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	<title>pais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>pais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você sente culpa na relação com seus filhos? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sente-culpa-na-relacao-com-seus-filhos-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste vídeo falaremos sobre estratégias de manejo da culpa que os pais possuem na relação entre trabalho e criação dos filhos. Confira com Larissa Leite, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento [&#8230;]</p>
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<p>Neste vídeo falaremos sobre estratégias de manejo da culpa que os pais possuem na relação entre trabalho e criação dos filhos.</p>



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		<title>6 dicas para ajudar seus filhos (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/6-dicas-para-ajudar-seus-filhos-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[problemas com filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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<p>Muitos pais  ficam em dúvida sobre como agir com seus filhos. 6 dicas  sobre como ajudar seu filho serão apresentadas nesse vídeo. Ficou curioso? Assista o vídeo completo para saber mais.</p>



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		<title>Existe parceria entre família e escola? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/existe-parceria-entre-familia-e-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2019 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[conexão]]></category>
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		<category><![CDATA[relação]]></category>
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		<item>
		<title>Qualidade do ambiente familiar (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/qualidade-do-ambiente-familiar-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 17:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[felicidade e bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: O ambiente familiar é a maior influência na hora de moldar o futuro de uma criança, e nada pode causar maior impacto na vida do ser humano do que a influência que os pais exercem sobre a família. Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento [&#8230;]</p>
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<p>O ambiente familiar é a maior influência na hora de moldar o futuro de uma criança, e nada pode causar maior impacto na vida do ser humano do que a influência que os pais exercem sobre a família.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Falta de tempo dos pais/recompensas&#8230;</title>
		<link>https://casule.com/blog/falta-de-tempo-dos-pais-recompensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 12:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[falta de tempo]]></category>
		<category><![CDATA[novo ano]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[recompensa]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como criar uma rotina mais saudável para o novo ano A falta de tempo e a rotina corrida parecem ser quase um “pré requisito” da sociedade moderna. A estrutura social e do mercado de trabalho atuais exigem, cada vez mais, que estejamos quase sempre disponíveis à eles. Com isso, é normal as pessoas estarem frequentemente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Como criar uma rotina mais saudável para o novo ano</h2>



<p>A falta de tempo e a rotina corrida parecem ser quase um “pré requisito” da sociedade moderna. A estrutura social e do mercado de trabalho atuais exigem, cada vez mais, que estejamos quase sempre disponíveis à eles. Com isso, é normal as pessoas estarem frequentemente correndo, com pressa e encontrarem dificuldades em administrar seu tempo.&nbsp;</p>



<p>	Assim, as relações sociais costumam ser constantemente afetadas, em especial aos que se refere à família e, principalmente, aos filhos. É preciso compreender que as crianças serão os adultos de amanhã. A forma como os menores percebem os pais e sua participação na vida deles influencia tanto na relação futura da família e a visão/proximidade que os filhos terão com os pais, mesmo já crescidos, quanto podem refletir na saúde física e mental dos mesmos.&nbsp;</p>



<p>	É possível, então, criar uma rotina mais saudável entre pais e filhos dentro dos moldes atuais de trabalho e exigências externas?<br>
	Um primeiro ponto importante é focar no tempo de qualidade, ou seja, a forma como o tempo com os filhos é aproveitado é extremamente importante. Um momento grande de tempo em que a criança esteja brincando sozinha e os pais assistindo televisão ou trabalhando em casa, ainda que no mesmo cômodo, pode não ser tão interessante quanto quinze minutos de conversa dedicada exclusivamente ao menor, seus interesses e brincadeiras. É saudável reservar horários para estar especificamente com eles realizando atividades coerentes com seu universo, como desenhar, ler, brincar, ajudar na lição de casa. Os filhos também percebem e valorizam quando suas opiniões são ouvidas e aceitas pela família. É extremamente significativo para uma relação sólida entre pais e filhos que a criança seja ouvida e tenha espaço para opinar e sugerir decisões da casa, como a programação do final de semana, por exemplo. Quando não for possível realizar, explique o motivo e remarque para uma data mais viável.&nbsp;</p>



