medo); reações físicas (taquicardia, falta de ar, aperto no peito&#8230;) e comportamentos extremos ou intoleráveis (questionamento constante, busca intermitente de confirmações, possíveis ações agressivas ou violentas). Nos casos de predominância do ciúme romântico, ou seja, aquele presente especificamente no contexto amoroso, o tema predominante é a preocupação com a infidelidade do parceiro sexual, sem base de evidências reais.</p>
<p>Na psicopatologia, o ciúme ainda não é visto como um transtorno independente, por isso, é comumente apresentado como uma variação ou sintoma de outros quadros neurológicos como: o transtorno delirante tipo ciumento, o alcoolismo crônico e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC), visto que pensamentos de ciúme podem ser vivenciados como irracionais, excessivos ou intrusivos podendo a levar a comportamentos compulsivos como os de verificação.</p>
<p>A perturbação do ciúme se manifesta através da união de diversos sentimentos como raiva, rejeição, possessividade, ansiedade, culpa, inferioridade, angústia, remorso, humilhação, vergonha, depressão, imagens intrusivas, insegurança, rituais de verificação, desejo de vingança, baixa auto estima, medo de perder o parceiro para um rival e desconfiança excessiva e irracional, gerando significativo prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal do indivíduo. Além disso, o potencial para atitudes violentas nos indivíduos que sofrem de ciúme patológico também é destacado.</p>
<p>É importante que o ciumento saiba se colocar no lugar do outro imaginando o quanto dói ser acusado de algo em que existe a certeza da inocência; confiar mais em si mesmo valorizando suas virtudes e qualidades; recuperar a autoestima (que, possivelmente, já é quase ausente) e iniciar e se manter um tratamento psicoterápico enquanto os sintomas forem presentes.</p>
<p>Assim, a busca de ajuda terapêutica possibilita uma avaliação mais qualificada do contexto do paciente e permite que haja encaminhamento para uma avaliação médica e psiquiatra caso seja necessária intervenção medicamentosa para maior controle da ansiedade e dos pensamentos obsessivos. Muitas vezes, através das razões indicadas pelo paciente acerca de seu ciúme, é possível identificar a lógica do seu raciocínio, evidenciando-se que, no lugar dele, outra pessoa possivelmente também sentiria ciúme.</p>
<p>A terapia cognitivo comportamental (TCC) se destaca nesse meio sendo referência em resultados eficazes nesse processo. É a abordagem psicológica atual com mais evidências científicas de efetividade na mudança de atitudes prejudiciais e mantém seu foco voltado para a identificação e reparação de padrões de pensamentos disfuncionais pelo levantamento de hipóteses que serão confirmadas, ou não, no decorrer do processo. Dentro do contexto de quem sofre com o ciúme patológico ou exagerado, que repercute nos padrões de comportamento baseados em pensamentos disfuncionais, a TCC é capaz de atuar modificando crenças e desadaptações desses pensamentos, além de auxiliar na busca por autocontrole, melhoria na autoestima do paciente e consequente construção de relacionamentos interpessoais saudáveis.</p>
<p>Nos casos de ciúme romântico é possível trabalhar através de terapias individuais e ainda em terapias de casal. Nesse momento, a possibilidade da terapia de casal surge a fim de facilitar o processo terapêutico quando o ciúme está focado no parceiro que não aceita a doença e terapia do cônjuge, além de potencializar a relação do casal que pode se tornar amplamente desgastada, interferindo em direitos e deveres de cada um e principalmente no respeito entre os mesmos.</p>
<p>Uma variedade de técnicas dentro da TCC pode ser adaptada e aplicada a casos de ciúme grave. Treino de assertividade e comunicação, inversão de papéis, exploração de domínios de exclusividade, intervenção comportamental nas interações e re-nomeação do ciúme, por exemplo, são estratégias que podem ser exploradas dentro da terapia nesses contextos.</p>
<p>Concluindo, torna-se notável a enorme influência que essa problemática exerce sob os indivíduos que apresentam seus sintomas e o consequente sofrimento deslocado às vítimas, cônjuges e até mesmo família envolvida. É de terminante importância que o sujeito determinado a extinguir os sintomas e possíveis avarias busque por profissionais que o auxiliem no processo garantindo maior eficácia no tratamento e evitando supostos danos futuros, como o rompimento de uma relação ou atitudes de violência contra o parceiro no caso do ciúme romântico, por exemplo.</p>
<p>A terapia propicia o crescimento de estratégias para o controle do ciúme excessivo e potencializa-as, a fim de suprir, mais efetivamente, as necessidades dos ciumentos, aliviando seus sintomas e diluindo seus sofrimentos.</p>
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		<title>Pensamentos suicidas,como se livrar deles?</title>
		<link>https://casule.com/blog/pensamentos-suicidascomo-se-livrar-deles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 19:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-pensamento-suicida.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2639" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-pensamento-suicida.jpg" alt="casule-psicologia-pensamento-suicida" width="600" height="399" /></a></p>