<p>	Desenvolver atividades que desperte prazer e alegrias em comum é sempre relevante como passeios ao ar livre, ou a simples arrumação da mesa do almoço. Conhecer os desejos e objetivos do pequeno também facilita na aproximação da relação, na importância que é dada ao outro e amplia a intimidade e vínculo de segurança para que os pais sejam sempre queridos pelos filhos para compartilhar suas decisões, seus medos, seus gostos e emoções.&nbsp;</p>



<p>	Apesar da rotina intensa e agitada que grande parte dos adultos enfrenta hoje em dia, é possível usar a criatividade para dedicar um tempo especial aos filhos e assim garantir uma relação mais próxima e firme com rotina mais saudável! Quem consegue estabelecer uma relação baseada no companheirismo, confiança, amor e diálogo gera sentimento de proteção. Para uma criança, isso é essencial, pois fortalece a interpretação de que ela terá o apoio dos pais em qualquer situação da vida e contribui, em muito, na prevenção de diagnósticos de depressão ou fragilidades emocionais futuras.&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alienação Parental: quando os filhos são usados como forma de manipulação na separação dos pais</title>
		<link>https://casule.com/blog/alienacao-parental-quando-os-filhos-sao-usados-como-forma-de-manipulacao-na-separacao-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 13:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[alienação parental]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é alienação parental? Quando ocorre o fim da relação do casal, em alguns casos, percebe-se uma dificuldade de lidar com essa situação de maneira sadia. Nestes casos quando o casal possui filhos, é comum percebermos que um dos genitores ou responsáveis pela criança ou adolescente, começa a manipular ou influenciar o filho (a) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é alienação parental?</strong></p>
<p>Quando ocorre o fim da relação do casal, em alguns casos, percebe-se uma dificuldade de lidar com essa situação de maneira sadia. Nestes casos quando o casal possui filhos, é comum percebermos que um dos genitores ou responsáveis pela criança ou adolescente, começa a manipular ou influenciar o filho (a) em relação ao outro pai ou responsável. Chama-se de alienação parental, quando uma das partes procura influenciar o filho para que este passe a amar menos e, muitas vezes, até a odiar a outra parte, levando até mesmo ao afastamento do convívio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Danos psicológicos que a alienação pode causar na criança ou no adolescente</strong></p>
<p>São recorrentes os casos em que a separação dos pais causa traumas ou sentimento de culpa nos filhos. Por vezes as crianças ou adolescentes não compreendem os motivos que levaram os pais a se separar, o que pode fazer com que eles pensem que a culpa foi deles. Em casos ainda mais complicados, percebe-se, a manipulação de um familiar próximo (um dos cônjuges, tios, avós etc) tentando fazer com que a criança tome um dos lados na separação.</p>
<h2></h2>
<h4>Algumas mudanças apresentadas nas crianças ou adolescentes nestes casos:</h4>
<h4>            Algumas das alterações que podem ser percebidas, e que podem levar a consequências mais graves como o suicídio, são:</h4>
<ul>
<li>Retraimento social</li>
<li>Dificuldade escolar;</li>
<li>Alteração no relacionamento com os colegas;</li>
<li>Mudanças de humor repentinas;</li>
<li>Tristeza por longos períodos;</li>
<li>Irritação constante;</li>
<li>Agressividade;</li>
<li>Queda na autoestima;</li>
<li>Sentimentos como ansiedade, medo e insegurança;</li>
<li>Enurese (descontrole urinário);</li>
<li>Inclinação ao consumo de álcool e outras drogas;</li>
<li>Em casos extremos podem ocorrer ideias ou comportamentos suicidas.</li>
</ul>
<p>Nestes casos é importante que os pais busquem ajuda profissional para que a criança ou adolescente envolvido possa compreender o que está acontecendo, para que estabeleça seu próprio julgamento a respeito do divórcio ou da relação que possui com os pais, por exemplo.</p>
<p>O acompanhamento psicológico poderá auxiliar a criança a entender que ela não precisa tomar a defesa de um dos pais e consequentemente ficar contra o outro, que entenda que ainda que um de seus pais saia de casa, continuará existindo a relação de pai e mãe e que o filho continuará sendo amado e protegido por ambos.</p>
<p>A alienação parental é prevista em lei para que possa proteger as crianças e adolescentes quando os pais não cumprirem com o dever de zelar pelo bem estar e pela saúde física e psicológica dos seus filhos. Vale ressaltar ainda que o afastamento de um dos cônjuges, causado pela alienação parental, pode causar danos para o filho e para o genitor afastado.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do Ninho Vazio (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 20:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[problema psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do ninho vazio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Síndrome do Ninho Vazio Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio. Confira com Joana Baldi, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-video-completo/">Síndrome do Ninho Vazio (vídeo completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ogDBagSBBc0?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<h2>Síndrome do Ninho Vazio</h2>
<p>Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio.</p>
<p>Confira com Joana Baldi, psicóloga da Casule!</p>
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		<title>Férias: como torná-las mais prazerosas e divertidas</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/ferias-como-torna-las-mais-prazerosas-e-divertidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 15:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[estimualção]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[resolução de problemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As férias do meio do ano são super esperadas pelas crianças, mas nem tão bem vindas assim para os pais. Isto porque, conseguir folga ou férias para curtir junto com os baixinhos, é bem menos comum em julho do que em janeiro. Sendo assim, nem sempre sobra tempo para agitar atividades que sejam interessantes e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias do meio do ano são super esperadas pelas crianças, mas nem tão bem vindas assim para os pais.</p>
<p>Isto porque, conseguir folga ou férias para curtir junto com os baixinhos, é bem menos comum em julho do que em janeiro.</p>
<p>Sendo assim, nem sempre sobra tempo para agitar atividades que sejam interessantes e prazerosas para ambos. Além desta possível indisponibilidade dos pais, o clima frio, muitas vezes acompanhado de chuva, restringe as atividades ao ar livre.</p>
<p>Como diminuir esses “problemas” e aumentar a probabilidade de férias prazerosas para os filhos e tranquilas para os pais?  Se realmente os pais não tiverem a possibilidade de conseguir uma folga nets período, uma boa alternativa são as colônias de férias onde atividades lúdicas e dinâmicas são oferecidas e podem ser uma excelente opção para divertir os pequenos.</p>
<p>Os finais de semana também podem ser “melhor” aproveitados durante as férias&#8230;um passeio, uma brincadeira em família, ou o simples fato de sair da rotina já dará às crianças a ideia de que estão descansando e aproveitando o tempo de folga.</p>
<p>Para aqueles pais que conseguem folga parcial (período do dia ou alguns dias durante as férias), uma boa opção seria retomar brincadeiras antigas que faziam a diversão da criançada, mas que hoje nem são tão conhecidas pelas crianças,  como por exemplo “passar anel”, “telefone sem fio”, “chicotinho queimado”, “seu mestre mandou”, “morto-vivo”, “batalha naval” etc. Jogos de tabuleiro, mímicas, jogo do detetive, teia de gato podem ser brincadeiras mega divertidas e engraçadas que envolvem todos os membros da família.</p>
<p>Para os dias de chuva, que tal propor sessões de cinema, com direito a pipoca ou a brigadeiro de colher (que eles mesmos podem ajudar a preparar) ou incentivar a leitura com um livro instigante e próprio para a idade do pequeno leitor?</p>
<p>Uma noite do pijama com os melhores amigos também é uma sugestão que qualquer criança adora!!!</p>
<p>Podemos incentivar as crianças a buscar em blogs e canais de vídeos da internet ideias de artesanatos e instrumentos musicais que serão confeccionados por elas próprias.</p>
<p>A criatividade será a peça chave para fazer com que as férias de julho sejam as mais prazerosas possíveis e não acabem se tornando um “castigo” para pais ou para os filhos.</p>
<p>Vale a pena inovar, estimular as potencialidades e aproveitar com qualidade este tempo com as crianças.</p>
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		<title>Como não cair no jogo do jogo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-nao-cair-no-jogo-do-jogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 15:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Férias chegando, crianças afoitas por brincar, jogar videogame, sair mais com os pais para passear, acordar sem compromisso com a hora&#8230;  Mas e a volta às aulas? Como reacostumar a criança à rotina escolar que geralmente é bastante diferente da rotina das férias? Os jogos de videogame geralmente são amados pelos pequenos e nem tanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Férias chegando, crianças afoitas por brincar, jogar videogame, sair mais com os pais para passear, acordar sem compromisso com a hora&#8230;  Mas e a volta às aulas? Como reacostumar a criança à rotina escolar que geralmente é bastante diferente da rotina das férias?</p>