<p>De todos os pensamentos negativos que uma pessoa pode ter, considero que este pode ser o mais significativo. O pensamento suicida aparece com uma freqüência muito maior do que imaginamos, pois nem sempre este pensamento é declarado as pessoas ao redor, talvez por medo de ser interpretado erroneamente pelas pessoas ou por não conseguir elaborar o assunto a ponto de colocar para fora e compartilhar com alguém.</p>
<p>Um pequeno pensamento pode encher a nossa vida de valor e significado, quando lembramos de bons momentos sentimos uma leveza gratificante, da mesma forma, até mesmo um pequeno pensamento de morte pode significar muito sofrimento. O pensamento em sua própria destruição surge quando a pessoa acredita que não há solução para seus problemas. Esse tipo de pensamento pode vir à mente em momentos de crise. A crise é identificada em meio a desorganização mental, estresse e sensação de incapacidade de solucionar os problemas da vida.</p>
<p>Pensar em suicídio não se refere apenas aos planos de morte, pensar em como seria bom se não estivesse vivo ou pensar em como seria se tivesse um botão de desligar a vida também seria um pensamento suicida.</p>
<p>Esta pessoa pode ser beneficiada com a psicoterapia, pois mesmo que a pessoa se considere “medrosa demais”, como muitos declaram, para concretizar o suicídio, apenas o fato de pensar em não estar mais vivo já pode ser algo muito significativo, esta pessoa merece ajuda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que provoca o desejo de morte?</h2>
<p>A origem do desejo de morte não está apenas nas coisas ruins que acontecem,  em psicologia chamamos de agentes estressores, como por exemplo a morte de um ente querido,  perda do emprego,  discussão com a vizinha, etc. O que realmente provoca a depressão seria a avaliação que a pessoa faz do quanto ela pode enfrentar isso tudo. O limite da capacidade de enfrentamento é que  pode causar a depressão. Cada um tem seu limite, para uns o limite pode ser mais elástico do que para outro, por isso não seria justo dizer: “Imagine ficar deprimido só porque aconteceu isso com ele, eu já passei por isso e não fiquei deprimido”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Se há pensamento de suicídio mais cedo ou mais tarde esta pessoa se suicidará?</h2>
<p>Nem sempre o ato é concretizado, muitas vezes o sofrimento se prolonga mas a pessoa, talvez por acreditar em alguma possibilidade me melhora, não chega ao suicídio. Costuma haver um aviso, algo foi dito ou feito que demonstrasse pensamento suicida. O impulso para agir tem um tempo limitado, as idéias de morte persistem por algum tempo, mas ainda assim, normalmente, a pessoa consegue resistir ao impulso de concretizar essa idéia. Mas só o fato do o pensamento ter existido já demonstra a importância dessa depressão.</p>
<p>Vale salientar que nem sempre há o desejo de morte, o desejo pode ser a eliminação do sofrimento e não da vida em si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que fazer quando percebemos este pensamento em um amigo ou familiar?</h2>
<p>Não entrar em pânico, pode ser importante falar com esta pessoa de forma tranquila.  Faça-o saber que ele é importante e que há pessoas que se preocupam com ele. Convide-o para psicoterapia. Mesmo que você seja uma pessoa cuidadosa e saiba se relacionar muito bem, ainda assim devemos contar com atendimento psicológico profissional em casos como este. Muitas vezes o desejo declarado de suicídio pode ser referir muito mais à necessidade de saber o quanto se é amado pelas pessoas próximas. Muitas vezes o que impera pode ser a necessidade em se perceber querido:”Será que sentirão minha falta?” &#8211; portanto ofereça tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/pensamentos-suicidas.html</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Pais superprotetores aumentam chances de criança sofrer bullying!</title>
		<link>https://casule.com/blog/pais-superprotetores-podem-impedir-o-desenvolvimento-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2015 20:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Os pais podem pensar que o cuidado excessivo com os filhos para mantê-lo a salvo de problemas pode evitar complicações na escola, mas um novo estudo revela que o efeito na verdade é contrário: filhos de pais superprotetores são mais propensos a serem vítimas de bullying. O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Os pais podem pensar que o cuidado excessivo com os filhos para mantê-lo a salvo de problemas pode evitar complicações na escola, mas um novo estudo revela que o efeito na verdade é contrário: filhos de pais superprotetores são mais propensos a serem vítimas de bullying. O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, e estão publicados na edição de 25 de abril da revista <em>Child Abuse &amp; Neglect</em>.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Foi feita uma análise de 70 estudos incluindo mais de 200.000 crianças e o comportamento de seus pais. Os cientistas descobriram que filhos de pais superprotetores eram alvos mais fáceis de bullying. A análise também constatou que a paternidade negligente ou severa foi associada a um aumento moderado do risco da criança ser um bully &#8211; ou seja, intimidar outras crianças &#8211; e um pequeno aumento no risco de ser vítima de bullying. Pais carinhosos, porém firmes, reduziram o risco da criança ser intimidada ou praticar o bullying, afirma o estudo.