<p>Os jogos de videogame geralmente são amados pelos pequenos e nem tanto pelos pais, mas é importante ressaltar que o videogame pode estimular a criatividade, a imaginação, melhora a coordenação motora, ensina a criança a planejar estratégias para conquistar objetivos e ensina a criança a lidar com a frustração de uma derrota por exemplo.</p>
<p>O problema dos jogos de videogame é quando eles não são adequados para a idade da criança (cada jogo traz a faixa etária adequada na embalagem), quando a criança se irrita muito ao jogar, quando ela só consegue se divertir, se distrair se for com jogos eletrônicos e/ou quando a criança quer jogar vídeo game sem limite de tempo.</p>
<p>Conforme dito anteriormente, nas férias as crianças se sentem livres para brincar e fazer o que quiserem e é importante deixá-las mais livres e sem compromissos para que elas realmente descansem e curtam as férias, mas isso não significa que elas possam fazer o que quiserem, quando quiserem e por quanto tempo quiserem. Na verdade, o ideal seria que as atividades que fogem muito da rotina da criança, como os jogos de videogame, sejam inseridas aos poucos na rotina das férias para que a criança não se sinta “no controle” deste momento.</p>
<p>Para evitar conflitos no pós férias com relação ao tempo de jogar vídeo game por exemplo, é extremamente importante que os pais não percam o controle dessa atividade nas férias, e que hajam combinações entre pais e crianças com relação à tempo para jogar, períodos do dia em que os jogos eletrônicos são permitidos e tipos de jogos que são permitidos à ela jogar; seria interessante ir diminuindo o tempo do vídeo game gradualmente na última semana de férias de forma que a criança não sinta tanta falta dos jogos eletrônicos na rotina pós férias.</p>
<p>Outra atitude fundamental é que durante as férias, os pais proponham outras atividades, como leitura de livros, atividades ao ar livre, culinária infantil, brincadeiras “antigas” como soltar pipa ou pular amarelinha, atividades de jardinagem, artesanato, etc., mostrando à criança que outras brincadeiras produzem tanto ou mais diversão que os jogos de videogame.</p>
<p>Imediatamente antes da volta às aulas, é importante conversar com a criança, preparando-a para retomar a rotina dos estudos, explicando que a partir do dia “tal” as aulas retornam, os deveres escolares e o estudo também, e que tanto as brincadeiras quanto o uso do videogame voltará a ser como era antes das férias.</p>
<p>As férias são uma excelente oportunidade para haver uma interação entre a família! Prepare “surpresas”, proponha atividades ao ar livre e participe das brincadeiras propostas pelas crianças, divirta-se! Divirta-os!!!</p>
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		<title>Bullying &#8211; Quando brincadeiras e implicâncias viram agressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/bullying-quando-brincadeiras-e-implicancias-viram-agressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de Maio. Dia Anti-Bullying, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. Dia 7 de abril. Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da Tragédia do Realengo. E apesar de ter uma nomenclatura recente, bullying é um problema antigo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 4 de Maio</strong>. Dia Anti-<em>Bullying</em>, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. <strong>Dia 7 de abril</strong>. Dia Nacional de Combate ao <em>Bullying</em> e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da <em>Tragédia do Realengo</em>. E apesar de ter uma nomenclatura recente, <em>bullying</em> é um problema antigo.</p>
<p>O termo descreve uma extensa variedade de comportamentos que podem ter impactos sobre a propriedade, o corpo, os sentimentos, os relacionamentos, a reputação e o status social de uma pessoa, muitas vezes são agressivos e dolorosos para as vítimas. Destaca-se que a repetição, a persistência do comportamento hostil, repulsivo e intimidador contra uma mesma pessoa ou grupo que denomina ser <em>bullying</em>. As vítimas são hostilizadas, assediadas, socialmente rejeitadas, ameaçadas, caluniadas ou mesmo atacadas (verbal, física e psicologicamente) por um ou mais indivíduos.</p>
<p>Nos dias de hoje o <em>cyberbullying</em> também se enquadra nesse panorama, no qual o assédio virtual com o uso de tecnologias de informação e comunicação apoia comportamentos definidos, repetidos e hostis com a intenção de prejudicar o outro. Perseguições, humilhações, ataques físicos/verbais, insultos e difamações para com aqueles que são vistos como os “diferentes”.</p>
<p><strong>Apesar do fenômeno ser caracterizado como uma agressão, nem toda a agressão é classificada como <em>bullying, </em>mas por quê?</strong></p>
<p>A palavra <em>bullying</em>, derivada do verbo inglês <em>bully</em>, significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também pode ser empregada como adjetivo, no sentido de valentão ou opressor. O que faz com que o termo não seja apenas citado no contexto escolar, mas também como relações violentas, opressoras e intimidadoras no contexto familiar e do trabalho. Há várias formas de se envolver e praticar um ato de <em>bullying.</em> Os <em>bullies, </em>autores, são aqueles que praticam.</p>
<p>As <em>vítimas, </em>alvos, são os que sofrem. E com participação direta e apresentando, ou não, apoio a tais atos, a maior parte é composta do grupo das <em>testemunhas, </em>expectadores. Sendo que a pratica pode ser dividida em <em>bullying físico (</em>empurrado, beliscado, chutado, alvejado, etc.)<em>; bullying</em> <em>verbal (</em>destruição do psicológico e bem-estar)<em> e bullying social/relacional (</em>diretamente ligado à exclusão, manipulação e a destruição de reputação).</p>
<p><strong>Pare por um momento e reflita: você já presenciou alguém sendo humilhado, ovacionado ou agredido e não fez nada? Você já difamou ou criticou alguém para outra pessoa? Ou você já se sentiu menosprezado e rejeitado?</strong></p>
<p>Por ocorrer mais comumente em segredo, longe dos olhos dos responsáveis, pais, amigos, professores, etc, que poderiam interromper, tais atos podem ocorrer praticamente em qualquer ambiente (lares, bairros, escolas, empresas, etc.). O ambiente fica cada vez mais contaminado de medo e ansiedade.</p>
<p>Na grande maioria das vezes, a <em>testemunha</em> convive com a violência e se silencia por temer a se tornar a próxima vítima. E diante desse panorama, situações de conflitos, a ausência de tolerância e de diálogo, ganham cada vez mais força, justificando e potencializando situações violentas, banalizando essa experiência tão prejudicial.</p>
<p>Esses indivíduos que sofreram já na infância e vem sofrendo constantemente, acompanhados das consequências destas experiências, acabam sendo mais propensos ao abandono de responsabilidades e compromissos quando jovens adultos; podem ter dificuldades nas atividades rotineiras por medo de se expressar e participar; alegam enfermidades com mais frequência ou indisposição e acabam tendo problemas de sono e de socialização.</p>
<p>A longo prazo, quando adultos, são mais propensos a sofrer de bloqueios e perturbações mentais; tendem a ter maior dificuldade de se socializar com os outros, manter relações e uma autoestima rebaixada. A mais preocupante de todas as consequências do <em>bullying</em> é a propensão a cometer suicídio, assunto recentemente debatido na mídia (a partir da série <em>13 Reasons Why</em> e o “jogo” Baleia Azul).</p>
<p><strong>A autoestima é talvez a mais afetada e prejudicada pelo <em>bullying</em>. As vítimas desenvolvem mecanismos que distorcem os pensamentos e sentimentos e dificultam a interação.</strong></p>
<p>Por mais que as pessoas em volta, as <em>testemunhas</em>, percebam a presença do <em>bullying,</em> as percepções das <em>vítimas</em> são superficiais. É preciso entender as causas, além dos reflexos que sociedade tem no comportamento das pessoas, com seus preconceitos; críticas e pressupostos sociais, exercendo influência direta no modo como as pessoas se relacionam umas com as outras.</p>
<p><strong>A naturalização e ignorância sobre o <em>bullying </em>reforçam a camuflagem da realidade violenta na qual vivemos, visto que a omissão predomina munida do medo das consequências.</strong></p>
<p>Muitas crianças e adolescentes criam a sensação de que não há nada que se possa fazer frente às ocorrências frequentes que sofrem. Fazendo com que atuação do psicólogo seja em capacitar pais, educadores, responsáveis e todos aqueles envolvidos com a vítima. Para analisar e entender as múltiplas relações do individuo, além de identificar as necessidades e possibilidades de aperfeiçoamento dessas relações.</p>
<p>Logo, o profissional de psicologia deve enfrentar o desafio de tomar como alvo de sua atuação a complexidade dos processos interativos que ocorrem no ambiente, baseadas em ações multidisciplinares, se necessários, que envolvem, sobretudo, os vários níveis de prevenção. Atuando na escola, na empresa ou no âmbito familiar para que seja crível envolver e conscientizar o máximo de pessoas possíveis.</p>
<p>O conhecimento sobre as características comportamentais dos indivíduos que são alvos das agressões e intimidações pode auxiliar nas ações voltadas à proteção de vítimas de <em>bullying</em>.</p>
<p><strong>Quando não entendemos adequadamente o problema, o <em>bullying</em>, lidamos apenas com seus sintomas, não com as causas. Compreender é o primeiro passo para começar a combatê-lo.</strong></p>
<p>Se você conhece alguém que sofre constantemente assédios; agressões ou maus-tratos; <strong>DENUNCIE</strong>. <strong>BUSQUE AJUDA</strong> de um responsável ou autoridade. <strong>IMPEÇA</strong> essa prática de se espalhar. E caso você perceba que alguém próximo a você já vive os efeitos dessa hostilidade, entre em contato conosco. <strong>NÃO SEJA </strong>um expectador.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/bullying-quando-brincadeiras-e-implicancias-viram-agressao/">Bullying &#8211; Quando brincadeiras e implicâncias viram agressão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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