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">De acordo com autores, crianças com pais superprotetores podem não desenvolver qualidades como autonomia e autoafirmação, sendo, portanto, alvos fáceis para os agressores. A falta de carinho e o excesso de cobranças, por outro lado, pode tornar a criança mais fria e propensa a descontar suas ansiedades em outras crianças. Segundo os autores, os pais considerados ?na medida? permitem que as crianças sofram alguns conflitos com os colegas para aprender a resolvê-los, em vez de intervir o tempo inteiro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Saiba identificar e combater o bullying nas escolas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Segundo a ONG &#8220;Learn Without Fear&#8221; (Aprender Sem Medo), 350 milhões de crianças e jovens são vítimas de bullying anualmente em todo o mundo. O pediatra e um dos autores do livro &#8220;Diga não para o Bullying&#8221;, Aramis Lopes Neto, aponta que a prática não pode ser encarada como uma brincadeira ou provocação natural entre crianças e adolescentes e merece atenção para ser prevenido e combatido. Conheça quais são as medidas necessárias para diminuir a incidência desse tipo de comportamento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Tipos de bullying</h3>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Há várias formas de manifestar o bullying. A prática pode ocorrer da forma direta, quando a agressão é feita contra o seu alvo por meio de apelidos, exclusão do grupo, agressão moral ou física. O bullying pode ser também indireto, envolvendo furtos, fofocas e até mesmo, o cyberbullying, aquele que usa a internet, celular e outros meios do mundo digital para divulgar as ofensas &#8211; sites caluniando as vítimas, vídeos disseminados com situações embaraçosas e fofocas circulam pela rede numa velocidade impressionante. Além disso, as provocações podem começar presencialmente e evoluir para o ambiente virtual.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Consequências duradouras</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Dentre as vítimas é comum a ocorrência de baixa autoestima, pensamentos suicidas e dificuldade de se relacionar amorosamente e profissionalmente. Já os agressores, levam a agressividade para a idade adulta em casa e/ou no trabalho, não conseguem estabelecer relações longas e nem regularidade no trabalho.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Reconheça um agressor</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Os agressores costumam ser figuras populares na escola, são agressivos com os colegas, professores, pais e, normalmente, trazem consigo um grupo de seguidores. &#8220;Eles precisam dessas pessoas que os apoiam e se submetem a eles e, dessa forma, a responsabilidade pela agressão é dividida&#8221;, ressalta Aramis Neto.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Reconheça as vítimas</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Ao contrário dos agressores, as vítimas, geralmente, têm (ou desenvolvem) baixa autoestima, se isolam do grupo e têm poucos amigos. As vítimas também apresentam algumas características físicas que as tornam alvos, como por exemplo: magreza, excesso de peso, timidez, ou outra característica acentuada. &#8220;Além disso, as vítimas apresentam sinais de depressão, ansiedade e baixo rendimento escolar&#8221;, explica o pediatra.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual a função da escola e da família no combate ao bullying?</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Para o pediatra Aramis, algumas das principais medidas a serem tomadas nas escolas incluem:</p>
<p>1- Admitir que o bullying existe em todas as escolas.<br />
2- Praticar ações que podem reduzir a incidência das agressões com mobilização de toda a comunidade escolar: professores, coordenadores, pais e alunos.<br />
3- Promover o trabalho de compromisso para a redução do bullying saindo da premissa: &#8220;Essa escola não vai mais tolerar o bullying&#8221;.<br />
4- Cada turma ou série construindo sua forma de conviver contra o bullying, admitindo o que é aceitável e o que não é.<br />
5- Trabalhar a amizade, solidariedade, não-violência e amor com atividades em grupo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O papel da família</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Já a família deve valorizar o diálogo. Os pais devem estar atentos se o seu filho tem amigos, se conhece pessoas que sofrem alguma agressão ou se ele mesmo é intimidado na escola. A função da família é permitir que o filho exponha seu sofrimento. A criança muitas vezes tem medo de falar com os pais porque não quer se expor e acha que os pais não vão valorizar os seus sentimentos. &#8220;No caso dos agressores, a família deve saber corrigi-los para que eles não continuem com as agressões na escola não pelo medo de serem castigados, mas e sim pelo tradicional método do diálogo aberto e da educação familiar, que é indispensável a qualquer indivíduo que vive coletivamente e de forma respeitosa&#8221;, ressalta a psicóloga Rita Romaro.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/familia/materias/16290-pais-superprotetores-aumentam-chances-de-crianca-sofrer-bullying</p>
<h4 style="text-align: justify;"></h4>
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